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	<title>Cultura e Arte &#8211; indymedia.pt</title>
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	<description>Centro de Média Independente - Portugal</description>
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	<title>Cultura e Arte &#8211; indymedia.pt</title>
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		<title>Ataque à liberdade de imprensa no Parlamento é inaceitável &#8211; Comunicado Sindicato dos Jornalistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 11:27:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura e Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8220;A Direção do Sindicato dos Jornalistas condena e repudia as limitações, a pressão e a suspeição lançada sobre um jornalista da revista Sábado durante uma reportagem na Assembleia da República, onde os jornalistas estão autorizados a trabalhar e a abordar deputados. É intolerável e inaceitável a forma como um jornalista foi abordado por elementos da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>&#8220;A Direção do Sindicato dos Jornalistas condena e repudia as limitações, a pressão e a suspeição lançada sobre um jornalista da revista Sábado durante uma reportagem na Assembleia da República, onde os jornalistas estão autorizados a trabalhar e a abordar deputados.</p>



<p>É intolerável e inaceitável a forma como um jornalista foi abordado por elementos da segurança da Assembleia da República, instado a identificar-se e impedido de prosseguir com o trabalho que estava a fazer no Parlamento. No entender do SJ, a situação configura um atentado à liberdade de imprensa e roça o abuso de poder, ao ponto de o GNR no local ter questionado o jornalista sobre as questões que estaria a colocar, como se lê no relato feito pela revista Sábado. Os serviços de segurança da AR existem para garantir a segurança de todos os que trabalham ou passam, devidamente autorizados e identificados, pela “casa do povo”, não para estar ao serviço de queixas de uns quantos eleitos que querem evitar a todo o custo o escrutínio, recorrendo até a serviços policiais pagos por todos nós.</p>



<p>O SJ não entende e não aceita a coação e a exibição de autoridade para limitar direitos dos jornalistas que estão consagrados nas Leis produzidas dentro das paredes da Assembleia. Os deputados são adultos e livres para dizer, com a urbanidade devida a quem frequenta aquela casa, que não querem responder a perguntas, embora, no entendimento do SJ, enquanto eleitos pelo povo não se devam furtar-se às questões legítimas de quem faz jornalismo. Não precisam de quem os defenda com queixas anónimas a atiçar os serviços de segurança, que deviam, eles próprios, ter noção da incorreção da sua conduta, e recusar participar nestes ataques à liberdade de imprensa.</p>



<p>A justificação, dada pela Secretaria da AR, de que os serviços de segurança foram ativados para garantir a “segurança de pessoas e bens” é, no mínimo, tão ofensiva como a atuação das forças de segurança. Quando os eleitos do povo olham para os jornalistas como uma ameaça à segurança de pessoas e bens, pelo simples facto de terem uma caneta e um bloco de notas, algo está muito errado, merecendo profunda reflexão.</p>



<p>O Sindicato dos Jornalistas não pode pactuar com situações que ameaçam a liberdade de informar e ser informado em qualquer cenário, muito menos num espaço vital para a vida dos cidadãos como é a Assembleia da República. O Parlamento encerra vários dos valores e liberdades que nos guiam como sociedade: de reunião, de expressão, de busca de consensos, de circulação, mas também o direito ao trabalho de todos que ali se encontram.&#8221;</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-sindicato-dos-jornalistas wp-block-embed-sindicato-dos-jornalistas"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<span class="embed-privacy-url"><a href="https://jornalistas.eu/ataque-a-liberdade-de-imprensa-no-parlamento-e-inaceitavel/">Open embedded content from jornalistas.eu</a></span>
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<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="255" height="138" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/1CA79361-3717-4FE2-A73C-1DD85B3C6092.jpg" alt="" class="wp-image-230204" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/1CA79361-3717-4FE2-A73C-1DD85B3C6092.jpg 255w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/1CA79361-3717-4FE2-A73C-1DD85B3C6092-150x81.jpg 150w" sizes="(max-width: 255px) 100vw, 255px" /></figure>
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		<title>Fachos na Cine Incrível em Almada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 18:30:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura e Arte]]></category>
		<category><![CDATA[#almada]]></category>
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					<description><![CDATA[Fachos na Cine Incrível em Almada, no evento Tardes Vanguarda.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Foram vistos, na sala de concertos Cine Incrível Alma Danada, em Almada, no evento Tardes Vanguarda, indivíduos com indumentária nacionalista/fascista/skinhead: camisola com a frase &#8220;Defender Portugal&#8221;, símbolos Hammerskin e cinco quinas, vestuário e corte de cabelo que costumam ser usados por skinheads.</p>
<p>A chamada música de vanguarda por vezes atrai fachos. Por exemplo, há uns anos atrás no Festival Extramuralhas tocou uma banda com conotações nacionalistas.</p>
<p>O Tardes Vanguarda é um evento agradável mas, a presença de fachos, no mínimo, estraga o ambiente.</p>
<p>Sobretudo nos tempos que vivemos, a Cine Incrível tolera a presença de fachos nos seus eventos?</p>
<p>FASCISMO NUNCA MAIS</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Já ouviste falar da #operationinflation?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jan 2026 23:49:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura e Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Indymedia]]></category>
		<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[AltPT]]></category>
		<category><![CDATA[operationinflation]]></category>
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					<description><![CDATA[A #operationinflation doa fatos insufláveis ​​gratuitos para os membros da comunidade usarem em protestos para ajudar a diminuir a tensão e aumentar as boas vibrações. A #operationinflation começou em outubro de 2025, quando alguns amigos em Portland perceberam que uma pessoa a usar um fato de um sapo insuflável estava a começar algo diferente, o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/operationinflation/">#operationinflation</a> doa fatos insufláveis ​​gratuitos para os membros da comunidade usarem em protestos para ajudar a diminuir a tensão e aumentar as boas vibrações.</p>



<p>A <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/operationinflation/">#operationinflation</a> começou em outubro de 2025, quando alguns amigos em Portland perceberam que uma pessoa a usar um fato de um sapo insuflável estava a começar algo diferente, o que provocou que outros ativistas se reunissem e rapidamente começassem a arrecadar fundos para comprar e entregar mais fantasias insufláveis ​​para quem participava em atos de protesto.</p>



<p>Este tipo de protestos pacíficos visam criar confusão e incerteza, seja naqueles que apresentam um discurso fascista e nacionalista, seja nos próprios aparelhos de opressão encabeçados pela polícia, apresentando um novo guião de luta para o qual essas entidades não estão preparadas e em paralelo criar e cimentar redes de apoio mútuo e segurança para quem está nas ruas.</p>



<p>O absurdo de tudo isto tenta criar uma nova forma de protesto que não se encaixa na norma, criando assim um vazio nos discursos e nas formas de repressão que se foram alimentando da opressão e descredibilização e reforçando assim a liberdade de expressão e mantendo a comunidade mais segura e positiva enquanto exercem os seus direitos.</p>



<p>Se quiseres saber mais sobre a <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/operationinflation/">#operationinflation</a> espreita o site oficial <a href="https://www.operationinflation.com/">https://www.operationinflation.com/</a></p>



<p>Apesar desta forma de protesto se ter iniciado nos E.U.A já começam a surgir alguns atos um pouco por todo o globo, não para mostrar que quem luta é fofinho e amoroso, mas como forma de voltar a controlar a narrativa da luta e assim derrubar o fascismo e todas as regras e leis fundamentais para alimentar essas visões.</p>



<p>Tal como com os Clown Blocks os ativistas estão uma vez mais a reinventar formas de protesto e assim controlar a narrativa e desmontar os discursos formatados e manipuladores que vão tomando conta das redes sociais e dos mídia convencionais.</p>



<p>Se quiseres saber mais sobre a <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/operationinflation/">#operationinflation</a> espreita o site oficial <a href="https://www.operationinflation.com/">https://www.operationinflation.com/</a> e os vídeos que deixamos abaixo:</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter wp-block-embed-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="embed-privacy-local-tweet"><blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">Could this be the new face of Antifa?<br><br>Operation Inflation distributes inflatables costumes to protest sites to disrupt fascist propaganda. 🐸🦄🐔👇 <a href="https://t.co/S6PTde9d1H">pic.twitter.com/S6PTde9d1H</a></p><cite class="embed-privacy-tweet-meta"><span class="embed-privacy-author-meta">— 𝚃𝙷𝙴 𝚆𝙷𝙸𝚃𝙴 𝚁𝙰𝙱𝙱𝙸𝚃 (@White_Rabbit_OG) </span><a href="https://twitter.com/White_Rabbit_OG/status/2011094375531508128?ref_src=twsrc%5Etfw">13/01/2026</a></cite></blockquote></div>
</div></figure>



<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter wp-block-embed-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="embed-privacy-local-tweet"><blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">Breaking: Disturbing scenes out of Portland, 2025 — authorities warn the situation could escalate. <a href="https://t.co/OogQ0eLYOi">pic.twitter.com/OogQ0eLYOi</a></p><cite class="embed-privacy-tweet-meta"><span class="embed-privacy-author-meta">— P a u l ◉ (@SkylineReport) </span><a href="https://twitter.com/SkylineReport/status/1976872244413399431?ref_src=twsrc%5Etfw">11/10/2025</a></cite></blockquote></div>
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<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter wp-block-embed-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="embed-privacy-local-tweet"><blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">Wow Portland is so dangerous even the frogs are saluting! 👇👇👇😂😂😂 <a href="https://t.co/dyyB6MvgpP">pic.twitter.com/dyyB6MvgpP</a></p><cite class="embed-privacy-tweet-meta"><span class="embed-privacy-author-meta">— Suzie rizzio (@Suzierizzo1) </span><a href="https://twitter.com/Suzierizzo1/status/1980359950300807430?ref_src=twsrc%5Etfw">20/10/2025</a></cite></blockquote></div>
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<span class="embed-privacy-url"><a href="https://youtube.com/shorts/trdvE-quU40?si=_ywndqjvSJt1buHS">Open embedded content from YouTube</a></span>
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<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter wp-block-embed-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="embed-privacy-local-tweet"><blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">Portland’s “Freedom Frog” has a posse. <br><br>After a video went viral of ICE agents pepper-spraying a man in an inflatable frog costume, Portland activists launched Operation Inflation, crowdfunding to provide free costumes for protesters resisting the Trump administration’s… <a href="https://t.co/UU9ZcBcCcU">pic.twitter.com/UU9ZcBcCcU</a></p><cite class="embed-privacy-tweet-meta"><span class="embed-privacy-author-meta">— BreakThrough News (@BTnewsroom) </span><a href="https://twitter.com/BTnewsroom/status/1991890262696608218?ref_src=twsrc%5Etfw">21/11/2025</a></cite></blockquote></div>
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<div class="embed-privacy-local-tweet"><blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true"><p lang="de" dir="ltr"><a href="https://twitter.com/hashtag/OperationInflation?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#OperationInflation</a> stürmt die Ordensburg in <a href="https://twitter.com/hashtag/Liebstedt?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#Liebstedt</a> bei Weimar. Der Burgherr <a href="https://twitter.com/hashtag/KlausDieterB%C3%B6hmeSchneider?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#KlausDieterBöhmeSchneider</a> pocht auf das &#8220;Privatgrundstück&#8221; seiner &#8220;Gesellschaft zur Förderung guten Lebens&#8221; der <a href="https://twitter.com/hashtag/ToskanaAG?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#ToskanaAG</a>.<br>Da hört die Vielfalt also auf 😀<a href="https://t.co/0PN4ktw3uR">https://t.co/0PN4ktw3uR</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/we2510?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#we2510</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/wr2510?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#wr2510</a> <a href="https://t.co/TVriSrpfMe">pic.twitter.com/TVriSrpfMe</a></p><cite class="embed-privacy-tweet-meta"><span class="embed-privacy-author-meta">— 🥚reclaimrosaluxemburgplatz (@reclaimrosalux1) </span><a href="https://twitter.com/reclaimrosalux1/status/1982289103971401880?ref_src=twsrc%5Etfw">26/10/2025</a></cite></blockquote></div>
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<div class="embed-privacy-local-tweet"><blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">Now this is hilarious the frog and his friends March behind a MAGA agitator in Portland! 😂😂😂😂 <a href="https://t.co/7iurEJKjQM">pic.twitter.com/7iurEJKjQM</a></p><cite class="embed-privacy-tweet-meta"><span class="embed-privacy-author-meta">— Suzie rizzio (@Suzierizzo1) </span><a href="https://twitter.com/Suzierizzo1/status/1979416518497628324?ref_src=twsrc%5Etfw">18/10/2025</a></cite></blockquote></div>
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<div class="embed-privacy-local-tweet"><blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">Joey, a volunteer with Operation Inflation <a href="https://twitter.com/OpInflation?ref_src=twsrc%5Etfw">@OpInflation</a> gives his opinion on sexuality, transgenderism, immigration and other topics 12/5/25 <br>Operation Inflation, founded in 2025 is a leftist initiative in Portland, Oregon, that crowdfunds and distributes free inflatable costumes… <a href="https://t.co/Fnbu6Io4VS">pic.twitter.com/Fnbu6Io4VS</a></p><cite class="embed-privacy-tweet-meta"><span class="embed-privacy-author-meta">— ₵Ø₦₴₱łⱤɆ₮₳ⱤĐ (@conspiretard) </span><a href="https://twitter.com/conspiretard/status/2004832178275058090?ref_src=twsrc%5Etfw">27/12/2025</a></cite></blockquote></div>
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<div class="embed-privacy-local-tweet"><blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true"><p lang="qme" dir="ltr"><a href="https://twitter.com/hashtag/OperationInflation?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#OperationInflation</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/NoKings?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#NoKings</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/Ice?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#Ice</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/Immigration?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#Immigration</a> <a href="https://t.co/lqkavhjdEB">pic.twitter.com/lqkavhjdEB</a></p><cite class="embed-privacy-tweet-meta"><span class="embed-privacy-author-meta">— Operation Inflation (@opinflate) </span><a href="https://twitter.com/opinflate/status/1978541421582745983?ref_src=twsrc%5Etfw">15/10/2025</a></cite></blockquote></div>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="523" data-id="229930" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/A4E529A8-D778-4E65-9B83-7472009B31DD.jpg" alt="" class="wp-image-229930" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/A4E529A8-D778-4E65-9B83-7472009B31DD.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/A4E529A8-D778-4E65-9B83-7472009B31DD-300x157.jpg 300w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/A4E529A8-D778-4E65-9B83-7472009B31DD-150x78.jpg 150w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/A4E529A8-D778-4E65-9B83-7472009B31DD-768x402.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1250" data-id="229931" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/E9379F3E-964B-494D-B065-6EDD58BBD7E4.jpg" alt="" class="wp-image-229931" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/E9379F3E-964B-494D-B065-6EDD58BBD7E4.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/E9379F3E-964B-494D-B065-6EDD58BBD7E4-240x300.jpg 240w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/E9379F3E-964B-494D-B065-6EDD58BBD7E4-120x150.jpg 120w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/E9379F3E-964B-494D-B065-6EDD58BBD7E4-768x960.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1250" data-id="229932" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/8812017B-1CA8-4267-B9F4-14765FFDE74E.jpg" alt="" class="wp-image-229932" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/8812017B-1CA8-4267-B9F4-14765FFDE74E.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/8812017B-1CA8-4267-B9F4-14765FFDE74E-240x300.jpg 240w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/8812017B-1CA8-4267-B9F4-14765FFDE74E-120x150.jpg 120w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/8812017B-1CA8-4267-B9F4-14765FFDE74E-768x960.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1250" data-id="229933" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/C69AEF43-B3A3-433A-8FDD-01946EB25C3E.jpg" alt="" class="wp-image-229933" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/C69AEF43-B3A3-433A-8FDD-01946EB25C3E.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/C69AEF43-B3A3-433A-8FDD-01946EB25C3E-240x300.jpg 240w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/C69AEF43-B3A3-433A-8FDD-01946EB25C3E-120x150.jpg 120w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/C69AEF43-B3A3-433A-8FDD-01946EB25C3E-768x960.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1250" data-id="229935" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/63D0D16A-BFE1-4E2C-9D80-91E83DBB3C2B.jpg" alt="" class="wp-image-229935" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/63D0D16A-BFE1-4E2C-9D80-91E83DBB3C2B.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/63D0D16A-BFE1-4E2C-9D80-91E83DBB3C2B-240x300.jpg 240w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/63D0D16A-BFE1-4E2C-9D80-91E83DBB3C2B-120x150.jpg 120w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/63D0D16A-BFE1-4E2C-9D80-91E83DBB3C2B-768x960.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1250" data-id="229934" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/B7151B8A-34BE-4BC8-8EFB-27C686922ACD.jpg" alt="" class="wp-image-229934" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/B7151B8A-34BE-4BC8-8EFB-27C686922ACD.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/B7151B8A-34BE-4BC8-8EFB-27C686922ACD-240x300.jpg 240w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/B7151B8A-34BE-4BC8-8EFB-27C686922ACD-120x150.jpg 120w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/B7151B8A-34BE-4BC8-8EFB-27C686922ACD-768x960.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1250" data-id="229936" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/88C77AE6-67B5-44F2-9C89-3B95D1C8C9EF.jpg" alt="" class="wp-image-229936" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/88C77AE6-67B5-44F2-9C89-3B95D1C8C9EF.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/88C77AE6-67B5-44F2-9C89-3B95D1C8C9EF-240x300.jpg 240w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/88C77AE6-67B5-44F2-9C89-3B95D1C8C9EF-120x150.jpg 120w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/88C77AE6-67B5-44F2-9C89-3B95D1C8C9EF-768x960.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1250" data-id="229937" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/0DDD4902-BE5C-4E76-B1A7-9703AE703197.jpg" alt="" class="wp-image-229937" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/0DDD4902-BE5C-4E76-B1A7-9703AE703197.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/0DDD4902-BE5C-4E76-B1A7-9703AE703197-240x300.jpg 240w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/0DDD4902-BE5C-4E76-B1A7-9703AE703197-120x150.jpg 120w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/0DDD4902-BE5C-4E76-B1A7-9703AE703197-768x960.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1250" data-id="229938" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/09E9492C-83D9-4947-AA17-9595CFE73BF2.jpg" alt="" class="wp-image-229938" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/09E9492C-83D9-4947-AA17-9595CFE73BF2.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/09E9492C-83D9-4947-AA17-9595CFE73BF2-240x300.jpg 240w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/09E9492C-83D9-4947-AA17-9595CFE73BF2-120x150.jpg 120w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/09E9492C-83D9-4947-AA17-9595CFE73BF2-768x960.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1250" data-id="229939" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/679031A9-5961-4160-B4FD-9C070F3A4524.jpg" alt="" class="wp-image-229939" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/679031A9-5961-4160-B4FD-9C070F3A4524.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/679031A9-5961-4160-B4FD-9C070F3A4524-240x300.jpg 240w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/679031A9-5961-4160-B4FD-9C070F3A4524-120x150.jpg 120w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/679031A9-5961-4160-B4FD-9C070F3A4524-768x960.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="972" height="709" data-id="229940" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/698DF5E1-F966-469C-BB6D-FCC03BDF94F1.jpg" alt="" class="wp-image-229940" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/698DF5E1-F966-469C-BB6D-FCC03BDF94F1.jpg 972w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/698DF5E1-F966-469C-BB6D-FCC03BDF94F1-300x219.jpg 300w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/698DF5E1-F966-469C-BB6D-FCC03BDF94F1-150x109.jpg 150w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/698DF5E1-F966-469C-BB6D-FCC03BDF94F1-768x560.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 972px) 100vw, 972px" /></figure>
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<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="666" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/9C72382E-D2E6-487E-AFEC-1DD7C08C3440.png" alt="" class="wp-image-229926" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/9C72382E-D2E6-487E-AFEC-1DD7C08C3440.png 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/9C72382E-D2E6-487E-AFEC-1DD7C08C3440-300x200.png 300w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/9C72382E-D2E6-487E-AFEC-1DD7C08C3440-150x100.png 150w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/9C72382E-D2E6-487E-AFEC-1DD7C08C3440-768x511.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<p>Não te esqueças que este site é de publicação livre não hesites em relatar o que se passa na tua rua.</p>



<p>Pela soberania da informação.</p>
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		<title>Apesar do Annas-archive.org estar bloqueado ainda há como aceder.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jan 2026 18:34:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura e Arte]]></category>
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					<description><![CDATA[No passado dia 22 de Dezembro de 2025 o coletivo de hacktivistas conhecido como Anna’s Archive afirma ter copiado e carregado todo o catálogo de músicas do Spotify na Internet. Segundo o grupo, o conjunto de dados inclui cerca de 256 milhões de linhas de metadados de faixas e cerca de 86 milhões de arquivos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>No passado dia 22 de Dezembro de 2025 o coletivo de hacktivistas conhecido como <a href="https://annas-archive.org/">Anna’s Archive</a> afirma ter copiado e carregado todo o catálogo de músicas do Spotify na Internet.</p>



<p>Segundo o grupo, o conjunto de dados inclui cerca de 256 milhões de linhas de metadados de faixas e cerca de 86 milhões de arquivos de áudio. O material está sendo distribuído através de redes peer-to-peer através de torrents em massa, totalizando cerca de 300 terabytes.</p>



<p>Atualmente, apenas os metadados estão totalmente acessíveis. Os arquivos de áudio estão sendo lançados em etapas, começando pelas faixas mais populares da plataforma.</p>



<p>O Anna’s Archive descreve a operação como um “arquivo de preservação de música”, posicionando-a como um esforço para salvaguardar os registos culturais em vez de permitir a pirataria.</p>



<p>Em resposta, um porta-voz do Spotify emitiu a seguinte declaração esta manhã:</p>



<p>&#8220;O Spotify identificou e desativou as contas de usuários nefastas envolvidas em scraping ilegal. Implementamos salvaguardas adicionais para combater esses ataques anti-direitos autorais e continuamos monitorando ativamente atividades suspeitas. Desde o primeiro dia, apoiamos a comunidade artística contra a pirataria e estamos trabalhando em estreita colaboração com nossos parceiros da indústria para proteger os criadores e defender seus direitos.&#8221;</p>



<p>E como consequência do ataque o Anna&#8217;s Archive foi bloqueado em alguns domínios, como é o caso do .org, mas ainda podes aceder por este link <s>https://annas-archive.pm/</s></p>



<p>[edit] Link Alternativo: <a href="https://shadowlibraries.github.io/DirectDownloads/AnnasArchive/">https://shadowlibraries.github.io/DirectDownloads/AnnasArchive/</a></p>



<p>Pela Soberania da Informação</p>
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		<title>Das Sombras da Republica</title>
		<link>https://indymedia.pt/225588/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2025 23:54:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura e Arte]]></category>
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					<description><![CDATA[Perante isto. O corpo social treme. Tudo é imposto de cima. A revolta é permanente.&#160; Contudo o odor fétido&#160; dos reaças.&#160; &#160; Perante isto. Hoje mais que nunca vale pensar na&#160; Alternativa. &#160; O grande aparato que nos&#160; caí na cabeça. &#160; Só pode ser&#160; derrubado&#160; pela&#160; vontade&#160; do&#160;&#160; povo. &#160; Espontâneo. &#160; do lago. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Perante isto. O corpo social treme.</p>



<p>Tudo é imposto de cima.</p>



<p>A revolta é permanente.&nbsp;</p>



<p>Contudo o odor fétido&nbsp;</p>



<p>dos reaças.&nbsp;</p>



<p>&nbsp;</p>



<p>Perante isto. Hoje mais que nunca</p>



<p>vale pensar na&nbsp;</p>



<p>Alternativa.</p>



<p>&nbsp;</p>



<p>O grande aparato que nos&nbsp;</p>



<p>caí na cabeça.</p>



<p>&nbsp;</p>



<p>Só pode ser&nbsp;</p>



<p>derrubado&nbsp;</p>



<p>pela&nbsp;</p>



<p>vontade&nbsp;</p>



<p>do&nbsp;&nbsp;</p>



<p>povo.</p>



<p>&nbsp;</p>



<p>Espontâneo.</p>



<p>&nbsp;</p>



<p>do lago.</p>



<p>&nbsp;</p>



<p>Colectivo Fantasma.</p>



<p>(A)</p>



<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Crueldade invisível? A realidade da exportação marítima de animais vivos para abate</title>
		<link>https://indymedia.pt/225287/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Mar 2025 19:15:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura e Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia e Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra e Paz]]></category>
		<category><![CDATA[Habitação]]></category>
		<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Queer Feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Repressão]]></category>
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					<description><![CDATA[Enquanto a sociedade portuguesa avança em muitas frentes, há uma realidade cruel que continua a acontecer longe dos olhos do público: a exportação de animais vivos por via marítima. Desde 2015, Portugal envia centenas de milhares de bovinos e ovinos para o Médio Oriente e Norte de África, condenando-os a viagens longas, exaustivas e desumanas. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Enquanto a sociedade portuguesa avança em muitas frentes, há uma realidade cruel que continua a acontecer longe dos olhos do público: a exportação de animais vivos por via marítima. Desde 2015, Portugal envia centenas de milhares de bovinos e ovinos para o Médio Oriente e Norte de África, condenando-os a viagens longas, exaustivas e desumanas. Só em 2023, meio milhão de animais foram sujeitos a este destino.</p>
<p>O transporte dura, em média, nove dias, mas o tempo total pode ser muito maior, considerando as deslocações rodoviárias que antecedem e seguem a viagem marítima. Durante este percurso, os animais enfrentam condições deploráveis. Relatos documentam desidratação severa, doenças, cegueira, stress extremo e, em muitos casos, morte. Muitos chegam ao destino fracos demais para sequer se manterem de pé. Além disso, estes barcos não têm acompanhamento veterinário adequado, o que agrava ainda mais o sofrimento dos animais.</p>
<p>Os impactos desta prática não são apenas éticos. A exportação de animais vivos tem consequências ambientais gravíssimas. Segundo um estudo da associação ZERO, uma única viagem de um navio-estábulo entre Portugal e Israel emite tanto CO₂ como 35.700 viagens de automóvel entre Lisboa e Porto. Em plena crise climática, com metas ambiciosas de neutralidade carbónica, Portugal continua a permitir uma atividade que contribui massivamente para a degradação ambiental.</p>
<p>Para piorar, os esforços para manter este negócio não trazem benefícios reais à economia nacional. Um estudo recente da Human Behaviour Change for Life mostra que os ganhos financeiros são mínimos, enquanto os custos ambientais e éticos são imensos. Outros países europeus, como a Alemanha, Luxemburgo e Holanda, já proibiram ou restringiram a exportação de animais vivos para fora da União Europeia. Portugal não tem qualquer justificação para continuar a permitir esta prática.</p>
<p>A indignação cresce. Não é raro haver relatos de carregamentos de bovinos e ovinos brutalmente forçados a embarcar para um destino sempre mais cruel a partir do porto marítimo de Setúbal. As imagens, os sons e os relatos das testemunhas desses eventos são difíceis de interpretar e aceitar em consciência, mas fechar os olhos não é opção. Independentemente da escolha alimentar de cada um, esta é primeiramente uma questão de dignidade e justiça. Mesmo sem se querer olhar à saúde daqueles animais e dos seus consumidores, bem como poluição, é imperativo diminuir o sofrimento que causamos aos animais que estamos a explorar.</p>
<p>É urgente construir e nutrir todas as redes de ativistas e cidadãos comprometidos em acabar com estas atrocidades. Apoiar, assinar e divulgar a petição pela proibição da exportação de animais vivos por via marítima é um passo essencial nesta discussão e processo de luta também política.</p>
<p>👉 <a class="keychainify-checked" href="https://peticaopublica.com/mobile/pview.aspx?pi=PeticaoPATAV2024">Assinar Petição</a></p>
<p>Todas as ações, mais indirectas ou diretas, são precisas. Muitos milhares de animais nascidos neste canto à beira mar estão a ser transportados, obviamente contra a sua vontade, em condições bárbaras neste exato momento. A mudança de paradigma necessária para isto por fim acabar depende de todos nós, e isto é, não depende deles.</p>
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		<title>UE acusada de cumplicidade com comércio de escravos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Feb 2025 14:51:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura e Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia e Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Habitação]]></category>
		<category><![CDATA[Repressão]]></category>
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					<description><![CDATA[Um novo relatório expôs as ligações directas entre a venda de migrantes como escravos na Líbia e as políticas de fronteiras da UE. O relatório intitulado “Tráfico de Estado: Expulsão e venda de migrantes da Tunísia para a Líbia” (State Trafficking: Expulsion and Sale of Migrants from Tunisia to Libya) baseia-se em meses de investigação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Um novo relatório expôs as ligações directas entre a venda de migrantes como escravos na Líbia e as políticas de fronteiras da UE.</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-16587 aos-init aos-animate" src="https://www.jornalmapa.pt/wp-content/uploads/2025/02/st-home1-552x1024.png" alt="" width="208" height="386" data-aos="fade" data-action="zoom" />O relatório intitulado “<a href="https://statetrafficking.net/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Tráfico de Estado: Expulsão e venda de migrantes da Tunísia para a Líbia</a>” (State Trafficking: Expulsion and Sale of Migrants from Tunisia to Libya) baseia-se em meses de investigação nos campos de barracas e centros de detenção no deserto do Norte de África. Inclui testemunhos de 30 pessoas de países como os Camarões, o Chade, o Sudão, a Guiné e a Costa do Marfim, que contaram ter sido enviadas da Tunísia para a Líbia entre junho de 2023 e novembro de 2024.</p>
<p>De acordo com as informações recolhidas por várias organizações humanitárias, há migrantes na Tunísia que estão a ser apanhados, detidos e vendidos a milícias líbias e a traficantes por 12 euros por pessoa, alimentando um sistema brutal de abuso e exploração. Aliás, é dito que a polícia tunisina e as milícias líbias se referem aos migrantes capturados como «ouro negro», trazendo ecos do comércio transatlântico de escravos.</p>
<p>O estudo detalha um sistema coordenado em que as forças de segurança tunisinas detêm migrantes da África subsariana antes de os transferirem para grupos armados líbios. As mulheres são vendidas a preços mais elevados – até 90 euros – devido à sua exploração como escravas sexuais.</p>
<p>Os testemunhos dos sobreviventes traçam um quadro angustiante da situação: «Levaram-nos para a fronteira com a Líbia. Foi aí que todo o ódio do mundo foi libertado. Espancaram-nos, deram-nos choques eléctricos», diz um dos relatos. Outro sobrevivente viu membros da sua família serem vendidos: «Éramos tratados como objectos. Um dos meus irmãos foi vendido diante dos meus olhos, juntamente com a mulher e o filho de um ano».</p>
<p>O relatório alega que a Guarda Fronteiriça da Líbia e outras facções armadas estão directamente envolvidas na compra e detenção de migrantes. Muitos são enviados para a prisão de Al-Assah, uma instalação infame no deserto sob o controlo da Guarda de Fronteiras da Líbia – uma unidade que beneficia de financiamento da UE -, onde são mantidos, forçados a trabalhar ou vendidos novamente a outras redes criminosas.</p>
<p>As organizações humanitárias, neste relatório, acusam a União Europeia (e a Itália e particular) de permitirem directamente estas violações dos direitos humanos através do financiamento das forças de segurança das fronteiras do Norte de África. A UE gastou milhões de euros na formação e equipamento de guardas fronteiriços líbios e tunisinos para travar a migração para a Europa, mas estes fundos parecem estar a ser utilizados para deter, traficar e vender migrantes.</p>
<p>As milícias contactam as famílias dos migrantes detidos que não podem pagar são sujeitos a trabalhos forçados, a violência sexual ou a um novo tráfico, exigindo o pagamento de um resgate em troca da sua libertação. Os relatórios indicam que os migrantes são trocados por combustível e droga, o que contribui para integrar o tráfico de seres humanos na vasta economia ilícita da Líbia.</p>
<p>A Líbia continua profundamente dividida, com o Governo de Unidade Nacional (GNU) em Tripoli a controlar a parte ocidental e as autoridades rivais em Benghazi a dominar a parte oriental. Estas divisões criaram um ambiente de caos, em que as milícias actuam com uma impunidade quase total.</p>
<p>Desde 2017, a Itália atribuiu quase 75 milhões de euros para apoiar as forças fronteiriças da Tunísia, muitas das quais são mencionadas no relatório pelo seu envolvimento na detenção de migrantes e deportações forçadas para a Líbia, o que oferece uma visão sombria do terrível custo humano de uma repressão que, no ano passado, conseguiu reduzir em 59% o número de migrantes e refugiados que atravessam do Norte de África para Itália, um número muito celebrado pela primeira-ministra italiana Giorgia Meloni.</p>
<p>Fonte: https://www.jornalmapa.pt/2025/02/03/ue-acusada-de-cumplicidade-com-comercio-de-escravos/</p>
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		<title>Huelga de sed y hambre de Jose Alfredo Miranda Oblanca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jan 2025 15:36:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura e Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia e Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra e Paz]]></category>
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		<category><![CDATA[Queer Feminismo]]></category>
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					<description><![CDATA[Greve de fome e sede de prisioneiro psiquiátrico, Instagram para a apoio no link abaixo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<ol>
<li class="paragraph"><strong>Jose Alfredo Miranda Oblanca está encerrado en el <a href="https://www.saludcastillayleon.es/CHLeon/es/hospital-santa-isabel" target="_blank" rel="noopener">psiquiátrico de Santa Isabel</a> desde hace más de 5 años en contra de su voluntad. Desde el viernes 9 de enero de 2025 toma la decisión de empezar una huelga de hambre y de sed para decir basta a los abusos que él y sus compañerxs viven allí día a día.</strong>
<p>A la hora de difundir este comunicado a varies de nosotres nos surge querer aclarar que no compartimos algunos de los posicionamientos políticos que aquí se plantean (ya sea el socialismo, el rechazo a la teoría queer…) pero no queremos que esto sea un muro más que nos separe de la lucha contra los encierros, las cárceles, los psiquiátricos, las torturas, las contenciones, la privación de libertad, el control de la vida, la medicación forzosa, el aislamiento…</p>
<p>Por eso, damos difusión al comunicado que ha escrito él mismo, así como al audio al que se hace referencia, con la intención de que todo el mundo se entere, se interpele y piense qué va a hacer para que Jose Alfredo no se quede solo resistiendo, para que no pase hambre y sed en medio del silencio general.</p>
<p><strong>Algo que nos mezcla y mucho es ABAJO LOS MUROS DE LAS PRISIONES.</strong></p>
<p>En esta web se irá actualizando el avance de la huelga. También daremos difusión a través del instagram <a href="https://www.instagram.com/huelgajosealfredo" target="_blank" rel="noopener">@huelgajosealfredo</a></p>
<p><a href="https://x.com/SeongunJeongchi/status/1284539850075537409" target="_blank" rel="noopener">Aquí</a> Jose Alfredo cuenta su historia de represión.</li>
</ol>
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		<title>¿Temes y odias a la policía, pero no al psiquiatra?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Dec 2024 21:45:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura e Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia e Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra e Paz]]></category>
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		<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Poder e Autodeterminação]]></category>
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					<description><![CDATA[Dentro de los movimientos de izquierdas, de las disidencias, del rollito punki, llámese como se quiera, todas nos entendemos, hay una idea compartida que subyace cada acción que acometemos, cada estrategia que pensamos. La policía es el enemigo. Cuando acudimos a parar un desahucio, cuando organizamos una manifestación o cuando hacemos un mural sabemos que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-224831" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/12/image-2024-09-18-121252-6699163..jpg" alt="image-2024-09-18-121252-6699163.">Dentro de los movimientos de izquierdas, de las disidencias, del rollito punki, llámese como se quiera, todas nos entendemos, hay una idea compartida que subyace cada acción que acometemos, cada estrategia que pensamos. La policía es el enemigo. Cuando acudimos a parar un desahucio, cuando organizamos una manifestación o cuando hacemos un mural sabemos que la policía puede acudir a reventárnoslo. Somos conscientes de que las fuerzas y cuerpos de seguridad del Estado son, justamente, un mecanismo del Poder para mantener el status quo. De hecho, según&nbsp; Foucault la policía se concibe a sí misma como «el equivalente civil de la religión» y viene a encarnar lo infinitamente pequeño del poder político. De todo ello, somos conocedoras. Pero, ¿los psiquiatras qué?</p>



<p>En la actualidad, el Estado de Derecho ofrece unas garantías que, si bien no han sido respetadas en multitud de ocasiones y bajo pretextos como el conflicto vasco, la represión contra los movimientos de izquierdas o contra las personas migrantes, sí existen leyes que tienen por objeto la defensa de las libertades individuales, que, por otro lado, sólo tendrían sentido en el marco jurídico de un estado liberal, aunque esa cuestión la dejaremos para otro momento. Estas garantías, insisto, son las que han permitido el mecanismo de habeas corpus, artículo 17 de la Constitución Española, recurrir ante un tribunal una detención ilegal, exigir la responsabilidad patrimonial del Estado por sus actos u omisiones, o recurrir ante el Tribunal Europeo de Derechos Humanos, entre otros. Pero, ¿qué ocurre con las personas psiquiatrizadas? Realmente, cuando se plantea un caso de ingreso forzoso también se les está reteniendo contra su voluntad, por eso mismo toma ese nombre, es a la fuerza, con el agravante de que no viene a consecuencia de la comisión de ningún delito.</p>



<p>El procedimiento para recurrir un ingreso involuntario parecería sencillo. El Hospital tiene un máximo de 24 horas para notificar dicho ingreso al juzgado de guardia y el Tribunal habría de ratificar o no la medida clínica en un plazo máximo de 72 horas. Son plazos máximos, es decir, no sería válido ni conforme a derecho esperar a agotar el plazo y notificarlo en la vigésimotercera hora, sino a la mayor brevedad posible respetando el límite de tiempo. Vamos a suponer que esto se cumple, os hago un spoiler: no es así, pero vamos siquiera a imaginarlo. Cuando el juez pida los argumentos para autorizar la privación de libertad de un ciudadano, ¿a qué perito va a llamar? A un psiquiatra. Teniendo en cuenta que en toda profesión existe un subrepticio corporativismo que imposibilita a los profesionales criticar la actuación del resto ante la posibilidad de que, quizás, sobre quien caiga la crítica en ulteriores ocasiones sea él mismo, o suponiendo que en un futuro sea un caso suyo, cuando quiera encerrar a una persona contra su voluntad, aquel que sea sometido a juicio, ¿qué va a decirle el psiquiatra al juez?</p>



<p>Habrá quien diga que se trata de una exageración, ¡incluso de un delirio! Como un mero esbozo, procederé a relatar algunos casos sobre los que versan sentencias españolas y que, con la dureza de una correa de cuero, respaldan mis anteriores palabras. Probablemente el caso más sonado de los últimos años sea el de Andreas Fernández, en el HUCA, Asturias, a quien dejaron atada en un cama durante 75 horas, superando el máximo legal, y que murió, todavía atada, a causa de una parada cardiorrespiratoria. El informe forense en el que se basó la jueza para ordenar el sobreseimiento del caso eximía a los psiquiatras del HUCA de la responsabilidad directa en su muerte. Un caso excepcional, dirán, pero sólo es uno de tantos, decimos las supervivientes de la Psiquiatría.</p>



<p>Otro ejemplo es el de Iván, un joven gallego, a quien en el año 2023 sometieron a 10 sesiones de electroshock y que dicho tratamiento fue autorizado por el juzgado de Primera Instancia número 6 de Santiago de Compostela. Son cuanto menos alarmantes las palabras del magistrado que dio por concluido el caso pues subraya que los informes psiquiátricos, psicológicos y de medicina interna remitidos al juzgado, cito textualmente: no sólo enuncian de manera motivada la ausencia de justificación alguna para la petición de suspensión cautelar del TEC (electroshock), ya finalizado en el día de ayer (19 de abril), sino que corroboran de manera multidisciplinar y con la máxima objetividad y actualidad el rotundo éxito del tratamiento pautado, tanto a nivel psiquiátrico como psicológico -hasta el punto de permitir acordar el alta hospitalaria con seguimiento ambulatorio del paciente-. El juzgado se basó en los informes psiquiátricos y psicológicos para dar por válida la privación de libertad de un individuo y el sometimiento del mismo al electroshock. Los derechos fundamentales sobre los que se erige el Estado liberal, la libertad y la integridad física y moral (artículos 17 y 15 de la Constitución Española), no fueron suficientes ante la palabra escrita de un psiquiatra.</p>



<p>Tan grave es la cuestión que nos acontece que el propio Tribunal Constitucional, en su sentencia de 12 de julio de 2012,&nbsp; vino a exigir un escrupuloso cumplimiento de todas las garantías constitucionales, tanto en la fase extrajudicial del internamiento, como en la del procedimiento, ya que el tema cohonesta directamente con el derecho fundamental a la libertad y toda la doctrina constitucional de él emanada. Lo que tenemos entre manos es el encierro de la población sin ni siquiera haber perpetrado un hecho delictivo, ya no les hace falta acusarte de terrorismo, no necesitan considerarte una delicuente ni crear ningún montaje policial. Ahora basta con que un psiquiatra te declare enferma mental.</p>



<p>Sin embargo, aunque no es el tema principal de este artículo, si procede recordar que el concepto de enfermedad mental está en cuestionamiento: no se ha podido demostrar que tal cosa exista. Sin ir más lejos, la sentencia del Tribunal Europeo de Derechos Humanos de 24 de octubre de 1979, sentencia que nuestro alto tribunal ha considerado fuente normativa de primer orden en este tema, precisó lo siguiente:</p>



<p>El Convenio (se refiere al Convenio para la Protección de los Derechos Humanos y de las Libertades Fundamentales) no establece qué debe entenderse por «personas mentalmente perturbadas», ni ha podido darse a esta expresión una interpretación definitiva; su significado está continuamente evolucionando como consecuencia de la investigación psiquiátrica, de la creciente flexibilidad que se está desarrollando en el tratamiento de esas personas y del cambio de actitud social respecto a la enfermedad mental.</p>



<p>Esto es, el motivo por el que te encierran es que un psiquiatra ha considerado que estás mentalmente enferma, ¿y quién define qué es una enfermedad mental? La ley determina, constriñe y detalla escrupulosamente qué es un delito, ante cuáles pueden privarte de tu libertad y durante cuánto tiempo, todo ello bajo la tutela de los Tribunales. Pero, la enfermedad mental queda simplemente mediada por la firma de un psiquiatra que se deberá a sus superiores jerárquicos, también psiquiatras, al corporativismo de una profesión, a las injerencias del lobby farmacéutico y, por tanto, en última instancia, al Capital.</p>



<p>Así las cosas, compañeras, ¿vais a seguir hablando de enfermedad mental? ¿Vais a empezar a temer a la Psiquiatría o qué más queréis? Parafraseando la popular canción mexicana: ¿qué más quieres?, ¿quieres más? Si el encierro ya no depende de realizar o no un acto tipificado en el código penal, sino de la declaración de una enfermedad mental que no es posible probar, todas somos susceptibles de ser encerradas. A ti, compañera, a ti que estás leyendo esto también te pueden ingresar a la fuerza en Psiquiatría.</p>



<p>Poneos las pilas, majas, y dejad de decir chorradas porque nos llevan la delantera.</p>



<p>&nbsp;</p>



<p></p>
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		<title>Comunicado no  seguimento de diversas ocorrências durante o Arraial pela Liberdade em Guimarães.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Oct 2024 10:24:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura e Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Discriminação]]></category>
		<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
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					<description><![CDATA[Comunicado de Imprensa7 de outubro de 2024Guimarães pela Liberdade Este comunicado vem no seguimento de diversas ocorrências durante o Arraial pela Liberdade — organizado por diferentes coletivos sob o nome Guimarães pela Liberdade, que tomou lugar no coreto da Alameda de São Dâmaso, no passado dia 5 de outubro. Como foi público, o aparato policial [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Comunicado de Imprensa<br>7 de outubro de 2024<br>Guimarães pela Liberdade</p>



<p><br>Este comunicado vem no seguimento de diversas ocorrências durante o Arraial pela Liberdade — organizado por diferentes coletivos sob o nome Guimarães pela Liberdade, que tomou lugar no coreto da Alameda de São Dâmaso, no passado dia 5 de outubro.</p>



<p><br>Como foi público, o aparato policial destacado, foi sem precedentes neste tipo de manifestações, equiparado apenas “ao de jogos de futebol de alto risco” (segundo o Jornal de Notícias). Entendemos que esse complexo dispositivo policial não se deveu ao facto de vários coletivos pretenderem celebrar o Arraial pela Liberdade com poesia, concertos, ou atividades para crianças, mas sim pela realização de uma outra manifestação nesse mesmo dia com caráter violento e de perigo para as pessoas que habitam, visitam, ou se manifestavam pela Liberdade, na cidade de Guimarães.</p>



<p><br>Deste entendimento, das advertências recebidas aquando do pedido de realização do Arraial pela Liberdade e do contacto feito com a pessoa responsável pelo mesmo, no próprio dia, surgem algumas questões que gostaríamos de não só tornar públicas, como também ver respondidas, devido à gravidade que acarretam para a Liberdade que defendemos para todas as pessoas.</p>



<p><br>Primeiramente, observamos a utilização de um duplo critério, por parte das autoridades desde o início da concentração: quando qualquer pessoa que participava no Arraial pela Liberdade se movia dentro do parque que envolve o coreto, os agentes da polícia aproximavam-se apressadamente, ou movimentavam-se com um sentido de vigilância sobre manifestantes antifascistas. Este cuidado não se verificou quando os manifestantes da marcha organizada pelo grupo 1143 atravessavam o parque, ou as redondezas, ou quando provocavam repetidamente pessoas que participavam do Arraial pela Liberdade, o que aconteceu pelo menos três vezes, no decorrer das manifestações.<br>É mais bizarro ainda analisar os intervenientes e a demonstração de autoridade no vídeo <a href="https://x.com/sensidiota/status/1842645672098746478?s=46">https://x.com/sensidiota/status/1842645672098746478?s=46</a>. </p>



<p>Após a respostapacífica das pessoas manifestantes antifascistas a desacatos e provocações repetidas, por parte dos simpatizantes neonazis, a atuação da polícia passou por criar um cordão policial em frente a estes manifestantes antifascistas, durante o qual um dos agentes lhes apontou uma arma (espingarda). A garantia destas intenções nota-se quando as pessoas manifestantes se mantêm dentro dos limites da área reservada ao Arraial. No momento em que a arma é apontada a manifestantes antifascistas, podemos ver, claramente, a mesma força policial a acariciar as costas de um dos elementos da manifestação neonazi, acompanhando-o cordialmente para fora do local do conflito. Podemos ver também, nesse mesmo vídeo, o agente a dizer-lhe algo ao ouvido, de forma tranquila e afável.<br>Tendo em vista a conduta repressora e violenta que a PSP tem adotado perante manifestantes antifascistas em recentes protestos nacionais, como observado na manifestação em Lisboa a 29 de Setembro, na qual duas pessoas foram detidas após serem fisicamente agredidas, por um manifestante fascista, enquanto gritavam “25 de Abril sempre, fascismo nunca mais”, concluímos que estas ocorrências não configuram casos<br>isolados e revelam um modo de atuação desigual e parcial por parte das forças policiais do estado português.</p>



<p>Estes comportamentos são preocupantes e não podem deixar de ser<br>questionados.<br></p>



<p>Adicionalmente, enquanto proponentes do Arraial pela Liberdade, destacamos uma outra questão que agradecemos ver respondida. A pessoa responsável pelo arraial foi obrigada a assinar um termo de responsabilidade sobre a não utilização de drones, tochas, petardos, ou qualquer material pirotécnico, sob pena de responder judicialmente. Supondo, pela igualdade de critérios que, os proponentes da manifestação neonazi tiveram de assinar<br>o mesmo termo de responsabilidade, perguntamos qual o efeito desse termo de responsabilidade, uma vez que, como é transmitido em todos os meios de comunicação, a manifestação organizada pelo Grupo 1143 decorreu sem incidentes. Como é visível em qualquer documentação imagética daquele evento, foram utilizados diversos artefactos pirotécnicos, sem qualquer repercussão durante todo o percurso da mesma. Esta intenção havia sido já anunciada no perfil do Grupo 1143 na rede social X, onde afirmaram a<br>utilização de “400 tochas, fogo de artifício e 2 drones”.<br>Por este meio, queremos saber quais serão as consequências para estas ações, visto não ter havido nenhuma na duração da mesma, superior a duas horas.</p>



<p><br>Ao abrigo da lei n.º 64/78, em Portugal, são proibidas organizações que configuram a ideologia fascista, como é de conhecimento geral. Se a realização deste tipo de manifestações é já questionável à luz da constituição, mais nos surpreende o que foi possível acontecer no decorrer da mesma pois, nos vídeos da manifestação neonazi, ouve-se de forma clara e repetida, vários elementos gritarem “Salazar, Salazar, Salazar”, em adição ao generalizado discurso racista e de ódio. No seguimento deste ocorrido, que está devidamente documentado em vídeo e partilhado pelos próprios, queremos saber quais as medidas que estão a ser tomadas para enquadrar estes elementos que, ao terem as suas manifestações aprovadas em espaço público, utilizam discurso de ódio e fascista e material pirotécnico com a total ausência de consequências. De referir ainda que os únicos desacatos ocorridos neste dia em Guimarães (para além dos supramencionados) se<br>passaram nessa dita manifestação e terminaram com a identificação de uma pessoa como agente da GNR, conforme tornado público e sem que esta tenha sido (que se saiba) alvo de qualquer violência, ou ameaça com arma de fogo por parte da polícia.</p>



<p><br>Assim e, por acreditarmos que se a polícia quer ter um papel no espaço público, este deve, no mínimo, ser igual para todas as pessoas, questionamos a atuação parcial que tem acontecido repetidamente em todo o país e que nos parece vir no sentido de, mais do que criar espaços seguros e de liberdade, ser demolidora da mesma.</p>



<p><br>Por tudo isto e porque não podemos calar, 25 de Abril sempre, fascismo nunca mais!<br>Os coletivos de Guimarães pela Liberdade</p>



<p>  <a href="mailto:guimaraespelaliberdade@gmail.com">guimaraespelaliberdade@gmail.com</a></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img alt='452048823_821278733070074_7193395213817722516_n-4232510-3543501-1137654-9785823-6210381-3259169-1672851' alt='452048823_821278733070074_7193395213817722516_n-4232510-3543501-1137654-9785823-6210381-3259169' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/10/452048823_821278733070074_7193395213817722516_n-4232510-3543501-1137654-9785823-6210381-3259169-1672851.jpg' alt="452048823_821278733070074_7193395213817722516_n-4232510-3543501-1137654-9785823-6210381" class="wp-image-224464"/></figure>
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		<title>Playlist PTrevolutionTV da Feira Anarquista do Livro de Lisboa 2024</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Sep 2024 14:45:06 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Discriminação]]></category>
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					<description><![CDATA[Não conseguiste ir a Feira Anarquista do Livro de Lisboa, ou foste e não conseguiste acompanhar todas as conversas espreita a nossa playlist do Youtube on podes acompanhar tudo o que fomos autorizados a filmar, alguns só com áudio. Como posso ajudar? O serviço de internet é fundamental para fazer os nossos diretos e temos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-large"><img alt='photo_2024-09-24_15-47-13-5510918-1024x768-6917474-7585419' alt='photo_2024-09-24_15-47-13-5510918-1024x768-6917474' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/09/photo_2024-09-24_15-47-13-5510918-1024x768-6917474-7585419.jpg' alt="photo_2024-09-24_15-47-13" class="wp-image-224113"/></figure>



<p>Não conseguiste ir a Feira Anarquista do Livro de Lisboa, ou foste e não conseguiste acompanhar todas as conversas espreita a nossa playlist do Youtube on podes acompanhar tudo o que fomos autorizados a filmar, alguns só com áudio.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<span class="embed-privacy-url"><a href="https://www.youtube.com/playlist?list=PLjNRWCGVvTV7caORFafLq5E3v8QEKrhlr">Open embedded content from YouTube</a></span>
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		<title>Somos muitas e não somos números. Um relato do 4º Acampamento em Defesa do Barroso</title>
		<link>https://indymedia.pt/223793/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Aug 2024 10:53:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura e Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia e Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Poder e Autodeterminação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://indymedia.pt/2024/08/23/somos-muitas-e-nao-somos-numeros-um-relato-do-4o-acampamento-em-defesa-do-barroso/</guid>

					<description><![CDATA[Pelo quarto ano consecutivo, a aldeia de Covas do Barroso, em Trás-os-Montes, acolheu centenas de pessoas solidárias com a luta da comunidade local contra as ameaças da exploração mineira. Em 2024, o Acampamento em Defesa do Barroso procurou honrar a luta popular contra a empresa Savannah Resources, que já implicou vários processos legais e sete [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4>Pelo quarto ano consecutivo, a aldeia de Covas do Barroso, em Trás-os-Montes, acolheu centenas de pessoas solidárias com a luta da comunidade local contra as ameaças da exploração mineira. Em 2024, o Acampamento em Defesa do Barroso procurou honrar a luta popular contra a empresa Savannah Resources, que já implicou vários processos legais e sete meses de bloqueio diário de uma máquina que invadira os terrenos baldios. Durante seis dias, cultivou-se um ambiente de aprendizagem, celebração e partilha entre as pessoas do Barroso e os apoiantes que visitavam este pequeno paraíso abraçado por montanhas e ameaçado pela avidez capitalista.</h4>
<p>Lê tudo <a href="https://www.jornalmapa.pt/2024/08/22/somos-muitas-e-nao-somos-numeros-um-relato-do-4o-acampamento-em-defesa-do-barroso/">aqui</a></p>
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		<title>Rapper Krazye Loko lança o álbum “Viagem” digital e em formato físico (CD)</title>
		<link>https://indymedia.pt/223693/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Aug 2024 19:47:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura e Arte]]></category>
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					<description><![CDATA[Rapper Krazye Loko lança o álbum “Viagem” digital e em formato físico (CD) Data de lançamento: 27 de Setembro 2024]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Rapper Krazye Loko lança o álbum “Viagem” digital e em formato físico (CD)</p>
<p>Data de lançamento: 27 de Setembro 2024</p>
<p>Após uma paragem na sua atividade musical, o rapper Krazye Loko que completou 20 anos de carreira, presenteia agora o seu público com o álbum “Viagem”.</p>
<p>Um trabalho onde mostra a essência do rap.<br />
Composto por 11 faixas inéditas com mensagens de reflexão claras e objetivas, o artista convida todos a fazerem parte desta “viagem” que apesar das turbulências, lhe deixou em bom porto.<br />
A transmissão de sentimentos carregando o dom do rap, como o artista nos tem habituado.</p>
<p>Lista de faixas:<br />
* Cansado<br />
* Maníaco do parque<br />
* Quando nada tinha<br />
* Salvação<br />
* Renascimento<br />
* Desabafos<br />
* Ponto de partida<br />
* Sê real<br />
* Viagem<br />
* Virei cinza</p>
<p>Sendo todos estes temas originais e exclusivos do artista, o álbum trás também como brinde uma bónus track &#8220;Haterz (Remisturado)&#8221; resultante de uma parceria entre Krazye Loko e Allen Halloween.</p>
<p>De forma a obter mais informações acerca do álbum e do rapper basta acompanhar as suas redes sociais e plataformas musicais.</p>
<p>* Spotify: <a href="https://open.spotify.com/intl-pt/artist/4I6Abuoma3TJBURyGNTI1G?si=Ni0ce-jAS_WDIt9uscqQWw" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://open.spotify.com/intl-pt/artist/4I6Abuoma3TJBURyGNTI1G?si%3DNi0ce-jAS_WDIt9uscqQWw&amp;source=gmail&amp;ust=1722973553578000&amp;usg=AOvVaw0a0eL7oNBEQqRseVsgtwVl">https://open.spotify.com/intl-pt/artist/4I6Abuoma3TJBURyGNTI1G?si=Ni0ce-jAS_WDIt9uscqQWw</a><br />
* YouTube: <a href="https://youtube.com/@krazyeloko" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://youtube.com/@krazyeloko&amp;source=gmail&amp;ust=1722973553578000&amp;usg=AOvVaw2qTrDPISGxjLScqobGPbEB">https://youtube.com/@krazyeloko</a><br />
* Instagram: <a href="https://www.instagram.com/krazyeloko" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/krazyeloko&amp;source=gmail&amp;ust=1722973553578000&amp;usg=AOvVaw2zqtjBdeVTZ0vromL20o-M">https://www.instagram.com/krazyeloko</a><br />
* Facebook: <a href="https://www.facebook.com/krazyeloko" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.facebook.com/krazyeloko&amp;source=gmail&amp;ust=1722973553578000&amp;usg=AOvVaw2wrf2nvHDEIJABgCCsnDmy">https://www.facebook.com/krazyeloko</a></p>
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		<title>«Sem manifestação de interesse» &#8211; Escravatura moderna [Acção]</title>
		<link>https://indymedia.pt/223670/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jul 2024 19:29:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura e Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Discriminação]]></category>
		<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Repressão]]></category>
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					<description><![CDATA[“Sem manifestação de interesse, escravatura moderna” é a nossa recente ação nas ruas de Lisboa sobre as novas políticas de imigração excludentes em Portugal. Usamos os desenhos originais dos navios negreiros portugueses &#8211; que transportaram milhões de escravos durante séculos &#8211; para construir barcos que deixamos flutuar nas fontes do centro histórico de Lisboa, especialmente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r x1vvkbs xtlvy1s x126k92a">
<div dir="auto">“Sem manifestação de interesse, escravatura moderna” é a nossa recente ação nas ruas de Lisboa sobre as novas políticas de imigração excludentes em Portugal. Usamos os desenhos originais dos navios negreiros portugueses &#8211; que transportaram milhões de escravos durante séculos &#8211; para construir barcos que deixamos flutuar nas fontes do centro histórico de Lisboa, especialmente no eixo urbano Alameda-Martim Moniz. A Avenida Almirante Reis atravessa Arroios, freguesia com maior população imigrante no centro da cidade, que recentemente se recusou a emitir atestados de residência a imigrantes extracomunitários, travando o acesso a direitos fundamentais. Da mesma forma, a nossa frota tem formato de cartaz para colar nas paredes.</div>
<div dir="auto"></div>
</div>
<div class="x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r x1vvkbs xtlvy1s x126k92a">
<div dir="auto">Portugal tem a responsabilidade histórica de ter iniciado o tráfico transatlântico de escravxs, o maior deslocamento forçado de pessoas a longa distância na história, mais de 12,5 milhões de pessoas aprisionadas no continente africano e forçadas a trabalhar no outro lado do oceano.</div>
</div>
<div class="x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r x1vvkbs xtlvy1s x126k92a">
<div dir="auto">Com a recente supressão da “manifestação de interesse”, procedimento que permite a regularização dxs trabalhadorxs imigrantes em Portugal, dezenas de milhares de pessoas serão empurradas para a exclusão social, o trabalho clandestino, a exploração laboral e a negação de direitos.</div>
<div dir="auto">Com o fim da “manifestação de interesse&#8221; o Governo Português legitima e suporta novamente a escravatura moderna.</div>
</div>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto">Vê o vídeo da acção <a href="https://vimeo.com/985604485">aqui</a>.</div>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto"></div>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Rapper Setubalense regressa com &#8220;Carta&#8221;</title>
		<link>https://indymedia.pt/223651/</link>
					<comments>https://indymedia.pt/223651/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jul 2024 16:04:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura e Arte]]></category>
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					<description><![CDATA[Krazye Loko lança novo single “Carta” com participação de Jess e produção de Split_86. O artista Krazye Loko pretende cativar os amantes da música mais uma vez com o lançamento de seu último single, “Carta”. “Carta” é uma faixa que investiga temas de amor, perda e redenção. A letra da música é combinada com uma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Krazye Loko lança novo single “Carta” com participação de Jess e produção de Split_86.</p>
<p>O artista Krazye Loko pretende cativar os amantes da música mais uma vez com o lançamento de seu último single, “Carta”.</p>
<p>“Carta” é uma faixa que investiga temas de amor, perda e redenção. A letra da música é combinada com uma batida convincente de Split_86 e acompanhada pela voz de Jess.</p>
<p>Krazye Loko compartilhou sua inspiração para a música:</p>
<p>&#8220;Esta faixa é muito pessoal para mim. É uma carta a um amor passado, uma reflexão sobre o que foi e o que poderia ter sido. Eu queria expressar as emoções cruas e a complexidade dos relacionamentos através da minha música.&#8221;</p>
<p>O single é uma prova do crescimento de Krazye Loko como artista. Sua habilidade lírica e capacidade de transmitir emoções profundas através de sua música lhe renderam uma base de fãs leais. Espera-se que “Carta” ressoe nos ouvintes em um nível pessoal, atraindo-os para o mundo de Krazye Loko.</p>
<p>Para acompanhar o lançamento de “Carta”, Krazye Loko também lançou um videoclipe visualmente deslumbrante que complementa a profundidade emocional da música. Dirigido por Detroino.</p>
<p>Assista ao videoclipe de &#8220;Carta&#8221; aqui: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=fTfM64Sqygo" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.youtube.com/watch?v%3DfTfM64Sqygo&amp;source=gmail&amp;ust=1720626637286000&amp;usg=AOvVaw1V0lY0L2EaGbrp9rYLMCvS">https://www.youtube.com/watch?v=fTfM64Sqygo</a></p>
<p>O single já está disponível em todas as principais plataformas de streaming, incluindo Spotify, Apple Music e Amazon Music.</p>
<div></div>
<div>
<div>Biografia (Krazye Loko)</div>
<div aria-hidden="true"></div>
<div>Pedro Miguel dos Santos Castro nascido em Setúbal a 11 de Agosto de 1990, Krazye Loko é filho de mãe portuguesa e pai angolano. Começou como rapper em Setúbal, na mesma cidade onde nasceu e viveu a sua vida inteira.</div>
<div aria-hidden="true"></div>
<div>Krazye Loko iniciou a sua carreira musical em 2003 apenas com 13 anos de idade, mostrando desde cedo o seu interesse pela cultura e a vontade de se expressar através da música. Entregando-nos um rap inspirado nas suas experiencias de vida, sem filtros e com muito sentimento. Inspirando-se nas camadas multifacetadas da sua história pessoal e nas lutas e triunfos diários que encontra. Inicialmente formando um grupo de hip-hop constituído por quatro elementos (Mc Produções). Conseguindo nessa época alcançar o primeiro lugar no concurso Bocage Rap em 2005, organizado pela Camara Municipal de Setúbal e tendo como júri Boss AC, um dos grandes nomes da música em Portugal. Algum tempo depois, em Agosto de 2006 Krazye Loko saiu do grupo para seguir a sua carreira solo. Em 2008, derivado a problemas pessoais, manteve-se inativo por um extenso período de 3 anos.</div>
<div aria-hidden="true"></div>
<div>Krazye Loko, regressou em 2011, na exploração do seu passado abraçando graciosamente a noção de uma vida vivida sem arrependimentos, reconhecendo que cada reviravolta contribuiu para a sua evolução atual como artista e como indivíduo. Esta visão profunda confere novamente à sua música autenticidade, oferecendo uma narrativa profunda que fala ao coração dos seus ouvintes, mas agora desta vez bem mais maduro. Lançando assim algumas faixas de destaque na sua carreira musical como “Mafia Family”, a música que lhe deu vida novamente e abriu portas para novos projetos. Com essa faixa concorreu ao concurso Rock Rendez Worten 2011, com um júri composto por Paula Homem, directora geral da Arthouse, uma editora de novos talentos do grupo Valentim de Carvalho, e por Nuno Calado, locutor da Antena 3 e comentador assíduo da SIC Radical. Passando na primeira fase e conseguindo conquistar a semi-final do concurso. Em meados de 2013 Krazye Loko partiu para França, onde gravou as faixas que deram forma ao álbum &#8221;O meu espaço (álbum)&#8221;.</div>
<div aria-hidden="true"></div>
<div>Depois de feita a pré-produção e a gravação do disco em Brive-la-Gaillarde, Krazye Loko regressou a Portugal, onde registou as vozes que participaram em &#8221;O meu espaço (álbum)&#8221;. O artista convidou nomes como Player, Black Mastah, Prophecy, Dani Xito, Bishop, Maliman. &#8221;O meu espaço&#8221; chegou às distribuidoras digitais ainda em 2013.</div>
<div aria-hidden="true"></div>
<div>Entre os vários concertos que Krazye Loko deu de norte a sul do país (Portugal), a 15 de Março de 2014 em um concerto na Amora, Seixal no clube Roots, cruzou-se com Allen Halloween que era cabeça de cartaz nessa mesma festa, trocaram palavras no backstage e recebeu um convite para participar em “Hibrido” album de Allen Halloween lançado um ano após o convite, em 2015, participando dessa forma na faixa “O Último mundo”.</div>
<div aria-hidden="true"></div>
<div>“Haterz” foi outra grande faixa que marcou a carreira de Krazye Loko, lançada em 2018 com a participação de Allen Halloween, em que retratam a desconfiança, traição e maldade do própio ser humano mas lutando contra isso e com vontade de progredir na paz, protegido do mal e com foco nos objetivos.</div>
<div aria-hidden="true"></div>
<div>Alguns anos depois, já em 2022, Krazye Loko decidiu começar a trabalhar no seu album “Viagem” totalmente produzido, misturado e masterizado por Split_86. O album “Viagem” é composto por uma coleção de dez faixas meticulosamente selecionadas, o álbum promete uma experiência auditiva imersiva que mergulha nas profundezas do espírito humano, servindo como um veículo para profunda introspecção e catarse emocional.</div>
<div aria-hidden="true"></div>
<div>Atualmente em 2024, Krazye Loko já lançou 3 faixas extraídas do seu album, “Salvação” , “Viagem” e &#8220;Virei Cinza&#8221; estas músicas podem ser ouvidas nas plataformas digitais habituais como Spotify, Apple Music, YouTube&#8230; O mesmo informou que soltará faixa-a-faixa as restante 8 que faltam e inclusive uma saíra ainda neste ano de 2024, “Carta&#8221; foi o último single lançado em Junho de 2024.</div>
<div aria-hidden="true"></div>
<div aria-hidden="true"></div>
<div>Links de Krazye Loko:</div>
<div aria-hidden="true"></div>
<div>Spotify: <u><a id="m_-9128470347114835667gmail-OWAe1b0dfac-dd30-1b7d-4bdd-8a6196f27950" href="https://open.spotify.com/intl-pt/artist/4I6Abuoma3TJBURyGNTI1G?si=tbhehZiFQACDRlEEi3zuLQ" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://open.spotify.com/intl-pt/artist/4I6Abuoma3TJBURyGNTI1G?si%3DtbhehZiFQACDRlEEi3zuLQ&amp;source=gmail&amp;ust=1720626637286000&amp;usg=AOvVaw26Z9oa536EZv3647_lwQdZ">https://open.spotify.com/intl-pt/artist/4I6Abuoma3TJBURyGNTI1G?si=tbhehZiFQACDRlEEi3zuLQ</a></u></div>
<div aria-hidden="true"></div>
<div>YouTube: <u><a id="m_-9128470347114835667gmail-OWAf59a3b42-7460-9c3d-ff61-93ec685e3454" href="https://www.youtube.com/channel/UCwOnDMcbn5ijystdBODzs3w" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.youtube.com/channel/UCwOnDMcbn5ijystdBODzs3w&amp;source=gmail&amp;ust=1720626637286000&amp;usg=AOvVaw19Wh_ihoEQHSjsFXui4rh0">https://www.youtube.com/channel/UCwOnDMcbn5ijystdBODzs3w</a></u></div>
<div aria-hidden="true"></div>
<div>Apple Music: <u><a id="m_-9128470347114835667gmail-OWA24564674-a9d3-4d78-0e77-5fe78779d8c1" href="https://music.apple.com/pt/artist/krazye-loko/915870546" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://music.apple.com/pt/artist/krazye-loko/915870546&amp;source=gmail&amp;ust=1720626637286000&amp;usg=AOvVaw1EpxWNfdk-Pf8zpnESHoVo">https://music.apple.com/pt/artist/krazye-loko/915870546</a></u></div>
<div aria-hidden="true"></div>
<div>Instagram: <u><a id="m_-9128470347114835667gmail-OWA0e2a840f-9707-911d-e606-a36593d51815" href="https://www.instagram.com/krazyeloko/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/krazyeloko/&amp;source=gmail&amp;ust=1720626637286000&amp;usg=AOvVaw0RMMoFWaX5FkwUfAPpsu3e">https://www.instagram.com/krazyeloko/</a></u></div>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Testemunho do 2º evento do Projeto Vulva, na Sirigaita, Lisboa</title>
		<link>https://indymedia.pt/220587/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Mar 2024 14:47:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura e Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Discriminação]]></category>
		<category><![CDATA[Indymedia]]></category>
		<category><![CDATA[Queer Feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[itisnotpee]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://indymedia.pt/?p=220587</guid>

					<description><![CDATA[English below. 1 de março. Na Sirigaita, um espaço ativista e autogerido nos Anjos, Lisboa. Encontro organizado pelo projeto Vulva. A oportunidade de falar sobre a vulva sem tabu, de aprender, de se expressar, de recuperar a voz. Un regard sur cette rencontre organisé par le Vulva project. L'occasion de parler de vulve sans tabou, de s'informer, de s'exprimer, de s'indigner, de se réaproprier la parole. Meeting organized by the Vulva project. The opportunity to talk about the vulva without taboo, to get information, to express yourself, to reclaim your voice.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-220585" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/03/WhatsApp-Image-2024-03-02-at-15.35-4001659.48-1.jpeg" alt="WhatsApp-Image-2024-03-02-at-15.35-4001659.48-1" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1 style="text-align: center"><strong>Testemunho do 2º evento do Projeto Vulva. @vulva.project .</strong></h1>
<p style="text-align: center">English below</p>
<h2>1 de março &#8211; Na Sirigaita, um espaço ativista e autogerido nos Anjos, Lisboa</h2>
<p>Este espaço está ameaçado de encerramento. Para os ajudar e lutar contra a gentrificação, informe-se em https://sirigaita.org/index.php/nao-entregamos-as-chaves/</p>
<p style="text-align: left">Uma multidão de vulvas está reunida numa parede. <strong>Diversidade</strong> de forma, tamanho, cor, textura, &#8230; A normalidade foi decidida pelo<strong> mainstream patriarcal</strong> e pela pornografia. Não corresponde à realidade<em>.</em></p>
<p><span class="HwtZe" lang="pt"><span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">Algum artista apresenta seu trabalho em torno da vulva.</span></span> <span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">Também é um produto natural para corpos.</span></span> <span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">Um canto escondido permite tirar fotos e fazer parte da “parede da vulva”.</span></span> <span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">Um lugar de cuidado e paz.</span></span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-220586" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/03/WhatsApp-Image-2024-03-02-at-15.35-8682480.48-2.jpeg" alt="WhatsApp-Image-2024-03-02-at-15.35-8682480.48-2" /></p>
<p style="text-align: right"><em>Alguns olhares abertos encontram-se.</em><br />
<em>Surpreendidos, curiosos, aliviados</em></p>
<p style="text-align: left">
20h &#8211; Carmo Gê Pereira, @carmogepereira, apresentou o seu trabalho sobre a vulva. Ensinou-nos sobre as raízes, os significados e o uso do <strong>vocabulário em torno da vulva</strong>, e como este tem<strong> influenciado as mentalidades</strong>. &#8220;Partes femininas&#8221;, &#8220;partes íntimas&#8221;, &#8220;partes genitais&#8221;, &#8220;órgãos genitais&#8221;, &#8220;partes reprodutivas&#8221;, muito, mas não Vulva. Esta parte do corpo de metade da população tem sido escondida, mal compreendida, diabolizada, ignorada. Para libertar a vulva da opressão, temos de usar as palavras certas. O pior é que isso resultou em <strong>problemas médicos</strong>. Temos o direito de saber como somos feitos, de viver saudáveis e felizes! Este conteúdo que a Carmo criou estará brevemente disponível na web e em papel, fiquem atentos.</p>
<p style="text-align: right">
<em>Algumas pessoas são deitadas de costas, no tapete</em><br />
<em>Gostam de ouvir uma história</em></p>
<p>Também aprendemos sobre o seu funcionamento. De que são compostos a vulva e o clítoris, como funcionam, para que são feitos. <strong>Biologia que devemos aprender na escola</strong>. Sabias que o clítoris tem mais de 10.000 terminações nervosas? A sua estimulação leva à libertação de fluidos das glândulas sexuais. <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/itisnotpee/">#itisnotpee</a>. Risos. A lubrificação, a estimulação, o orgasmo e tantos outros temas precisam de<strong> estudos médicos</strong>, e não de estudos conduzidos com o olhar masculino cisgénero. Há alguns, mas quase nenhum.</p>
<p style="text-align: right"><em>Uma senhora idosa enruga o nariz,</em><br />
<em>talvez ela não consiga ouvir muito bem. </em><br />
<em>Uma mulher ao seu lado, </em><br />
<em>é parecida com ela, mas mais nova,</em><br />
<em>tem um pequeno sorriso.</em></p>
<p style="text-align: right"><em>Um homem idoso com a sua bengala senta-se desde o início ao lado de um banco vazio.</em><br />
<em>Ele parece aprovar muito o que é dito.</em></p>
<p>Pequena pausa. Aplausos e sorrisos. Discussões.</p>
<p>21h &#8211; O local está cheio de gente.<br />
A segunda parte é uma conversa entre Mó, @mo_so.mo, e o público. Pedem-nos que escrevamos num post-it <strong>como se chama a nossa vulva</strong>. Precisam que se trata de uma pergunta auto-determinada. &#8220;Só tu é que sabes se achas que tens uma vulva ou não&#8221;. Momento muito <strong>inclusivo</strong>, as pessoas transgénero são consideradas. O mesmo acontece com as pessoas que não falam português, que são convidadas a juntar-se para receberem a &#8220;tradução pessoal&#8221; de Carmo.</p>
<p>Uma pessoa na frente exprime-se: &#8220;Nunca uso a palavra &#8220;vulva&#8221;. Soa estranho e faz-me sentir um pouco <strong>envergonhada</strong>&#8220;.</p>
<p>Ao usarmos as nossas próprias palavras para falar sobre a vulva, recuperamos o poder. A literatura científica sobre a vulva tem sido <strong>escrita por homens brancos cisgénero</strong>. A história é escrita pelo opressor. <strong>Vamos escrever a nossa própria história</strong>.</p>
<p>Aparecem post-it num quadro branco: &#8220;Gina&#8221;, &#8220;Patata&#8221;, &#8220;Schneck&#8221;, &#8220;Nest&#8221;, &#8220;Treasure&#8221;, &#8230;</p>
<p>Depois de um tempo de partilha, o jantar é anunciado. &#8220;Orgasmo culinário garantido!&#8221;</p>
<p style="text-align: center">
<strong>As pessoas de ouvidos abertos.</strong><br />
<strong>Sentir-se seguro. Aliviar-se de encontrar um lugar onde</strong><br />
<strong>Exprimir-se por uma vez e ser convidado.</strong><br />
<strong>Nem sujo, nem mau, nem culpado, nem escondido, nem discriminado, nem vergonhoso, nem feio,</strong><br />
<strong>Mas uma fonte de alegria, prazer, liberdade, bem-estar, auto-entendimento.</strong><br />
<strong>Conhecermo-nos a nós próprios é recuperar o poder</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1 style="text-align: center">Testimony of the 2nd Vulva Project event. @vulva.project .</h1>
<h2>1 march 2024 &#8211; At Sirigaita, an activist and self-managed place in Anjos, Lisboa</h2>
<p>This place is threatened with closing. To help them and fight gentrification, get informed on https://sirigaita.org/index.php/nao-entregamos-as-chaves/</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A multitude of vulva are gathered on a wall. <b>Diversity</b> of shape, size, color, texture, … Normality has been decided by <b>patriarchal mainstream</b> and pornography. It doesn’t fit with reality.</p>
<p>Some artist presents their work around vulva. Their is also natural bodies product. A hidden corner allow to take picture and be part of the &#8220;vulva wall&#8221;. A place of care and peace.</p>
<p style="text-align: right"><i>Some opened gaze meet.</i></p>
<p style="text-align: right"><i>Surprised, curious, relieved</i></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>20h &#8211;  Carmo Gê Pereira, @carmogepereira, presented her work about vulva. She taught us about the roots, the meanings and the use of the <b>vocabulary around vulva</b>, and how it has <b>influenced mentalities</b>. “Feminin parts”, “intimate parts”, “Genital parts”, “Genital organs”, “reproductive parts”, a lot but not Vulva. This body part of half the population has been hidden, misunderstood, diabolized, ignored. To free vulva from oppression, we must use the right words. The worst is that it resulted in <b>medical problems</b>. We have the right to know how we are made, <strong>to live healthy and happy</strong> ! This content Carmo created will soon be available on web and on paper, stay tuned.</p>
<p style="text-align: right"><i>Some people are laid down on the back, on the carpet</i></p>
<p style="text-align: right"><i>Like to listen to a story</i></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>We also learned about its functioning. With what vulva and clitoris are composed of, how it works, what it is made for. <b>Biology</b> that we should learn at school. Did you know that <strong>clitoris</strong> has more than <strong>10,000 nerve endings</strong> ? Its stimulation leads to release of fluids, from sexual glands. <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/itisnotpee/">#itisnotpee</a>. Laughter. Lubrication, stimulation, orgasm, and so many more topics need<b> medical studies</b>, not lead with cisgender male gaze. There are some, but almost none.</p>
<p style="text-align: right"><i>An old lady wrinkle her nose,</i></p>
<p style="text-align: right"><i>maybe she just can’t hear very well. </i></p>
<p style="text-align: right"><i>A woman beside her, </i></p>
<p style="text-align: right"><i>looks just like her but younger,</i></p>
<p style="text-align: right"><i> has a little smile.</i></p>
<p style="text-align: right">
<p style="text-align: right"><i>An elderly man with his cane sits from the beginning beside an empty stool.</i></p>
<p style="text-align: right"><i>He seems to approve of what is said very much.</i></p>
<p>Short break. Applauses and smiles. Discussions.</p>
<p>21h &#8211; The place is crowded.</p>
<p>The second part is a conversation between Mó, @mo_so.mo, and the audience. They ask us to write on post-it <b>how do you call our vulva</b>. They precise that it is a self-determined question. “You are the only one who knows if you think you have a vulva or not”. Very inclusive moment, transgender people are considered. The same with non-portuguese speakers, they are invited to gather to have “personal translation” by Carmo.</p>
<p>Someone in the front expresses herself : “I never use the word “Vulva”. It sounds weird, and makes me feel a bit ashamed.”</p>
<p>By using our own words to talk about vulva, we take the power back. <b>Scientific literature about vulva has been written by white cisgender men</b>. History is written by the oppressor. Let’s write our own.</p>
<p>Post-it appear on a white board : “Gina”, “Patata”, “Schneck”, “Nest”, “Treasure”, …</p>
<p>After a sharing time, dinner is announced. ”Culinar orgasm guaranteed !</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center"><strong><em>Those people with open ears.</em></strong></p>
<p style="text-align: center"><strong><em>Feeling safe. Relieve to find a place where</em></strong></p>
<p style="text-align: center"><strong><em>Express yourself for once you are invited to.</em></strong></p>
<p style="text-align: center"><strong><em>Neither dirty, nor bad, nor guilty, nor hidden, ni discriminated, no shameful, nor ugly,</em></strong></p>
<p style="text-align: center"><strong><em>But a source of joy, pleasure, freedom, well-being, self-understanding.</em></strong></p>
<p style="text-align: center"><strong><em>Knowing ourselves is taking the power back.</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-220584" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/03/WhatsApp-Image-2024-03-02-at-15.35-2777776.47.jpeg" alt="WhatsApp-Image-2024-03-02-at-15.35-2777776.47" /></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pablo Hasél, 3 anos detidos por causa de umas rimas e uns twittes.</title>
		<link>https://indymedia.pt/219137/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Feb 2024 12:40:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura e Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Discriminação]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra e Paz]]></category>
		<category><![CDATA[Indymedia]]></category>
		<category><![CDATA[AltPT]]></category>
		<category><![CDATA[Antifascism]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade de Expressão]]></category>
		<category><![CDATA[PAB]]></category>
		<category><![CDATA[PabloHasel]]></category>
		<category><![CDATA[Ponent]]></category>
		<category><![CDATA[PTrevolutionTV]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://indymedia.pt/?p=219137</guid>

					<description><![CDATA[A mensagem que acabas-te de ouvir é do músico espanhol Pablo Hasél. Ontem completou três anos desde que o rapper foi preso, devido ao significado das letras da sua música, e também por alguns tweets, apesar de na altura ter havido um grande interesse internacional como foi o caso da Amnistia Internacional que lançou uma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-video"><video height="572" style="aspect-ratio: 1280 / 572;" width="1280" controls src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/02/video_2024-02-17_11-38-32-2433230.mp4"></video></figure>



<p>A mensagem que acabas-te de ouvir é do músico espanhol Pablo Hasél. </p>



<p>Ontem completou três anos desde que o rapper foi preso, devido ao significado das letras da sua música, e também por alguns tweets, apesar de na altura ter havido um grande interesse internacional como foi o caso da Amnistia Internacional que lançou uma petição na altura, que entretanto terminou.<br><a href="https://www.amnistia.pt/peticao/pablo-hasel-rapper-condenado-por-exercer-a-sua-liberdade-de-expressao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.amnistia.pt/peticao/pablo-hasel-rapper-condenado-por-exercer-a-sua-liberdade-de-expressao/</a></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>O rapper espanhol foi injustamente condenado por exercer o seu direito à liberdade de expressão.</p>



<p>Ninguém devia ser condenado por publicar conteúdos nas redes sociais ou por cantar, desde que o conteúdo em causa não constitua um crime de ódio, tal como definido no direito internacional dos Direitos Humanos. Se assim não o for, por muito desagradável que o conteúdo possa ser, segundo a interpretação de alguém ou de determinadas autoridades,não é considerado um crime.</p>
</blockquote>



<p>Mas quase nada mudou desde então.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img data-id="219149" alt='ggcy1klxmaa9dv7-3065737-1024x1024-2622882-4324942-7977066' alt='ggcy1klxmaa9dv7-3065737-1024x1024-2622882-4324942' alt='ggcy1klxmaa9dv7-3065737-1024x1024-2622882' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/02/GGcY1kLXMAA9DV7-3065737-1024x1024-2622882-4324942-7977066.jpg' class="wp-image-219149" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img data-id="219150" alt='photo_2024-02-17_11-38-53-3704770-1024x1024-1604203-1087471-1870155' alt='photo_2024-02-17_11-38-53-3704770-1024x1024-1604203-1087471' alt='photo_2024-02-17_11-38-53-3704770-1024x1024-1604203' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/02/photo_2024-02-17_11-38-53-3704770-1024x1024-1604203-1087471-1870155.jpg' class="wp-image-219150" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img data-id="219148" alt='photo_2024-02-17_11-38-57-3989683-1024x1024-8893595-7264121-2313800' alt='photo_2024-02-17_11-38-57-3989683-1024x1024-8893595-7264121' alt='photo_2024-02-17_11-38-57-3989683-1024x1024-8893595' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/02/photo_2024-02-17_11-38-57-3989683-1024x1024-8893595-7264121-2313800.jpg' class="wp-image-219148" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="729" height="737" data-id="219151" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/02/427986838_410705994706696_5051994981812185321_n-8526362.jpg" alt="427986838_410705994706696_5051994981812185321_n-8526362" class="wp-image-219151" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/02/427986838_410705994706696_5051994981812185321_n-8526362.jpg 729w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/02/427986838_410705994706696_5051994981812185321_n-8526362-297x300.jpg 297w" sizes="auto, (max-width: 729px) 100vw, 729px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="940" height="788" data-id="219169" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/02/Dia-da-Liberdade-Post-Facebook-9849778.png" alt="dia-da-liberdade-post-facebook-9849778" class="wp-image-219169" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/02/Dia-da-Liberdade-Post-Facebook-9849778.png 940w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/02/Dia-da-Liberdade-Post-Facebook-9849778-300x251.png 300w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/02/Dia-da-Liberdade-Post-Facebook-9849778-768x644.png 768w" sizes="auto, (max-width: 940px) 100vw, 940px" /></figure>
</figure>



<p>Inicialmente, o rapper foi condenado a nove meses de prisão, mas com o acumular de alguns outros casos, grande parte relacionados com a liberdade de expressão, acresceu mais de três anos, sendo a sua data prevista de libertação 14 de abril de 2027.</p>



<p>No ano passado sofreu um duro revés por parte do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos (TEDH), que rejeitou o seu pedido de violação dos direitos fundamentais para uma das suas condenações.<br><a href="https://elpais.com/espana/2023-11-09/estrasburgo-avala-la-condena-del-rapero-pablo-hasel.html#" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://elpais.com/espana/2023-11-09/estrasburgo-avala-la-condena-del-rapero-pablo-hasel.html#</a></p>



<p>Entra essas músicas encontras o &#8220;Muerte a Los Borbones&#8221; em que ataca em especial a realeza Espanhola</p>



<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=qYgEWhpYyb0u0026amp;ab_channel=PabloHasel">https://www.youtube.com/watch?v=qYgEWhpYyb0u0026amp;ab_channel=PabloHasel</a></p>



<p>No dia que saiu a sentença insurgiu-se um movimento popular contra a sua detenção na Universidade de Lérida, a 150 km de Barcelona, onde uma centena de pessoas barricaram-se contra a detenção de Pablo Hasél.</p>



<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=SraI-TEdx6Eu0026amp;ab_channel=PabloHasel">https://www.youtube.com/watch?v=SraI-TEdx6Eu0026amp;ab_channel=PabloHasel</a></p>



<p>Dias e semanas após ser preso, ocorreu uma onda de protestos em cidades na Catalunha e no resto de Espanha, que teve como consequência a detenção de quase duzentas pessoas, duzentas pessoas ficaram feridas, entre eles um jornalista da Reuters e uma rapariga de 19 anos, que perdeu um olho que foram vítimas do ataque dos agentes dos Mossos d’Esquadra que dispararam balas de borracha contra a multidão. No dia 1 de março, um grupo de idosos acorrentou-se ao palácio Paeria, Câmara Municipal de Lleida, exigindo “o fim da repressão aos jovens” e a demissão dos Mossos d’Esquadra dos agentes responsáveis por ações ilícitas.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-3 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="500" data-id="219145" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/02/428115291_1077230683606784_660267925702102928_n-4455352.jpg" alt="428115291_1077230683606784_660267925702102928_n-4455352" class="wp-image-219145" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/02/428115291_1077230683606784_660267925702102928_n-4455352.jpg 750w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/02/428115291_1077230683606784_660267925702102928_n-4455352-300x200.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /></figure>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="561" data-id="219146" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/02/428028875_24738678192447085_8833215171091580575_n-7618795.jpg" alt="428028875_24738678192447085_8833215171091580575_n-7618795" class="wp-image-219146" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/02/428028875_24738678192447085_8833215171091580575_n-7618795.jpg 750w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/02/428028875_24738678192447085_8833215171091580575_n-7618795-300x224.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /></figure>
</figure>



<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=fu-XmmAEOhAu0026amp;ab_channel=NICACollective">https://www.youtube.com/watch?v=fu-XmmAEOhAu0026amp;ab_channel=NICACollective</a></p>



<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=HxBdJugtT94u0026amp;ab_channel=AlJazeeraEnglish">https://www.youtube.com/watch?v=HxBdJugtT94u0026amp;ab_channel=AlJazeeraEnglish</a></p>



<p>Ontem dia em que se assinalou os 3 anos da sua detenção, são várias as mensagens de solidariedade com Pablo Hasél por todo o mundo:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>3 ANOS SEQUESTRADO PELO REGIME❗️<br>3 ANOS DE LUTA E RESISTÊNCIA❗️</p>



<p>💥 Do <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/pab/">#PAB</a> saímos às ruas para denunciar a situação do nosso colega @PabloHasel, sequestrado na prisão de <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/ponent/">#Ponent</a> por exercer seu legítimo direito à liberdade de expressão.</p>



<p>⛓️ Só com uma organização forte e uma consequente luta conseguiremos libertá-lo das garras deste Estado fascista.<br></p>
<cite>@antirepreBCN</cite></blockquote>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Pablo Hasel</p>



<p>This week marks the 3rd anniversary of his imprisonment.<br>The Catalan rapper stills in prison for singing truths.</p>



<p><a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/antifascism/">#Antifascism</a><br><a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/pablohasel/">#PabloHasel</a><br></p>
<cite>Contropotere 🏴</cite></blockquote>



<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=KjogBGKiPaEu0026amp;ab_channel=AlbertMarques-Topic">https://www.youtube.com/watch?v=KjogBGKiPaEu0026amp;ab_channel=AlbertMarques-Topic</a></p>



<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=xOjjD_ywoz8u0026amp;ab_channel=PabloHasel">https://www.youtube.com/watch?v=xOjjD_ywoz8u0026amp;ab_channel=PabloHasel</a></p>



<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=eSFgPsTIxjwu0026amp;ab_channel=PabloHasel">https://www.youtube.com/watch?v=eSFgPsTIxjwu0026amp;ab_channel=PabloHasel</a></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter wp-block-embed-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="embed-privacy-local-tweet"><blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true"><p lang="es" dir="ltr">Hace 3 años, el rapero <a href="https://twitter.com/PabloHasel?ref_src=twsrc%5Etfw">@PabloHasel</a> fue detenido por ejercer su <a href="https://twitter.com/hashtag/LibertadDeExpresi%C3%B3n?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#LibertadDeExpresión</a>. 64 tuits y 1 canción le llevaron a prisión. Una condena injusta que viola sus derechos humanos: <a href="https://t.co/oSVJlzxWXa">https://t.co/oSVJlzxWXa</a>. Lamentamos que el <a href="https://twitter.com/ECHR_CEDH?ref_src=twsrc%5Etfw">@ECHR_CEDH</a> considere que es proporcionada. Va HILO. <a href="https://t.co/3y9tv8Ijkz">pic.twitter.com/3y9tv8Ijkz</a></p><cite class="embed-privacy-tweet-meta"><span class="embed-privacy-author-meta">— Amnistía Internacional España (@amnistiaespana) </span><a href="https://twitter.com/amnistiaespana/status/1758476976099082290?ref_src=twsrc%5Etfw">16/02/2024</a></cite></blockquote></div>
</div></figure>



<p>De Portugal e em especial da equipa da PTrevolutionTV vai um grande abraço de solidariedade para Pablo Hasél e tantos outros que pelo mundo vêm a sua liberdade condicionada por recorrerem a arte para expor a realidade política e social do seu país e para todos os jornalistas que colocam a sua liberdade em risco para nos mostrar o que se passa no mundo em especial para Julian Assange.</p>



<p><a href="https://twitter.com/hashtag/PabloHasel?src=hashtag_click">#PabloHasel</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/LibertadDeExpresi%C3%B3n?src=hashtag_click">#LibertadDeExpresión</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/LibertadParaLosPresosPol%C3%ACticos?src=hashtag_click">#LibertadParaLosPresosPolìticos</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/LibertadParaHasel?src=hashtag_click">#LibertadParaHasel</a></p>
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		<title>Amanhã, os cortejos do Baque do Tejo e do Baque Mulher Lisboa serão em forma de manifestação!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Feb 2024 00:31:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura e Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Indymedia]]></category>
		<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Repressão]]></category>
		<category><![CDATA[AltPT]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
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					<description><![CDATA[🚨🚨🚨 Atenção, mudanças no Carnaval do Baque do Tejo e do Baque Mulher Lisboa! 🚨🚨🚨 Amanhã, os cortejos do Baque do Tejo e do Baque Mulher Lisboa serão em forma de manifestação!Para além dos custos absurdos que nos eram exigidos pela CML para o licenciamento do nosso desfile, sobretudo referentes à contratação de serviços de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>🚨🚨🚨 Atenção, mudanças no Carnaval do Baque do Tejo e do Baque Mulher Lisboa! 🚨🚨🚨</p>



<p>Amanhã, os cortejos do Baque do Tejo e do Baque Mulher Lisboa serão em forma de manifestação!<br>Para além dos custos absurdos que nos eram exigidos pela CML para o licenciamento do nosso desfile, sobretudo referentes à contratação de serviços de policiamento, nas últimas semanas a negligência da CML para com os grupos carnavalescos atingiu ao nível do boicote. Por total&nbsp;ineficácia e descaso dos serviços administrativos nesta reta final, chegamos ao carnaval sem nenhum parecer final necessário para o licenciamento. Por isso, convocamos ao protesto.</p>



<p>Sairemos com faixas e cartazes pela liberdade da cultura na rua! Te convidamos a fazer o mesmo porque esta é uma luta de todos! Contra a privatização do espaço público e a xenofobia! A maior comunidade imigrante deste país tem direito a celebrar sua cultura!</p>



<p>Carlos Moedas, atual presidente da Câmara Municipal de Lisboa, recebeu o carnaval de Torres Vedras em Lisboa na Avenida da Liberdade no último 3 de fevereiro.&nbsp;Enquanto isso, impede o carnaval brasileiro&nbsp;de&nbsp;acontecer!</p>



<p>Com a mudança do cortejo para formato de MANIFESTAÇÃO PÚBLICA, nosso trajeto mudou! Mas a FESTA INDEPENDENTE VAI ACONTECER! Onde? Na&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/casa_independente/">@casa_independente</a>, com&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/gira.coletivo/">@gira.coletivo</a><a href="https://www.instagram.com/sapatrux/">@sapatrux</a><a href="https://www.instagram.com/iamdidibee/">@iamdidibee</a>&nbsp;a partir das 19h! Link pra compra na nossa bio! Festa de realização da&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/valsavalsavalsa/">@valsavalsavalsa</a>&nbsp;e&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/iamdidibee/">@iamdidibee</a>!</p>



<p>O Carnaval tem seus direitos! Quem não pode com ele não se meta!</p>



<p>Quem foi, quem disse que o Baque não saía? Baque do Tejo tá na rua com prazer e alegria!</p>



<p>NOS VEMOS AMANHÃ A PARTIR DAS 13H! BORA CELEBRAR E VIVER O CARNAVAL JUNTES!</p>



<p><a href="https://www.instagram.com/explore/tags/baquedotejo/">#baquedotejo</a><a href="https://www.instagram.com/explore/tags/baquemulherlisboa/">#baquemulherlisboa</a><a href="https://www.instagram.com/explore/tags/carnaval/">#carnaval</a><a href="https://www.instagram.com/explore/tags/carnavalnaeuropa/">#carnavalnaeuropa</a><a href="https://www.instagram.com/explore/tags/lisboa/">#lisboa</a><a href="https://www.instagram.com/explore/tags/portugal/">#portugal</a><a href="https://www.instagram.com/explore/tags/carnaval2024/">#carnaval2024</a><a href="https://www.instagram.com/explore/tags/manifesta%C3%A7%C3%A3o/">#manifestação</a><a href="https://www.instagram.com/explore/tags/liberdadeparaaculturanarua/">#liberdadeparaaculturanarua</a></p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-4 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img data-id="218517" alt='427068468_18310029361133924_5430785392736391253_n-6136926-819x1024-4887720-3428827-5637629-7223907-7487571' alt='427068468_18310029361133924_5430785392736391253_n-6136926-819x1024-4887720-3428827-5637629-7223907' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/02/427068468_18310029361133924_5430785392736391253_n-6136926-819x1024-4887720-3428827-5637629-7223907-7487571.jpg' class="wp-image-218517" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img data-id="218518" alt='427919870_18310029352133924_7606004170161818214_n-5964268-819x1024-9646569-4686269-4360494-2808970-7947854' alt='427919870_18310029352133924_7606004170161818214_n-5964268-819x1024-9646569-4686269-4360494-2808970' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/02/427919870_18310029352133924_7606004170161818214_n-5964268-819x1024-9646569-4686269-4360494-2808970-7947854.jpg' class="wp-image-218518" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img data-id="218519" alt='427024393_18310029334133924_7619584072436648736_n-9171617-819x1024-1198316-3497100-3371788-3936917-6669128' alt='427024393_18310029334133924_7619584072436648736_n-9171617-819x1024-1198316-3497100-3371788-3936917' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/02/427024393_18310029334133924_7619584072436648736_n-9171617-819x1024-1198316-3497100-3371788-3936917-6669128.jpg' class="wp-image-218519" /></figure>
</figure>



<p>Para saberes mais sobre a repressão da CML de Lisboa para com o Carnaval de rua espreita o artigo que publicamos há uns dias <a href="https://indymedia.pt/2024/02/09/comunicado-da-uniao-dos-blocos-de-carnaval-de-rua-de-lisboa/">https://indymedia.pt/2024/02/09/comunicado-da-uniao-dos-blocos-de-carnaval-de-rua-de-lisboa/</a></p>



<p>Recordamos que no próximo dia 12 esta marcado uma manifestação pelo direito à cultura independente em Lisboa!</p>



<p>Na próxima segunda estaremos unidos com outras coletividades contra os despejos de associações culturais causados pela especulação imobiliária. Também nos unimos em defesa do direito de desfrutar do Carnaval de rua!<br></p>



<p> 12/02<br> 16h<br> Campo de Santa Clara (feira da Ladra)</p>



<p>Mais informações em breve!</p>



<p>__</p>



<p> Join us at the demonstration for the right to independent culture in Lisbon!</p>



<p>Next monday we will be united with other collectives against the evictions of cultural associations caused by real estate speculation. We also unite in defense of the right to enjoy the street Carnival! </p>



<p> 12/02<br> 4 PM<br> Campo de Santa Clara (feira da Ladra)</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-5 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img data-id="218520" alt='426428083_18022307095963624_2084145390919408370_n-1-1277280-819x1024-4378330-2035069-5832650-5989798-8636810' alt='426428083_18022307095963624_2084145390919408370_n-1-1277280-819x1024-4378330-2035069-5832650-5989798' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/02/426428083_18022307095963624_2084145390919408370_n-1-1277280-819x1024-4378330-2035069-5832650-5989798-8636810.jpg' class="wp-image-218520" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img data-id="218523" alt='426627947_18022307074963624_53769207971692192_n-1377343-819x1024-8683510-1629457-2875016-8642424-8652368' alt='426627947_18022307074963624_53769207971692192_n-1377343-819x1024-8683510-1629457-2875016-8642424' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/02/426627947_18022307074963624_53769207971692192_n-1377343-819x1024-8683510-1629457-2875016-8642424-8652368.jpg' class="wp-image-218523" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img data-id="218521" alt='426422654_18022306747963624_8424140646037146983_n-5704236-819x1024-1937908-1472291-8815170-8058269-9914141' alt='426422654_18022306747963624_8424140646037146983_n-5704236-819x1024-1937908-1472291-8815170-8058269' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/02/426422654_18022306747963624_8424140646037146983_n-5704236-819x1024-1937908-1472291-8815170-8058269-9914141.jpg' class="wp-image-218521" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img data-id="218522" alt='421747940_1139317224094047_637713915398692457_n-8838464-1024x1024-9839330-2901026-5009047-5986333-8497756' alt='421747940_1139317224094047_637713915398692457_n-8838464-1024x1024-9839330-2901026-5009047-5986333' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/02/421747940_1139317224094047_637713915398692457_n-8838464-1024x1024-9839330-2901026-5009047-5986333-8497756.jpg' class="wp-image-218522" /></figure>
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			</item>
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		<title>COMUNICADO DA UNIÃO DOS BLOCOS DE CARNAVAL DE RUA DE LISBOA</title>
		<link>https://indymedia.pt/218428/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Feb 2024 21:07:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura e Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Indymedia]]></category>
		<category><![CDATA[Repressão]]></category>
		<category><![CDATA[AltPT]]></category>
		<category><![CDATA[LIBERDADEPARAOCARNAVALDERUADELISBOA]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
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					<description><![CDATA[CARNAVAL 2024 A União de Blocos de Carnaval de Rua de Lisboa tem estado empenhada na definição de uma política pública para o Carnaval de Lisboa, assente no interesse público e coletivo que a data tem para a comunidade brasileira. Através de uma petição pública com quase 2 mil assinaturas discutida na Assembleia Municipal e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>CARNAVAL 2024</p>



<p>A União de Blocos de Carnaval de Rua de Lisboa tem estado empenhada na definição de uma política pública para o Carnaval de Lisboa, assente no interesse público e coletivo que a data tem para a comunidade brasileira. Através de uma petição pública com quase 2 mil assinaturas discutida na Assembleia Municipal e da apresentação de um projeto unificado e organizado para o Carnaval, defendemos junto das autoridades administrativas a gratuitidade do acesso à rua para as celebrações carnavalescas que são promovidas por coletivos sem fins lucrativos.</p>



<p>Porém, mesmo com a abertura de canais de diálogo com as autoridades competentes, apoio institucional da Embaixada do Brasil, manifestações públicas com a participação de centenas de pessoas, e a total disponibilidade dos blocos para buscar soluções, as exigências só aumentaram e os custos para os blocos de carnaval em 2024 ultrapassam 20.000 euros. Em função disso, 7 cortejos e concentrações programados para este ano já foram cancelados. Provavelmente nos próximos dias outros serão.</p>



<p>Os carnavais brasileiros em Lisboa têm conhecido um aumento exponencial de adesão popular, e essa tendência vai permanecer. Trata-se de um movimento de caráter comunitário e associativo, realizado pela principal comunidade imigrante de Portugal, que representa cerca de 10% da população da cidade e constitui uma parcela significativa da população economicamente ativa. O objetivo da União dos Blocos é justamente garantir que esta celebração cultural possa acontecer da melhor maneira possível, com segurança, conforto e previsibilidade, trazendo assim inúmeros benefícios não só para a comunidade brasileira, mas para toda a cidade de Lisboa. O carnaval de Lisboa tem potencial para contribuir (e muito!) para movimentar atividades económicas, como o turismo e o comércio local, numa época em que tradicionalmente a cidade não oferece muitas atrações culturais.&nbsp;</p>



<p>No entanto, diante de tamanha burocracia, restrições, obrigações e falta de apoio, com o carnaval de rua a ser submetido às mesmas exigências de grandes eventos empresariais como o Rock in Rio, infelizmente as alternativas apresentadas até o momento pela Câmara Municipal de Lisboa são insuficientes e não representam uma solução definitiva para o carnaval, nem sustentáveis a longo prazo. O apoio conferido pela CML continua a circunscrever-se à isenção de taxas camarárias e disponibilização de serviços de limpeza, cabendo aos blocos o pagamento do corte de estrada, policiamento, casas de banho públicas, seguros e ainda sofrerem com a disponibilização dos custos finais das licenças poucos dias antes do carnaval &#8211; o que inviabiliza qualquer busca de apoio financeiro externo.</p>



<p>Independentemente dos nossos esforços, a falta de apoio do executivo camarário ao Carnaval 2024 fatalmente conduzirá à inviabilização e ao enfraquecimento das ações de rua e dos foliões. Perdem os Blocos, perde a cidade de Lisboa. Seguimos na luta em defesa da Liberdade do Carnaval de Rua de Lisboa e todo o apoio popular é imprescindível para conseguirmos avançar.</p>



<p>O CARNAVAL NÃO PEDE LICENÇA. O CARNAVAL PEDE PASSAGEM!</p>



<p><a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/liberdadeparaocarnavalderuadelisboa/">#LIBERDADEPARAOCARNAVALDERUADELISBOA</a></p>



<p>SUBSCRITORES :</p>



<p>BAQUE DO TEJO<br>BAQUE MULHER LISBOA<br>BLOCO OXALÁ<br>BLOCU<br>BUÉ TOLO<br>CUIQUEIROS DE LISBOA<br>LISBLOCO<br>PALHINHA MALUCA<br>PANDEIRO LX<br>QUI NEM JILÓ<br>SARDINHAS NÓMADES<br>VIEMOS DO EGYTO</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-6 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img data-id="218439" alt='425249209_895070888985474_1008904081863214281_n-6232454-1024x1024-5358094-7788605' alt='425249209_895070888985474_1008904081863214281_n-6232454-1024x1024-5358094' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/02/425249209_895070888985474_1008904081863214281_n-6232454-1024x1024-5358094-7788605.jpg' class="wp-image-218439" /></figure>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img data-id="218437" alt='424644793_825908999248713_6155330301549142469_n-7442076-1024x1024-7718404-9366580' alt='424644793_825908999248713_6155330301549142469_n-7442076-1024x1024-7718404' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/02/424644793_825908999248713_6155330301549142469_n-7442076-1024x1024-7718404-9366580.jpg' class="wp-image-218437" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img data-id="218438" alt='424791541_1424109341441628_296956353198844261_n-7050806-1024x1024-8604263-6084793' alt='424791541_1424109341441628_296956353198844261_n-7050806-1024x1024-8604263' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/02/424791541_1424109341441628_296956353198844261_n-7050806-1024x1024-8604263-6084793.jpg' class="wp-image-218438" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img data-id="218435" alt='424931125_1534789863750210_3780628482991819482_n-3365911-1024x1024-5019842-5396780' alt='424931125_1534789863750210_3780628482991819482_n-3365911-1024x1024-5019842' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/02/424931125_1534789863750210_3780628482991819482_n-3365911-1024x1024-5019842-5396780.jpg' class="wp-image-218435" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img data-id="218434" alt='424730510_1766275703819771_1783097352432151151_n-6405410-1024x1024-5941075-1542379' alt='424730510_1766275703819771_1783097352432151151_n-6405410-1024x1024-5941075' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/02/424730510_1766275703819771_1783097352432151151_n-6405410-1024x1024-5941075-1542379.jpg' class="wp-image-218434" /></figure>
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<p>📣 Junte-se a nós na manifestação pelo direito à cultura independente em Lisboa!</p>



<p>Na próxima segunda estaremos unidos com outras coletividades contra os despejos de associações culturais causados pela especulação imobiliária. Também nos unimos em defesa do direito de desfrutar do Carnaval de rua!<br>🎉</p>



<p>🗓️ 12/02<br>⏰ 16h<br>📍 Campo de Santa Clara (feira da Ladra)</p>



<p>Mais informações em breve!</p>



<p>__</p>



<p>📣 Join us at the demonstration for the right to independent culture in Lisbon!</p>



<p>Next monday we will be united with other collectives against the evictions of cultural associations caused by real estate speculation. We also unite in defense of the right to enjoy the street Carnival! 🎉</p>



<p>🗓️ 12/02<br>⏰ 4 PM<br>📍 Campo de Santa Clara (feira da Ladra)</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Quem conhece o BLOCU sabe que o nosso grito de ManiFestAção ecoa junto da folia e o ativismo de rua na reivindicação pelos corpos livres e a cultura independente, hoje e sempre! Nós, apoiando a União de Blocos de Carnaval de Rua de Lisboa, estivemos empenhados na defesa da gratuitidade do nosso acesso à rua. Porém, mesmo com a abertura de diálogo com as autoridades, apoio institucional da Embaixada do Brasil, manifestações públicas com de centenas de pessoas, petição com quase 2 mil assinaturas discutida na Assembleia Municipal e da apresentação de um projeto unificado e organizado, as exigências só aumentaram e os custos para os blocos de carnaval em 2024 ultrapassam 20.000 euros. Os órgãos públicos além de não facilitarem ainda supertaxaram e atrasaram o processo, colocando todos os blocos em risco de não saírem às ruas. Mas nós seguimos nessa reivindicação em defesa da Liberdade do Carnaval de Rua de Lisboa e todo o apoio popular é imprescindível para conseguirmos avançar na intersecção das causas que defendem o direito à cultura na cidade.</p>



<p>Este ano, mais do que nunca vamos para a rua reafirmando todo nosso carater político com um cortejo-manifestação que conta com a parceria da&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/arrozestudios/">@arrozestudios</a>,&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/casa_t_lisboa/">@casa_t_lisboa</a>&nbsp;,&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/uniaodocarnavalderualisboa__/">@uniaodocarnavalderualisboa__</a>&nbsp;, Sambacção&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/ritmosderesistencia_lx/">@ritmosderesistencia_lx</a>&nbsp;,&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/viemosdoegyto/">@viemosdoegyto</a>&nbsp;. Nosso grito em uníssono vem em reivindicação pelo DIREITO À CULTURA INDEPENDENTE EM LISBOA. Como sabem, estamos sob um governo de políticas públicas conservadoras, as especulações barganhando nos espaços culturais e a crescente direita que ameaça nossos direitos básicos.<br>Diante disso, nossa resposta será nas ruas! Bóra!?</p>



<p>O CARNAVAL NÃO PEDE LICENÇA. O CARNAVAL PEDE PASSAGEM!<br><a href="https://www.instagram.com/explore/tags/liberdadeparaocarnavalderuadelisboa/">#liberdadeparaocarnavalderuadelisboa</a></p>
<cite><a href="https://www.instagram.com/blocublocu/">https://www.instagram.com/blocublocu/</a></cite></blockquote>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Se ainda resta alguma duvida: SIM, O BLOCU SAI EM CORTEJO novamente este ano. O carnaval se faz Manifestação. Festa também é reivindicação! Na segunda feira de carnaval (12/02) a partir das 16h na Feira da Ladra (Campo de Santa Clara) a concentração e, por volta de 19h sai pelas ruas de Lisboa em direção ao Beato.<br>Nosso cortejo que é sempre politico e manifestativo dessa vez, por questões burocráticas e pela alta taxação da câmara, se une a manifestação pelo direito a Cultura Independente de Lisboa e aos coletivos Arroz Estudios, Casa T, União dos Blocos de Caraval de Rua de Lisboa, Sambacção, Viemos do Egyto.</p>
<cite><a href="https://www.instagram.com/blocublocu">https://www.instagram.com/blocublocu</a></cite></blockquote>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-7 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img data-id="218440" alt='421747940_1139317224094047_637713915398692457_n-8638269-1024x1024-4013500-7901563' alt='421747940_1139317224094047_637713915398692457_n-8638269-1024x1024-4013500' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/02/421747940_1139317224094047_637713915398692457_n-8638269-1024x1024-4013500-7901563.jpg' class="wp-image-218440" /></figure>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img data-id="218442" alt='426428083_18022307095963624_2084145390919408370_n-6234736-819x1024-7137202-9230597' alt='426428083_18022307095963624_2084145390919408370_n-6234736-819x1024-7137202' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/02/426428083_18022307095963624_2084145390919408370_n-6234736-819x1024-7137202-9230597.jpg' class="wp-image-218442" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img data-id="218443" alt='426627947_18022307074963624_53769207971692192_n-8950361-819x1024-5246070-3999430' alt='426627947_18022307074963624_53769207971692192_n-8950361-819x1024-5246070' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/02/426627947_18022307074963624_53769207971692192_n-8950361-819x1024-5246070-3999430.jpg' class="wp-image-218443" /></figure>



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<p>O CARNAVAL NÃO PEDE LICENÇA. O CARNAVAL PEDE PASSAGEM!</p>



<p><a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/liberdadeparaocarnavalderuadelisboa/">#LIBERDADEPARAOCARNAVALDERUADELISBOA</a></p>
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		<title>31 Janeiro &#8211; Conversas com Editores &#8211; Mário Rui Pinto [Barricada de Livros]</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jan 2024 02:49:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura e Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Indymedia]]></category>
		<category><![CDATA[Poder e Autodeterminação]]></category>
		<category><![CDATA[Barricada de Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Tigre de Papel]]></category>
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					<description><![CDATA[Prosseguimos com Mário Rui Pinto, da Barricada de Livros, a série de conversas com editores que iniciámos em Fevereiro de 2023. Partindo do percurso particular de cada um dos nossos convidados, pretendemos conversar sobre o estado actual da edição, as suas dificuldades e possibilidades, o que se pode imaginar para o seu eventual futuro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="xdj266r x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r x1vvkbs"><strong>Quarta-feira, 31 de Janeiro, às 18h30</strong><br />
Conversas com Editores | Mário Rui Pinto (Barricada de Livros)</div>
<div></div>
<div class="x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r x1vvkbs xtlvy1s">Prosseguimos com Mário Rui Pinto, da Barricada de Livros, a série de conversas com editores que iniciámos em Fevereiro de 2023. Partindo do percurso particular de cada um dos nossos convidados, pretendemos conversar sobre o estado actual da edição, as suas dificuldades e possibilidades, o que se pode imaginar para o seu eventual futuro.</div>
<div></div>
<div>Na <a href="https://tigrepapel.pt">Tigre de Papel</a></div>
<div><strong>Rua de Arroios 25,</strong><br />
<strong>1150-053 Lisboa</strong></div>
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