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	<title>Rádio Paralelo &#8211; indymedia.pt</title>
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		<title>[Live] Assembleia Popular &#8220;Palestina Livre&#8221; [Porto, 14/07/23 às 17h]</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Oct 2023 15:00:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[14 de Outubro, às 17h, estaremos ao vivo na Assembleia Popular pela Palestina, no Porto. Acompanha o live nesta página às 17h. https://cmi.indymedia.pt/?p=32752 Depois o vídeo fica disponibilizado aqui na página e no peertube. Manifesto: Na madrugada de 7 de outubro de 2023, parte da resistência palestiniana, a partir da Faixa de Gaza, iniciou uma [&#8230;]]]></description>
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<p>14 de Outubro, <a href="https://eventos.coletivos.org/event/assembleia-popular-palestina-livre">às 17h</a>, estaremos ao vivo na <a href="https://eventos.coletivos.org/event/assembleia-popular-palestina-livre">Assembleia Popular pela Palestina, no Porto</a>. Acompanha o live nesta página às 17h. <a href="https://cmi.indymedia.pt/?p=32752">https://cmi.indymedia.pt/?p=32752</a></p>



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<p>Depois o vídeo fica disponibilizado aqui na página e no <a href="https://fediverse.tv/w/qbV1E62hCGtZpgqx2JBKog">peertube</a>.</p>



<p>Manifesto:</p>



<p>Na madrugada de 7 de outubro de 2023, parte da resistência palestiniana, a partir da Faixa de Gaza, iniciou uma ação de resistência contra o projeto colonial sionista, liderada pelo Hamas, a que se juntaram outros coletivos em toda a Palestina. Esta é uma resposta ao escalar de violência por parte do exército e de colonos israelitas, principalmente na Cisjordânia e em Jerusalém. O ano de 2023 é já o mais mortal para pessoas palestinianas desde 2005 — mais de 200 tinham sido mortas ainda antes dos acontecimentos deste fim-de-semana. As últimas semanas têm também sido marcadas por um aumento do número de colonos que, em Jerusalém, têm forçado a entrada na praça onde se encontra a mesquita de Al-Aqsa, um dos mais importantes locais de culto do islão.</p>



<p>Esta ação surge quando se cumprem quase 20 anos de bloqueio&nbsp;a Gaza por parte do Estado sionista (e também do Estado egípcio), que tornou esta região uma prisão a céu aberto, onde cerca de dois milhões de pessoas&nbsp;vivem na miséria, sem dinheiro, sem acesso constante a água potável&nbsp;ou eletricidade, sem a possibilidade de fugirem ou se refugiarem, e com a constante ameaça de bombardeamentos e massacres por parte do poder ocupante. Recentemente, no passado maio, mais de 30 pessoas palestinianas foram mortas em mais um ataque israelita.</p>



<p>Foi isso que as forças militares ocupantes fizeram novamente como resposta a esta ação de resistência. Depois dos guerrilheiros do Hamas terem lançados rockets e conseguido, pela primeira vez em anos, destruir a separação de metal construída para dividir Gaza dos territórios ocupados em 1948 pelo Estado de Israel, infiltrando-se em colonatos para destruir edifícios como esquadras da polícia e para capturar soldados e colonos, o exército sionista iniciou mais uma campanha de punição coletiva, bombardeando algumas das zonas mais densamente povoadas da Faixa de Gaza. Já centenas de pessoas morreram desde a manhã de sábado. Infelizmente, a normalização desta dimensão de violência e devastação da resposta israelita — cujo poderio militar é inúmeras vezes superior ao palestiniano — &nbsp;é também uma realidade. Como se lê no editorial do jornal Público de ontem, “os Israelitas irão responder de forma brutal nas próximas horas.”</p>



<p>Mas o que se passa na Palestina não pode entender-se sem o devido contexto dos últimos 75 anos de ocupação. Pelo menos desde 1948 que a nakba&nbsp;(catástrofe, em árabe) é uma realidade para a população palestiniana, que resiste contra a limpeza étnica de todo um povo por parte de um império colonial que mantém o apoio das maiores potências do ocidente. Como têm feito sucessivamente, representantes políticos como&nbsp;Roberta Metsola, presidente do Parlamento Europeu, Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, ou António Costa, primeiro-ministro de Portugal&nbsp;mostram solidariedade com o apartheid.</p>



<p>Todos os dias são mortas&nbsp;pessoas civis na Palestina pelo Estado de Israel e pelos seus colonos. No entanto, a violência a que agora assistimos é resultado direto da ocupação do povo palestiniano por parte de um projeto colonial e os seus 75 anos de limpeza étnica. Negar o seu direito a fazê-lo é contrariar o direito à resistência dos povos ocupados. Não temos qualquer afinidade com o projeto político do Hamas, mas reconhecemos o desejo de libertação de todo um povo.</p>



<p>Porque acreditamos no direito do povo palestiniano de resistir à ocupação colonial com qualquer meio à sua disposição (como, aliás, expressa a lei internacional), manifestamo-nos em solidariedade com a sua luta na segunda-feira, dia 9 de outubro, pelas 18 horas, no Largo de Camões, em Lisboa. A descolonização não é apenas uma metáfora, um enquadramento teórico. E é quando ela se torna real que temos de dizer: sim, defendemos a Palestina livre.</p>
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