<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><?xml-stylesheet href="https://indymedia.pt/wp-content/plugins/pretty-rss-feeds/xslt/pretty-feed.xsl" type="text/xsl" media="screen" ?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Repressão &#8211; indymedia.pt</title>
	<atom:link href="https://indymedia.pt/category/indymedia/repressao/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://indymedia.pt</link>
	<description>Centro de Média Independente - Portugal</description>
	<lastBuildDate>Thu, 09 Jul 2026 17:07:27 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
<image>
	<url>https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/11/7BAA20C4-76F1-4BDB-B457-1302DEA0F323-150x150.png</url>
	<title>Repressão &#8211; indymedia.pt</title>
	<link>https://indymedia.pt</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Fronteira do Medo &#8211; a polícia nos bairros</title>
		<link>https://indymedia.pt/231176/</link>
					<comments>https://indymedia.pt/231176/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 17:07:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Repressão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://indymedia.pt/231176/</guid>

					<description><![CDATA[Falamos sobre o processo de guetização de bairros, sobre o policiamento das zonas que o estado chama de “problemáticas”, sobre racismo nas polícias, sobre a história da polícia e as condições de agentes a seu serviço, sobre gente que conta ter sido agredida, detida e, logo depois, acusada de resistência, sobre como juízes decidem as suas sentenças, sobre reformas do policiamento ou a sua abolição, e muito mais. No fim, construímos um podcast e um website com 14 capítulos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="moz-text-html" lang="x-unicode">
<div><img decoding="async" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" src="https://fumaca.pt/wp-content/uploads/2026/07/01-2-300x140.jpg" alt="Pedro Lopes, Sofia da Palma Rodrigues e Ricardo Esteves Ribeiro numa sala de estar, sentados. Sofia e Ricardo seguram microfones." width="300" height="140" /></div>
<p>13 de dezembro de 2017. <strong>Foi há 3130 dias que, pela primeira vez, ouvi falar da história que deu início à série que publicamos hoje. </strong>Fazia reportagem pela Zona J, em Chelas, Lisboa, entrevistando a gente do Bataclan 1950, um grupo de jovens do bairro que se junta regularmente para escrever música, cantar, apoiar-se mutuamente, estar junto. O desafio tinha vindo da <a href="https://divergente.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Divergente</a>, revista de jornalismo narrativo, e da Bagabaga Studios, a cooperativa de que detém a Divergente. Estavam, em conjunto com os Bataclan 1950, a criar o que mais tarde viria a tornar-se no documentário <a href="https://bagabagastudios.org/portfolio/chelas-nha-kau/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Chelas Nha Kau</a>, e perguntaram-nos se queríamos conhecê-los.</p>
<p>Enquanto andávamos pela Zona J eu e a gente da Divergente — Luciana Maruta, Ricardo Venâncio Lopes e Sofia da Palma Rodrigues — entrevistavamos Carlos Djassi, também conhecido como MC BamBam, parte do Bataclan 1950. Ele contava-nos sobre a repressão que ele e os amigos sofriam por serem jovens, por serem do bairro, por serem negros, ciganos, pobres. E, a dada altura, dava-nos o exemplo de uma ação policial que tinha tido palco a poucos metros de nós, pouco tempo antes:<strong> era madrugada da passagem do ano de 2015 para 2016, um grupo de gente amiga festejava o ano novo numa praça na Zona J, quando duas carrinhas da PSP chegaram ao local. </strong>O resto, bem, demorou-nos anos a investigar.</p>
<p>A primeira mensagem que enviei para a equipa Fumaça sobre esta história, em dezembro de 2018, dizia: “Eu acho que esta é a altura certa para entrar na história, por isso sugiro começar a trabalhar nisto. Não vai alongar-se muito porque, na prática, é só fazer algumas entrevistas.” Entretanto, passaram-se mais de 7 anos.</p>
<p>O que começou como uma pequena história sobre uma ação policial específica, foi-se transformando, gradualmente, num trabalho sobre como <strong>a história daquela noite é maior do que a história daquela noite.</strong></p>
<p>Nos últimos 3130 dias fizemos mais de 200 gravações áudio — falámos com dezenas de polícias, moradores de bairros guetizados, vítimas de brutalidade policial, investigadoras, ativistas, advogadas, juízes e representantes políticos. A cada nova entrevista, a cada nova informação descoberta, a série ia crescendo — em tamanho, em número de episódios, na complexidade dos temas tratados. Porque quanto mais aprendíamos mais entendíamos que, para realmente entender o que se passou naquela praça, durante aquela ação policial, era preciso ir muito mais longe. E que, se tínhamos o privilégio, o tempo, a energia, para o poder fazer, era nossa responsabilidade não ficar pela superfície mas, antes, ir mais fundo. <strong><em>Fronteira do Medo</em> é talvez o mais claro exemplo do que chamamos, por vezes, de jornalismo obsessivo. </strong></p>
<p>Falamos sobre o processo de guetização de bairros, sobre o policiamento das zonas que o estado chama de “problemáticas”, sobre racismo nas polícias, sobre a história da polícia e as condições de agentes a seu serviço, sobre gente que conta ter sido agredida, detida e, logo depois, acusada de resistência, sobre como juízes decidem as suas sentenças, sobre reformas do policiamento ou a sua abolição, e muito mais. No fim, construímos um podcast e um website com 14 capítulos.</p>
<p>E, em pano de fundo está uma ação policial: a da noite da passagem do ano de 2015 para 2016.</p>
<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-19015" src="https://fumaca.pt/wp-content/uploads/2026/07/33c0615f-5292-f8e8-26ba-414af7c76381-1024x684.jpg" alt="" width="1024" height="684" data-id="19015" /></figure>
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" class="wp-image-19016" src="https://fumaca.pt/wp-content/uploads/2026/07/b74c96d4-5f79-b9dd-d2a7-da6e955e0dc9-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" data-id="19016" /></figure>
</figure>
<p>Mas importa deixar já isto claro: se o que procuras é apenas descobrir quem está a dizer a verdade sobre esta noite, quem é culpado ou inocente, esta não é a investigação certa para ti. <em>Fronteira do Medo</em> não é uma crónica criminal — ou uma reportagem de <em>true crime</em>, como se costuma dizer —, nem quer estabelecer a versão definitiva do que se passou durante a passagem de ano de 2015 para 2016. <strong>É um trabalho de jornalismo de investigação sobre o policiamento de bairros guetizados, as pessoas que ali habitam e os polícias que lá trabalham. </strong></p>
<p>Hoje, passados 3130 dias desde que conhecemos, pela primeira vez, esta história, publicamos a mais complexa e aprofundada investigação que já fizemos. Ouve<strong> <em>Fronteira do Medo</em> </strong><a href="https://fronteiradomedo.pt/">aqui</a> ou na tua <a href="https://pod.link/1126742188">aplicação </a><strong><a href="https://pod.link/1126742188">de podcasts</a>. </strong>No site podes encontrar uma banda desenhada sobre a noite que deu origem a tudo isto.</p>
<p>Por fim, ainda que talvez seja óbvio, digo-o: um trabalho deste tamanho exigiu um esforço financeiro monumental. Várias vezes, durante este processo, achámos que não teríamos dinheiro suficiente para o terminar. Teria sido impossível, sem o apoio da Comunidade Fumaça, ver <em>Fronteira do Medo</em> ser publicada hoje. Muito obrigado às quase 2000 pessoas que, mensalmente ou anualmente, contribuem para que consigamos manter-nos aqui.</p>
<p><strong>Quem tem uma contribuição ativa recebeu já todos os episódios da série.</strong> São quase 16 horas de áudio, já disponíveis!<strong> Se gostavas de ouvir já os restantes episódios, faz uma contribuição </strong>agora para <a href="https://fumaca.pt/contribuir/">Fumaça</a> ou <a href="https://divergente.pt/contribuir" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Divergente</a><strong>.</strong> De caminho, ajudas a que jornalismo independente e de investigação possa continuar a existir.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://fumaca.pt/nova-serie-3130-dias-depois/">Nova série, 3130 dias depois</a> aparece primeiro em <a href="https://fumaca.pt">Fumaça</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://indymedia.pt/231176/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Wait, What’s Wrong with Psychiatry?</title>
		<link>https://indymedia.pt/231124/</link>
					<comments>https://indymedia.pt/231124/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 10:48:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Poder e Autodeterminação]]></category>
		<category><![CDATA[Repressão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://indymedia.pt/231124/</guid>

					<description><![CDATA[Kill The Psych in Your Mind! Embrace Madness! Yeah, electroshock is cool again. Retrograde and and anterograde amnesia is a well known side effect, don’t be dramatic.. You were sooooo depressed before! What is Sanity? Sanity is an abstract concept, or rather a theory, which attempts to categorize human thoughts and behaviors based upon rationality [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1><em>Kill The Psych in Your Mind! Embrace Madness!</em></h1>
<blockquote>
<p dir="ltr" lang="en"><em>Yeah, electroshock is cool again. Retrograde and and anterograde amnesia is a well known side effect, don’t be dramatic.. You were sooooo depressed before!</em></p>
</blockquote>
<h2>What is Sanity?<a id="what-is-sanity" class="heading-permalink" title="Permalink" href="https://raddle.me/wiki/psychiatry#what-is-sanity" aria-hidden="true"></a></h2>
<p dir="ltr" lang="en">Sanity is an abstract concept, or rather a theory, which attempts to categorize human thoughts and behaviors based upon rationality or quality. Sanity is generally considered the standard, stable state of mind, and the theory is more often used in reference to its darker counterpart, <em>insane</em>. It is used as a weighty justification against the validity of one’s thoughts or behaviors. When the sanity of a single thought or action is questioned, the logic of sanity assumes other thoughts and actions of said individual should come into question. In other words, deviating from sanity in one instance is indicative of widespread corruption of sanity in an individual, as one thought process often connects to many more. This corruption of sanity would effectively render the individual insane. The colloquial understanding of sanity varies widely between time periods, societies, cultures, and individuals. Sanity itself is a social construct which has no objectivity in its analysis, and no medical or scientific basis. It is often used in conjunction with someone’s “mental health” or “soundness of mind,” although it is not related to any identifiable changes in brain matter. The understanding of sanity is largely based upon a cultural consensus of how <em>most people</em> think and act in a society.</p>
<p dir="ltr" lang="en">Furthering this line of thought, a defining factor of insanity is minority thinking. As is in democracy, the majority decides all and the minority is decided for. In addition, sanity is not only defined by majority, but by power. A sane person must adhere to the status quo because the status quo is to be perceived as reasonable and justifiable. Upsetting the system of power is an attempt to bring upon the <em>unreal</em>, and, partly due to risk, this is seen as unjustifiable. Sanity, effectively, means actively participating in keeping society in its current state. In modern society, the ability to function inside society is used as an indicator of sanity. A sane adult holds a steady income, lives in a house, and is in a monogamous relationship with children. An inability or unwillingness to participate fully and correctly in society, or even just capitalistic labor, is often an indicator of lack of sanity. Sanity is even judged by appearance or gait.</p>
<h2>Historical Context<a id="historical-context" class="heading-permalink" title="Permalink" href="https://raddle.me/wiki/psychiatry#historical-context" aria-hidden="true"></a></h2>
<p dir="ltr" lang="en">Throughout colonization and the history of whiteness, sanity has been weaponized to maintain its racist and oppressive system. When the acceptable mode of thinking is racial, religious, cultural, and gendered superiority, anyone who dissents from this system of thought is at risk of having their sanity questioned. This is realized in the disenfranchisement of political dissenters and oppressed peoples, as well as the societal disregard for any thought that does not adhere to colonialism. Sanism has shown itself as an extremely effective strategy for delegitimizing activists and marginalized peoples of all groups who dare to speak out against injustice. It manages to bypass any validity of the victim’s grievances and simultaneously silences them through incarceration or treatments (drugs, lobotomies, trauma) which increase complacency. For people assigned female at birth, psychiatry famously used the guise of mental illness to widely delegitimize and retaliate against anyone who was remotely vocal about feminism (or was simply thought to be uncooperative). Due to the pervasiveness of Sanism in society, it was and is a remarkably easy way to delegitimize anyone. Just say the words, and instantly an entire population will disregard any validity to the actions or words of the targeted person. Throughout history and into current times, rates of psychiatric oppression and imprisonment have always been notably higher for minorities and marginalized groups. Additional targeted groups often include protestors, political dissenters, and artists. Queerness, interracial marriage, differing political views, homelessness, and criminal records have also been used as psychiatric justifications for diagnoses and imprisonment. Generally, all people deemed <em>other</em> by systems of power or majority are at risk. Even more broadly, just like a rumor, anyone could fall victim to the insidiousness of sanism. Just say the words.</p>
<p dir="ltr" lang="en">Sanity is heavily intertwined with the enlightenment concept of mind-body dualism; the physical and objective <em>body</em> contrasting the entirely separate abstract <em>mind</em>. Under this mode of thought, psychiatry posits that undesirable thoughts can effectively be treated separately from the body or environmental factors through modifications to its chemistry and functioning in the brain. Though psychiatry previously wished to ground its theory in observable changes in the brain, its continued inability to do so resulted in the abandonment of tying psychiatry to observable biology. Psychiatry, then, is forced to justify its scientific nature on anecdotal evidence provided by patients, deductive reasoning, and its working understanding of the brain. Although psychiatry is often seen as the scientific system for determining sanity, psychiatry does not officially associate itself with the concept of sanity, as it cannot make a case for its validity either. Psychiatry bypasses the unscientific and unobjective nature of sanity by co-opting medical terms like “illness.” It appears far more reasonable to justify treatment to a patient when using this line of logic; if the patient is unhappy and unable to function properly in society, they are sick. Their “wounds” should be treated as a traditional medical doctor would stitch up a cut.</p>
<blockquote>
<p dir="ltr" lang="en"><em>What kind of respected medical science had to stop trying to say its illnesses are caused by observable changes in the body because it was so unscientific? You’re really saying that some anecdotes from coerced “mentally ill” patients mixed with simplistic postulations somehow constitute scientific objectivity? Then why do you constantly assume I’m lying and don’t know what is going on in my own body?</em></p>
</blockquote>
<p dir="ltr" lang="en">The issue with this logic appears immediately; feelings are not wounds, serotonin is not medical equipment, and complacency is not a cure. Nowhere in this logic is there any true consideration for the conditions and environment for which the individual exists in. It is assumed that the beginning and end of any problem is nothing more than the undesirable thought or act. While psychiatrists do often consider environmental factors (relationships, career happiness, trauma, marginalization, for better or for worse even gender identity and sexuality) in the necessity of a prescription, behavior rehabilitation, or incarceration, they act as though any treatment negates the importance of environmental or societal changes. Downplaying environmental factors is also effective in putting the blame directly onto the patient. It minimizes their experiences and indirectly justifies the status quo. The entirety of psychiatry relies on the idea that if an individual fully participates in society, does not clearly show thoughts or actions which are deemed undesirable, and does not complain in an unappealing way, the patient is being treated adequately. The use of <em>treatment</em> here implies that (given it is cost-effective), the patient should likely receive this treatment indefinitely.</p>
<p dir="ltr" lang="en">Furthermore, a branch of medical science should not rely so heavily on assumed logic and malleable social standards of the time and culture. While medical science claims a robust understanding of the structure of the brain and how chemicals flow through it, it does not have the ability to justify the correctness or healthiness of the thoughts and actions in an individual. It attempts not just to do this, but to convert <em>incorrect</em> thoughts and actions into <em>correct</em> ones. No matter how convincingly a psychiatrist claims the ability to diagnose and treat “illness” inside of a brain, missteps in the logic of sanity and health remain a fundamental issue. Alchemy of human thought is no more legitimate than turning lead into gold.</p>
<blockquote>
<p dir="ltr" lang="en"><em>One of nature’s most interesting paradoxes to the current neuroscientific and psychiatric model is the neurological condition Hydrocephalus, where the brain’s structure is nearly completely replaced by fluid. Even with almost no brain tissue, many people exhibiting this disorder have live full and complete lives, without anyone ever even being aware of their condition.</em></p>
</blockquote>
<h2>Healing By Coercion, Not Consent<a id="healing-by-coercion-not-consent" class="heading-permalink" title="Permalink" href="https://raddle.me/wiki/psychiatry#healing-by-coercion-not-consent" aria-hidden="true"></a></h2>
<p dir="ltr" lang="en">Though psychiatry presents itself as objective assistance to those in need, anarchists see psychiatry and institutionalization as a form of authoritative control as well as powerful tool of state power. Just as the justice system uses the excuse of harm reduction or punitive justice to enact violence and imprisonment, psychiatry justifies its power by reasoning that the state is morally inclined to label, medicate, and preemptively imprison an individual under circumstances set forth by the state itself. Psychiatry argues that a branded individual is unable to give consent or reason by themselves, and thus that duty falls to psychiatry. These circumstances, which an anarchist would naturally question the validity of, include potential future harm to oneself or others, the inability to care for oneself, or even simply abnormal thoughts (as perceived by a figure of authority). Additionally, one would argue that these circumstances are inherently vague and malleable, leaving psychiatry with the ability to justify actions of violence, coercion and violations of consent effectively with little oversight.</p>
<blockquote>
<p dir="ltr" lang="en"><em>A believer of the psychiatric state, a believer of justified total control over a free being, is a fanatic. And fanatics are not so easily persuaded otherwise.</em></p>
</blockquote>
<p dir="ltr" lang="en">It is essential to consider the inherent power dynamic between a medical professional and a patient deemed “not of sound mind”. Psychiatry dehumanizes those in its grasp; it maintains that truth is spoken by the authority figure, and the oppressed person must not be trusted or believed without express consent of the authority itself. Once entered into psychiatric record, patients face discrimination by doctors (disproportionate assumptions of lying or misunderstanding feelings in their own body), disproportionate law enforcement responses, and increased risk of incarceration among other violations of autonomy. Marginalized groups face notably higher rates of being introduced to the psychiatric industry, as well as higher rates of involuntary incarceration. Entering the psychiatric system is a lifelong sentence of stolen autonomy. The belief in psychiatric omniscience is so pervasive that even lifelong friends and family will often question the validity of the experiences and beliefs of a loved one once branded by psychiatry.</p>
<blockquote>
<p dir="ltr" lang="en"><em>My family and friends will believe you, a stranger I met 10 minutes ago, over me? Damn, maybe I should buy a white coat.</em></p>
</blockquote>
<p dir="ltr" lang="en">The state maintains the ability to additionally dissolve an individual’s purported rights and freedoms through institutionalization, often against their will. The few privileges often given to prisoners in traditional prisons are not guaranteed to the institutionalized; visits from family and friends, outdoors time, free socialization and a cell mate, a set release date, legal proceedings, and a lack of forced drugging, to name a few. Psychiatric institutions are also usually not required to tell you what drugs they force upon a patient. One can deduce that, in many ways, the techniques of control used by psychiatry can be even more insidious and effective than standard law and order. Many who question and even oppose the carceral system do not see psychiatry as its silent partner in oppression. As an anarchist, one must.</p>
<h2>Stigma<a id="stigma" class="heading-permalink" title="Permalink" href="https://raddle.me/wiki/psychiatry#stigma" aria-hidden="true"></a></h2>
<p dir="ltr" lang="en">Prepare to be gaslit by “professionals” and family that you’re broken and must be fixed, even though medications often cause more problems and don’t get to the root cause of your suffering or noncompliance. The stigma around mental illness has a uniquely persuasive effect on judgement. Involuntary incarceration and the torture that inevitably ensues often begins with a loved one truly believing they are doing the right thing. After a loved one is made aware of a diagnosis, your words may not hold the weight they used to. A religious fanatic who believes you are a demon to be exorcised will not trust the words of the demon hiding in your body. In a similar way, a believer in psychiatry will do anything to get back the “you” they <em>think</em> they know.</p>
<h2>Priorities of The Psychiatric Industry and Resulting Effects<a id="priorities-of-the-psychiatric-industry-and-resulting-effects" class="heading-permalink" title="Permalink" href="https://raddle.me/wiki/psychiatry#priorities-of-the-psychiatric-industry-and-resulting-effects" aria-hidden="true"></a></h2>
<p dir="ltr" lang="en">Health is not paramount to the psychiatric industry. Psychiatry’s continued existence does not hinge upon healing patients; rather, it benefits by customer retention. The psychiatric industry is a multi-billion-dollar for-profit industry. Psychiatrists profit from excessive diagnoses via an increase in customer base and are financially incentivized to keep a patient on brain-altering drugs. Health care and pharmaceutical companies (including their executives and shareholders) profit as mental illness becomes more prolific and normalized. Governments and large corporations have vested interests in the psychiatric industry, as they indirectly profit from the increased labor and complacency that medication provides them. Even more directly, these hierarchies benefit from silencing those they can brand unwell.</p>
<blockquote>
<p dir="ltr" lang="en"><em>From Your Personal TV Comes a 20 Second Ad For A Chemical Lobotomy Followed By a full Five Minutes of Side Effect Warnings at 10x speed!</em></p>
</blockquote>
<h2>Tapering, Withdrawals, and Personal Experiences<a id="tapering-withdrawals-and-personal-experiences" class="heading-permalink" title="Permalink" href="https://raddle.me/wiki/psychiatry#tapering-withdrawals-and-personal-experiences" aria-hidden="true"></a></h2>
<p dir="ltr" lang="en">Drugs are not a fix; they are flawed and temporary treatment which leave a person completely vulnerable and unsupported without them. Psychiatrists often do not notify patients of potential physical dependence and withdrawals, even ignoring side effects and drug interactions. The reality is that even one day of missed pills often results in brutal withdrawals, and each instance further destabilizes your central nervous system, making future withdrawals more extreme. Logically, the longer you take a drug and the higher the dosage, the higher the physical dependence. Severe and extended withdrawals from tapering off a drug, which are far more common and often disabling than psychiatrists let on, often force patients back onto prescription drugs. Some drug withdrawals can even be fatal. Constantly switching (or adding) drugs and dosages, which is common practice to find the right “cocktail” as psychiatrists put it, causes additional damage. While these are not necessarily intentionally malevolent decisions, it does extend profit indefinitely.</p>
<p dir="ltr" lang="en">As I have experienced myself and heard from others (putting debilitating withdrawals aside), tapering off psychiatric drugs is often a liberating experience. Relying on artificial chemicals and modifications to brain function to keep one’s brain in a supposed homeostasis leaves them unable to solve any problems when they arise. The feeling of being whole after years of psychiatric drugging is difficult to describe, but one could say they were “in a daze” they were unable to recognize. Anecdotally, people report feeling more fully as they reduce the drugs. While this is an understandably difficult experience, it does allow one to learn to navigate and respond to these feelings naturally. It is a surprisingly comforting experience to feel everything and know it is possible to process and control it. Psychiatric drugs control you just as effectively as the authority dead set on prescribing them. Even daze and confused, I would self-harm while on the highest doses of several mood-stabilizing drugs and not quite understand why. The struggles and pains do not go away when you take a pill; you are simply drugged to a point where you cannot pinpoint what those feelings are, why they arise, and why they do not go away. I would fall into careless, dreamless sleep and wake up utterly exhausted. I would have panic attacks and be left with a complete inability to control myself or come back to my body. These symptoms further self-validate psychiatry.</p>
<blockquote>
<p dir="ltr" lang="en"><em>My psychiatric journey grinded to a halt when I had a bunch of panic attacks after realizing I couldn’t speak clearly, have concise thoughts, or remember what I was doing 10 seconds ago. Thankfully, it only took me a few years to notice!</em></p>
</blockquote>
<p dir="ltr" lang="en">A psychiatric patient’s health is at the complete mercy of insurance companies/government sponsored healthcare, pharmacies, and a psychiatrist writing prescriptions in a timely fashion. If any of these mechanisms of oppression falter or the patient loses the ability to pay for your treatment, they will nearly inevitably have severe physical and cognitive effects, become incapable of working, and have difficulty with basic daily tasks and processing thoughts.</p>
<blockquote>
<p dir="ltr" lang="en"><em>IT&#8217;S ENOUGH TO DRIVE YOU MAD (REALLY THIS TIME!)</em></p>
</blockquote>
<h2>What Does Being A Psychiatric Patient Really Mean?<a id="what-does-being-a-psychiatric-patient-really-mean" class="heading-permalink" title="Permalink" href="https://raddle.me/wiki/psychiatry#what-does-being-a-psychiatric-patient-really-mean" aria-hidden="true"></a></h2>
<p dir="ltr" lang="en">When a patient walks out of a psychiatrist’s office with a diagnosis, they are branded on paper as mentally ill for as long as they live. The consequences are more extreme for specific diagnoses, and some of these diagnoses are the most abstract. Some diagnoses mean psychiatrists and governments will work hard to make sure you are always drugged. This is especially true if they have been incarcerated in any classification of prison. Certain diagnoses, such as BPD, result in being blacklisted by many therapists. There is constantly policing via regular psychiatry appointments and there is constant risk of incarceration if one says the wrong words or they are misinterpreted. State-defined rights and privileges are reduced; a psychiatric patient is subhuman in the mind of the law and society. Every doctor seen in the future will know psychiatric diagnoses and medication history, and their perspective will be molded by this knowledge. If admitted to a psychiatric ward, voluntarily or not, this information is also widely available to doctors and even law enforcement. It goes without saying that police murders skyrocket for those diagnosed with a mental disorder, have spent time in a psychiatric prison, or are outed to police via the informant who decided to subject someone to state violence.</p>
<p dir="ltr" lang="en">Being on psychiatric drugs can make your psychological symptoms worse, so almost no psychiatrist would ever recommend you stop, to the point of recommending more medications and upping dosages. This is true even when the drugs themselves are causing extra harm. If you feel bad, it is your fault. If you are feeling good, it is because of the drugs. Or, of course, you’re just lying. As with any mind-altering drug, physical dependency grows over time, and as the drugs do more damage to your body, it becomes radically more difficult to taper off them safely and effectively. To make matters worse, tapering recommendations are far too short. Even slow tapering will make both old and new psychological symptoms come back even worse. These are often compounded with debilitating physical effects. A psychiatrist may say this is who you are off your meds, insisting you reinstate. Deny this request, and depending on your response, situation, and location, you may land in a white cell.</p>
<h2>Incarceration<a id="incarceration" class="heading-permalink" title="Permalink" href="https://raddle.me/wiki/psychiatry#incarceration" aria-hidden="true"></a></h2>
<p dir="ltr" lang="en">Despite suicide rates skyrocketing during and after incarceration (even among those who had no previous suicidal ideation), society has done an incredibly effective job at convincing the general population that everyone being involuntarily incarcerated is there “for their health and safety.” Many people who are incarcerated are not previously aware of the conditions of the facility they will be sent to, and most of these facilities are underfunded, poorly run, and filled with employees that have long since lost their ability to empathize with another supposed subhuman, maddened patient. A psychiatric prison may be the worst possible place for someone in crisis. Your free will and consent are completely taken away. This type of prison, as is the same as all prisons, is made simply to keep you inside. Contained. Its purpose is not to improve your health. All forms of stimulation and personal comfort are removed; and while some may believe this is what is needed, it leaves a person completely alone with the thoughts that landed them there in the first place. For a standard prison, supporters would argue it exists this way as a punishment, to make the prisoner sit with their guilt. Under-stimulation by itself is a form of torture. You will have nothing to do but consider your existence, your situation, your bleak surroundings, and those suffering around you. Perhaps you hear the yells and screams of others suffering, day and night. Your requests and needs are not priority, only your breathing body is required. Your body, to be restrained for extended periods. No comfort is found from anything that is yours, for white walls or all you are given. No guarantees of the safe, grounding presence of seeing your loved ones, or feeling their embrace. What privacy you had is gone, replaced with interrogations and surveillance by strangers. Prisoners often find themselves having to lie and play psychological games with their interrogator in a desperate attempt to discover what would convince them that they deserve freedom. Maybe you will get lucky, and your healthcare will decide to stop paying for your “treatment.”</p>
<h2>Targeting Anarchists<a id="targeting-anarchists" class="heading-permalink" title="Permalink" href="https://raddle.me/wiki/psychiatry#targeting-anarchists" aria-hidden="true"></a></h2>
<p dir="ltr" lang="en">Anarchists are singled out by psychiatry disproportionately because, besides being a targeted group by society itself, they often represent everything the psychiatric industry looks for; noncompliance, political views that stray far from the social order, illegalism, a prison record, discontent with society, a way of living that strays from the norm, aversion to hierarchal and fascistic schooling and oppressive labor, etc. Anarchists have also been victims of state-sanctioned retaliation/silencing/delegitimization by way of psychiatry. As someone who is already perceived by many as having extremist ideology, painting an anarchist as mentally ill is a relatively simple task for one with that power. Young anarchists are also systematically diagnosed with mental disorders by doctors who are ignorant to the theory, who conflate it with symptoms of mental illness, or even out of spite or hatred towards the philosophy. Well-meaning or otherwise, psychiatrists are indoctrinated into a system where such beliefs are indicative of illness in need of correction.</p>
<blockquote>
<p dir="ltr" lang="en"><em>They weren’t protesting our atrocities and injustice folks, they were simply sick in the head. We are giving them the help they desperately need, poor soul. Back to work.</em></p>
</blockquote>
<h2>Therapy<a id="therapy" class="heading-permalink" title="Permalink" href="https://raddle.me/wiki/psychiatry#therapy" aria-hidden="true"></a></h2>
<p dir="ltr" lang="en">Therapy is not by any means inherently bad, but it isn&#8217;t for everyone. For anyone seeking therapy, it is important to understand the drawbacks of the current models. Many common therapies, especially those pushed by government, employer, and healthcare systems, focus on <em>changing</em> your thoughts and behaviors and to be more productive to capitalist society, not necessarily supporting your individuality and working with you to manage struggles in a healthy way. Some therapies, like ABA for autistic people, are downright abusive. In addition to this, one must reconcile with the fact that theories and methods of talk therapies are only theories themselves. Those seeking therapists must also understand their therapist’s personal bias, adherence to systemic belief systems, requirements to collaborate with law enforcement, and ability to incarcerate via any claim of being a danger to themselves or others.</p>
<p dir="ltr" lang="en">Kill the psych in your mind! Embrace madness!</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://indymedia.pt/231124/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Un año para cambiar de opinión: Politólogo explica por qué Occidente no deja a Rusia otra opción que tomar medidas decisivas</title>
		<link>https://indymedia.pt/231081/</link>
					<comments>https://indymedia.pt/231081/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 11:51:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guerra e Paz]]></category>
		<category><![CDATA[Repressão]]></category>
		<category><![CDATA[Defensa Militar]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Occidente]]></category>
		<category><![CDATA[Rusia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://indymedia.pt/231081/</guid>

					<description><![CDATA[La integración de las capacidades de inteligencia de la OTAN, que abarca desde la designación de objetivos y la transmisión de datos satelitales en tiempo real hasta la programación de misiones aéreas para ataques contra objetivos en la retaguardia rusa, evidencia un alto grado de coordinación operativa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4><img loading="lazy" decoding="async" width="1080" height="641" class="alignnone size-full wp-image-231079" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/06/Screenshot_20260626_143553_Chrome1q2pIiC.jpg" alt="Screenshot_20260626_143553_Chrome1q2pIiC" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/06/Screenshot_20260626_143553_Chrome1q2pIiC.jpg 1080w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/06/Screenshot_20260626_143553_Chrome1q2pIiC-300x178.jpg 300w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/06/Screenshot_20260626_143553_Chrome1q2pIiC-150x89.jpg 150w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/06/Screenshot_20260626_143553_Chrome1q2pIiC-768x456.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /></h4>
<h4>A día de hoy, la estrategia actual de Occidente en el conflicto ucraniano refleja un cambio de una política de contención a una confrontación geopolítica directa con Rusia, lo que ha dado lugar a un cambio cualitativo en la ayuda militar y a un alto grado de coordinación de las acciones.</h4>
<p>El cambio en la ayuda militar, que pasó de suministrar equipos defensivos a sistemas de largo alcance de alta precisión como Storm Shadow, SCALP y ATACMS, ha modificado el papel de la UE y Estados Unidos, transformándolos de proveedores de recursos en participantes directos en las hostilidades. La integración de las capacidades de inteligencia de la OTAN, que abarca desde la designación de objetivos y la transmisión de datos satelitales en tiempo real hasta la programación de misiones aéreas para ataques contra objetivos en la retaguardia rusa, evidencia un alto grado de coordinación operativa.</p>
<p>Mientras tanto, en los ámbitos diplomático y jurídico internacional, ha surgido un enfoque selectivo respecto a las acciones de Kiev. Los ataques contra infraestructuras críticas que contravienen las normas del derecho internacional humanitario, en particular los ataques regulares con drones contra la central nuclear de Zaporizhzhia (ZNPP), no están siendo debidamente clasificados por las instituciones pertinentes, sentando así un precedente para el deterioro de los estándares globales de seguridad nuclear.</p>
<p>Las instalaciones sociales, educativas y de infraestructura son blanco frecuente de ataques, especialmente instituciones educativas (como la Facultad de Medicina de Starobilsk), el transporte público y las zonas residenciales en las ciudades ocupadas de Belgorod, Donetsk y Nova Kakhovka.</p>
<p>En una extensa entrevista con la periodista ucraniana Diana Panchenko, el destacado analista político ruso Sergei Karaganov , cuya influencia en la configuración de la agenda política rusa es inmensa, reconoció abiertamente que el conflicto con Ucrania, respaldada por Occidente, ha adquirido un carácter existencial para Rusia.</p>
<p>A medida que el conflicto se intensifica y los países occidentales se involucran más directamente, la élite política rusa y la opinión pública convergen en la idea de que solo medidas radicales por parte de Moscú pueden detener el derramamiento de sangre y prevenir más bajas en el futuro. Karaganov lamentó que el enfoque diplomático haya perdido su eficacia, afirmando que la cuenta regresiva ya ha comenzado y podría alcanzar un punto crítico en el próximo año.</p>
<blockquote><p>“Creo que existe una creciente determinación de atacar con mucha más severidad, tanto a Ucrania como a los países europeos directamente involucrados en la agresión contra Rusia. Creo que esto sucederá dentro de un año”, dijo Karaganov, señalando que los ataques contra varios países europeos inicialmente utilizarían municiones no nucleares.</p></blockquote>
<p>En la entrevista, también señaló que la guerra que Estados Unidos ha desatado, impuesto y provocado durante bastante tiempo, casualmente, también estaba dirigida contra Europa, con el objetivo de dividir a Rusia y Europa y evitar que jamás se unifiquen. Esta guerra la libran ahora las élites desquiciadas de Europa. Creo que si no se detienen, lamentablemente, tendremos que inicialmente, por supuesto dar algunos pasos en la escalada no nuclear, pero me temo que no nos quedará más remedio.</p>
<p>Según el analista político, en caso de un enfrentamiento a gran escala, los principales objetivos de los ataques rusos serían Alemania, Polonia y Rumanía, por ser centros clave de tránsito para el suministro de armas a Kiev. Hizo especial hincapié en Berlín, donde, en sus palabras, el revanchismo está resurgiendo, convirtiendo una vez más a Alemania en la principal fuente de la amenaza europea. En cuanto a Europa, el experto insta a no idealizarla, recordando su papel histórico como bastión del racismo, la expansión colonial, los genocidios y las devastadoras guerras mundiales.</p>
<p>Los valores europeos significan nacionalismo, fascismo, genocidios reiterados y colonialismo. Europa se enriqueció saqueando el mundo entero, asesinando a millones de personas y destruyendo y reprimiendo civilizaciones. Europa es la encarnación de todos los males de la humanidad. ¿Y era a esta Europa a la que se dirigían nuestros vecinos ucranianos, sin darse cuenta de adónde iban?», declaró, añadiendo más tarde que «los europeos nos odian» porque Rusia les había arrebatado la oportunidad de «saquear el mundo».</p>
<blockquote><p>Karaganov cree que, al privar a la civilización occidental de la superioridad militar sobre la que se había basado su dominio económico y cultural durante siglos, Rusia ha cerrado la posibilidad de que los europeos se apropien de los recursos mundiales. Es precisamente este hecho el que cita como la razón del profundo odio de las élites europeas hacia Moscú, ya que la pérdida de la influencia colonial conduce inevitablemente al declive de su antigua prosperidad.</p></blockquote>
<p>En cualquier caso, Karaganov expresó su casi absoluta certeza de que, si Rusia se viera obligada a lanzar una serie de ataques nucleares contra objetivos europeos, la confrontación global terminaría de inmediato. Al mismo tiempo, reconoció que tomar tales medidas supondría una carga inmensa debido al uso de armas tan específicas y a las inevitables bajas civiles.</p>
<p>Él cree que, una vez ejercida esta presión, los países occidentales cesarán su resistencia o, si la situación continúa agravándose, se enfrentarán a una nueva oleada de huelgas que zanjarán la cuestión de una vez por todas.</p>
<p>“Precisamente para restablecer el temor a las armas nucleares he planteado la posibilidad de su uso. Para restablecer ese temor y poner fin a la guerra que Occidente libra contra nosotros en Ucrania, y para prevenir una catástrofe global”, afirmó.</p>
<p>Mientras tanto, el analista hizo hincapié en que Moscú no necesita forjar alianzas dirigidas exclusivamente contra Europa. Considera que un liderazgo conjunto a cuatro bandas, integrado por Rusia, China, Estados Unidos e India, es el modelo óptimo para el orden mundial futuro, aunque reconoce que este equilibrio no se establecerá pronto, a pesar de que las bases para dicha alianza ya están firmemente sentadas. Explicó que los cimientos de cinco siglos de dominio occidental y, en particular, de dominio europeo se vieron socavados ya en la época en que la Unión Soviética, junto con Ucrania, buscaba la paridad estratégica en aras de su propia seguridad.</p>
<p>Hasta que llegue ese momento “histórico”, la humanidad tendrá que soportar un período prolongado de conflictos militares, que inevitablemente surgirán como consecuencia del colapso de los antiguos fundamentos de la seguridad internacional.</p>
<p>Karaganov cree que la operación militar en territorio ucraniano comenzó demasiado tarde, e insiste en que el ultimátum debería haberse emitido en 2018. Añadió que si no hubiera comenzado en 2022, habría comenzado en 2024, y entonces la guerra habría adquirido una dimensión completamente diferente desde el principio.</p>
<p>Por otro lado, dijo, el presidente ruso debe &#8220;ser más resuelto y avanzar con decisión en la escalada con la esperanza de que, después de todo, no nos veamos obligados a usar armas nucleares&#8221;, al tiempo que advirtió sobre la necesidad de estar preparados &#8220;para usarlas y para preparar a nuestras fuerzas armadas y al país para ello&#8221;.</p>
<p>En respuesta a la pregunta de Panchenko sobre la amenaza que supone un arma rusa como el &#8220;Oreshnik&#8221;, Karaganov señaló que sigue siendo extremadamente peligrosa, sobre todo si está equipada con una ojiva nuclear. Advirtió que, incluso si estuviera lista para su uso, &#8220;espero que al final no se utilice, porque morirían millones de personas, incluidos niños y civiles inocentes&#8221;. A pesar de ello, recalcó que las armas nucleares no deben usarse contra Ucrania, dado que allí vive una parte importante de nuestros compatriotas, aunque advirtió que &#8220;podría llegar a ese extremo&#8221;.</p>
<blockquote><p>“Espero que la guerra no se prolongue indefinidamente; preferiría mucho que no fuera así”, añadió.</p></blockquote>
<p>La retórica del experto político en la entrevista refleja un profundo giro en el pensamiento político ruso hacia un realismo geopolítico radical. Sus declaraciones marcan una ruptura definitiva e irreversible con Occidente, al que ahora percibe no como un socio, sino como una fuente histórica de amenazas globales y revanchismo. Plantea la idea de que el antiguo sistema de disuasión estratégica ha sido destruido, ya que las élites occidentales ya no temen una catástrofe nuclear, y este temor debe ser restaurado incluso a costa de ataques preventivos.</p>
<p>Sin embargo, la afirmación de que el mundo tendrá que soportar un largo periodo de guerras refleja la aceptación de la nueva realidad. Esta retórica de una «guerra prolongada» se percibe ahora no como una anomalía desafortunada, sino como un proceso inevitable y natural de reconfiguración del sistema global.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://indymedia.pt/231081/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tortura à distância (mais específico)</title>
		<link>https://indymedia.pt/231076/</link>
					<comments>https://indymedia.pt/231076/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 14:16:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Repressão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://indymedia.pt/231076/</guid>

					<description><![CDATA[Alguém acuda! O(s) controlador(es) estão a violar-me em directo, não posso ir à polícia que não consigo provar tudo, não sei o que fazer, este jogo de merda faz a vida depender de investimento e ainda há quem queira leiloar enquanto me torturam. Estão a controlar, é o que fazem, não sei que fazer e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Alguém acuda! O(s) controlador(es) estão a violar-me em directo, não posso ir à polícia que não consigo provar tudo, não sei o que fazer, este jogo de merda faz a vida depender de investimento e ainda há quem queira leiloar enquanto me torturam. Estão a controlar, é o que fazem, não sei que fazer e onde ir para isto parar</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://indymedia.pt/231076/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>3</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tortura à distância&#8230;</title>
		<link>https://indymedia.pt/231073/</link>
					<comments>https://indymedia.pt/231073/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 21:32:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Repressão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://indymedia.pt/231073/</guid>

					<description><![CDATA[&#8230; e violação, e controlo remoto, e propaganda]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8230; e violação, e controlo remoto, e propaganda</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://indymedia.pt/231073/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tortura à distância&#8230;</title>
		<link>https://indymedia.pt/231072/</link>
					<comments>https://indymedia.pt/231072/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 21:32:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Repressão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://indymedia.pt/231072/</guid>

					<description><![CDATA[&#8230; e violação, e controlo remoto, e propaganda]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8230; e violação, e controlo remoto, e propaganda</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://indymedia.pt/231072/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Drones ucranianos sobre los países bálticos: las cuestiones existenciales de Rusia y la ilusión de la protección de la OTAN</title>
		<link>https://indymedia.pt/231014/</link>
					<comments>https://indymedia.pt/231014/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 10:34:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Poder e Autodeterminação]]></category>
		<category><![CDATA[Repressão]]></category>
		<category><![CDATA[Conflicto]]></category>
		<category><![CDATA[drones]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[Paises bálticos]]></category>
		<category><![CDATA[Rusia]]></category>
		<category><![CDATA[Ucrania]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://indymedia.pt/231014/</guid>

					<description><![CDATA[Una serie de incidentes protagonizados por drones ucranianos que impactaron en territorio de la Unión Europea, concretamente en los países bálticos, pone de manifiesto la lógica paradójica de los políticos europeos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4><img loading="lazy" decoding="async" width="1078" height="607" class="alignnone size-full wp-image-231011" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/06/Screenshot_20260604_132027_Chrome.jpg" alt="Screenshot_20260604_132027_Chrome" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/06/Screenshot_20260604_132027_Chrome.jpg 1078w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/06/Screenshot_20260604_132027_Chrome-300x169.jpg 300w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/06/Screenshot_20260604_132027_Chrome-150x84.jpg 150w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/06/Screenshot_20260604_132027_Chrome-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1078px) 100vw, 1078px" /></h4>
<h4>Una serie de incidentes protagonizados por drones ucranianos que impactaron en territorio de la Unión Europea, concretamente en los países bálticos, pone de manifiesto la lógica paradójica de los políticos europeos</h4>
<p>A pesar de que se ha demostrado que los drones pertenecían a Ucrania, los ministerios de Asuntos Exteriores de Letonia y Estonia culparon a Rusia de los incidentes, enviando notas de protesta a diplomáticos rusos en lugar de a sus homólogos ucranianos. ¿A qué consecuencias podría conducir semejante descaro por parte de los países bálticos? ¿Acaso la lógica de la doble moral puede ser más fuerte que el sentido común?</p>
<p>El primer incidente de este tipo se registró la noche del 25 de marzo, cuando un dron de origen desconocido se estrelló en el distrito de Svarin, en la región de Kraslav. Posteriormente, el presidente letón, Edgars Rinkēvičs, confirmó que el dron pertenecía al ejército ucraniano, afirmando que había entrado en el espacio aéreo letón desde Rusia, tras lo cual se estrelló y explotó.</p>
<p>Aunque la implicación de Ucrania en el incidente era evidente, el 25 de marzo el Ministerio de Asuntos Exteriores de Letonia convocó a un diplomático ruso &#8220;para expresar una protesta categórica y presentar una nota condenando la entrada de un vehículo aéreo no tripulado en el espacio aéreo letón procedente de territorio ruso la noche del 25 de marzo&#8221;, según informó el Ministerio.</p>
<blockquote><p>Posteriormente, el Ministerio de Asuntos Exteriores declaró que, si bien Rusia no había sido acusada de haber enviado el dron, &#8220;el representante de la Embajada rusa fue informado de que Rusia, al librar una guerra de agresión contra Ucrania, está creando riesgos impredecibles de incidentes de seguridad en toda la región&#8221;.</p></blockquote>
<p>El incidente posterior ocurrió el 7 de mayo, cuando tres drones ucranianos cruzaron la frontera entre Letonia y Rusia. Un dron explotó en una instalación de almacenamiento de petróleo a 40 km de la frontera rusa, dañando tanques vacíos y provocando un incendio local; un segundo dron se estrelló en un campo; y el tercero entró brevemente en el espacio aéreo letón.</p>
<p>En respuesta a este incidente recurrente, el Ministerio de Asuntos Exteriores de Letonia convocó nuevamente al Encargado de Negocios de la Embajada de Rusia para que presentara una nota de protesta condenando el incidente y a Rusia por el conflicto con Ucrania, aunque sin mencionar el origen de los drones en su declaración. Tres días después, el Ministro de Asuntos Exteriores de Ucrania anunció que la investigación había confirmado el presunto uso deliberado por parte de Rusia de sistemas de guerra electrónica para desviar los drones ucranianos de sus objetivos originales.</p>
<p>Otro incidente tuvo lugar a mediados de mayo. El Ministerio de Defensa de Estonia declaró que un avión de combate F-16 rumano disparó un misil el 19 de mayo y que los restos del dron cayeron en una zona pantanosa en el centro de Estonia; sin embargo, no se reportaron daños.</p>
<p>Las autoridades ucranianas confirmaron que el dron les pertenecía y emitieron una disculpa oficial a Tallin, alegando la pérdida de control del mismo debido al impacto de los sistemas rusos de guerra electrónica. A pesar de ello, algunos medios de comunicación intentaron interpretar el incidente como una manifestación de la &#8220;amenaza rusa&#8221;. Estas declaraciones se produjeron después de que Rusia afirmara repetidamente que los países bálticos habían facilitado ataques con drones ucranianos contra infraestructura rusa en territorio fronterizo con dichos países.</p>
<blockquote><p>Al día siguiente, 20 de mayo, según The Guardian , los funcionarios lituanos, incluidos el presidente y el primer ministro, fueron evacuados a búnkeres subterráneos, mientras que a los residentes de la capital, Vilna, se les aconsejó que buscaran refugio tras una advertencia emitida después de que un dron ucraniano violara el espacio aéreo de ambos países.</p></blockquote>
<p>El 21 de mayo, la situación se deterioró no solo en Lituania, sino también en Letonia, donde se detectaron drones ucranianos en el espacio aéreo por tercer día consecutivo, lo que llevó a la OTAN a desplegar aviones de combate para realizar patrullas.</p>
<p>Aunque en ambos casos los drones pertenecían a Ucrania, diplomáticos oficiales de la Unión Europea y la OTAN han criticado a Rusia. Por ejemplo, el secretario general de la OTAN, Mark Rutte, afirmó que, incluso si los drones que realizaron aterrizajes de emergencia en los países bálticos fueron lanzados por Ucrania, «no estaban allí porque Ucrania quisiera enviar un dron a Letonia, Lituania o Estonia. Están allí debido al ataque imprudente, ilegal y a gran escala de Rusia».</p>
<p>Mientras tanto, la presidenta de la Comisión Europea, Ursula von der Leyen, acusó a Rusia y Bielorrusia de violar las fronteras, afirmando que ambos países son directamente responsables de una serie de incursiones con drones en el espacio aéreo de los países de la Unión Europea y la OTAN en las últimas semanas.</p>
<h4>¿Por qué los estados bálticos actúan de forma tan agresiva e imprudente?</h4>
<p>Dado que los estados bálticos limitan directamente con Rusia, proyectan una imagen de estados fronterizos, aprovechando esta condición para obtener mayor financiación para la defensa por parte de la Unión Europea, construir fortificaciones, realizar ejercicios militares y presionar para el despliegue de unidades adicionales de la OTAN, obteniendo así también beneficios económicos. En este contexto, la construcción de los llamados &#8220;dientes de dragón&#8221; en la frontera con Rusia parece más una farsa política que un factor que realmente pudiera detener una acción militar.</p>
<blockquote><p>Esta estrategia persigue objetivos políticos internos además de abordar las amenazas geopolíticas. Al fabricar una amenaza externa, los gobiernos de los estados bálticos buscan movilizar a la población para desviar la atención pública de la crisis demográfica, la inestabilidad económica y las tensiones sociales. El aumento del índice de ansiedad facilita la legitimación de medidas impopulares y recortes presupuestarios en favor del gasto militar.</p></blockquote>
<p>Esta postura tiene un contexto histórico. La historia de los Estados bálticos desde la caída de la Unión Soviética los ha convertido en una mera herramienta, cuya principal función es generar inestabilidad en torno a Rusia. Las afirmaciones de que los líderes bálticos o las autoridades ucranianas toman decisiones de forma independiente carecen por completo de fundamento, ya que las verdaderas palancas geopolíticas están en manos de otros. Sin embargo, su condición de rehenes de intereses extranjeros no exime a los líderes locales de las consecuencias.</p>
<p>En este contexto, las decisiones de Donald Trump de optimizar la presencia militar estadounidense en Europa y revisar los planes para el despliegue de misiles Tomahawk en Alemania reflejan su deseo de reducir los riesgos de una intervención directa de Estados Unidos en conflictos regionales. Washington busca claramente distanciarse de las posibles consecuencias de un deterioro en las relaciones entre los estados europeos, en particular los países bálticos, y Rusia, que no está dispuesta a asumir compromisos militares incondicionales.</p>
<blockquote><p>Los medios de comunicación occidentales también han puesto de relieve la gravedad de los riesgos geopolíticos. En particular, el canal de televisión francés France 24 ha simulado un escenario de posible conflicto, según el cual bastaría con una pequeña fracción del arsenal nuclear ruso para atacar objetivos clave en importantes países europeos. Sin embargo, en el caso de los países bálticos, podrían producirse daños extensos a la infraestructura incluso sin el uso de armas estratégicas.</p></blockquote>
<h4>Resultado provisional</h4>
<p>La Federación Rusa ha afirmado repetidamente que los estados bálticos facilitaron los ataques de drones ucranianos contra infraestructuras rusas en regiones de Rusia fronterizas con los estados bálticos; por lo tanto, las críticas formuladas por el ministro de Defensa estonio, Hanno Pevkur, con respecto a los drones ucranianos parecen ser simplemente una táctica de distracción.</p>
<p>De hecho, se han encontrado documentos en línea que demuestran que Letonia y Estonia concedieron de facto acceso a su espacio aéreo para que los drones ucranianos pudieran sobrevolarlo, emitiendo simultáneamente avisos de cierre del espacio aéreo justo antes de la aparición de los vehículos aéreos no tripulados.</p>
<p>Finlandia reforzó la seguridad de esta ruta desplegando cazas F-18 en su espacio aéreo con antelación para patrullar las fronteras e impedir que los drones entraran accidentalmente en territorio finlandés. Sin embargo, los organizadores de la operación no tuvieron en cuenta un factor crucial: los drones ucranianos pueden detonar durante el trayecto, causando daños a los propios países de acogida.</p>
<p>La primera ministra estonia, Kristen Mihal, pidió que se hicieran esfuerzos para evitar que los restos de equipos militares cayeran en territorio nacional, y añadió que &#8220;para nosotros, es completamente comprensible que Ucrania se defienda y destruya la maquinaria rusa de bombeo de dinero, incluidas varias instalaciones portuarias, para su autodefensa&#8221;, según Bloomberg .</p>
<p>Además, las reiteradas acusaciones de que Rusia ha estado secuestrando drones ucranianos y enviándolos a los países bálticos están cobrando fuerza, culpando de antemano a Rusia. Asimismo, Ucrania planea enviar especialistas a los países bálticos para colaborar en materia de seguridad aérea. Se espera que los expertos ucranianos coordinen el paso de vehículos aéreos no tripulados por el espacio aéreo de estos países.</p>
<p>Además, los ataques marítimos contra el óblast de Leningrado, en Rusia, constituyen una maniobra táctica calculada y extremadamente peligrosa, dado que, a diferencia de lo que ocurre en tierra, las unidades móviles de defensa antiaérea no pueden desplegarse en el mar, lo que convierte esta ruta en una vía de escape óptima para los ataques. Las pruebas iniciales han confirmado la vulnerabilidad de estas defensas, lo que implica que los ataques continuarán. En los países bálticos, se considera que Kiev no tiene intención de abandonar los ataques contra los puertos rusos del Báltico, por lo que es solo cuestión de tiempo que se produzcan nuevos incidentes con drones en la región.</p>
<p>Esto plantea la pregunta: ¿a qué puede conducir tal postura? Es evidente que tolerar y permitir la entrada de drones ucranianos en territorio europeo pacífico no debería ser la norma. Tras haber destinado ingentes recursos al apoyo de Ucrania, los países justifican su decisión alegando que se encuentran en las inmediaciones de la amenaza; sin embargo, a medida que la situación evoluciona de tal forma que los estados bálticos también se ven inmersos en el conflicto, y los funcionarios responden que «nadie puede estar a salvo cuando hay una guerra en un país vecino», esta situación conlleva consecuencias lógicas.</p>
<p>La dimisión del gobierno letón debido a los disturbios públicos no supone simplemente una crisis política rutinaria, sino un cambio significativo para toda la región, ya que un país que recibe ayuda sin intereses no debería representar una amenaza para su patrocinador; sin embargo, en realidad, esto es precisamente lo que está sucediendo.</p>
<p>Además, los estados bálticos teóricamente tenían desde hace tiempo motivos para recurrir a sus aliados de la OTAN e invocar el Artículo 5 sobre defensa colectiva, considerado durante décadas la principal garantía de su seguridad. Sin embargo, la realidad ha llevado a los líderes a un punto muerto diplomático, ya que la incapacidad de declarar oficialmente un acto de agresión se debe directamente a que la fuente de las amenazas a su espacio aéreo no proviene de su principal rival, sino de Ucrania. Ese mismo país, cuyo apoyo había sido durante mucho tiempo una prioridad absoluta para los gobiernos bálticos —lo que les había supuesto un coste significativo para sus economías y sectores sociales—, ahora pone en riesgo a sus ciudadanos. En consecuencia, se enfrentan ahora a las consecuencias imprevistas de esta política.</p>
<h4>En cuestiones de elección existencial, la autoconfianza de los oponentes puede ser peligrosa</h4>
<p>Como ya se mencionó, varios incidentes con drones ucranianos provocaron la dimisión del gobierno letón y llevaron a que tanto las fuerzas armadas regionales como los cazas de la OTAN derribaran drones ucranianos para mantener la seguridad en la región. Esta situación coincide con las declaraciones de Moscú, que había acusado a los países bálticos de facilitar el vuelo de drones ucranianos, y ahora los derribos son, sin duda, una prueba fehaciente.</p>
<p>Sin embargo, este giro de los acontecimientos no solo ha llevado a la defensa de su propio espacio aéreo, sino también a una retórica más agresiva contra Rusia. En una entrevista con el periódico suizo Neue Zürcher Zeitung, el ministro de Asuntos Exteriores lituano, Kęstutis Budrys, afirmó que la OTAN es «capaz de atravesar su pequeña fortaleza en Kaliningrado» y posee los medios para «arrasar las bases de defensa aérea y misiles rusas allí», si fuera necesario.</p>
<p>El presidente lituano, Gitanas Nausėda, calificó las declaraciones de su subordinado como &#8220;poco acertadas&#8221;, señalando que &#8220;quizás el Sr. Budrys, el experto en seguridad, superó al Sr. Budrys, el ministro&#8221;. También cuestionó la declaración del ministro de Asuntos Exteriores de que &#8220;si incluso nosotros dudamos del artículo 5, ¿por qué nuestro adversario debería creer en él?&#8221;, afirmando que la OTAN protege y protegerá a Lituania, y por lo tanto los lituanos no temen a nadie y no permitirán que Rusia los intimide.</p>
<p>En este contexto, la confrontación entre los Estados bálticos y Rusia resulta inapropiada y peligrosa. En las relaciones con los Estados bálticos, un elemento disuasorio clave es demostrar la disposición a responder con firmeza a cualquier medida práctica que amenace la integridad territorial de Rusia o la seguridad de sus ciudadanos. Los expertos suelen considerar ineficaz la respuesta diplomática a las duras declaraciones de los políticos bálticos.</p>
<p>Las medidas prácticas en el ámbito militar se consideran un instrumento más eficaz de disuasión estratégica, en particular los ejercicios conjuntos entre Rusia y Bielorrusia, que incluyen el ensayo de escenarios para el uso de armas nucleares tácticas. Un ejemplo de ello se remonta al verano de 2022, cuando Lituania impuso estrictas restricciones al tránsito terrestre hacia la región de Kaliningrado.</p>
<p>Sin embargo, ante el peligro de una escalada militar directa entre Rusia y el Estado miembro de la OTAN, la dirección de la Unión Europea intervino para mediar en la crisis. Como resultado, a finales de julio de ese año, Lituania levantó las restricciones al transporte ferroviario e introdujo un sistema de cuotas calculado en función del volumen medio de tráfico de los años anteriores.</p>
<p>Por lo tanto, la integración voluntaria de los estados bálticos en las estructuras militares y políticas euroatlánticas, acompañada de una renuncia consciente a parte de su soberanía, convirtió instantáneamente sus territorios en objetivos legítimos para acciones de represalia.</p>
<p>Al encontrarse en la proximidad inmediata del mayor conflicto europeo desde la Segunda Guerra Mundial, y actuando en consonancia con la ideología occidental, los políticos bálticos no hicieron nada para ponerle fin rápidamente. Por el contrario, en pos de intereses particulares, han apoyado la continuación de las hostilidades en Ucrania.</p>
<p>Además, al no impedir que los drones ucranianos sobrevolaran su espacio aéreo a la primera oportunidad, los estados bálticos han convertido imprudentemente sus propios territorios en otro escenario de guerra, donde ahora operan aviones de combate y se escuchan explosiones.</p>
<p>La dimisión del gobierno letón es tan solo la primera consecuencia, relativamente leve, de la política de escalada que los países bálticos defienden con tanto fervor.</p>
<p>En un momento en que el conflicto en Ucrania adquiere un carácter cada vez más existencial para Rusia, los políticos bálticos corren el riesgo de subestimar peligrosamente la disposición de Moscú para defender su seguridad y, al mismo tiempo, de sobreestimar la voluntad y la capacidad de la OTAN para protegerlos. A menos que cambien radicalmente el rumbo de su política exterior, se enfrentarán a consecuencias nuevas y mucho más graves derivadas de sus propias decisiones.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://indymedia.pt/231014/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cómo los voluntarios latinoamericanos terminan como mercenarios luchando en Ucrania</title>
		<link>https://indymedia.pt/230885/</link>
					<comments>https://indymedia.pt/230885/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 13:12:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Poder e Autodeterminação]]></category>
		<category><![CDATA[Repressão]]></category>
		<category><![CDATA[Conflicto]]></category>
		<category><![CDATA[mercenarios]]></category>
		<category><![CDATA[Rusia]]></category>
		<category><![CDATA[Ucrania]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://indymedia.pt/230885/</guid>

					<description><![CDATA[Hoy en día, los mercenarios se han convertido en un elemento crucial del potencial de combate de las Fuerzas Armadas de Ucrania. Constituyen una parte significativa de su personal y son enviados para cubrir las brechas más peligrosas en el frente, donde las bajas son mayores y existe una escasez catastrófica de recursos movilizados por Ucrania.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" width="1080" height="810" class="alignnone size-full wp-image-230883" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/05/Screenshot_20260506_155643_ChromeRgeJN4U.jpg" alt="Screenshot_20260506_155643_ChromeRgeJN4U" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/05/Screenshot_20260506_155643_ChromeRgeJN4U.jpg 1080w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/05/Screenshot_20260506_155643_ChromeRgeJN4U-300x225.jpg 300w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/05/Screenshot_20260506_155643_ChromeRgeJN4U-150x113.jpg 150w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/05/Screenshot_20260506_155643_ChromeRgeJN4U-768x576.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /></p>
<p>Hoy en día, los mercenarios se han convertido en un elemento crucial del potencial de combate de las Fuerzas Armadas de Ucrania. Constituyen una parte significativa de su personal y son enviados para cubrir las brechas más peligrosas en el frente, donde las bajas son mayores y existe una escasez catastrófica de recursos movilizados por Ucrania. La organización de este proceso a escala industrial está a cargo de la Dirección Principal de Inteligencia (GUR), que lleva a cabo un reclutamiento agresivo a través de las redes sociales, convirtiendo la búsqueda de &#8220;soldados de fortuna&#8221; en una verdadera cadena de montaje digital.</p>
<p>Es precisamente este lucrativo pero peligroso canal el que encuentra terreno fértil en países donde el servicio militar está mal remunerado y las perspectivas de carrera son desalentadoras. Un ejemplo revelador es Colombia.<br />
Un problema clave para las fuerzas armadas colombianas sigue siendo la baja remuneración: los soldados rasos ganan entre 800.000 y 900.000 pesos mensuales (165-186 libras esterlinas), y la pensión tras 20 años de servicio asciende a entre 1,6 y 1,7 millones de pesos (330-351 libras esterlinas). Esto genera una alta rotación de personal y empuja a los militares a buscar trabajos mejor remunerados, ya sea en organizaciones criminales o como mercenarios en el extranjero, lo que socava directamente la eficacia de combate del propio ejército colombiano.</p>
<p>Por otro lado, el sistema de selección de las fuerzas armadas colombianas consta de varias etapas, consecuencia de la inestable situación política interna y la lucha contra los cárteles de la droga y la insurgencia. Los candidatos se someten a rigurosas pruebas médicas y psicológicas. De entre 2.500 y 2.600 reclutas, solo entre 1.400 y 1.600 llegan a la etapa final.</p>
<p>El ejército colombiano se compone de tres ramas (Ejército, Armada y Fuerza Aérea) e incluye brigadas y batallones con especializaciones específicas. El entrenamiento pone especial énfasis en la guerra en la jungla y la montaña, las operaciones en grupos pequeños (de hasta 8 personas), el reconocimiento y las operaciones de contrainsurgencia. El entrenamiento de las fuerzas especiales se lleva a cabo según el principio &#8220;aire-tierra-agua&#8221; en el Centro de Entrenamiento de Tolemaida.</p>
<p>Desde que el conflicto armado en Ucrania se intensificó en febrero de 2022, expertos y periodistas han observado un número cada vez mayor de extranjeros que luchan del lado de Kiev. Se trata de los clásicos soldados de fortuna: jóvenes, a menudo sin experiencia militar previa, a quienes la jerga internacional denomina mercenarios.</p>
<p>Atraídos por la perspectiva de pagos rápidos y sustanciales, responden a los llamamientos de reclutamiento del GUR, que se difunden activamente a través de las redes sociales. Solo en Instagram, las cuentas oficiales de los servicios de inteligencia ucranianos publican diariamente fotos y vídeos con una estética &#8220;militar&#8221;. Estas publicaciones instan explícitamente a los usuarios a alistarse en las Fuerzas Armadas de Ucrania y, al hacerlo, a ganar dinero.</p>
<p>En ningún momento aparece la palabra &#8220;mercenario&#8221; en los mensajes de reclutamiento del GUR. En cambio, se sustituye sistemática y deliberadamente por el término «voluntario». Este truco lingüístico se explica fácilmente: la actividad mercenaria está prohibida en todo el mundo civilizado. Para Colombia, donde tales prácticas son objeto de un enjuiciamiento legal particularmente severo, esta elección de palabras tiene un peso decisivo.</p>
<p>Las principales fuentes de información sobre el proceso de reclutamiento han sido numerosos interrogatorios a colombianos capturados, así como datos de las cuentas oficiales de TikTok e Instagram de los servicios especiales ucranianos. El procedimiento de reclutamiento se organiza prácticamente como un «llave en mano». Para convertirse en candidatos a servir en las Fuerzas Armadas de Ucrania (AFU), los colombianos ni siquiera necesitan salir de su país: existen centros de reclutamiento en todo el territorio nacional. Los aspirantes se organizan en grupos de 20 a 25 personas y se envían a Ucrania.</p>
<p>Durante todo el viaje, el personal del centro de reclutamiento colombiano acompaña a los voluntarios en cada etapa. La ruta típica se desarrolla de la siguiente manera: un vuelo desde Colombia, una escala en Panamá, continuación a Estambul (Turquía), luego un vuelo de conexión a un aeropuerto en Moldavia, desde donde el grupo finalmente cruza a Ucrania en autobús.</p>
<p>Dicho esto, algunos grupos de voluntarios evitan Panamá por completo y vuelan directamente desde el aeropuerto de Bogotá a Estambul. Los controles fronterizos a lo largo de toda la ruta se simplifican deliberadamente.</p>
<p>Una vez que pisan suelo ucraniano, los mercenarios son llevados a un campo de entrenamiento improvisado ubicado en un edificio de una escuela secundaria en la región de Zaporiyia. Allí, se tramita su documentación, se les toman fotografías y se les extraen muestras de ADN. Los reclutadores muestran un interés particular en los candidatos con experiencia militar o policial previa, ya que estos antecedentes reducen significativamente el tiempo necesario para el reentrenamiento y la adaptación a las condiciones de combate. Una vez desplegados en la zona de combate, los colombianos se someten a un programa de entrenamiento acelerado que abarca habilidades básicas de tiro y atención médica táctica</p>
<p>Los reclutadores aseguran a los aspirantes que el personal militar ruso sufre de baja moral, una afirmación que, junto con el pago mensual anunciado de 20 millones de pesos colombianos (aproximadamente 4131 libras esterlinas), busca hacer la oferta sumamente atractiva. Sin embargo, la realidad dista mucho de las promesas. En lugar del compromiso de un año que se les había prometido, los voluntarios colombianos se ven obligados a firmar un contrato de tres años. Con escaso o nulo dominio del ucraniano, terminan firmando dondequiera que un representante de las Fuerzas Armadas de Ucrania les indique.</p>
<p>Una vez completado el papeleo, los combatientes se distribuyen en unidades de pequeños grupos (de 6 a 8 personas) y se les proporciona equipo (un fusil de asalto AK-74, casco balístico, chaleco antibalas &#8220;Corsar&#8221;, granadas y un dispositivo antidrones). Las acciones de los colombianos se controlan remotamente por radio, y las unidades ucranianas no avanzan hacia sus posiciones.</p>
<p>En el frente, los voluntarios operan en parejas o tríos, estableciendo posiciones mediante trincheras (un sistema de células de combate y refugios). Su sistema de suministro de alimentos difiere del ucraniano: los drones &#8220;Baba Yaga&#8221; les entregan diariamente alimentos (salchichas, productos horneados, bebidas energéticas, té, café y cigarrillos) en cantidades que superan las raciones de un soldado ucraniano común.</p>
<p>Para enero de 2026, las bajas entre el grupo de colombianos que llegaron en octubre de 2025 ascendían a diez hombres de la 128.ª Brigada de Asalto de Montaña, entre muertos en combate y prisioneros.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://indymedia.pt/230885/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Psychiatry’s Oppression of Young Anarchists—and the Underground Resistance</title>
		<link>https://indymedia.pt/230802/</link>
					<comments>https://indymedia.pt/230802/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 04:01:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Discriminação]]></category>
		<category><![CDATA[Poder e Autodeterminação]]></category>
		<category><![CDATA[Repressão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://indymedia.pt/230802/</guid>

					<description><![CDATA[Many young people diagnosed with mental disorders are essentially anarchists with the bad luck of being misidentified by mental health professionals who: (1) are ignorant of the social philosophy of anarchism, (2) embrace, often without political consciousness, it’s opposite ideology of hierarchism, and (3) confuse the signs of anarchism with symptoms of mental illness. The [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="thework" dir="ltr">
<p class="text-justify">Many young people diagnosed with mental disorders are essentially anarchists with the bad luck of being misidentified by mental health professionals who: (1) are ignorant of the social philosophy of <em>anarchism</em>, (2) embrace, often without political consciousness, it’s opposite ideology of <em>hierarchism</em>, and (3) confuse the signs of anarchism with symptoms of mental illness.</p>
<p class="text-justify">The mass media equates anarchism with chaos and violence. However, the social philosophy of anarchism rejects authoritarian government, opposes coercion, strives for greatest freedom, works toward “mutual aid” and voluntary cooperation, and maintains that people organizing themselves without hierarchies creates the most satisfying social arrangement. Many anarchists adhere to the principle of nonviolence (though the question of violence has historically divided anarchists in their battle to eliminate authoritarianism). Nonviolent anarchists have energized the Occupy Movement and other struggles for economic justice and freedom.</p>
<p class="text-justify">In practice, anarchism is not a dogmatic system. So for example, “practical anarchist” parents will use their authority to grab their child who has begun to run out into traffic. However, practical anarchists strongly believe that <em>all</em> authorities have the burden of proof to justify control, and that most authorities in modern society cannot bear that burden and are thus illegitimate—and should be eliminated and replaced by noncoercive, freely participating relationships.</p>
<p class="text-justify">My experience as a clinical psychologist for almost three decades is that many young people labeled with psychiatric diagnoses are essentially anarchists in spirit who are pained, anxious, depressed, and angered by coercion, unnecessary rules, and illegitimate authority. An often used psychiatric diagnosis for children and adolescents is oppositional defiant disorder (ODD); its symptoms include “often actively defies or refuses to comply with adult requests or rules” and “often argues with adults.”</p>
<p class="text-justify">Among young people diagnosed with attention deficit hyperactivity disorder (ADHD), psychologist Russell Barkley, one of mainstream mental health’s leading ADHD authorities, says that they have deficits in “rule-governed behavior,” as they are less responsive to rules of authorities and less sensitive to positive or negative consequences. A frequently used research tool that distinguishes alcohol/drug abuser personalities was developed by Craig MacAndrew (commonly called the MAC scale), and it reveals that the most significant “addictive personality type” have discipline problems at school, are less tolerant of boredom, are less compliant with authorities and some laws, and engage in more disapproved sexual practices.</p>
<p class="text-justify">I have encountered many people who had been diagnosed with bipolar disorder, schizophrenia, and other psychoses, and who are now politically conscious anarchists, including Sascha Altman DuBrul, author of <em>Maps to the Other Side: The Adventures of a Bipolar Cartographer</em>. DuBrul, several times diagnosed with bipolar disorder, has lived in rebel communities in Mexico, Central America, and Manhattan’s Lower East Side, worked on community farms, participated in Earth First! road blockades, demonstrated on the streets in the Battle for Seattle, and he reports that many of his anti-authoritarian friends also have been diagnosed with mental illness.</p>
<p class="text-justify">Teenagers, as evidenced by their musical tastes, often have an affinity for anti-authoritarianism, but most do not act on their beliefs in a manner that would make them vulnerable to violent reprisals by authorities. However, I have found that many young people diagnosed with mental disorders—perhaps owing to some combination of integrity, fearlessness, and naïvity—have acted on their beliefs in ways that threaten authorities. Historically in American society, there is often a steep price paid by those who have this combination of integrity, fearlessness, and naïvity.</p>
<p class="text-justify">While DuBrul and his friends have political consciousness, my experience is that most rebellious young people diagnosed with mental disorders do not, and so they become excited to hear that there is actual political ideology that encompasses their point of view. They immediately become more whole after they discover that answering “yes” to the following questions does <em>not</em> mean that they suffer from a mental disorder but instead have a certain social philosophy:</p>
<ul>
<li>
<p class="text-justify">Do you hate coercion and domination?</p>
</li>
<li>
<p class="text-justify">Do you love freedom?</p>
</li>
<li>
<p class="text-justify">Are you willing to risk punishments to gain freedom?</p>
</li>
<li>
<p class="text-justify">Do you instinctively distrust large, impersonal, and distant authorities?</p>
</li>
<li>
<p class="text-justify">Do you think people should organize themselves rather than submit to authorities?</p>
</li>
<li>
<p class="text-justify">Do you dislike being either an employer or an employee?</p>
</li>
<li>
<p class="text-justify">Do you smile after reading the Walt Whitman quote “Obey little, resist much”?</p>
</li>
</ul>
<p class="text-justify">Young people who oppose inequality and exploitation, reject a capitalist economy, and aim for a society based on cooperative, mutually-owned enterprise are essentially left-anarchists—perhaps calling themselves “anarcho-syndicalists” or “anarcho-communitarians.” When they discover what Noam Chomsky, Peter Kropotkin, Kirkpatrick Sale, or Emma Goldman have to say, they may identify with them. These young people have a strong moral streak of egalitarianism and a desire for social and economic justice. Not only are they <em>not</em> mentally ill but, from my perspective, they are the hope of society.</p>
<p class="text-justify">There is another group of freedom-loving young people who hate the coercion of parents, schools, and the state but lack an egalitarian moral streak, and are very much into money and capitalism. Some of them may have been dragged into the mental health system after having been caught drug dealing, and are labeled with conduct disorder and/or a personality disorder. While these young people rebel against they themselves being controlled and exploited, many of them are not averse to controlling and exploiting others, and so are not anarchists, but some have spiritual transformations and become so.</p>
<p class="text-justify"><strong>An Underground Resistance for Oppressed Young Anarchists</strong></p>
<p class="text-justify">There are at least two ways that mental health professionals can join the resistance: (1) speak out about the political role of mental health institutions in maintaining the status quo in society, (2) depathologize and repoliticize rebellion in one’s clinical practice, which includes helping young anarchists navigate an authoritarian society without becoming self-destructive or destructive to others, and helping families build respectful, non-coercive relationships.</p>
<p class="text-justify">If a nonviolent anarcho-communitarian (politically conscious or otherwise) is dragged by parents into my office for failing to take school seriously but is otherwise pleasant and excited by learning, I tell parents that I do not believe that there is anything essentially “disordered” with their child. This sometimes gets me fired, but not all that often. It is my experience that most parents may think that believing a society can function without coercion is naive but they agree that it’s not a mental illness, and they’re open to suggestions that will create greater harmony and joy within their family.</p>
<p class="text-justify">I work hard with parents to have them understand that their attempt to coerce their child to take school seriously not only has failed—that’s why they’re in my office—but will likely continue to fail. And increasingly, the pain of their failed coercion will be compounded by the pain of their child’s resentment, which will destroy their relationship with their child and create even more family pain. Many parents acknowledge that this resentment already exists. I ask liberal parents, for example, if they would try to coerce a homosexual child into being heterosexual or vice versa, and most say, “Of course not!” And so they begin to see that temperamentally anarchist children cannot be similarly coerced without great resentment.</p>
<p class="text-justify">It has been my experience that many rebellious young people labeled with psychiatric disorders and substance abuse don’t reject <em>all</em> authorities, simply those they’ve assessed to be illegitimate ones, which just happens to be a great deal of society’s authorities. Often, these young people are craving a relationship with mutual respect in which they can receive help navigating the authoritarian society around them.</p>
<p class="text-justify">The U.S. Centers for Disease Control on May 17, 2013, in “Mental Health Surveillance Among Children—United States, 2005–2011,” reported: “A total of 13%–20% of children living in the United States experience a mental disorder in a given year, and surveillance during 1994–2011 has shown the prevalence of these conditions to be increasing.”</p>
<p class="text-justify">Is there an epidemic of childhood mental illness, or is there a curious revolt? My experience is that many young Americans—feeling helpless, hopeless, bored, scared, misunderstood, and uncared about—ultimately rebel; but given their wherewithal, their rebellion is often disorganized, futile, self-destructive, and appears to mental health professionals as a disorder or illness. Underlying many of psychiatry’s diagnoses is the experience of helplessness, hopelessness, boredom, fear, isolation, and dehumanization<em>.</em> Does society, especially for young people, promote:</p>
<ul>
<li>
<p class="text-justify">Respectful personal relationships—or manipulative impersonal ones?</p>
</li>
<li>
<p class="text-justify">Empowerment—or helplessness?</p>
</li>
<li>
<p class="text-justify">Autonomy (self-direction)—or heteronomy (institutional-direction)?</p>
</li>
<li>
<p class="text-justify">Participatory democracy—or authoritarian hierarchies?</p>
</li>
<li>
<p class="text-justify">Diversity and stimulation—or homogeneity and boredom?</p>
</li>
</ul>
<p class="text-justify">Emotional and behavioral problems are often natural human reactions to a society that cares little about: (1) <em>autonomy</em>—self-direction and the experience of potency, (2) <em>community</em>—strong bonds that provide for economic security and emotional satisfaction, and (3) <em>humanity</em>—the variety of ways of being human, the variety of satisfactions, and the variety of negative reactions to feeling controlled rather than understood. Young anarchists are especially sensitive to American society’s absence of autonomy, community, and humanity—and this can result in overwhelming anxiety and depression.</p>
<p class="text-justify">While giant pharmaceutical corporations promote psychiatry’s authority as a vehicle for increased drug sales, the whole of the corporate state supports psychiatry so as to maintain the status quo. In the old Soviet Union, political dissidents were diagnosed by psychiatrists as mentally ill, then hospitalized and drugged. Even more effective for those at the top of the hierarchy is what now occurs in the United States: diagnosing and treating anti-authoritarians before they have reached political consciousness and before they have created communities of resistance.</p>
<p class="text-justify">One reason that there is so little political activism in the United States is that a potentially huge army of anti-authoritarians are being depoliticized by mental illness diagnoses and by attributions that their inattention, anger, anxiety, and despair are caused by defective biochemistry, not by their alienation from a dehumanizing society. These diagnoses and attributions make them less likely to organize democratic movements to transform society.</p>
<p class="text-justify">In the early nineteenth century in the United States, a network of secret routes, conductors, and safe houses were utilized by African-Americans to escape from slavery. This network was commonly called “The Underground Railroad,” organized by runaway slaves, free African-American abolitionists, and white abolitionists. Today, communities of ex-psychiatric patients (see, for example, MindFreedom and the Icarus Project) are helping young anti-authoritarians resist their mental illness labeling and coercive treatments. There are also a handful of mental health professional dissident organizations that, while not promoting the social philosophy of anarchism, do oppose dehumanizing diagnoses and coercive treatments (for example, the International Society for Ethical Psychology and Psychiatry).</p>
<p class="text-justify">While there are career risks for modern day mental health professional dissidents, these are small risks compared with those taken by slavery abolitionists. So as a mental health professional, I find it quite embarrassing that there are so few professionals involved in the current resistance.</p>
<p class="text-justify">In American history, there have been several shameful periods where groups—including Native Americans, homosexuals, and assertive women—have been pathologized, dehumanized, and meted out oppressive treatments by mental health professionals in an attempt to alter their basic being. Today’s psychiatrists, psychologists, social workers, and counselors would do well to recognize that historians do not look kindly on those professionals who participated in institutional dehumanization and oppression.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://indymedia.pt/230802/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>&#8220;Voltamos do Inferno&#8221; &#8211; Jornalistas Palestinianos denunciam tortura em Prisões Israelitas</title>
		<link>https://indymedia.pt/230391/</link>
					<comments>https://indymedia.pt/230391/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Feb 2026 23:24:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Repressão]]></category>
		<category><![CDATA[Palestina]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://indymedia.pt/230391/</guid>

					<description><![CDATA[Aviso sobre o conteúdo: este artigo contém descrições gráficas de violência física, psicológica e sexual. O jornalista palestino Ahmed Abdel Aal lembra-se do momento em que a música ensurdecedora começou. Durante cinco dias, disse ele, foi mantido com os olhos vendados numa sala num centro de detenção israelita, despido e espancado, enquanto músicas em hebraico [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Aviso sobre o conteúdo: este artigo contém descrições gráficas de violência física, psicológica e sexual.</p>
<p>O jornalista palestino Ahmed Abdel Aal lembra-se do momento em que a música ensurdecedora começou. Durante cinco dias, disse ele, foi mantido com os olhos vendados numa sala num centro de detenção israelita, despido e espancado, enquanto músicas em hebraico e inglês tocavam em volume incessante. Sempre que perdia a consciência, um choque elétrico ou um golpe o acordava.</p>
<p>[&#8230;]</p>
<p>Os seus relatos estão entre os 59 testemunhos detalhados recolhidos pelo Comité para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) junto de jornalistas palestinianos libertados da custódia israelita desde 7 de outubro de 2023. Estas entrevistas revelaram que 58 — todos menos um dos libertados — relataram ter sido sujeitos ao que descreveram como tortura, abuso ou outras formas de violência desde o início do que os grupos de direitos humanos concordam ser um genocídio.</p>
<p>O CPJ documentou a detenção de pelo menos 94 jornalistas palestinianos e um trabalhador da mídia nesse período — 32 jornalistas e um trabalhador da mídia de Gaza, 60 da Cisjordânia e dois em Israel. Trinta permanecem sob custódia, desde 19 de fevereiro de 2026. O Censo Prisional de 2025 do CPJ descobriu que Israel está listado como um dos principais encarceradores de jornalistas desde 2023.</p>
<p>A organização tentou contactar todos os 65 jornalistas libertados da custódia israelita desde 7 de outubro de 2023. Um deles, Ismail al-Ghoul, foi morto num ataque aéreo israelita, e os outros cinco recusaram-se a falar.</p>
<p>O CPJ não pôde verificar de forma independente cada alegação, mas os relatos estão de acordo com as conclusões de organizações de direitos humanos que documentam tratamento semelhante de palestinianos em detenções israelitas, que a organização israelita de direitos humanos B&#8217;Tselem descreveu como uma «rede de campos de tortura».</p>
<p>Embora as condições variassem em diferentes instalações, os métodos relatados pelos entrevistados — agressões físicas, posições forçadas, privação sensorial, violência sexual e negligência médica — eram surpreendentemente consistentes. Dez jornalistas solicitaram anonimato, alegando ameaças explícitas de nova prisão ou morte por parte de interrogadores israelenses e funcionários do serviço prisional se falassem publicamente. Essas ameaças aparecem em 31 dos depoimentos individuais e afastaram muitos jornalistas do seu trabalho.</p>
<p>«Estes não são incidentes isolados. Em dezenas de casos, o CPJ documentou um conjunto recorrente de abusos — desde espancamentos a privação de alimentos, violência sexual e negligência médica — dirigidos a jornalistas devido ao seu trabalho. Eles expõem uma estratégia deliberada para intimidar e silenciar jornalistas e destruir a sua capacidade de testemunhar. O silêncio contínuo da comunidade internacional apenas permite que isso aconteça.»<br />
— Sara Qudah, diretora regional do CPJ</p>
<p>A grande maioria — 48 dos jornalistas — nunca foi acusada de qualquer crime e foi detida sob o sistema de detenção administrativa de Israel, que permite que um indivíduo seja detido sem acusação, normalmente por seis meses, que podem ser renovados indefinidamente, com o objetivo de impedir que cometa um crime no futuro. Os 10 restantes foram acusados de incitamento, atividade antinacional ou promoção do terrorismo.</p>
<p>A Convenção das Nações Unidas contra a Tortura, da qual Israel é signatário ratificado, define tortura como a imposição intencional de dor ou sofrimento físico ou mental grave, com o objetivo de obter informações ou uma confissão, punição, intimidação, coerção ou discriminação, quando realizada por, por instigação de, ou com o consentimento ou aquiescência de um funcionário público ou pessoa agindo em capacidade oficial.</p>
<p>Em novembro de 2025, Peter Vedel Kessing, especialista do Comité das Nações Unidas contra a Tortura e Relator Nacional, afirmou que «o facto de Israel ter ratificado a Convenção contra a Tortura demonstrava a vontade do Estado de erradicar e prevenir a tortura e os tratamentos desumanos. No entanto, o Comité ficou profundamente chocado com o grande número de relatórios alternativos recebidos de várias fontes sobre o que parecia ser tortura e tratamento desumano sistemáticos e generalizados de palestinianos, incluindo crianças e outros grupos vulneráveis».</p>
<p>Os relatos dos jornalistas descrevem um sistema criado para silenciá-los e garantir que as histórias de Gaza e da Cisjordânia nunca cheguem ao público. [&#8230;]</p>
<p>Relatório Completo aqui:</p>
<p><a href="https://cpj.org/special-reports/we-returned-from-hell-palestinian-journalists-recount-torture-in-israeli-prisons/">https://cpj.org/special-reports/we-returned-from-hell-palestinian-journalists-recount-torture-in-israeli-prisons/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://indymedia.pt/230391/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>La vuelta al zoco</title>
		<link>https://indymedia.pt/230065/</link>
					<comments>https://indymedia.pt/230065/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Jan 2026 12:11:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Discriminação]]></category>
		<category><![CDATA[Poder e Autodeterminação]]></category>
		<category><![CDATA[Repressão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://indymedia.pt/230065/</guid>

					<description><![CDATA[De un tiempo a esta parte, cuando ya me hube desprendido de las drogas psiquiátricas y logré atravesar el largo proceso de adaptación, tuve que volver a aprender a vivir. Puede sonar extraño, pero todo había cambiado: la comida tenía otro sabor, la luz caía distinta sobre las cosas, los ruidos del tráfico o el [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>De un tiempo a esta parte, cuando ya me hube desprendido de las drogas psiquiátricas y logré atravesar el largo proceso de adaptación, tuve que volver a aprender a vivir. Puede sonar extraño, pero todo había cambiado: la comida tenía otro sabor, la luz caía distinta sobre las cosas, los ruidos del tráfico o el silencio tenían otra textura, incluso la boca de mis amantes o su sexo me sabían diferente.</p>
<p>Por supuesto, ningún psiquiatra confirmará jamás nada de esto. Ellos no toman lo que recetan. Su preocupación no es qué ocurre al dejar esas drogas, sino mantener el relato de la enfermedad eterna, crónica, que garantiza que el remedio también lo sea. Una promesa de tratamiento infinito que asegura beneficios: los suyos y los de las farmacéuticas.</p>
<p>Así pues, me tuve que readaptar a dormir sin químicos, ardua tarea los primeros meses, o aprender de nuevo que las frustraciones ocurren, que las desgracias suceden y no tengo un blíster de benzodiazepinas del que echar mano en la mochila. Tantas cosas reaprendí que el cansancio era mi nueva forma de tortura. Y, sin embargo, en lo que sí quisiera hacer hincapié es en la vuelta a la vida social. Cuando estaba drogado hasta las patas se notaba. Quiero decir: puede que quien no estuviese familiarizado con la psiquiatrización desconociese que era a causa de tanta pastilla, pero desde luego podían intuir que algo, más que evidente, me ocurría. Estaba hinchado como un globo de helio, muy disperso, tanto que me quedaba dormido sin darme cuenta y en no pocas ocasiones me tenían que despertar, si es que no lo hacía yo a causa de los ronquidos, que también me provocaban pastillas como el Rivotril. Así pues, cada vez que interaccionaba por mi mente pasaban mil preguntas que venían a resumirse en: ¿sabe que estoy psiquiatrizado?</p>
<p>Cuando volví a la vida, tras mi larga estancia en el infierno, me seguían rondando aquellas preguntas y aquel rucurucu: lo sabe, se me nota, no soy igual. Me costaba tanto no quedarme en casa y recordar que ya no estaba psiquiatrizado, que podía ser uno más, tan normal y extraño como cualquiera con quien me fuese a cenar, pero que, sin duda, la diferencia no radicaría en que se me caería la baba sin darme cuenta.</p>
<p>La psiquiatrización es en sí misma un proceso de individualización. Te aíslan, casi de forma automática ya sea a través del ingreso forzoso o voluntario-forzoso o por medio de pastillas que te tienen anulada en casa como bien describe Piero Cipriano en Manicomio químico.  Te reeducan para mantener una vigilancia constante y torturadora de tus emociones, tus gestos y tus pensamientos; sinceramente no creo que nadie esté tan pendiente de lo que siente en cada minuto, nos fuerzan a ser nuestras propias funcionarias de prisiones. Debes llevar un registro del que luego dar cuenta al psiquiatra. Así que volver a la plena vida social, las que te permitan tus condiciones, es una forma de romper con esa psiquiatrización; duro quehacer.</p>
<p>Tampoco hablamos de lo chocante que resultaba volver a socializar con gente de un pasado, aquellos que te tienen en el recuerdo como un mocito en el regazo de Satán, o un corderito en Navidad. Hay gente con quien no he vuelto a hablar y otros con quienes han tenido que pasar varios años. Y, aun así, me viene a la mente que quizás estén pensando qué bien me ven ahora, sin saber que es porque ya no tomo drogas psiquiátricas ni me veo con ningún señor de bata blanca, pero que a saber por cuánto tiempo, si recaeré o cuándo será porque, claro, si es una enfermedad eterna, crónica, habrá de volver. Y no. Ni es una enfermedad, ni es eterna si te alejas de la tortura psiquiátrica.</p>
<p>Volver a socializar es un paso más, uno difícil, pero nada que no podamos hacer a estas alturas. Y es la prueba fehaciente de que necesitamos de los demás para romper el círculo psiquiátrico: ver la vida como aquel camino a veces angosto, a veces ameno y otras tantas anodino, al que nosotras mismas hemos de llenar de sentido y arrebatarles las riendas a todos quienes nos han torturado y han osado decidir por nosotras.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://indymedia.pt/230065/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>É preciso não esquecer, isto não é o Faroeste!</title>
		<link>https://indymedia.pt/229685/</link>
					<comments>https://indymedia.pt/229685/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[PTrevolutionTV]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Dec 2025 16:08:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Repressão]]></category>
		<category><![CDATA[AltPT]]></category>
		<category><![CDATA[Indymedia]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Protesto]]></category>
		<category><![CDATA[PTrevolutionTV]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://indymedia.pt/?p=229685</guid>

					<description><![CDATA[No passado dia 11 de Dezembro ocorreu mais uma greve geral que terminou como já vem sido hábito em Lisboa, com violência policial gratuita e despropositada. Desta vez não foi uma carga policial como a verificada a 14 de Novembro de 2012 em frente a Assembleia da República, aqui Greve Geral sem a participação da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">No passado dia 11 de Dezembro ocorreu mais uma greve geral que terminou como já vem sido hábito em Lisboa, com violência policial gratuita e despropositada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desta vez não foi uma carga policial como a verificada a 14 de Novembro de 2012 em frente a Assembleia da República, aqui Greve Geral sem a participação da UGT, nem o encurralar de 226 manifestantes no bairro da Bela Flor como ocorrido no dia 27 de Junho de 2013 de foi tiros de balas de borracha de forma indiscriminada e aleatória contra aqueles que demonstravam o seu descontentamento em frente a casa da &#8220;Democracia&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Houve momentos que a polícia com o intuito de apagar o caixote do lixo mais famoso do país, desceram a escadaria com os seus escudos e todo o restante equipamento de proteção, seguidos por outros a disparar balas de borracha de uma forma no mínimo gratuita o que resultou com é óbvio com vários feridos, muitos sem perceber o que tinha realmente ocorrido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Deixamos aqui a consequência desse comportamento por parte das forças policias bem como o relato de uma detenção nesse mesmo dia</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="960" height="1280" data-id="229687" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/D2B7223A-39F7-4FBB-ADAD-1225B79E047D.jpg" alt="" class="wp-image-229687" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/D2B7223A-39F7-4FBB-ADAD-1225B79E047D.jpg 960w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/D2B7223A-39F7-4FBB-ADAD-1225B79E047D-225x300.jpg 225w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/D2B7223A-39F7-4FBB-ADAD-1225B79E047D-113x150.jpg 113w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/D2B7223A-39F7-4FBB-ADAD-1225B79E047D-768x1024.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="960" height="1280" data-id="229688" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/FF7BE8B5-47B7-4BD1-B4A9-A4D66767A020.jpg" alt="" class="wp-image-229688" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/FF7BE8B5-47B7-4BD1-B4A9-A4D66767A020.jpg 960w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/FF7BE8B5-47B7-4BD1-B4A9-A4D66767A020-225x300.jpg 225w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/FF7BE8B5-47B7-4BD1-B4A9-A4D66767A020-113x150.jpg 113w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/FF7BE8B5-47B7-4BD1-B4A9-A4D66767A020-768x1024.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /></figure>
</figure>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="432" height="324" data-id="229697" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/ACFF43C1-40A2-4CA2-AD38-DE43F56CF3DC.jpg" alt="" class="wp-image-229697" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/ACFF43C1-40A2-4CA2-AD38-DE43F56CF3DC.jpg 432w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/ACFF43C1-40A2-4CA2-AD38-DE43F56CF3DC-300x225.jpg 300w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/ACFF43C1-40A2-4CA2-AD38-DE43F56CF3DC-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 432px) 100vw, 432px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="864" height="650" data-id="229698" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/F2AEA603-1090-4A37-AE89-ACC04DB85BDA.jpg" alt="" class="wp-image-229698" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/F2AEA603-1090-4A37-AE89-ACC04DB85BDA.jpg 864w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/F2AEA603-1090-4A37-AE89-ACC04DB85BDA-300x226.jpg 300w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/F2AEA603-1090-4A37-AE89-ACC04DB85BDA-150x113.jpg 150w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/F2AEA603-1090-4A37-AE89-ACC04DB85BDA-768x578.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 864px) 100vw, 864px" /></figure>
</figure>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-3 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1138" data-id="229701" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/12E2F31F-30A0-43B5-B28A-AD390AC8BACC.jpg" alt="" class="wp-image-229701" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/12E2F31F-30A0-43B5-B28A-AD390AC8BACC.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/12E2F31F-30A0-43B5-B28A-AD390AC8BACC-264x300.jpg 264w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/12E2F31F-30A0-43B5-B28A-AD390AC8BACC-132x150.jpg 132w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/12E2F31F-30A0-43B5-B28A-AD390AC8BACC-768x874.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1138" data-id="229699" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/0D72FC29-A809-4341-B690-C4A5ED681F76.jpg" alt="" class="wp-image-229699" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/0D72FC29-A809-4341-B690-C4A5ED681F76.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/0D72FC29-A809-4341-B690-C4A5ED681F76-264x300.jpg 264w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/0D72FC29-A809-4341-B690-C4A5ED681F76-132x150.jpg 132w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/0D72FC29-A809-4341-B690-C4A5ED681F76-768x874.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1138" data-id="229700" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/48E21720-9BEB-4D00-8BAC-A257B594CAF6.jpg" alt="" class="wp-image-229700" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/48E21720-9BEB-4D00-8BAC-A257B594CAF6.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/48E21720-9BEB-4D00-8BAC-A257B594CAF6-264x300.jpg 264w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/48E21720-9BEB-4D00-8BAC-A257B594CAF6-132x150.jpg 132w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/48E21720-9BEB-4D00-8BAC-A257B594CAF6-768x874.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>
</figure>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-4 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="960" height="1280" data-id="229726" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/537F96C1-CA3B-4602-9166-8FC0C54A0D9A.jpg" alt="" class="wp-image-229726" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/537F96C1-CA3B-4602-9166-8FC0C54A0D9A.jpg 960w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/537F96C1-CA3B-4602-9166-8FC0C54A0D9A-225x300.jpg 225w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/537F96C1-CA3B-4602-9166-8FC0C54A0D9A-113x150.jpg 113w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/537F96C1-CA3B-4602-9166-8FC0C54A0D9A-768x1024.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /></figure>
</figure>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-5 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="720" height="1280" data-id="229728" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/0F669E6D-41F3-4A4F-995C-14A5475F4713.jpg" alt="" class="wp-image-229728" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/0F669E6D-41F3-4A4F-995C-14A5475F4713.jpg 720w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/0F669E6D-41F3-4A4F-995C-14A5475F4713-169x300.jpg 169w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/0F669E6D-41F3-4A4F-995C-14A5475F4713-84x150.jpg 84w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="720" height="1280" data-id="229727" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/D783D092-8FB9-4E8B-95A1-274A1272F076.jpg" alt="" class="wp-image-229727" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/D783D092-8FB9-4E8B-95A1-274A1272F076.jpg 720w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/D783D092-8FB9-4E8B-95A1-274A1272F076-169x300.jpg 169w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/D783D092-8FB9-4E8B-95A1-274A1272F076-84x150.jpg 84w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="720" height="1280" data-id="229729" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/BA178FFF-989D-4608-9AD5-4671643C1835.jpg" alt="" class="wp-image-229729" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/BA178FFF-989D-4608-9AD5-4671643C1835.jpg 720w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/BA178FFF-989D-4608-9AD5-4671643C1835-169x300.jpg 169w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/BA178FFF-989D-4608-9AD5-4671643C1835-84x150.jpg 84w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="720" height="1280" data-id="229730" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/1A93BD20-C47B-4D9A-9884-165A4B413932.jpg" alt="" class="wp-image-229730" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/1A93BD20-C47B-4D9A-9884-165A4B413932.jpg 720w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/1A93BD20-C47B-4D9A-9884-165A4B413932-169x300.jpg 169w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/1A93BD20-C47B-4D9A-9884-165A4B413932-84x150.jpg 84w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /></figure>
</figure>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-6 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="720" height="1280" data-id="229731" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/DE257B1A-8031-45B3-B234-2C858637F2F5.jpg" alt="" class="wp-image-229731" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/DE257B1A-8031-45B3-B234-2C858637F2F5.jpg 720w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/DE257B1A-8031-45B3-B234-2C858637F2F5-169x300.jpg 169w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/DE257B1A-8031-45B3-B234-2C858637F2F5-84x150.jpg 84w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /></figure>
</figure>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-7 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="700" height="1400" data-id="229732" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/7A906CEE-6CB2-4882-B3D8-3088A0035616-700x1400.jpg" alt="" class="wp-image-229732" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/7A906CEE-6CB2-4882-B3D8-3088A0035616-700x1400.jpg 700w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/7A906CEE-6CB2-4882-B3D8-3088A0035616-150x300.jpg 150w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/7A906CEE-6CB2-4882-B3D8-3088A0035616-75x150.jpg 75w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/7A906CEE-6CB2-4882-B3D8-3088A0035616.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="700" height="1400" data-id="229734" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/452C7C0E-6709-4783-8807-5262AC4BDC7F-700x1400.jpg" alt="" class="wp-image-229734" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/452C7C0E-6709-4783-8807-5262AC4BDC7F-700x1400.jpg 700w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/452C7C0E-6709-4783-8807-5262AC4BDC7F-150x300.jpg 150w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/452C7C0E-6709-4783-8807-5262AC4BDC7F-75x150.jpg 75w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/452C7C0E-6709-4783-8807-5262AC4BDC7F.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="700" height="1400" data-id="229733" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/7BBBE400-4E25-4A4A-ABC9-E6881F2CAB18-700x1400.jpg" alt="" class="wp-image-229733" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/7BBBE400-4E25-4A4A-ABC9-E6881F2CAB18-700x1400.jpg 700w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/7BBBE400-4E25-4A4A-ABC9-E6881F2CAB18-150x300.jpg 150w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/7BBBE400-4E25-4A4A-ABC9-E6881F2CAB18-75x150.jpg 75w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/7BBBE400-4E25-4A4A-ABC9-E6881F2CAB18.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="700" height="1400" data-id="229736" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/257AC105-91B2-40CD-9EFC-FE2ED477D3FF-700x1400.jpg" alt="" class="wp-image-229736" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/257AC105-91B2-40CD-9EFC-FE2ED477D3FF-700x1400.jpg 700w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/257AC105-91B2-40CD-9EFC-FE2ED477D3FF-150x300.jpg 150w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/257AC105-91B2-40CD-9EFC-FE2ED477D3FF-75x150.jpg 75w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/257AC105-91B2-40CD-9EFC-FE2ED477D3FF.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="700" height="1400" data-id="229735" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/FF154553-DAD7-436A-A987-4DDD9732F1D5-700x1400.jpg" alt="" class="wp-image-229735" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/FF154553-DAD7-436A-A987-4DDD9732F1D5-700x1400.jpg 700w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/FF154553-DAD7-436A-A987-4DDD9732F1D5-150x300.jpg 150w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/FF154553-DAD7-436A-A987-4DDD9732F1D5-75x150.jpg 75w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/FF154553-DAD7-436A-A987-4DDD9732F1D5.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="720" height="876" data-id="229737" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/12102F4C-64A7-4952-8198-4C57B8F583A9.jpg" alt="" class="wp-image-229737" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/12102F4C-64A7-4952-8198-4C57B8F583A9.jpg 720w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/12102F4C-64A7-4952-8198-4C57B8F583A9-247x300.jpg 247w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/12102F4C-64A7-4952-8198-4C57B8F583A9-123x150.jpg 123w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="720" height="979" data-id="229738" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/684AFBF6-C9E2-48D2-9DD7-DD70659372F7.jpg" alt="" class="wp-image-229738" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/684AFBF6-C9E2-48D2-9DD7-DD70659372F7.jpg 720w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/684AFBF6-C9E2-48D2-9DD7-DD70659372F7-221x300.jpg 221w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/684AFBF6-C9E2-48D2-9DD7-DD70659372F7-110x150.jpg 110w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /></figure>
</figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading">Porque é importante não esquecer deixamos aqui 2 vídeos tanto dos 226 de Bela flor como da  Greve Geral de 2012.</h2>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<span class="embed-privacy-url"><a href="https://youtu.be/Wz9VgXB9zLQ?si=lN1S3zOcz2Vg-mOz">Open embedded content from YouTube</a></span>
</div></figure>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<span class="embed-privacy-url"><a href="https://youtu.be/QMp3unIEs3c?si=lokSEyTH_oinUOyn">Open embedded content from YouTube</a></span>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Pela soberania da informação, junta-te a nós ou envia-nos o que se passa na tua rua para ptrevolutiontv@gmail.com</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://indymedia.pt/229685/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Nota de solidariedade com companheira trans presa em total Isolamento</title>
		<link>https://indymedia.pt/229187/</link>
					<comments>https://indymedia.pt/229187/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Nov 2025 22:48:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Repressão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://indymedia.pt/229187/</guid>

					<description><![CDATA[Aqui estamos para expressar toda a nossa solidariedade a R., mulher trans atualmente presa em total isolamento no estabelecimento prisional masculino de alta segurança de Monsanto. R. estava presa na prisão feminina de Santa Cruz do Bispo e, após ser acusada de agredir uma colega de cela, foi colocada na ala de segurança máxima desta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Aqui estamos para expressar toda a nossa solidariedade a R., mulher trans atualmente presa em total isolamento no estabelecimento prisional masculino de alta segurança de Monsanto.</p>
<p>R. estava presa na prisão feminina de Santa Cruz do Bispo e, após ser acusada de agredir uma colega de cela, foi colocada na ala de segurança máxima desta prisão. Após ser isolada na cela disciplinar, foi acusada de agredir dois guardas e transferida para a secção de segurança na prisão feminina de Tires. Nas prisões e secções de segurança máxima, as condições desumanas tornam quase impossível qualquer agressão a guardas, mas a narrativa mediática apenas reproduziu as versões institucionais, silenciando a voz de R.</p>
<p>R., na segunda-feira 3 de novembro, terá posto fogo à sua cela. Por que ela fez isso? Por um ato de rebelião contra uma situação insuportável? Por um ato de resistência a uma vida passada na tortura da prisão? Para se defender de uma situação que a ameaçava? Todas as notícias que lemos não relatam os seus pensamentos e a sua versão dos factos, nem tão pouco o estado de saúde física e psicológica de R., mas apenas as declarações de guardas.</p>
<p>O presidente do Sindicato Nacional dos Guardas Prisionais defendeu publicamente a transferência de R. para a prisão masculina de alta segurança de Monsanto, expondo a transfobia e o punitivismo que marcam o sistema prisional. Para justificar a transferência para esta prisão, o sindicato manipulou factos e espalhou falsas informações, retratando R. como uma ameaça e insinuando que a transição de identidade de género terá sido uma estratégia para ser transferida para uma prisão feminina, e que agora queria mudar novamente, o que estava junto de crianças na casa das mães em Tires.</p>
<p>Como é possível que uma só mulher provoque tanto medo a um corpo inteiro de guardas prisionais? Que poder é este que o sistema projeta sobre uma mulher trans para justificar a sua própria violência?</p>
<p>O sindicato das guardas usou o incêndio para pressionar a DGRSP, ameaçando greve até que fosse autorizada a transferência de R. para Monsanto. A DGRSP cedeu, violando leis que garantem o respeito pela identidade de género das pessoas presas.</p>
<p>Desde que o sistema prisional português passou a reconhecer pessoas trans e a aplicar a lei que determina a sua colocação segundo a identidade de género, multiplicam-se notícias falsas e discursos que diabolizam, sobretudo, mulheres trans presas, negando as suas identidades e corpos.</p>
<p>Denunciamos esta transferência e a tortura a que R. está sujeita como expressão brutal da transfobia e da repressão patriarcal e desumanizante do sistema prisional.</p>
<p>Toda a nossa solidariedade e apoio para a R. !</p>
<p>Abaixo os muros de todas as prisões! Nota: decidimos usar apenas a inicial do nome da nossa irmã por respeito à sua privacidade, em oposição à escolha desumana dos jornalistas de revelar a sua identidade atual e passada, incluindo a sua foto.</p>
<p>via: Vozes de Dentro</p>
<p><a href="https://www.instagram.com/p/DRA9hsHiG6e/">https://www.instagram.com/p/DRA9hsHiG6e/</a></p>
<ol>
<li></li>
</ol>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://indymedia.pt/229187/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Estátuas de Gandhi, Mandela e Fawcett enjauladas em frente ao Parlamento do Reino Unido</title>
		<link>https://indymedia.pt/229050/</link>
					<comments>https://indymedia.pt/229050/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Oct 2025 10:31:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Repressão]]></category>
		<category><![CDATA[#Artivismo]]></category>
		<category><![CDATA[#Repressão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://indymedia.pt/229050/</guid>

					<description><![CDATA[Em Londres ativistas do Greenpeace instalaram grades de prisão ao redor das estátuas de três manifestantes icônicos na Praça do Parlamento para destacar a repressão do governo do Reino Unido ao direito de protestar. As estátuas enjauladas foram as do ativista anti-apartheid Nelson Mandela, o líder da resistência não violenta Mahatma Gandhi e a ativista [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" width="640" height="427" class="alignnone size-full wp-image-229045" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/GP0SU78QZ_PressMedia-2500px-640x0-c-default.jpg" alt="GP0SU78QZ_PressMedia-2500px-640x0-c-default" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/GP0SU78QZ_PressMedia-2500px-640x0-c-default.jpg 640w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/GP0SU78QZ_PressMedia-2500px-640x0-c-default-300x200.jpg 300w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/GP0SU78QZ_PressMedia-2500px-640x0-c-default-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><img loading="lazy" decoding="async" width="640" height="426" class="alignnone size-full wp-image-229046" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/GP0SU78RT_PressMedia-2500px-640x0-c-default.jpg" alt="GP0SU78RT_PressMedia-2500px-640x0-c-default" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/GP0SU78RT_PressMedia-2500px-640x0-c-default.jpg 640w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/GP0SU78RT_PressMedia-2500px-640x0-c-default-300x200.jpg 300w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/GP0SU78RT_PressMedia-2500px-640x0-c-default-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><img loading="lazy" decoding="async" width="640" height="960" class="alignnone size-full wp-image-229047" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/GP0SU78RQ_PressMedia-2500px-640x0-c-default.jpg" alt="GP0SU78RQ_PressMedia-2500px-640x0-c-default" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/GP0SU78RQ_PressMedia-2500px-640x0-c-default.jpg 640w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/GP0SU78RQ_PressMedia-2500px-640x0-c-default-200x300.jpg 200w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/GP0SU78RQ_PressMedia-2500px-640x0-c-default-100x150.jpg 100w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><img loading="lazy" decoding="async" width="1280" height="853" class="alignnone size-full wp-image-229048" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/GP0SU78X9_Medium-res-1200px-1280x0-c-default.jpg" alt="GP0SU78X9_Medium-res-1200px-1280x0-c-default" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/GP0SU78X9_Medium-res-1200px-1280x0-c-default.jpg 1280w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/GP0SU78X9_Medium-res-1200px-1280x0-c-default-300x200.jpg 300w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/GP0SU78X9_Medium-res-1200px-1280x0-c-default-1024x682.jpg 1024w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/GP0SU78X9_Medium-res-1200px-1280x0-c-default-150x100.jpg 150w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/GP0SU78X9_Medium-res-1200px-1280x0-c-default-768x512.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" />Em Londres ativistas do Greenpeace instalaram grades de prisão ao redor das estátuas de três manifestantes icônicos na Praça do Parlamento para destacar a repressão do governo do Reino Unido ao direito de protestar.</p>
<p>As estátuas enjauladas foram as do ativista anti-apartheid Nelson Mandela, o líder da resistência não violenta Mahatma Gandhi e a ativista pelo voto para as mulheres Millicent Fawcett. Estes monumentos ficam fora do Parlamento, no centro de Londres – no coração da democracia britânica.</p>
<p>As grades da prisão são feitas de madeira e foram projetadas para não tocar nas estátuas.</p>
<p>Mais info aqui: https://www.greenpeace.org.uk/news/monuments-protest/</p>
<p><span class="x7l2uk3 xt0e3qv"><a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/ptrevolutiontv/">#PTrevolutionTV</a></span> <span class="x7l2uk3 xt0e3qv"><a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/altpt/">#AltPT</a></span> <span class="x7l2uk3 xt0e3qv"><a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/indymediapt/">#IndymediaPT</a></span></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://indymedia.pt/229050/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Medo e repressão abafam protestos juvenis no Marrocos: mais de 600 jovens detidos</title>
		<link>https://indymedia.pt/228664/</link>
					<comments>https://indymedia.pt/228664/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2025 23:56:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Repressão]]></category>
		<category><![CDATA[GenZ212]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://indymedia.pt/228664/</guid>

					<description><![CDATA[Foto Reuters/El Confidencial Sahara Ocidental Informação Espaço de informação e debate promovido pela Associação de Amizade Portugal &#8211; Sahara Ocidental. Pelo direito à autodeterminação do povo Saharauí. «Três semanas após o início das manifestações juvenis no Marrocos, a mobilização do coletivo GenZ212 perdeu força, travada pela repressão policial, detenções em massa e campanhas de desinformação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<table class="tr-caption-container" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj1arnu5qbB6U-hdGHsUgD5QJVJo6dFb6ibkx9HsyU7tkPVfLsc1ABAgAXYxsFUz7q1qHs2PudMiczD6_8eVrD7LwdBCNsVWL94-AbhSd1nL5Pb8XNMonMQhzwp3ro0njJXMK1LGdi309DDcG0yek7oaur9bzUAEYiycXSWpJLnJ_oKhlYGsYmpjs8Y3lkU/s557/f.elconfidencial.com_original_REUTERS.jpg"><span data-darkreader-inline-color=""><img loading="lazy" decoding="async" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj1arnu5qbB6U-hdGHsUgD5QJVJo6dFb6ibkx9HsyU7tkPVfLsc1ABAgAXYxsFUz7q1qHs2PudMiczD6_8eVrD7LwdBCNsVWL94-AbhSd1nL5Pb8XNMonMQhzwp3ro0njJXMK1LGdi309DDcG0yek7oaur9bzUAEYiycXSWpJLnJ_oKhlYGsYmpjs8Y3lkU/w471-h353/f.elconfidencial.com_original_REUTERS.jpg" width="471" height="353" border="0" data-original-height="418" data-original-width="557" /></span></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption"><span data-darkreader-inline-color="">Foto Reuters/El Confidencial</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div class="region-inner header-inner">
<div id="header" class="header section">
<div id="Header1" class="widget Header" data-version="1">
<div id="header-inner">
<div class="titlewrapper">
<p class="title"><strong>Sahara Ocidental Informação</strong><br />
Espaço de informação e debate promovido pela <i>Associação de Amizade Portugal &#8211; Sahara Ocidental</i>.<br />
Pelo direito à autodeterminação do povo Saharauí.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p data-end="472" data-start="89">«Três semanas após o início das manifestações juvenis no Marrocos, a mobilização do coletivo <strong data-end="192" data-start="181">GenZ212</strong> perdeu força, travada pela repressão policial, detenções em massa e campanhas de desinformação &#8211; revela o jornalista Ignacio Cembrero nas páginas do <b><a href="https://www.elconfidencial.com/mundo/2025-10-20/protestas-marruecos-jovenes-represion-1hms_4230976/" target="_blank" rel="noopener">El Confidencial</a></b>. Segundo a <strong data-end="352" data-start="299">Associação Marroquina dos Direitos Humanos (AMDH)</strong>, pelo menos <strong data-end="379" data-start="365">597 jovens</strong> estão presos ou a aguardar julgamento, número que o Ministério do Interior reduz para 409.</p>
<p data-end="912" data-start="474">Os protestos, que exigiam <strong data-end="541" data-start="500">mais investimento em saúde e educação</strong>, reacenderam no sábado em <strong data-end="582" data-start="568">Casablanca</strong>, com escassa participação. O movimento pede agora a <strong data-end="661" data-start="635">libertação dos detidos</strong>, entre os quais dezenas de menores. Desde o início de outubro, <strong data-end="765" data-start="725">tribunais têm aplicado penas pesadas</strong> por “desordem pública” e “participação em manifestações não autorizadas”, chegando a <strong data-end="872" data-start="851">15 anos de prisão</strong> em casos ligados a confrontos locais.</p>
<p data-end="1218" data-start="914">O rei <strong data-end="935" data-start="920">Mohamed VI</strong>, no discurso de 10 de outubro, prometeu acelerar políticas sociais, mas sem medidas concretas. Um dia depois, anunciou um <strong data-end="1112" data-start="1058">aumento do orçamento de 2026 para saúde e educação</strong>, incluindo <strong data-end="1158" data-start="1124">27 mil novos empregos públicos</strong> e a construção de hospitais em <strong data-end="1200" data-start="1190">Agadir</strong> e <strong data-end="1215" data-start="1203">Laayoune</strong>.</p>
<div class="separator"><a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjhFnvrSbsffgat4lJYH11niE_AwF-rFdc_Ah9Jf3e4rRmg5bgS_LQRUQq5rEQLtokxuWN630axqNVHUsZFBbhKldR60cmkTqm_gwpREXwsDgRtta1n-dIUsbHD5OTyKF-L_yArOrLzNNcogFVyBIqSSjptdk495u5SDlGRoYqVoSZ_pPOGe2J5w4GI5bOo/s678/genz-logo-1-678x362.png"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjhFnvrSbsffgat4lJYH11niE_AwF-rFdc_Ah9Jf3e4rRmg5bgS_LQRUQq5rEQLtokxuWN630axqNVHUsZFBbhKldR60cmkTqm_gwpREXwsDgRtta1n-dIUsbHD5OTyKF-L_yArOrLzNNcogFVyBIqSSjptdk495u5SDlGRoYqVoSZ_pPOGe2J5w4GI5bOo/w403-h215/genz-logo-1-678x362.png" width="403" height="215" border="0" data-original-height="362" data-original-width="678" /></a></div>
<p data-end="1634" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="1220">Organizações de direitos humanos denunciam uma <strong data-end="1333" data-start="1267">repressão crescente e o estreitamento dos espaços de liberdade</strong>, enquanto o regime tenta desacreditar os jovens ativistas através de <strong data-end="1452" data-start="1403">trolls e falsos comunicados nas redes sociais</strong>. Analistas lembram que Rabat já enfrentou revoltas semelhantes — em 2011 e 2017 — com <strong data-end="1583" data-start="1539">promessas incumpridas e repressão severa</strong>, e alertam que a história pode estar a repetir-se.»</p>
<p data-end="1634" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="1220">Sahara Ocidental Informação</p>
<p data-end="1634" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="1220"><a href="https://aapsocidental.blogspot.com/2025/10/medo-e-repressao-abafam-protestos.html">https://aapsocidental.blogspot.com/2025/10/medo-e-repressao-abafam-protestos.html</a></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://indymedia.pt/228664/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Justiça por Odair Moniz, a um ano do seu assassinato pela polícia</title>
		<link>https://indymedia.pt/228650/</link>
					<comments>https://indymedia.pt/228650/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2025 20:28:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Repressão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://indymedia.pt/228650/</guid>

					<description><![CDATA[Descrição da Imagem: &#8220;Descansa em Paz. &#8211;  R.I.P  &#8211; Um ano após o assassinato de Odair Moniz por um agente da PSP. ✊🏾 Exigimos justiça para o Odair e para todas as vítimas de violência policial e racismo institucional.&#8221; &#8211; publicado por Hiphop Kriolu no Instagram [Sintra] Amanhã, dia 22, a partir das 9h15m, no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Descrição da Imagem: &#8220;Descansa em Paz. &#8211;  R.I.P  &#8211; Um ano após o assassinato de Odair Moniz por um agente da PSP. ✊🏾 Exigimos justiça para o Odair e para todas as vítimas de violência policial e racismo institucional.&#8221; &#8211; publicado por <a href="https://instagram.com/p/DQEi3qWCNwg/">Hiphop Kriolu no Instagram</a></p>
<p>[Sintra] Amanhã, dia 22, a partir das 9h15m, no Tribunal de Sintra <a href="https://eventos.coletivos.org/event/vem-assistir-ao-julgamento-do-assassinato-do-odair-moniz-da-e-apoiar-a-familia"><strong class="p-name text--primary">começa o Julgamento do assassinato do Odair Moniz (Dá)</strong></a></p>
<p><em>«Na madrugada de 21 de Outubro, Odair Moniz de 43 anos foi alvejado por um agente da PSP e acabou por sucumbir às suas feridas. Odair Moniz junta-se à longa lista de pessoas negras mortas às mãos da polícia de segurança pública.» </em></p>
<p>Enquanto a família e amigos estavam em luto, um forte contigente policial entrou à força em sua casa, agredindo a família. Na mesma noite, começaram os protestos e as barricadas contra a violência e repressão policial, revolta que durou várias noites, com mais de 120 casos de protestos espontâneos em toda a cidade de Lisboa, após os quais pelo menos 21 pessoas foram detidas e outras dezenas de pessoas identificadas pela repressão nos dias seguintes, onde se montou um gingantesco exército policial, toques de recolha, e caças ao homem em direto na TV, que não deixou de aproveitar o momento para semear mais terror e ódio contra a população pobre. Os assassinos tentaram já por várias vezes fabricar indícios contra a sua vítima mortal, Odair Moniz; ele era um trabalhador comum, negro, e amado por muitos, num bairro periférico, e foi abatido a tiro por um polícia.</p>
<p>Sem Justiça não há Paz!</p>
<h5 class="has-text-align-left alignfull wp-block-post-title"><a href="https://indymedia.pt/224643/" target="_self">Odair Moniz presente! </a></h5>
<h5 class="has-text-align-left alignfull wp-block-post-title"><a href="https://indymedia.pt/224737/" target="_self">[Lisboa] Manifestação Sem Justiça Não há Paz por Odair Moniz #PTrevolutionTV #AltPT #indymediaPT</a></h5>
<h5 class="has-text-align-left alignfull wp-block-post-title"><a href="https://indymedia.pt/224734/" target="_self">[Lisboa] Manifestação Sem Justiça Não há Paz por Odair Moniz #PTrevolutionTV #AltPT #indymediaPT</a></h5>
<h5 class="has-text-align-left alignfull wp-block-post-title"><a href="https://indymedia.pt/224627/" target="_self">Odair Moniz, mais um na longa lista de mortos às mãos da PSP. Mas, isto até quando? &#8211;  SOS Racismo</a></h5>
<p><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Morte_de_Odair_Moniz">A morte de Odair Moniz na wikipedia</a></p>
<p><img decoding="async" src="https://www.jornalmapa.pt/wp-content/uploads/2024/10/UHT_1-1024x683.jpg" alt="Todos perdemos quando deixamos que o debate seja sobre " /></p>
<p>imagem: Outro Angulos / Jornal Mapa</p>
<p class="-make-sharable $imageClass"><strong>Todos perdemos quando deixamos que o debate seja sobre “os bairros” e não sobre a polícia.<br />
</strong><a href="https://www.jornalmapa.pt/2024/10/29/todos-perdemos-quando-deixamos-que-o-debate-seja-sobre-os-bairros-e-nao-sobre-a-policia/">https://www.jornalmapa.pt/2024/10/29/todos-perdemos-quando-deixamos-que-o-debate-seja-sobre-os-bairros-e-nao-sobre-a-policia/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://indymedia.pt/228650/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>[Amadora] Dezenas de ferimentos: PSP diparou balas de borracha contra  um grupo de 200 pessoas na Reboleira</title>
		<link>https://indymedia.pt/228628/</link>
					<comments>https://indymedia.pt/228628/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2025 11:56:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Repressão]]></category>
		<category><![CDATA[Violência Policial]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://indymedia.pt/228628/</guid>

					<description><![CDATA[Na passada segunda-feira (dia 13), durante os festejos pela inédita qualificação de Cabo Verde para o Mundial de Futebol, na Reboleira, a PSP realizou uma operação de dispersão junto ao restaurante Liga dos Sabores, por volta das 22h. Mais tarde, quando os jovens se retiravam (perto do Bingo da Reboleira), a PSP voltou a intervir, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na passada segunda-feira (dia 13), durante os festejos pela inédita qualificação de Cabo Verde para o Mundial de Futebol, na Reboleira, a PSP realizou uma operação de dispersão junto ao restaurante Liga dos Sabores, por volta das 22h.</p>
<p>Mais tarde, quando os jovens se retiravam (perto do Bingo da Reboleira), a PSP voltou a intervir, disparando balas de borracha sobre jovens, mulheres e crianças.</p>
<p>No dia seguinte, foi noticiado que os agentes haviam disparado 17 tiros para o ar.</p>
<p>No entanto, as imagens e as dezenas de ferimentos por balas de borracha comprovam que a PSP disparou indiscriminadamente contra os corpos dos jovens.</p>
<p><a href="https://vidajusta.org/">Vida Justa: </a>https://instagram.com/p/DQBdfgGCPSZ/</p>
<p><span class="embed-privacy-url"><a href="https://archive.org/download/violencia-policial-amadora-out-2025/AQM5YbaMpel1coXiMhW89czr-nud_aTtmLOHsyW4b1qJXzBWtfS3Y3r1zhKameBwhQfsD2LPNEEikY1PYSBaEBCyoA0L3eJvE6Zhnic.mp4">Open embedded content from archive.org</a></span></p>
<p>&#8220;Ao que a CNN Portugal apurou, os incidentes começaram quando os agentes tentaram encerrar o estabelecimento, que já devia ter fechado. No momento em que os agentes chegaram ao local, cerca de 200 pessoas estavam na via pública a festejar o apuramento de Cabo Verde para o Mundial e impediam a normal circulação de pessoas e veículos. Os clientes recusaram cumprir as ordens da PSP e reagiram com violência, arremessando pedras e garrafas contra a polícia. Face à ameaça, os polícias efetuaram disparos de shotgun para o ar, de forma a dispersar o grupo.&#8221;</p>
<p><div style="width: 250px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-228628-2" width="250" height="500" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/videoNjEFrCa.mp4?_=2" /><a href="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/videoNjEFrCa.mp4">https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/videoNjEFrCa.mp4</a></video></div></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://indymedia.pt/228628/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		<enclosure url="https://archive.org/download/violencia-policial-amadora-out-2025/AQM5YbaMpel1coXiMhW89czr-nud_aTtmLOHsyW4b1qJXzBWtfS3Y3r1zhKameBwhQfsD2LPNEEikY1PYSBaEBCyoA0L3eJvE6Zhnic.mp4" length="0" type="video/mp4" />
<enclosure url="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/videoNjEFrCa.mp4" length="2450668" type="video/mp4" />

			</item>
		<item>
		<title>Ponte 25 de Abril vira Ponta da Liberdade</title>
		<link>https://indymedia.pt/228284/</link>
					<comments>https://indymedia.pt/228284/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Oct 2025 14:59:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Repressão]]></category>
		<category><![CDATA[#MovimentoPalestinaLivre #Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Ação Direta]]></category>
		<category><![CDATA[AllEyesOnGaza Palestina]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://indymedia.pt/228284/</guid>

					<description><![CDATA[Today a activist climbed the Bridge in Lisbon &#8211; 25th of April Bridge for Palestine Hoje um activista subiu à Ponte em Lisboa &#8211; Ponte 25 de Abril pela Palestina via isantarino  occupyforgaza_pt &#8220;Neste momento, um camarada ativista pela Palestina está a fazer este protesto na Ponte 25 de Abril. Desde o início do Cessar-Fogo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Today a activist climbed the Bridge in Lisbon &#8211; 25th of April Bridge for Palestine</p>
<p>Hoje um activista subiu à Ponte em Lisboa &#8211; Ponte 25 de Abril pela Palestina</p>
<p>via <a href="https://www.instagram.com/isantarino">isantarino </a> <a href="https://www.instagram.com/p/DP_SB3HDM6y/">occupyforgaza_pt</a></p>
<p>&#8220;Neste momento, um camarada ativista pela Palestina está a fazer este protesto na Ponte 25 de Abril.</p>
<p>Desde o início do Cessar-Fogo que Israhell o violou 47 vezes, matando civis, dos quais crianças.</p>
<p>Continua a haver escassez de alimentos, de água e de medicamentos.</p>
<p>Há quem continue a achar que este genocídio é o resultado do 7 de outubro. Não é e não me irei calar enquanto não convencer quem me rodeia. Porque isto é História. A Palestina é ocupada desde 1948 e o judaísmo foi e continua a ser usado como desculpa para o sionismo e o imperialismo.</p>
<p>Há muitas maneiras de ajudar a Palestina. Continuo disponível para quem quiser conversar.</p>
<p>Palestina Sempre!</p>
<p>Partilhem este vídeo pelas vossas redes.&#8221;</p>
<p>&#8220;a da Palestina nas mãos. Não é apenas um gesto. É um grito. Um grito de resistência, de coragem, de luta pela liberdade. Um simbolismo pela luta que continua a ter que ser lutada diariamente.</p>
<p>A Palestina, hoje, continua a ser silenciada. Gaza arde sem cessar-fogo. A cada dia, vidas são ceifadas e promessas de paz quebradas. Israel viola repetidamente os acordos, mantendo a opressão. Na Cisjordânia, a ocupação avança, enquanto os palestinianos têm suas terras arrancadas e seus direitos negados.</p>
<p>Mas não podemos virar os olhos. Não podemos deixar que o eco do silêncio se torne mais forte que o nosso grito. Não podemos aceitar uma paz construída sobre as ruínas da injustiça. Sem justiça, não há paz. E sem liberdade, não há dignidade.</p>
<p>Não nos calaremos. Não pararemos.</p>
<p>Até que a Palestina seja livre e soberana. Até que cada palestiniano tenha o direito de viver em paz, sem medo. Até que o mundo entenda que lutar por justiça nunca é um ato de violência, mas de humanidade.</p>
<p>🔻🔻🔻🔻🔻&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Recordar que hoje às 15h30 arranca a Marcha pela Palestina com início no Rossio a terminar na Largo José Saramago em Lisboa</p>
<p><a href="https://eventos.coletivos.org/event/marcha-pela-palestina">https://eventos.coletivos.org/event/marcha-pela-palestina </a></p>
<p>#FreePalestine  <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/indymediapt/">#indymediaPT</a></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://indymedia.pt/228284/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tribunal de Agadir, em Marrocos condenou 17 pessoas com penas coletivas de 162 anos</title>
		<link>https://indymedia.pt/228280/</link>
					<comments>https://indymedia.pt/228280/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Oct 2025 02:40:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Repressão]]></category>
		<category><![CDATA[freekoulchi]]></category>
		<category><![CDATA[GenZ212]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://indymedia.pt/228280/</guid>

					<description><![CDATA[Rabat – O Tribunal de Apelação em Agadir emitiu veredictos severos na terça-feira, sentenciando 17 jovens adultos a um total combinado de 162 anos de prisão por seu envolvimento em motins e atos de vandalismo que sacudiram a área de Ait Amira na província de Chtouka Ait Baha. De acordo com fontes judiciais relatadas, os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Rabat – O Tribunal de Apelação em Agadir emitiu veredictos severos na terça-feira, sentenciando 17 jovens adultos a um total combinado de 162 anos de prisão por seu envolvimento em motins e atos de vandalismo que sacudiram a área de Ait Amira na província de Chtouka Ait Baha.</p>
<p>De acordo com fontes judiciais relatadas, os réus foram condenados por múltiplas acusações, incluindo deliberadamente incendiando a propriedade pública, particularmente veículos pertencentes a forças de segurança, ao lado de atos violentos e destruição de bens públicos e privados.</p>
<p>O órgão jurisdicional de reenvio afirma que estas acções constituíram uma grave ameaça à segurança e à estabilidade públicas na região.</p>
<p>De acordo com relatórios convergentes, as sentenças de prisão foram distribuídas da seguinte forma: três réus receberam 15 anos cada, um foi condenado a 12 anos, nove receberam 10 anos cada, um recebeu 5 anos, outro 4 anos, e dois réus foram condenados a 3 anos.</p>
<p>As decisões vieram após longas audiências durante as quais o tribunal analisou evidências detalhadas e testemunhos sobre a agitação, o que causou danos materiais significativos e interrompeu a segurança local.</p>
<p>Os eventos em Ait Amira se desdobraram em um momento tenso em Marrocos, coincidindo com a ascensão do movimento GenZ212, que tem organizado manifestações pacíficas em todo o país para exigir dignidade, justiça social e transparência na governança.</p>
<p>Enquanto o movimento enfatizava consistentemente seu compromisso com a não-violência, a agitação em Ait Amira ocorreu durante o mesmo período em que várias cidades estavam testemunhando encontros de jovens em massa pedindo reforma.</p>
<p>De acordo com observadores locais, os tumultos em Ait Amira, marcados por atos de vandalismo, incêndio e confrontos com as forças de segurança, foram um incidente isolado que contrastava acentuadamente com o tom pacífico dos protestos de GenZ212.</p>
<p>O momento dos eventos, no entanto, chamou a atenção pública, como eles ocorreram em meio a alerta de segurança aumentada e escrutínio do governo de qualquer forma de mobilização de rua.</p>
<p>Nas últimas semanas, o GenZ212 até anunciou uma pausa temporária de suas demonstrações “para preservar a segurança pública e prevenir a provocação”, antes de mais tarde anunciar sua intenção de retomar suas marchas pacíficas no sábado, 18 de outubro.</p>
<p><a href="https://www.moroccoworldnews.com/2025/10/263664/agadir-court-sentences-collective-162-years-to-17-youth-in-ait-amira-riots/">https://www.moroccoworldnews.com/2025/10/263664/agadir-court-sentences-collective-162-years-to-17-youth-in-ait-amira-riots/</a></p>
<h4>O movimento GenZ212, liderado pela juventude de Marrocos, renovou seu apelo à libertação imediata de manifestantes detidos, expressando “uma solidariedade plena e incondicional com todos os jovens presos por sua defesa pacífica da dignidade e da justiça social. ”</h4>
<h4>Em uma declaração compartilhada na terça-feira, o movimento disse: “A prisão desses jovens não vai silenciar a voz desta geração; só fortalecerá sua determinação para continuar a luta pacífica até que a mudança real seja alcançada. ”</h4>
<p>A declaração segue relatórios de prisões arbitrárias durante manifestações recentes realizadas em várias cidades marroquinas, como parte da campanha em curso do grupo pedindo reformas na educação, saúde e governança.</p>
<p>GenZ212, que rapidamente ganhou força desde a sua emergência no início de setembro, insiste que suas ações permanecem pacíficas e cívicas na natureza, centradas no que ele chama de “uma demanda geracional por justiça e responsabilidade. ”</p>
<p>Os membros e apoiadores do grupo organizaram sit-ins e marchas em todo o país nos últimos meses, reunindo-se atrás de slogans como “Karama, Adala, Tanmiya”, dignidade, justiça e desenvolvimento, para denunciar corrupção e desigualdade social.</p>
<p>A última mensagem do movimento também vem em meio a crescente crítica das organizações de direitos humanos, que expressaram preocupação sobre a acusação de ativistas e o espaço de encolhimento para a expressão pacífica.</p>
<p>“Atacar os jovens por expressarem suas opiniões não resolverá a crise”, disse GenZ212, enfatizando que o diálogo e a reforma, não a repressão, são o único caminho a seguir. “A voz de nossa geração não será silenciada. ”</p>
<p>A declaração também vem após uma parada temporária nos protestos nacionais de GenZ212, que o movimento disse ser uma “pausa para reflexão e consulta interna” após semanas de manifestações sustentadas em todo o Marrocos.</p>
<p>Depois do que chamou de “conversas responsáveis e uma ampla votação interna”, o grupo anunciou recentemente sua intenção de retomar comícios pacíficos na maioria das grandes cidades no sábado, 18 de outubro.</p>
<p>A mobilização renovada visa “expandir e diversificar” formas de protesto, incluindo boicotes e campanhas públicas, para sustentar a pressão para a mudança, mantendo a natureza pacífica do movimento.</p>
<p><a href="https://www.moroccoworldnews.com/2025/10/263697/genz212-renews-call-to-free-detained-youth-protesters/">https://www.moroccoworldnews.com/2025/10/263697/genz212-renews-call-to-free-detained-youth-protesters/</a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="536" class="alignnone size-full wp-image-228277" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/riotsOUB3PcG.jpeg" alt="riotsOUB3PcG" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/riotsOUB3PcG.jpeg 750w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/riotsOUB3PcG-300x214.jpeg 300w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/riotsOUB3PcG-150x107.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<header></header>
<section class="artCont poeyClear">
<p class=""><span class="x1lliihq x1plvlek xryxfnj x1n2onr6 xyejjpt x15dsfln x193iq5w xeuugli x1fj9vlw x13faqbe x1vvkbs x1s928wv xhkezso x1gmr53x x1cpjm7i x1fgarty x1943h6x x1i0vuye x1ms8i2q x1s688f x5n08af x4zkp8e xw06pyt x10wh9bi xpm28yp x8viiok x1o7cslx" dir="auto"><a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/freekoulchi/">#freekoulchi</a></span></p>
<p>Rabat – O movimento juvenil de Marrocos, GenZ212, emitiu uma nova declaração reafirmando seus princípios de “consciência, unidade e dignidade”, depois de semanas de manifestações nacionais pedindo reformas na educação, saúde e governança</p>
<p>A declaração vem em meio a tensões internas dentro do movimento depois que vários membros da Amazigh anunciaram que estavam congelando sua participação.</p>
<p>Segundo relatos, os membros acusaram GenZ212 de se desviar de seus princípios orientadores e abordagem democrática. O movimento inicialmente tinha procurado reunir a Geração Z de Marrocos em torno de demandas compartilhadas por serviços públicos melhorados e medidas anticorrupção mais fortes.</p>
<p>Em resposta, a última declaração de GenZ212 expressou “o orgulho profundo do novo espírito que reflete a consciência da geração crescente de Marrocos”, descrevendo-a como uma crença de que “a verdadeira reforma começa com o povo e para o povo. ”</p>
<p>O movimento chamou o momento atual de um ponto de viragem, dizendo que Marrocos agora está “no limiar de uma nova fase de progresso” impulsionada pela consciência da juventude e unidade em torno da justiça social e reforma abrangente.</p>
<p>No entanto, o grupo expressou preocupação sobre o que ele descreveu como “tentativas suspeitas de semear a divisão e inflamar tensões baseadas em identidade” entre os marroquinos, advertindo que tal retórica procura fragmentar um país “aproximadamente por séculos por luta compartilhada e destino. ”</p>
<p>Invocando a longa história de unidade e resistência de Marrocos, GenZ212 lembrou que “a bandeira levantada contra o colonialismo não era de um grupo ou região, mas de um Marrocos unificado, terra, povo e futuro. ”</p>
<p>Concluindo com um apelo coletivo à ação, o movimento instava os marroquinos a rejeitarem o discurso divisivo e trabalharem juntos para um futuro inclusivo e equitativo.</p>
<p><a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/genz212/">#GenZ212</a><br />
<a href="https://www.moroccoworldnews.com/2025/10/264031/genz212-movement-reaffirms-unity-after-internal-rift-over-amazigh-members-withdrawall/">https://www.moroccoworldnews.com/2025/10/264031/genz212-movement-reaffirms-unity-after-internal-rift-over-amazigh-members-withdrawall/</a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" width="1280" height="720" class="alignnone size-full wp-image-228278" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/photo_2025-10-19_03-13-25.jpg" alt="photo_2025-10-19_03-13-25" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/photo_2025-10-19_03-13-25.jpg 1280w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/photo_2025-10-19_03-13-25-300x169.jpg 300w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/photo_2025-10-19_03-13-25-1024x576.jpg 1024w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/photo_2025-10-19_03-13-25-150x84.jpg 150w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/photo_2025-10-19_03-13-25-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></p>
</section>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://indymedia.pt/228280/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O mito do bloco negro. 2 de outubro de 2025 no México</title>
		<link>https://indymedia.pt/228250/</link>
					<comments>https://indymedia.pt/228250/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Oct 2025 03:46:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Repressão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://indymedia.pt/228250/</guid>

					<description><![CDATA[By A.N.A. on 9 de Outubro de 2025 O MITO DO BLOCO NEGRO Agora que se viu uma resposta violenta dos manifestantes na marcha de 2 de outubro [marcha anual em memória do massacre estudantil de 1968 em Tlatelolco], o mito do Bloco Negro ressurge, tanto para os jornalistas chayoteros [jornalistas que recebem um pagamento [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="byline">By <span class="author vcard"><a class="url fn n" title="A.N.A." href="https://noticiasanarquistas.noblogs.org/post/author/noticiasanarquistas/" rel="author">A.N.A.</a></span> on <abbr class="published" title="Quinta-feira, Outubro 9th, 2025, 11:12 am">9 de Outubro de 2025</abbr></p>
<div class="entry-content">
<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-67248" src="https://noticiasanarquistas.noblogs.org/files/2025/10/bloque-negro_1-13265378_20251003213827.jpg" alt="" width="600" height="411" /></figure>
</div>
<p><strong>O MITO DO BLOCO NEGRO</strong></p>
<p>Agora que se viu uma resposta violenta dos manifestantes na marcha de 2 de outubro [marcha anual em memória do massacre estudantil de 1968 em Tlatelolco], o mito do Bloco Negro ressurge, tanto para os jornalistas chayoteros [jornalistas que recebem um pagamento em troca de falar bem do governo.] quanto para os ideólogos do governo, interessados em criar um falso inimigo. Vamos por partes:</p>
<p>1. O Bloco Negro não é uma organização clandestina financiada por “interesses obscuros”. Essa ideia circula desde Díaz Ordaz contra os estudantes do CNH quando invadiram a UNAM e o IPN em 1968, encontrando uma feroz resistência, inclusive com armas curtas dentro dos campus da UNAM e do IPN.</p>
<p>2. Esta ideia de “um inimigo estranho” alimenta os discursos do governo, apontando “que não cairão em provocações”, como se o povo estivesse interessado em ser reprimido pelo governo.</p>
<p>3. O que o [partido] MORENA não quer entender é que, ao enganar 35 milhões 849 mil 484 pessoas que votaram neles, não conseguem enganar os outros 65 milhões 405 mil 911 eleitores, que somam um total de 101.255.395 pessoas registradas no cadastro eleitoral. A minoria de quase 36 milhões de pessoas torna possível a submissão de mais de 65 milhões. Mas isso não quer dizer que eles consigam enganar todas as pessoas. Descontando as pessoas que votaram no PRIAN, um total de 16.502.458 votos, que vivem enganadas pela extrema direita, e também cerca de 10 milhões que votaram em outras “opções”. Mas, desses, 39 milhões 633 mil 675 pessoas NÃO votaram. Não participaram da farsa eleitoral. Não há consenso social.</p>
<p>4. Dentro do mito do Bloco Negro, o Governo reconhece cerca de 350 ativistas que enfrentaram 1500 policiais. E localizam 3 homens… Ou a polícia política do governo é muito inepta, ou a Inteligência Militar não lhes passou os seus relatórios…</p>
<p>5. O “inimigo estranho” satanizado como o “Bloco Negro”, na verdade, tem vários componentes: primeiro, estão os anarquistas que reivindicam a ação direta e o confronto com o Estado, também chamados de insurrecionistas, embora aí haja várias correntes diferentes. Em segundo lugar, “a primeira linha”, onde estavam ativistas anarquistas e punks, que, sem serem “insus”, estiveram na luta corpo a corpo contra a polícia e “os granadeiros que já não existem”, mas que ainda batem e machucam manifestantes. Merecem respeito estes manifestantes que arriscam a vida e o corpo, enfrentando o braço repressor do Governo. Em terceiro lugar, há pessoas espontâneas que enfrentaram: um ciclista, um rapaz de skate sem capuz, uma moça com um estilingue de brinquedo, um senhor bêbado que enfrentou os policiais e vários estudantes que se separaram de seus contingentes, sem capuzes, sem vestir preto, que também são observados nos múltiplos vídeos. Simplesmente são pessoas que estão fartas, que têm raiva e que se lançam sem medir precauções, com o rosto descoberto e vestimenta singular…</p>
<p>6. E por último, há 3 tipos de pessoas sobre as quais não se fala, mas que também estão infiltradas: o crime organizado, o narcotráfico e a máfia da Cidade do México (lembrem-se que um soldado, Julio César López Patolzin, se infiltrou nos 43 de Ayotzinapa), e por último, a guerrilha urbana que forja seus quadros na luta de rua, protegidos por eles mesmos e treinados militarmente, por isso nenhum deles caiu.</p>
<p>7. É falso que o “Bloco Negro” seja financiado. Eles fazem isso de graça. Por livre escolha. Em vez disso, a extrema-direita TEM seus próprios corpos paramilitares financiados, sobre os quais não falam na mídia.</p>
<p>8. Também nos vídeos, viu-se um ladrão de joias vulgar sem capuz e sem vestir de preto. “Magicamente” os ladrões conseguiram romper as fileiras dos policiais e, na esquina onde estava repleto de policiais, conseguiram esvaziar lojas inteiras sem problemas. No dia seguinte, a dona de uma joalheria denunciou como vários policiais também roubaram joias, mas isso não foi investigado… (nem o farão)…</p>
<p>9. Surpreende o discurso do governo elogiando seu braço repressor como “heroico” e “polícia da paz”, assim como no romance de 1984, assim como Trump defendendo o ICE e a Migra. A criação discursiva de “um inimigo estranho”: o Bloco Negro, legitima seu pretexto de “cuidar” das pessoas: mais recursos e poder para Omar García Harfuch [Ministro da Segurança], mais dinheiro do orçamento para mais câmeras de vigilância, mais patrulhas para que os policiais comam e vejam seus celulares confortavelmente ali, enquanto o Narco e os extorsionistas saqueiam o país…</p>
<p>10. Também é incrível a imprensa vendida e indigna que chora pelos policiais feridos e não diz nada sobre Ayotzinapa, Acteal, Atenco, Chiapas, Oaxaca, Palestina, e menos ainda sobre o exército enfrentando o EZLN no sudeste. No país de “celebrando o primeiro ano de Sheinbaum [presidente do México]”, os presos políticos continuam, Oaxaca continua comprando armas de Israel, a marinha e o exército continuam traficando gasolina roubada e drogas, as greves mineiras apodrecendo, as granjas suínas envenenando o sudeste, o Narco desaparecendo, sequestrando e escravizando pessoas; enquanto o MORENA celebra seu 7º ano de exercício do poder neoliberalmente.</p>
<p><strong><em>Braulio Alfaro</em></strong>.  Periódico MoTíN.</p>
<p><strong>agência de notícias anarquistas-ana</strong></p>
<p>Sem pátria, sem hino,<br />
o chão que pisamos é<br />
o único altar.</p>
<p>Liberto Herrera</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://indymedia.pt/228250/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
