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	<title>AltPT &#8211; indymedia.pt</title>
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	<description>Centro de Média Independente - Portugal</description>
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	<title>AltPT &#8211; indymedia.pt</title>
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		<title>Grupo solidário com Covas do Barroso vandaliza propriedade da Savannah</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Mar 2026 10:51:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Chegou-nos esta ação realizada em Terras do Barroso. &#8220;Grupo solidário com Covas do Barroso vandaliza propriedade da Savannah Nesta madrugada de sábado, 28 de março, um grupo solidário com a luta de Covas do Barroso vandalizou propriedade da empresa Savannah Resources, responsável pela mina de lítio que se pretende construir nesta mesma aldeia. Vandalizou as [&#8230;]]]></description>
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<p>Chegou-nos esta ação realizada em Terras do Barroso.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<span class="embed-privacy-url"><a href="https://youtu.be/wE8zlp9pljk">Open embedded content from YouTube</a></span>
</div></figure>



<p>&#8220;Grupo solidário com Covas do Barroso vandaliza propriedade da Savannah</p>



<p>Nesta madrugada de sábado, 28 de março, um grupo solidário com a luta de Covas do Barroso vandalizou propriedade da empresa Savannah Resources, responsável pela mina de lítio que se pretende construir nesta mesma aldeia. Vandalizou as paredes com tinta, partiu o portão da entrada do edifício e danificou o sistema de segurança.</p>



<p>Num vídeo enviado às redações de todo o país, comunicaram:</p>



<p>Este é um ato político reivindicado. Somos um grupo anti-capitalista, solidário com a luta de Covas do Barroso. Não defendemos a violência por si só. Mas achamos o seu uso legítimo quando as populações locais são agredidas, quando as instituições não servem os interesses públicos e quando a natureza é tratada como mercadoria. Não aceitamos ficar de braços cruzados quando planeiam a destruição de uma região como o Barroso. Se recorremos à violência é porque não nos ouvem de outra forma. E porque acreditamos que a verdadeira violência é o projeto da mina e o desdém com que empresa e governo tratam a população local.</p>



<p>Esta mina não avança. Nem tudo se vende. Nem tudo se compra. E o povo ainda é quem mais ordena.&#8221;</p>



<p><a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/ptrevolutiontv/">#PTrevolutionTV</a> <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/altpt/">#AltPT</a> <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/indymediapt/">#indymediaPT</a></p>
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		<title>Dicas que ajudam a identificar conteúdo criado por Inteligência Artificial.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PTrevolutionTV]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Feb 2026 21:10:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Indymedia]]></category>
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		<category><![CDATA[IA]]></category>
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					<description><![CDATA[A internet tem vindo a ser inundada cada vez mais por conteúdos criados por Inteligência Artificial, seja artigos, imagens ou vídeos com os mais diferentes objetivos, mas aqueles que mais nos preocupam são os usados para espalhar fake news, mas principalmente aqueles que assentes numa narrativa que até é a realidade são acompanhados por este [&#8230;]]]></description>
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<p>A internet tem vindo a ser inundada cada vez mais por conteúdos criados por Inteligência Artificial, seja artigos, imagens ou vídeos com os mais diferentes objetivos, mas aqueles que mais nos preocupam são os usados para espalhar fake news, mas principalmente aqueles que assentes numa narrativa que até é a realidade são acompanhados por este tipo de conteúdo para as tornar mais apetitosas ao &#8220;clickbait&#8221;.</p>



<p>A realidade é que as Fake News não são novidade nenhuma, o próprio general romano Marco António suicidou-se devido a uma notícia falsa do suicídio da sua mulher Cleópatra, Benjamim Franklin como forma de influenciar a opinião pública em favor da Revolução Americana inventou notícias sobre Índios assassinos e mais recente declarações sobre bebés decapitados para tentar justificar os atos genocidas em Gaza.</p>



<p>Apesar de haver cada vez mais ferramentas IA para identificar se o conteúdo apresentado foi gerado artificialmente a realidade é que é até um pouco irónico recorrer a IA para identificar IA, mas ainda há alguns Detalhes que nos deixam no mínimo a duvidar da sua origem.</p>



<p>Imagens</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Orelhas, mãos, tatoos e dentes estranhos:</strong> Às IA podem ter dificuldade em criar mãos, dentes, orelhas e outros detalhes de forma natural. Detalhes faciais especialmente simétricos, como o caso de sobrancelhas e sombras / brilhos também podem ser sinais de alerta;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Iluminação, sombras e pontos de fuga incoerentes:</strong> É sempre bom olhar para iluminações e sombras projetadas por objetos e pessoas especialmente se não estiverem no primeiro plano, as sombras podem estar em direções erradas. O ponto de fuga é um conceito que se refere ao local onde linhas paralelas parecem convergir em uma imagem o que nem sempre acontece neste tipo de imagens;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Detalhes do fundo:</strong> Texturas muito lisas, textos ilegíveis em placas ou objetos que se fundem de forma estranha são sinais claros de imagem gerada por IA.</li>
</ul>



<p>Vídeos</p>



<p>Tudo o que se aplica as imagens mas agora com movimento.</p>



<p><strong>Atenção aos Olhos:</strong>&nbsp;É comum em vídeos criados por IA não haver piscar de olhos ou olhos muito alerta;</p>



<p><strong>Movimentos imperfeitos:</strong>&nbsp;Os movimentos dos braços, lábios, mãos, cabelo e a forma de andar podem apresentar pouca fluidez especialmente quando se cruzam, como o caso de andar apresentando alguns arrastamentos;</p>



<p><strong>Sobreposições borradas:</strong>&nbsp;Seja na sobreposição geral de planos, seja nos rostos pode haver uma leve distorção ou borrão onde o rosto / plano falso é sobreposto ao vídeo original.</p>



<p>Áudios</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Fala monocórdica:</strong>o discurso pode soar monótono e desinteressante, sem as flutuações naturais que tornam a comunicação expressiva e envolvente;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Pausas e respiração artificiais, ausência de bengalas linguísticas:</strong> As pausas podem acontecer em momentos estranhos da frase, os sons de respiração podem nem mesmo existir ou parecerem forçados e quando há interação entre pessoas a ausência da utilização de bordões, interjeições tão comuns para refletir por instantes podem ser sinais de alerta</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong><u>Sotaques e Regionalismo:</u></strong> A pronúncia de certas palavras pode variar de forma inconsistente ao longo do áudio apresentando diferentes regionalismos.</li>
</ul>



<p>Textos</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Erros de Raciocínio:</strong> Não é incomum ver a IA inventar contextos, citar fontes inexistentes ou chegando mesmo a um modo de alucinação, geralmente misturando informações de maneira ilógica e sem sentido lógico.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Padrões de Escrita:</strong> O uso de frases repetitivas, gramática sem erros mas pouco variada ou a forma como constrói as frases.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Neutralidade:</strong> Por norma os textos IA têm um tom excessivamente formal, neutro sem dar muita profundidade ou objetividade em comparação com a escrita humana.</li>
</ul>



<figure class="wp-block-video"><video height="1350" style="aspect-ratio: 1080 / 1350;" width="1080" controls src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/02/9B39E32F-7915-466B-A350-4F619B2AC77F.mp4"></video></figure>



<p>Tudo o que é partilhado acima não faz parte de nenhuma ciência exata é apenas a compilação de vários artigos sobre este assunto e não subsistiu em momento algum uma validação mais aprofundada essencial quando se lida com plataformas com alcance que procurem a credibilidade, especialmente porque com a evolução galopante da IA mesmo na altura da publicação deste artigo já se tenha tornado obsoleto.</p>



<p>Se te quiseres juntar a nós diz qualquer coisa nas redes ou ptrevolutiontv@gmail.com</p>



<p>Se quiseres espreitar o processo de investigação deste artigo espreita o nosso pad de trabalho&nbsp;<a href="https://pad.riseup.net/p/conte%C3%BAdoIA">https://pad.riseup.net/p/conte%C3%BAdoIA</a></p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1000" height="1250" data-id="230404" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/02/7341D400-DE16-4C9C-8D16-5C276312D69E.png" alt="" class="wp-image-230404" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/02/7341D400-DE16-4C9C-8D16-5C276312D69E.png 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/02/7341D400-DE16-4C9C-8D16-5C276312D69E-240x300.png 240w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/02/7341D400-DE16-4C9C-8D16-5C276312D69E-120x150.png 120w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/02/7341D400-DE16-4C9C-8D16-5C276312D69E-768x960.png 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1250" data-id="230401" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/02/CC722875-60B4-4DBF-B05D-DD4FD278F3B3.png" alt="" class="wp-image-230401" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/02/CC722875-60B4-4DBF-B05D-DD4FD278F3B3.png 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/02/CC722875-60B4-4DBF-B05D-DD4FD278F3B3-240x300.png 240w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/02/CC722875-60B4-4DBF-B05D-DD4FD278F3B3-120x150.png 120w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/02/CC722875-60B4-4DBF-B05D-DD4FD278F3B3-768x960.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1250" data-id="230403" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/02/B5032ED8-335C-43E3-AD90-B496FCA35248.png" alt="" class="wp-image-230403" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/02/B5032ED8-335C-43E3-AD90-B496FCA35248.png 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/02/B5032ED8-335C-43E3-AD90-B496FCA35248-240x300.png 240w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/02/B5032ED8-335C-43E3-AD90-B496FCA35248-120x150.png 120w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/02/B5032ED8-335C-43E3-AD90-B496FCA35248-768x960.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1250" data-id="230406" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/02/C12224CD-1836-4841-A1FA-23A4F1884330.png" alt="" class="wp-image-230406" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/02/C12224CD-1836-4841-A1FA-23A4F1884330.png 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/02/C12224CD-1836-4841-A1FA-23A4F1884330-240x300.png 240w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/02/C12224CD-1836-4841-A1FA-23A4F1884330-120x150.png 120w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/02/C12224CD-1836-4841-A1FA-23A4F1884330-768x960.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1250" data-id="230405" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/02/B91482E9-1D6B-4664-98D3-3A65FC2B4359.png" alt="" class="wp-image-230405" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/02/B91482E9-1D6B-4664-98D3-3A65FC2B4359.png 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/02/B91482E9-1D6B-4664-98D3-3A65FC2B4359-240x300.png 240w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/02/B91482E9-1D6B-4664-98D3-3A65FC2B4359-120x150.png 120w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/02/B91482E9-1D6B-4664-98D3-3A65FC2B4359-768x960.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>
</figure>



<p>Bibliográfia:</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-textero-ai-essay-writer wp-block-embed-textero-ai-essay-writer"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<span class="embed-privacy-url"><a href="https://textero.io/guides/common-ai-words">Open embedded content from textero.io</a></span>
</div></figure>



<p><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Not%C3%ADcia_falsa">https://pt.wikipedia.org/wiki/Not%C3%ADcia_falsa</a></p>



<p> <a href="https://criptonewsbr.com/desinformacao-ia-como-identificar/">https://criptonewsbr.com/desinformacao-ia-como-identificar/</a></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-fotografia-profissional-online-certificado-e-atualizado-2024 wp-block-embed-fotografia-profissional-online-certificado-e-atualizado-2024"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<span class="embed-privacy-url"><a href="https://fotografiaprofissional.org/glossario/o-que-e-ponto-de-fuga-na-fotografia/">Open embedded content from fotografiaprofissional.org</a></span>
</div></figure>



<p><a href="https://falagaiotto.com.br/coluna/Os-Riscos-da-IA-Generativa-na-Criacao-de-Conteudo.html">https://falagaiotto.com.br/coluna/Os-Riscos-da-IA-Generativa-na-Criacao-de-Conteudo.html</a></p>



<p></p>



<p>Pela soberania da informação</p>



<p></p>



<p></p>



<p><a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/ptrevolutiontv/">#PTrevolutionTV</a> <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/altpt/">#AltPT</a> <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/indymediapt/">#indymediaPT</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Portugal não deve legitimar AI-washing e escolasticídio na “EduAIcation 2026” em Jerusalém: apelo ao Ministério para recusar participação e às instituições educativas para manifestarem objeção</title>
		<link>https://indymedia.pt/230208/</link>
					<comments>https://indymedia.pt/230208/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 11:56:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Discriminação]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra e Paz]]></category>
		<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[AltPT]]></category>
		<category><![CDATA[Indymedia]]></category>
		<category><![CDATA[Palestina]]></category>
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					<description><![CDATA[COMUNICADO DE IMPRENSA Lisboa, 29 de janeiro de 2026 Lisboa, 29 de janeiro de 2026 —&#160;A Plataforma Unitária de Solidariedade com a Palestina&#160;manifesta profunda preocupação perante notícias e sinais públicos de que Portugal poderá estar representado na conferência “EduAIcation 2026” (2–4 de fevereiro de 2026), organizada pelo Ministério da Educação de Israel em Jerusalém, e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>COMUNICADO DE IMPRENSA</strong></p>



<p>Lisboa, 29 de janeiro de 2026</p>



<p>Lisboa, 29 de janeiro de 2026 —&nbsp;A Plataforma Unitária de Solidariedade com a Palestina&nbsp;manifesta profunda preocupação perante notícias e sinais públicos de que Portugal poderá estar representado na conferência “EduAIcation 2026” (2–4 de fevereiro de 2026), organizada pelo Ministério da Educação de Israel em Jerusalém, e anunciada como culminando na assinatura de uma suposta “Declaração de Jerusalém” sobre Inteligência Artificial (IA) na educação, cujo texto permanece sem divulgação pública auditável.</p>



<p>A possível participação de Portugal é profundamente problemática por se tratar de um evento altamente contestado, rodeado de sinais de isolamento diplomático e de opacidade séria quanto ao seu conteúdo, legitimidade e grau real de adesão. A imprensa internacional, incluindo o jornal israelita Haaretz, tem noticiado uma recusa significativa de participação por parte de diversos homólogos e descreve o contexto do evento como um boicote diplomático em curso. Acresce que participar em fóruns deste tipo contribui para fabricar uma aparência de “normalidade” — para transformar crimes e violência estrutural em simples “contexto” e, por via protocolar, tornar aceitável o inaceitável — precisamente quando crescem, em múltiplos países e setores, iniciativas de recusa, objeção e boicote contra estas dinâmicas de normalização.</p>



<p>Esta possível participação seria ainda especialmente grave por ocorrer precisamente no cruzamento entre IA e educação. Num momento em que Israel mantém e intensifica a destruição sistemática de vidas e infraestruturas civis na Palestina — incluindo a devastação do sistema educativo em Gaza e a escalada de ataques, incursões e medidas de asfixia contra universidades e comunidades académicas palestinianas na Cisjordânia — a presença portuguesa neste evento seria politicamente inaceitável, eticamente insustentável e incompatível com o dever de respeito pelo Direito Internacional e pelos Direitos Humanos.&nbsp;</p>



<p>A conferência promove a IA como promessa de “futuro educativo”. Mas não existe “futuro educativo” credível quando a mesma infraestrutura tecnológica — dados, automatização, sistemas de decisão — é mobilizada para industrializar o massacre e transformar a vida humana em alvo estatístico. Investigações jornalísticas amplamente divulgadas, incluindo o trabalho do +972 Magazine/Local Call sobre o sistema “Lavender”, descrevem como Israel desenvolve e usa sistemas de IA para automatizar listas de alvos e acelerar operações com níveis alarmantes de falta de supervisão humana e consequências devastadoras para civis. O problema não é “a tecnologia” em abstrato: é a IA e é também a educação, quando se tenta separar “IA pedagógica” de “IA operacional” como se fossem mundos sem vasos comunicantes — quando, na realidade, partilham infraestruturas, parcerias, financiamento e a mesma narrativa de “eficiência” que pode servir tanto para personalizar aprendizagens como para otimizar a destruição.Não pode haver “ética da IA” num palco montado por um Estado que usa tecnologia para tornar o massacre mais rápido, mais eficiente e mais impune.</p>



<p>Em paralelo, a devastação do sistema educativo palestiniano não é um dano colateral neutro: é um padrão intencional. Em abril de 2024, peritos das Nações Unidas expressaram alarme perante a destruição sistemática de escolas, universidades, professores e estudantes em Gaza, levantando a questão de uma possível intenção de destruir de forma abrangente o sistema educativo palestiniano — prática descrita como escolasticídio. Neste contexto, uma cimeira que se apresenta como “ética” e “humanista” corre o risco de funcionar como “AI-washing”: um verniz civil e pedagógico para lavar a imagem de um Estado que está a cometer atrocidades em escala — e, ao mesmo tempo, um laboratório de legitimação simbólica de agendas tecnológicas que escapam ao escrutínio democrático.</p>



<p><strong>O que exigimos ao Ministério da Educação, Ciência e Inovação</strong></p>



<p>A Plataforma Unitária de Solidariedade com a Palestina&nbsp;apela ao Ministério para que:</p>



<ol start="1" class="wp-block-list">
<li>Esclareça publicamente, de forma imediata, se existe intenção de participação (ministerial, técnica ou institucional) na conferência “EduAIcation 2026” e em que moldes.</li>



<li>Recuse a participação e comunique essa decisão como posição política coerente com a defesa dos Direitos Humanos e do Direito Internacional.</li>



<li>Rejeite qualquer assinatura ou endosso de documentos não públicos e não auditáveis, tanto mais quando produzidos por um Estado sob acusação internacional de crimes graves.</li>



<li>Assuma um compromisso claro de que Portugal não participará em iniciativas que contribuam para a normalização e branqueamento de violência massiva, incluindo a destruição da educação palestiniana.</li>
</ol>



<p><strong>Apelo às instituições educativas, sindicatos, investigadores e estudantes</strong></p>



<p>Apelamos também a:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Escolas, agrupamentos, universidades, centros de investigação, e respetivas direções;</li>



<li>Sindicatos de professores e trabalhadores da educação;</li>



<li>Associações académicas e estudantis;</li>



<li>Investigadores e profissionais de tecnologias educativas e IA;</li>
</ul>



<p>para que expressem objeção formal à participação portuguesa: por carta, moções, comunicados, tomadas de posição públicas e pedidos de esclarecimento ao Ministério. O silêncio institucional também comunica — e, neste caso, comunica cumplicidade.</p>



<p>Portugal não pode participar numa encenação de “IA ética” que branqueia o genocídio e empresta legitimidade a um palco que ajuda fomentar violência, devastação e escolasticídio. A educação não é um cenário para fotografias diplomáticas: mas sim um compromisso com a dignidade humana.</p>



<p>Por uma Palestina Livre,</p>



<p>A Plataforma Unitária de Solidariedade com a Palestina (PUSP)</p>



<p><a href="https://www.instagram.com/plataformaunitaria.pal">https://www.instagram.com/plataformaunitaria.pal</a></p>



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		<title>Ataque à liberdade de imprensa no Parlamento é inaceitável &#8211; Comunicado Sindicato dos Jornalistas</title>
		<link>https://indymedia.pt/230203/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 11:27:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura e Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[AltPT]]></category>
		<category><![CDATA[Indymedia]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8220;A Direção do Sindicato dos Jornalistas condena e repudia as limitações, a pressão e a suspeição lançada sobre um jornalista da revista Sábado durante uma reportagem na Assembleia da República, onde os jornalistas estão autorizados a trabalhar e a abordar deputados. É intolerável e inaceitável a forma como um jornalista foi abordado por elementos da [&#8230;]]]></description>
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<p>&#8220;A Direção do Sindicato dos Jornalistas condena e repudia as limitações, a pressão e a suspeição lançada sobre um jornalista da revista Sábado durante uma reportagem na Assembleia da República, onde os jornalistas estão autorizados a trabalhar e a abordar deputados.</p>



<p>É intolerável e inaceitável a forma como um jornalista foi abordado por elementos da segurança da Assembleia da República, instado a identificar-se e impedido de prosseguir com o trabalho que estava a fazer no Parlamento. No entender do SJ, a situação configura um atentado à liberdade de imprensa e roça o abuso de poder, ao ponto de o GNR no local ter questionado o jornalista sobre as questões que estaria a colocar, como se lê no relato feito pela revista Sábado. Os serviços de segurança da AR existem para garantir a segurança de todos os que trabalham ou passam, devidamente autorizados e identificados, pela “casa do povo”, não para estar ao serviço de queixas de uns quantos eleitos que querem evitar a todo o custo o escrutínio, recorrendo até a serviços policiais pagos por todos nós.</p>



<p>O SJ não entende e não aceita a coação e a exibição de autoridade para limitar direitos dos jornalistas que estão consagrados nas Leis produzidas dentro das paredes da Assembleia. Os deputados são adultos e livres para dizer, com a urbanidade devida a quem frequenta aquela casa, que não querem responder a perguntas, embora, no entendimento do SJ, enquanto eleitos pelo povo não se devam furtar-se às questões legítimas de quem faz jornalismo. Não precisam de quem os defenda com queixas anónimas a atiçar os serviços de segurança, que deviam, eles próprios, ter noção da incorreção da sua conduta, e recusar participar nestes ataques à liberdade de imprensa.</p>



<p>A justificação, dada pela Secretaria da AR, de que os serviços de segurança foram ativados para garantir a “segurança de pessoas e bens” é, no mínimo, tão ofensiva como a atuação das forças de segurança. Quando os eleitos do povo olham para os jornalistas como uma ameaça à segurança de pessoas e bens, pelo simples facto de terem uma caneta e um bloco de notas, algo está muito errado, merecendo profunda reflexão.</p>



<p>O Sindicato dos Jornalistas não pode pactuar com situações que ameaçam a liberdade de informar e ser informado em qualquer cenário, muito menos num espaço vital para a vida dos cidadãos como é a Assembleia da República. O Parlamento encerra vários dos valores e liberdades que nos guiam como sociedade: de reunião, de expressão, de busca de consensos, de circulação, mas também o direito ao trabalho de todos que ali se encontram.&#8221;</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-sindicato-dos-jornalistas wp-block-embed-sindicato-dos-jornalistas"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<span class="embed-privacy-url"><a href="https://jornalistas.eu/ataque-a-liberdade-de-imprensa-no-parlamento-e-inaceitavel/">Open embedded content from jornalistas.eu</a></span>
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<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="255" height="138" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/1CA79361-3717-4FE2-A73C-1DD85B3C6092.jpg" alt="" class="wp-image-230204" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/1CA79361-3717-4FE2-A73C-1DD85B3C6092.jpg 255w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/1CA79361-3717-4FE2-A73C-1DD85B3C6092-150x81.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 255px) 100vw, 255px" /></figure>
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		<title>[Comunicado de Imprensa] Financiamento público &#8211; Mina do Barroso &#8211; UDCB</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jan 2026 12:11:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecologia e Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[AltPT]]></category>
		<category><![CDATA[barrosoEmResistencia]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Indymedia]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8220;Comunicado de Imprensa21 de Janeiro de 2026 Associação Unidos em Defesa de Covas do Barroso opõe-se ao financiamento público da Mina do Barroso No passado dia 7 de janeiro, o Governo português anunciou a atribuição de financiamento público ao projeto da Mina do Barroso, promovido pela empresa Savannah Resources, através de fundos nacionais ao abrigo [&#8230;]]]></description>
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<p>&#8220;Comunicado de Imprensa<br>21 de Janeiro de 2026</p>



<p>Associação Unidos em Defesa de Covas do Barroso opõe-se ao financiamento público da Mina do Barroso</p>



<p>No passado dia 7 de janeiro, o Governo português anunciou a atribuição de financiamento público ao projeto da Mina do Barroso, promovido pela empresa Savannah Resources,  através de fundos nacionais ao abrigo do Quadro Temporário de Crise e Transição da Comissão Europeia. Ao canalizar um investimento milionário para este projeto, o Estado legitima e sustenta uma iniciativa privada que ameaça destruir uma região classificada como Património Agrícola Mundial. Trata-se de uma grave perversão do interesse público, à revelia de consultas públicas, decisões locais e pareceres de associações ambientais, a que se juntam repetidas críticas por parte de orgãos nacionais e internacionais. Recorde-se, a título de exemplo, que o próprio Ministério Público defendeu a nulidade da Declaração de Impacte Ambiental do projecto mineiro. A isto soma-se a conclusão do Comité da Convenção de Aarhus, segundo a qual a consulta pública violou direitos fundamentais de participação, bem como a existência de estudos técnicos que identificaram lacunas graves na avaliação do projecto. Sobre este último ponto, comenta Francisco Venes, sócio da UDCB:</p>



<p>“Os estudos independentes têm sido claros. As avaliações ambientais foram apressadas e superficiais e não dão conta dos impactos desta mina. Como é que o Governo quer financiar um projeto desta dimensão, quando não conhece os riscos para o ambiente e para a saúde da população local? É uma irresponsabilidade”.</p>



<p>Não é sacrificando comunidades que mantêm relações responsáveis com a terra que se constrói uma sociedade ambientalmente equilibrada; mas sim reconhecendo a sua importância ecológica e criando condições para a sua continuidade. O futuro do Barroso assenta na valorização do seu estatuto de Património Agrícola Mundial e do investimento numa economia local sustentável, e não na destruição deste património comum. Numa região marcada pela carência de serviços públicos essenciais, nomeadamente na educação e na saúde, é inaceitável que o Governo opte por financiar um projeto que compromete a vida das populações locais e hipoteca o seu futuro. Sobre isto, acrescenta Maria Loureiro, agricultora de Romainho:</p>



<p>“Não temos um hospital ou uma escola secundária por perto. A maternidade mais próxima fica a uma hora e meia de carro. É um abandono. O que temos vem de uma vida a trabalhar, sem ajudas. E agora querem-nos tirar tudo. Mas nós não vamos ceder. Vamos lutar contra isto até ao fim”.</p>



<p>Uma transição energética que sacrifica o ambiente e se impõe contra as populações &#8211; em vez de ser construída com elas &#8211; desvaloriza a experiência local nos territórios e cria precedentes antidemocráticos preocupantes. Ao assumir-se como promotor de um projeto com estas características, o Governo faz uma escolha política clara: proteger interesses privados em vez de salvaguardar os direitos das comunidades que afirma representar. Por essa razão, é um governo sem credibilidade para invocar o interesse público. A Unidos em Defesa do Barroso continuará a trabalhar para travar este projeto, fazer valer os direitos das populações e defender o património comum da região.&#8221;</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="563" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/7CE9C5D4-E3C7-47EA-A66C-89A1D34AFFAC.jpg" alt="" class="wp-image-229992" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/7CE9C5D4-E3C7-47EA-A66C-89A1D34AFFAC.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/7CE9C5D4-E3C7-47EA-A66C-89A1D34AFFAC-300x169.jpg 300w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/7CE9C5D4-E3C7-47EA-A66C-89A1D34AFFAC-150x84.jpg 150w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/7CE9C5D4-E3C7-47EA-A66C-89A1D34AFFAC-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<p></p>



<p>&#8220;Sobre a UDCB A Unidos em Defesa de Covas do Barroso (UDCB) é uma associação local sem fins lucrativos que defende o ambiente, o património e a qualidade de vida em Covas do Barroso. Trabalhamos para manter o modo de vida sustentável que caracteriza a região<br>de Barroso e garantir que continua a desempenhar o seu papel no combate às alterações climáticas. Defendemos a terra e a comunidade de projetos que ameaçam o nosso futuro coletivo e identidade. Somos pessoas comprometidas com os princípios do comunitarismo, do respeito pela natureza e do direito à participação cívica ativa e à autodeterminação coletiva.</p>



<p>O projecto de lítio em Covas do Barroso<br>O projeto de mineração de Lítio promovido pela empresa Savannah Resources em Covas do Barroso pretende instalar 4 minas a céu aberto a poucas centenas de metros dos núcleos habitados, ameaçando a qualidade de vida das populações. O projeto desviaria cursos de água superficiais e afetaria permanentemente as reservas de água subterrâneas existentes. Poderia ainda contaminar os rios Covas, Beça, Tâmega e Douro caso ocorresse uma ruptura da instalação de armazenamento de rejeitos de mina. O projeto teria ainda impactos significativos na atividade económica ao alterar de maneira significativa o uso de solos hoje destinados à atividade agrícola, pecuária e florestal numa região reconhecida como o único Sistema Importante do Património Agrícola Mundial português.&#8221;</p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1197" data-id="229990" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/BD3AF6A6-041E-47E6-BECB-275CEFF1872E.jpg" alt="" class="wp-image-229990" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/BD3AF6A6-041E-47E6-BECB-275CEFF1872E.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/BD3AF6A6-041E-47E6-BECB-275CEFF1872E-251x300.jpg 251w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/BD3AF6A6-041E-47E6-BECB-275CEFF1872E-125x150.jpg 125w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/BD3AF6A6-041E-47E6-BECB-275CEFF1872E-768x919.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1000" data-id="229991" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/1A9DC395-9498-42A6-8996-29A8F053ED2F.jpg" alt="" class="wp-image-229991" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/1A9DC395-9498-42A6-8996-29A8F053ED2F.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/1A9DC395-9498-42A6-8996-29A8F053ED2F-300x300.jpg 300w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/1A9DC395-9498-42A6-8996-29A8F053ED2F-150x150.jpg 150w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/1A9DC395-9498-42A6-8996-29A8F053ED2F-768x768.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>
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<p>Imagens retiradas de <a href="https://www.facebook.com/udcovasdobarroso/">https://www.facebook.com/udcovasdobarroso/</a></p>
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		<title>Auto Organização e Solidariedade Rumo a um Futuro mais justo para Todos, para isso foi criada a BRAVA.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 20:55:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecologia e Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[AltPT]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Mas afinal o que é a Brava?&#160; A cada dia, o campo é transformado por projetos que prometem progresso, mas impõem destruição. Todas as imagens deste artigo foram recolhidas em https://www.instagram.com/rederesistenciarural O extrativismo avança sobre o campo sem consulta, sem consentimento e, quase sempre, sem retorno para quem lá vive e trabalha. A BRAVA nasce [&#8230;]]]></description>
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<p>Mas afinal o que é a Brava?&nbsp;</p>



<p>A cada dia, o campo é transformado por projetos que prometem progresso, mas impõem destruição.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-4 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
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<p>Todas as imagens deste artigo foram recolhidas em <a href="https://www.instagram.com/rederesistenciarural?utm_source=ig_web_button_share_sheet&amp;igsh=ZDNlZDc0MzIxNw==">https://www.instagram.com/rederesistenciarural</a></p>



<p></p>



<p>O extrativismo avança sobre o campo sem consulta, sem consentimento e, quase sempre, sem retorno para quem lá vive e trabalha. A BRAVA nasce para apoiar quem resiste. É uma rede de resistência rural e um fundo solidário. Ligamos quem pode apoiar a quem está na linha da frente. Porque a ecologia só existe com raízes no território. Junta-te à BRAVA.</p>



<p>Minas a céu aberto, megaprojetos energéticos, estufas e monoculturas, zonas logísticas, barragens, resorts e eucaliptais invadem os territórios rurais em nome do lucro — esgotando solos, água e modos de vida. Chamam-lhe transição. Mas o que vemos é exaustão. Chamam-lhe interior. Mas é aqui que se joga o essencial: terra, alimento, comunidade, futuro.&nbsp;</p>



<p>Para saberes mais espreita;</p>



<p>O manifesto da BRAVA</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-rede-de-resist-ncia-rural wp-block-embed-rede-de-resist-ncia-rural"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<span class="embed-privacy-url"><a href="https://rederesistenciarural.org/manifesto/">Open embedded content from rederesistenciarural.org</a></span>
</div></figure>



<p>O vídeo de lançamento da Brava:</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; A BRAVA liga quem resiste no território a quem pode apoiar com corpo, dinheiro, conhecimentos ou ferramentas. Conectamos comunidades ameaçadas pelo extrativismo — e que constroem alternativas mais justas — com quem escolhe fortalecer a resistência e a regeneração.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<span class="embed-privacy-url"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=YkN3YB_3Ym0&#038;t=1s">Open embedded content from YouTube</a></span>
</div></figure>



<p>O campo não é recurso nem reserva. É território vivo. E está sob ataque.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ajuda a criar um fundo de resistência rural e financia, diretamente, quem luta por territórios vivos e justos.</li>
</ul>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-5 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1250" data-id="229975" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/578CE59A-5A55-46B1-BCC9-BB07FFA5EB2D.jpg" alt="" class="wp-image-229975" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/578CE59A-5A55-46B1-BCC9-BB07FFA5EB2D.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/578CE59A-5A55-46B1-BCC9-BB07FFA5EB2D-240x300.jpg 240w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/578CE59A-5A55-46B1-BCC9-BB07FFA5EB2D-120x150.jpg 120w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/578CE59A-5A55-46B1-BCC9-BB07FFA5EB2D-768x960.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1250" data-id="229973" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/24947E05-24C9-401C-BB08-8340A5FFBFBA.jpg" alt="" class="wp-image-229973" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/24947E05-24C9-401C-BB08-8340A5FFBFBA.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/24947E05-24C9-401C-BB08-8340A5FFBFBA-240x300.jpg 240w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/24947E05-24C9-401C-BB08-8340A5FFBFBA-120x150.jpg 120w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/24947E05-24C9-401C-BB08-8340A5FFBFBA-768x960.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1250" data-id="229974" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/3F8DBBB1-91D3-4D48-9D1F-4D0AA213E2CF.jpg" alt="" class="wp-image-229974" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/3F8DBBB1-91D3-4D48-9D1F-4D0AA213E2CF.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/3F8DBBB1-91D3-4D48-9D1F-4D0AA213E2CF-240x300.jpg 240w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/3F8DBBB1-91D3-4D48-9D1F-4D0AA213E2CF-120x150.jpg 120w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/3F8DBBB1-91D3-4D48-9D1F-4D0AA213E2CF-768x960.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>
</figure>



<p>A BRAVA existe para conectar quem resiste ao extrativismo a uma rede de solidariedade e recursos. Com o teu apoio, podemos disponibilizar ferramentas jurídicas, capacitação técnica, apoio financeiro, visibilidade e articulação entre projetos locais. Cada contribuição ajuda a transformar a resistência em projetos concretos para quem age agora nos territórios.</p>



<p>Um Júri reúne-se uma única vez para avaliar os pedidos de apoio recebidos e decidir como distribuir os fundos disponíveis. Depois, o dinheiro é enviado diretamente para os projetos escolhidos, em seguida o júri dissolve-se, a conta volta a zero, e o ciclo recomeça.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-rede-de-resist-ncia-rural wp-block-embed-rede-de-resist-ncia-rural"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<span class="embed-privacy-url"><a href="https://rederesistenciarural.org/apoiar">Open embedded content from rederesistenciarural.org</a></span>
</div></figure>



<p>Um fundo simples, justo e enraizado nos princípios da autogestão, para fortalecer quem resiste e partilhar o que é comum.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Já estas a lutar e precisas de apoio?</li>
</ul>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-6 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="640" height="800" data-id="229976" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/45FDD07E-2502-4FB0-AC74-008FF48A67FD.jpg" alt="" class="wp-image-229976" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/45FDD07E-2502-4FB0-AC74-008FF48A67FD.jpg 640w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/45FDD07E-2502-4FB0-AC74-008FF48A67FD-240x300.jpg 240w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/45FDD07E-2502-4FB0-AC74-008FF48A67FD-120x150.jpg 120w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1250" data-id="229978" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/CB12FF5D-1AC0-4CB1-80E7-DAD1DABD1529.jpg" alt="" class="wp-image-229978" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/CB12FF5D-1AC0-4CB1-80E7-DAD1DABD1529.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/CB12FF5D-1AC0-4CB1-80E7-DAD1DABD1529-240x300.jpg 240w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/CB12FF5D-1AC0-4CB1-80E7-DAD1DABD1529-120x150.jpg 120w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/CB12FF5D-1AC0-4CB1-80E7-DAD1DABD1529-768x960.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1250" data-id="229977" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/DBECEDAF-1C8E-401A-AD9A-79A23453B2C8.jpg" alt="" class="wp-image-229977" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/DBECEDAF-1C8E-401A-AD9A-79A23453B2C8.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/DBECEDAF-1C8E-401A-AD9A-79A23453B2C8-240x300.jpg 240w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/DBECEDAF-1C8E-401A-AD9A-79A23453B2C8-120x150.jpg 120w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/DBECEDAF-1C8E-401A-AD9A-79A23453B2C8-768x960.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>
</figure>



<p>Entra em contacto com a BRAVA, podes pedir vários tipos de apoio – financeiro, jurídico, técnico, comunicação, organização de eventos, facilitação, etc. Os dados que aqui recolhemos ajudam-nos a conhecer melhor as tuas necessidades e a consolidar uma rede de apoio mútuo, a ativar solidariedades locais e a fortalecer as resistências em curso.</p>



<p><a href="https://n8n.fimdomeio.com/form/def336af-edea-46f9-abbd-6966de10c1fa">https://n8n.fimdomeio.com/form/def336af-edea-46f9-abbd-6966de10c1fa</a></p>



<p>Hoje resistes, amanhã apoias. Esta rede vive da entreajuda e da partilha concreta e ágil de recursos, para que nenhuma resistência fique isolada e nenhum gesto de solidariedade se perca.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Vamos ajudar a conhecer e dar voz a todos aqueles que vêm os seus territórios ameaçados por estas falsas promessas da transição energética verde nas que poêm em causa as Comunidades, coletivos e pessoas que vivem ou trabalham em territórios rurais que enfrentam ameaças extrativistas ou desenvolvem alternativas mais justas e práticas de regeneração.</li>
</ul>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="864" height="1080" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/02B8EFCC-B7CE-49C6-8F65-2B63520230BE.jpg" alt="" class="wp-image-229979" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/02B8EFCC-B7CE-49C6-8F65-2B63520230BE.jpg 864w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/02B8EFCC-B7CE-49C6-8F65-2B63520230BE-240x300.jpg 240w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/02B8EFCC-B7CE-49C6-8F65-2B63520230BE-120x150.jpg 120w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/02B8EFCC-B7CE-49C6-8F65-2B63520230BE-768x960.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 864px) 100vw, 864px" /></figure>



<p>Apesar de vivermos na era da informação,&nbsp;muitas vezes não sabemos quais as lutas que se desenrolam ao lado do nosso quintal e para isso a BRAVA criou um mapa para mapearmos estas diferentes lutas de forma que cada um possa disponibilizar as suas ferramentas e conhecimentos para fortalecer essas lutas e assim garantir que a mesmas cheguem a mais gente e assim fomentar a empatia que e solidariedade que tanta falta faz nos tempos em que vivemos, para tal podes ajudar lançando essas lutas no mapa de resitência da&nbsp;BRAVA.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-rede-de-resist-ncia-rural wp-block-embed-rede-de-resist-ncia-rural"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<span class="embed-privacy-url"><a href="https://rederesistenciarural.org/mapa">Open embedded content from rederesistenciarural.org</a></span>
</div></figure>



<p>Porque não há nada&nbsp;mais&nbsp;agregador que a defesa das nossas raízes é fundamental que os média convencionais e indepentes se mobilizem para expor a realidade de mais uma mentira que a máquina capitalista / colonialista tenta usar para nós dividir, colocar a cidade contra a ruralidade, quando todos nós sabemos que este não é o verdadeiro caminho rumo a um Futuro mais justo e respeitador e fica o apelo para nos unirmos rumo&nbsp;à&nbsp;Soberania da Informação, entra em contacto connosco para&nbsp;dar&nbsp;voz&nbsp;às&nbsp;nossas&nbsp;lutas comuns.</p>



<p>A resistência,&nbsp;seja rural&nbsp;ou&nbsp;urbana,&nbsp;não passa apenas por lutar contra algo mas também em fortalecer e criar novas formas de dinamizar e proteger estes territórios e as suas identidades próprias.</p>



<p>Mais informação aqui:&nbsp;<a href="https://rederesistenciarural.org/">https://rederesistenciarural.org/</a></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://indymedia.pt/229969/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
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		<item>
		<title>Já ouviste falar da #operationinflation?</title>
		<link>https://indymedia.pt/229925/</link>
					<comments>https://indymedia.pt/229925/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jan 2026 23:49:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura e Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Indymedia]]></category>
		<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[AltPT]]></category>
		<category><![CDATA[operationinflation]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://indymedia.pt/?p=229925</guid>

					<description><![CDATA[A #operationinflation doa fatos insufláveis ​​gratuitos para os membros da comunidade usarem em protestos para ajudar a diminuir a tensão e aumentar as boas vibrações. A #operationinflation começou em outubro de 2025, quando alguns amigos em Portland perceberam que uma pessoa a usar um fato de um sapo insuflável estava a começar algo diferente, o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/operationinflation/">#operationinflation</a> doa fatos insufláveis ​​gratuitos para os membros da comunidade usarem em protestos para ajudar a diminuir a tensão e aumentar as boas vibrações.</p>



<p>A <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/operationinflation/">#operationinflation</a> começou em outubro de 2025, quando alguns amigos em Portland perceberam que uma pessoa a usar um fato de um sapo insuflável estava a começar algo diferente, o que provocou que outros ativistas se reunissem e rapidamente começassem a arrecadar fundos para comprar e entregar mais fantasias insufláveis ​​para quem participava em atos de protesto.</p>



<p>Este tipo de protestos pacíficos visam criar confusão e incerteza, seja naqueles que apresentam um discurso fascista e nacionalista, seja nos próprios aparelhos de opressão encabeçados pela polícia, apresentando um novo guião de luta para o qual essas entidades não estão preparadas e em paralelo criar e cimentar redes de apoio mútuo e segurança para quem está nas ruas.</p>



<p>O absurdo de tudo isto tenta criar uma nova forma de protesto que não se encaixa na norma, criando assim um vazio nos discursos e nas formas de repressão que se foram alimentando da opressão e descredibilização e reforçando assim a liberdade de expressão e mantendo a comunidade mais segura e positiva enquanto exercem os seus direitos.</p>



<p>Se quiseres saber mais sobre a <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/operationinflation/">#operationinflation</a> espreita o site oficial <a href="https://www.operationinflation.com/">https://www.operationinflation.com/</a></p>



<p>Apesar desta forma de protesto se ter iniciado nos E.U.A já começam a surgir alguns atos um pouco por todo o globo, não para mostrar que quem luta é fofinho e amoroso, mas como forma de voltar a controlar a narrativa da luta e assim derrubar o fascismo e todas as regras e leis fundamentais para alimentar essas visões.</p>



<p>Tal como com os Clown Blocks os ativistas estão uma vez mais a reinventar formas de protesto e assim controlar a narrativa e desmontar os discursos formatados e manipuladores que vão tomando conta das redes sociais e dos mídia convencionais.</p>



<p>Se quiseres saber mais sobre a <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/operationinflation/">#operationinflation</a> espreita o site oficial <a href="https://www.operationinflation.com/">https://www.operationinflation.com/</a> e os vídeos que deixamos abaixo:</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter wp-block-embed-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="embed-privacy-local-tweet"><blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">Could this be the new face of Antifa?<br><br>Operation Inflation distributes inflatables costumes to protest sites to disrupt fascist propaganda. 🐸🦄🐔👇 <a href="https://t.co/S6PTde9d1H">pic.twitter.com/S6PTde9d1H</a></p><cite class="embed-privacy-tweet-meta"><span class="embed-privacy-author-meta">— 𝚃𝙷𝙴 𝚆𝙷𝙸𝚃𝙴 𝚁𝙰𝙱𝙱𝙸𝚃 (@White_Rabbit_OG) </span><a href="https://twitter.com/White_Rabbit_OG/status/2011094375531508128?ref_src=twsrc%5Etfw">13/01/2026</a></cite></blockquote></div>
</div></figure>



<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter wp-block-embed-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="embed-privacy-local-tweet"><blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">Breaking: Disturbing scenes out of Portland, 2025 — authorities warn the situation could escalate. <a href="https://t.co/OogQ0eLYOi">pic.twitter.com/OogQ0eLYOi</a></p><cite class="embed-privacy-tweet-meta"><span class="embed-privacy-author-meta">— P a u l ◉ (@SkylineReport) </span><a href="https://twitter.com/SkylineReport/status/1976872244413399431?ref_src=twsrc%5Etfw">11/10/2025</a></cite></blockquote></div>
</div></figure>



<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter wp-block-embed-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="embed-privacy-local-tweet"><blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">Wow Portland is so dangerous even the frogs are saluting! 👇👇👇😂😂😂 <a href="https://t.co/dyyB6MvgpP">pic.twitter.com/dyyB6MvgpP</a></p><cite class="embed-privacy-tweet-meta"><span class="embed-privacy-author-meta">— Suzie rizzio (@Suzierizzo1) </span><a href="https://twitter.com/Suzierizzo1/status/1980359950300807430?ref_src=twsrc%5Etfw">20/10/2025</a></cite></blockquote></div>
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<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-9-16 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<span class="embed-privacy-url"><a href="https://youtube.com/shorts/trdvE-quU40?si=_ywndqjvSJt1buHS">Open embedded content from YouTube</a></span>
</div></figure>



<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter wp-block-embed-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="embed-privacy-local-tweet"><blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">Portland’s “Freedom Frog” has a posse. <br><br>After a video went viral of ICE agents pepper-spraying a man in an inflatable frog costume, Portland activists launched Operation Inflation, crowdfunding to provide free costumes for protesters resisting the Trump administration’s… <a href="https://t.co/UU9ZcBcCcU">pic.twitter.com/UU9ZcBcCcU</a></p><cite class="embed-privacy-tweet-meta"><span class="embed-privacy-author-meta">— BreakThrough News (@BTnewsroom) </span><a href="https://twitter.com/BTnewsroom/status/1991890262696608218?ref_src=twsrc%5Etfw">21/11/2025</a></cite></blockquote></div>
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<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter wp-block-embed-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="embed-privacy-local-tweet"><blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true"><p lang="de" dir="ltr"><a href="https://twitter.com/hashtag/OperationInflation?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#OperationInflation</a> stürmt die Ordensburg in <a href="https://twitter.com/hashtag/Liebstedt?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#Liebstedt</a> bei Weimar. Der Burgherr <a href="https://twitter.com/hashtag/KlausDieterB%C3%B6hmeSchneider?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#KlausDieterBöhmeSchneider</a> pocht auf das &#8220;Privatgrundstück&#8221; seiner &#8220;Gesellschaft zur Förderung guten Lebens&#8221; der <a href="https://twitter.com/hashtag/ToskanaAG?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#ToskanaAG</a>.<br>Da hört die Vielfalt also auf 😀<a href="https://t.co/0PN4ktw3uR">https://t.co/0PN4ktw3uR</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/we2510?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#we2510</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/wr2510?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#wr2510</a> <a href="https://t.co/TVriSrpfMe">pic.twitter.com/TVriSrpfMe</a></p><cite class="embed-privacy-tweet-meta"><span class="embed-privacy-author-meta">— 🥚reclaimrosaluxemburgplatz (@reclaimrosalux1) </span><a href="https://twitter.com/reclaimrosalux1/status/1982289103971401880?ref_src=twsrc%5Etfw">26/10/2025</a></cite></blockquote></div>
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<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter wp-block-embed-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="embed-privacy-local-tweet"><blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">Now this is hilarious the frog and his friends March behind a MAGA agitator in Portland! 😂😂😂😂 <a href="https://t.co/7iurEJKjQM">pic.twitter.com/7iurEJKjQM</a></p><cite class="embed-privacy-tweet-meta"><span class="embed-privacy-author-meta">— Suzie rizzio (@Suzierizzo1) </span><a href="https://twitter.com/Suzierizzo1/status/1979416518497628324?ref_src=twsrc%5Etfw">18/10/2025</a></cite></blockquote></div>
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<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter wp-block-embed-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="embed-privacy-local-tweet"><blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">Joey, a volunteer with Operation Inflation <a href="https://twitter.com/OpInflation?ref_src=twsrc%5Etfw">@OpInflation</a> gives his opinion on sexuality, transgenderism, immigration and other topics 12/5/25 <br>Operation Inflation, founded in 2025 is a leftist initiative in Portland, Oregon, that crowdfunds and distributes free inflatable costumes… <a href="https://t.co/Fnbu6Io4VS">pic.twitter.com/Fnbu6Io4VS</a></p><cite class="embed-privacy-tweet-meta"><span class="embed-privacy-author-meta">— ₵Ø₦₴₱łⱤɆ₮₳ⱤĐ (@conspiretard) </span><a href="https://twitter.com/conspiretard/status/2004832178275058090?ref_src=twsrc%5Etfw">27/12/2025</a></cite></blockquote></div>
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<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter wp-block-embed-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="embed-privacy-local-tweet"><blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true"><p lang="qme" dir="ltr"><a href="https://twitter.com/hashtag/OperationInflation?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#OperationInflation</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/NoKings?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#NoKings</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/Ice?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#Ice</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/Immigration?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#Immigration</a> <a href="https://t.co/lqkavhjdEB">pic.twitter.com/lqkavhjdEB</a></p><cite class="embed-privacy-tweet-meta"><span class="embed-privacy-author-meta">— Operation Inflation (@opinflate) </span><a href="https://twitter.com/opinflate/status/1978541421582745983?ref_src=twsrc%5Etfw">15/10/2025</a></cite></blockquote></div>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="563" data-id="229928" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/E09A23C6-CDAF-47FF-938D-452959501A3C.jpg" alt="" class="wp-image-229928" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/E09A23C6-CDAF-47FF-938D-452959501A3C.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/E09A23C6-CDAF-47FF-938D-452959501A3C-300x169.jpg 300w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/E09A23C6-CDAF-47FF-938D-452959501A3C-150x84.jpg 150w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/E09A23C6-CDAF-47FF-938D-452959501A3C-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="300" height="168" data-id="229927" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/60796F13-852C-4AEE-B864-D11484D229B8.jpg" alt="" class="wp-image-229927" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/60796F13-852C-4AEE-B864-D11484D229B8.jpg 300w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/60796F13-852C-4AEE-B864-D11484D229B8-150x84.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></figure>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="474" height="315" data-id="229929" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/5DE0CDE2-F1E3-472F-B112-B40212078896.jpg" alt="" class="wp-image-229929" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/5DE0CDE2-F1E3-472F-B112-B40212078896.jpg 474w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/5DE0CDE2-F1E3-472F-B112-B40212078896-300x199.jpg 300w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/5DE0CDE2-F1E3-472F-B112-B40212078896-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 474px) 100vw, 474px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1250" data-id="229931" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/E9379F3E-964B-494D-B065-6EDD58BBD7E4.jpg" alt="" class="wp-image-229931" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/E9379F3E-964B-494D-B065-6EDD58BBD7E4.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/E9379F3E-964B-494D-B065-6EDD58BBD7E4-240x300.jpg 240w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/E9379F3E-964B-494D-B065-6EDD58BBD7E4-120x150.jpg 120w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/E9379F3E-964B-494D-B065-6EDD58BBD7E4-768x960.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1250" data-id="229932" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/8812017B-1CA8-4267-B9F4-14765FFDE74E.jpg" alt="" class="wp-image-229932" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/8812017B-1CA8-4267-B9F4-14765FFDE74E.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/8812017B-1CA8-4267-B9F4-14765FFDE74E-240x300.jpg 240w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/8812017B-1CA8-4267-B9F4-14765FFDE74E-120x150.jpg 120w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/8812017B-1CA8-4267-B9F4-14765FFDE74E-768x960.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1250" data-id="229933" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/C69AEF43-B3A3-433A-8FDD-01946EB25C3E.jpg" alt="" class="wp-image-229933" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/C69AEF43-B3A3-433A-8FDD-01946EB25C3E.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/C69AEF43-B3A3-433A-8FDD-01946EB25C3E-240x300.jpg 240w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/C69AEF43-B3A3-433A-8FDD-01946EB25C3E-120x150.jpg 120w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/C69AEF43-B3A3-433A-8FDD-01946EB25C3E-768x960.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1250" data-id="229935" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/63D0D16A-BFE1-4E2C-9D80-91E83DBB3C2B.jpg" alt="" class="wp-image-229935" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/63D0D16A-BFE1-4E2C-9D80-91E83DBB3C2B.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/63D0D16A-BFE1-4E2C-9D80-91E83DBB3C2B-240x300.jpg 240w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/63D0D16A-BFE1-4E2C-9D80-91E83DBB3C2B-120x150.jpg 120w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/63D0D16A-BFE1-4E2C-9D80-91E83DBB3C2B-768x960.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1250" data-id="229936" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/88C77AE6-67B5-44F2-9C89-3B95D1C8C9EF.jpg" alt="" class="wp-image-229936" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/88C77AE6-67B5-44F2-9C89-3B95D1C8C9EF.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/88C77AE6-67B5-44F2-9C89-3B95D1C8C9EF-240x300.jpg 240w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/88C77AE6-67B5-44F2-9C89-3B95D1C8C9EF-120x150.jpg 120w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/88C77AE6-67B5-44F2-9C89-3B95D1C8C9EF-768x960.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1250" data-id="229937" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/0DDD4902-BE5C-4E76-B1A7-9703AE703197.jpg" alt="" class="wp-image-229937" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/0DDD4902-BE5C-4E76-B1A7-9703AE703197.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/0DDD4902-BE5C-4E76-B1A7-9703AE703197-240x300.jpg 240w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/0DDD4902-BE5C-4E76-B1A7-9703AE703197-120x150.jpg 120w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/0DDD4902-BE5C-4E76-B1A7-9703AE703197-768x960.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



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<p>Não te esqueças que este site é de publicação livre não hesites em relatar o que se passa na tua rua.</p>



<p>Pela soberania da informação.</p>
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		<title>*Quem são as pessoas negras que movem a cultura em Portugal?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jan 2026 19:38:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Discriminação]]></category>
		<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
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		<category><![CDATA[Anti Racismo]]></category>
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					<description><![CDATA[AUTOMAPEAMENTO //*Quem são as pessoas negras que movem a cultura em Portugal?* ✊🏽🇵🇹 A UNA quer responder a esta e outras perguntas importantes, que nos permitam: 🧐 Conhecer em detalhe a comunidade artística negra e tornar a informação recolhida acessível. ✨ Aumentar a visibilidade, representatividade e oportunidades de trabalho para artistas negres. ✊ Defender políticas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>AUTOMAPEAMENTO //<br>*Quem são as pessoas negras que movem a cultura em Portugal?* ✊🏽🇵🇹</p>



<p>A UNA quer responder a esta e outras perguntas importantes, que nos permitam:</p>



<p>🧐 Conhecer em detalhe a comunidade artística negra e tornar a informação recolhida acessível.</p>



<p>✨ Aumentar a visibilidade, representatividade e oportunidades de trabalho para artistas negres.</p>



<p>✊ Defender políticas de reparação e medidas de ação afirmativa para a comunidade.</p>



<p>Junte-te a nós neste movimento!</p>



<p>Participa no AUTOMAPEAMENTO da UNA!</p>



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<p>Artwork:&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/bakemonas/">@bakemonas</a><br>Design:&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/_rod_ada/">@_rod_ada</a></p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1000" data-id="229899" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/2C27EDBA-A072-4C83-BA01-0228FEBBC705.jpg" alt="" class="wp-image-229899" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/2C27EDBA-A072-4C83-BA01-0228FEBBC705.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/2C27EDBA-A072-4C83-BA01-0228FEBBC705-300x300.jpg 300w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/2C27EDBA-A072-4C83-BA01-0228FEBBC705-150x150.jpg 150w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/2C27EDBA-A072-4C83-BA01-0228FEBBC705-768x768.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1000" data-id="229900" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/68BA1F27-A8AC-444B-AA86-79EF85A7B262.jpg" alt="" class="wp-image-229900" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/68BA1F27-A8AC-444B-AA86-79EF85A7B262.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/68BA1F27-A8AC-444B-AA86-79EF85A7B262-300x300.jpg 300w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/68BA1F27-A8AC-444B-AA86-79EF85A7B262-150x150.jpg 150w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/68BA1F27-A8AC-444B-AA86-79EF85A7B262-768x768.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1000" data-id="229901" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/5CCB825B-7862-441D-99C1-B84CB2FB1DF4.jpg" alt="" class="wp-image-229901" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/5CCB825B-7862-441D-99C1-B84CB2FB1DF4.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/5CCB825B-7862-441D-99C1-B84CB2FB1DF4-300x300.jpg 300w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/5CCB825B-7862-441D-99C1-B84CB2FB1DF4-150x150.jpg 150w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/5CCB825B-7862-441D-99C1-B84CB2FB1DF4-768x768.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>
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		<title>‼️Uma hacker alemã conhecida como “Martha Root” vestida como uma Power Ranger rosa elimina um site de encontros de supremacia branca ao vivo no palco da CCC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PTrevolutionTV]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jan 2026 21:26:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Discriminação]]></category>
		<category><![CDATA[Poder e Autodeterminação]]></category>
		<category><![CDATA[AltPT]]></category>
		<category><![CDATA[Indymedia]]></category>
		<category><![CDATA[indymediaPT]]></category>
		<category><![CDATA[Não Passarão]]></category>
		<category><![CDATA[PTrevolutionTV]]></category>
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					<description><![CDATA[Hacker vestido como o Ranger Rosa derruba site de supremacia branca ao vivo no palco Essa é uma performance que precisa de um “encore”. Dada a forma como os supremacistas brancos podem operar abertamente nas modernas plataformas de redes sociais, particularmente no X de Elon Musk, já não imaginaríamos que eles tivessem de operar tanto [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter wp-block-embed-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="embed-privacy-local-tweet"><blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">‼️A German hacker known as &#8220;Martha Root&#8221; dressed as a pink Power Ranger and deleted a white supremacist dating website live onstage<br><br>This happened during the recent CCC conference.<br><br>Martha had infiltrated the site, ran her own AI chatbot to extract as much information from users… <a href="https://t.co/vpTEoFR8JR">pic.twitter.com/vpTEoFR8JR</a></p><cite class="embed-privacy-tweet-meta"><span class="embed-privacy-author-meta">— International Cyber Digest (@IntCyberDigest) </span><a href="https://twitter.com/IntCyberDigest/status/2007183888377118750?ref_src=twsrc%5Etfw">02/01/2026</a></cite></blockquote></div>
</div></figure>



<p>Hacker vestido como o Ranger Rosa derruba site de supremacia branca ao vivo no palco</p>



<p>Essa é uma performance que precisa de um “encore”.</p>



<p>Dada a forma como os supremacistas brancos podem operar abertamente nas modernas plataformas de redes sociais, particularmente no X de Elon Musk, já não imaginaríamos que eles tivessem de operar tanto em privado. Mas eles fazem isso – ou melhor, faziam isso até um recente esforço de remoção ao vivo. No palco do Congresso Anual de Comunicação do Caos, em Hamburgo, Alemanha, uma hacker conhecida como Martha Root excluiu os servidores de três sites administrados por nacionalistas brancos.</p>



<p>A queda, realizada por Root vestido como o Pink Ranger dos Power Rangers, ocorreu no final de uma palestra sobre o ecossistema online nazista que também contou com a participação dos jornalistas Eva Hoffmann e Christian Fuchs, por TechCrunch. Os três sites visados ​​incluíam WhiteDate, um site de namoro nacionalista branco; WhiteChild, um site para combinar doadores de esperma e óvulos brancos; e WhiteDeal, um mercado de trabalho online para supremacistas brancos. A partir de segunda-feira, os sites permanecem offline.</p>



<p>Espreita aqui o artigo de onde foi traduzido esta notícia</p>



<p><a href="https://gizmodo.com/hacker-dressed-as-the-pink-ranger-takes-down-white-supremacist-websites-live-onstage-2000705690">https://gizmodo.com/hacker-dressed-as-the-pink-ranger-takes-down-white-supremacist-websites-live-onstage-2000705690</a></p>



<p>Toda a informação foi publicada em <a href="https://okstupid.lol/">https://okstupid.lol/</a> e há dados de mais de 3 dezenas de perfis localizados em Portugal, podes aqui usar um motor de busca que corre em cima desta base de dados <a href="https://fuckwhitedate.net/">https://fuckwhitedate.net/</a>.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-9 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="702" height="501" data-id="229815" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/581AB106-A490-4B84-B50A-419C371D5396.png" alt="" class="wp-image-229815" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/581AB106-A490-4B84-B50A-419C371D5396.png 702w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/581AB106-A490-4B84-B50A-419C371D5396-300x214.png 300w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/581AB106-A490-4B84-B50A-419C371D5396-150x107.png 150w" sizes="auto, (max-width: 702px) 100vw, 702px" /></figure>
</figure>



<p></p>



<p>Espreita aqui o vídeo completo da conferência , infelizmente só encontramos o original em Alemão <a href="https://berlin-ak.media.ccc.de//congress/2025/h264-hd/39c3-1695-deu-The_Heartbreak_Machine_Nazis_in_the_Echo_Chamber.mp4" data-type="link" data-id="https://berlin-ak.media.ccc.de//congress/2025/h264-hd/39c3-1695-deu-The_Heartbreak_Machine_Nazis_in_the_Echo_Chamber.mp4">https://berlin-ak.media.ccc.de//congress/2025/h264-hd/39c3-1695-deu-The_Heartbreak_Machine_Nazis_in_the_Echo_Chamber.mp4</a></p>



<p>Deixamos aqui também aqui um vídeo onde podes acompanhar o processo de investigação realizado pela Jornalista Martha Root e no seu canal de Youtube podes ver os vários passos.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-9-16 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<span class="embed-privacy-url"><a href="https://www.youtube.com/shorts/Gm7TQGZgLMc">Open embedded content from YouTube</a></span>
</div></figure>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="660" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/E06056EB-9A6F-44CB-B9A6-0BB2B9020E3F.jpg" alt="" class="wp-image-229801" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/E06056EB-9A6F-44CB-B9A6-0BB2B9020E3F.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/E06056EB-9A6F-44CB-B9A6-0BB2B9020E3F-300x198.jpg 300w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/E06056EB-9A6F-44CB-B9A6-0BB2B9020E3F-150x99.jpg 150w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/E06056EB-9A6F-44CB-B9A6-0BB2B9020E3F-768x507.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<p>Pela soberania da informação</p>



<p>Não Passarão</p>



<p><a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/ptrevolutiontv/">#PTrevolutionTV</a> <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/altpt/">#AltPt</a> <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/indymediapt/">#indymediaPT</a></p>
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		<item>
		<title>Aloka e os Monges budistas continuam caminhada de 3.700 quilómetros pela paz nos Estados Unidos</title>
		<link>https://indymedia.pt/229751/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[PTrevolutionTV]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jan 2026 17:07:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecologia e Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra e Paz]]></category>
		<category><![CDATA[AltPT]]></category>
		<category><![CDATA[Indymedia]]></category>
		<category><![CDATA[indymediaPT]]></category>
		<category><![CDATA[PTrevolutionTV]]></category>
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					<description><![CDATA[Aloka e os 19 Monges budistas continuam a caminhada de 3.700 quilómetros pela paz nos Estados Unidos. Um grupo de monges de países como o Vietname, Laos, Tailândia e Taiwan está a caminhar 3.700 quilómetros ao longo de 120 dias para espalhar a paz, o amor e a compaixão. Com partida no final de outubro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Aloka e os  19 Monges budistas continuam a caminhada de 3.700 quilómetros pela paz nos Estados Unidos.</p>



<p>Um grupo de monges de países como o Vietname, Laos, Tailândia e Taiwan está a caminhar 3.700 quilómetros ao longo de 120 dias para espalhar a paz, o amor e a compaixão.</p>



<p>Com partida no final de outubro em Forth Worth no Texas , percorrem até 45 quilómetros por dia com a sua cadela Aloka e terminam a viagem em Washington, D.C., em 2026.</p>



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<span class="embed-privacy-url"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=Q-aDuHq6Ll8">Open embedded content from YouTube</a></span>
</div></figure>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="673" data-id="229757" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/189B6011-F77A-42B8-8C45-C32F9E5A9D12.jpg" alt="" class="wp-image-229757" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/189B6011-F77A-42B8-8C45-C32F9E5A9D12.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/189B6011-F77A-42B8-8C45-C32F9E5A9D12-300x202.jpg 300w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/189B6011-F77A-42B8-8C45-C32F9E5A9D12-150x101.jpg 150w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/189B6011-F77A-42B8-8C45-C32F9E5A9D12-768x517.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="673" data-id="229753" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/9ADAB331-2CDE-407F-A04E-DD9EF8D2E8D6.jpg" alt="" class="wp-image-229753" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/9ADAB331-2CDE-407F-A04E-DD9EF8D2E8D6.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/9ADAB331-2CDE-407F-A04E-DD9EF8D2E8D6-300x202.jpg 300w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/9ADAB331-2CDE-407F-A04E-DD9EF8D2E8D6-150x101.jpg 150w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/9ADAB331-2CDE-407F-A04E-DD9EF8D2E8D6-768x517.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



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		<title>É preciso não esquecer, isto não é o Faroeste!</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Dec 2025 16:08:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Repressão]]></category>
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					<description><![CDATA[No passado dia 11 de Dezembro ocorreu mais uma greve geral que terminou como já vem sido hábito em Lisboa, com violência policial gratuita e despropositada. Desta vez não foi uma carga policial como a verificada a 14 de Novembro de 2012 em frente a Assembleia da República, aqui Greve Geral sem a participação da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>No passado dia 11 de Dezembro ocorreu mais uma greve geral que terminou como já vem sido hábito em Lisboa, com violência policial gratuita e despropositada.</p>



<p>Desta vez não foi uma carga policial como a verificada a 14 de Novembro de 2012 em frente a Assembleia da República, aqui Greve Geral sem a participação da UGT, nem o encurralar de 226 manifestantes no bairro da Bela Flor como ocorrido no dia 27 de Junho de 2013 de foi tiros de balas de borracha de forma indiscriminada e aleatória contra aqueles que demonstravam o seu descontentamento em frente a casa da &#8220;Democracia&#8221;</p>



<p>Houve momentos que a polícia com o intuito de apagar o caixote do lixo mais famoso do país, desceram a escadaria com os seus escudos e todo o restante equipamento de proteção, seguidos por outros a disparar balas de borracha de uma forma no mínimo gratuita o que resultou com é óbvio com vários feridos, muitos sem perceber o que tinha realmente ocorrido.</p>



<p>Deixamos aqui a consequência desse comportamento por parte das forças policias bem como o relato de uma detenção nesse mesmo dia</p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="720" height="1280" data-id="229727" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/D783D092-8FB9-4E8B-95A1-274A1272F076.jpg" alt="" class="wp-image-229727" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/D783D092-8FB9-4E8B-95A1-274A1272F076.jpg 720w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/D783D092-8FB9-4E8B-95A1-274A1272F076-169x300.jpg 169w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/D783D092-8FB9-4E8B-95A1-274A1272F076-84x150.jpg 84w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="720" height="1280" data-id="229729" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/BA178FFF-989D-4608-9AD5-4671643C1835.jpg" alt="" class="wp-image-229729" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/BA178FFF-989D-4608-9AD5-4671643C1835.jpg 720w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/BA178FFF-989D-4608-9AD5-4671643C1835-169x300.jpg 169w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/BA178FFF-989D-4608-9AD5-4671643C1835-84x150.jpg 84w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /></figure>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="700" height="1400" data-id="229733" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/7BBBE400-4E25-4A4A-ABC9-E6881F2CAB18-700x1400.jpg" alt="" class="wp-image-229733" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/7BBBE400-4E25-4A4A-ABC9-E6881F2CAB18-700x1400.jpg 700w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/7BBBE400-4E25-4A4A-ABC9-E6881F2CAB18-150x300.jpg 150w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/7BBBE400-4E25-4A4A-ABC9-E6881F2CAB18-75x150.jpg 75w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/7BBBE400-4E25-4A4A-ABC9-E6881F2CAB18.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="700" height="1400" data-id="229736" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/257AC105-91B2-40CD-9EFC-FE2ED477D3FF-700x1400.jpg" alt="" class="wp-image-229736" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/257AC105-91B2-40CD-9EFC-FE2ED477D3FF-700x1400.jpg 700w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/257AC105-91B2-40CD-9EFC-FE2ED477D3FF-150x300.jpg 150w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/257AC105-91B2-40CD-9EFC-FE2ED477D3FF-75x150.jpg 75w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/257AC105-91B2-40CD-9EFC-FE2ED477D3FF.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="700" height="1400" data-id="229735" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/FF154553-DAD7-436A-A987-4DDD9732F1D5-700x1400.jpg" alt="" class="wp-image-229735" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/FF154553-DAD7-436A-A987-4DDD9732F1D5-700x1400.jpg 700w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/FF154553-DAD7-436A-A987-4DDD9732F1D5-150x300.jpg 150w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/FF154553-DAD7-436A-A987-4DDD9732F1D5-75x150.jpg 75w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/FF154553-DAD7-436A-A987-4DDD9732F1D5.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="720" height="876" data-id="229737" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/12102F4C-64A7-4952-8198-4C57B8F583A9.jpg" alt="" class="wp-image-229737" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/12102F4C-64A7-4952-8198-4C57B8F583A9.jpg 720w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/12102F4C-64A7-4952-8198-4C57B8F583A9-247x300.jpg 247w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/12/12102F4C-64A7-4952-8198-4C57B8F583A9-123x150.jpg 123w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /></figure>



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<p></p>



<h2 class="wp-block-heading">Porque é importante não esquecer deixamos aqui 2 vídeos tanto dos 226 de Bela flor como da  Greve Geral de 2012.</h2>



<p></p>



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<span class="embed-privacy-url"><a href="https://youtu.be/Wz9VgXB9zLQ?si=lN1S3zOcz2Vg-mOz">Open embedded content from YouTube</a></span>
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<span class="embed-privacy-url"><a href="https://youtu.be/QMp3unIEs3c?si=lokSEyTH_oinUOyn">Open embedded content from YouTube</a></span>
</div></figure>



<p></p>



<p>Pela soberania da informação, junta-te a nós ou envia-nos o que se passa na tua rua para ptrevolutiontv@gmail.com</p>



<p></p>
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		<title>Participa na indymedia.pt!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Nov 2025 06:02:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[AltPT]]></category>
		<category><![CDATA[Indymedia]]></category>
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					<description><![CDATA[O que é a indymedia? A rede indymedia nasceu há 25 anos durante as revoltas de Seattle contra a Organização Mundial do Comércio. Desde aí, centenas de websites locais e nacionais foram formados em todo o mundo. Os conteúdos são publicados pelos utilizadores do website, jornalistas cidadãos e coletivos de media independente, de forma livre [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O que é a indymedia?</strong></p>
<p>A rede indymedia nasceu há 25 anos durante as revoltas de Seattle contra a Organização Mundial do Comércio. Desde aí, centenas de websites locais e nacionais foram formados em todo o mundo. Os conteúdos são publicados pelos utilizadores do website, jornalistas cidadãos e coletivos de media independente, de forma livre e voluntária.</p>
<p><strong>Quem publica na indymedia?</strong></p>
<p>Qualquer pessoa pode publicar na indymedia, instantâneamente e de forma livre, através do formulário de publicação. A publicação é anónima e o website não guarda quaisquer informações sobre os utilizadores.</p>
<p><strong>Porquê publicar na Indymedia.pt?</strong></p>
<p>O centro de media independente é um projecto livre, sem qualquer financiamento, e gratuito, que pretende fornecer às comunidades um espaço digital alternativo e seguro para difusão de notícias, comentários e informações.</p>
<p>A indymedia é uma forma de luta ativa pela liberdade de expressão e de acesso à informação sem barreiras e procura ser um espaço digital universalmente acessível e inclusivo.</p>
<p><strong>Porquê a indymedia e não outras redes sociais?</strong></p>
<p>A maioria das redes sociais são privativas, extraem dados dos utilizadores, e apresentam graves problemas de privacidade de dados. O website indymedia não tem cookies, não guarda metadados e é feito com software livre. É mantido por um coletivo de voluntários que se auto organizam livremente, e sem ânimo de lucro. A indymedia é uma solução para combater a &#8220;morte&#8221; da internet e para fortalecer e apoiar as lutas revolucionárias e os movimentos sociais, através da difusão livre e gratuita de informação alternativa.</p>
<p><strong>Porque a indymedia hoje em dia?</strong></p>
<p>Grande parte dos coletivos indymedia foram perseguidos pelo estado e pela polícia ao longo dos últimos 25 anos. Servidores foram confiscados e algumas pessoas foram presas simplesmente por apoiar a manutenção deste projecto independente e anti-autoritário. No Japão, Alemanha e outros lugares, a indymedia foi ilegalizada. Em França, Alemanha, Grécia e outros lugares, coletivos da indymedia sofreram forte repressão policial e ataques no sentido de impossibilitar a manutenção dos websites. Acreditamos que manter a indymedia online é um ato de resistência contra o autoritarismo, a censura e a repressão.</p>
<p><strong>Uma nota sobre os ultimos anos:</strong><br />
<strong>Após várias discussões sobre se devemos ou não moderar o website</strong></p>
<p>Algumas publicações foram apagadas (censuradas) pela equipa de moderação por conterem conteúdos polémicos. Queremos dirigir um pedido de desculpas às pessoas afetadas, e estabelecer um compromisso coletivo para com a liberdade de expressão de tod@s nos movimentos sociais e espaços libertários.</p>
<p>Após um período de reflexão coletiva, e no espírito combativo e de compromisso para com a liberdade de expressão de tod@s, o website não irá mais ser moderado no sentido de apagar opiniões ou comentários. Este é um compromisso coletivo que deverá ser defendido ativamente.</p>
<p>Pedimos que nos ajudem e apoiem neste projecto, no sentido de tomar melhores decisões coletivas e defender a liberdade de expressão.</p>
<p>Caso encontrem conteúdos problemáticos no website, podem dirigir questões para a mailinglist.</p>
<p><strong>Participa no Centro de Media Independente:</strong></p>
<p>A melhor forma de participar no IMC &#8211; PT é publicares as tuas notícias no website indymedia.pt<br />
Se quiseres apoiar este projecto, contacta-nos na mailinglist: indymedia-portugal@lists.riseup.net</p>
<p>Partilha!<br />
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		<title>¡9.764 días de guerra contra Venezuela!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Oct 2025 18:56:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guerra e Paz]]></category>
		<category><![CDATA[AltPT]]></category>
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					<description><![CDATA[El ataque del gobierno de los Estados Unidos de América (EE. UU.) contra Venezuela no es nuevo, se desató en el momento que el candidato Hugo Chávez tomó el poder el 2 de febrero de 1999. Tuvieron, en ese momento, la esperanza de cooptarlo, de domarlo, sin embargo ya para diciembre de 2001 estaban seguros [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="western" align="left">El ataque del gobierno de los Estados Unidos de América (EE. UU.) contra Venezuela no es nuevo, se desató en el momento que el candidato Hugo Chávez tomó el poder el 2 de febrero de 1999. Tuvieron, en ese momento, la esperanza de cooptarlo, de domarlo, sin embargo ya para diciembre de 2001 estaban seguros de no poder lograr esos objetivos, y pasaron a un formato, más clásico, de golpe de estado. Utilizando la prensa nacional e internacional y una camarilla de felones a lo interno del estamento militar, lograron derrocarle el 11 de abril de 2002, pero el pueblo en la calle, junto a los militares patriotas y leales lo rescataron y lo restituyeron en la presidencia en tan solo 48 horas!</p>
<p class="western" align="left">Luego activaron células malignas, anti-nacionales y traidoras dentro de la industria petrolera, desatando lo que llamaron el “paro petrolero”, que logró detener buena parte de la economía nacional y generó gravísimas perdidas financieras al país. Sin embargo, esto le permitió a la Revolución Bolivariana, en contra golpe, extirpar el tumor de Petróleos de Venezuela y poner la principal empresa del país al servicio de la Nación.</p>
<p class="western" align="left">El ataque continuaba de diversas maneras: uso permanente de tácticas de guerra comunicacional y de guerra psicológica; sabotajes a las empresas de generación y distribución de electricidad, hídricas, petroquímica, del hierro, del aluminio, y en la propia industria petrolera; infiltración de paramilitares con el objetivo de atacar el Palacio presidencial y asesinar al presidente; ataque permanente en el ámbito diplomático; fuga de divisas por empresarios que encontraron mecanismos para burlar los controles cambiarios y logran apropiarse, de manera fraudulenta, de parte importante de la renta petrolera, haciendo un grave daño a la economía nacional, todo lo cual convertía la agresión en una guerra híbrida, una guerra multifactorial del imperialismo y sus siervos locales contra todo el pueblo venezolano.</p>
<p class="western" align="left">Por otro lado, la recomposición de la OPEP, lograda por el comandante Chávez tras la gira por sus países miembros y la II Cumbre de la OPEP en el año 2000, permite establecer el sistema de bandas que consigue un precio estable y justo para el petróleo, lo que permitió un gran beneficio para el pueblo venezolano y los pueblos de los países productores. El presidente Chávez democratiza la renta petrolera y logra activar con la ayuda del comandante Fidel Castro y el pueblo de Cuba las Misiones de salud, educativas, de vivienda, de deporte, cultura y otras, aminorando de manera importante la pobreza heredada, logrando bienestar para toda la sociedad.</p>
<p class="western" align="left">La derrota del ALCA en Mar del Plata, en presencia de G. W. Bush es una de las espinas que hace que el imperialismo yankee chille de dolor y cólera todos los días, su plan de dominación plena en el continente se vino abajo y se quebró para siempre. Chávez y Kirchner fueron los principales artífices de esta profunda derrota del imperio, nada más y nada menos, que en lo que consideraban su patio trasero.</p>
<p class="western" align="left">El presidente Chávez también crea <i>Petro Caribe</i> que prestará una gran ayuda a los pueblos del Caribe y Centro América, incluyendo a nuestra hermana República de Cuba; colabora con la República Argentina en la cancelación de su deuda mortal con el Fondo Monetario Internacional y coadyuva de manera importante con la primera <i>oleada</i> de gobiernos progresistas que triunfan por toda Latinoamérica trayendo grandes beneficios a los pueblos del continente.</p>
<p class="western" align="left">Después de 15 años de continua y difusa guerra híbrida contra la Revolución y el artero ataque a la vida del comandante Chávez, el imperio y sus secuaces locales esperaban la derrota electoral de las fuerzas revolucionarias. Más el resultado fue contundente, el Pueblo eligió de manera “plena, como la luna llena”, al candidato designado por el presidente Chávez, Nicolás Maduro Moros, y derrotó, una vez más, al gobierno yankee y sus lacayos.</p>
<p class="western" align="left">No aceptaron la derrota y de inmediato empezaron ataques violentos, dejando decenas de víctimas e iniciaron una sucia y cruel guerra económica contra toda la población, desapareciendo los alimentos, medicamentos, activando el contrabando de extracción, con la gasolina al frente, atacando la divisa y tratando de desaparecer el cono monetario, entre muchas otras acciones de desestabilización.</p>
<p class="western" align="left">Por su parte en marzo de 2015, el imperio daba otra vuelta al nudo. El engendro, premio Nobel Barak Obama firma una Orden Ejecutiva, en la cual acusa a Venezuela de ser “una amenaza inusual y extraordinaria contra la seguridad nacional y la política exterior de los Estados Unidos de Norte América”, escalando de inmediato la violencia de su ataque y abriendo la puerta a una serie de ilegales, injustas e inhumanas medidas coercitivas unilaterales en contra e nuestras instituciones, de nuestros líderes y de nuestra principal fuente de ingresos, Petróleos de Venezuela, afectando de esta manera a todo el pueblo venezolano. Los ingresos caen en más de un 95 % , lo que agrava drásticamente la crisis económica generada artificialmente que mencionamos anteriormente.</p>
<p class="western" align="left">La oposición obtiene un triunfo electoral basado en los efectos de la guerra desatada, sobre todo en su componente económico y logra la mayoría en la Asamblea Nacional. La oposición, con el estímulo explícito del gobierno estadounidense, violando todas las normas y principios democráticos, se envalentona nuevamente y reinicia la violencia callejera, principalmente en las zonas citadinas en que se siente más fuerte, con la intensión, una vez más, de derrocar al presidente Maduro y exterminar a los bolivarianos y la Revolución Bolivariana. Pero, de nuevo, serán derrotados con medios constitucionales y legales: el presidente Maduro convoca un proceso Constituyente y logra, en pocos días, detener las guarimbas y fortalecer la democracia participativa y protagónica, desembocando en un nuevo triunfo electoral, que reelige al presidente Maduro para el período 2019-2025.</p>
<p class="western" align="left">Trump durante todo su primer gobierno amenazó, vociferó y mantuvo “todas las opciones sobre la mesa”, violando la Carta de las Naciones Unidas, que prohíbe expresamente el uso de la amenaza y exige respeto a la autodeterminación de los pueblos. Su subnormalidad llegó al extremo de pretender imponer al pueblo venezolano, desde una plaza pública, un gobierno gaseoso, inexistente, con un fantoche al frente, que lo único que logró fue enriquecerse él y su camarilla con el robo de los activos de la República en el exterior. Los esfuerzos hechos por la CIA, usando al títere como mampara, para invadir el país, asesinar al presidente o dejar al país sin electricidad fallaron estrepitosamente.</p>
<p class="western" align="left">Con Biden a cargo, el gobierno estadounidense mantuvo la estupidez de reconocer un gobierno inexistente. Incremento las medidas coercitivas unilaterales, dando continuidad a la estrategia imperialista de pretender estrangular al pueblo venezolano. Como ninguno de los planes antidemocráticos aplicados ha funcionado, deciden disfrazarse de democratas y después de generar tanta violencia y muerte se les permite lanzarse al proceso electoral presidencial que se planifica para el 28 de julio de 2024, en el cual resulta reelecto el presidente Maduro para el período 2025 – 2031. Como era de esperarse, de nuevo la oposición grito fraude sin presentar ninguna prueba, como ha hecho en los 32 procesos electorales que ha perdido en los últimos 26 años. Su norma ha sido clara, solo son válidos los resultados de un proceso electoral si ellos ganan la elección, en caso contrario es un fraude.</p>
<p class="western" align="left">Esta dura guerra multiforme, híbrida que hemos combatido desde Venezuela, con el pueblo a la cabeza, liderado primero por el Comandante Eterno Hugo Chávez y posteriormente por el Presidente Obrero Nicolás Maduro ha dejado grandes experiencias que permitieron enfrentar y vencer la mayoría de las batallas confrontadas: incremento sustancial en la producción de alimentos, cuasi logrando la soberanía alimentaria; el aumento de las capacidades nacionales para sustituir, con ingenio y esfuerzo nacional, importaciones que inciden de manera importante en nuestra industria petrolera y muchas otras; la ampliación y diversificación de nuestros proveedores y mercados de exportación; la consolidación de la unidad cívico-militar-policial garantizando la seguridad y defensa de la Nación; la capacidad de organizarnos territorialmente con nuestras Comunas y Consejos Comunales, avanzando en el autogobierno y la productividad comunal; el robustecimiento de nuestras estructuras políticas, principalmente el PSUV; la profundización y expansión de las relaciones con países hermanos, como China, Rusia, Irán, India, Belarús, Sudáfrica, Turkiye y muchos más; la consolidación y fortalecimiento del ALBA-TCP y sus mecanismos de unión y hermanamiento; estrategias macroeconómicas que han permitido la estabilización y el crecimiento económico del país; y por sobre todo la claridad política, que ha permitido a la Revolución y al presidente Maduro permanecer leales al pueblo y al comandante Chávez y mantener la soberanía y la independencia como principal línea estratégica.</p>
<p class="western" align="left">El reelecto presidente Donald Trump asumió una postura sumamente hostil hacia Venezuela desde antes del inicio de su mandato. Viene con la intensión de reimplantar la Doctrina Monroe para América Latina y el Caribe y la necesidad de mantener la unipolaridad, pero gústele o no a él y al occidente colectivo el mundo cambió y por ende fracasará en ambos cometidos. Ha demostrado que se comportará como lo que le gusta ser: el “malandrín” que abusa de su posición de poder circunstancial, hambriento de riqueza fácil y mal habida. Coautor junto al sionismo de genocidio, colaborador junto al resto de las estructuras del Estado y del Ejército de los EE. UU., del asesinato de decenas de miles de niños palestinos, de decenas de miles de mujeres palestinas.</p>
<p class="western" align="left">El objetivo del imperialismo es el saqueo de la riquezas naturales de los pueblos. En el caso venezolano es obvio que petroleo, oro, bauxita, coltan, agua, biodiversidad y otras de nuestras riquezas son el blanco principal de su avaricia. Tener gobernantes dóciles y arrastrados a sus designios es parte de su panacea, premian a quienes facilitan y allanan el camino de su doctrina del “patio trasero”, la de “América para los (norte) americanos”.</p>
<p class="western" align="left">Históricamente han derrocado gobiernos o asesinado a los líderes que se han opuesto a sus intereses y pretenden seguir haciéndolo bajo cualquier excusa. Ignoran leyes que ellos mismos ayudaron a construir, obvian a los pueblos que han despertado y dejan de ver la nueva realidad geopolítica de la multipolaridad.</p>
<p class="western" align="left">Es vergonzoso que un país poderoso tenga que recurrir a mentiras, falacias y engaños para combatir a sus adversarios, para satisfacer sus deseos de continuar siendo el líder de un hipotético mundo unipolar. Con la voladura del Acorazado Maine EE. UU. se apropió de Hawai y Guam, hizo inmenso daño en Filipinas y Cuba y mantiene colonizado Puerto Rico; con el “incidente” del Golfo de Tonkin empezó una guerra de agresión contra Vietnam, causando un daño incalculable al pueblo vietnamita y saliendo, 10 años después, derrotado de esa heroica tierra; acusaron, falsamente, en las Naciones Unidas (NN. UU.) a Irak de tener “armas de destrucción masiva”, la destruyeron, mataron a cerca de un millón de iraquíes y a su presidente, Sadam Husein, saliendo impunes y derrotados; igual en Yugoslavia, Libia, Afganistán, Somalia y pare de contar.</p>
<p class="western" align="left">Ahora acusan al presidente Maduro y otros líderes de la Revolución, de ser narcotraficantes, ponen precios a sus cabezas y agreden a todo un pueblo. Con un falso relato, desmontado por los informes de la Oficina de Drogas y Crimen de las NN. UU. (UNODC, según sus siglas en inglés), que demuestran que más del 85 % de la droga que llega a EE. UU. lo hace por el Océano Pacífico, 10 % por el Caribe colombiano y un 5 % por otras rutas, incluyendo el paso por Venezuela; los informes de la propia DEA y de expertos en el tema describen realidades muy similares. Sin embargo, el gobierno de EE. UU. y su presidente vociferan falsedades grotescas, hacen uso de la fuerza y asesinan extrajudicialmente gente en el Caribe, violando descaradamente la Carta Fundacional de las NN. UU. y muchas otras leyes internacionales, demostrando fehacientemente su desprecio por los pueblos del mundo.</p>
<p class="western" align="left">
Envían una flota de varios acorazados, destructores, bombarderos, naves de desembarco y un submarino nuclear para amenazar y asesinar pescadores en pequeños botes artesanales, los cuales nunca podrían cruzar el Mar Caribe para arribar a costas de EE. UU. Han asesinado, hasta donde se sabe, ecuatorianos, colombianos, trinitarios y venezolanos, sin proceso judicial de ningún tipo, lo que los convierte en asesinatos extrajudiciales, calificados como crímenes de lesa humanidad. Pero, ¿donde están la Corte Interamericana de Derechos Humanos, la Corte Penal Internacional, el Consejo de Derechos Humanos de las NN. UU.? ¿La OEA, las NN. UU.?</p>
<p class="western" align="left">Pretender con estas acciones amedrentar y doblegar al pueblo venezolano, demuestra un total desconocimiento de su carácter y comportamiento, no es más que otra muestra de ignorancia y desprecio de las verdades históricas.</p>
<p class="western" align="left">Ya El Libertador se lo dijo a un agente gringo, John Irving, en 1818: “Parece que el intento de usted es forzarme a que alterne los insultos: No lo haré; pero si protesto a usted, que no permitiré se ultraje ni desprecie al gobierno y los derechos de Venezuela. Defendiéndolos contra la España ha desaparecido una gran parte de nuestra populación y el resto que queda ansía por merecer igual suerte. Lo mismo es para Venezuela combatir contra España que contra el mundo entero, si todo el mundo la ofende”.</p>
<p class="western" align="left">Y varios días después responde tajantemente al vil agente: “El valor y la habilidad, señor Agente, suplen con ventaja al número. ¡Infelices los hombres si estas virtudes morales no equilibrasen y aún superasen las físicas! El amo del reino más poblado sería bien pronto señor de toda la tierra. <b>Por fortuna se ha visto con frecuencia a un puñado de hombres libres vencer a imperios poderosos</b>”.</p>
<p class="western" align="left">Así somos los venezolanos, hijos de Bolívar, Manuelita, Sucre, Urdaneta, Zamora, Cipriano Castro, Fabricio Ojeda, Chávez y tantos otros y otras compatriotas quienes dieron sus vidas por la Independencia y Soberanía de la Patria. Ante el llamado del presidente Maduro a defender la Patria, millones de hombres y mujeres se apersonaron en las Plazas Bolívar de cada ciudad y pueblo de Venezuela para registrarse en la Milicia Bolivariana, el cual es un componente más de la Fuerza Armada Nacional Bolivariana (FANB) que cuenta con millones de milicianos y milicianas entrenadas. Los nuevos integrantes nos hemos venido preparando y entrenando para ocupar la trinchera que corresponda ante cualquier agresión extranjera.</p>
<p class="western" align="left">Todo el territorio, nuestro mar y cielo está custodiado y será defendido como corresponde, nuestra Constitución establece que la Defensa de la Nación es corresponsabilidad de todos: junto a Bolívar, Chávez y Maduro, la FANB, el Estado en pleno y todas y todos los compatriotas nos organizaremos junto a las Brigadas Internacionalistas para combatir y derrotar al agresor.</p>
<p class="western" align="left">¡Venceremos!</p>
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		<title>A Thousand Madleens To Gaza- Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Oct 2025 19:14:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guerra e Paz]]></category>
		<category><![CDATA[#Palestina #Palestine #ThousandMadleens]]></category>
		<category><![CDATA[AltPT]]></category>
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					<description><![CDATA[Mil barcos. Mil gestos. Mil formas de dizer basta. Enquanto governos falham, cidadãos levantam-se. 🌊 A delegação portuguesa está a formar-se — e precisa de ti. Estamos a reunir voluntáries, recursos e corações dispostos a agir. 📦 O nosso objetivo é levar ajuda humanitária a Gaza, em solidariedade com o povo palestiniano. Mas para que o barco siga, precisamos de combustível: mãos, doações e vozes. ✳️ Como podes ajudar: 1️⃣ Dá o teu apoio — cada contribuição conta. https://chuffed.org/project/153813-a-thousand-madleens-to-gaza-portugal 2️⃣ Junta-te à delegação portuguesa — todes podem participar. https://cryptpad.fr/form/#/2/form/view/XJBRBee6ahN1CEnt2GF4JZZNYrXP02wjlqb1Gz5btKI 3️⃣ Divulga &#38; partilha com todes. 💚 Os links para inscrição e fundraising estão na bio. Porque quando um gesto é bloqueado, mil outros erguem-se. Em ausência de ação, humanidade é resistência.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mil barcos. Mil gestos. Mil formas de dizer basta.<br />
Enquanto governos falham, cidadãos levantam-se.</p>
<p>🌊 A delegação portuguesa está a formar-se — e precisa de ti.<br />
Estamos a reunir voluntáries, recursos e corações dispostos a agir.</p>
<p>📦 O nosso objetivo é levar ajuda humanitária a Gaza, em solidariedade com o povo palestiniano.<br />
Mas para que o barco siga, precisamos de combustível: mãos, doações e vozes.</p>
<p>✳️ Como podes ajudar:<br />
1️⃣ Dá o teu apoio — cada contribuição conta. https://chuffed.org/project/153813-a-thousand-madleens-to-gaza-portugal<br />
2️⃣ Junta-te à delegação portuguesa — todes podem participar. https://cryptpad.fr/form/#/2/form/view/XJBRBee6ahN1CEnt2GF4JZZNYrXP02wjlqb1Gz5btKI<br />
3️⃣ Divulga &amp; partilha com todes.</p>
<p>💚 Os links para inscrição e fundraising estão na bio.<br />
Porque quando um gesto é bloqueado, mil outros erguem-se.</p>
<p>Em ausência de ação, humanidade é resistência.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" width="1080" height="1350" class="alignnone size-full wp-image-228888" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/photo_2025-10-24_18-53-45.jpg" alt="photo_2025-10-24_18-53-45" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/photo_2025-10-24_18-53-45.jpg 1080w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/photo_2025-10-24_18-53-45-240x300.jpg 240w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/photo_2025-10-24_18-53-45-819x1024.jpg 819w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/photo_2025-10-24_18-53-45-120x150.jpg 120w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/photo_2025-10-24_18-53-45-768x960.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /><img loading="lazy" decoding="async" width="1080" height="1350" class="alignnone size-full wp-image-228889" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/photo_2025-10-24_18-53-40.jpg" alt="photo_2025-10-24_18-53-40" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/photo_2025-10-24_18-53-40.jpg 1080w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/photo_2025-10-24_18-53-40-240x300.jpg 240w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/photo_2025-10-24_18-53-40-819x1024.jpg 819w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/photo_2025-10-24_18-53-40-120x150.jpg 120w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/photo_2025-10-24_18-53-40-768x960.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /><img loading="lazy" decoding="async" width="1080" height="1350" class="alignnone size-full wp-image-228890" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/photo_2025-10-24_18-53-35.jpg" alt="photo_2025-10-24_18-53-35" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/photo_2025-10-24_18-53-35.jpg 1080w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/photo_2025-10-24_18-53-35-240x300.jpg 240w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/photo_2025-10-24_18-53-35-819x1024.jpg 819w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/photo_2025-10-24_18-53-35-120x150.jpg 120w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/photo_2025-10-24_18-53-35-768x960.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /><img loading="lazy" decoding="async" width="1080" height="1350" class="alignnone size-full wp-image-228891" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/photo_2025-10-24_18-53-31.jpg" alt="photo_2025-10-24_18-53-31" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/photo_2025-10-24_18-53-31.jpg 1080w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/photo_2025-10-24_18-53-31-240x300.jpg 240w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/photo_2025-10-24_18-53-31-819x1024.jpg 819w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/photo_2025-10-24_18-53-31-120x150.jpg 120w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/photo_2025-10-24_18-53-31-768x960.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /><img loading="lazy" decoding="async" width="1080" height="1350" class="alignnone size-full wp-image-228892" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/photo_2025-10-24_18-53-27.jpg" alt="photo_2025-10-24_18-53-27" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/photo_2025-10-24_18-53-27.jpg 1080w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/photo_2025-10-24_18-53-27-240x300.jpg 240w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/photo_2025-10-24_18-53-27-819x1024.jpg 819w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/photo_2025-10-24_18-53-27-120x150.jpg 120w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/photo_2025-10-24_18-53-27-768x960.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /></p>
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		<title>Portugal Ofereceu Tribunais VIP às Empresas Estrangeiras?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Sep 2025 01:14:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecologia e Animais]]></category>
		<category><![CDATA[AltPT]]></category>
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					<description><![CDATA[www.plataforma-troca.org Portugal Ofereceu Tribunais VIP às Empresas Estrangeiras? 8 &#8211; 10 minutes No dia 5 de Junho, teve lugar o lançamento do número 6 da revista online, do CIDAC “Outras Economias”, dedicado ao Comércio Internacional. A TROCA encontra-se a publicar semanalmente cada um dos artigos cuja autoria envolveu os seus activistas ou feitos em colaboração. [&#8230;]]]></description>
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<div class="header"><a class="domain" href="https://www.plataforma-troca.org/portugal-ofereceu-tribunais-vip-as-empresas-estrangeiras/">www.plataforma-troca.org</a></p>
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<h1>Portugal Ofereceu Tribunais VIP às Empresas Estrangeiras?</h1>
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<hr />
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<div>
<p>No dia 5 de Junho, teve lugar o <a href="https://www.plataforma-troca.org/evento/lancamento-do-no-6-da-revista-outras-economias-do-cidac-com-a-colaboracao-da-troca/">lançamento</a> do <a href="https://outraseconomias.pt/outrasec/">número 6 da revista online, do CIDAC <b><i>“Outras Economias</i></b>”</a>, dedicado ao Comércio Internacional. A TROCA encontra-se a publicar semanalmente cada um dos artigos cuja autoria envolveu os seus activistas ou feitos em colaboração.</p>
<p>Esta semana publicamos um artigo que escrevemos sobre os Tratados Bilaterais de Investimento assinados pelo Estado português e qual a sua ligação com o sistema de litigação de investimentos (ISDS), utilizado pelas multinacionais para atacar os Estados.</p>
<h6>Tempo aproximado de leitura: 10 min</h6>
<p><strong>Os investidores estrangeiros</strong> de dezenas de países têm atualmente acesso a um sistema de justiça internacional privada extremamente controverso, a que podem recorrer para processar Portugal caso considerem que leis democraticamente aprovadas porão em causa as suas previsões de lucro. Trata-se do <strong>ISDS</strong>, sigla do inglês «<em>investor-state dispute settlement</em>» (em português, resolução de litígios entre investidor e Estado). Estes mecanismos de arbitragem internacional substituem o Direito nacional por tribunais <em>ad hoc</em>, constituídos por três advogados empresariais, e cujos procedimentos são em larga medida secretos. Por outras palavras, o ISDS é o “tribunal VIP” das grandes empresas multinacionais.</p>
<p>O Estado português sujeitou-se ao ISDS através de uma série de acordos internacionais, assinados a partir de finais dos anos 80: os <strong>tratados bilaterais de investimento</strong>, também conhecidos pela sigla inglesa BIT (<em>Bilateral Investment Treaties</em>). Estes acordos são instrumentos pelos quais dois Estados se comprometem mutuamente a garantir uma série de proteções aos investidores oriundos do outro Estado, com o propósito expresso de atrair mais investimento estrangeiro. A pedra basilar destas garantias é o ISDS: uma justiça especial privada que protege os investidores das próprias leis nacionais.</p>
<p>Apesar de o país nunca ter feito um debate sério sobre este tema, entre 1988 e 2019 Portugal assinou BITs com um total de 57 países de todo o mundo.</p>
<div>
<figure><a href="https://mlqqwnlerv17.i.optimole.com/w:1024/h:768/q:mauto/f:best/https://outraseconomias.pt/outrasec/wp-content/uploads/2025/05/Fig1.png" target="_self" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" title="Fig1" src="https://mlqqwnlerv17.i.optimole.com/w:1024/h:768/q:mauto/f:best/https://outraseconomias.pt/outrasec/wp-content/uploads/2025/05/Fig1.png" alt="" width="1024" height="768" data-srcset="https://mlqqwnlerv17.i.optimole.com/w:1024/h:768/q:mauto/f:best/https://outraseconomias.pt/outrasec/wp-content/uploads/2025/05/Fig1.png 1024w, https://mlqqwnlerv17.i.optimole.com/w:300/h:225/q:mauto/f:best/https://outraseconomias.pt/outrasec/wp-content/uploads/2025/05/Fig1.png 300w, https://mlqqwnlerv17.i.optimole.com/w:768/h:576/q:mauto/f:best/https://outraseconomias.pt/outrasec/wp-content/uploads/2025/05/Fig1.png 768w" data-opt-id="1928630322" data-opt-lazy-loaded="false" data-src="https://mlqqwnlerv17.i.optimole.com/w:1024/h:768/q:mauto/f:best/https://outraseconomias.pt/outrasec/wp-content/uploads/2025/05/Fig1.png" data-sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></figure>
</div>
<p>No entanto, o número total de BITs assinados ascende a 61, porque os acordos bilaterais com a China (1992), Tunísia (1992), Argélia (1994) e Angola (1997) foram substituídos por versões atualizadas, durante a década de 2000. Para além destes quatro tratados, há outros doze que deixaram recentemente de estar em vigor:</p>
<p>• Os onze BITs que Portugal tinha com outros Estados-Membros da União Europeia foram rescindidos através do «Acordo de Cessação», um acordo multilateral assinado em 2020 entre 23 países da UE; dois anos antes, o Tribunal de Justiça da União Europeia tinha declarado que o ISDS entre Estados-Membros era incompatível com a lei europeia, o que representa uma vitória importante para o Estado de Direito democrático.</p>
<p>• A Índia retirou-se em 2017 do seu BIT com Portugal. Não foi o único acordo denunciado por este país: depois de sofrer uma vaga de casos ISDS iniciados por investidores estrangeiros, a Índia pôs fim a mais de 70 tratados de investimento que tinha em vigor.<br />
Vários outros BITs assinados por Portugal nunca chegaram a ser aprovados, por não terem sido ratificados por, pelo menos, uma das partes, ou seja, pelo menos um dos países não concluiu os procedimentos internos necessários para a entrada em vigor do acordo. Entre outros, este é o caso do Brasil, que apesar de ter assinado vários tratados de investimento, acabou por preferir não se submeter ao ISDS. Essa decisão não parece ter afetado negativamente o Brasil, que é atualmente um dos países com maior investimento estrangeiro.</p>
<p><strong>Em suma, do total de 61 BITs assinados por Portugal, apenas 35 estão atualmente em vigor.</strong> Com exceção de um caso particular – o BIT Portugal-Marrocos (1988), que curiosamente não inclui ISDS – <strong>são estes os tratados que expõem Portugal à ameaça de tribunais arbitrais privados.</strong></p>
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<figure><a href="https://mlqqwnlerv17.i.optimole.com/w:1024/h:768/q:mauto/f:best/https://outraseconomias.pt/outrasec/wp-content/uploads/2025/05/Fig2.png" target="_self" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" title="Fig2" src="https://mlqqwnlerv17.i.optimole.com/w:1024/h:768/q:mauto/f:best/https://outraseconomias.pt/outrasec/wp-content/uploads/2025/05/Fig2.png" alt="" width="599" height="449" data-srcset="https://mlqqwnlerv17.i.optimole.com/w:1024/h:768/q:mauto/f:best/https://outraseconomias.pt/outrasec/wp-content/uploads/2025/05/Fig2.png 1024w, https://mlqqwnlerv17.i.optimole.com/w:300/h:225/q:mauto/f:best/https://outraseconomias.pt/outrasec/wp-content/uploads/2025/05/Fig2.png 300w, https://mlqqwnlerv17.i.optimole.com/w:768/h:576/q:mauto/f:best/https://outraseconomias.pt/outrasec/wp-content/uploads/2025/05/Fig2.png 768w" data-opt-id="349959451" data-opt-lazy-loaded="false" data-src="https://mlqqwnlerv17.i.optimole.com/w:1024/h:768/q:mauto/f:best/https://outraseconomias.pt/outrasec/wp-content/uploads/2025/05/Fig2.png" data-sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></figure>
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<figure><a href="https://mlqqwnlerv17.i.optimole.com/w:1024/h:768/q:mauto/f:best/https://outraseconomias.pt/outrasec/wp-content/uploads/2025/05/Fig3.png" target="_self" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" title="Fig3" src="https://mlqqwnlerv17.i.optimole.com/w:555/h:416/q:mauto/f:best/https://outraseconomias.pt/outrasec/wp-content/uploads/2025/05/Fig3.png" alt="" width="651" height="488" data-opt-id="558100696" data-opt-="" data-opt-lazy-loaded="true" data-opt-optimized-width="555" data-opt-optimized-height="416" data-src="https://mlqqwnlerv17.i.optimole.com/w:555/h:416/q:mauto/f:best/https://outraseconomias.pt/outrasec/wp-content/uploads/2025/05/Fig3.png" /></a></figure>
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<p><strong>Os 34 BITs que atualmente estão em vigor e contêm ISDS foram assinados entre 1990 e 2011:</strong> todos os governos portugueses durante esse período de duas décadas são responsáveis pela assinatura de pelo menos um destes tratados, sendo que os executivos com maior número de BITs assinados são os de António Guterres (14) e Aníbal Cavaco Silva (9).</p>
<p>Em particular, a maior parte dos tratados que hoje sujeitam Portugal ao ISDS foi assinada no virar do milénio.</p>
<p>Um aspeto extremamente problemático dos BITs portugueses é o facto de incluírem as chamadas <strong>“cláusulas zombie”</strong>, através das quais os tratados continuam em vigor durante um grande número de anos após a sua rescisão, para dar previsibilidade aos investidores. Na prática, isto significa que, mesmo que Portugal denuncie todos os seus BITs (por exemplo, por pressão dos eleitores e da sociedade civil sobre os decisores políticos), <strong>os investidores continuarão protegidos pelos seus “tribunais VIP” durante décadas: nalguns tratados, a “cláusula zombie” chega mesmo a abranger 15 ou 20 anos.</strong></p>
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<figure><a href="https://mlqqwnlerv17.i.optimole.com/w:1024/h:768/q:mauto/f:best/https://outraseconomias.pt/outrasec/wp-content/uploads/2025/05/Fig4.png" target="_self" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" title="Fig4" src="https://mlqqwnlerv17.i.optimole.com/w:555/h:416/q:mauto/f:best/https://outraseconomias.pt/outrasec/wp-content/uploads/2025/05/Fig4.png" alt="" width="708" height="531" data-opt-id="1714368499" data-opt-="" data-opt-lazy-loaded="true" data-opt-optimized-width="555" data-opt-optimized-height="416" data-src="https://mlqqwnlerv17.i.optimole.com/w:555/h:416/q:mauto/f:best/https://outraseconomias.pt/outrasec/wp-content/uploads/2025/05/Fig4.png" /></a></figure>
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<h6>Portugal enfrenta, desde 2022, o seu primeiro caso ISDS publicamente conhecido, através do BIT Portugal-Ilhas Maurícias.</h6>
<p>O <a href="https://outraseconomias.pt/outrasec/isds-em-portugal-bd/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>processo</strong></a> está relacionado com a liquidação do BES (Banco Espírito Santo), e é movido por três <em>offshores</em> mauricianas de dois <strong>«fundos-abutre»</strong> norte-americanos. Este tipo de fundos de investimento especializa-se em comprar dívida de empresas à beira da falência, ou de Estados em dificuldade financeira; em muitos casos, como os credores têm uma expectativa baixa de reaver o seu dinheiro (por exemplo, 100 milhões), vendem-no a baixo preço aos “abutres” (por exemplo, 20 milhões) que detêm uma capacidade de litigação muito maior, e vão depois, por sua vez, tentar exigir em tribunal o pagamento total dessa dívida, para lucrar com a diferença relativamente ao valor de compra (ou seja, no nosso exemplo, lucrariam 80 milhões). <strong>Os fundos que agora estão a processar Portugal terão comprado dívida do BES a baixo preço, em 2014, e agora procuram lucrar à custa de processos judiciais contra o Estado Português.</strong></p>
<p>Mas importa também não esquecer o <strong>impacto que os BITs portugueses têm nos países co-signatários</strong>. Desde 2011, ao abrigo destes tratados, o centro de arbitragem do Banco Mundial registou sete casos ISDS iniciados por investidores portugueses contra outros países, a maioria dos quais pertencentes ao chamado Sul Global. Estes casos decorrem, claro está, à margem das leis nacionais desses Estados, interferindo com a sua soberania e direito de regulação, e exigindo montantes financeiros astronómicos que tão necessários seriam para as populações desses países.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" title="quadro" src="https://mlqqwnlerv17.i.optimole.com/w:1069/h:424/q:mauto/f:best/https://outraseconomias.pt/outrasec/wp-content/uploads/2025/05/quadro.jpg" alt="" width="1069" height="424" data-opt-id="1774053545" data-opt-="" data-opt-lazy-loaded="true" data-opt-optimized-width="1069" data-opt-optimized-height="424" data-src="https://mlqqwnlerv17.i.optimole.com/w:1069/h:424/q:mauto/f:best/https://outraseconomias.pt/outrasec/wp-content/uploads/2025/05/quadro.jpg" /></p>
<p class="wp-caption-text">Fonte: UNCTAD</p>
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<p>Ora, é precisamente no Sul Global que as <strong>alternativas à arbitragem internacional</strong> se têm vindo a afirmar nos últimos anos. Para além dos exemplos, acima citados, do Brasil e da Índia, importa referir o Equador e a Bolívia como exemplos de Estados que rejeitaram liminarmente o ISDS. Estes países não só rescindiram todos os BITs que tinham em vigor, como introduziram nas suas Constituições artigos que proíbem a adesão a quaisquer acordos que incluam cláusulas ISDS. Também a África do Sul, a partir de 2013, se retirou de vários BITs, depois de ter sido alvo de um processo ISDS <sup>1</sup> a propósito de uma lei que pretendia colmatar as desigualdades resultantes de décadas de segregação racial sob o regime do <em>Apartheid</em>.</p>
<p>A experiência destes países é representativa de um momento de viragem global: um pouco por todo o mundo, os povos começam a dar-se conta de que as suas relações comerciais não têm de estar dependentes de um sistema de justiça secreta que concede benefícios especiais às multinacionais.</p>
<p><strong>A decisão que Portugal terá de enfrentar é portanto esta: vai optar pela democracia e o Estado de Direito, ou por 34 tratados que oferecem tribunais VIP às empresas estrangeiras?</strong></p>
<p><strong><sup>1 </sup></strong>Caso Piero Foresti, Laura de Carli <em>vs</em> República da África do Sul.</p>
<h2>Para saber mais</h2>
<p>Sobre fundos “abutres” norte-americanos:<br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=g3xMUeATdIE" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Greg Palast Exposes How U.S. “Vulture” Funds Make Millions By Exploiting African Nations</strong></a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=UIU0l3ZjS_8" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Palast’s Hunt for the GOP’s Billionaire Vulture</strong></a></p>
<p>Artigo publicado originalmente na <a href="https://outraseconomias.pt/outrasec/portugal-ofereceu-tribunais-vip-as-empresas-estrangeiras/"><em>Outras Economias</em></a>.</p>
<p>2 Set 2025 | <a href="https://www.plataforma-troca.org/category/comercio-toxico/sistemas-de-resolucao-de-litigios/caso-bes/" rel="category tag">Caso BES</a>, <a href="https://www.plataforma-troca.org/category/imprensa-2/" rel="category tag">Imprensa</a>, <a href="https://www.plataforma-troca.org/category/comercio-toxico/sistemas-de-resolucao-de-litigios/" rel="category tag">Sistemas de resolução de litígios</a><br />
TAGS: <a href="https://www.plataforma-troca.org/tag/bits-%e2%80%90-bilateral-investment-treaties/" rel="tag">BITs ‐ Bilateral Investment Treaties</a>, <a href="https://www.plataforma-troca.org/tag/portugal/" rel="tag">Portugal</a>, <a href="https://www.plataforma-troca.org/tag/stop-isds/" rel="tag">Stop-ISDS</a></p>
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		<title>Sumud Flotilla: embarcação com bandeira Portuguesa foi bombardeada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Sep 2025 15:48:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guerra e Paz]]></category>
		<category><![CDATA[AltPT]]></category>
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					<description><![CDATA[🚨Global Sumud Flotilla (GSF) confirma que a embarcação com bandeira Portuguesa, “Familia”, foi atingida por um drone em águas territoriais da Tunísia. ⛴️ Os seis passageiros que estavam a bordo da embarcação durante o ataque encontram-se a salvo, mas o barco sofreu danos no convés. ⁉️ Autoridades da Tunísia alegam que a explosão originou dentro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>🚨Global Sumud Flotilla (GSF) confirma que a embarcação com bandeira Portuguesa, “Familia”, foi atingida por um drone em águas territoriais da Tunísia.</p>
<p>⛴️ Os seis passageiros que estavam a bordo da embarcação durante o ataque encontram-se a salvo, mas o barco sofreu danos no convés.</p>
<p>⁉️ Autoridades da Tunísia alegam que a explosão originou dentro da embarcação, apesar de vídeos e testemunhas que indicam o contrário.</p>
<p>🇵🇹🇧🇷🇪🇺 Nesta embarcação navegavam os três ativistas portugueses que participam na flotilla, a deputada do Bloco de Esquerda Mariana Mortágua, a atriz Sofia Aparício e Miguel Duarte que se encontrava a bordo durante o ataque, assim como os brasileiros Thiago Ávila e jornalista Giovanna Vial, entre outros ativistas de renome internacional, como a Greta Thunberg e a Ada Colau.</p>
<p>🪧 Após o ataque, várias pessoas juntaram-se no porto de Tunis para protestar e expressar solidariedade, e hoje por volta das 1000hrs locais para uma conferência de imprensa da GSF.</p>
<p>💪 GSF diz que “atos de agressão com o objetivo de nos intimidar e desestabilizar a nossa missão não nos deterão” e que “a nossa missão pacífica para quebrar o cerco a Gaza e nos solidarizar com o seu povo continuará com determinação e firmeza”</p>
<p>https://t.me/letstalkpalestinept</p>
<p><span class="embed-privacy-url"><a href="https://www.madamasr.com/en/2025/09/09/news/u/what-happened-showed-the-world-what-were-dealing-with-global-sumud-flotilla-will-still-sail-to-gaza-after-drone-strikes-activist-vessel/">Open embedded content from www.madamasr.com</a></span></p>
<p>Comunicado Freedom Flotilla:</p>
<p>https://www.instagram.com/p/DOXEm8viAZO/</p>
<p><div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-226328-1" width="480" height="864" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="/wp-content/uploads/2025/09/VID-20250909-WA0005.mp4?_=1" /><a href="/wp-content/uploads/2025/09/VID-20250909-WA0005.mp4">/wp-content/uploads/2025/09/VID-20250909-WA0005.mp4</a></video></div></p>
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		<title>Protesto 20 Setembro: Contra os fogos &#8211; Deseucaliptar &#124; Descarbonizar &#124; Democratizar</title>
		<link>https://indymedia.pt/225771/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Sep 2025 11:50:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecologia e Animais]]></category>
		<category><![CDATA[AltPT]]></category>
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					<description><![CDATA[chamado para mobilização popular em defesa das nossas vidas, pelas florestas, solo, água e ar respirável]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-activitypub-oembed wp-block-embed-activitypub-oembed"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<span class="embed-privacy-url"><a href="https://eventos.coletivos.org/event/contra-os-fogos">Open embedded content from eventos.coletivos.org</a></span>
</div></figure>


<p>Deseucaliptar | Descarbonizar | Democratizar</p>
<p>protesto 20 setembro<br />**https://florestadofuturo.com/**</p>
<p>chamado para mobilização popular em defesa das nossas vidas, pelas florestas, solo, água e ar respirável</p>
<p>Instigadas pelo sofrimento das populações rurais que, em Portugal, são as mais vulneráveis perante o repetido terror dos incêndios e com o peso das centenas de pessoas mortas este verão em Portugal pela Galp, EDP, Navigator e Altri, através das ondas de calor voltamos a sair à rua em defesa das vidas de todas nós, ano após ano mais e mais ameaçadas, e por uma floresta que nos ajude a mitigar o impacto crescente das altas temperaturas e a destruição causada por um clima cada vez mais feroz e errático.</p>
<p>Fazemo-lo pelo terceiro Setembro consecutivo, juntando centenas de pessoas em várias cidades, vilas e aldeias do país – agora com concentrações por todo o mundo, no ambito da Draw The Line / Delimite em que várias organizações, povos, comunidades e lideranças indígenas, “da Amazónia ao Pacífico”, nos convocam a retomarmos as rédeas do futuro, pois a única resposta somos nós:<br />as comunidades e as pessoas.</p>
<p> </p>
<p>Fazemo-lo ainda, ou sobretudo, porque o poder político, celuloses e indústria fóssil, em sólito conluio, seguem na contra-mão do que seriam verdadeiras e urgentes políticas-de-vida: conscientes dos desafios climáticos e da pressa em interromper e superar um sistema que coloca o lucro (nunca distribuído) e a falácia do crescimento económico infinito como única possibilidade ao viver humano.</p>
<p>O resultado desta acção, voluntária e premeditada, atingiu globalmente o seu ponto crítico: turbulências económicas, catástrofes ecológicas e climáticas, instabilidades políticas, ataques violentos aos direitos humanos fundamentais, militarização e genocídios, com os ricos ficando mais ricos e influentes e os pobres mais pobres e manietados.</p>
<p> </p>
<p>Em Portugal a desgraça é congénere. Somos um país onde as populações do interior foram empurradas para o litoral, transformando grande parte do espaço rural em zonas de pilhagem. As empresas e as suas monuculturas impostas, mataram a biodiversidade e,exponenciadas pelo aquecimento global, transformam Portugal num deserto, fustigado pelos incêndios sem tréguas. Somos, em termos relativos, o país com mais área de eucalipto no mundo. Em termos absolutos, o quarto. Ao perigo da monocultura do eucalipto adiciona-se o tempo quente e seco, resultado de décadas de atividade encorajada pelo poder político e subsidiada pela indústria fóssil e da celulose. Como consequência, somos o país que mais arde na Europa. Empresas como a Navigator e Altri sequestraram para si uma fatia imensa do território e, como todos os males não travados, cresce na sua tentativa de propagação além fronteiras, como agora se assiste com o recente projecto aprovado de uma fábrica da Altri na Galiza.</p>
<p> </p>
<p>Por outro lado, a indústria da celulose e as empresas de combustíveis fósseis como a Galp e EDP fazem lucros recorde enquanto as suas emissões levam a recordes de temperatura e milhares de pessoas mortas em ondas de calor. Outros males alheios ao bem-estar de pessoas, animais e seus biomas, concorrem para a destruição sócio-ambiental do nosso território: extração de lítio, agroplantações e pecuária intensivas, o embuste que tem sido a gestão das faixas de combustível e as instalações de parques fotovoltaicos e eólicos em ecossistemas abatendo milhares e milhares de sobreiros e carvalhos &#8211; essenciais para a resiliência às alterações climáticas e absorção de emissões -, o turismo massificado, a construção civil predatória, a ascensão da extrema- direita. Todas são manifestações do crescimento capitalista a todo o custo e desmantelamento da democracia. A imposição da destruição e colapso como única opção de futuro são a captura total do poder popular pelas elites políticas e económicas, forças destruidoras da sociedade e do planeta.</p>
<p>A luta pela vida e pelo fim da destruição é uma luta pelo bem comum e por uma democracia verdadeira e não apenas estes simulacros, rituais e processos vazios que hoje se encontram no seu lugar. Cabe-nos reaver o mundo e, colectivamente, exigir e lograr um futuro justo.</p>
<p>Mais do que nunca, temos de deseucaliptar e parar as monoculturas enquanto é tempo, para construir uma verdadeira floresta do futuro &#8211; floresta autóctone e biodiversa. Essa floresta tem de ser arrancada das mãos da indústria do eucalipto e da biomassa. Temos de garantir a expulsão do eucaliptal e o controlo da monocultura do pinheiro. Para começar, é preciso erradicar 700 mil hectares de eucaliptal em Portugal. Temos de transformar a mistura explosiva de eucaliptal, pinhal e invasoras em verdadeira floresta e bosques resilientes, que aguentem o futuro mais quente, que travem o deserto e promovam uma rehabitação digna do interior do país. Tal será feito com as comunidades no centro, garantindo que quem resiste no meio rural tem fontes de rendimento<br />que lhes permita viver com dignidade.</p>
<p>Deseucaliptar</p>
<p>Atingido o ponto de ruptura total, é imperativo que nos organizemos colectivamente para uma descarbonização imediata &#8211; medida sem a qual não poderá ser travada a crise climática. Queremos garantir o fim aos fósseis até 2030, através de uma transição justa, sustentável e ecológica. Tal implicará parar já todos esses projectos alienados de qualquer ideia de futuro, como são o gasoduto no Norte de Portugal, as minas de lítio e a Fábrica da altri na Galiza tal como os consumos desnecessários e do ultra-luxo. Agirmos em comunhão com todos os povos nesta luta implicará, igualmente, 1) expulsar do Sul Global as empresas da indústria fóssil sediadas em Portugal, 2) o cancelamento da dívida dos países do Sul Global, 3) garantir que as empresas culpadas pela crise<br />climática sejam responsabilizadas pelos danos causados.</p>
<p>DESCARBONIZAR</p>
<p>Temos de tomar nas nossas mãos o rumo do planeta, recuperando o verdadeiro sentido da Democracia. Basta de imposições empresariais em conluios políticos contra os povos. É preciso construir uma sociedade em que as decisões são feitas pelas pessoas e para as pessoas, de forma colectiva, participativa e plural; em que a terra pertence às pessoas, e onde no centro estão as necessidades reais de todas as pessoas, tendo em conta as comunidades locais e justiça global. Em Portugal, precisamos um cadastro rural total que permita avançarmos para a gestão coletiva das terras abandonadas. Para isso temos de nos organizar nas nossas localidades e em rede, para agirmos lado a lado.</p>
<p>DEMOCRATIZAR</p>
<p>Organizado por: Rede Emergência Florestal / Floresta do Futuro</p>
<p>Subscrito por:</p>
<p>ADPLP &#8211; Associação de Desenvolvimento e Proteção Local<br />das Póvoas</p>
<p>Associação Intervalo de tempo &#8211; ass cultural sem fins<br />lucrativos</p>
<p>Associação PRIP</p>
<p>Casa de Gigante</p>
<p>Climáximo</p>
<p>CooLabora &#8211; Intervenção Social</p>
<p>Cova da Beira Converge</p>
<p>Fim ao Fóssil Coimbra</p>
<p>Greve Climática Estudantil Lisboa</p>
<p>Lousitânea, Liga de Amigos da Serra da Lousã</p>
<p>proTEJO &#8211; Movimento pelo Tejo</p>
<p>Reabrir a Galé</p>
<p>SOS Árvores de Braga</p>
<p>Arbor</p>
<p>Global Florest Coalition</p>
<p>ClimAção Centro</p>
<p>Um ColectivoAssociação PRIP e Cova da Beira Converge</p>
<p>MUDA (Movimento de União em Defesa das Árvores)</p>
<p>Eco-Cartaxo</p>
<p>Cova da Beira Converge</p>
<p>Associação Cultural e Ecológica Palettentheater Kollektiv</p>
<p>Contra todos estes flagelos a nossa coragem e o desafio histórico de as enfrentar. Não nos sobra alternativa além de nós mesmas. Dia 20 de Setembro, junta-te a nós em algum dos muitos locais de protesto e organização popular.</p>
<p>A Rede Emergência Florestal / Floresta do Futuro foi criada em 2022 na sequência da Caravana pela Justiça Climática, reunindo membros de dezenas de aldeias e cidades em Portugal. Une os seus membros a convergencia sobre a necessidade de mobilização social acerca de incêndios florestais em Portugal, incidindo nos três principais vértices deste tema no nosso tempo: eucaliptização, abandono e crise climática.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>“A Navigator mata pessoas através dos incêndios e continuará se não a pararmos”, acusa o Climáximo</title>
		<link>https://indymedia.pt/225769/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Sep 2025 10:26:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[AltPT]]></category>
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					<description><![CDATA[O coletivo por justiça climática fez uma ação na sede da Navigator esta manhã em Lisboa, em dia de mobilizações populares na Galiza contra os incêndios, atribuindo a responsabilidade destes às celuloses e empresas de combustíveis fósseis, e “em apoio com todas as pessoas atualmente a lutar contra as chamas com as suas mãos e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="elementor-element elementor-element-32e3909 e-flex e-con-boxed e-con e-parent e-lazyloaded" data-id="32e3909" data-element_type="container">
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<p><em>O coletivo por justiça climática fez uma ação na sede da Navigator esta manhã em Lisboa, em dia de mobilizações populares na Galiza contra os incêndios, atribuindo a responsabilidade destes às celuloses e empresas de combustíveis fósseis, e “em apoio com todas as pessoas atualmente a lutar contra as chamas com as suas mãos e corpos.”</em></p>
</div>
</div>
</div>
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<p>Esta manhã, apoiantes do Climáximo colaram na fachada da <strong>Navigator</strong> imagens alusivas aos incêndios que estão a devastar o norte e centro do país neste verão, acusando a empresa de estar “a matar, a incendiar casas e a deitar fogo à floresta, numa guerra aberta contra a humanidade e o planeta”. No mesmo dia em que várias manifestações têm lugar na Galiza contra uma “política florestal que queima os nossos montes e as nossas casas”, o coletivo reitera a necessidade de união para além fronteiras – já que o fogo e o caos climático não param com a fronteira – e união entre cidades e meio rural em Portugal. Afirmam que só através desta união popular será possível travar os ataques dos governos e empresas que, através da queima continuada e da transformação do território em eucaliptal inflamável, estão a tornar o país numa “caixa de fósforos”.</p>
<p>Leonor Canadas, apoiante do Climáximo e engenheira agrónoma, afirma que <strong>“Governos, Navigator, Altri, Galp e EDP matam e despejam todos os anos centenas de pessoas</strong>, através de ações coordenadas e conscientes para, por um lado, continuar a queimar combustíveis fósseis, levando ao aumento da temperatura, e, no caso das celuloses, transformar a floresta em eucaliptal inflamável. Tudo para manterem os seus lucros, num contexto de desigualdade cada vez maior entre os que tudo têm e todas as outras pessoas que, cada vez mais, lutam todos os dias pela sobrevivência.”</p>
<p>“Os sucessivos governos insistem em atirar-nos areia aos olhos com o aumento de medidas securitárias contra incendiários, que ignoram todo o contexto no qual estes incêndios acontecem: um contexto de colapso climático, com ondas de calor e secas cada vez mais intensas e frequentes, que, juntamente com o abandono do meio rural e a monocultura do eucalipto transformam o território numa bomba relógio que explode todos os verões,” afirma Leonor. “A indústria da celulose e as empresas de combustíveis fósseis como a Galp e EDP fazem lucros recorde enquanto as suas emissões levam a recordes de temperatura e milhares de pessoas mortas em ondas de calor: se querem criminosos, é aí que devem procurá-los.”</p>
<p>O coletivo afirma que as aldeias foram deixadas ao abandono, sem os recursos necessários para travar os fogos infernais. Apela a que todas as pessoas em Lisboa e restantes cidades mostrem que não consentem com este ataque às populações, e que se juntem ao apelo da iniciativa popular <strong>“<a href="https://florestadofuturo.com/" target="_blank" rel="noopener">Emergência Florestal – Floresta do Futuro</a>“</strong>, saíndo à rua <strong>dia 20 de Setembro</strong> para <strong>“Deseucaliptar, Descarbonizar, Democratizar”.</strong> Esta rede convocou manifestações por todo o país, dado os incêndios brutais e juntando-se à mobilização global <strong><em>Draw The Line / Delimite</em></strong> em que “várias organizações, povos, comunidades e lideranças indígenas, da Amazónia ao Pacífico, nos convocam a retomarmos as rédeas do futuro, pois a única resposta somos nós: as pessoas.”</p>
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		<title>Resposta longa a um comentário curto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Sep 2025 19:28:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Poder e Autodeterminação]]></category>
		<category><![CDATA[Repressão]]></category>
		<category><![CDATA[AltPT]]></category>
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					<description><![CDATA[A chanfrad Sobre a psiquiatria, o activismo e a crítica interna Sobre os assuntos que dão título a este texto, desta feita com uma estrutura precedente não devedora do gonzo, já correu muita tinta. Geralmente em inglês, ou inevitavelmente anglicizada, porque a pequenez completada da sociedade em geral, e dos meios activistas em particular, dita [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <em>chanfrad</em></p>
<p><strong>Sobre a psiquiatria, o activismo e a crítica interna</strong></p>
<p>Sobre os assuntos que dão título a este texto, desta feita com uma estrutura precedente não devedora do gonzo, já correu muita tinta. Geralmente em inglês, ou inevitavelmente anglicizada, porque a pequenez completada da sociedade em geral, e dos meios activistas em particular, dita que apenas o que tem sanção oficial, incluso na oficiosidade anarquista (e é sobre este meio que me costumo deter, pois que as críticas anti-esquerdistas se tornam fáceis, ultrapassadas e até por vezes tecidas de forma auto-paródica pela própria ideia e acção da esquerda), possa ter selo de respeitabilidade.<br />
A necessidade deste texto talvez seja exclusivamente minha, e não haja então por que o publicar. Julgo, no entanto, que, ao invés dos que, numa feira anarquista do livro de Lisboa, não encontraram à hora das refeições ocupação melhor que, após este tempo todo, rufiar alguém que não conhecem até à exaustão; ao invés desses não estou ainda consumido pelo cinismo obfuscado por tiradas sobre a classe operária, classe operária essa que não tem qualquer projecto em comum com a RELL.<br />
A exposição a que mais uma vez me sujeito, e as chico-espertices que terei de aturar por conseguinte, não serão para mim novidade, e daí decorre que a calmaria supostamente benevolente como a minha presença é recebida nos espaços que cada vez menos frequento é apenas ressaca da hipocrisia lacrimejante daqueles que sempre tudo fizeram para tornar espaços que deveriam ser de descoberta, encontro, erro e alegria, em espaços onde, na procura incessante de construções e destruições alternativas ao modo de vida a que sou, como outres, subjugado, não encontrei senão a imposição externa e extremamente violenta de um miserabilismo que me é por natureza alheio. Se encontrarei com isto um muro de silêncio e escárnio, admitamos que não tenho o temperamento do Júlio Henriques, como nunca o quis ter. Se escrevo em tom pessoal e desprofissionalizado, é porque não só não quero tão-pouco ser ideólogo, como tenho pendor anti-ideológico, crendo mais nos furores quotidianos que nas declarações grandiloquentes. Apesar disso, e apesar das menções que o tema do texto torna inevitáveis, está é sobretudo uma crítica contextual mas não-específica, e não um ataque pessoal a quem, pelo seu solipsismo, se vê sempre imune a ataques pessoais. Se, nas palavras de António Baião, escritas por certo entre reuniões d&#8217;A Batalha em que o Farrajota, que nunca terá a coragem de fazer justiça à sua belíssima t-shirt &#8220;<em>AutoBahn</em>&#8220;, decide sobre as maleitas de que cada qual padecerá, sou um amoral niilista cobarde, poder-se-ia dizer que, à parte a cobardia, a cobardia que leva anos a fio a remar contra a maré desta praxe macabra, tomo os epítetos com orgulho, até porque entre académicos e cartoonistas, estes são péssimos na arte de conspirar, suas tramas desfeitas por um puto estúpido contra o qual nessa mesma feira do livro se vaticinou assertivamente, como alguém supusesse que por uma vigilância massiva empreendida, entre outros, por &#8220;anarquistas&#8221;, me conhecesse de algum lado. E agora devo a uma tal de Norla Virra, que expôs a casa de apostas, que não seja possível que me enlouqueçam com o mesmo fervor impune de antes, nem que atribuam à loucura as minhas invectivas.<br />
Tão-pouco o necessitam já de fazer. O objectivo maldito foi alcançado, as minhas vitalidade e juventude foram arruinadas. É sabido o truque pelo qual me tendem a insultar de tal maneira quando me encontro fragilizado pelas torturas psiquiátricas sobre as quais nem a mais apaixonada abolicionista d&#8217;A Gralha abre a boca. Ou, se o faz, apenas para me objectificar e outrizar com seu debate académico. É curioso que, neste meio, até os insurreccionalistas, qualquer que seja a linguagem à sua disposição, são académicos. No fundo, objectificam e debatem como académicos, tendo-me como curioso estudo de caso, ou caso de estudo, sem nunca me envolverem no que me envolveria, silenciando-me com desprezo, à maneira de Zé Paivas e Caterinas de vários disfarces imputando-me falsidades para proteger delatores amigos, mobilizando opinião sem a mais mínima noção de companheirismo, como não fosse eu ser senciente, ou como tivesse eu ainda de batalhar para ter voz no meio, não bastando já a violência, a agressão, e o estigma do restante arredor social.<br />
Dirá a rainha dona Maria de Benedita, nas suas visitas turísticas às Covas do Barroso, que acabou. Fechou a casa de apostas, o que lá vai lá vai. Mas não acabou. Não acabou enquanto em toda a vida sinto a repercussão deste meio que constantemente me sabota e me devolve à alienação capitalista. Entre o &#8220;ninguém gosta de ti&#8221; e o &#8220;o pessoal está todo contigo&#8221;, ambos os preceitos são inúteis, não têm qualquer correspondente prático, porque de igual modo nunca têm as minhas aspirações em conta.<br />
E se falo na primeira pessoa, é porque entre quem rejeita a democracia representativa, ainda há muitos que são seus adeptos, rechaçando tudo e toda a iniciativa que não tenha danção colectiva. Não incorro então no solipsismo de que acuso os demais, porque o ponto de partida da minha consciência é apenas ponto de referência para quem também a tenha; e do erro e do conflito poderiam nascer coisas bonitas, e se assim não é, é porque toda a prática me é vedada com as sucessivas torturas, sobre as quais nunca esperarei uma palavra de quem quer que seja que pudesse hipoteticamente tomar para si a outrora belíssima palavra <em>companheiro</em>.<br />
&#8220;O pessoal está todo contigo&#8221;. Mas como? A fazer limpezas? A mobilizar a opinião inversa? A violar colectivamente os que me despiram? A corrigir erros? A movimentar dinheiro? Após sucessivos internamentos após os quais não tenho alternativa senão ser devolvido a uma família fascista, de uma forma infantilizante e regressiva, rompendo com qualquer dignidade e autonomia? O pessoal está todo&#8230; o quê?<br />
Dirão os leitores de Ricardo Flores Magón que as bocas eram sempre &#8220;para os outros&#8221;. Não só sei da mentira que é dizê-lo, como, e daí? Até à tortura inaugural, sempre fiz ouvidos moucos a qualquer boca, o que me incomodava e inc incomoda é ser-me vedada a prática, é que esteja sempre retido e fragilizado em hospitais porque o senhorio anarquista quer que eu endireite as costas e me faça homem, enquanto saca uns bons cobres do rapto de príncipes para A Empresa.<br />
Dirão outros que tal achincalho colectivo é apenas natural, a mera reacção comunitária a um corpo estranho que lhe é incómodo ou indesejado. Se apenas assim fosse, de novo não me incomodaria. Incomoda-me neste segundo caso não só as torturas, que aparentemente são entre os anarquistas consensualmente merecidas, nem só a repugnante casa de apostas à volta da qual construíram está maledicência; incomodam-me neste caso a co-optação (ou seja, de que isto passe por boa prática colectiva representante de um combativo meio libertário) como a instrumentalização psiquiátrica para esse fim, em que os actores podem sempre usar-se da desculpa de que o espectador apenas &#8220;ouve vozes&#8221;, de que nada é real. Isto tentam passar por crítica; mas não, a intromissão violadora da vida alheia não é &#8220;crítica&#8221;, ainda para mais quando orquestrada de maneira a que nenhuma resposta lhe seja possível, nem o teatro de cenários ou qualquer parada de solicitantes é &#8220;apoio&#8221;.<br />
São meras distanciações que me impõem ao vivente para fins macabros, uma vez que, de contrário com os textos da moda que propalam, me medem segundo a minha utilidade, ou falta dela. Fazendo de mim máquina de fazer dinheiro e a minha vida dependente de uma rede de silêncios acríticos. Aliás, decida o Sérgio Conceição que não gosta deste texto, e poderão ficar sem ouvir de mim uns tempos.<br />
Podia-se partir desta e esta merda para um sitio melhor, umas construção e destruição alternativas, com afinidades sinceras, redes de cuidados, combatividade viva, o que se faça. Do meu ponto de vista, onde tenciono travar batalha, isso torna-se difícil. Não só devido à censura e sabotagem de &#8220;anarquistas&#8221;, como devido ao seu deleite com a prisão psiquiátrica, devido à ameaça constante de tortura, mas ainda, e aqui se torna notável, à falta de reparação. Posso empreender esforços que uma ou outra pessoa reconheçam. Mas esses esforços nunca me envolverão nem terão qualquer relação com qualquer <em>justiça</em>. Daí que pouco sirva que se debata (mais um &#8220;debate&#8221;) o Flower Bomb num espaço perto de mim, se esse espaço é um entre muitos que lucraram com a minha miséria. Se além disso o espaço é sanista e hostilizante, qualquer que seja o seu discurso vigente. Se, para mais, o espaço e quem o compõe não tem qualquer solidariedade anti-psiquiátrica, além de que seja o tema da semana.<br />
Falará o António Eduardo, se chegar a este ponto no texto, de críticas &#8220;internas&#8221; e &#8220;externas&#8221;. Ao contrário deste mexeriqueiro político, não só não tenho qualquer preocupação com &#8220;entrar&#8221;, como não sou de fechar os olhos a problemas &#8220;internos&#8221;, sobretudo quando estes resultarão em mais uma exclusão desavinda. Digam agora para falar com este ou com aquele, à boa maneira caciquista, para tratar da minha saúde.</p>
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		<title>Esquizofrenia de Estado: Quando o Governo Compra Helicópteros Sem Ter Onde Pousá-los</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Sep 2025 03:48:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Poder e Autodeterminação]]></category>
		<category><![CDATA[AltPT]]></category>
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					<description><![CDATA[- Entre concursos públicos surrealistas, heliportos ilegais e a Força Aérea a salvar o dia, o Estado português revela uma impressionante capacidade para complicar o que devia ser simples: salvar vidas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal tem uma longa tradição de fazer muito com pouco. Mas quando o pouco se transforma em nada e o muito em desperdício, entramos no território da esquizofrenia institucional — onde decisões governamentais desafiam a lógica, a responsabilidade e, por vezes, até a gravidade.</p>
<p>A atribuição do serviço de helicópteros de emergência médica (SHEM) à empresa Gulf Med, sediada em Malta, é um caso de estudo. Venceu um concurso público internacional em 2024 para operar quatro helicópteros Airbus H145 até 2030. No entanto, no dia da estreia, apresentou-se com dois helicópteros, sem capacidade noturna e sem bases operacionais. O Governo, em vez de exigir responsabilidade, optou por um ajuste direto. Porque improvisar é, aparentemente, uma competência estratégica.</p>
<p>Enquanto isso, a Força Aérea Portuguesa — que não concorreu, não lucra e não se queixa — continua a garantir o serviço com helicópteros pesados e equipas médicas treinadas. Mas há um problema: muitos heliportos hospitalares não têm espaço ou certificação para receber os seus aparelhos. Dos 37 hospitais com heliportos, apenas cincos estão autorizados pela ANAC. Os restantes vivem entre obras, caducidades e processos administrativos que se arrastam como ambulâncias sem rodas.</p>
<p>A ironia é dolorosa. O Estado investe mais de 77 milhões de euros num serviço que não tem onde aterrar. É como comprar um Ferrari para circular em trilhos de cabras. E tudo isto enquanto a Força Aérea, com meios prontos e experiência comprovada, é ignorada por um Governo que parece mais preocupado em cumprir formalidades do que em salvar vidas.</p>
<p>Esta esquizofrenia de Estado não é apenas um problema logístico — é um sintoma de algo mais profundo: a desconexão entre quem governa e quem vive as consequências. O cidadão comum, que paga impostos e espera eficiência, assiste a este espetáculo com incredulidade. O Governo, por sua vez, parece acreditar que a solução para tudo é esperar que o tempo resolva. Mas o tempo, como os helicópteros, não espera por ninguém.</p>
<p>A provocação institucional aqui é clara: como é possível que um Estado que se orgulha da sua capacidade de resposta em emergências falhe tão espetacularmente naquilo que devia ser básico? Onde está a responsabilidade política? Onde está o planeamento? Onde está a vergonha?</p>
<p>Portugal merece melhor. Merece um sistema de emergência médica aéreo que funcione, heliportos que recebam aeronaves, e decisões políticas que não pareçam saídas de um guião de comédia absurda. Até lá, resta-nos a Força Aérea — e a esperança de que alguém, algures, acorde para a realidade.</p>
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