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	<title>Jornal Mapa &#8211; indymedia.pt</title>
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	<description>Centro de Média Independente - Portugal</description>
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	<title>Jornal Mapa &#8211; indymedia.pt</title>
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		<title>Edição 41 do Jornal MAPA acaba de sair</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Apr 2024 18:09:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Indymedia]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Mapa]]></category>
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					<description><![CDATA[Nos 50 anos daquela a que Phil Mailer chamou a revolução impossível, o Jornal MAPA orientou o olhar para mais algumas das memórias que interessa preservar e reanalisar, lembrando a cartografia radical dos anos 70 em Coimbra, o 25 de Abril em Leiria, ou o SAAL, sem esquecer que foi em África, e com as mulheres, que Abril [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Nos 50 anos daquela a que Phil Mailer chamou a revolução impossível, o <a href="https://www.jornalmapa.pt/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Jornal MAPA</a> orientou o olhar para mais algumas das memórias que interessa preservar e reanalisar, lembrando a cartografia radical dos anos 70 em Coimbra, o 25 de Abril em Leiria, ou o SAAL, sem esquecer que foi em África, e com as mulheres, que Abril começou.</p>
<p align="justify">Num planeta em que, como nos diz Vandana Shiva, os novos desastres ambientais estão a ser cometidos em nome da economia verde, e perante um número crescente de ações diretas, para além de uma conversa com esta ativista, uma entrevista ao Climáximo e à Greve Climática Estudantil faz, com toda a lógica, parte do menu desta edição, ainda que a crise possa ser mais ecológica do que climática, como se refere no regresso da rubrica <i>A</i> <i>Cabeça do Avesso</i>.</p>
<p align="justify">Tempo também para refletir sobre sindicalismo em tempos soturnos, com um olhar de Jorge Valadas a partir dos EUA em pré-campanha eleitoral. Em território mais próximos, continuamos a analisar o processo de gentrificação previsto para a zona oriental do Porto e damos destaque central ao ataque que a especulação lança também sobre o movimento associativo. Olhamos ainda para as Cooperativas de habitação como possibilidade de fazer frente a essa guerra especulativa.</p>
<p align="justify">Não falta a este número alegria de viver, tristeza e revolta de quem está presa e uma biosfera onde as <i>startups</i> não são um ecossistema: são uma plantação. Tudo isto e ainda outras notícias, crónicas, entrevistas, poesia, literatura, ilustração e BD, no número 41 do Jornal MAPA, que podes adquirir em qualquer dos <a href="https://www.jornalmapa.pt/distribuicao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><u>pontos habituais de venda</u></a> ou, melhor ainda, <a href="https://www.jornalmapa.pt/assinatura-do-jornal/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><u>assinar</u></a>, ajudando, assim, à continuação sustentada deste projeto voluntário de informação crítica.</p>
<p><b>[Editorial Jornal MAPA 41]</b></p>
<p><b>Antes que um novo Novembro dê cabo da gente, um outro 25 de Abril é urgente</b></p>
<p>Cinquenta anos depois de um Abril que se abriu a um Maio que iluminou vidas até bastante depois do Novembro que os tentou apagar, o Parlamento português tem 50 deputados que defendem que um outro antigamente é possível. Essa coincidência de números, apresentada como espantosa, não nos espanta. Mais não é que a expressão de modos estruturais que Abril não apagou – do racismo à misoginia – de uma visão masculina do mundo – da história e da própria revolução – que se manteve e de um fatalismo que se democratizou de viver mandado por quem pode, obedecendo quem deve. Mais não é, enfim, do que a resposta habitual, expectável e repetitiva do capitalismo em tempos de aprofundamento de crises sistémicas e planetárias.</p>
<p>O quotidiano à nossa volta, esse do capitalismo triunfante, promove a infantilização das populações de forma a prolongar os seus ciclos de consumo, pintando de verde o extrair cada vez mais de cada vez mais coisas e alienando um número crescente de pessoas da possibilidade de acção concreta nas questões que afectam as suas vidas à margem dos freios do Estado e do poder. No fio da navalha, o capitalismo tem momentos em que precisa de libertar tensões, de deitar mão da extrema-direita, acolhendo-a ao mesmo tempo que a ostraciza, acabando a pôr em prática as suas políticas sob a justificação de não lhe deixar espaço.</p>
<p>O capitalismo está (de novo) numa encruzilhada que aparenta ser final. Já várias vezes se disse o mesmo com a mesma certeza e, em todas, se falhou. No entanto, a união de várias crises, das que afectam directamente o funcionamento do sistema às que colocam em causa a viabilidade do próprio planeta para humanos e muitas outras espécies, parece tornar este momento histórico especialmente explosivo. O aumento da miséria e da repressão são o presente de muitas geografias e, num futuro próximo, poderão sê-lo de muitas mais. O crescimento da extrema-direita é apenas a antecâmara desse futuro projectado e distópico.</p>
<p>As melodias da História vão variando conforme os gostos culturais da época, as letras vão-se adaptando ao inimigo preferido de cada momento, mas as notas-base são sempre as mesmas, tal como o são as ideias veiculadas. A dissonância custa a romper na monotonia dos nossos ouvidos. Há, no entanto, alturas em que a gente se intromete e, ainda que por breves instantes, conseguimos vislumbrar que há outra música a tocar e eis-nos a dançar juntos. O 25 de Abril de 1974 foi um desses momentos.</p>
<p>E, se os fascistas de antanho se transformaram em populistas modernos, nós, as que ainda não tinham idade para fazer Abril acontecer, apresentamo-nos, aqui, no Jornal MAPA, como eternas anti-fascistas, exactamente por sermos, acima de tudo, anti-capitalistas querendo reinventar novas formas de viver em comum e horizontalmente. Trazendo, por isso, neste número, um conjunto de memórias e reflexões acerca do que despertou nessa manhã de 1974. Olhando para a vida de forma diferente de quem viveu aqueles dias, continuamos, ainda assim, a partilhar o querer a terra a quem a trabalha, a casa a quem nela habita, a cidade a quem nela vive. E um planeta onde fazer a festa da vida. Outros 50 são possíveis.</p>
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		<title>Operacionalizar o Pacto das Migrações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jan 2024 23:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Indymedia]]></category>
		<category><![CDATA[Fronteiras]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Mapa]]></category>
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					<description><![CDATA[Numa UE cada vez mais agressiva para pessoas em trânsito, a presidência belga do Conselho tem pressa em pôr em prática o novo Pacto para as Migrações e Asilo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Numa UE cada vez mais agressiva para pessoas em trânsito, a presidência belga do Conselho tem pressa em pôr em prática o novo Pacto para as Migrações e Asilo.</strong></p>
<p>Em 2023, os barcos de socorro a náufragos no Mediterrâneo foram detidos pelo menos 13 vezes, ao abrigo de um decreto italiano que restringe os esforços de salvamento. No último incidente, o Ocean Viking foi imobilizado pelas autoridades italianas a 31 de dezembro, pela segunda vez em dois meses, ao abrigo desse mesmo decreto, que obriga os navios a navegar imediatamente, e após cada salvamento, para portos frequentemente distantes.</p>
<p>Já neste início de 2024, o Chipre insistia na sua exigência antiga de que partes da Síria sejam consideradas suficientemente seguras para o regresso de potenciais requerentes de asilo que a UE não queira receber. «Chegou o momento de abrir coletivamente a discussão para a reavaliação da situação na Síria», afirmou Constantinos Ioannou, ministro do Interior do Chipre, aos jornalistas, na terça-feira, dia 9 de Janeiro.</p>
<p>Entretanto, em julgamento do dia 16 de Janeiro, o Tribunal Europeu dos Direitos do Homem condenou o Estado grego no âmbito de um processo que envolveu o disparo mortal, em 2014, de um refugiado sírio pela guarda costeira grega. O acórdão proferido pelo tribunal sediado em Estrasburgo surge na sequência de um incidente com quase uma década, em que a guarda costeira grega disparou 13 balas contra o motor de um barco de refugiados, numa tentativa de o parar.</p>
<p>Dois dias depois, o mesmo Tribunal proferiu um veredito decisivo, condenando o tratamento dado a uma criança não acompanhada que procurava asilo na ilha grega de Samos. O Tribunal considerou que o registo errado do requerente como adulto e a não correcção da sua idade em tempo útil violaram o seu direito ao respeito pela sua vida privada e familiar. Além disso, o Tribunal reafirmou que as condições de vida do requerente constituíam um tratamento desumano e degradante.</p>
<p>A 29 de Janeiro, numa cimeira realizada em Roma, a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, prometeu apoio financeiro para ajudar os países africanos a tornarem-se grandes exportadores de energia – em troca da redução da migração. O projecto do seu governo para a cooperação Itália-África, denominado «Uma ponte para o crescimento comum» pode ser visto de outro ponto de vista, mais colonial: Itália tem acesso a fontes de energia e a controlos migratórios longe das suas fronteiras.</p>
<p>Dias antes, Olivér Várhelyi, comissário europeu para a política de vizinhança e negociações de alargamento, já tinha feito declarações em sentido semelhante, afirmando que a UE entrou numa «era de ouro» das relações com o Egipto, também este um Estado repressivo conhecido por violações generalizadas dos direitos humanos: «Lançámos as bases da nova fase da nossa parceria, a parceria profunda e abrangente que esperamos assinar muito, muito rapidamente com o Egipto», afirmou Várhelyi na terça-feira (23 de Janeiro), deixando ainda escapar que essa parceria terá também como contrapartida egípcia a gestão de fluxos migratórios em nome da UE.</p>
<p>É neste contexto que a presidência belga, no primeiro semestre de 2024, e a húngara, no segundo semestre, irão implementar o novo Pacto para as Migrações e o Asilo.</p>
<p>Um <a href="https://belgian-presidency.consilium.europa.eu/en/news/eu-ministers-discuss-home-affairs-and-migration/?etrans=pt" target="_blank" rel="noopener noreferrer">comunicado de imprensa </a><a href="https://belgian-presidency.consilium.europa.eu/en/news/eu-ministers-discuss-home-affairs-and-migration/?etrans=pt" target="_blank" rel="noopener noreferrer">de 25 de Janeiro</a>, publicado pela Presidência belga na sequência do Conselho informal «Justiça e Assuntos Internos», indicava o caminho: «Desde Janeiro, os debates técnicos sobre os textos do Pacto prosseguiram com grande intensidade, tanto pelos co-legisladores como pela Comissão, e as equipas de negociação estão a trabalhar arduamente para traduzir o acordo político num acordo formal. No final de Abril, de 28 a 30 de Abril, será organizada uma conferência ministerial com o objectivo específico de pôr esta operacionalização do Pacto no bom caminho».</p>
<p>Alguns dos textos que deveriam constituir esses acordos formais começaram agora a surgir, pelo menos no seio das instituições. O Statewatch disponibiliza ao público dois deles: o regulamento relativo ao procedimento de asilo, que deverá estabelecer um procedimento comum para o tratamento dos pedidos de proteção internacional na UE (substituindo a diretiva relativa aos procedimentos de asilo) e o regulamento Eurodac, que alargará a base de dados da UE relativa às impressões digitais dos requerentes de asilo a um sistema muito mais vasto e abrangente de recolha de impressões digitais, fotografias e outros dados sobre migrantes em situação irregular, transformando-o num sistema «para fins de migração mais vastos», por exemplo, armazenando dados sobre pessoas para facilitar as deportações.</p>
<p><b>Regulamento relativo ao procedimento de asilo<br />
</b><a href="https://www.statewatch.org/media/4158/eu-pact-asylum-procedures-regulation-consolidated-wk-01026-24.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Amended proposal for a Regulation of the European Parliament and of the Council establishing a common procedure for international protection in the Union and repealing Directive 2013/32/EU – consolidated text</a> (pdf)</p>
<p><b>R</b><b>egulamento Eurodac<br />
</b>&#8211; <a href="https://www.statewatch.org/media/4156/eu-pact-eurodac-regulation-consolidated-1-24.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Consolidated text</a> (pdf)<br />
&#8211; <a href="https://www.statewatch.org/media/4157/eu-pact-eurodac-regulation-4-col-doc-1-24.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Four-column document</a> (pdf)</p>
<p>______<br />
<strong>Foto [destaque] de <a href="https://unsplash.com/pt-br/@markusspiske?utm_content=creditCopyText&amp;utm_medium=referral&amp;utm_source=unsplash">Markus Spiske</a> na </strong><a href="https://unsplash.com/pt-br/fotografias/fio-cinza-do-ciclone-wv81LrAGNz4?utm_content=creditCopyText&amp;utm_medium=referral&amp;utm_source=unsplash"><strong>Unsplash</strong></a></p>
<p>[notícia retirada de <a href="https://www.jornalmapa.pt/2024/01/30/operacionalizar-o-pacto-das-migracoes/">https://www.jornalmapa.pt/2024/01/30/operacionalizar-o-pacto-das-migracoes/</a>]</p>
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		<title>Sem Futuro não Há Paz &#8211; Não deixarei que nos separem de ti mundo [Audio]</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jan 2024 14:53:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Indymedia]]></category>
		<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Climáximo]]></category>
		<category><![CDATA[GCE]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma entrevista com público preparada pelo Jornal Mapa para ficarmos a conhecer melhor a Greve Climática Estudantil e o Climáximo, dois dos colectivos que têm vindo a protagonizar as mais recentes lutas por justiça climática. Queremos saber mais sobre as suas formas de organização e luta, as suas tácticas, estratégias e o seu discurso. A [&#8230;]]]></description>
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<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://archive.org/download/sem-futuro-nao-ha-paz-nao-deixarei-que-nos-separem-de-ti-mundo./01__18.39_.ogg"></audio><figcaption class="wp-element-caption">Gravada a 25/01/23, na <a href="https://www.centromariodionisio.org/casa_da_achada.php">Casa da Achada</a></figcaption></figure>



<p>Uma entrevista com público preparada pelo <a href="https://www.jornalmapa.pt/">Jornal Mapa </a>para ficarmos a conhecer melhor a <a href="https://www.instagram.com/gcelisboa/">Greve Climática Estudantil</a> e o <a href="https://www.climaximo.pt/">Climáximo</a>, dois dos colectivos que têm vindo a protagonizar as mais recentes lutas por justiça climática. Queremos saber mais sobre as suas formas de organização e luta, as suas tácticas, estratégias e o seu discurso.</p>



<p>A entrevista sairá na próxima edição do Jornal Mapa e poderá também ser ouvida na <a href="https://radio.indymedia.pt/">Rádio Paralelo</a>. </p>



<p>Gravação efetuada pela <a href="https://www.youtube.com/channel/UCbIvRzFDLSRCuqQhWhMb7Xw">PTrevolutionTV</a> para a indymedia.pt</p>



<p>Arquivo: <a href="https://archive.org/details/sem-futuro-nao-ha-paz-nao-deixarei-que-nos-separem-de-ti-mundo.">https://archive.org/details/sem-futuro-nao-ha-paz-nao-deixarei-que-nos-separem-de-ti-mundo.</a></p>
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		<title>Saiu a edição 40 do Jornal MAPA!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jan 2024 01:37:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Indymedia]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Mapa]]></category>
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					<description><![CDATA[Eis-nos chegados ao MAPA #40, no ano em que o 25 de Abril faz 50.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>E eis-nos chegados ao MAPA #40, no ano em que o 25 de Abril faz 50. Um número que é um grito por um cessar-fogo na Palestina, onde a guerra, como sempre, se assemelha a um investimento. Mas que não esquece que, com a normalização das investidas policiais nas universidades, também por cá os tempos não são os melhores para as liberdades. Visitamos Chiapas – cuja experiência zapatista está, ao fim de 30 anos, em processo de alterar a sua estrutura de autogoverno – e Rojava, esta através dum olhar trans não binário. Em terrenos mais próximos, passamos pela Andaluzia na sua luta pela terra, por Covas do Barroso na sua oposição à mineração, por Contumil (Porto) no seu processo de gentrificação, e por Curral das Freiras (Madeira) no seu combate pelo território. Não faltam ainda entrevistas, incluindo a Solveig Nordlund, cineasta fundamental da filmografia de Abril, ao ressurgido Indymedia e a dois pontos onde podes encontrar o MAPA à venda. Notícias também da Europa-Fortaleza, num tempo de cada vez maior utilização da Inteligência Artificial para fins repressivos que Joseph Weizenbaum parece ter previsto em 1976. Destaque central para o Vale dos Vencidos, livro de José Smith Vargas acabadinho de editar. Tudo isto com paragens para humor, literatura, cinema, poesia, ilustração, BD, ….</p>
<p><a href="https://www.jornalmapa.pt/assinatura-do-jornal/">Assina o Jornal MAPA</a>! Ele está mortinho por chegar a tua casa.</p>
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		<title>União Europeia: Causar dano [Jornal Mapa]</title>
		<link>https://indymedia.pt/214913/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Dec 2023 12:47:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Indymedia]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Mapa]]></category>
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					<description><![CDATA[A política de do no harm é uma mentira que um relatório recente vem destruir definitivamente. Líbia, Tunísia, Marrocos, Egipto são cada vez mais as fronteiras da UE. Que paga para que os migrantes e refugiados morram longe.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><a class="-menu-textHighlightColorHover-bgcolor -menu-bg-color" href="https://www.jornalmapa.pt/2023/12/23/uniao-europeia-causar-dano/#"></a><a class="" href="https://www.jornalmapa.pt/author/fagundes/">Teófilo Fagundes</a>, </p>



<p>publicado no <a href="http://jornalmapa.pt" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jornal Mapa</a></p>



<h4 class="wp-block-heading">A política de <em>do no harm</em> é uma mentira que um relatório recente vem destruir definitivamente. Líbia, Tunísia, Marrocos, Egipto são cada vez mais as fronteiras da UE. Que paga para que os migrantes e refugiados morram longe.</h4>



<p>Oficialmente, a relação da União Europeia com a Líbia, em termos de «gestão de fluxos fronteiriços», baseia-se no princípio <em>do no harm </em>(«Não causar danos»), que significa tomar todas as precauções para garantir que as pessoas não serão afectadas negativamente por essas relações, mesmo que inadvertidamente.</p>



<p>Esse princípio, tão nobre, não passa do papel e foi recentemente confirmado como inexistente. Um <a href="https://www.lighthousereports.com/investigation/frontex-and-the-pirate-ship/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">relatório</a> da Lighthouse Reports demonstra que o grupo armado líbio Tarek Bin Ziyad (TBZ) <a class="simple-footnote" href="https://www.jornalmapa.pt/2023/12/23/uniao-europeia-causar-dano/#note-15746-1"><sup>1</sup></a> efectuou expulsões forçadas de migrantes com apoio da Frontex e das autoridades maltesas, que partilharam as coordenadas dos barcos de refugiados para impedir a sua chegada a costas europeias. Apesar de a análise mostrar que havia opções mais seguras disponíveis em todos os casos de perigo, incluindo navios mercantes e navios de salvamento de ONG, Malta e a Frontex defenderam a sua cooperação com a TBZ, alegando que a partilha das coordenadas teve como objectivo «ajudar as pessoas em perigo».</p>



<p>Toda a União Europeia sabe já o que vem escrito no relatório, quando dá voz aos próprios migrantes: vários relatam maus tratos e tortura às mãos das milícias; alguns referem espancamentos e violência, disparos e mortes; há noticiais correntes de confisco de telemóveis e passaportes.</p>



<p>Entretanto, continuam os abusos contra as pessoas que se deslocam na Líbia. As autoridades líbias anunciaram, em 28 de novembro, os preparativos para a deportação de um total de 250 migrantes para o Chade e o Níger, no âmbito da luta contra as «redes criminosas de traficantes» nos dois países africanos. A linha directa de emergência operada pela associação Refugees in Libya recebe mais de 100 chamadas por dia durante a semana de embarcações em perigo e cerca de 400 aos fins-de-semana. Além disso, a Organização Internacional para as Migrações informou que a chamada Guarda Costeira da Líbia interceptou 105 migrantes entre 3 e 9 de dezembro. Até 18 de Dezembro de 2023, 15 383 migrantes, incluindo 556 crianças, foram interceptados e devolvidos à Líbia.</p>



<p>Por outro lado, as autoridades tunisinas interceptaram este ano cerca de 70.000 migrantes que tentavam atravessar o Mediterrâneo para Itália, mais do dobro de 2022. O elevado número de intercepções é o resultado directo do controverso memorando de entendimento entre o autoritário presidente tunisino, Kais Said, e os seus homólogos europeus, representados pela Team Europe, para travar as partidas do país norte-africano em troca de milhões de euros, num contexto de abusos e violência contínuos contra as pessoas em movimento. Em 27 de novembro, a organização Refugees in Libya publicou um vídeo que mostra os agentes fronteiriços tunisinos a disparar contra migrantes da África subsariana, cuja única opção para escapar à violência era saltar para o mar. Além disso, um artigo recente da Al Jazeera documentou os testemunhos de migrantes na Tunísia que relatam o aumento da violência por parte da polícia tunisina contra pessoas em movimento que dormem na rua perto de Sfax.</p>



<p>No meio de tudo isto, o diretor executivo da Frontex, Hans Leijtens, está de visita a Marrocos para «reforçar o diálogo e a cooperação com as autoridades de gestão das fronteiras do país». «Quero felicitar [as autoridades marroquinas] pelos resultados que estão a obter neste momento; um trabalho perfeito nas suas fronteiras», disse Leijtens, apesar do facto de este «parceiro estratégico» ter obstruído os esforços para concluir uma investigação credível sobre o massacre de Melilla, em Junho de 2022.</p>



<p>Ao mesmo tempo, a UE está a reforçar a cooperação com as autoridades egípcias lideradas pelo Presidente Abdelfattah al-Sisi, que tornou o país ainda mais autoritário do que no tempo de Hosni Mubarak. Mais uma vez, a UE e os seus Estados-Membros fecham os olhos a tudo em troca de cooperação em questões como a energia, a migração e a segurança. No final de Outubro, com a situação em Gaza a deteriorar-se, a Presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, sugeriu aumentar o apoio ao Cairo em função do número de migrantes, sugerindo um acordo que poderia ser algo comparável ao acordo UE-Tunísia. Margaritis Schinas, Vice-Presidente, afirmou que a necessidade de colaborar com o Egipto é «ainda mais premente». Como sempre, cada vez que se adivinha uma «crise de refugiados», a UE paga para que morram longe.</p>



<p>Notas:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Um dos grupos de milícias mais perigosos do mundo, dirigido por Saddam Haftar, filho do senhor da guerra da Líbia Oriental Khalifa Haftar e acusado de assassinatos, tortura, detenção arbitrária e escravatura, com alegadas ligações ao Grupo Wagner da Rússia.</li>
</ol>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p><a class="close-button -undecorated -body-typo-color--bg-before -body-layout-color--bg -body-layout-color--color" href="https://www.jornalmapa.pt/2023/12/23/uniao-europeia-causar-dano/#"></a></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



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<p>2012 &#8211; 2023</p>



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