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	<title>Turquia &#8211; indymedia.pt</title>
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	<description>Centro de Média Independente - Portugal</description>
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	<title>Turquia &#8211; indymedia.pt</title>
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		<title>[Jonal MAPA] Novo ataque da Turquia sobre os povos no nordeste da Síria</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Oct 2023 13:13:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guerra e Paz]]></category>
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					<description><![CDATA[Em todo o Norte e Leste da Síria, sob controlo curdo, desde o dia 5 de outubro que se sucedem uma serie de ataques aéreos turcos que visam infra-estruturas de fornecimento de electricidade, água e outras infra-estruturas humanitárias básicas, a par das instalações petrolíferas e estabelecimentos económicos da região. No dia 5 de Outubro acordamos [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>Em todo o Norte e Leste da Síria, sob controlo curdo, desde o dia 5 de outubro que se sucedem uma serie de ataques aéreos turcos que visam infra-estruturas de fornecimento de electricidade, água e outras infra-estruturas humanitárias básicas, a par das instalações petrolíferas e estabelecimentos económicos da região.</strong></p>



<p>No dia 5 de Outubro acordamos com as notícias de mais um bombardeamento por um drone da Força Aérea Turca a uma central eléctrica na cidade de Qamishlo. Nas horas seguintes começamos a ter dificuldade em acompanhar as notícias: «Explosão no campo de refugiados de Washokani em Heseke»; «Depósitos de petróleo alvos de um ataque de drone»; «carro atingido por míssil»; «barragem bombardeada perto de Cil Axa». As notícias de ataques não parecem parar. Esta não é a primeira vez que o Estado Turco leva a cabo campanhas destas tendo como alvo infra-estruturas essenciais à população civil. Em Novembro de 2022, durante 7 dias realizou uma campanha semelhante. Estes ataques provocam danos óbvios na vida diária da população com milhares de pessoas sem acesso a água e electricidade.</p>



<p>No dia 5 viajamos para a cidade de Qamishlo. Já de noite chegamos à cidade fronteiriça e logo na primeira rotunda da cidade somos abrandados por um trânsito não muito normal para aquelas horas da noite. Rapidamente nos damos conta que uns minutos antes ocorrera mais um bombardeamento ao final de uma avenida à nossa direita. Aí conseguimos ver o fogo que deflagrava num edifício que mais tarde vimos a saber tratar-se de uma fábrica de alimentos para gado.</p>



<p>As notícias nos dias seguintes não abrandam no seu ritmo. Em Dêrik, o hospital para doentes de Covid-19 é bombardeado e outras tantas estações de água e furos de petróleo são destruídos. Após almoço ouvimos uma explosão. A central de electricidade do norte da cidade acaba de ser bombardeada, mais uma vez, destruindo assim o último transformador ainda funcional. Não haverá electricidade em grande parte da cidade.</p>



<p>Nestes 4 dias de bombardeamentos – que ocorreram desde as regiões de Afrin e Sheba a Oeste e Dêrik a Este – cerca de 42 locais foram alvo do Estado Turco, a grande maioria infraestruturas civis com um total de 17 vítimas mortais e muitas outras feridas. O impacto destes ataques ainda está em avaliação pela Administração Autónoma do Norte e Este da Síria (AANES), mas é possível desde já concluir que os custos a longo prazo serão bastantes para a região e para os distintos povos que aqui coabitam. O Nordeste da Síria tem sobrevivido durante os 11 anos da revolução sob um embargo económico que afecta a população na sua vida diária. Para além dos altos custos que se podem esperar para a reparação ou a compra de novas peças, devido ao embargo muitos destes materiais essenciais para a recuperação destas infra-estruturas estão impossibilitados de aqui chegarem.</p>



<p>Apesar dos esforços que a AANES tem feito nos últimos anos para aliviar a crise económica que a Síria enfrenta num geral, as dificuldades são bastante sentidas. Os ataques do Estado Turco, acima de tudo criam um ambiente de insegurança crescente que tem vindo a provocar, em particular nos últimos 4 anos, um maior êxodo das pessoas para a Europa. Uma grande migração de jovens e uma dependência daqueles que ficam de dinheiro que vem de fora.</p>



<p>A onda de ataques prossegue e é difícil prever quando irá terminar. O sentimento que podemos constatar é de que realmente esta não terá sido a última vez e que estes ataques vão continuar. No dia-a-dia e neste momento procuram-se soluções para novos obstáculos que se criaram. Nas aldeias e bairros de cidades postos às escuras, a vida diária das pessoas em Rojava continua resistindo, uma e uma vez mais, para ultrapassar um quotidiano de problemas.</p>



<p>09/10/2023</p>



<p><em>Texto de </em> <strong>MD</strong> a partir de Rojava<br><em>Fotografias</em> <em>do</em>  <strong>RIC – Rojava Information Center</strong> [<a rel="noopener noreferrer" href="http://rojavainformationcenter.org" target="_blank">rojavainformationcenter.org</a>]</p>



<p>Artigo no Mapa: <a href="https://www.jornalmapa.pt/2023/10/09/novo-ataque-da-turquia-sobre-os-povos-no-nordeste-da-siria/">https://www.jornalmapa.pt/2023/10/09/novo-ataque-da-turquia-sobre-os-povos-no-nordeste-da-siria/</a></p>
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		<title>Juntos levantamo-nos contra os ataques em Rojava e no Nordeste da Síria. Unidos defenderemos a Revolução!</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Oct 2023 15:05:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A todos os apoiantes da luta de libertação curda, antifascistas, socialistas, feministas, anarquistas, comunistas, ambientalistas e aqueles dedicados a um mundo melhor. A Turquia lançou provavelmente a campanha de bombardeamento mais generalizada que o Nordeste da Síria já enfrentou até agora. Desde 5 de Outubro, a Turquia conduziu mais de 30 ataques aéreos, principalmente na [&#8230;]]]></description>
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<p>A todos os apoiantes da luta de libertação curda, antifascistas, socialistas, feministas, anarquistas, comunistas, ambientalistas e aqueles dedicados a um mundo melhor. A Turquia lançou provavelmente a campanha de bombardeamento mais generalizada que o Nordeste da Síria já enfrentou até agora. Desde 5 de Outubro, a Turquia conduziu mais de 30 ataques aéreos, principalmente na região de Cizîre e Kobanê.</p>



<p>Estes ataques aéreos tiveram como alvos veículos, aldeias e infra-estruturas civis especialmente críticas, incluindo centrais petrolíferas, centrais eléctricas e postos de gasolina, resultando em vítimas civis e entre as forças de segurança interna. Grandes áreas sofreram um apagão total de energia em muitos hospitais, fábricas de pão e outras áreas críticas,instituições públicas completamente sem eletricidade. Os ataques continuaram esta manhã, quando um Hospital de combate ao Coronavírus e uma central elétrica foram atacados. Apesar dos óbvios crimes de guerra, até agora não se ouviu qualquer reação da comunidade internacional. Estes ataques se seguiram a ameaças do Ministro dos Negócios Estrangeiros da Turquia, Hakan Fidan, dirigidas à região autoadministrada. O pretexto para estas ameaças foi uma ação de auto-sacrifício que ocorreu no dia 1º de outubro em Ancara, reivindicada pelas Forças de Defesa Popular (HPG). O Ministro dos Negócios Estrangeiros turco declarou que os atacantes vieram do Nordeste da Síria, justificando estes ataques a “todas as infra-estruturas, superestrutura e instalações energéticas”, especialmente na Síria e no Iraque.</p>



<p>Compreender estes ataques exige evitar simplificações excessivas, como enquadrá-los como mera “vingança” para Ancara”, tal como promovido pelo Estado turco, ou normalizá-los, como alguns meios de comunicação e instituições próximas do que os estados imperiais fizeram. Em vez disso, faz sentido vê-los como parte de uma campanha militar mais ampla orquestrada pelas autoridades turcas, em busca do que parece ser a criação de um novo Império Otomano. Estes ataques não devem ser vistos desligados da guerra nas montanhas do Sul do Curdistão, da tortura nas prisões turcas ou dos ataques a jornalistas, políticos e jovens no Norte do Curdistão.</p>



<p>O que permanece inequívoco é a notável resistência contra este plano de ocupação e genocídio. Essa resistência inclui não só a ação recente em Ancara, mas também a firmeza das forças de guerrilha nas montanhas do Curdistão e as iniciativas democráticas empreendidas pelos povos do Sul e do Norte do Curdistão, Iraque e Armênia. Na sua essência, esta resistência é liderada pelo povo do Nordeste da Síria, que constrói estruturas democráticas em meio a condições desafiadoras de tempo de guerra.</p>



<p>Todas as forças democráticas e anti-guerra têm um papel vital nesta resistência e devem unir-se contra estes ataques.No entanto, apenas reagir a eles é insuficiente. O que é necessário é confrontar ativamente o fascismo turco, a seus colaboradores e apoiadores onde quer que se encontrem. Apelamos a todos os grupos, pessoas e iniciativas de solidariedade para que se tornem ativos e se oponham em conjunto aos ataques da Turquia e da cumplicidade internacional e agir de forma decisiva para pôr fim aos crimes de guerra cometidos pela Turquia.</p>



<p>Juntos levantamo-nos contra os ataques em Rojava e no Nordeste da Síria. Unidos defenderemos o Revolução!</p>



<h6 class="wp-block-heading">RiseUpforRojava <br>Esmague o fascismo turco!</h6>



<h6 class="wp-block-heading">RiseUp4Rojava – Coordenação, 06.10.2023</h6>


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		<title>3° DIA &#8211; ATAQUE AÉREO DA TURQUIA AO NORTE E LESTE DA SÍRIA OUTUBRO DE 2023</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Oct 2023 08:41:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[PONTOS-CHAVE – Cinco ataques aéreos durante a noite, atingindo um hospital, uma estação de bombagem de água e instalações industriais. Um ataque aéreo hoje, atingindo um poço de petróleo perto de Girke Lege – Bombardeamentos pesados durante a noite e esta tarde ao longo da linha de contacto \”M4 Strip\”, ao longo da fronteira perto [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>PONTOS-CHAVE</p>
<p>– Cinco ataques aéreos durante a noite, atingindo um hospital, uma estação de bombagem de água e instalações industriais. Um ataque aéreo hoje, atingindo um poço de petróleo perto de Girke Lege<br />
– Bombardeamentos pesados durante a noite e esta tarde ao longo da linha de contacto \”M4 Strip\”, ao longo da fronteira perto de Kobane, Amude, Tirbe Spi, bem como no exclave de Shehba região<br />
– Uma mulher idosa foi morta por bombardeamentos turcos perto de Ayn Issa, e o seu marido e duas crianças ficaram feridas. O número total de mortos ascende assim a 17 (2 SDF, 6 Asayish, 9 civis)<br />
– Manifestação popular marcha até à sede da Coligação Internacional perto de Girke Lege, exigindo uma intervenção<br />
– O custo total da reparação da central de gás de Suwayda está estimado em mais de 50 milhões de dólares, e e muitas das peças necessárias não são facilmente substituíveis, uma vez que a AANES tem dificuldade em importá-las devido à situação política e económica na Síria<br />
– Centro de Informação de Rojava disponível para fornecer comentários no terreno, mais fotos e vídeos dos locais dos ataques aéreos e contactos com representantes políticos e pessoal humanitário para comentários</p>
<p>CONTEXTO</p>
<p>– A campanha de ataques aéreos da Turquia contra o NES está em curso desde 2019 invasão, matando centenas de civis até à data<br />
– A atual campanha de bombardeamento marca a pior escalada desde 2019, pondo em perigo a vida de milhões de civis<br />
– A Turquia anunciou a sua intenção de tratar o que designou por \”infraestruturas das YPG como alvos legítimos na sequência de um recente ataque terrorista em Ancara, que feriu que feriu polícias e foi reivindicado pelo Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK)<br />
– Mas os dirigentes políticos e militares do NES sublinharam que não têm qualquer ligação alguma com o ataque de Ancara, acusando a Turquia de utilizar o o incidente como um casus belli<br />
– O Departamento de Estado norte-americano reiterou a sua posição de que as YPG curdas YPG curdo sírio, formalmente aliado dos EUA na luta contra o ISIS, é distinto do do PKK, sublinhando ainda que os ataques turcos na região podem prejudicar a luta contínua contra o ISIS</p>
<p>ÚLTIMOS ATAQUES</p>
<p>– A Turquia atingiu um hospital de Covid-19 em Kobane, destruindo-o. Este é o segunda instalação deste género destruída por ataques recentes.<br />
– Uma estação de bombagem de água perto de Derik foi atingida pela segunda vez<br />
– Instalações industriais em toda a região: silos de cereais em Amude, uma fábrica de fábrica de tintas em Kobane e uma fábrica de nylon perto de Derik</p>
<p>KOBANE FOI ALVO DE ATAQUES</p>
<p>Aviões de guerra turcos atacaram ontem à noite dois locais em Kobane: um hospital de Covid-19 e uma fábrica de tintas, destruindo ambos. A cidade e os seus arredores são um alvo recorrente dos bombardeamentos aéreos turcos. Em novembro passado, assistiu-se ao mais recente episódio de ataques de aviões de guerra à cidade, com uma escola, uma clínica de saúde e uma fábrica atingidas, enquanto os bombardeamentos e os ataques de drones são frequentes. Em 2014, Kobane foi sitiada pelo ISIS durante seis meses, antes de as forças lideradas pelo YPG/YPJ conseguiram romper o cerco com o apoio internacional. Este foi o início da da aliança entre o YPG/YPJ e a Coligação, que conduziu à derrota territorial territorial do ISIS em março de 2019. Após o cerco, mais de 70 % da cidade de Kobane ficou em ruínas. Desde então, a cidade tem sido lentamente reconstruída, com o apoio das comunidades curdas curdas da Turquia e do Iraque. No entanto, nos últimos anos, os bombardeamentos e ataques de drones têm ameaçado a recuperação da cidade, criando instabilidade e instabilidade e provocando deslocações.</p>
<p>CAÇAS F16</p>
<p>– Os ataques aéreos turcos têm aviões de guerra tripulados e drones não tripulados<br />
– Os aviões utilizados foram, muito provavelmente, caças F-16. A Turquia está atualmente está atualmente a negociar a compra de kits de modernização para estes aviões aos EUA. Alguns Alguns legisladores americanos opõem-se a este acordo, citando o historial da Turquia na utilização de F-16 contra civis e a sua contribuição para a escalada do conflito regional<br />
– O jornalista local Baderkhan Ahmad filmou os danos num local bombardeado por por um destes aviões. A grande cratera é consistente com uma bomba contendo cerca de 200 kg de explosivos<br />
– O hospital Covid-19, perto de Derik, também tem uma cratera de 10 metros de largura consistente com uma bomba de 200 kg, tal como documentado pelo RIC<br />
– Os F16 turcos transportam maioritariamente bombas JDAM americanas com ogivas Mk 82 ou Mk 83 Mk 83. Estas contêm 89 kg ou 202 kg de explosivos<br />
– Os mísseis MAM-L utilizados por drones turcos não tripulados contêm menos de 20 kg de explosivos. Não deixam crateras deste tamanho<br />
– O local é um poço de petróleo nos arredores de Tirbe Spi, bombardeado a 5 de outubro. A localização do vídeo foi geolocalizado1.<br />
– É provável que a Turquia esteja a utilizar caças F-16 americanos para atacar infra-estruturas civis em infra-estruturas civis no NES</p>
<p>LISTA COMPLETA DOS ATAQUES AÉREOS ATÉ À DATA</p>
<p>1. Zona de Mushairfah, Heseke;<br />
2. Entroncamento Darbasiyah/Heseke/Tel Tamir;<br />
3. A oeste do campo de deslocados internos de Washokani, Heseke; 4. zona de Mushairfah, Heseke;<br />
5. perto da barragem de Cil Axa Tal Habash, Amude;<br />
7. Al-Tawila, Tel Tamir;<br />
8. Tirbespi;<br />
9. instalações petrolíferas de Saida, Tirbespi;<br />
10. Qasf, Sarrin;<br />
11. instalações petrolíferas de Al Qaws, Cil Axa;<br />
12. central eléctrica, Qamishlo;<br />
13. Jalabiyah, Kobane;<br />
14. Al-Rakbah, Tel Tamir;<br />
15. Subestação de eletricidade, a oeste de Heseke;<br />
16. Estação de eletricidade de Amude;<br />
17. Instalação petrolífera de Al-Zarba, Tirbespi;<br />
18. Dardara, Tel Tamir;<br />
19. Instalação petrolífera de Odeh, Tirbespi;<br />
20. Estaleiro de construção de Qamishlo;<br />
21. Instalações hospitalares de Covid-19, Derik;<br />
22. Poços de petróleo de Tel Khatoun, Tirbespi;<br />
23. Central eléctrica de Teqil Beqil;<br />
24. Kharbi Khoy, Amude;<br />
25. Central eléctrica de Segirka Daro, Girke Lege;<br />
26. Fábrica de gelo, Karbawi, Qamishlo;<br />
27. Central de gás de Suwayda;<br />
28. Central eléctrica de Qamishlo (2.a vez);<br />
29. Aeroporto de Menagh, Shehba;<br />
30. Malikiye, Shehba;<br />
31. Poço de petróleo de Girke Lege poço de petróleo;<br />
32. Instalação de bombagem de água de Xana Sere, Derik;<br />
33. Fábrica de tintas, Kobane;<br />
34. Fábrica de nylon Mirkamira, Derik;<br />
35. Silos de cereais de Amude;<br />
36. Instalações hospitalares de Covid-19, Kobane;<br />
37. Poço de petróleo de Dugurka, Girke Lege;</p>
<p>Houve também bombardeamentos intensos ao longo das linhas de contacto \”M4 Strip\”, Manbij e Shehba, e na fronteira perto de Kobane, Tirbespi, Amude e Girke Lege.</p>
<p>CONTACTO</p>
<p>Contactar o Centro de Informação de Rojava através do <strong>WhatsApp: +963 992 461 683</strong> para fotos, vídeos, comentários e contacto com os entrevistados no terreno.</p>
<p>RIC- https://x.com/RojavaIC/status/1710722597405561042?s=20</p>
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