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	<title>Borralha &#8211; indymedia.pt</title>
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	<description>Centro de Média Independente - Portugal</description>
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		<title>Como participar na Consulta Pública do EIA da Mina da Borralha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Oct 2025 18:30:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecologia e Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Borralha]]></category>
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					<description><![CDATA[➡️ Foi aberta a Consulta Pública da Avaliação de Impacte Ambiental (AIA) sobre o Estudo de Impacte Ambiental (EIA) apresentado pela Minerália &#8211; Minas, Geotécnia e Construções Lda para a Mina da Borralha à APA – Agência Portuguesa do Ambiente. 🚨 ATENÇÃO: esta consulta não é sobre a decisão de conceder ou não a exploração [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>➡️ Foi aberta a Consulta Pública da Avaliação de Impacte Ambiental (AIA) sobre o Estudo de Impacte Ambiental (EIA) apresentado pela Minerália &#8211; Minas, Geotécnia e Construções Lda para a Mina da Borralha à APA – Agência Portuguesa do Ambiente.</p>
<p>🚨 ATENÇÃO: esta consulta não é sobre a decisão de conceder ou não a exploração — esta concessão mineira de volfrâmio foi atribuída em 2021! O que está agora em causa é o Estudo de Impacte Ambiental, que a empresa apresentou e que a APA vai avaliar. É neste momento que podemos contestar e refutar as informações que lá constam.</p>
<p>📃 Pedimos a todos que leiam com atenção o resumo não técnico do EIA e que baseiem as vossas participações em argumentos concretos que refutem o conteúdo do estudo. A força da consulta pública depende da qualidade e número das participações.</p>
<p>👩‍🏫 Além disso, apelamos especialmente a quem tenha formação ou experiência técnica em áreas relevantes — como geologia, hidrogeologia, engenharia sanitária, recursos hídricos, medicina, saúde pública, agronomia, ecologia, biodiversidade, qualidade do ar ou direito ambiental — para contribuir com uma análise fundamentada do Estudo de Impacte Ambiental. A vossa colaboração técnica é essencial para desmontar os argumentos do promotor e reforçar a credibilidade da nossa contestação.</p>
<p>💪 Esta é a oportunidade de mostrar que a comunidade está atenta e informada. Cada participação conta!Como escrever uma boa contestação ao EIA</p>
<p>1. Leiam o Resumo Não Técnico (RNT)<br />
Está disponível no portal da APA (https://siaia.apambiente.pt/AIA.aspx?ID=3738 ). É o documento mais acessível e onde estão descritas as intenções da empresa.</p>
<p>2. Identifiquem erros, omissões ou inconsistências<br />
Procurem pontos em que o estudo minimiza impactos, ignora riscos ou falta com dados — por exemplo:</p>
<p>distância real às habitações, às linhas de água e ás pastagens;<br />
Impactes reais nas linhas de água e a importância que esta representa em toda a região;<br />
ausência de dados sobre metais pesados nas escombreiras;<br />
impactos sobre agricultura, água, fauna, ar e ruído;<br />
ausência de consulta à população ou às entidades locais.</p>
<p>3. Utilizem linguagem clara e fundamentada<br />
Não é preciso ser técnico — basta ser objetivo. Usem frases como:</p>
<p>“O estudo não considera…”<br />
“A informação apresentada é insuficiente em relação a…”<br />
“Há contradição entre os dados do EIA e as observações no terreno…”</p>
<p>4. Referenciem fontes quando possível</p>
<p>Se tiverem documentos, relatórios (ex: LNEG: https://www.lneg.pt/wp-content/uploads/2020/03/9-Avila-et-al_Metais-pesados-solos-Borralha_v2_rede_SM.pdf, Universidade do Porto: https://repositorio-aberto.up.pt/handle/10216/59270 ) ou testemunhos locais que vejam nas redes sociais ou no terreno, mencionem-nos. Isso dá força ao argumento.<br />
Façam uma conclusão firme<br />
Terminem sempre pedindo que a APA rejeite o EIA apresentado e que não aprove a exploração mineira nas condições atuais, pela incompatibilidade com a proteção ambiental e a saúde pública.<br />
Enviem dentro do prazo (7 de outubro a 17 de novembro de 2025)<br />
As participações serão submetidas através do Portal https://participa.pt/pt/consulta/mina-da-borralha ou por email indicado no site da APA.</p>
<p>Vamos fazer ouvir a nossa voz!<br />
A Borralha, o Barroso e as nossas aldeias merecem ser defendidas.</p>
<p>Informem-se, participem e partilhem — juntos somos mais fortes!<br />
_<br />
Na imagem: a Aldeia de Paredes, vista do local da exploração. Esta aldeia, com exploração agrícola, tem terrenos Baldios e particulares dentro da área do projecto mineiro.</p>
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		<title>Contaminação grave por metais pesados na antiga Mina da Borralha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Oct 2025 18:27:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecologia e Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Borralha]]></category>
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					<description><![CDATA[Estudo confirma contaminação grave por metais pesados na antiga Mina da Borralha Arsénio, chumbo e cobre entre os elementos tóxicos detetados em níveis muito superiores aos limites legais. Poluição já afeta também freguesias de Vieira do Minho. Foi divulgado recentemente o Estudo Hidrogeológico de Base, incluído no Anexo 5 do Estudo de Impacte Ambiental da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="post-title entry-title fittexted_for_single_post_title">Estudo confirma contaminação grave por metais pesados na antiga Mina da Borralha</p>
<h4 class="wp-block-heading fittexted_for_content_h2">Arsénio, chumbo e cobre entre os elementos tóxicos detetados em níveis muito superiores aos limites legais. Poluição já afeta também freguesias de Vieira do Minho.</h4>
<p class="">Foi divulgado recentemente o <strong class="">Estudo Hidrogeológico de Base</strong>, incluído no <strong class="">Anexo 5 do Estudo de Impacte Ambiental da Mina da Borralha</strong>, em Montalegre. O documento revela que <strong class="">as águas e os solos da antiga exploração mineira continuam contaminados por metais pesados</strong>, confirmando suspeitas antigas sobre a persistência da poluição no local.</p>
<p class="">De acordo com o estudo, <strong class="">foram detetadas concentrações elevadas de arsénio, chumbo, cobre, ferro, manganês e molibdénio</strong>, valores que, em vários casos, <strong class="">ultrapassam os limites legais definidos pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA)</strong>. Em determinadas amostras, os níveis de cobre e ferro registam-se <strong class="">muitas vezes acima do permitido</strong> para águas destinadas ao consumo ou à irrigação agrícola.</p>
<p class="">Os dados apontam para a <strong class="">disseminação das substâncias contaminantes através dos lençóis freáticos</strong> e do curso natural das ribeiras da <strong class="">Borralha e da Amiar</strong>, com repercussões já identificadas <strong class="">nas zonas agrícolas e em localidades próximas</strong>. O fenómeno <strong class="">abrange não só o concelho de Montalegre, mas também o de Vieira do Minho</strong>, afetando particularmente as freguesias de <strong class="">Ruivães e Campos</strong>.</p>
<p class="">Especialistas alertam que a presença prolongada de metais pesados <strong class="">pode representar riscos sérios para a saúde pública</strong>, uma vez que elementos como o arsénio e o chumbo <strong class="">têm efeito cumulativo no organismo</strong> e estão associados a <strong class="">doenças neurológicas, renais e cancerígenas</strong>.</p>
<p class="">Com a publicação do estudo, <strong class="">autoridades locais e população pedem uma intervenção urgente</strong>. Defendem que <strong class="">a APA e a Administração Regional de Saúde do Norte (ARS Norte)</strong> devem intensificar a <strong class="">monitorização das águas e solos</strong>, bem como <strong class="">avaliar o impacto na saúde das populações expostas</strong>.</p>
<p class="">O <strong class="">Município de Vieira do Minho</strong>, recorde-se, <strong class="">emitiu parecer negativo</strong> à reativação da concessão mineira em 2020. Entretanto, decorre a análise de um <strong class="">novo projeto mineiro</strong> cuja <strong class="">área de exploração prevista é superior à anterior</strong>, como mostra o mapa disponível no portal da <strong class="">Direção-Geral de Energia e Geologia</strong>: <a class="" href="https://www.dgeg.gov.pt/media/kcapgnm4/mapa_borralha.pdf" target="_blank" rel="noopener">ver mapa da Borralha</a>.</p>
<p><a href="https://vmtv.sapo.pt/estudo-confirma-contaminacao-grave-por-metais-pesados-na-antiga-mina-da-borralha/">https://vmtv.sapo.pt/estudo-confirma-contaminacao-grave-por-metais-pesados-na-antiga-mina-da-borralha/</a></p>
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