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	<title>Minas Não &#8211; indymedia.pt</title>
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	<description>Centro de Média Independente - Portugal</description>
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	<title>Minas Não &#8211; indymedia.pt</title>
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		<title>Quarto Encontro Ibérico sobre os Impactos Sociais e Ambientais da Mineração, em Covas do Barroso e Boticas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Oct 2025 01:27:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Não]]></category>
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					<description><![CDATA[17 de outubro de 2025 Sociedade e Ambiente Comunidades e organizações europeias reúnem-se em Covas do Barroso e Boticas para discutir justiça ambiental e extrativismo .Ao longo do fim-de-semana de 18 a 20 de outubro, Covas do Barroso e o concelho de Boticas acolhem o encontro pan-europeu Zonas Críticas e o IV Encontro Ibérico sobre [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>17 de outubro de 2025</p>
<p>Sociedade e Ambiente</p>
<p>Comunidades e organizações europeias reúnem-se em Covas do Barroso e Boticas para discutir justiça ambiental e extrativismo .Ao longo do fim-de-semana de 18 a 20 de outubro, Covas do Barroso e o concelho de Boticas acolhem o encontro pan-europeu Zonas Críticas e o IV Encontro Ibérico sobre os Impactos Sociais e Ambientais da Mineração, reunindo comunidades afetadas por projetos mineiros e por outros projetos ligadas à transição energética em Portugal, Espanha e países como a Sérvia e a Roménia. Juntam-se também organizações da sociedade civil e ambiental de toda a Europa para debater a justiça na utilização dos recursos naturais.</p>
<p>Os eventos são organizados pelo Observatório dos Recursos Naturais, pela MiningWatch Portugal, Ecologistas en Acción, Amigos da Terra e a associação Unidos em Defesa de Covas do Barroso, com a colaboração do Observatório Ibérico da Mineração. Durante três dias, mais de meia centena de representantes de movimentos, plataformas e coletivos ibéricos e europeus partilharão experiências e estratégias de resistência e solidariedade face ao avanço do extrativismo mineiro e energético e às suas consequências ambientais e sociais.</p>
<p>“Este encontro é uma oportunidade única para reunir o conhecimento de organizações ibéricas e europeias com a experiência vivida das comunidades afetadas por projetos mineiros e energéticos,” sublinha Nik Völker, presidente do Observatório dos Recursos Naturais. “Só através desta articulação podemos denunciar práticas destrutivas e propor alternativas concretas baseadas na justiça ambiental e na gestão sustentável dos recursos.”</p>
<p>Covas do Barroso e Boticas na região do Barroso – reconhecido pela FAO como Património Agrícola Mundial e ameaçada pela proposta de uma das maiores minas de lítio da Europa. A região foi escolhida como símbolo de resistência e exemplo de mobilização comunitária. A região do Barroso é hoje um dos epicentros europeus do debate sobre o futuro dos territórios rurais e os impactos da transição energética.</p>
<p>“O caso de Covas do Barroso não é apenas local. Somos um exemplo sistémico de como a pressa por minerais críticos ameaça comunidades, ecossistemas e modos de vida em toda a Europa e no mundo. Mostrar esta realidade e as suas conexões é essencial para repensarmos o rumo da transição energética,” afirma Carla Gomes, da associação Unidos em Defesa de Covas do Barroso. Ao longo do encontro, serão realizados debates, oficinas e sessões de trabalho sobre alternativas à mineração, defesa do território e cooperação internacional. Terá também lugar a caminhada guiada “Paisagens de Poder”, em Morgade (Montalegre), que proporcionará uma leitura histórica sobre a forma como as paisagens e sociedades do Barroso foram moldadas por grandes projetos (agro)industriais, como as barragens hidroelétricas e os processos de colonização interna do século XX. Serão ainda apresentados os avanços do Observatório Ibérico da Mineração, que mapeia más práticas do setor e já documentou mais de uma centena de casos, bem como o fórum internacional “Povos contra o Extrativismo”, que conta com a participação de organizações de vários continentes, incluindo representantes da Confederação de Nacionalidades Indígenas do Equador. O programa inclui dois momentos abertos ao público:</p>
<p>MiningWatch Portugal<br />
Unidos em Defesa de Covas do Barroso<br />
Ecologistas en Acción</p>
<div class="post-header">
<h1 class="entry-title">Decenas de colectivos de toda la península celebran el cuarto encuentro sobre los impactos sociales y ambientales de la minería en Covas do Barroso</h1>
<div class="post-meta"><span class="updated">17/10/2025</span> | <a href="https://www.ecologistasenaccion.org/s-area-tag/" rel="tag">Área, portada</a>, <a href="https://www.ecologistasenaccion.org/areas/mineria/" rel="tag">Minería</a></div>
</div>
<div class="post-wrap">
<div class="post-content entry-content">
<ul>
<li><strong>El evento, organizado por Amigas de la Tierra, Ecologistas en Acción y la asociación Unidos em Defesa de Covas do Barroso, con la colaboración del <a href="https://www.minob.org">Observatorio Ibérico de la Minería</a>, tendrá lugar en el municipio de Boticas (Portugal) desde el viernes 17 hasta el domingo 19 de octubre.</strong></li>
<li><strong>En el mismo, participan más de medio centenar de representantes de plataformas de toda la península ibérica que luchan en sus territorios contra los graves impactos del extractivismo minero. A su vez, asistirán representantes de organizaciones ecologistas de diferentes países europeos e integrantes de la Confederación de Nacionalidades Indígenas de Ecuador (CONAIE). </strong></li>
</ul>
<p>Ecologistas en Acción con la colaboración del Observatorio Ibérico de la Minería, Amigas de la Tierra y la asociación Unidos em Defesa de Covas do Barroso organiza el cuarto encuentro ibérico sobre los impactos sociales y ambientales de la minería en Covas do Barroso, aldea portuguesa en la que una empresa británica pretende abrir la mina de litio más grande de Europa. Se trata de la cuarta edición de este espacio de reflexión, aprendizaje y convivencia en el que participarán más de medio centenar de representantes de distintos movimientos, plataformas y colectivos implicados en la resistencia a proyectos mineros de España y Portugal.</p>
<p>Durante tres días, <a href="https://www.ecologistasenaccion.org/evento/covas-do-barroso-portugal-iv-encuentro-iberico-contra-los-impactos-sociales-y-ambientales-de-la-mineria/">del 17 al 19 de octubre</a>, los colectivos pondrán en común su situación y elaborarán estrategias de coordinación y apoyo mutuo ante la escalada minera de la UE. Estrecharán su colaboración más necesaria que nunca ante el afán extractivista de la Comunidad Europea, que pretende impulsar la extracción de minerales a través de declarar proyectos estratégicos a explotaciones con severos impactos ambientales y sociales ya demostrados.</p>
<p>También se celebrarán distintos talleres de formación, charlas y debates sobre estrategias de defensa del medio ambiente y alternativas a la minería. Se presentarán los avances del foro internacional “Pueblos contra el Extractivismo”, al que ya se han sumado múltiples organizaciones de diferentes continentes, como la CONAIE de Ecuador, que estará representada en el encuentro. Por último, se expondrán los avances del Observatorio Ibérico de la Minería, un proyecto apoyado por el Ministerio de Derechos Sociales y Agenda 2030, que mapea las malas prácticas del sector y que cuenta ya con más de 100 casos documentados.</p>
<p>La localidad portuguesa de Covas do Barroso acoge este evento por ser uno de los mayores polos de resistencia a la nueva onda extractivista. La región fronteriza de Barroso está afectada por dos de los tres proyectos mineros de Portugal que han sido designados como estratégicos por la UE. A su vez, participan en el encuentro colectivos de defensa del territorio que plantan resistencia a los seis proyectos mineros declarados estratégicos en el Estado español: Doade (Ourense), Las Navas (Cáceres), La Parrilla (Cáceres), Aguablanca (Badajoz), Las Cruces (Sevilla) y El Moto (Ciudad Real). Todos estos proyectos acumulan vulneraciones de derechos sociales y ambientales y han sido recurridos ante la Comisión Europea. Por ejemplo, la mina de La Parrilla fue sancionada y cerrada en 2022 por carecer de autorización ambiental y por construir ilegalmente balsas de residuos mineros, mientras que la Mina de Las Cruces acumula más de 6.5 millones de euros en sanciones e indemnizaciones por extracciones ilegales de aguas del acuífero de Gerena y Guillena-Cantillana, masas de agua consideradas como reserva estratégica de emergencia para el consumo humano de Sevilla en caso de escasez. En otro ejemplo, la mina de Aguablanca, su propietaria Denarius está liderada por empresarios con un amplio historial de vulneraciones de derechos humanos en sus explotaciones de oro y petróleo en Colombia.</p>
<p>Las organizaciones ecologistas y plataformas locales ya denunciaron en su momento la opacidad y la falta de participación que acompañó a la selección de los primeros proyectos estratégicos dentro y fuera de Europa. Denuncian asimismo que la situación se va a agravar, en tanto que la Comisión Europea ha sacado la segunda convocatoria para proyectos estratégicos en el marco del Reglamento Europeo de Materias Primas Fundamentales.</p>
<ul>
<li><a href="https://multimedia.ecologistasenaccion.org/Mineria-galeria-estatal/Encuentro-iberico-impactos-mineria">Galería fotográfica encuentros anteriores</a>.</li>
<li>Más información en MINOB sobre la <a href="https://www.minob.org/portugues/mina-do-barroso.html">mina de Covas do Barroso</a>.</li>
</ul>
</div>
</div>
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		<title>Como participar na Consulta Pública do EIA da Mina da Borralha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Oct 2025 18:30:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecologia e Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Borralha]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Não]]></category>
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					<description><![CDATA[➡️ Foi aberta a Consulta Pública da Avaliação de Impacte Ambiental (AIA) sobre o Estudo de Impacte Ambiental (EIA) apresentado pela Minerália &#8211; Minas, Geotécnia e Construções Lda para a Mina da Borralha à APA – Agência Portuguesa do Ambiente. 🚨 ATENÇÃO: esta consulta não é sobre a decisão de conceder ou não a exploração [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>➡️ Foi aberta a Consulta Pública da Avaliação de Impacte Ambiental (AIA) sobre o Estudo de Impacte Ambiental (EIA) apresentado pela Minerália &#8211; Minas, Geotécnia e Construções Lda para a Mina da Borralha à APA – Agência Portuguesa do Ambiente.</p>
<p>🚨 ATENÇÃO: esta consulta não é sobre a decisão de conceder ou não a exploração — esta concessão mineira de volfrâmio foi atribuída em 2021! O que está agora em causa é o Estudo de Impacte Ambiental, que a empresa apresentou e que a APA vai avaliar. É neste momento que podemos contestar e refutar as informações que lá constam.</p>
<p>📃 Pedimos a todos que leiam com atenção o resumo não técnico do EIA e que baseiem as vossas participações em argumentos concretos que refutem o conteúdo do estudo. A força da consulta pública depende da qualidade e número das participações.</p>
<p>👩‍🏫 Além disso, apelamos especialmente a quem tenha formação ou experiência técnica em áreas relevantes — como geologia, hidrogeologia, engenharia sanitária, recursos hídricos, medicina, saúde pública, agronomia, ecologia, biodiversidade, qualidade do ar ou direito ambiental — para contribuir com uma análise fundamentada do Estudo de Impacte Ambiental. A vossa colaboração técnica é essencial para desmontar os argumentos do promotor e reforçar a credibilidade da nossa contestação.</p>
<p>💪 Esta é a oportunidade de mostrar que a comunidade está atenta e informada. Cada participação conta!Como escrever uma boa contestação ao EIA</p>
<p>1. Leiam o Resumo Não Técnico (RNT)<br />
Está disponível no portal da APA (https://siaia.apambiente.pt/AIA.aspx?ID=3738 ). É o documento mais acessível e onde estão descritas as intenções da empresa.</p>
<p>2. Identifiquem erros, omissões ou inconsistências<br />
Procurem pontos em que o estudo minimiza impactos, ignora riscos ou falta com dados — por exemplo:</p>
<p>distância real às habitações, às linhas de água e ás pastagens;<br />
Impactes reais nas linhas de água e a importância que esta representa em toda a região;<br />
ausência de dados sobre metais pesados nas escombreiras;<br />
impactos sobre agricultura, água, fauna, ar e ruído;<br />
ausência de consulta à população ou às entidades locais.</p>
<p>3. Utilizem linguagem clara e fundamentada<br />
Não é preciso ser técnico — basta ser objetivo. Usem frases como:</p>
<p>“O estudo não considera…”<br />
“A informação apresentada é insuficiente em relação a…”<br />
“Há contradição entre os dados do EIA e as observações no terreno…”</p>
<p>4. Referenciem fontes quando possível</p>
<p>Se tiverem documentos, relatórios (ex: LNEG: https://www.lneg.pt/wp-content/uploads/2020/03/9-Avila-et-al_Metais-pesados-solos-Borralha_v2_rede_SM.pdf, Universidade do Porto: https://repositorio-aberto.up.pt/handle/10216/59270 ) ou testemunhos locais que vejam nas redes sociais ou no terreno, mencionem-nos. Isso dá força ao argumento.<br />
Façam uma conclusão firme<br />
Terminem sempre pedindo que a APA rejeite o EIA apresentado e que não aprove a exploração mineira nas condições atuais, pela incompatibilidade com a proteção ambiental e a saúde pública.<br />
Enviem dentro do prazo (7 de outubro a 17 de novembro de 2025)<br />
As participações serão submetidas através do Portal https://participa.pt/pt/consulta/mina-da-borralha ou por email indicado no site da APA.</p>
<p>Vamos fazer ouvir a nossa voz!<br />
A Borralha, o Barroso e as nossas aldeias merecem ser defendidas.</p>
<p>Informem-se, participem e partilhem — juntos somos mais fortes!<br />
_<br />
Na imagem: a Aldeia de Paredes, vista do local da exploração. Esta aldeia, com exploração agrícola, tem terrenos Baldios e particulares dentro da área do projecto mineiro.</p>
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		<title>Pelo encerramento definitivo da pedreira de Lajedo, Monte Córdova, Santo Tirso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Sep 2025 14:59:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecologia e Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Não]]></category>
		<category><![CDATA[Pedreira]]></category>
		<category><![CDATA[Santo Tirso]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Cidadão Signatários desta petição vêm por este meio, ao abrigo do exercício do direito de petição consagrado no artigo 52.º da Constituição da República Portuguesa solicitar às entidades responsáveis pelo licenciamento da pedreira de lajedo o indeferimento dos pedidos de exploração, ampliação e alteração do regime de licenciamento. Dirigem os peticionários às seguintes entidades [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os Cidadão Signatários desta petição vêm por este meio, ao abrigo do exercício do direito de petição consagrado no artigo 52.º da Constituição da República Portuguesa solicitar às entidades responsáveis pelo licenciamento da pedreira de lajedo o indeferimento dos pedidos de exploração, ampliação e alteração do regime de licenciamento. Dirigem os peticionários às seguintes entidades com responsabilidades legais no licenciamento: &#8211; DGEG- Direcção Geral da Energia e Geologia, CCDR &#8211; Norte &#8211; Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, IP, APA &#8211; Agência Portuguesa do Ambiente, ICNF &#8211; Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas, Câmara Municipal de Santo Tirso, Assembleia Municipal de Santo Tirso, Junta de Freguesia de Monte de Córdova, às quais requerem emissão de parecer desfavorável e consequentemente indeferimento da exploração, ampliação e alteração do regime do licenciamento, uma vez que em Monte Córdova, freguesia tranquila com cerca de 4.000 habitantes, a população vive sob a ameaça do regresso de uma ferida antiga: a pedreira de Lajedo.</p>
<p>Durante décadas, os moradores sofreram com explosões que rachavam paredes e projetavam pedras sobre telhados, com o ruído, o pó, a pressão sobre os solos e a água com impactos ambientais e de saúde que nunca foram verdadeiramente reconhecidos. A exploração parou, mas agora querem reativá-la recorrendo a processos de legalização que se têm revelado, no mínimo, estranhos.</p>
<p>A devastação já começou.</p>
<p>Em 2024, foi executada uma terraplanagem de cerca de 4 hectares, parte deles em plena Reserva Ecológica Nacional (REN). Árvores autóctones foram destruídas, incluindo sobreiros protegidos por lei. As obras avançaram sem qualquer autorização. A CCDR-N e o SEPNA confirmaram as irregularidades, mas as consequências não são até hoje conhecidas.</p>
<p>As linhas de água foram desviadas, deixando casas sem o seu abastecimento tradicional. Águas pluviais misturadas com resíduos de construção e alcatrão escorrem hoje para o Rio Leça, muito perto da sua nascente e das emblemáticas Quedas de Água da Fervença, numa zona de grande valor ecológico, turístico e patrimonial.</p>
<p>Este é um problema ambiental com provas à vista e também um trauma coletivo reaberto. Há pessoas a viver muito perto da pedreira.</p>
<p>O futuro que nos querem impor</p>
<p>Se esta pedreira for autorizada, o futuro próximo de Monte Córdova será marcado por um agravamento da qualidade de vida. Explosões farão tremer toda a laje geológica interligada sob as fundações das casas e, quanto mais fundo for escavada a pedra, maior será o risco de danos estruturais nos edifícios da freguesia.</p>
<p>O constante vaivém de camiões, a poeira fina em suspensão, o ruído ensurdecedor das britadeiras industriais e o processamento da pedra junto às habitações comprometerão novamente a saúde, o sossego e a segurança da população.</p>
<p>A presença já visível e constatada pelas autoridades de resíduos de construção e demolição (RCDs) no local levanta a suspeita grave de que a área possa também servir para outras atividades de impacto ambiental elevado e riscos desconhecidos.</p>
<p>A estrada EM 558-1 já hoje sobrecarregada por trânsito pesado que foge à rede nacional, tornar-se-á intransitável e ainda mais perigosa, num território que já perdeu o direito elementar a ter ruas seguras e respiráveis, tanto na Freguesia em causa como em Santiago da Carreira e no restante troço que liga à N105.</p>
<p>Esta não é uma pedreira como há 20 anos. É uma ameaça à escala industrial e cabe-nos travá-la antes que seja irreversível.</p>
<p>Reivindicamos:</p>
<p>· O encerramento definitivo da pedreira de Lajedo;</p>
<p>· A revogação imediata da licença atribuída à Edilages;</p>
<p>· A suspensão da revisão do PDM nas áreas afetadas;</p>
<p>· Um plano de recuperação ecológica da zona: reposição das linhas de água, replantação de espécies nativas, proteção do percurso até às Quedas da Fervença, reconhecimento do caminho municipal e implementação de uma floresta biodiversa e estratificada, essencial para a regeneração do solo, a retenção de humidade e a prevenção de incêndios.</p>
<p>· A responsabilização dos autores de atos lesivos ao ambiente</p>
<p>· Um compromisso público da autarquia de que não será permitida nova exploração mineira neste território.</p>
<p>Monte Córdova tem memória. E tem voz.</p>
<p>Esta é uma luta pela legalidade, pela saúde pública, pela justiça territorial e pela regeneração de um ecossistema já danificado.</p>
<p>Porque há lugares que nunca deveriam voltar a ser feridos.</p>
<p>Nota: A presente petição está também disponível em formato papel, podendo ser assinada presencialmente junto dos promotores locais e na Junta de Freguesia de Monte Córdova (Largo Monsenhor Moreira Neto 159)</p>
<p>Imagem: Jornal Cordovense<span id="declaration"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>[Borralha] A luta contra a mina da Borralha por quem lá vive.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PTrevolutionTV]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Dec 2023 17:11:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecologia e Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Indymedia]]></category>
		<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[AltPT]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Não]]></category>
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		<category><![CDATA[simàvudanãoàmina]]></category>
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					<description><![CDATA[Após a Caravana Anti-Mineração e pela Vida fomos abordados pelo coletivo PNB para partilhar um vídeo sobre a situação da Mina da Borralha onde querem reativar uma antiga exploração. Fica aqui o relato de alguns locais. Este vídeo foi nos enviado pelo coletivo PNB e a realizadora é a Paloma Ruiz. Em breve este coletivo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Após a Caravana Anti-Mineração e pela Vida fomos abordados pelo coletivo PNB para partilhar um vídeo sobre a situação da Mina da Borralha onde querem reativar uma antiga exploração.</p>



<p>Fica aqui o relato de alguns locais.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<span class="embed-privacy-url"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=ax7iZ3-cVKw">Open embedded content from YouTube</a></span>
</div></figure>



<p>Este vídeo foi nos enviado pelo coletivo PNB e a realizadora é a Paloma Ruiz. Em breve este coletivo vai ter canais próprios de comunicação até lá vamos publicando com todo o prazer. </p>



<p>Pela soberania da informação.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Panamá, activistas anti mineração atingidos a tiro.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PTrevolutionTV]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Nov 2023 10:38:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecologia e Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Indymedia]]></category>
		<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Repressão]]></category>
		<category><![CDATA[AltPT]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Não]]></category>
		<category><![CDATA[PanamaValeMasSinMineria]]></category>
		<category><![CDATA[Protesto]]></category>
		<category><![CDATA[PTrevolutionTV]]></category>
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					<description><![CDATA[No final do mês passado publicamos um artigo sobre a luta no Panamá contra a construção da maior mina a céu aberto de Cobre da America Central. Apesar da garantia do governo da realização de um referendo a este projecto de uma empresa Canadiana, os activistas não desmobilizaram e mantiveram alguns protestos e bloqueios para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>No final do mês passado publicamos um <a href="https://cmi.indymedia.pt/2023/10/30/luta-no-panama-contra-a-mineracao/">artigo</a> sobre a luta no Panamá contra a construção da maior mina a céu aberto de Cobre da America Central.</p>



<p>Apesar da garantia do governo da realização de um referendo a este projecto de uma empresa Canadiana, os activistas não desmobilizaram e mantiveram alguns protestos e bloqueios para garantir a realização do dito referendo.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="962" height="642" data-id="186473" src="https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2023/11/F-c74vxXwAAH0xv.jpg" alt="" class="wp-image-186473" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2023/11/F-c74vxXwAAH0xv.jpg 962w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2023/11/F-c74vxXwAAH0xv-300x200.jpg 300w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2023/11/F-c74vxXwAAH0xv-150x100.jpg 150w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2023/11/F-c74vxXwAAH0xv-768x513.jpg 768w" sizes="(max-width: 962px) 100vw, 962px" /></figure>



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<p>Foi num destes bloqueios que um cidadão Americano, Kenneth Darlington, quando confrontado com um grupo de activistas a bloquear uma autoestrada, depois de tentar demover os activistas pelo dialogo, acaba por se dirigir ao carro para pegar no seu revólver e atingir dois dos activistas presentes.</p>



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<p>O autor é um cidadão americano que circulava numa auto estrada de 35500 kms que une o Alaska a Argentina e é um médico advogado com 77 anos.</p>



<p>Infelizmente são cada vez mais os casos de justiceiros que respondem de forma violenta a quem protesta pacificamente, acabando por se substituir a polícia e estes são os que são realmente perigosos, já que não têm normas de conduta a seguir, pelo que é muito importante cuidar-mos de nós e dos nossos, evitando por exemplo ir e vir de protestos sozinhos e manter sempre uma posição de vigilância.</p>



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<p>Todo o nosso trabalho é auto financiado, se puderes contribuir entra em contacto connosco.</p>



<p>Pela soberania da informação.</p>
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		<title>Luta no Panamá contra a mineração</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PTrevolutionTV]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Oct 2023 20:37:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecologia e Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Indymedia]]></category>
		<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[AltPT]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia]]></category>
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					<description><![CDATA[A população do Panamá neste momento está nas ruas a lutar contra um contrato assinado entre o governo e a&#160; empresa canadiana First Quantum para a construção da maior mina a céu aberto&#160;de cobre da América Central. Para além do impacto ecologio directo de uma mina destas condições, os manifestantes questionam também a velocidade com [&#8230;]]]></description>
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<p>A população do Panamá neste momento está nas ruas a lutar contra um contrato assinado entre o governo e a&nbsp; empresa canadiana First Quantum para a construção da maior mina a céu aberto&nbsp;de cobre da América Central.</p>



<p>Para além do impacto ecologio directo de uma mina destas condições, os manifestantes questionam também a velocidade com que este contrato foi aprovado no parlamento para um contrato com duração de 20 a 40 anos.</p>



<p>Desde Setembro que ocorrem protestos e bloqueios por todo o país&nbsp;argumentando que o Pananá não está a venda e tal como em outras lutas na America do Sul há uma grande presença de nativos a participar nas várias acções.</p>



<p>As formas de luta são várias, envolvendo barcos, camiões, carros, tractores e tudo o que sirva para bloquear algumas redes de circulação importantes para o país impedindo inclusive o fluxo de migrantes para norte.</p>



<p>Nesta altura os protestos continuam sem que o governo mostre grande abertura em mudar de posição, reforçando as instalações da mineradora com elementos do exercíto, nem dos manifestantes em abdicar daquilo em que acreditam.</p>



<p>Como resultado dos protestos o governo veio agora garantir a realização de um referendo nacional sobre o anuncio mas para já não há desmobilização nas ruas e são já vários os registos de confrontos com a polícia essencialmente nos centros urbanos e no período noturno.</p>



<p>Se quiseres seguir a historia mais de perto recomenda-mos que pesquises pelas seguintes Hashtags &#8211;  #NoAlContratoMinero <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/panamavalemassinmineria/">#PanamaValeMasSinMineria</a> #NoALaMineria </p>



<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter wp-block-embed-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="embed-privacy-local-tweet"><blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true"><p lang="es" dir="ltr">📍🇵🇦 Caravana de camiones hacia La Espiga en la autopista Arraiján &#8211; La Chorrera.<br><br>Video: <a href="https://twitter.com/yinipao?ref_src=twsrc%5Etfw">@yinipao</a><a href="https://twitter.com/hashtag/Panam%C3%A1?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#Panamá</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/Manifestaciones?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#Manifestaciones</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/ContratoMinero?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#ContratoMinero</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/NoticiasTVN?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#NoticiasTVN</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/Cierres?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#Cierres</a> <a href="https://t.co/hKlqiPRei3">pic.twitter.com/hKlqiPRei3</a></p><cite class="embed-privacy-tweet-meta"><span class="embed-privacy-author-meta">— TVN Noticias (@tvnnoticias) </span><a href="https://twitter.com/tvnnoticias/status/1719082615850901598?ref_src=twsrc%5Etfw">30/10/2023</a></cite></blockquote></div>
</div></figure>



<p></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter wp-block-embed-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="embed-privacy-local-tweet"><blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true"><p lang="es" dir="ltr">Cierre de la vía Centenario en Merca Panamá en RECHAZO AL CONTRATO MINERO <a href="https://twitter.com/hashtag/Panam%C3%A1?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#Panamá</a> <br><br>Tomado de <a href="https://twitter.com/TraficoCPanama?ref_src=twsrc%5Etfw">@TraficoCPanama</a> <a href="https://t.co/0JJsAr7eh2">pic.twitter.com/0JJsAr7eh2</a></p><cite class="embed-privacy-tweet-meta"><span class="embed-privacy-author-meta">— PanamaTimes_507 (@PanamaTimesPTY) </span><a href="https://twitter.com/PanamaTimesPTY/status/1719013354331668528?ref_src=twsrc%5Etfw">30/10/2023</a></cite></blockquote></div>
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<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter wp-block-embed-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="embed-privacy-local-tweet"><blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">🚨 Several protesters are run over in <a href="https://twitter.com/hashtag/Panama?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#Panama</a> after a vehicle passed the barriers that they had placed blocking the highway. <a href="https://twitter.com/hashtag/PanamaSinMineria?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#PanamaSinMineria</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/PanamaNoseVende?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#PanamaNoseVende</a> <a href="https://t.co/mfsPJ5MEus">pic.twitter.com/mfsPJ5MEus</a></p><cite class="embed-privacy-tweet-meta"><span class="embed-privacy-author-meta">— Culture War Intel (@CultureWar2020) </span><a href="https://twitter.com/CultureWar2020/status/1719053063749566798?ref_src=twsrc%5Etfw">30/10/2023</a></cite></blockquote></div>
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<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter wp-block-embed-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="embed-privacy-local-tweet"><blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true"><p lang="es" dir="ltr">CIERRES // Las protestas contra el contrato-ley minero entre el Estado panameño y la empresa canadiense First Quantum Minerals continúan este lunes, tras nueve días de cierres de vías en todo el país.<br><br>Fotos: Erick Marciscano  <br> <a href="https://twitter.com/hashtag/ConflictoMinero?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#ConflictoMinero</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/Panam%C3%A1?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#Panamá</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/ProtestasPanam%C3%A1?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#ProtestasPanamá</a> <a href="https://t.co/Th3tdashrY">pic.twitter.com/Th3tdashrY</a></p><cite class="embed-privacy-tweet-meta"><span class="embed-privacy-author-meta">— La Estrella de Panamá (@EstrellaOnline) </span><a href="https://twitter.com/EstrellaOnline/status/1719040091409023419?ref_src=twsrc%5Etfw">30/10/2023</a></cite></blockquote></div>
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<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter wp-block-embed-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="embed-privacy-local-tweet"><blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true"><p lang="es" dir="ltr">A éstas horas de la tarde continúan las protestas en mi 🇵🇦,  en contra de un contrato minero donde ésta administración vende la patria, gracias a la ineptitud de una administración corrupta y mediocre.<a href="https://twitter.com/hashtag/CintaCostera?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#CintaCostera</a> AvenidaBalboa <a href="https://twitter.com/hashtag/Panama?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#Panama</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/PanamaValeM%C3%A1sSinMineria?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#PanamaValeMásSinMineria</a> <a href="https://t.co/IJYiNUR1dy">pic.twitter.com/IJYiNUR1dy</a></p><cite class="embed-privacy-tweet-meta"><span class="embed-privacy-author-meta">— Débora E. Vergara D. 🇵🇦 (@dbv_e) </span><a href="https://twitter.com/dbv_e/status/1718739437113200727?ref_src=twsrc%5Etfw">29/10/2023</a></cite></blockquote></div>
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<div class="embed-privacy-local-tweet"><blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">Meanwhile in <a href="https://twitter.com/hashtag/Panama?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#Panama</a><br><br>Protest over mining rights <a href="https://t.co/Zx3xhQEKAc">pic.twitter.com/Zx3xhQEKAc</a></p><cite class="embed-privacy-tweet-meta"><span class="embed-privacy-author-meta">— The Daily Sneed™ (@Tr00peRR) </span><a href="https://twitter.com/Tr00peRR/status/1717722131415417104?ref_src=twsrc%5Etfw">27/10/2023</a></cite></blockquote></div>
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<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter wp-block-embed-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="embed-privacy-local-tweet"><blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true"><p lang="es" dir="ltr">El gobierno quería Candela&#8230;? <a href="https://twitter.com/hashtag/Panama?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#Panama</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/panamavalem%C3%A1ssinminer%C3%ADa?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#panamavalemássinminería</a> <a href="https://t.co/Jv66clbcyr">pic.twitter.com/Jv66clbcyr</a></p><cite class="embed-privacy-tweet-meta"><span class="embed-privacy-author-meta">— JUSTICIA SOCIAL PANAMÁ 507 denuncia la corrupción (@praxo60) </span><a href="https://twitter.com/praxo60/status/1716911014669910267?ref_src=twsrc%5Etfw">24/10/2023</a></cite></blockquote></div>
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<p>Pela soberania da informação</p>



<p></p>
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