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	<title>BDS &#8211; indymedia.pt</title>
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	<description>Centro de Média Independente - Portugal</description>
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		<title>Navio com pavilhão português suspeito de transportar material militar para Israel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Nov 2025 22:41:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guerra e Paz]]></category>
		<category><![CDATA[BDS]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra]]></category>
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					<description><![CDATA[O MPPM tomou conhecimento de que o navio Holger G., com pavilhão português, estará a transportar material militar com destino a Israel. O Holger G. transportará 440 toneladas de material militar, incluindo 175 toneladas de projécteis de 155 mm, com destino às empresas israelitas Elbit Systems e IMI – Israel Military Industries. O navio Holger [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="clearfix text-formatted field field--name-body field--type-text-with-summary field--label-hidden field__item">
<p>O MPPM tomou conhecimento de que o navio Holger G., com pavilhão português, estará a transportar material militar com destino a Israel. O Holger G. transportará 440 toneladas de material militar, incluindo 175 toneladas de projécteis de 155 mm, com destino às empresas israelitas Elbit Systems e IMI – Israel Military Industries.</p>
<p>O navio Holger G. é propriedade da empresa alemã Reederei Gerdes, está registado no MAR &#8211; Registo Internacional de Navios da Madeira e tem o IMO 9995894. Partiu de Chennai, na Índia, e tem como próximo destino Port Said, no Egipto, onde deve chegar em 22 de Dezembro. Tem como destino final Haifa, Israel, com chegada prevista para 31 de Dezembro.</p>
<p>Jurisprudência internacional aceite diz que os Estados de bandeira devem exercer jurisdição e controlo sobre os seus navios, incluindo garantir o cumprimento das normas internacionais de direitos humanos e outras regras do direito internacional vinculativas para o Estado de bandeira.</p>
<p>Os Estados de bandeira são obrigados a impedir que os seus navios se envolvam em transferências de armas que possam contribuir para genocídio, crimes contra a humanidade ou outros crimes internacionais, de acordo com o UN Arms Trade Treaty (Tratado da ONU sobre Comércio de Armas).</p>
<p>As obrigações de diligência devida estendem-se às Convenções sobre Genocídio e Apartheid, obrigando os Estados de bandeira a impedir que os seus navios participem em crimes como genocídio ou apartheid.</p>
<p>Se um Estado de bandeira não responder a violações, especialmente quando tem conhecimento delas, pode ser considerado internacionalmente responsável por violar as suas obrigações de devida diligência ao abrigo da UNCLOS (Convenção das Nações Unidas sobre o Direito Marítimo) e do direito internacional em matéria de direitos humanos.</p>
<p>O MPPM reclama do governo português que, no cumprimento das suas obrigações, averigúe a carga transportada pelo navio Holger G. e proceda à imediata retirada da bandeira se se confirmar que a carga viola o direito internacional. Não é mais aceitável uma situação como a que envolveu o MV Kathrin, em Outubro de 2024, em que o governo português levou quase dois meses a agir depois de ter sido denunciado que o navio, com bandeira portuguesa, transportava material militar para Israel.</p>
<p>Também está na memória a forma irresponsável como o governo lidou com o trânsito, pela base das Lajes, dos aviões F-35 para Israel.</p>
<p>Cabe ainda recordar que o governo português reconheceu, recentemente, o Estado da Palestina. Em coerência, isso acarreta o compromisso de não pactuar com actividades que sustentem a agressão genocida de Israel contra os Palestinos.</p>
</div>
<div class="field field--name-dynamic-copy-fieldnode-data-de-entrada field--type-ds field--label-hidden field__item">Segunda, 10 de Novembro de 2025</div>
<div></div>
<div><a href="https://mppm-palestina.org/content/navio-com-pavilhao-portugues-suspeito-de-transportar-material-militar-para-israel">https://mppm-palestina.org/content/navio-com-pavilhao-portugues-suspeito-de-transportar-material-militar-para-israel</a></div>
<div></div>
<div></div>
<div>Tracker do Navio:</div>
<div><a href="https://www.vesselfinder.com/vessels/details/9995894">https://www.vesselfinder.com/vessels/details/9995894</a></div>
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		<title>Cabo Verde recusa porto a navio genocida que transporta munições para o apartheid na Palestina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Sep 2025 11:37:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BDS]]></category>
		<category><![CDATA[Cabo verde]]></category>
		<category><![CDATA[Palestina]]></category>
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					<description><![CDATA[Cabo Verde recusa porto a navio genocida que transporta munições para o apartheid Israelita na Palestina «O Navio Marianne Danica, com a Bandeira da Dinamarca e operado por uma empresa Holandesa, está a carregar 18 contentores de projéteis de 155mm para a maior empresa militar israelita, a Elbit Systems. Está em rota para Israel, onde [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Cabo Verde recusa porto a navio genocida que transporta munições para o apartheid Israelita na Palestina</p>
<p>«O Navio Marianne Danica, com a Bandeira da Dinamarca e operado por uma empresa Holandesa, está a carregar 18 contentores de projéteis de 155mm para a maior empresa militar israelita, a Elbit Systems. Está em rota para Israel, onde esta carga mortífera irá alimentar o genocídio em curso contra a população Palestina. Este barco era suposto parar em Cabo Verde, mas depois de indignação pública, cabo verde juntou-se a uma lista cada vez maior de países que recusam que os seus portos sejam parte da cadeia de cumplicidade nos crimez atrozes que Israel comete contra os nossos povos.»</p>
<p>BDS chama a:<br />
&#8211; Cabo Verde adoptar um sistema de controlo que garanta que os seus portos serão fechados aos navios que transportem material militar e de dupla utilização para o apartheid Israel.</p>
<p>&#8211; Pessoas através da rota da Marianne Danica através do Mediterrâneo para garantir que o navio será interrompido antes que a sua carga genocida chegue aos campos de morte israelitas em Gaza.</p>
<p>&#8211; As pessoas na Dinamarca a pressionar o seu governo e corporações a deixarem de gerir a cadeia de abastecimento para o genocídio de Israel e a parar qualquer cumplicidade com os crimes de atrocidade de Israel.</p>
<p>A informação foi descoberta pelo The Ditch<br />
https://www.ontheditch.com/<a href="https://imginn.com/p/DPG_c8kkutx/"><br />
</a><br />
Boycott, Divestment and Sanctions (BDS) Movement<br />
<a href="https://imginn.com/p/DPG_c8kkutx/">https://imginn.com/p/DPG_c8kkutx/</a></p>
<p>PETIÇÃO:<br />
https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT127345</p>
<p>CABO VERDE CONTRA O GENOCÍDIO &#8211; NÃO À ESCALA DO NAVIO MARIANNE DANICA EM CABO VERDE<br />
Para: Governo de Cabo Verde / ENAPOR &#8211; Portos de Cabo Verde<br />
Nós, grupo de cidadãs e cidadãos cabo-verdianos e residentes em Cabo Verde, manifestamos a nossa profunda preocupação e rejeição quanto à escala prevista do navio Marianne Dannica no Porto Grande do Mindelo, no dia 28 de Setembro de 2025, às 06h00 da manhã.</p>
<p>Este navio transporta toneladas de munições destinadas a Israel, que alimentam a continuação de um genocídio em Gaza, onde mais de 65 000 de civis &#8211; dos quais cerca de 20 000 são crianças – já perderam a vida.</p>
<p>Considerando que:</p>
<p>Cabo Verde é signatário de convenções internacionais que defendem os direitos humanos e a paz.</p>
<p>A Constituição da República de Cabo Verde consagra o direito à vida, à paz e à solidariedade internacional.</p>
<p>Permitir a passagem de armas pelo nosso território é tornar Cabo Verde cúmplice de crimes contra a humanidade.</p>
<p>O Porto Grande de Mindelo deve ser símbolo de comércio, desenvolvimento e cooperação, e não instrumento de guerra.</p>
<p>Exigimos:</p>
<p>Que o Governo de Cabo Verde impeça a escala do navio Marianne Dannica em águas nacionais.</p>
<p>Que as autoridades competentes garantam transparência e informação pública sobre cargas militares em trânsito pelo nosso país.</p>
<p>Que Cabo Verde reforce a sua posição internacional como país de paz, justiça e defesa dos direitos humanos.</p>
<p>Apelamos:</p>
<p>A todos os cabo-verdianos e residentes, em Cabo Verde e na diáspora, que se juntem a esta causa, defendendo que Cabo Verde não pode ser cúmplice da guerra, nem do genocídio.</p>
<p>Actualização #2 Encerramento<br />
Criado em 26 de setembro de 2025</p>
<p>Parte do comunicado da ENAPOR &#8211; Portos de Cabo Verde: Após receção do manifesto de carga do navio “MARIANNE DANICA”, por razões de segurança, a Autoridade Portuária deliberou pela não autorização da sua entrada na zona de jurisdição portuária.</p>
<p>Actualização #1 ATUALIZAÇÃO ENAPOR &#8211; Portos de Cabo Verde<br />
Criado em 26 de setembro de 2025</p>
<p>Na sequência de informações veiculadas na Comunicação Social, sobre a escala do navio “MARIANNE DANICA”, a Administração da ENAPOR– Portos de Cabo Verde vem, na qualidade de autoridade gestora dos portos nacionais, esclarecer o seguinte: 1. O Navio M/V “MARIANNE DANICA”, com bandeira Dinamarquesa (Estado-membro da União Europeia), tinha escala prevista no Porto Grande, no dia 28 de setembro, com chegada às 07h00 e saída às 12h00, exclusivamente para abastecimento de combustível. 2. No Aviso de Chegada, remetido à ENAPOR pelo Agente de Navegação, foi declarado que o navio não transportava carga perigosa que justificasse, de imediato, a recusa da escala para a prestação do serviço de abastecimento. 3. No entanto, após receção do manifesto de carga do navio “MARIANNE DANICA”, por razões de segurança, a Autoridade Portuária deliberou pela não autorização da sua entrada na zona de jurisdição portuária. Mindelo, 26 de setembro de 2025 O Conselho da Administração da ENAPOR – Portos de Cabo Verde</p>
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