<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><?xml-stylesheet href="https://indymedia.pt/wp-content/plugins/pretty-rss-feeds/xslt/pretty-feed.xsl" type="text/xsl" media="screen" ?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Animais &#8211; indymedia.pt</title>
	<atom:link href="https://indymedia.pt/tag/animais/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://indymedia.pt</link>
	<description>Centro de Média Independente - Portugal</description>
	<lastBuildDate>Sat, 27 Sep 2025 20:55:34 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
<image>
	<url>https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/11/7BAA20C4-76F1-4BDB-B457-1302DEA0F323-150x150.png</url>
	<title>Animais &#8211; indymedia.pt</title>
	<link>https://indymedia.pt</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>ONG acusa Pingo Doce de trabalhar com fornecedores que maltratam na indústria aviária</title>
		<link>https://indymedia.pt/224976/</link>
					<comments>https://indymedia.pt/224976/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Dec 2024 01:15:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecologia e Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://indymedia.pt/?p=224976</guid>

					<description><![CDATA[A Frente Animal lançou a campanha Fim do Doce para denunciar alegados maus-tratos a galinhas por parte de fornecedores do Pingo Doce. A ONG divulgou imagens que mostram aves em condições degradantes, enquanto o supermercado refutou as acusações, afirmando realizar auditorias regulares e cumprir critérios de bem-estar animal. Apesar disso, a ONG alerta para a prevalência de práticas cruéis na indústria avícola portuguesa e exige mais transparência e mudanças éticas. A Frente Animal apela aos consumidores para que reconsiderem as suas escolhas alimentares, contribuindo para um sistema mais responsável e compassivo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A organização não-governamental (ONG) <strong>Frente Animal, numa</strong><span style="background-color: var(--wp--preset--color--contrast); color: var(--wp--preset--color--base); font-family: var(--wp--preset--font-family--authentic); font-size: var(--wp--preset--font-size--medium);"> campanha que intitulou </span><em style="background-color: var(--wp--preset--color--contrast); color: var(--wp--preset--color--base); font-family: var(--wp--preset--font-family--authentic); font-size: var(--wp--preset--font-size--medium);">Fim do Doce</em><strong><span style="background-color: var(--wp--preset--color--contrast); color: var(--wp--preset--color--base); font-family: var(--wp--preset--font-family--authentic); font-size: var(--wp--preset--font-size--medium);">, </span></strong>acusa o <strong>Pingo Doce</strong> de obter produtos de fornecedores que alegadamente maltratam os galináceos. A ONG afirma possuir imagens que mostram galinhas deformadas, aves incapazes de se mover, amontoadas entre cadáveres e manuseadas com violência, entre outros flagelos. <a class="ml-1 inline-flex h-[22px] items-center rounded-xl bg-[#f4f4f4] px-2 text-[0.5em] font-medium text-token-text-secondary dark:bg-token-main-surface-secondary relative top-[-0.094rem] !text-token-text-secondary uppercase hover:bg-token-text-primary hover:!text-token-main-surface-secondary dark:hover:bg-token-text-primary group" href="https://www.instagram.com/frenteanimalorg/reel/C-KSLbCvt9z/?locale=it&amp;utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noopener"><span class="truncate">ref</span></a></p>
<p>O <strong>Pingo Doce</strong>, no entanto, assegura que realiza auditorias regulares aos seus fornecedores, incluindo critérios de bem-estar animal, e que não foram identificadas situações como as apresentadas pela ONG. Afirmando que, durante uma reunião entre as duas entidades, terá solicitado informações específicas sobre os fornecedores em questão para conseguir investigar as alegações, mas que a ONG se recusou a fornecer mais detalhes. A empresa destacou ainda em resposta que, desde 2019, todos os ovos de marca própria vendidos nas suas lojas provêm de galinhas que não vivem enjauladas e que, inclusive, já tem em curso um processo de certificação em bem-estar animal junto dos seus fornecedores de frango. Refutou, em suma, todas as acusações de maus tratos desta ONG e advertiu que, caso a campanha que considera ser ofensiva ao seu bom nome não cesse, irá tomar medidas legais contra a <strong>Frente Animal</strong>. <a href="https://www.publico.pt/2024/12/21/p3/noticia/ong-acusa-pingo-doce-fornecedores-maltratam-galinhas-empresa-nega-2116491">ref</a></p>
<p><strong>Esta não é a primeira vez que a indústria avícola em Portugal enfrenta acusações de maus-tratos a animais. </strong>Aliás, são várias as investigações a expor que nesta indústria, por exemplo, apesar de regulamentações que obrigam a períodos e condições para o descanso dos animais, isso praticamente não acontece, o que resulta num aumento significativa da sua tormenta. <a class="ml-1 inline-flex h-[22px] items-center rounded-xl bg-[#f4f4f4] px-2 text-[0.5em] font-medium text-token-text-secondary dark:bg-token-main-surface-secondary relative top-[-0.094rem] !text-token-text-secondary uppercase hover:bg-token-text-primary hover:!text-token-main-surface-secondary dark:hover:bg-token-text-primary group" href="https://www.tiktok.com/%40abrirdeasas/video/7347334472976616737?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noopener"><span class="truncate">ref</span></a></p>
<p>Já em novembro de 2022, um fornecedor do <strong>Lidl</strong> foi publicamente acusado de manter galinhas em condições deploráveis, com aves amontoadas e a debicar cadáveres. <a class="ml-1 inline-flex h-[22px] items-center rounded-xl bg-[#f4f4f4] px-2 text-[0.5em] font-medium text-token-text-secondary dark:bg-token-main-surface-secondary relative top-[-0.094rem] !text-token-text-secondary uppercase hover:bg-token-text-primary hover:!text-token-main-surface-secondary dark:hover:bg-token-text-primary group" href="https://www.publico.pt/2022/11/01/p3/noticia/galinhas-apinhadas-debicar-cadaveres-fornecedor-lidl-acusado-maus-tratos-2026034?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noopener"><span class="truncate">ref</span></a> Mais recentemente, em Março de 2024, a equipa de investigação e reportagem <em>Prova dos Factos</em> da <strong>RTP</strong> revelou que existem diversos aviários em Portugal sob suspeita de práticas potencialmente ilegais. Contou com o apoio de um grupo de investigadores internacionais para obter acesso exclusivo a gravações de mais de 40 explorações de frango e ovos no país. E, essas imagens reveladoras que foram fornecidas à <em>Prova dos Factos,</em> resultaram numa produção que levanta sérias questões éticas e legais ao apontar para inúmeras violações do bem-estar animal e possíveis riscos à saúde dos consumidores. Também, a <strong>Associação Vegetariana Portuguesa</strong> tem trabalhado para conseguir destacar práticas que infelizmente são comuns na indústria pecuária e envolvem um sofrimento brutal dos animais, ou por eletrocussão, devido a castrações sem anestesia e outras condições de vida que não são de todo adequadas. <a class="ml-1 inline-flex h-[22px] items-center rounded-xl bg-[#f4f4f4] px-2 text-[0.5em] font-medium text-token-text-secondary dark:bg-token-main-surface-secondary relative top-[-0.094rem] !text-token-text-secondary uppercase hover:bg-token-text-primary hover:!text-token-main-surface-secondary dark:hover:bg-token-text-primary group" href="https://www.avp.org.pt/na-linha-da-morte-a-vida-dos-animais-de-producao-em-portugal/?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noopener"><span class="truncate">ref</span></a></p>
<p><strong>É efetivamente fundamental a vários níveis dar visibilidade a esses trabalhos para os consumidores estarem cada vez cientes das práticas crueis que acometem os animais nas indústrias e para passarem a considerar opções mais éticas nas suas escolhas alimentares.</strong> Obviamente, o interesse e a transparência por parte das empresas que lidam com animais, bem como o cumprimento imediato e rigoroso de todas as normas já elaborads para o bem-estar animal, são elementos basilares para se tentar garantir desde já e ao máximo possível que os produtos consumidos &#8211; ainda pra mais na sua maioria &#8211; não resultam de sofrimento.</p>
<p>Em específico, para mais informações sobre a campanha <em>Fim do Doce</em> da ONG Frente Animal, as suas investigações e como pode ajudar, visite o site <a href="http://www.fimdodoce.pt">fimdodoce.pt</a></p>


<p></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://indymedia.pt/224976/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Petição pela Abolição da Exportação de Animais Vivos por via marítima para países terceiros</title>
		<link>https://indymedia.pt/220332/</link>
					<comments>https://indymedia.pt/220332/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Mar 2024 00:11:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecologia e Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Indymedia]]></category>
		<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos dos Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Exportação de Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Libertação Animal]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Animal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://indymedia.pt/?p=220332</guid>

					<description><![CDATA[https://peticaopublica.com/?pi=PeticaoPATAV2024]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Lançamos uma nova petição! No passado, em 2019 uma petição da PATAV foi discutida na AR, acompanhada de 5 iniciativas legislativas que, infelizmente, foram chumbadas. Na próxima legislatura <strong>queremos o assunto novamente discutido na AR e, desta vez, com um desfecho diferente</strong>. 🙏<br><br>Assine e divulgue esta petição! </p>
</blockquote>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>👉 <a href="https://peticaopublica.com/?pi=PeticaoPATAV2024">https://peticaopublica.com/?pi=PeticaoPATAV2024</a></p></blockquote></figure>



<figure class="wp-block-image"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="640" height="640" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/03/WhatsApp-Image-2024-03-07-at-00.11.51-8022004.jpeg" alt="whatsapp-image-2024-03-07-at-00-11-51" class="wp-image-220858" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/03/WhatsApp-Image-2024-03-07-at-00.11.51-8022004.jpeg 640w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/03/WhatsApp-Image-2024-03-07-at-00.11.51-8022004-300x300.jpeg 300w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/03/WhatsApp-Image-2024-03-07-at-00.11.51-8022004-150x150.jpeg 150w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></figure>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>Petição pela Abolição da Exportação de Animais Vivos por via marítima para países terceiros</strong></h5>



<p>&#8220;Para: Presidente da Assembleia da República, Deputadas/os da Assembleia da República Exmo. Senhor Presidente da Assembleia da República Exmas/os. Senhoras/es Deputadas/os da Assembleia da República<br><br>Excelências,<br><br>Desde 2015 que Portugal exporta animais vivos por via marítima para países do Médio Oriente e Norte de África – só em 2023 foram exportados meio milhão de bovinos e ovinos.<br><br>Este transporte dura, em média, 9 dias, a que se soma o transporte rodoviário nacional e o utilizado em países terceiros.<br><br>Vários têm sido os registos que atestam a falta de condições em que estes animais são transportados que resvalam para problemas vários de salubridade, desidratação severa, perda de peso, cegueira, enfraquecimento, doenças, stress, lesões e até morte, agravado pelo facto de não existir médico-veterinário a bordo.<br><br>A exportação de animais vivos por via marítima afeta ecossistemas terrestres e marinhos, interfere na quantidade e qualidade dos recursos hídricos e compromete as metas de neutralidade carbónica assumidas por Portugal face à crise climática. De acordo com um estudo da associação ZERO, uma viagem entre Portugal e Israel de um navio-estábulo equivale aproximadamente a 35700 viagens Lisboa-Porto de automóvel em emissões de CO2.<br><br>Um estudo recente da Human Behaviour Change for Life comprova que os esforços para manter este negócio não beneficiam a economia nacional e prejudicam o ambiente.<br><br>A legislação europeia permite que os Estados Membros adotem medidas mais rigorosas no âmbito do bem-estar e proteção animal. Países como a Alemanha, o Luxemburgo ou a Holanda proibiram ou restringiram a exportação de animais vivos para países terceiros. Não há razão para Portugal não fazer o mesmo.<br><br>Assim, os abaixo-assinados vêm por este meio pedir à Assembleia da República que legisle no sentido de abolir a exportação de animais vivos por via marítima de Portugal para países fora da União Europeia.<br><br><a href="https://www.instagram.com/patavpt/">https://www.instagram.com/patavpt/</a></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://indymedia.pt/220332/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
