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	<title>JN &#8211; indymedia.pt</title>
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	<description>Centro de Média Independente - Portugal</description>
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		<title>[Porto] Redação do Jornal de Notícias em protestos nas ruas, dois dias de greve e sem publicar o jornal.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Dec 2023 20:46:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura e Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Indymedia]]></category>
		<category><![CDATA[JN]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
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					<description><![CDATA[Depois da notícia que o JN iria abandonar o centro do Porto (no mesmo dia em que o CC STOP saiu às ruas contra o despejo de 500 músicos, os jornalistas do JN voltaram às ruas. A Global Media Group, é agora a mesma empresa que detendo 47% da Agência Lusa, tem uma dívida de [&#8230;]]]></description>
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<p>Depois da notícia que o JN iria abandonar o centro do Porto (no mesmo dia em que o CC STOP saiu às ruas contra o despejo de 500 músicos, os jornalistas do JN voltaram às ruas.</p>



<p>A Global Media Group, é agora a mesma empresa que detendo 47% da Agência Lusa, tem uma dívida de quase 10 milhões para com a agência, depois de vários anos sem pagar os conteūdos produzidos pelos jornalistas, numa notícia avançada pelo Página Um.</p>



<p>Depois da TSF, agora o JN está em apuros. Além disso, há planos para despedir 150 trabalhadores desta empresa.</p>



<p>Don&#8217;t hate the media, be the media! </p>



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<figure class="wp-block-image"><img data-id="214070" alt='somosjn8196322367618622024-1024x1024-1367973' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2023/12/somosjn8196322367618622024-1024x1024-1367973.jpg' alt="" class="wp-image-214070"/></figure>
</figure>



<p>Pelo segundo dia consecutivo, o JN parou. Não estará novamente nas bancas amanhã, 8 de dezembro de 2023. O site também está por atualizar.</p>



<p>É a primeira vez, em 135 anos, que o Jornal de Notícias deixará de chegar aos leitores dois dias seguidos. Histórico, amargo, mas necessário. Para lutar pela sobrevivência nas próximas décadas.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img alt='somosjn7676302548432501189-1024x1024-1390388' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2023/12/somosjn7676302548432501189-1024x1024-1390388.jpg' alt="" class="wp-image-214073"/></figure>



<h1 class="wp-block-heading">Manifesto &#8220;Somos JN&#8221;</h1>



<p>Obrigado por se interessar pela nossa causa &#8211; o <strong>&#8220;Jornal de Notícias&#8221;</strong>. Um jornal de causas, com 135 anos de história de proximidade e de ligação às pessoas. Uma história sobre e para o país, como tantas, mas contada a partir do Norte e do Porto, como mais nenhuma. Agora sob ameaça.</p>



<p><strong>Somos JN</strong> &#8211; o megafone que dá voz a milhares de pessoas que estão demasiado longe do centro de decisão e dos poderes. Um jornal que é guardião da pluralidade e a salvaguarda de um país mais coeso e democrático, mais unido na sua diversidade. Com um alcance que chega a todos os concelhos do país e às comunidades emigrantes pelo mundo todo.</p>



<p><strong>Somos JN</strong> &#8211; um jornal que denuncia, que alerta, que ouve. E que resolve. Porque abre janelas para muitos a quem se fecham portas, porque aproxima os que precisam de ajuda e os que a podem dar. Casos individuais, de norte a sul, como o de Elisabete, de Gondomar, que se deitou numa cama após cinco meses a viver num carro; ou de Fernando, do Algarve, que venceu a burocracia que o impedia de tratar um cancro. E casos coletivos, como as famílias de Ribeira de Pena afetadas pela barragem de Daivões, que conseguiram habitações quando a solução passava por contentores; ou o drama das crianças do Joãozinho, que deixaram de fazer quimioterapia num corredor. Não só, mas também, graças à força das palavras do JN, no papel e no site.</p>



<p>Talvez por estar sempre próximo dos outros, o <strong>&#8220;Jornal de Notícias&#8221;</strong>, mesmo nestes conturbados tempos para a Imprensa, apresenta anualmente resultados positivos, na ordem dos milhões de euros, e há muitos anos que se afirma nos lugares cimeiros do online. Mesmo com este capital económico e patrimonial, as pessoas que o fazem e que o leem, o JN não é uma prioridade para a nova administração do <strong>Global Media Group (GMG)</strong>.</p>



<p>Esta semana, a administração comunicou, internamente e sem pedir reserva, a intenção de proceder ao despedimento de cerca de 150 pessoas, das quais 40 na redação do <strong>“Jornal de Notícias”</strong> &#8211; que entre a sede no Porto e a delegação de Lisboa tem cerca de 90 profissionais. Um corte desta dimensão será a morte do JN como o conhecemos e a destruição da ligação centenária às pessoas, às instituições e aos territórios. Se esta impensável decisão avançar, o título até pode sobreviver mais um ano ou outro, mas nunca será capaz de continuar a fazer a diferença.</p>



<p>Enquanto pessoas que amam a liberdade de Imprensa e todos os dias lutam por ela, quisemos dar-lhe a conhecer esta nossa imensa ansiedade e tristeza, por sentirmos que a machadada que parece estar a caminho do JN poderá ter também consequências numa região, num país e nos milhares de pessoas que diariamente confiam em nós para estar informados e para se fazerem ouvir.</p>



<p><em>A Redação do “Jornal de Notícias”, Porto, 28 de novembro de 2023</em></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img alt='somosjn3791212346887398706-1024x1024-6756801' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2023/12/somosjn3791212346887398706-1024x1024-6756801.jpg' alt="" class="wp-image-214074"/></figure>
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