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	<title>Fronteiras &#8211; indymedia.pt</title>
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	<description>Centro de Média Independente - Portugal</description>
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	<title>Fronteiras &#8211; indymedia.pt</title>
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		<title>A Frontex poderá vir a ter poderes para deportar pessoas de um Estado não pertencente à UE para outro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 14:39:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Poder e Autodeterminação]]></category>
		<category><![CDATA[Fronteiras]]></category>
		<category><![CDATA[Frontex]]></category>
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					<description><![CDATA[A Frontex, a agência da UE responsável pelas fronteiras, deverá ver os seus poderes alargados para que possa deportar pessoas entre países não pertencentes à UE.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Liberation Serif, serif">A Frontex, a agência da UE responsável pelas fronteiras, deverá ver os seus poderes alargados para que possa deportar pessoas entre países não pertencentes à UE.</span></p>
<p><span style="font-family: Liberation Serif, serif">A ideia foi confirmada na quinta-feira (2 de julho) pelo vice-diretor-geral do departamento de assuntos internos da Comissão Europeia, Olivier Onidi, que está atualmente a elaborar uma nova proposta para reforçar os poderes da agência.</span></p>
<p><span style="font-family: Liberation Serif, serif">«Não temos qualquer intenção de conceder à Frontex um mandato livre para realizar operações de regresso de países terceiros para outros países terceiros», afirmou Onidi.</span></p>
<p><span style="font-family: Liberation Serif, serif">Em vez disso, Onidi referiu que qualquer operação de regresso deste tipo seria acompanhada por um «acordo internacional completo», apoiado pelos Estados-Membros da UE e pelo Parlamento Europeu.</span></p>
<p><span style="font-family: Liberation Serif, serif">«Tudo isto não vai acontecer no vácuo. Vai ser codificado. Haverá salvaguardas, no que diz respeito à coordenação deste processo, de modo a garantir o pleno cumprimento da forma como, na prática, tratamos as declarações fiscais nas nossas jurisdições», acrescentou.</span></p>
<p><span style="font-family: Liberation Serif, serif">A comissão está atualmente a elaborar um novo mandato para a agência sediada em Varsóvia, cujo orçamento e dimensão aumentaram drasticamente ao longo dos anos. No ano passado, a agência subcontratou 163 milhões de euros para operações de regresso à eTravel SA, uma empresa sediada na Polónia.</span></p>
<p><span style="font-family: Liberation Serif, serif">Além disso, a agência continua a ter planos para aumentar o seu corpo permanente de guardas de fronteira para 10 000 até ao próximo ano, com o objetivo de atingir os 30 000. A proposta preliminar da Comissão deverá ser apresentada no final de setembro.</span></p>
<p><span style="font-family: Liberation Serif, serif">Onidi apontou ainda vários elementos prováveis: um maior partilha de dados, um papel mais forte da agência no estrangeiro, uma governação e responsabilização mais claras e uma maior expectativa de que os Estados-Membros da UE tomem medidas perante as violações comunicadas pela agência.</span></p>
<p><span style="font-family: Liberation Serif, serif">Independentemente da retórica, o que se passa é que, neste momento, a Frontex foca-se em apoiar deportações a partir de Estados-Membros da UE. A proposta defendida por Onidi alarga substancialmente o raio de ação geográfica e executiva da agência para fora das fronteiras europeias.</span></p>
<p><span style="font-family: Liberation Serif, serif">Os comentários foram feitos no seguimento da <a href="https://www.greens-efa.eu/en/article/study/reforming-frontex-a-human-rights-based-review" target="_blank" rel="noopener">publicação de um estudo</a> pelos Verdes sobre uma </span><span style="font-family: Liberation Serif, serif">revisão estrutural da Frontex baseada nos direitos humanos</span><span style="font-family: Liberation Serif, serif">. </span><span style="font-family: Liberation Serif, serif">As linhas mestras e recomendações centrais do estudo dividem-se em </span><span style="font-family: Liberation Serif, serif">oito blocos principais</span><span style="font-family: Liberation Serif, serif">, focados em corrigir falhas estruturais, falta de transparência e violações de direitos fundamentais: </span><span style="font-family: Liberation Serif, serif"><b>Reforço dos Direitos Fundamentais</b></span> <span style="font-family: Liberation Serif, serif">(neste momento não há</span><span style="font-family: Liberation Serif, serif"> canais seguros e verdadeiramente independentes para que os migrantes possam denunciar abusos e </span><span style="font-family: Liberation Serif, serif"><i>pushbacks</i></span><span style="font-family: Liberation Serif, serif"> ilegais</span><span style="font-family: Liberation Serif, serif">)</span><span style="font-family: Liberation Serif, serif">; </span><span style="font-family: Liberation Serif, serif"><b>Transparência e Responsabilização</b></span> <span style="font-family: Liberation Serif, serif">(as decisões </span><span style="font-family: Liberation Serif, serif">sobre o orçamento, planeamento estratégico e ações operacionais no terreno </span><span style="font-family: Liberation Serif, serif">são parcamente controladas pelo Parlamento Europeu – o único órgão levemente democrático da UE –, existe uma total opacidade em torno dos relatórios internos da Frontex e dos relatórios de incidentes graves e não há acesso público garantido a dados de monitorização de fronteiras); </span><span style="font-family: Liberation Serif, serif"><b>Cooperação com Países Terceiros</b></span> <span style="font-family: Liberation Serif, serif">(a UE está a fazer acordos de deportação com governos muito pouco recomendáveis </span><span style="font-family: Liberation Serif, serif">fora do espaço da UE </span><span style="font-family: Liberation Serif, serif">sem que esses acordos </span><span style="font-family: Liberation Serif, serif">passem por uma avaliação de impacto democrático rigorosa</span><span style="font-family: Liberation Serif, serif">)</span><span style="font-family: Liberation Serif, serif">; </span><span style="font-family: Liberation Serif, serif"><b>Mecanismos de Suspensão de Operações – Artigo 46.º</b></span> <span style="font-family: Liberation Serif, serif">(não existe uma ativação obrigatória e automática do Artigo 46.º do Regulamento da Frontex para suspender ou encerrar operações em Estados-Membros onde se verifiquem violações sistemáticas de direitos humanos, nem agarantia de que agência não seja cúmplice, por omissão ou coparticipação, em expulsões coletivas ilegais)</span><span style="font-family: Liberation Serif, serif">; </span><span style="font-family: Liberation Serif, serif"><b>Supervisão das Operações de </b></span><span style="font-family: Liberation Serif, serif"><b>Deportação</b></span> <span style="font-family: Liberation Serif, serif">(não há observadores externos obrigatórios para os voos de repatriamento e operações de deportação coordenados pela agência)</span><span style="font-family: Liberation Serif, serif">; </span><span style="font-family: Liberation Serif, serif"><b>Uso de Tecnologia e Inteligência Artificial</b></span> <span style="font-family: Liberation Serif, serif">(neste momento, a Frontex pretende implementar </span><span style="font-family: Liberation Serif, serif"><span style="font-size: medium">o uso de tecnologias de IA para vigilância em massa, deteção automatizada de mentiras ou previsão de fluxos migratórios nas fronteiras, e não há uma limitação estrita do armazenamento de dados pessoais e biométricos de migrantes, garantindo que estes não são partilhados de forma ilegal com países terceiros)</span></span><span style="font-family: Liberation Serif, serif">; </span><span style="font-family: Liberation Serif, serif"><b>Governação Interna e Cultura Organizacional</b></span> <span style="font-family: Liberation Serif, serif">(</span><span style="font-family: Liberation Serif, serif"><span style="font-size: medium">as recomendações das organizações de direitos humanos não têm qualquer peso de voto ou caráter vinculativo e não há salvaguardas internas robustas para que os próprios guardas da Frontex possam denunciar ordens ilegais sem medo de represálias)</span></span><span style="font-family: Liberation Serif, serif">; </span><span style="font-family: Liberation Serif, serif">e</span> <span style="font-family: Liberation Serif, serif"><b>Redefinição do Mandato e Busca e Salvamento</b></span> <span style="font-family: Liberation Serif, serif">(a Frontex </span><span style="font-family: Liberation Serif, serif"><span style="font-size: medium">foca-se exclusivamente na interceção e não em operações proativas de Busca e Salvamento no Mediterrâneo e, para além disso, colabora na perseguição judicial a organizações não-governamentais que realizam resgates no mar).</span></span></p>
<p><span style="font-family: Liberation Serif, serif"><span style="font-size: medium">E</span></span><span style="font-family: Liberation Serif, serif"><span style="font-size: medium">ntretanto, outras </span></span><span style="font-family: Liberation Serif, serif"><span style="font-size: medium"><strong>ONG, ativistas e defensores dos direitos humanos apontam graves falhas e riscos nesta expansão de mandato:</strong></span></span></p>
<ul>
<li><span style="font-family: Liberation Serif, serif"><span style="font-size: medium"><b><strong>Externalização do Asilo e Desresponsabilização</strong></b></span></span><span style="font-family: Liberation Serif, serif"><span style="font-size: medium"><strong>: Acusam a UE de deslocalizar as suas obrigações legais de proteção internacional, empurrando o controlo migratório para países terceiros com sistemas de asilo frágeis ou inexistentes.</strong></span></span></li>
<li><span style="font-family: Liberation Serif, serif"><span style="font-size: medium"><b><strong>Risco de Repulsão em Cadeia (</strong></b></span></span><span style="font-family: Liberation Serif, serif"><span style="font-size: medium"><b><em>Chain Refoulement</em></b></span></span><span style="font-family: Liberation Serif, serif"><span style="font-size: medium"><b><strong>)</strong></b></span></span><span style="font-family: Liberation Serif, serif"><span style="font-size: medium">: Há o receio de que pessoas elegíveis para </span></span><span style="font-family: Liberation Serif, serif"><span style="font-size: medium">o </span></span><span style="font-family: Liberation Serif, serif"><span style="font-size: medium">estatuto de refugiado sejam deportadas sucessivamente entre países não pertencentes à UE. Tal prática viola diretamente o princípio internacional de </span></span><span style="font-family: Liberation Serif, serif"><span style="font-size: medium"><em>non-refoulement</em></span></span><span style="font-family: Liberation Serif, serif"><span style="font-size: medium">.</span></span></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="font-family: Liberation Serif, serif"><span style="font-size: medium"><b><strong>Vazio Legal de Responsabilidade</strong></b></span></span><span style="font-family: Liberation Serif, serif"><span style="font-size: medium">: Fora do território da União Europeia, torna-se juridicamente muito difícil para as vítimas de abusos processar a agência. O Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE) tem competência limitada sobre ações operacionais executadas inteiramente em solo soberano de Estados terceiros.</span></span></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="font-family: Liberation Serif, serif"><span style="font-size: medium"><b><strong>Falta de Transparência e Monitorização</strong></b></span></span><span style="font-family: Liberation Serif, serif"><span style="font-size: medium">: Organizações de direitos humanos alertam que monitorizar as ações da Frontex e das polícias locais em países terceiros é quase impossível. Os planos operacionais costumam ser confidenciais e a sociedade civil local não tem acesso a mecanismos de denúncia eficazes.</span></span></li>
</ul>
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		<title>Operacionalizar o Pacto das Migrações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jan 2024 23:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Indymedia]]></category>
		<category><![CDATA[Fronteiras]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Mapa]]></category>
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					<description><![CDATA[Numa UE cada vez mais agressiva para pessoas em trânsito, a presidência belga do Conselho tem pressa em pôr em prática o novo Pacto para as Migrações e Asilo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Numa UE cada vez mais agressiva para pessoas em trânsito, a presidência belga do Conselho tem pressa em pôr em prática o novo Pacto para as Migrações e Asilo.</strong></p>
<p>Em 2023, os barcos de socorro a náufragos no Mediterrâneo foram detidos pelo menos 13 vezes, ao abrigo de um decreto italiano que restringe os esforços de salvamento. No último incidente, o Ocean Viking foi imobilizado pelas autoridades italianas a 31 de dezembro, pela segunda vez em dois meses, ao abrigo desse mesmo decreto, que obriga os navios a navegar imediatamente, e após cada salvamento, para portos frequentemente distantes.</p>
<p>Já neste início de 2024, o Chipre insistia na sua exigência antiga de que partes da Síria sejam consideradas suficientemente seguras para o regresso de potenciais requerentes de asilo que a UE não queira receber. «Chegou o momento de abrir coletivamente a discussão para a reavaliação da situação na Síria», afirmou Constantinos Ioannou, ministro do Interior do Chipre, aos jornalistas, na terça-feira, dia 9 de Janeiro.</p>
<p>Entretanto, em julgamento do dia 16 de Janeiro, o Tribunal Europeu dos Direitos do Homem condenou o Estado grego no âmbito de um processo que envolveu o disparo mortal, em 2014, de um refugiado sírio pela guarda costeira grega. O acórdão proferido pelo tribunal sediado em Estrasburgo surge na sequência de um incidente com quase uma década, em que a guarda costeira grega disparou 13 balas contra o motor de um barco de refugiados, numa tentativa de o parar.</p>
<p>Dois dias depois, o mesmo Tribunal proferiu um veredito decisivo, condenando o tratamento dado a uma criança não acompanhada que procurava asilo na ilha grega de Samos. O Tribunal considerou que o registo errado do requerente como adulto e a não correcção da sua idade em tempo útil violaram o seu direito ao respeito pela sua vida privada e familiar. Além disso, o Tribunal reafirmou que as condições de vida do requerente constituíam um tratamento desumano e degradante.</p>
<p>A 29 de Janeiro, numa cimeira realizada em Roma, a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, prometeu apoio financeiro para ajudar os países africanos a tornarem-se grandes exportadores de energia – em troca da redução da migração. O projecto do seu governo para a cooperação Itália-África, denominado «Uma ponte para o crescimento comum» pode ser visto de outro ponto de vista, mais colonial: Itália tem acesso a fontes de energia e a controlos migratórios longe das suas fronteiras.</p>
<p>Dias antes, Olivér Várhelyi, comissário europeu para a política de vizinhança e negociações de alargamento, já tinha feito declarações em sentido semelhante, afirmando que a UE entrou numa «era de ouro» das relações com o Egipto, também este um Estado repressivo conhecido por violações generalizadas dos direitos humanos: «Lançámos as bases da nova fase da nossa parceria, a parceria profunda e abrangente que esperamos assinar muito, muito rapidamente com o Egipto», afirmou Várhelyi na terça-feira (23 de Janeiro), deixando ainda escapar que essa parceria terá também como contrapartida egípcia a gestão de fluxos migratórios em nome da UE.</p>
<p>É neste contexto que a presidência belga, no primeiro semestre de 2024, e a húngara, no segundo semestre, irão implementar o novo Pacto para as Migrações e o Asilo.</p>
<p>Um <a href="https://belgian-presidency.consilium.europa.eu/en/news/eu-ministers-discuss-home-affairs-and-migration/?etrans=pt" target="_blank" rel="noopener noreferrer">comunicado de imprensa </a><a href="https://belgian-presidency.consilium.europa.eu/en/news/eu-ministers-discuss-home-affairs-and-migration/?etrans=pt" target="_blank" rel="noopener noreferrer">de 25 de Janeiro</a>, publicado pela Presidência belga na sequência do Conselho informal «Justiça e Assuntos Internos», indicava o caminho: «Desde Janeiro, os debates técnicos sobre os textos do Pacto prosseguiram com grande intensidade, tanto pelos co-legisladores como pela Comissão, e as equipas de negociação estão a trabalhar arduamente para traduzir o acordo político num acordo formal. No final de Abril, de 28 a 30 de Abril, será organizada uma conferência ministerial com o objectivo específico de pôr esta operacionalização do Pacto no bom caminho».</p>
<p>Alguns dos textos que deveriam constituir esses acordos formais começaram agora a surgir, pelo menos no seio das instituições. O Statewatch disponibiliza ao público dois deles: o regulamento relativo ao procedimento de asilo, que deverá estabelecer um procedimento comum para o tratamento dos pedidos de proteção internacional na UE (substituindo a diretiva relativa aos procedimentos de asilo) e o regulamento Eurodac, que alargará a base de dados da UE relativa às impressões digitais dos requerentes de asilo a um sistema muito mais vasto e abrangente de recolha de impressões digitais, fotografias e outros dados sobre migrantes em situação irregular, transformando-o num sistema «para fins de migração mais vastos», por exemplo, armazenando dados sobre pessoas para facilitar as deportações.</p>
<p><b>Regulamento relativo ao procedimento de asilo<br />
</b><a href="https://www.statewatch.org/media/4158/eu-pact-asylum-procedures-regulation-consolidated-wk-01026-24.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Amended proposal for a Regulation of the European Parliament and of the Council establishing a common procedure for international protection in the Union and repealing Directive 2013/32/EU – consolidated text</a> (pdf)</p>
<p><b>R</b><b>egulamento Eurodac<br />
</b>&#8211; <a href="https://www.statewatch.org/media/4156/eu-pact-eurodac-regulation-consolidated-1-24.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Consolidated text</a> (pdf)<br />
&#8211; <a href="https://www.statewatch.org/media/4157/eu-pact-eurodac-regulation-4-col-doc-1-24.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Four-column document</a> (pdf)</p>
<p>______<br />
<strong>Foto [destaque] de <a href="https://unsplash.com/pt-br/@markusspiske?utm_content=creditCopyText&amp;utm_medium=referral&amp;utm_source=unsplash">Markus Spiske</a> na </strong><a href="https://unsplash.com/pt-br/fotografias/fio-cinza-do-ciclone-wv81LrAGNz4?utm_content=creditCopyText&amp;utm_medium=referral&amp;utm_source=unsplash"><strong>Unsplash</strong></a></p>
<p>[notícia retirada de <a href="https://www.jornalmapa.pt/2024/01/30/operacionalizar-o-pacto-das-migracoes/">https://www.jornalmapa.pt/2024/01/30/operacionalizar-o-pacto-das-migracoes/</a>]</p>
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