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	<title>Queer Feminismo &#8211; indymedia.pt</title>
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	<title>Queer Feminismo &#8211; indymedia.pt</title>
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		<title>Crueldade invisível? A realidade da exportação marítima de animais vivos para abate</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Mar 2025 19:15:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura e Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia e Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra e Paz]]></category>
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					<description><![CDATA[Enquanto a sociedade portuguesa avança em muitas frentes, há uma realidade cruel que continua a acontecer longe dos olhos do público: a exportação de animais vivos por via marítima. Desde 2015, Portugal envia centenas de milhares de bovinos e ovinos para o Médio Oriente e Norte de África, condenando-os a viagens longas, exaustivas e desumanas. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Enquanto a sociedade portuguesa avança em muitas frentes, há uma realidade cruel que continua a acontecer longe dos olhos do público: a exportação de animais vivos por via marítima. Desde 2015, Portugal envia centenas de milhares de bovinos e ovinos para o Médio Oriente e Norte de África, condenando-os a viagens longas, exaustivas e desumanas. Só em 2023, meio milhão de animais foram sujeitos a este destino.</p>
<p>O transporte dura, em média, nove dias, mas o tempo total pode ser muito maior, considerando as deslocações rodoviárias que antecedem e seguem a viagem marítima. Durante este percurso, os animais enfrentam condições deploráveis. Relatos documentam desidratação severa, doenças, cegueira, stress extremo e, em muitos casos, morte. Muitos chegam ao destino fracos demais para sequer se manterem de pé. Além disso, estes barcos não têm acompanhamento veterinário adequado, o que agrava ainda mais o sofrimento dos animais.</p>
<p>Os impactos desta prática não são apenas éticos. A exportação de animais vivos tem consequências ambientais gravíssimas. Segundo um estudo da associação ZERO, uma única viagem de um navio-estábulo entre Portugal e Israel emite tanto CO₂ como 35.700 viagens de automóvel entre Lisboa e Porto. Em plena crise climática, com metas ambiciosas de neutralidade carbónica, Portugal continua a permitir uma atividade que contribui massivamente para a degradação ambiental.</p>
<p>Para piorar, os esforços para manter este negócio não trazem benefícios reais à economia nacional. Um estudo recente da Human Behaviour Change for Life mostra que os ganhos financeiros são mínimos, enquanto os custos ambientais e éticos são imensos. Outros países europeus, como a Alemanha, Luxemburgo e Holanda, já proibiram ou restringiram a exportação de animais vivos para fora da União Europeia. Portugal não tem qualquer justificação para continuar a permitir esta prática.</p>
<p>A indignação cresce. Não é raro haver relatos de carregamentos de bovinos e ovinos brutalmente forçados a embarcar para um destino sempre mais cruel a partir do porto marítimo de Setúbal. As imagens, os sons e os relatos das testemunhas desses eventos são difíceis de interpretar e aceitar em consciência, mas fechar os olhos não é opção. Independentemente da escolha alimentar de cada um, esta é primeiramente uma questão de dignidade e justiça. Mesmo sem se querer olhar à saúde daqueles animais e dos seus consumidores, bem como poluição, é imperativo diminuir o sofrimento que causamos aos animais que estamos a explorar.</p>
<p>É urgente construir e nutrir todas as redes de ativistas e cidadãos comprometidos em acabar com estas atrocidades. Apoiar, assinar e divulgar a petição pela proibição da exportação de animais vivos por via marítima é um passo essencial nesta discussão e processo de luta também política.</p>
<p>👉 <a class="keychainify-checked" href="https://peticaopublica.com/mobile/pview.aspx?pi=PeticaoPATAV2024">Assinar Petição</a></p>
<p>Todas as ações, mais indirectas ou diretas, são precisas. Muitos milhares de animais nascidos neste canto à beira mar estão a ser transportados, obviamente contra a sua vontade, em condições bárbaras neste exato momento. A mudança de paradigma necessária para isto por fim acabar depende de todos nós, e isto é, não depende deles.</p>
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		<title>Huelga de sed y hambre de Jose Alfredo Miranda Oblanca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jan 2025 15:36:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura e Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia e Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra e Paz]]></category>
		<category><![CDATA[Habitação]]></category>
		<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Queer Feminismo]]></category>
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					<description><![CDATA[Greve de fome e sede de prisioneiro psiquiátrico, Instagram para a apoio no link abaixo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<ol>
<li class="paragraph"><strong>Jose Alfredo Miranda Oblanca está encerrado en el <a href="https://www.saludcastillayleon.es/CHLeon/es/hospital-santa-isabel" target="_blank" rel="noopener">psiquiátrico de Santa Isabel</a> desde hace más de 5 años en contra de su voluntad. Desde el viernes 9 de enero de 2025 toma la decisión de empezar una huelga de hambre y de sed para decir basta a los abusos que él y sus compañerxs viven allí día a día.</strong>
<p>A la hora de difundir este comunicado a varies de nosotres nos surge querer aclarar que no compartimos algunos de los posicionamientos políticos que aquí se plantean (ya sea el socialismo, el rechazo a la teoría queer…) pero no queremos que esto sea un muro más que nos separe de la lucha contra los encierros, las cárceles, los psiquiátricos, las torturas, las contenciones, la privación de libertad, el control de la vida, la medicación forzosa, el aislamiento…</p>
<p>Por eso, damos difusión al comunicado que ha escrito él mismo, así como al audio al que se hace referencia, con la intención de que todo el mundo se entere, se interpele y piense qué va a hacer para que Jose Alfredo no se quede solo resistiendo, para que no pase hambre y sed en medio del silencio general.</p>
<p><strong>Algo que nos mezcla y mucho es ABAJO LOS MUROS DE LAS PRISIONES.</strong></p>
<p>En esta web se irá actualizando el avance de la huelga. También daremos difusión a través del instagram <a href="https://www.instagram.com/huelgajosealfredo" target="_blank" rel="noopener">@huelgajosealfredo</a></p>
<p><a href="https://x.com/SeongunJeongchi/status/1284539850075537409" target="_blank" rel="noopener">Aquí</a> Jose Alfredo cuenta su historia de represión.</li>
</ol>
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		<title>Apresentação álbum &#8220;Viagem&#8221; de Krazye Loko na PopularFM</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Nov 2024 21:19:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Discriminação]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia e Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra e Paz]]></category>
		<category><![CDATA[Habitação]]></category>
		<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Poder e Autodeterminação]]></category>
		<category><![CDATA[Queer Feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Repressão]]></category>
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					<description><![CDATA[Entrevista e apresentação do álbum do rapper Krazye Loko na Popular FM - 90.9 FM]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-224764 aligncenter" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-03-at-23.07-3136640.21.jpeg" alt="WhatsApp-Image-2024-11-03-at-23.07-3136640.21" width="600" height="800" /></p>
<p><span class="embed-privacy-url"><a href="https://youtu.be/HAyXS3NO1vM?si=qnM-d161jkYrZ3iu">Open embedded content from YouTube</a></span></p>
<p>Apresentação álbum &#8220;Viagem&#8221; de Krazye Loko na PopularFM 90.9 FM</p>
<p>Programa: Catedral do Rock</p>
<p>Locutor: Jorge Caldeira Rádio: PopularFM 90.9 FM</p>
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		<title>Playlist PTrevolutionTV da Feira Anarquista do Livro de Lisboa 2024</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PTrevolutionTV]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Sep 2024 14:45:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura e Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Discriminação]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia e Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Indymedia]]></category>
		<category><![CDATA[Queer Feminismo]]></category>
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		<category><![CDATA[PTrevolutionTV]]></category>
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					<description><![CDATA[Não conseguiste ir a Feira Anarquista do Livro de Lisboa, ou foste e não conseguiste acompanhar todas as conversas espreita a nossa playlist do Youtube on podes acompanhar tudo o que fomos autorizados a filmar, alguns só com áudio. Como posso ajudar? O serviço de internet é fundamental para fazer os nossos diretos e temos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-large"><img alt='photo_2024-09-24_15-47-13-5510918-1024x768-6917474-7585419' alt='photo_2024-09-24_15-47-13-5510918-1024x768-6917474' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/09/photo_2024-09-24_15-47-13-5510918-1024x768-6917474-7585419.jpg' alt="photo_2024-09-24_15-47-13" class="wp-image-224113"/></figure>



<p>Não conseguiste ir a Feira Anarquista do Livro de Lisboa, ou foste e não conseguiste acompanhar todas as conversas espreita a nossa playlist do Youtube on podes acompanhar tudo o que fomos autorizados a filmar, alguns só com áudio.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<span class="embed-privacy-url"><a href="https://www.youtube.com/playlist?list=PLjNRWCGVvTV7caORFafLq5E3v8QEKrhlr">Open embedded content from YouTube</a></span>
</div></figure>



<p>Como posso ajudar?</p>



<p>O serviço de internet é fundamental para fazer os nossos diretos e temos 2 routers da Vodafone que podes carregar 921 053 597 (prioritário) e 921 696 861.</p>



<p>Com um carregamento de 32€ temos internet para 30 dias, mas podes carregar qualquer valor.</p>



<p>Gostos, partilhas e especialmente comentários com mais de 5 palavras ajudam muito com os algoritmos</p>



<p>Subscrever o nosso canal de Youtube para nos ajudar a atingir níveis de monetização e saberes sempre que estivermos em direto&nbsp;<a href="https://www.youtube.com/@ptrevolutiontv" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.youtube.com/@ptrevolutiontv</a></p>



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<p>Pela soberania da informação.</p>



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		<title>Reclamar o verde, entrevista com Vandana Shiva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Sep 2024 18:00:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecologia e Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Queer Feminismo]]></category>
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					<description><![CDATA[A guardiã de sementes e activista ecofeminista aponta a exploração de lítio como potenciadora de novos desastres ambientais que estão a ser cometidos em nome da economia verde. Sentada à tarde na cabana, encontrei Vandana Shiva na sua quinta Navdanya, enquanto o sol envolvia as árvores em Uttarakhand, no Norte da Índia. Nesta quinta à [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4>A guardiã de sementes e activista ecofeminista aponta a exploração de lítio como potenciadora de novos desastres ambientais que estão a ser cometidos em nome da economia verde.</h4>
<hr />
<p>Sentada à tarde na cabana, encontrei Vandana Shiva na sua quinta Navdanya, enquanto o sol envolvia as árvores em Uttarakhand, no Norte da Índia. Nesta quinta à porta dos Himalaias, participávamos em atividades agrícolas diárias, cavando, semeando e cozinhando em sintonia com os ciclos de mudança da estação. Navdanya – nove sementes – é «um movimento centrado na Terra e nas mulheres, liderado por agricultores para a proteção da diversidade biológica e cultural.» Juntos conservam o património de sementes de alimentos nutritivos e resistentes ao clima, em mais de 150 bancos de sementes comunitários, guardando, partilhando e cultivando livremente variedades de sementes nativas. Fundado há mais de trinta e cinco anos, o movimento que se espalha agora por 22 estados da Índia, tem na sua origem valores anti-globalização, e práticas como a agroecologia e a agricultura orgânica regenerativa. Celebrando a diversidade da vida e as múltiplas formas de intervenção na biosfera como um ato político de regeneração da Terra, Navdanya é também um importante centro internacional para a reflexão crítica nos moldes do Ecofeminismo e das Ecofilosofias mais amplas, acolhendo cursos regulares.</p>
<p>Foi neste local de encontro restaurativo que conheci Vandana Shiva e tive a oportunidade de conversar com ela sobre como o seu trabalho como ativista cresceu ao longo das décadas. Mas também como a região da sua quinta enfrentou desafios semelhantes aos da Península Ibérica, e se transformou ao longo dos tempos pelas mãos de comunidades activas que continuam a reclamar a vida.</p>
<p><strong>Lê a entrevista completa <a href="https://www.jornalmapa.pt/2024/09/08/reclamar-o-verde-entrevista-com-vandana-shiva/">aqui</a></strong></p>
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		<item>
		<title>Intervenção de Cláudia Simões Festa da Diversidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jul 2024 00:24:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Discriminação]]></category>
		<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Queer Feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Repressão]]></category>
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					<description><![CDATA[Sou Cláudia Simões, mulher, mãe e trabalhadora. Sou uma cidadã imputável como qualquer outra cidadã deste país. Mas, sou uma Mulher Negra, de condições humildes que luta diariamente para viver com dignidade, num país onde ser negra pode ser um perigo para quem o é. O que aconteceu comigo no dia 19 de janeiro de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Sou Cláudia Simões, mulher, mãe e trabalhadora. Sou uma cidadã imputável como qualquer outra cidadã deste país.</p>



<p>Mas, sou uma Mulher Negra, de condições humildes que luta diariamente para viver com dignidade, num país onde ser negra pode ser um perigo para quem o é.</p>



<p>O que aconteceu comigo no dia 19 de janeiro de 2020 em frente à minha filha menor, para além da violência das bárbaras agressões e insultos racistas, foi a negação da minha humanidade.</p>



<p>Perante um agente treinado e armado que me estrangulou ao ponto de sufocar, só tive o meu corpo para me defender e salvar a minha vida. E fui condenada por tentar salvar a minha vida.</p>



<p>O que se seguiu depois do linchamento físico na paragem de autocarro por um agente de autoridade que depois teve o apoio de dois outros colegas dentro do carro-patrulha, foi uma tentativa de assassinato de caráter iniciado orquestrada por sectores sindicais da polícia e sectores da extrema-direita partidária, rapidamente amplificada por uma certa imprensa</p>



<p>Este linchamento moral e esta violência psicológica inerente prosseguiram durante todo o julgamento, onde fui desprezada, humilhada, insultada, tratada de mentirosa por juízes, procuradora, advogados de defesas e agentes policiais. No tribunal, tornei-me no saco de pancada e chacota de um sistema que não suporta a coragem de uma mulher negra que recusa de se calar contra a injustiça que viveu na pele, que se ergue e continuará de pé contra a violência machista e racista.</p>



<p>Nós pessoas negras sabemos que Portugal nunca foi seguro, porque em Portugal uma pessoa negra pode ser morta na rua apenas por ser negra. Eu sei, enquanto mulher que Portugal não é segura para as mulheres e, muito menos, para as mulheres negras.</p>



<p>Se eu não fosse negra, o meu agressor nunca passaria de agressor à vítima, nem nenhuma juíza com o mínimo de respeito pela dignidade humana, se atreveria a dizer que ninguém me fez mal quando ainda hoje, transporto as mazelas físicas e psicológicas da violência que me fizeram naquele dia inesquecível de 19 de janeiro de 2020.</p>



<p>Mas, estão enganados se pensam que me vão vergar pelo cansaço, pelo escárnio, pela humilhação ou pela intimidação. Estou pronta a ir até ao fim do mundo para que se faça justiça por mim e por todas as vítimas de violência policial racista.</p>



<p>Pela minha filha que viu o que nenhuma criança devia nunca ver, pelo futuro das gerações de filhos e filhas negras que choram no silêncio a violência contra si e contra os seus pais, estou pronta a ir em luta pela justiça.</p>



<p>Em nome de todas as vítimas de racismo a quem presto homenagem, apelo à mobilização e à luta e agradeço todo o apoio que tenho recebido de todo o lado, desde o início até agora. Um agradecimento especial para as minhas manas e os manos de Fidju Fema e a todo o movimento anti-racista, ao SOS Racismo. Muito obrigado e a luta continua.</p>


]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Manifesto da Marcha do Orgulho LGBTI+ de Lisboa</title>
		<link>https://indymedia.pt/223628/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jul 2024 14:01:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Discriminação]]></category>
		<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Queer Feminismo]]></category>
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					<description><![CDATA[!DEMOCRACIA DE GÉNERO! O que é uma ideologia? E a liberdade, o que é? Ideologia? E uma democracia? Democracia é liberdade de andar na rua sem medo, de não ter medo do fim do mês, de não morrer por genocídio em Gaza, ou para atravessar uma fronteira. Liberdade é fazer uma Revolução e 50 anos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>!DEMOCRACIA DE GÉNERO!</p>



<p>O que é uma ideologia? E a liberdade, o que é? Ideologia? E uma democracia? Democracia é liberdade de andar na rua sem medo, de não ter medo do fim do mês, de não morrer por genocídio em Gaza, ou para atravessar uma fronteira.</p>



<p>Liberdade é fazer uma Revolução e 50 anos depois começar tudo de novo e continuar enquanto for preciso!</p>



<p>É precisa mais e melhor democracia! Porque ela é a liberdade para marcharmos em liberdade na nossa cidade como fazemos há 25 anos! É vivermos livres de não ter um teto sobre a cabeça. É celebrar a vida na sua diversidade apesar de todos os fascismos.</p>



<p>Estes bem apregoam a sua Ideologia de género”, e gritam “deixem as crianças em paz” para esconder a sua visão medieval de uma sociedade em que a sexualidade é tabú, na qual não cabe a diversidade das famílias, dos desejos e dos afetos e onde os direitos das mulheres são um alvo a abater. Democracia é, sim, liberdade de ensinar e aprender sobre a diversidade da vida, incluindo a educação sexual. Liberdade é, sim, falar de género, por mais que isso assombre os detentores da moral cisheteropatriarcal e a sua transfobia. Democracia é liberdade e pluralidade.</p>



<p>A liberdade não tem temas tabú, como tem a Rússia de Putin e a sua guerra de que não se pode dizer o nome, e ai de quem fale de género e sexualidade nas terras dos czares, e nas dos trumps e dos bolsonaros. Democracia é liberdade de não morrer nas guerras dos poderosos, das armas, ditaduras e generais em vez de escolas, profissionais de saúde, docentes e hospitais. Democracia é não usar os nossos direitos conquistados e por conquistar para espezinhar os direitos humanos alheios em qualquer parte do mundo. Liberdade é não haver perseguição de minorias. Liberdade é ausência de violência política.</p>



<p>Democracia são direitos humanos, que também são ideologia. A nossa ideologia. Liberdade é ideologia. Democracia é Liberdade de Género e de Orientação Sexual. É estar livre da pobreza enquanto os bancos acumulam e os ecossistemas são arrasados pela ganância e pelas falsas soluções ambientais do capital.</p>



<p>É liberdade para se gostar de quem se quer, seja quem for ou quantEs forem. É liberdade de se ser como se é, porque todas as pessoas são diferentes. Democracia são cidades para todAs As corpAs e mobilidades. Liberdade é viver de forma independente mesmo quando o espaço, o corpo e as visões capacitistas impedem a vida social plena das pessoas com deficiências.</p>



<p>Democracia é acesso ao direito ao aborto legal sem obstáculos ilegítimos.</p>



<p>Liberdade é poder exercer trabalho sexual sem se ser criminalizadE.</p>



<p>Democracia é acesso justo e universal à Saúde, à Educação, à Proteção Social, à Habitação para todas as pessoas. Liberdade é haver justiça social.</p>



<p>Democracia é viver livre, sem ser forçadE a migrar, a refugiar-se. É estar livre de racismo, de xenofobia, de capacitismo, e de normatividade. É ter a liberdade, que não devia ser privilégio, de não voltar para o armário.</p>



<p>Sem democracia não existe liberdade! Sem liberdade não há democracia! Só há liberdade e democracia com respeito pela diversidade e redistribuição da riqueza! Com todos os direitos para todas as pessoas e o fim de todas as opressões.</p>


]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>8 March 2024 : Women&#8217;s day Worldwide Tour</title>
		<link>https://indymedia.pt/221714/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Mar 2024 12:56:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Poder e Autodeterminação]]></category>
		<category><![CDATA[Queer Feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Repressão]]></category>
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					<description><![CDATA["Since taking office in December,
Milei has shuttered both the country’s women’s affairs ministry and the
national anti-discrimination agency, and on Wednesday told high school
students in a speech that “abortion is murder.”]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><br>A quick look to some of the manifestation on the Internationale women&#8217;s rights fight day.</p>



<p>While hundreds of thousands of people have marched around the world, shouting and demanding women&#8217;s just right to exist in safety, with dignity and freedom, in some countries they don&#8217;t even have the right to speak. To work as they wish, to move around, to live free from fear and tears.</p>



<p>That&#8217;s why we have to fight. Stay aware, point up !</p>



<h1 class="wp-block-heading">Turkey</h1>



<figure class="wp-block-video"><video height="720" style="aspect-ratio: 1280 / 720;" width="1280" controls src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/03/8march-Turquie2024-9655881.mp4"></video></figure>



<p>&#8220;&#8221;Turkish police have intervened in the Istanbul University students’ march held for International Women’s Day allegedly over a banner reading “LGBTIQ+,” and detained many of them. The police attacked the students coming out of the faculty gate and detained them with methods amounting to torture.&#8221;&#8221; https://www.youtube.com/embed/p16JgZQzjZA</p>



<p><a href="https://dai.ly/x8u0j7m">İstanbul Üniversitesi&#8217;nde 8 Mart Yürüyüşü&#8217;ne polis saldırısı</a></p>



<p>&#8220;&#8221;According to <a href="https://twitter.com/kadincinayeti/status/1766092110917185552?s=48&amp;t=OLacfPljAXnOdBmhMzL22w">We Will Stop Femicide,</a> a prominent activist group in Turkey, 338 women have been murdered since March 2023, and 248 died under suspicious circumstances.&#8221;&#8221;</p>



<p>Vidéo All Turkey :<a href="https://medyanews.net/wp-content/uploads/2024/03/8march-TR_beta.mp4"> https://medyanews.net/women-across-turkey-rally-for-rights-on-international-womens-day/</a></p>



<h1 class="wp-block-heading">Gaza</h1>



<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-gestor-de-incorpora-es wp-block-embed-gestor-de-incorpora-es wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<span class="embed-privacy-url"><a href="https://youtube.com/watch?v=7RX8a88oyEw">Open embedded content from YouTube</a></span>
</div></figure>



<p>Women in Gaza try to survive.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Afghanistan</h1>



<p><em>From Shadows to Spotlight: Afghan Women Amid Taliban Oppression | International Women’s Day Manifesto 2024</em></p>



<p>&#8220;&#8221;In 2023, the Taliban further intensified its oppressive policies toward women, girls, the LGBTIQ+ community, and religious minorities. [Including] a ban on girls attending secondary schools and universities.(…) Lesbian, bisexual, and transgender women face severe threats, including torture, sexual violence, forced marriage,<br>and death.&#8221;&#8221; https://www.amnesty.org/en/documents/asa11/7801/2024/en/</p>



<p><img alt='upload_5e7192e48ecfcf9283d6c505001d58d2-9554954-8531506' alt='upload_5e7192e48ecfcf9283d6c505001d58d2-9554954' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/03/upload_5e7192e48ecfcf9283d6c505001d58d2-9554954-8531506.png' alt=""><br>Women hide their face and claim for Right. https://www.youtube.com/watch?v=tinMg2ZCLms&amp;ab_channel=AssociatedPress “Afghanistan is hell for women”</p>



<h1 class="wp-block-heading">France</h1>



<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-gestor-de-incorpora-es wp-block-embed-gestor-de-incorpora-es wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<span class="embed-privacy-url"><a href="https://youtube.com/watch?v=FryS31hLjtM">Open embedded content from YouTube</a></span>
</div></figure>



<p>&#8220;&#8221;The Paris demonstration for women&#8217;s rights and equality with men was overwhelmed by jostling between pro-Palestinian and pro-Israel activists. Scuffles broke out between the two groups. According to journalists on the scene, it was activists from &#8220;Nous vivrons&#8221;, an sionist association set up after the Hamas attack on Israel, and demonstrators waving Palestinian flags who were fighting. Women from &#8220;Nous vivrons&#8221;, who had come to remember the women killed by Hamas, were removed from the demonstration by the police. &#8220;&#8221;<br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=FryS31hLjtM&amp;ab_channel=L%27Obs">https://www.youtube.com/watch?v=FryS31hLjtM&amp;ab_channel=L&#8217;Obs</a></p>



<p>https://www.youtube.com/watch?v=haxX6jARcE8&amp;ab_channel=LePoint exfiltrated women</p>



<p><img alt='upload_f9ddb5c4883feb7da9e3850abc5e91cf-8696027-3651099' alt='upload_f9ddb5c4883feb7da9e3850abc5e91cf-8696027' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/03/upload_f9ddb5c4883feb7da9e3850abc5e91cf-8696027-3651099.jpg' alt=""><br><em>Members of the feminsit collective “Les Rosies” participate to a march as part of the International Women’s Rights Day, in Paris, on March 8, 2024.</em> (Photo by Dimitar DILKOFF / AFP) https://www.citizen.co.za/multimedia/24-hours-in-pictures-8-march-2024/</p>



<p>https://www.youtube.com/watch?v=Fn7HasXZir8&amp;ab_channel=LeHuffPost Flashmobs in Paris</p>



<h1 class="wp-block-heading">Italy</h1>



<figure class="wp-block-image"><img alt='upload_37e63bade7feece41ae872246a55de62-1764240-9218117' alt='upload_37e63bade7feece41ae872246a55de62-1764240' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/03/upload_37e63bade7feece41ae872246a55de62-1764240-9218117.jpg' alt=""/></figure>



<p><em>Students attend a demonstration to denounce violence against women, as part of the International Women’s Day on March 8, 2024 in Milan</em> <a href="https://www.citizen.co.za/multimedia/24-hours-in-pictures-8-march-2024/">https://www.citizen.co.za/multimedia/24-hours-in-pictures-8-march-2024/</a></p>



<p>Italian 8 march video :<a href=" https://www.youtube.com/watch?si=0SOS53BIzYT1zf9F&amp;v=nxx7fvsZdUw&amp;feature=youtu.be&amp;ab_channel=IlSole24ORE "> https://www.youtube.com/watch?si=0SOS53BIzYT1zf9F&amp;v=nxx7fvsZdUw&amp;feature=youtu.be&amp;ab_channel=IlSole24ORE </a></p>



<h1 class="wp-block-heading">England</h1>



<p>&#8220;&#8221;Protesters dressed as handmaids from The Handmaid’s Tale hold placards reading “Woman Life Freedom” prior to a march from Parliament Square to Iran’s embassy to highlight repression of women in that country on March 8, 2024 in London, England.&#8221;</p>



<p><img alt='upload_e693120d42e3453cc6dc32b3f008e8ac-7089368-4501573' alt='upload_e693120d42e3453cc6dc32b3f008e8ac-7089368' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/03/upload_e693120d42e3453cc6dc32b3f008e8ac-7089368-4501573.jpg' alt=""><br>(Photo by Dan Kitwood/Getty Images)<br><a href="https://www.citizen.co.za/multimedia/24-hours-in-pictures-8-march-2024/">https://www.citizen.co.za/multimedia/24-hours-in-pictures-8-march-2024/</a></p>



<p></p>



<h1 class="wp-block-heading">Argentine, Latina America</h1>



<figure class="wp-block-image"><img alt='upload_793d14df7d9a4e425b13cb931d315a1d-3133698-7667796' alt='upload_793d14df7d9a4e425b13cb931d315a1d-3133698' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/03/upload_793d14df7d9a4e425b13cb931d315a1d-3133698-7667796.png' alt=""/></figure>



<p>&#8220;While some are celebrating historic steps taken in countries like Mexico, which is <a href="https://apnews.com/mexico-election-2024">slated to elect a woman as president</a> for the first time, others are railing against potential rollbacks on rights they’ve long fought for in places like Argentina with the arrival of <a href="https://apnews.com/article/election-milei-massa-runoff-6a171de948a034bd43c853f6d3f50f5c">far-right President Javier Milei</a>. (…) <a href="https://apnews.com/article/argentina-economy-cuts-devaluation-dollar-186d74647d28c02572070d0ee973819f">Since taking office in December</a>,<br>Milei has shuttered both the country’s women’s affairs ministry and the<br>national anti-discrimination agency, and on Wednesday told high school<br>students in a speech that “abortion is murder.”<br><a href="https://apnews.com/article/mexico-argentina-international-women-day-milei-sheinbaum-abortion-59e84a41cf48f752c61a7ba1c28b12ab">https://apnews.com/article/mexico-argentina-international-women-day-milei-sheinbaum-abortion-59e84a41cf48f752c61a7ba1c28b12ab</a></p>



<p>Latina America Tour <a href="https://www.youtube.com/watch?v=rIAjvrT-ieE&amp;ab_channel=TV5MONDEInfo Latin America tour">https://www.youtube.com/watch?v=rIAjvrT-ieE&amp;ab_channel=TV5MONDEInfo Latin America tour</a></p>



<p>Vidéo argentina <a href="https://www.youtube.com/watch?v=vzwX-87Esbo&amp;ab_channel=People%27sHealthMovement">https://www.youtube.com/watch?v=vzwX-87Esbo&amp;ab_channel=People&#8217;sHealthMovement</a> </p>



<h1 class="wp-block-heading">Costa Rica / Nicaraguan Feminist</h1>



<figure class="wp-block-image"><img alt='upload_41e85538a10e87332904fcc2d31786d6-6196740-4275969' alt='upload_41e85538a10e87332904fcc2d31786d6-6196740' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/03/upload_41e85538a10e87332904fcc2d31786d6-6196740-4275969.jpg' alt=""/></figure>



<p><em>&#8220;Migrant, exiled, and banished Nicaraguan women took to the streets of San Jose,<br>Costa Rica on March 8th, to commemorate International Women’s Day.&#8221;</em><br>Photo: Katherine Estrada / Confidencial</p>



<p>&#8220;For the sixth consecutive year, exiled Nicaraguan feminists united with<br>Costa Rican women in a march, held in San Jose on March 8. For the sixth consecutive year, Nicaraguan women were unable to demonstrate on March 8th, under the Ortega-Murillo dictatorship.&#8221;</p>



<h1 class="wp-block-heading">Kenya</h1>



<p><em>Increasing attacks on women in Kenya</em> :<a href=" https://apnews.com/video/gender-violence-kenya-nairobi-njeri-migwi-89ffe81260524f548dd98dd7c3170df3"> https://apnews.com/video/gender-violence-kenya-nairobi-njeri-migwi-89ffe81260524f548dd98dd7c3170df3</a></p>



<p>The fight continue for Kenyan women. In January (2024) thousands of people were in the street to denounce the 60 feminicide already perpetrated since the beginning of the year.</p>



<figure class="wp-block-image"><img alt='upload_c0122fa85b325722e28239bdc8541f83-8546116-9526749' alt='upload_c0122fa85b325722e28239bdc8541f83-8546116' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/03/upload_c0122fa85b325722e28239bdc8541f83-8546116-9526749.png' alt=""/></figure>



<p>Video Twitter Nairobi<a href=" https://twitter.com/i/status/1766182000686166513"> https://twitter.com/i/status/1766182000686166513</a></p>



<h1 class="wp-block-heading">Pakistan </h1>



<p>&#8220;Pakistani authorities have refused to allow a rally in Lahore which aimed to mark the International Women&#8217;s day. Organizers and participants have been accused of displaying &#8220;controversial&#8221; banners. On the other hand, authorities have allowed &#8220;Haya&#8221; march which calls for preservation of Islamic values.&#8221; <a href="https://www.youtube.com/embed/LckbqSBsIL0">https://www.youtube.com/embed/LckbqSBsIL0</a></p>



<p>Those controversial banners, accused to promote occidental lifestyle, were claiming for equal rights, stopping homophobic politics, free of speech, etc.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<span class="embed-privacy-url"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=LckbqSBsIL0&#038;ab_channel=Firstpost">Open embedded content from YouTube</a></span>
</div></figure>



<p></p>



<h1 class="wp-block-heading">Thailand</h1>



<figure class="wp-block-image"><img alt='upload_233438ee79fea48c1cee919f2951516c-2424234-3984431' alt='upload_233438ee79fea48c1cee919f2951516c-2424234' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/03/upload_233438ee79fea48c1cee919f2951516c-2424234-3984431.jpg' alt=""/></figure>



<p><em>&#8220;Thai labour union members and women’s rights activists take part in a march for better maternity rights on International Women’s Day in Bangkok on March 8, 2024</em>. (Photo by Lillian SUWANRUMPHA / AFP)&#8221; <a href="https://www.citizen.co.za/multimedia/24-hours-in-pictures-8-march-2024/">https://www.citizen.co.za/multimedia/24-hours-in-pictures-8-march-2024/</a></p>



<h1 class="wp-block-heading">Philippine</h1>



<figure class="wp-block-image"><img alt='upload_6b7450de333973510a89322afd1daa33-2513341-2658045' alt='upload_6b7450de333973510a89322afd1daa33-2513341' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/03/upload_6b7450de333973510a89322afd1daa33-2513341-2658045.png' alt=""/></figure>



<p>&#8220;On International Women’s Day a march in Philippines’s Manila turned violent. Marchers clashed with riot police. Over 1000 women participated in the march.&#8221; Some of them took their bra off as a sign of protest against gender violence.</p>



<p>Controntation PolicevsProtesters <a href="https://www.youtube.com/watch?v=vHvTgWdVM2U&amp;ab_channel=Firstpost">https://www.youtube.com/watch?v=vHvTgWdVM2U&amp;ab_channel=Firstpost</a></p>



<h1 class="wp-block-heading">Portugal :</h1>



<p>During the Women&#8217;s Day demonstration in Lisbon, two women wearing Climaximo waistcoats smashed the windows of Banco Santander Totta with harmer and spike, for &#8220;consciously financing climate collapse&#8221;. Through the pressure of dozens of people around them, screaming slogans, they were released.<br><a href="https://indymedia.pt/2024/03/08/8m-climaximo-estilhacam-os-vidros-do-santander/">https://indymedia.pt/2024/03/08/8m-climaximo-estilhacam-os-vidros-do-santander/</a></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-indymedia-pt wp-block-embed-indymedia-pt"><div class="wp-block-embed__wrapper">
 <div class="activitypub-embed u-in-reply-to h-cite"> <div class="activitypub-embed-header p-author h-card"> <img decoding="async" class="u-photo" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/03/JRnMgFyonXs-5061574-7822340-150x150.jpg" alt="" /> <div class="activitypub-embed-header-text"> <h2 class="p-name">https://indymedia.pt/@imc</h2> <a href="https://indymedia.pt/@imc" class="ap-account u-url">https://indymedia.pt/@imc</a> </div> </div> <div class="activitypub-embed-content"> <h3 class="ap-title p-name">DOCUMENTÁRIO DIA DA MULHER 2024 ( Lisboa/Porto/Coimbra/ Guimarães/ aveiro) <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/ptrevolutiontv/">#ptrevolutiontv</a></h3> <div class="ap-subtitle p-summary e-content"><div class="wp-block-group has-global-padding is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained"><div class="lightweight-accordion has-background"><details open><summary class="lightweight-accordion-title" style="background:#9b51e0"><span>Vê no Invidious</span></summary><div class="lightweight-accordion-body" style="border-color:#9b51e0"><div class="embed-privacy-container is-disabled embed-invidious-fdn-fr" data-embed-id="oembed_c81206a6ba294f3f9b7ebfafb7b4267e" data-embed-provider="invidious-fdn-fr" style="aspect-ratio: 650/360"><button type="button" class="embed-privacy-enable screen-reader-text">Display content from invidious.fdn.fr</button></p><div class="embed-privacy-overlay"><div class="embed-privacy-inner"><p>Click here to display content from invidious.fdn.fr.</p><p class="embed-privacy-input-wrapper"><label for="embed-privacy-store-invidious-fdn-fr-c81206a6ba294f3f9b7ebfafb7b4267e" class="embed-privacy-label" data-embed-provider="invidious-fdn-fr">Always display content from invidious.fdn.fr</label></p></div><div class="embed-privacy-footer"><span class="embed-privacy-url"><a href="https://invidious.fdn.fr/embed/JRnMgFyonXs">Open content directly</a></span></div></div><div class="embed-privacy-content"></div></div><p><a href="https://vid.puffyan.us/watch?v=JRnMgFyonXs">https://vid.puffyan.us/watch?v=JRnMgFyonXs</a></p><p class="has-small-font-size">Durante o Livestream este player não funciona.<br />Se não conseguires ver aqui, clica no link em baixo, que diz &#8220;Vê no YouTube&#8221;</p></div></details></div></div><div class="wp-block-group has-global-padding is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained"><div class="lightweight-accordion has-background"><details><summary class="lightweight-accordion-title" style="background:#cf2e2e"><span>Vê no YouTube</span></summary><div class="lightweight-accordion-body" style="border-color:#cf2e2e"><div class="wp-block-group has-global-padding is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained"><div class="embed-privacy-container is-disabled embed-www-youtube-nocookie-com" data-embed-id="oembed_031775c6f036efb943ada319652bad37" data-embed-provider="www-youtube-nocookie-com" style="aspect-ratio: 650/360"><button type="button" class="embed-privacy-enable screen-reader-text">Display &#8220;YouTube video player&#8221; 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directly</a></span></div></div><div class="embed-privacy-content"></div></div></div><p><a href="https://youtube.com/watch?v=JRnMgFyonXs"> https://youtube.com/watch?v=JRnMgFyonXs </a></p></div></details></div></div><p>Instâncias <a href="https://invidious.io/">Invidious</a> alternativas:<br /><a href="https://redirect.invidious.io/watch?v=JRnMgFyonXs">https://redirect.invidious.io/watch?v=JRnMgFyonXs</a></p><p><strong>Este stream foi criado pela <a href="https://www.youtube.com/@ptrevolutiontv">PTrevolutionTV</a>, um coletivo autónomo, que coopera com o Centro de Média Independente.</strong></p><div class="lightweight-accordion has-background"><details><summary class="lightweight-accordion-title" style="background:#000000"><span>Imagem</span></summary><div class="lightweight-accordion-body" style="border-color:#000000"><figure class="wp-block-image size-large"><img alt='maxres-8551947' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/03/maxres-8551947.jpg' /></figure></div></details></div><div class="syndication-links"></div></div> <div class="ap-preview layout-1"> <img decoding="async" class="u-photo u-featured" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/03/JRnMgFyonXs-5061574-7822340-1024x576.jpg" alt="documentario-dia-da-mulher-2024-lisboa-porto-coimbra-guimaraes-aveiro-ptrevolutiontv-2" /> </div> </div> <div class="activitypub-embed-meta"> <a href="https://indymedia.pt/221549/" class="ap-stat ap-date dt-published u-in-reply-to">10/03/2024, 10:06</a> <span class="ap-stat"> <strong>0</strong> boosts </span> <span class="ap-stat"> <strong>0</strong> favorites </span> </div> </div> <style>/** * ActivityPub embed styles. */ .activitypub-embed { background: #fff; 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<h1 class="wp-block-heading">WorldWide :</h1>



<p>Here is two video compiling images of worldwide manifestation for Women&#8217;s day.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<span class="embed-privacy-url"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=tinMg2ZCLms&#038;ab_channel=AssociatedPress">Open embedded content from YouTube</a></span>
</div></figure>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<span class="embed-privacy-url"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=meDC_0k-FYU&#038;ab_channel=GlobalNews">Open embedded content from YouTube</a></span>
</div></figure>



<p>And article with beautiful photos :<br><a href="https://apnews.com/article/international-womens-day-photos-beee7dc2c99bb45541023794db4e47d4">https://apnews.com/article/international-womens-day-photos-beee7dc2c99bb45541023794db4e47d4</a></p>



<p></p>



<p>Did you participate with people protesting for women&#8217;s rights ? How it feel ? Share with everybody. Togther we are stronger.</p>



<p></p>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Dia Internacional das Mulheres &#124; Lisboa, 08.03.2024 Relato, Fotos e Vídeos</title>
		<link>https://indymedia.pt/221570/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Mar 2024 20:23:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Discriminação]]></category>
		<category><![CDATA[Indymedia]]></category>
		<category><![CDATA[Queer Feminismo]]></category>
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					<description><![CDATA[A marcha começou com uma grande carga de água mas, apesar disso, sentia-se entre aqueles que se abrigavam da chuva debaixo da pala do antigo Teatro Império &#8211; embalados pelos Ritmos da Resistência &#8211; que a chuva não ia deter esta marcha.E, como por mero acaso, instantes antes de a marcha arrancar, o dilúvio acalmou, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-video"><video height="850" style="aspect-ratio: 470 / 850;" width="470" controls src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/03/video_2024-03-10_11-24-39-6063355.mp4"></video></figure>



<p>A marcha começou com uma grande carga de água mas, apesar disso, sentia-se entre aqueles que se abrigavam da chuva debaixo da pala do antigo Teatro Império &#8211; embalados pelos Ritmos da Resistência &#8211; que a chuva não ia deter esta marcha.<br>E, como por mero acaso, instantes antes de a marcha arrancar, o dilúvio acalmou, mais e mais pessoas se foram juntando e os poucos que se abrigavam debaixo da pala tornaram-se em cerca de 4 mil pessoas que terminaram a marcha no Rossio.</p>



<p>A Marcha decorreu na sua grande maior parte de forma ordeira, com vários coletivos a marcarem presença com as suas palavras de ordem e faixas.</p>



<p>A meio da Avenida Almirante Reis, em frente ao Restaurante Portugália, duas ativistas da Climáximo quebraram o vidro de uma sucursal do Banco Santander.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-indymedia-pt wp-block-embed-indymedia-pt"><div class="wp-block-embed__wrapper">
 <div class="activitypub-embed u-in-reply-to h-cite"> <div class="activitypub-embed-header p-author h-card"> <img decoding="async" class="u-photo" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/03/IMG_20240308_200934_253-6824372-150x150.jpg" alt="" /> <div class="activitypub-embed-header-text"> <h2 class="p-name">https://indymedia.pt/@imc</h2> <a href="https://indymedia.pt/@imc" class="ap-account u-url">https://indymedia.pt/@imc</a> </div> </div> <div class="activitypub-embed-content"> <h3 class="ap-title p-name">8M: Apoiantes do Climáximo estilhaçam os vidros do Santander. Polícia libertou as ativistas sob pressão popular</h3> <div class="ap-subtitle p-summary e-content"><div class="wp-block-group has-global-padding is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained"><div class="lightweight-accordion has-background"><details open><summary class="lightweight-accordion-title" style="background:#9b51e0"><span>Livestream PTrevolutionTV</span></summary><div class="lightweight-accordion-body" style="border-color:#9b51e0"><div class="embed-privacy-container is-disabled embed-invidious-fdn-fr" data-embed-id="oembed_c9fa14a00a978a351767ea4522b89a4d" data-embed-provider="invidious-fdn-fr" style="aspect-ratio: 650/360"><button type="button" class="embed-privacy-enable screen-reader-text">Display content from invidious.fdn.fr</button></p><div class="embed-privacy-overlay"><div class="embed-privacy-inner"><p>Click here to display content from invidious.fdn.fr.</p><p class="embed-privacy-input-wrapper"><label for="embed-privacy-store-invidious-fdn-fr-c9fa14a00a978a351767ea4522b89a4d" class="embed-privacy-label" data-embed-provider="invidious-fdn-fr">Always display content from invidious.fdn.fr</label></p></div><div class="embed-privacy-footer"><span class="embed-privacy-url"><a href="https://invidious.fdn.fr/embed/0Ub3oTg_GyM">Open content directly</a></span></div></div><div class="embed-privacy-content"></div></div></div></details></div><p><strong>Comunicado Climáximo:</strong></p></div><p><em>Durante a manifestação do dia da mulher em Lisboa, 2 apoiantes do coletivo de justiça climática, à semelhança das ações feitas pelas sufragistas na luta pelos direitos das mulheres, estilhaçaram os vidros do Banco Santander Totta por &#8220;estar a financiar conscientemente o colapso climático</em>.</p><figure class="wp-block-image size-large"><img alt='img_20240308_200954_815-9781353-768x1024-9055751-4865688-8759953-5217561-9154155-4481022-9170630-6980047-2308995-7181339-5516744-6882418' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/03/IMG_20240308_200954_815-9781353-768x1024-9055751-4865688-8759953-5217561-9154155-4481022-9170630-6980047-2308995-7181339-5516744-6882418.jpg' class="wp-image-221213" /></figure><p>Neste 8 de março, um bloco ecofeminista marchava na Avenida Almirante Reis rumo ao Rossio, durante a manifestação do Dia da Mulher, quando, em Arroios, duas mulheres presentes, utilizando coletes do Climáximo, se dirigiram à fachada do Banco Santander Totta e calmamente partiram os vidros da montra, com recurso a martelos, à semelhança das ações das sufragistas na luta pela igualdade de género. 2 mulheres foram identificadas. Através da pressão das dezenas de pessoas em redor, foram libertadas e o bloco ecofeminista, constituído por apoiantes do climaximo, continuaram a marcha.</p><figure class="wp-block-video"><video controls src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/03/VID_20240308_200927_464-8425494.mp4"></video></figure><p>&#8220;O Santander é responsável por financiar petrolíferas, as empresas que nos estão a matar: a nós às mulheres, no mínimo 4 vezes mais que aos homens&#8221; refere Maria Mesquita, uma das mulheres que tomou ação hoje. &#8220;Enquanto isso, a nossa autonomia corporal está novamente a ser dissecada numa mesa de operações política. A crise climática é um resultado de colocar o lucro acima da vida, de ignorar todo o trabalho reprodutivo necessário para manter a vida, desde a regeneração da Terra até ao cuidado entre as pessoas. Este trabalho invisibilizado é colocado sobre as mulheres, igualmente invisibilizadas. Resolver a crise climática implica resolver a crise de cuidados gritante atual.&#8221;</p><figure class="wp-block-video"><video controls src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/03/VID_20240308_200950_122-4390712.mp4"></video></figure><p>A solução, afirma, é simples: uma economia centrada na vida e não no lucro, com desenvolvimento de transportes públicos, redistribuição do trabalho, entre outros. &#8220;Mas primeiro, temos que parar a violência contra os nossos corpos e contra a vida. Estas empresas andam a financiar petrolíferas, a financiar armas de destruição massiva. Não podemos consentir que as empresas e os governos não sejam responsabilizados pelas suas escolhas conscientes de destruição. Está nas nossas mãos parar esta guerra brutal contra as nossas vidas.&#8221;</p><p>O coletivo de justiça climática que tem o feminismo como um dos seus pilares indica que não haverá justiça de género até haver justiça climática, pois a crise climática afeta mais as mulheres, aumenta a violência física e sexual sobre as mulheres e exerceba as desigualdades exisitentes. Maria acrescenta que, &#8220;Se estás farta de ficar quieta enquanto que os governos e as empresas destroem tudo à nossa volta, junta-te à resistência climática. Serão as mulheres e todas as pessoas a fazer a mudança necessária e garantir que a vida é mais importante do que o lucro de alguns ultra-ricos&#8221;.</p><p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p><p>Mais informações:</p><p><a href="https://www.climaximo.pt">https://www.climaximo.pt</a></p></p><div class="lightweight-accordion has-background"><details><summary class="lightweight-accordion-title" style="background:#000000"><span>Imagem</span></summary><div class="lightweight-accordion-body" style="border-color:#000000"><figure class="wp-block-image size-large"><img alt='maxres-1037873-2064023-7756081-4550597-9794200-1897239-7275915-7148262-3880453-2992200-8857986-9068456-1584548' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/03/maxres-1037873-2064023-7756081-4550597-9794200-1897239-7275915-7148262-3880453-2992200-8857986-9068456-1584548.jpg' /></figure></div></details></div><div class="syndication-links"><span class="syn-text"></span></p><ul class="relsyn"><li><a aria-label="climatejustice.social" class="u-syndication syn-link" href="https://climatejustice.social/@indymediapt/112061667509829854" rel="syndication"> website</a></li></ul></div></div> <div class="ap-preview layout-1"> <img decoding="async" class="u-photo u-featured" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/03/IMG_20240308_200934_253-6824372-576x1024.jpg" alt="img_20240308_200934_253" /> </div> </div> <div class="activitypub-embed-meta"> <a href="https://indymedia.pt/221196/" class="ap-stat ap-date dt-published u-in-reply-to">08/03/2024, 19:12</a> <span class="ap-stat"> <strong>0</strong> boosts </span> <span class="ap-stat"> <strong>0</strong> favorites </span> </div> </div> <style>/** * ActivityPub embed styles. */ .activitypub-embed { background: #fff; border: 1px solid #e6e6e6; border-radius: 12px; padding: 0; max-width: 100%; font-family: -apple-system, BlinkMacSystemFont, "Segoe UI", Roboto, Helvetica, Arial, sans-serif; } .activitypub-reply-block .activitypub-embed { margin: 1em 0; } .activitypub-embed-header { padding: 15px; display: flex; align-items: center; gap: 10px; } .activitypub-embed-header img { width: 48px; height: 48px; border-radius: 50%; } .activitypub-embed-header-text { flex-grow: 1; } .activitypub-embed-header-text h2 { color: #000; font-size: 15px; font-weight: 600; margin: 0; padding: 0; } .activitypub-embed-header-text .ap-account { color: #687684; font-size: 14px; text-decoration: none; } .activitypub-embed-content { padding: 0 15px 15px; } .activitypub-embed-content .ap-title { font-size: 23px; font-weight: 600; margin: 0 0 10px; padding: 0; color: #000; } .activitypub-embed-content .ap-subtitle { font-size: 15px; color: #000; margin: 0 0 15px; } .activitypub-embed-content .ap-preview { border: 1px solid #e6e6e6; border-radius: 8px; overflow: hidden; } .activitypub-embed-content .ap-preview img { width: 100%; height: auto; display: block; } .activitypub-embed-content .ap-preview { border-radius: 8px; box-sizing: border-box; display: grid; gap: 2px; grid-template-columns: 1fr 1fr; grid-template-rows: 1fr 1fr; margin: 1em 0 0; min-height: 64px; overflow: hidden; position: relative; width: 100%; } .activitypub-embed-content .ap-preview.layout-1 { grid-template-columns: 1fr; grid-template-rows: 1fr; } .activitypub-embed-content .ap-preview.layout-2 { aspect-ratio: auto; grid-template-rows: 1fr; height: auto; } .activitypub-embed-content .ap-preview.layout-3 > img:first-child { grid-row: span 2; } .activitypub-embed-content .ap-preview img { border: 0; box-sizing: border-box; display: inline-block; height: 100%; object-fit: cover; overflow: hidden; position: relative; width: 100%; } .activitypub-embed-content .ap-preview video, .activitypub-embed-content .ap-preview audio { max-width: 100%; display: block; grid-column: 1 / span 2; } .activitypub-embed-content .ap-preview audio { width: 100%; } .activitypub-embed-content .ap-preview-text { padding: 15px; } .activitypub-embed-meta { padding: 15px; border-top: 1px solid #e6e6e6; color: #687684; font-size: 13px; display: flex; gap: 15px; } .activitypub-embed-meta .ap-stat { display: flex; align-items: center; gap: 5px; } @media only screen and (max-width: 399px) { .activitypub-embed-meta span.ap-stat { display: none !important; } } .activitypub-embed-meta a.ap-stat { color: inherit; text-decoration: none; } .activitypub-embed-meta strong { font-weight: 600; color: #000; } .activitypub-embed-meta .ap-stat-label { color: #687684; } </style>
</div></figure>



<p>Mais à frente, junto ao Hotel WC, alguns membros de um bloco antifascista fizeram uma pintura em spray a dizer &#8220;revolução transfeminista&#8221; numas placas de alumínio de umas obra, o que acabou em mais um momento mais quente em que a polícia reteve uma pessoa em frente a Padaria Portuguesa. Após identificação e perante pressão popular acabou por libertá-la.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img data-id="221574" alt='photo_2024-03-10_11-24-51-1952036-1024x768-6561789' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/03/photo_2024-03-10_11-24-51-1952036-1024x768-6561789.jpg' alt="photo_2024-03-10_11-24-51-1952036" class="wp-image-221574"/></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img data-id="221573" alt='photo_2024-03-10_11-24-56-5621577-1024x768-9864387' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/03/photo_2024-03-10_11-24-56-5621577-1024x768-9864387.jpg' alt="photo_2024-03-10_11-24-56-5621577" class="wp-image-221573"/></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img data-id="221575" alt='photo_2024-03-10_11-25-00-6585810-1024x768-9482427' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/03/photo_2024-03-10_11-25-00-6585810-1024x768-9482427.jpg' alt="photo_2024-03-10_11-25-00-6585810" class="wp-image-221575"/></figure>
</figure>



<p>E, assim, um grupo de cerca de 60 pessoas pôde continuar o percurso da marcha até ao Rossio, onde acabou por encontrar a maior parte dos participantes e as declarações finais.</p>



<p>O grupo ficou um pouco e os Ritmos da Resistência tocaram novamente. O encontro termina com cânticos e danças, para as poucas pessoas que restaram, sob uma chuva fina.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Livestreams PTrevolutionTV</li>
</ul>



<p>Direto Início Marcha &#8211; <a href="https://invidious.fdn.fr/watch?v=rydVjAyd77s">https://invidious.fdn.fr/watch?v=rydVjAyd77s</a></p>



<p>Direto longo frente da Marcha e declarações finais<br><a href="https://invidious.fdn.fr/watch?v=-WEVEbpMsXI">https://invidious.fdn.fr/watch?v=-WEVEbpMsXI</a></p>



<p>Direto Incidente Banco Santander<br><a href="https://invidious.fdn.fr/channel/UCbIvRzFDLSRCuqQhWhMb7Xw/streams">https://invidious.fdn.fr/channel/UCbIvRzFDLSRCuqQhWhMb7Xw/streams</a></p>



<p>Direto Móvel fim da Marcha &#8211; Identificação na Padaria Portuguesa<br><a href="https://invidious.fdn.fr/watch?v=DGt8YRb4mRE">https://invidious.fdn.fr/watch?v=DGt8YRb4mRE</a></p>



<p>Foto Reportagem</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img data-id="221576" alt='img-20240308-wa0021-8559959-768x1024-9252664' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/03/IMG-20240308-WA0021-8559959-768x1024-9252664.jpg' alt="img-20240308-wa0021-8559959" class="wp-image-221576"/></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img data-id="221577" alt='img-20240308-wa0022-9221863-1024x768-2605743' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/03/IMG-20240308-WA0022-9221863-1024x768-2605743.jpg' alt="img-20240308-wa0022-9221863" class="wp-image-221577"/></figure>



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		<title>Dia Internacional das Mulheres &#124; Coimbra, 08.03.2024</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Mar 2024 11:05:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Discriminação]]></category>
		<category><![CDATA[Indymedia]]></category>
		<category><![CDATA[Queer Feminismo]]></category>
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		<category><![CDATA[Feminismo]]></category>
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					<description><![CDATA[Dia 8 saímos novamente às ruas para lutar e celebrar com a luta!Por um futuro trans-feminista, livre de discriminação, num planeta habitável, fizemos ouvir as nossas vozes num momento em que nos tentam abafar cada vez mais.A 50 anos do 25 de Abril, dizemos que a luta continua, que se faz todos os dias e [&#8230;]]]></description>
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<p>Dia 8 saímos novamente às ruas para lutar e celebrar com a luta!<br>Por um futuro trans-feminista, livre de discriminação, num planeta habitável, fizemos ouvir as nossas vozes num momento em que nos tentam abafar cada vez mais.<br>A 50 anos do 25 de Abril, dizemos que a luta continua, que se faz todos os dias e nas ruas, não apenas nas urnas.</p>



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		<title>Dia Internacional das Mulheres &#124; Porto, 08.03.2024</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Mar 2024 05:11:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Queer Feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos das mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Feminismo]]></category>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img data-id="221417" alt='mg_0577-3380645-1024x683-5345297' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/03/MG_0577-3380645-1024x683-5345297.jpg' alt="mg_0577-3380645" class="wp-image-221417"/></figure>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img data-id="221420" alt='mg_0599-2713064-683x1024-2235668' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/03/MG_0599-2713064-683x1024-2235668.jpg' alt="mg_0599-2713064" class="wp-image-221420"/></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img data-id="221421" alt='mg_0603-4291897-683x1024-7238799' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/03/MG_0603-4291897-683x1024-7238799.jpg' alt="mg_0603-4291897" class="wp-image-221421"/></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img data-id="221423" alt='mg_0609-9941978-1024x683-8321083' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/03/MG_0609-9941978-1024x683-8321083.jpg' alt="mg_0609-9941978" class="wp-image-221423"/></figure>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img data-id="221424" alt='mg_0617-9897173-1024x683-5828857' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/03/MG_0617-9897173-1024x683-5828857.jpg' alt="mg_0617-9897173" class="wp-image-221424"/></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img data-id="221425" alt='mg_0622-6596494-683x1024-2439311' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/03/MG_0622-6596494-683x1024-2439311.jpg' alt="mg_0622-6596494" class="wp-image-221425"/></figure>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img data-id="221427" alt='mg_0635-9652794-1024x683-9432752' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/03/MG_0635-9652794-1024x683-9432752.jpg' alt="mg_0635-9652794" class="wp-image-221427"/></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img data-id="221428" alt='mg_0639-1473253-1024x683-4165004' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/03/MG_0639-1473253-1024x683-4165004.jpg' alt="mg_0639-1473253" class="wp-image-221428"/></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img data-id="221429" alt='mg_0640-1210745-1024x683-4693705' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/03/MG_0640-1210745-1024x683-4693705.jpg' alt="mg_0640-1210745" class="wp-image-221429"/></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img data-id="221430" alt='mg_0644-3837008-1024x683-8013744' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/03/MG_0644-3837008-1024x683-8013744.jpg' alt="mg_0644-3837008" class="wp-image-221430"/></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img data-id="221431" alt='mg_0657-1605741-1024x683-4133154' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/03/MG_0657-1605741-1024x683-4133154.jpg' alt="mg_0657-1605741" class="wp-image-221431"/></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img data-id="221432" alt='mg_0662-2213689-1024x683-2001210' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/03/MG_0662-2213689-1024x683-2001210.jpg' alt="mg_0662-2213689" class="wp-image-221432"/></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img data-id="221433" alt='mg_0674-4267659-1024x683-1602951' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/03/MG_0674-4267659-1024x683-1602951.jpg' alt="mg_0674-4267659" class="wp-image-221433"/></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img data-id="221434" alt='mg_0676-7798515-1024x683-6280443' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/03/MG_0676-7798515-1024x683-6280443.jpg' alt="mg_0676-7798515" class="wp-image-221434"/></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img data-id="221435" alt='mg_0677-3444037-683x1024-1214145' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/03/MG_0677-3444037-683x1024-1214145.jpg' alt="mg_0677-3444037" class="wp-image-221435"/></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img data-id="221436" alt='mg_0679-6256469-1024x683-1366008' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/03/MG_0679-6256469-1024x683-1366008.jpg' alt="mg_0679-6256469" class="wp-image-221436"/></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img data-id="221437" alt='mg_0687-2765742-1024x683-7965377' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/03/MG_0687-2765742-1024x683-7965377.jpg' alt="mg_0687-2765742" class="wp-image-221437"/></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img data-id="221438" alt='mg_0699-6557650-1024x683-3399946' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/03/MG_0699-6557650-1024x683-3399946.jpg' alt="mg_0699-6557650" class="wp-image-221438"/></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img data-id="221439" alt='mg_0701-5493975-1024x683-6229719' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/03/MG_0701-5493975-1024x683-6229719.jpg' alt="mg_0701-5493975" class="wp-image-221439"/></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img data-id="221440" alt='mg_0713-4465870-1024x683-3145570' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/03/MG_0713-4465870-1024x683-3145570.jpg' alt="mg_0713-4465870" class="wp-image-221440"/></figure>
</figure>
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			</item>
		<item>
		<title>[Faro] Atentado ao direito à manifestação 8 de Março</title>
		<link>https://indymedia.pt/221264/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Mar 2024 02:09:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Indymedia]]></category>
		<category><![CDATA[Queer Feminismo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://indymedia.pt/?p=221264</guid>

					<description><![CDATA[Comunicado &#124; Rede 8 Março Algarve Dia 8 de Março, em Faro, a polícia tentou impedir uma companheira de participar na marcha pelos direitos das mulheres por se encontrar com o seu bebé. Pelas 18h, enquanto as companheiras se juntavam próximo do Tribunal de Faro, dois agentes de polícia (Marco de Sá e João Silva) [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="https://proxigram.lunar.icu/p/C4RhmiyouTu">Comunicado</a> | <a href="https://instagram.com/rede8demarcoalgarve">Rede 8 Março Algarve</a></p>



<p><strong>Dia 8 de Março, em Faro, a polícia tentou impedir uma companheira de participar na marcha pelos direitos das mulheres por se encontrar com o seu bebé.</strong></p>



<figure class="wp-block-video aligncenter"><video height="850" style="aspect-ratio: 480 / 850;" width="480" controls src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/03/WhatsApp-Video-2024-03-08-at-22.33.42-1038880.mp4"></video></figure>



<p>Pelas 18h, enquanto as companheiras se juntavam próximo do Tribunal de Faro, dois agentes de polícia (Marco de Sá e João Silva) dirigiram-se ao grupo de manifestantes para confirmar o trajeto da marcha.</p>



<p>Ao verem chegar uma companheira com o seu bebé no carrinho, bem protegido por uma capa de chuva própria para dias chuvosos, o agente Marco de Sá dirigiu-se a ela e perguntou se ela ia &#8220;participar na marcha com o bebé&#8221;. </p>



<p>A companheira respondeu-lhe que sim e o agente disse-lhe de imediato que iria por em risco a criança.</p>



<p>Quando questionado por várias companheiras do porquê, disse, num tom intimidatório, que se ela avançasse para a marcha com a criança, ele teria de a identificar: &#8220;ou se identifica ou é privada da liberdade&#8221;. Questionado por todas pelo motivo da identificação, prosseguiu pondo em causa a capacidade desta mãe de cuidar da sua criança.</p>



<p>Alegou primeiro que estava a chover. Foi-lhe respondido que a criança estava bem protegida da chuva pelo carrinho e por mantas, e que qualquer mãe tem, obviamente, o direito de andar na rua com o seu bebé, faça chuva ou sol.</p>



<p>Passou então para o argumento que, por ser uma manifestação, poderia haver situações de risco, como uma contra-manifestação, dando o exemplo de apoiantes do Ch#ga.</p>



<p>Quando questionados se a sua função não era também a de garantir a segurança de quem marchava connosco, respondem que não podem garantir, insistindo que a mãe está a pôr em risco a criança.</p>



<p>Mesmo perante os argumentos das companheiras, de que enquanto mulheres, estamos todos os dias em situações de insegurança, quer na via pública, quer dentro das nossas casas, que a nossa companheira marchava por ela e pela sua criança, insistiram no seu “zelo”, dizendo que a companheira teria de se &#8220;demarcar da manifestação ou ser identificada”, chegando mesmo a dizer que iriam reportar a situação à CPCJ.</p>



<p>Perante os protestos de todas as companheiras, disseram-nos então que “a manifestação só avança quando nós (PSP) dermos ordem para isso”, obrigando-nos a todas a esperar que falassem com os seus superiores (aqui a chuva já não importava, nem o bebé, com certeza).</p>



<p>Temos de ficar em casa. vestir-nos e comportarmo-nos de maneiras impostas ou então “merecemos o mal que nos pode acontecer?? Tornem as ruas seguras para todes! As ruas não são seguras para as mulheres QUALQUER DIA DO ANO e se for uma mulher com carrinho de bebé ou com cadeira de rodas. onde está a sua segurança garantida. se. para além dos riscos que corre só por ser mulher, ainda tem de andar no meio da estrada por não haver passeios acessíveis?</p>



<p>ESTA MÃE FOI INTIMIDADA. Questionaram a sua capacidade de cuidar da sua criança. Quiseram impedi-la de exercer o seu direito a manifestar-se.</p>



<p>NÃO PODEMOS FICAR CALADAS. </p>



<p>PRECISAMOS DE TODAS PARA PROTEGÊ-LA. </p>



<p>CALADAS NOS QUEREM? REBELDES NOS TERÃO!</p>



<p><a href="https://proxigram.lunar.icu/p/C4RhmiyouTu">https://proxigram.lunar.icu/p/C4RhmiyouTu</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>8M: Apoiantes do Climáximo estilhaçam os vidros do Santander. Polícia libertou as ativistas sob pressão popular</title>
		<link>https://indymedia.pt/221196/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Mar 2024 19:12:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Indymedia]]></category>
		<category><![CDATA[Queer Feminismo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://indymedia.pt/2024/03/08/lisboa-marcha-feministas-em-uniao-contra-toda-a-opressao-ptrevolutiontv-8m/</guid>

					<description><![CDATA[Comunicado Climáximo: Durante a manifestação do dia da mulher em Lisboa, 2 apoiantes do coletivo de justiça climática, à semelhança das ações feitas pelas sufragistas na luta pelos direitos das mulheres, estilhaçaram os vidros do Banco Santander Totta por &#8220;estar a financiar conscientemente o colapso climático. Neste 8 de março, um bloco ecofeminista marchava na [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
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<p><strong>Comunicado Climáximo:</strong></p>
</div>



<p><em>Durante a manifestação do dia da mulher em Lisboa, 2 apoiantes do coletivo de justiça climática, à semelhança das ações feitas pelas sufragistas na luta pelos direitos das mulheres, estilhaçaram os vidros do Banco Santander Totta por &#8220;estar a financiar conscientemente o colapso climático</em>.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img alt='img_20240308_200954_815-9781353-768x1024-9055751-4865688-8759953-5217561-9154155-4481022-9170630-6980047-2308995-7181339-5516744-6882418' alt='img_20240308_200954_815-9781353-768x1024-9055751-4865688-8759953-5217561-9154155-4481022-9170630-6980047-2308995-7181339-5516744' alt='img_20240308_200954_815-9781353-768x1024-9055751-4865688-8759953-5217561-9154155-4481022-9170630-6980047-2308995-7181339' alt='img_20240308_200954_815-9781353-768x1024-9055751-4865688-8759953-5217561-9154155-4481022-9170630-6980047-2308995' alt='img_20240308_200954_815-9781353-768x1024-9055751-4865688-8759953-5217561-9154155-4481022-9170630-6980047' alt='img_20240308_200954_815-9781353-768x1024-9055751-4865688-8759953-5217561-9154155-4481022-9170630' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/03/IMG_20240308_200954_815-9781353-768x1024-9055751-4865688-8759953-5217561-9154155-4481022-9170630-6980047-2308995-7181339-5516744-6882418.jpg' alt="img_20240308_200954_815-9781353-768x1024-9055751-4865688-8759953-5217561-9154155-4481022" class="wp-image-221213"/></figure>



<p>Neste 8 de março, um bloco ecofeminista marchava na Avenida Almirante Reis rumo ao Rossio, durante a manifestação do Dia da Mulher, quando, em Arroios, duas mulheres presentes, utilizando coletes do Climáximo, se dirigiram à fachada do Banco Santander Totta e calmamente partiram os vidros da montra, com recurso a martelos, à semelhança das ações das sufragistas na luta pela igualdade de género. 2 mulheres foram identificadas. Através da pressão das dezenas de pessoas em redor, foram libertadas e o bloco ecofeminista, constituído por apoiantes do climaximo, continuaram a marcha.</p>



<figure class="wp-block-video"><video height="1280" style="aspect-ratio: 720 / 1280;" width="720" controls src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/03/VID_20240308_200927_464-8425494.mp4"></video></figure>



<p>&#8220;O Santander é responsável por financiar petrolíferas, as empresas que nos estão a matar: a nós às mulheres, no mínimo 4 vezes mais que aos homens&#8221; refere Maria Mesquita, uma das mulheres que tomou ação hoje. &#8220;Enquanto isso, a nossa autonomia corporal está novamente a ser dissecada numa mesa de operações política. A crise climática é um resultado de colocar o lucro acima da vida, de ignorar todo o trabalho reprodutivo necessário para manter a vida, desde a regeneração da Terra até ao cuidado entre as pessoas. Este trabalho invisibilizado é colocado sobre as mulheres, igualmente invisibilizadas. Resolver a crise climática implica resolver a crise de cuidados gritante atual.&#8221;</p>



<figure class="wp-block-video"><video height="1280" style="aspect-ratio: 720 / 1280;" width="720" controls src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/03/VID_20240308_200950_122-4390712.mp4"></video></figure>



<p>A solução, afirma, é simples: uma economia centrada na vida e não no lucro, com desenvolvimento de transportes públicos, redistribuição do trabalho, entre outros. &#8220;Mas primeiro, temos que parar a violência contra os nossos corpos e contra a vida. Estas empresas andam a financiar petrolíferas, a financiar armas de destruição massiva. Não podemos consentir que as empresas e os governos não sejam responsabilizados pelas suas escolhas conscientes de destruição. Está nas nossas mãos parar esta guerra brutal contra as nossas vidas.&#8221;</p>



<p>O coletivo de justiça climática que tem o feminismo como um dos seus pilares indica que não haverá justiça de género até haver justiça climática, pois a crise climática afeta mais as mulheres, aumenta a violência física e sexual sobre as mulheres e exerceba as desigualdades exisitentes. Maria acrescenta que, &#8220;Se estás farta de ficar quieta enquanto que os governos e as empresas destroem tudo à nossa volta, junta-te à resistência climática. Serão as mulheres e todas as pessoas a fazer a mudança necessária e garantir que a vida é mais importante do que o lucro de alguns ultra-ricos&#8221;.</p>



<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>



<p>Mais informações:</p>



<p><a href="https://www.climaximo.pt">https://www.climaximo.pt</a></p>



<p></p>




<figure class="wp-block-image size-large"><img alt='maxres-1037873-2064023-7756081-4550597-9794200-1897239-7275915-7148262-3880453-2992200-8857986-9068456-1584548' alt='maxres-1037873-2064023-7756081-4550597-9794200-1897239-7275915-7148262-3880453-2992200-8857986-9068456' alt='maxres-1037873-2064023-7756081-4550597-9794200-1897239-7275915-7148262-3880453-2992200-8857986' alt='maxres-1037873-2064023-7756081-4550597-9794200-1897239-7275915-7148262-3880453-2992200' alt='maxres-1037873-2064023-7756081-4550597-9794200-1897239-7275915-7148262-3880453' alt='maxres-1037873-2064023-7756081-4550597-9794200-1897239-7275915-7148262' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/03/maxres-1037873-2064023-7756081-4550597-9794200-1897239-7275915-7148262-3880453-2992200-8857986-9068456-1584548.jpg' alt="maxres-1037873-2064023-7756081-4550597-9794200-1897239-7275915"/></figure>

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			</item>
		<item>
		<title>GREVE FEMINISTA INTERNACIONAL MARCHA DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES</title>
		<link>https://indymedia.pt/220842/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Mar 2024 22:41:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Queer Feminismo]]></category>
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					<description><![CDATA[Manifesto &#124; Rede 8M &#124; +info 8 DE MARÇO FEMINISTAS EM UNIÃO&#160; CONTRA TODA A OPRESSÃO! No ano em que celebramos os 50 anos do 25 de Abril, mantemos sempre  um olhar no passado, no presente e no futuro. Relembramos as mulheres  que fizeram parte da resistência anti-fascista durante a ditadura e  ajudaram a construir [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="https://drive.google.com/file/d/1Nd6iqEzl4O0wb9nGROafpP3AGlmvOZ8p/view?pli=1">Manifesto</a> | <a href="https://proxigram.lunar.icu/rede8marco">Rede 8M</a> | <a href="https://linktr.ee/8marco">+info</a></p>



<p>8 DE MARÇO FEMINISTAS EM UNIÃO&nbsp; CONTRA TODA A OPRESSÃO!</p>



<p>No ano em que celebramos os 50 anos do 25 de Abril, mantemos sempre  um olhar no passado, no presente e no futuro. Relembramos as mulheres  que fizeram parte da resistência anti-fascista durante a ditadura e  ajudaram a construir a revolução e o pós-revolução, mesmo quando  silenciadas tanto pelos opressores como pelos seus pares. Mantemos um  olhar atento às forças que tentam destruir todas as conquistas de Abril e  recusamos dar um único passo atrás. Renovamos o nosso compromisso  com as promessas de Abril ainda por concretizar e que, a cada ano,  precisam do nosso compromisso e do nosso punho cerrado. Neste que é  o último dia de campanha eleitoral para umas eleições determinantes para  o nosso futuro, unimos as nossas forças com as feministas que já cá não  estão, com as que hoje lutam por uma sociedade mais justa, e com as que  virão a juntar-se a nós nesta luta que não arreda pé até ao fim de todas as  desigualdades, de todas as discriminações, de todas as opressões! </p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img alt='proxy-7533491-8879188-5791274-2570616' alt='proxy-7533491-8879188-5791274' alt='proxy-7533491-8879188' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/03/proxy-7533491-8879188-5791274-2570616.jpeg' alt="proxy-7533491" class="wp-image-220845"/></figure>



<p>Somos FEMINISTAS EM UNIÃO CONTRA TODA A OPRESSÃO!&nbsp;</p>



<p>Reconhecemos que a nossa luta é interseccional, por isso não só damos&nbsp; as mão para dizer não ao machismo e ao patriarcado, mas também ao&nbsp; racismo, à xenofobia, ao fascismo, ao sionismo, ao colonialismo, aos&nbsp; sistemas de apartheid, como o que é imposto ao povo palestiniano,&nbsp; à LGBTQ-fobia, à transfobia, ao capitalismo, à destruição do planeta,&nbsp; ao extractivismo, à aporofobia e a todas as outras discriminações e&nbsp; opressões.&nbsp;</p>



<p>Feministas não são apenas mulheres, todas as pessoas podem sê-lo, e&nbsp; a luta é por todas! Mulheres cis, mulheres trans, pessoas não-binárias,&nbsp; género fluido, intersexo, homens trans, homens cis, todas as pessoas&nbsp; podem dar as mãos!&nbsp;</p>



<p>A violência doméstica, a violência sexual, a violência obstétrica, o assédio&nbsp; no espaço público e em contexto laboral, o sistema de justiça machista, a&nbsp; transfobia, o tráfico de meninas e mulheres, a negação dos direitos sexuais&nbsp; e reprodutivos, o racismo e a xenofobia, entre muitas outras formas de&nbsp; violência de género, assentam na estrutura da nossa sociedade.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>As desigualdades laborais, a precariedade, a falta de apoio à&nbsp; parentalidade, a dificuldade no acesso a cargos de liderança institucionais&nbsp; e políticos, as frágeis condições de habitação, a pobreza e a desigual&nbsp; atribuição dos papéis de género são fenómenos que penalizam sobretudo&nbsp; as mulheres.&nbsp;</p>



<p>Dizemos não a todas as desigualdades, porque somos FEMINISTAS EM&nbsp; UNIÃO CONTRA TODA A OPRESSÃO!</p>



<p>Na esfera privada, são as mulheres quem mais sofre de violência&nbsp; doméstica, não tendo, muitas vezes, oportunidade para sair da relação,&nbsp; por dependência económica. Além disso, as mulheres vítimas de violência&nbsp; acabam, muitas vezes, por não denunciar, com medo do estigma ou falta&nbsp; de confiança num sistema de justiça marcadamente machista que não&nbsp; responde aos seus problemas.&nbsp;</p>



<p>Exigimos o alargamento da rede de casas de abrigo, o investimento&nbsp; na habitação social, bem como mais apoios — laborais, de saúde,&nbsp; económicos e sociais — para as mulheres e crianças vítimas de&nbsp;&nbsp;</p>



<p>violência doméstica, assim como o fim da precariedade dos sistemas&nbsp; de apoio.&nbsp;</p>



<p>Exigimos o reconhecimento do agressor como o único responsável&nbsp; pela violência e o uso mais frequente de medidas que imponham o&nbsp; seu afastamento efectivo e reabilitação e assegurem a segurança&nbsp; da vítima, abolindo também a figura da suspensão provisória do&nbsp;&nbsp;</p>



<p>processo.*&nbsp;</p>



<p>Somos também quem mais sofre de violência sexual, nomeadamente de&nbsp; assédio, tanto em contexto laboral, como nas escolas, nas universidades,&nbsp; entre outros espaços públicos e privados.&nbsp;</p>



<p>Exigimos a responsabilização dos agressores de qualquer tipo de&nbsp; violência, sem recurso a atenuantes desadequadas.&nbsp;</p>



<p>Exigimos a existência de gabinetes de apoio à denúncia do assédio&nbsp; nas universidades e locais de trabalho e sanções para as empresas&nbsp; que permitam o assédio moral e sexual.&nbsp;</p>



<p>Por reconhecermos que o patriarcado está internalizado na nossa&nbsp; sociedade,&nbsp;</p>



<p>Exigimos uma política de consciencialização pública para o&nbsp;&nbsp;</p>



<p>assédio, que torne socialmente claro que este coloca as meninas e&nbsp; mulheres em perigo, mesmo quando se tratam de micro-agressões&nbsp; aparentemente inofensivas e normalizadas, como o assobio ou o&nbsp; comentário sobre o corpo, para que todas as pessoas se tornem&nbsp;&nbsp;</p>



<p>vigilantes e activas na sua prevenção e censura social.&nbsp;</p>



<p>*Em casos de violência doméstica, a figura da suspensão provisória do processo é, teoricamente, uma opção por&nbsp; parte da vítima, em que esta dá autorização para a suspensão. Contudo quando olhamos para a realidade, na maioria&nbsp; das vezes esta opção é tomada sem ser por livre e espontânea vontade mas por pressão dos magistrados. Fazendo&nbsp; que quando a violência é repetida, e a vitima volta a apresentar queixa, culpem novamente a vítima porque ter&nbsp; suspendido o processo. No relatório europeu de avaliação da convenção de Istambul é indicado que Portugal deve&nbsp; acabar com esta figura jurídica, porque ajuda apenas o agressor a ficar livre de qualquer represália, e nunca a vitima.</p>



<p>Saímos à rua porque vivemos, ainda hoje, num mundo profundamente&nbsp; desigual, que desvaloriza a nossa força e a nossa dignidade. Somos nós,&nbsp; mulheres, que representamos a maioria dos vínculos laborais precários e&nbsp; a tempo parcial, a dupla jornada por que passamos para garantir o trabalho&nbsp; doméstico e os cuidados informais, aos filhos, filhas e outras pessoas&nbsp; dependentes.&nbsp;</p>



<p>Exigimos o fim do trabalho precário e salários iguais para trabalhos&nbsp; iguais.&nbsp;</p>



<p>Exigimos o fim dos ataques aos direitos de parentalidade e o reforço&nbsp; dos apoios sociais a famílias monoparentais e a mães desempregadas.&nbsp;</p>



<p>Exigimos o reconhecimento do valor social do trabalho doméstico e&nbsp; dos cuidados, a partilha de responsabilidade na sua prestação e mais&nbsp; respostas públicas de socialização do trabalho doméstico, para que&nbsp; homens e mulheres beneficiem igualmente dos tempos de lazer e&nbsp; descanso.&nbsp;</p>



<p>A cultura estruturalmente machista, patriarcal, conservadora e racista&nbsp; também se reproduz nas escolas e nas universidades, quando se silenciam&nbsp; as vozes das mulheres, especialmente as racializadas, imigrantes e&nbsp; de etnia cigana, naquilo que tem sido a propagação das histórias dos&nbsp; “vencedores”, com vieses coloniais. Foi criada a disciplina de cidadania,&nbsp; mas encontramos falta de formação da comunidade que a lecciona, o que&nbsp; se traduz frequentemente em discursos opressivos e discriminatórios,&nbsp; impedindo a evolução do conhecimento dos alunos.&nbsp;</p>



<p>Exigimos uma educação pública e gratuita, comprometida com as&nbsp; agendas políticas da igualdade, da sustentabilidade e dos direitos&nbsp; humanos.&nbsp;</p>



<p>Exigimos formação especializada em assuntos de prevenção primária&nbsp; para a violência no namoro, a ciber-violência, a educação sexual, a&nbsp; igualdade de género, a educação para a diversidade, para os direitos&nbsp; humanos e a consciencialização de todos os tipos de violência, para&nbsp; toda a comunidade escolar.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Exigimos que a escola garanta a diversidade curricular, promovendo&nbsp; o espírito crítico e espaços seguros e livres de agressões.&nbsp;</p>



<p>Exigimos a correção dos currículos preconceituosos, desmantelando&nbsp; particularmente as narrativas colonialistas.&nbsp;</p>



<p>Exigimos a democratização e livre acesso ao conhecimento&nbsp; científico.</p>



<p>Com a crescente crise habitacional que o país enfrenta, somos&nbsp; também nós, as mulheres, que somos colocadas em situações de maior&nbsp; vulnerabilidade, muitas vezes obrigadas a continuar em contextos de&nbsp; violência, ou a aceitar abusos por parte dos senhorios.&nbsp;</p>



<p>Exigimos que a habitação seja regularizada para que seja um direito e&nbsp; nunca um negócio especulativo.&nbsp;</p>



<p>Exigimos igualdade de acesso à habitação por parte de mulheres&nbsp; trans, mulheres com deficiência, pessoas LGBTQIAP+, mulheres&nbsp; racializadas, mulheres imigrantes, mulheres ciganas, mulheres jovens&nbsp; ou idosas, que são muitas vezes discriminadas no acesso à habitação.&nbsp;</p>



<p>Exigimos um maior número de casas e residências acessíveis, em&nbsp; particular para que a falta de habitação não impeça o acesso ao&nbsp; ensino superior.&nbsp;</p>



<p>Somos as mais pobres e invisibilizadas e nem entre as pessoas em situação&nbsp; de sem-abrigo e/ou pessoas utilizadoras de substâncias ilícitas estamos&nbsp; livres de violência machista e patriarcal.&nbsp;</p>



<p>Exigimos uma abordagem cuidada de género nas respostas&nbsp; sociais para as pessoas em situação de sem-abrigo e/ou pessoas&nbsp; utilizadoras de substâncias ilícitas, considerando as necessidades e&nbsp; vulnerabilidades particulares das mulheres nessas situações.&nbsp;</p>



<p>Exigimos o mapeamento das pessoas em situação de sem abrigo, sem&nbsp; cunho discriminatório, para que se possam criar medidas concertadas&nbsp; e garantir a todas as pessoas o direito à habitação.&nbsp;</p>



<p>Nos cuidados de saúde, somos também as mais prejudicadas,&nbsp; especialmente através de discriminações a pessoas LGBTQIAP+, da&nbsp; violência obstétrica, da falta de acesso ao aborto seguro e noutros&nbsp; cuidados de saúde. Em tempos em que algumas forças políticas falam&nbsp; de revogar o direito à interrupção voluntária da gravidez, torna-se mais&nbsp; importante defender os nossos direitos.&nbsp;</p>



<p>Exigimos a inscrição na Constituição do acesso universal e efetivo&nbsp; à interrupção voluntária da gravidez segura, à semelhança do que&nbsp; foi feito em França, o fim do período de reflexão e o alargamento do&nbsp; prazo para 12 semanas. Exigimos o registo de todos médicos objetores&nbsp; de consciência de IVG e a obrigatoriedade de disponibilidade, em&nbsp; todos os concelhos, de acesso efectivo à IVG.</p>



<p>Exigimos mais formação sobre inclusão de pessoas LGBTQIAP+&nbsp; para profissionais de saúde que permitam também um acesso livre&nbsp; e efetivo, com estratégias de saúde específicas, aos cuidados no&nbsp; Serviço Nacional de Saúde para as pessoas trans e não-binárias.&nbsp;</p>



<p>Exigimos uma maior atenção e cuidado, por parte dos profissionais&nbsp; de saúde e serviços sociais, para com as vitimas de mutilação genital&nbsp; feminina, assim como uma divulgação e consciencialização sobre os&nbsp; perigos deste acto.&nbsp;</p>



<p>Exigimos o acesso facilitado a consultas de saúde sexual e&nbsp; reprodutiva.&nbsp;</p>



<p>Exigimos o parto humanizado, respeitando a vontade da mulher,&nbsp; e o fim de todas as violências obstétricas, a reabertura e reforço&nbsp; das maternidades, das urgências e dos serviços de ginecologia/&nbsp;</p>



<p>obstetrícia em todo o território nacional, particularmente no Interior e&nbsp; noutras zonas de baixa densidade populacional.&nbsp;</p>



<p>O movimento feminista deve ser capaz de incluir e ouvir as lutas e&nbsp; reindivicações de todas as trabalhadoras do sexo, que, por praticarem uma&nbsp; atividade ainda invisibilizada e altamente estigmatizada, são tantas vezes&nbsp; discriminadas e silenciadas.&nbsp;</p>



<p>Exigimos que seja ouvida a voz destas mulheres sem julgamentos de&nbsp; natureza moral e/ou preconceituosa.&nbsp;</p>



<p>Exigimos que tenham acesso a apoios sociais e retaguarda financeira&nbsp; e de saúde.&nbsp;</p>



<p>Exigimos que o trabalho sexual sejam reconhecido como trabalho.&nbsp;</p>



<p>Os valores hetero-normativos da nossa sociedade, que tentam dizer nos quem somos e onde devemos estar, continuam a perseguir e a&nbsp; hostilizar todas as pessoas não-binárias, mulheres trans, bissexuais e&nbsp; lésbicas, discriminando a diversidade de identidades de género e de&nbsp; orientações sexuais. A violência de que somos alvo não pode ser o vosso&nbsp; entretenimento!&nbsp;</p>



<p>Exigimos o direito à auto-determinação dos corpos para todas as&nbsp; pessoas.&nbsp;</p>



<p>Exigimos educação sexual inclusiva nas escolas, em que sejam&nbsp; abordados temas como a identidade de género e a orientação sexual.</p>



<p>Exigimos mais representatividade da diversidade sexual, de género e&nbsp; racial nos media e nos diversos setores laborais e culturais.&nbsp;</p>



<p>Exigimos a criação de espaços públicos de apoio e acolhimento&nbsp; para pessoas da comunidade LGBTQIAP+ que são discriminadas&nbsp; e expulsas pela suas famílias, assim como o apoio às associações&nbsp; existentes.&nbsp;</p>



<p>Sabemos que as mulheres imigrantes, racializadas e de etnia cigana, como&nbsp; consequência do racismo enraizado na sociedade, são as mais expostas&nbsp; à pobreza, à desigualdade de oportunidades na saúde, educação e&nbsp; participação política, ao trabalho precário e à habitação sem condições e&nbsp; com rendas inadmissíveis!&nbsp;</p>



<p>Exigimos o fim das políticas racistas e colonizantes, assim como a&nbsp; criminalização do racismo.&nbsp;</p>



<p>Exigimos o fim das discriminações que aumentam a desigualdade,&nbsp; aplicando sanções para as empresas que permitem o assédio ou a&nbsp; discriminação baseada na identidade étnico-racial.&nbsp;</p>



<p>Exigimos o levantamento dos dados étnico-raciais da população,&nbsp; de acordo com o apelo continuado das comunidades imigrantes e&nbsp; racializadas.&nbsp;</p>



<p>Exigimos apoio e facilitação no acesso ao direito de refúgio e livre&nbsp; mobilidade, e o fim do novo pacto europeu para as migrações, que&nbsp; restringe ainda mais o acesso à Europa, abrindo portas à detenção&nbsp; de pessoas enquanto estão a tratar da burocracia relacionada com&nbsp;&nbsp;</p>



<p>a regularização do seu estatuto migratório. Assim como o fim da&nbsp; Frontex que, com a desculpa da proteção da “Europa-fortaleza”, é&nbsp; cúmplice na morte e expulsão de milhares de pessoas.&nbsp;</p>



<p>Mulheres com diversidade funcional e/ou neurodivergência sofrem&nbsp; discriminação, presente em todos os contextos, aumentando as chances&nbsp; de sofrerem violência, incluindo a falta de acessibilidade que é uma das&nbsp; violências mais normalizadas e invisibilizadas na sociedade.&nbsp;</p>



<p>Exigimos o fim do capacitismo socialmente enraizado, presente&nbsp; na exclusão social de pessoas com diversidade funcional e/ou&nbsp; neurodivergência em todos os contextos sociais.&nbsp;</p>



<p>Exigimos a auto-determinação dos corpos com diversidade&nbsp; funcional.</p>



<p>Exigimos garantias de mais acessibilidade, tanto atitudinal, como&nbsp; física, metodológica, instrumental, comunicacional para estas&nbsp; pessoas.&nbsp;</p>



<p>Exigimos uma maior inclusão no mercado laboral, promovendo&nbsp; uma maior autonomia destas pessoas. Assim como formação para a&nbsp; inclusão a toda a classe trabalhadora.&nbsp;</p>



<p>Exigimos que os direitos sexuais e reprodutivos das mulheres com&nbsp; deficiência sejam respeitados, pondo fim à esterilização forçada e&nbsp; outros tipos de violência contra os corpos não normativos.&nbsp;</p>



<p>Somos as mais afectadas pela crise climática, particularmente as mulheres&nbsp; do Sul Global, por estarem menos abrangidas por redes de protecção&nbsp; social e terem tradicionalmente trabalhos mais associados aos cuidados.&nbsp; Ao mesmo tempo, somos as que lideramos o combate às alterações&nbsp; climáticas.&nbsp;</p>



<p>Cada vez mais, o sistema capitalista leva-nos ao colapso ambiental. Só&nbsp; ao fazer uma revolução que rompa com este sistema, à escala global,&nbsp; poderemos assegurar a sobrevivência da humanidade.&nbsp;</p>



<p>Exigimos que as mulheres que lideram a luta contra as alterações&nbsp; climáticas, em particular as mulheres indígenas, as companheiras&nbsp; zapatistas do México e as mulheres curdas de países do Médio&nbsp; Oriente sejam ouvidas na construção de uma solução política&nbsp; internacional para este problema.&nbsp;</p>



<p>Exigimos que as pessoas refugiadas e deslocadas climáticas tenham&nbsp; um estatuto internacional particular, como as que foram obrigadas a&nbsp; sair dos seus países em consequência das cheias no Paquistão e da&nbsp; submersão de áreas importantes de países como o Tuvalu e o Kiribati.&nbsp;</p>



<p>Exigimos a promoção de um planeamento urbano de distâncias&nbsp; curtas, com o desenvolvimento massivo de transportes públicos&nbsp; gratuitos.&nbsp;</p>



<p>Exigimos o desmantelamento da indústria bélica, usada para impor&nbsp; formas de opressão e exploração colonialistas, que subjuga o planeta&nbsp; e as pessoas, investindo, em vez disso, numa transição justa nas&nbsp; energias e no mercado de trabalho.&nbsp;</p>



<p>Por não nos esquecermos das populações das regiões afectadas&nbsp; pela mineração: Exigimos o fim do Plano de Fomento Mineiro e a&nbsp; interrupção imediata de toda a mineração em curso e projectada, na&nbsp; terra e no mar, bem como acção clara e efectiva contra a mineração&nbsp; em mar profundo.</p>



<p>Há cinco meses que assistimos a um genocídio em directo nas nossas&nbsp; televisões e redes sociais, por parte de um estado colonialista, racista&nbsp; e de apartheid. Juntamos as nossas vozes às mulheres Palestinas, não&nbsp; só em Gaza, mas em todo o mundo, que fazem de cada acto um lugar de&nbsp;&nbsp;</p>



<p>resistência e perseverança, quando forças imperialistas tentam apagar a&nbsp; sua história e cultura.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Recusamos os olhares que se pensam superiores na procura de&nbsp; uma solução, e ainda mais as tentativas de criminalização da resistência.&nbsp; Rejeitamos todas as intervenções colonialistas e imperialistas, venham&nbsp; elas dos Estados Unidos da América ou da Federação Russa. Recusamos&nbsp; manter-nos em silêncio e ser cúmplices de todas estas opressões!&nbsp;</p>



<p>Exigimos o fim imediato e efectivo do Estado sionista e a libertação e&nbsp; auto-determinação do povo palestino, da qual depende a liberdade de&nbsp; todas nós;&nbsp;</p>



<p>Exigimos o reconhecimento imediato e incondicional do Estado&nbsp; Palestino, pelo parlamento Português;&nbsp;</p>



<p>Exigimos a aplicação de sanções ao Estado de Israel.&nbsp;</p>



<p>Exigimos o fim da visão colonialista e da ideia de uma superioridade&nbsp; moral do Ocidente, que é uma narrativa racista, falsa e&nbsp;&nbsp;</p>



<p>frequentemente causadora de guerras.&nbsp;</p>



<p>Assim, unimos as nossas vozes em nome de todas as mulheres,&nbsp; marchamos juntas pela construção de uma sociedade assente na justiça,&nbsp; na igualdade, na dignidade e na liberdade, ocupando as nossas ruas sem&nbsp; medo. Juntas, unidas e em luta por um mundo melhor!&nbsp;</p>



<p>Por isso, dizemos que somos&nbsp;&nbsp;</p>



<p>FEMINISTAS EM UNIÃO&nbsp;&nbsp;</p>



<p>CONTRA TODA A OPRESSÃO!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O evento Leiria Drag Festival foi alvo de tentativas de perseguição fascistas</title>
		<link>https://indymedia.pt/220589/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Mar 2024 16:40:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Discriminação]]></category>
		<category><![CDATA[Queer Feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Drag]]></category>
		<category><![CDATA[LGBTI]]></category>
		<category><![CDATA[Queer]]></category>
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					<description><![CDATA[COMUNICADO &#124; Movimento LGBTI Leiria &#124; Leiria Drag Festival É público que existe uma onda de discurso de ódio exponenciado pela política de extrema-direita emergente em Portugal. Em 2023, um grupo organizado invadiu espaços e eventos LGBTQIAP+, utilizando como argumento a erradicação da ideologia de género. Seguindo os movimentos destas organizações, o evento ocorrido no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="https://ig.opnxng.com/p/C36hTC7okqW#3313106920237320854-1">COMUNICADO | Movimento LGBTI Leiria</a> | <a href="https://proxigram.lunar.icu/leiriadragfestival">Leiria Drag Festival</a></p>



<p>É público que existe uma onda de discurso de ódio exponenciado pela política de extrema-direita emergente em Portugal.</p>



<p>Em 2023, um grupo organizado invadiu espaços e eventos LGBTQIAP+, utilizando como argumento a erradicação da ideologia de género.</p>



<p>Seguindo os movimentos destas organizações, o evento ocorrido no passado dia 24 de fevereiro em Leiria foi alvo de perseguições semelhantes.</p>



<p>Na quinta edição do Leiria Drag Festival, sendo a segunda no Teatro José Lúcio da Silva, a Câmara Municipal de Leiria recebeu em Assembleia Municipal uma moção por deputados do Chega solicitando o fim do apoio ao evento. Esta moção anti-democrática e opressora da liberdade artística utilizou como pretexto a possível acessibilidade do espetáculo a crianças, sendo que esse argumento fere o direito de liberdade de escolha individual de qualquer pessoa de estar no evento.</p>



<p>O Leiria Drag Festival apresenta diversas formas de arte como drag/transformismo, música e dança, numa celebração Queer para todas as pessoas.</p>



<p>Após ser negada a reivindicação desta moção, um indivíduo iniciou ameaças nas redes sociais contra o Leiria Drag Festival, além de ter realizado a compra de bilhetes para estar no evento.</p>



<p>Perante isto, foi necessário reunir esforços para aumentar a segurança do estabelecimento e permitir que este se realizasse sem intercorrências.</p>



<p>Na LGBT Leiria, foi pensada uma ação organizada de uma contra-manifestação composta por palavras de ordem em caso de agressões verbais e a entrega de cravos às artistas que se apresentaram e a plateia, acompanhados com um cartão que continha a mensagem:</p>



<p>50 anos | 25 Abril A revolução fez-se para todes! Dia 10 Pela Liberdade; Pela Democracia; Votem em consciência!</p>



<p>Em resumo, o líder da ação de ódio foi proibido de entrar no teatro, neste seguimento cerca de 25 pessoas do mesmo grupo optaram por não entrar.</p>



<p>Após tal acontecimento, o coletivo LGBTI Leiria decide tornar público o que ocorreu, evidenciando que esses grupos continuam organizados e a agir em vários locais do país, para que seja de conhecimento de todos, todas e todes.</p>



<p>Em Leiria o amor, a arte, as cores e o orgulho venceram!<br>Que continuemos a vencer todes juntes!</p>



<p>Dia 10 de março, vota em consciência e pela liberdade de todes!</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img alt='proxy-6686627-3052545-9736635-8419818-1967493' alt='proxy-6686627-3052545-9736635-8419818' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/03/proxy-6686627-3052545-9736635-8419818-1967493.jpeg' class="wp-image-220591" /></figure>



<p>imagem de capa: <a href="https://proxigram.lunar.icu/p/C33NtpjtDxm#3312176362557815910-4">5° EDIÇÃO DO LEIRIA DRAG FESTIVAL</a></p>



<p><a href="https://www.jornaldeleiria.pt/noticia/movimento-lgbti-denuncia-accao-de-odio-as-portas-do-leiria-drag-festival">https://www.jornaldeleiria.pt/noticia/movimento-lgbti-denuncia-accao-de-odio-as-portas-do-leiria-drag-festival</a></p>



<p><a href="https://www.regiaodeleiria.pt/2024/02/cerca-de-duas-dezenas-de-pessoas-ficam-a-entrada-do-leiria-drag-festival">https://www.regiaodeleiria.pt/2024/02/cerca-de-duas-dezenas-de-pessoas-ficam-a-entrada-do-leiria-drag-festival</a></p>



<p><a href="https://dezanove.pt/a-liberdade-venceu-a-5a-edicao-do-2095579">https://dezanove.pt/a-liberdade-venceu-a-5a-edicao-do-2095579</a></p>



<p><a href="https://www.diarioleiria.pt/noticia/124679">https://www.diarioleiria.pt/noticia/124679</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Testemunho do 2º evento do Projeto Vulva, na Sirigaita, Lisboa</title>
		<link>https://indymedia.pt/220587/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Mar 2024 14:47:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura e Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Discriminação]]></category>
		<category><![CDATA[Indymedia]]></category>
		<category><![CDATA[Queer Feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[itisnotpee]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://indymedia.pt/?p=220587</guid>

					<description><![CDATA[English below. 1 de março. Na Sirigaita, um espaço ativista e autogerido nos Anjos, Lisboa. Encontro organizado pelo projeto Vulva. A oportunidade de falar sobre a vulva sem tabu, de aprender, de se expressar, de recuperar a voz. Un regard sur cette rencontre organisé par le Vulva project. L'occasion de parler de vulve sans tabou, de s'informer, de s'exprimer, de s'indigner, de se réaproprier la parole. Meeting organized by the Vulva project. The opportunity to talk about the vulva without taboo, to get information, to express yourself, to reclaim your voice.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-220585" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/03/WhatsApp-Image-2024-03-02-at-15.35-4001659.48-1.jpeg" alt="WhatsApp-Image-2024-03-02-at-15.35-4001659.48-1" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1 style="text-align: center"><strong>Testemunho do 2º evento do Projeto Vulva. @vulva.project .</strong></h1>
<p style="text-align: center">English below</p>
<h2>1 de março &#8211; Na Sirigaita, um espaço ativista e autogerido nos Anjos, Lisboa</h2>
<p>Este espaço está ameaçado de encerramento. Para os ajudar e lutar contra a gentrificação, informe-se em https://sirigaita.org/index.php/nao-entregamos-as-chaves/</p>
<p style="text-align: left">Uma multidão de vulvas está reunida numa parede. <strong>Diversidade</strong> de forma, tamanho, cor, textura, &#8230; A normalidade foi decidida pelo<strong> mainstream patriarcal</strong> e pela pornografia. Não corresponde à realidade<em>.</em></p>
<p><span class="HwtZe" lang="pt"><span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">Algum artista apresenta seu trabalho em torno da vulva.</span></span> <span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">Também é um produto natural para corpos.</span></span> <span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">Um canto escondido permite tirar fotos e fazer parte da “parede da vulva”.</span></span> <span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">Um lugar de cuidado e paz.</span></span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-220586" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/03/WhatsApp-Image-2024-03-02-at-15.35-8682480.48-2.jpeg" alt="WhatsApp-Image-2024-03-02-at-15.35-8682480.48-2" /></p>
<p style="text-align: right"><em>Alguns olhares abertos encontram-se.</em><br />
<em>Surpreendidos, curiosos, aliviados</em></p>
<p style="text-align: left">
20h &#8211; Carmo Gê Pereira, @carmogepereira, apresentou o seu trabalho sobre a vulva. Ensinou-nos sobre as raízes, os significados e o uso do <strong>vocabulário em torno da vulva</strong>, e como este tem<strong> influenciado as mentalidades</strong>. &#8220;Partes femininas&#8221;, &#8220;partes íntimas&#8221;, &#8220;partes genitais&#8221;, &#8220;órgãos genitais&#8221;, &#8220;partes reprodutivas&#8221;, muito, mas não Vulva. Esta parte do corpo de metade da população tem sido escondida, mal compreendida, diabolizada, ignorada. Para libertar a vulva da opressão, temos de usar as palavras certas. O pior é que isso resultou em <strong>problemas médicos</strong>. Temos o direito de saber como somos feitos, de viver saudáveis e felizes! Este conteúdo que a Carmo criou estará brevemente disponível na web e em papel, fiquem atentos.</p>
<p style="text-align: right">
<em>Algumas pessoas são deitadas de costas, no tapete</em><br />
<em>Gostam de ouvir uma história</em></p>
<p>Também aprendemos sobre o seu funcionamento. De que são compostos a vulva e o clítoris, como funcionam, para que são feitos. <strong>Biologia que devemos aprender na escola</strong>. Sabias que o clítoris tem mais de 10.000 terminações nervosas? A sua estimulação leva à libertação de fluidos das glândulas sexuais. <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/itisnotpee/">#itisnotpee</a>. Risos. A lubrificação, a estimulação, o orgasmo e tantos outros temas precisam de<strong> estudos médicos</strong>, e não de estudos conduzidos com o olhar masculino cisgénero. Há alguns, mas quase nenhum.</p>
<p style="text-align: right"><em>Uma senhora idosa enruga o nariz,</em><br />
<em>talvez ela não consiga ouvir muito bem. </em><br />
<em>Uma mulher ao seu lado, </em><br />
<em>é parecida com ela, mas mais nova,</em><br />
<em>tem um pequeno sorriso.</em></p>
<p style="text-align: right"><em>Um homem idoso com a sua bengala senta-se desde o início ao lado de um banco vazio.</em><br />
<em>Ele parece aprovar muito o que é dito.</em></p>
<p>Pequena pausa. Aplausos e sorrisos. Discussões.</p>
<p>21h &#8211; O local está cheio de gente.<br />
A segunda parte é uma conversa entre Mó, @mo_so.mo, e o público. Pedem-nos que escrevamos num post-it <strong>como se chama a nossa vulva</strong>. Precisam que se trata de uma pergunta auto-determinada. &#8220;Só tu é que sabes se achas que tens uma vulva ou não&#8221;. Momento muito <strong>inclusivo</strong>, as pessoas transgénero são consideradas. O mesmo acontece com as pessoas que não falam português, que são convidadas a juntar-se para receberem a &#8220;tradução pessoal&#8221; de Carmo.</p>
<p>Uma pessoa na frente exprime-se: &#8220;Nunca uso a palavra &#8220;vulva&#8221;. Soa estranho e faz-me sentir um pouco <strong>envergonhada</strong>&#8220;.</p>
<p>Ao usarmos as nossas próprias palavras para falar sobre a vulva, recuperamos o poder. A literatura científica sobre a vulva tem sido <strong>escrita por homens brancos cisgénero</strong>. A história é escrita pelo opressor. <strong>Vamos escrever a nossa própria história</strong>.</p>
<p>Aparecem post-it num quadro branco: &#8220;Gina&#8221;, &#8220;Patata&#8221;, &#8220;Schneck&#8221;, &#8220;Nest&#8221;, &#8220;Treasure&#8221;, &#8230;</p>
<p>Depois de um tempo de partilha, o jantar é anunciado. &#8220;Orgasmo culinário garantido!&#8221;</p>
<p style="text-align: center">
<strong>As pessoas de ouvidos abertos.</strong><br />
<strong>Sentir-se seguro. Aliviar-se de encontrar um lugar onde</strong><br />
<strong>Exprimir-se por uma vez e ser convidado.</strong><br />
<strong>Nem sujo, nem mau, nem culpado, nem escondido, nem discriminado, nem vergonhoso, nem feio,</strong><br />
<strong>Mas uma fonte de alegria, prazer, liberdade, bem-estar, auto-entendimento.</strong><br />
<strong>Conhecermo-nos a nós próprios é recuperar o poder</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1 style="text-align: center">Testimony of the 2nd Vulva Project event. @vulva.project .</h1>
<h2>1 march 2024 &#8211; At Sirigaita, an activist and self-managed place in Anjos, Lisboa</h2>
<p>This place is threatened with closing. To help them and fight gentrification, get informed on https://sirigaita.org/index.php/nao-entregamos-as-chaves/</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A multitude of vulva are gathered on a wall. <b>Diversity</b> of shape, size, color, texture, … Normality has been decided by <b>patriarchal mainstream</b> and pornography. It doesn’t fit with reality.</p>
<p>Some artist presents their work around vulva. Their is also natural bodies product. A hidden corner allow to take picture and be part of the &#8220;vulva wall&#8221;. A place of care and peace.</p>
<p style="text-align: right"><i>Some opened gaze meet.</i></p>
<p style="text-align: right"><i>Surprised, curious, relieved</i></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>20h &#8211;  Carmo Gê Pereira, @carmogepereira, presented her work about vulva. She taught us about the roots, the meanings and the use of the <b>vocabulary around vulva</b>, and how it has <b>influenced mentalities</b>. “Feminin parts”, “intimate parts”, “Genital parts”, “Genital organs”, “reproductive parts”, a lot but not Vulva. This body part of half the population has been hidden, misunderstood, diabolized, ignored. To free vulva from oppression, we must use the right words. The worst is that it resulted in <b>medical problems</b>. We have the right to know how we are made, <strong>to live healthy and happy</strong> ! This content Carmo created will soon be available on web and on paper, stay tuned.</p>
<p style="text-align: right"><i>Some people are laid down on the back, on the carpet</i></p>
<p style="text-align: right"><i>Like to listen to a story</i></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>We also learned about its functioning. With what vulva and clitoris are composed of, how it works, what it is made for. <b>Biology</b> that we should learn at school. Did you know that <strong>clitoris</strong> has more than <strong>10,000 nerve endings</strong> ? Its stimulation leads to release of fluids, from sexual glands. <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/itisnotpee/">#itisnotpee</a>. Laughter. Lubrication, stimulation, orgasm, and so many more topics need<b> medical studies</b>, not lead with cisgender male gaze. There are some, but almost none.</p>
<p style="text-align: right"><i>An old lady wrinkle her nose,</i></p>
<p style="text-align: right"><i>maybe she just can’t hear very well. </i></p>
<p style="text-align: right"><i>A woman beside her, </i></p>
<p style="text-align: right"><i>looks just like her but younger,</i></p>
<p style="text-align: right"><i> has a little smile.</i></p>
<p style="text-align: right">
<p style="text-align: right"><i>An elderly man with his cane sits from the beginning beside an empty stool.</i></p>
<p style="text-align: right"><i>He seems to approve of what is said very much.</i></p>
<p>Short break. Applauses and smiles. Discussions.</p>
<p>21h &#8211; The place is crowded.</p>
<p>The second part is a conversation between Mó, @mo_so.mo, and the audience. They ask us to write on post-it <b>how do you call our vulva</b>. They precise that it is a self-determined question. “You are the only one who knows if you think you have a vulva or not”. Very inclusive moment, transgender people are considered. The same with non-portuguese speakers, they are invited to gather to have “personal translation” by Carmo.</p>
<p>Someone in the front expresses herself : “I never use the word “Vulva”. It sounds weird, and makes me feel a bit ashamed.”</p>
<p>By using our own words to talk about vulva, we take the power back. <b>Scientific literature about vulva has been written by white cisgender men</b>. History is written by the oppressor. Let’s write our own.</p>
<p>Post-it appear on a white board : “Gina”, “Patata”, “Schneck”, “Nest”, “Treasure”, …</p>
<p>After a sharing time, dinner is announced. ”Culinar orgasm guaranteed !</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center"><strong><em>Those people with open ears.</em></strong></p>
<p style="text-align: center"><strong><em>Feeling safe. Relieve to find a place where</em></strong></p>
<p style="text-align: center"><strong><em>Express yourself for once you are invited to.</em></strong></p>
<p style="text-align: center"><strong><em>Neither dirty, nor bad, nor guilty, nor hidden, ni discriminated, no shameful, nor ugly,</em></strong></p>
<p style="text-align: center"><strong><em>But a source of joy, pleasure, freedom, well-being, self-understanding.</em></strong></p>
<p style="text-align: center"><strong><em>Knowing ourselves is taking the power back.</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-220584" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/03/WhatsApp-Image-2024-03-02-at-15.35-2777776.47.jpeg" alt="WhatsApp-Image-2024-03-02-at-15.35-2777776.47" /></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Romper o silêncio Queer na Revolução Curda</title>
		<link>https://indymedia.pt/218036/</link>
					<comments>https://indymedia.pt/218036/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Feb 2024 06:58:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Indymedia]]></category>
		<category><![CDATA[Queer Feminismo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://indymedia.pt/2024/02/01/romper-o-silencio-queer-na-revolucao-curda/</guid>

					<description><![CDATA[Conversa com uma militante trans não binária, actualmente em Rojava e no seio de um partido marxista-leninista, sobre a visibilidade das pessoas queer e a contradição que existe dentro do movimento curdo. Poucos são os que abordam a questão queer na luta pela autodeterminação dos curdos. Mas apesar desse voto de silêncio, a questão continua [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4>Conversa com uma militante trans não binária, actualmente em Rojava e no seio de um partido marxista-leninista, sobre a visibilidade das pessoas queer e a contradição que existe dentro do movimento curdo.</h4>
<p>Poucos são os que abordam a questão queer na luta pela autodeterminação dos curdos. Mas apesar desse voto de silêncio, a questão continua lá. O movimento de solidariedade com o Curdistão, a nível internacional, é construído por muitas pessoas queer. Em particular, no que toca à promoção da jineoloji, a ciência das mulheres, muito do seu apoio internacional vem de mulheres queer e trans, cuja militância as aproxima da solidariedade curda. Mas, no que toca à questão queer, o movimento curdo mostra-se consistentemente «hesitante», se não «retrógrado». Dentro das regiões libertadas do Curdistão, onde a emancipação das mulheres é prioritária, as pessoas queer mantêm-se tão reprimidas como sempre.</p>
<p>A justificação «revolucionária» dada para esta contradição é a de que há assuntos mais urgentes para se tratar, numa situação de ataques constantes e de embargos económicos, e de que esta é uma questão muito delicada, devido ao conservadorismo da população. Uma justificação fraca e idêntica à que foi dada, durante décadas, para não se trabalhar na questão da libertação da mulher, uma atitude hoje identificada como tendo sido extremamente contra-produtiva e injusta. Tal como a emancipação da mulher ajudou a libertar um grande potencial criativo e revolucionário dentro do Curdistão, o mesmo aconteceria se a libertação queer fosse trabalhada com tal vigor.</p>
<p>Z., chamemos-lhe assim por não poder revelar o seu nome, é militante da União das Mulheres Comunistas do Partido Comunista Turco – Marxista-Leninista (TKP-ML), fundado em 1994 na fusão de anteriores organizações comunistas de tendência albanesa, ou seja, de cariz altamente conservador na defesa do estalinismo e contra qualquer reformismo comunista. Razões de sobra para nos surpreender que aqui encontremos um interlocutor com quem discutir a questão queer em Rojava.</p>
<p><strong>«Se és queer, tens de mudar»</strong></p>
<ol>
<li>apresenta-se: «nasci no Curdistão Turco, no seio de uma família alevi de classe trabalhadora». O alevismo é uma tradição islâmica heterodoxa que existe entre curdos e turcos na Anatólia. Na cultura alevi, as mulheres têm geralmente um maior papel na prática religiosa e na liderança familiar, embora continuem a sofrer, tradicionalmente, da forte violência patriarcal que é comum a toda a sociedade. Nesse contexto, Z. recorda o processo de descoberta da sua identidade. «Nas minhas primeiras experiências com a sexualidade, compreendi que era “diferente”, mas estava a tentar convencer-me de que tinha de ser “normal”. Na minha família, os papéis do trabalho doméstico e do trabalho externo são muito mais democráticos do que na maior parte da Turquia e do Curdistão. Mas continuam a existir papéis masculinos e femininos bem definidos. A minha autoaceitação e a minha politização foram, na realidade, paralelas. Embora o local onde comecei a luta organizada fosse bastante LGBTI+fóbico, as ideias revolucionárias, a luta pela liberdade e a aprendizagem sobre o marxismo ajudaram-me a aceitar a minha identidade sexual. Quando olho para os meus amigos, que se assumiram na mesma altura que eu mas que vieram de círculos que não eram políticos ou organizados, vejo que as nossas posições sobre a luta LGBTI+ divergem muito. Apesar de, nos primeiros anos, termos tido as nossas primeiras experiências juntes, enquanto eu escolhi a luta social, eles escolheram áreas mais individuais e mais restritas. Eu, por outro lado, partindo de um homem gay, tornei-me uma pessoa trans não binária que se foi libertando à medida que se politizava e se ia conhecendo cada vez mais»Assumir a sua identidade trouxe riscos. Z. fala-nos de Ahmet Yıldız, estudante curdo de Física em Istambul, com 26 anos, assassinado pelo seu pai a 15 de julho de 2008, naquele que é conhecido como o primeiro «crime de honra» contra um homem gay na Turquia. «Ter-me assumido perante a minha família foi um pouco contra a minha vontade. O Ahmet Yıldız tinha sido assassinado pelo seu pai. Estávamos a ouvir muitas notícias semelhantes. A minha família também teve problemas, porque eu era politicamente ative. Por isso, embora uma parte de mim quisesse assumir-se, a outra parte tinha medo, e o medo prevaleceu. Mesmo que soubessem ou sentissem que eu era queer desde pequene, este assunto não era falado abertamente. Era implicitamente enfatizado que eu não devia ser assim, que os que eram assim morriam de doença ou eram mortos por alguém, que eram pessoas não fiáveis, mas nada era dito diretamente sobre o facto de eu ser queer. Diziam-me, “se és queer, tens de mudar”, de uma forma subtil. A minha saída do armário não foi consciente e voluntária. Descobriram-no por acaso. Os primeiros anos foram muito dolorosos. Andámos de um lado para o outro entre psicólogos e psiquiatras. Eu tive sorte. Encontrei médicos que não eram maus. Os médicos disseram à minha mãe a verdade e não o que ela queria ouvir. “A sua criança é normal. Ela não está doente. Você tem de mudar de atitude”. Quando olho para o meu passado, quero dizer isto às pessoas que menosprezam a luta LGBTI+: as lutas reformistas não nos vão trazer liberdade, mas irão facilitar a vida de crianças queer como eu. Não podemos ignorar este facto. Estes médicos, mais jovens e mais conscientes, foram o resultado do ativismo LGBTI+ em organizações como a CETAD», uma associação fundada em 1998 por psiquiatras e psicólogos para o desenvolvimento da saúde sexual.
<p>«A minha família demorou algum tempo a mudar. No final, embora a minha mãe não aprovasse a minha entrada na luta armada, quando conheceu os meus camaradas disse: “estão a lutar por pessoas oprimidas como eles. Estou orgulhosa da minha criança”. O meu pai teve poucas conversas comigo durante estes 10 anos. Não se envolveu diretamente nos meus problemas, neste ou em qualquer outro assunto, exceto para me apoiar economicamente. O fardo estava nos ombros da minha mãe e o facto de ela ter feito essa afirmação fez com que fosse mais fácil para o meu pai aceitar a situação. Passados 10 anos, foi assim que a minha família aceitou a minha identidade sexual».</p>
<p><strong>Lubunyas do Curdistão</strong></p>
<p><strong>«</strong>O Curdistão turco, tal como o resto do mundo, está cheio de diversidade sexual. Mas esta diversidade sexual é oprimida pela dominação patriarcal heterossexual. É o que acontece mesmo entre revolucionários. Trata-se, portanto, de uma geografia onde tudo é vivido em segredo. Por um lado, o secretismo garantia a nossa segurança, mas por outro também nos empurrava para contextos perigosos. E tudo era muito mais difícil no triângulo Estado-Polícia-Máfia em que vivíamos. Claro que a vida das pessoas LGBTI+ no resto da Turquia também é difícil, mas o Curdistão é uma geografia muito mais desafiante neste sentido. Especialmente enquanto eu crescia, as coisas eram diferentes. Atualmente, graças à luta pela liberdade das pessoas LGBTI+, algumas coisas foram superadas. Especialmente graças aos Lubunyas [termo turco para pessoas queer, hoje usado pela comunidade LGBTI+] do Curdistão que, apesar de tudo, desafiam tanto o Estado fascista turco como os revolucionários que não aceitam as pessoas LGBTI+, dizendo: “o Curdistão existe, as pessoas LGBTI+ existem!”. Sempre estive em ambientes políticos. Especialmente entre as pessoas LGBTI+ curdas, existe uma grande solidariedade. De facto, a espinha dorsal do movimento LGBTI+ na Turquia é composta por pessoas de movimentos socialistas, comunistas ou anarquistas, tal como em muitas partes do mundo. Isto significa, naturalmente, um número muito reduzido de Lubunya. A maioria das pessoas LGBTI+ não é assim tão política. A maior parte delas nunca se assume. Mas o facto de não se assumirem não significa que não existam».</p>
<p>«Numa cidade do Curdistão, por exemplo, havia mulheres trans que nós conhecíamos. Nunca vinham aos nossos eventos políticos, mas vinham às nossas festas em casa. Viviam em aldeias diferentes. À noite, uma delas, que tinha carro, ia a outras aldeias e fazia sinal com uma lanterna, e a mulher trans que recebia esse sinal levantava-se calmamente da cama e ia ter ao carro. Assim, juntavam-se algures e divertiam-se e, antes do amanhecer, voltavam novamente para as suas casas. Isto explicava porque é que elas nunca vinham às nossas festas antes das 10 horas, nem iam às festas a seguir».</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Do ativismo LGBTI+ à «vida revolucionária»</strong></p>
<p><strong>«</strong>Nasci no seio de uma família democrática e progressista. Embora o sistema educativo turco nos tenha educado como inimigos dos revolucionários, eu não estava assim tão longe deles. Mas, devido a este sistema educativo, continuei sob a influência intensa do kemalismo». Esta é a ideologia oficial do Estado Turco, que deve o seu nome a Mustafa Kemal Ataturk, primeiro Presidente da Turquia. Um nacionalismo acérrimo em combate com os curdos desde o início da República Turca.</p>
<p>«O meu percurso do kemalismo a ideias mais revolucionárias é, na verdade, uma história trans. Entrei na luta organizada durante os meus anos de secundário. Comecei a participar em protestos, a distribuir jornais e panfletos sobre as reivindicações democráticas da juventude estudantil, a luta da classe trabalhadora, as reivindicações democráticas dos curdos e dos alevitas. Era uma organização reformista e LGBTI+fóbica, mas só posso afirmar isso hoje. Na altura, era a única e verdadeira organização revolucionária para mim. Passado algum tempo, fui sorrateiramente expulso deste grupo por causa das minhas opiniões diferentes e sob o pretexto da minha identidade sexual. Neste processo, fiz amigos muito valiosos. Nunca me deixaram sozinhe durante o processo em que revelei a minha identidade sexual à minha família, e também depois».</p>
<ol>
<li>participará no ativismo LGBTI+ e trans+, mas «os limites do reformismo eram demasiado estreitos. Assim, comecei a dar um passo de uma vida política ao nível do ativismo para me tornar um sujeite na vida revolucionária». O contacto com o TKP-ML surgiu ao acompanhar outro «crime de honra». A 2 de julho de 2012, Roşin Çiçek, jovem gay de 17 anos, «foi brutalmente assassinado pelo seu pai e tios em Amed. Como pessoas LGBTI+ do Curdistão, seguimos este caso. Havia muito poucas pessoas connosco. Uma grande parte eram jovens militantes de Amed», cidade histórica no conflito curdo com a Turquia e assumida por muitos curdos como a capital de facto do Curdistão.</li>
</ol>
<p>Em Amed, os militantes do TKP-ML «eram muito ignorantes em relação às questões LGBTI+, mas também estavam muito interessados em aprender». Z. toma conhecimento de Ibrahim Kaypakkaya, «o líder imortal dos militantes», o fundador do TKP-ML, executado na prisão em 1973, com 24 anos. «Simpatizei facilmente com o camarada Ibrahim por causa da sua resistência. Também vi sinceridade nos <em>partisans</em> de Amed, uma abordagem honesta. Essa simpatia transformou-se em interesse. Sempre que lá ia por causa do caso de Roşin Çiçek, encontrava-me com mulheres militantes, ficava em casa delas. Nas conversas que tive com elas, aprendi muito sobre o camarada İbrahim. Tudo isto se passava em grande segredo. Na Turquia, as casas dos militantes estão sob vigilância. No Curdistão turco, isso é ainda mais rigoroso. Mas, mesmo assim, continuámos a ter discussões calorosas. Também comecei a visitar militantes durante as minhas visitas a Istambul e Ancara por causa do ativismo LGBTI+.»</p>
<p><strong>Um batalhão Queer posa para a fotografia</strong></p>
<p>«Quando a revolução começou, eu não estava organizade no meu partido. Estava a tentar fazer ativismo LGBTI+ no Curdistão. O Movimento Nacional de Libertação do Curdistão ainda hoje se encontra numa posição muito atrasada em termos do movimento LGBTI+, e era ainda mais atrasado quando esta revolução começou, à exceção de algumas deputadas curdas progressistas. Apesar do meu interesse pela revolução e pelos revolucionários, nunca pude fazer parte deste movimento por esta razão, mas isso não significa que não apoiasse a revolução em Rojava. A partir de 2011, participei em todas as manifestações de apoio a Rojava. Estive presente nos funerais dos guerrilheiros. Havia pessoas da minha cidade e da minha escola que se juntaram à guerrilha, foram para Rojava e foram martirizadas. Eu queria muito juntar-me à guerrilha, mas também tinha dezenas de amigos de Amed e Dersim que se juntaram à guerrilha e foram mandados de volta por serem homossexuais ou trans… Apesar da atitude LGBTI+fóbica do Movimento de Libertação Curdo, achei que era necessário apoiar um desenvolvimento progressivo criado por este movimento».</p>
<p>«Apesar daqueles que declaravam que a era das revoluções tinha terminado, estava em curso uma revolução no Médio Oriente, apesar das suas deficiências e do seu carácter ignorante em certos aspectos. Estava a acontecer, apesar dos ataques de uma organização terrorista como o DAESH, um assassino de pessoas LGBTI+ e de mulheres, e apesar do embargo». Quando Ivana Hoffman, uma internacionalista afro-alemã queer na guerra contra o DAESH perdeu a vida em Rojava, em março de 2015, «um amigo meu do MLKP [Partido Comunista Marxista-Leninista] disse, “não nos deixaram dizer que ela era homossexual”, e chorou. O Movimento de Libertação Curdo estava a discutir a questão LGBTI+ de uma forma em Istambul e de outra em Rojava. De facto, a essência das discussões era a mesma, mas um discurso abertamente LGBTI+fóbico em Istambul era contra os seus interesses políticos. Em Rojava, esse discurso existia. Fiquei muito ofendide. Estávamos a dar mártires LGBTI+. Apesar de termos sido martirizados contra o Estado fascista turco e os seus gangues, não nos deixavam expressar a nossa identidade sexual. Por esta razão, no mesmo ano, entoámos slogans como «Ivana Hoffman é a nossa honra! Ivana Hoffman vive no nosso amor» em muitos locais, especialmente nas Marchas do Orgulho».</p>
<p>O episódio de uma fotografia tirada em 2017 em Raqqa por um autoproclamado batalhão queer, que rapidamente se tornou famosa (e infame), exemplificou a dificuldade de uma relação queer na imagem da revolução. «Embora algumas pessoas tenham interpretado negativamente o facto de esta fotografia ter sido tirada e publicada, tratou-se obviamente de uma ação de <em>flash mob</em>. Naturalmente, incomodou algumas pessoas. E as pessoas que fizeram a ação foram vistas como as culpadas. Este é o resultado da lacuna que existe na luta contra o heterossexismo. Só pode ser uma fonte de honra para aqueles que defendem a liberdade LGBTI+ que os combatentes queer que alcançaram a vitória em Raqqa, a capital dos bandos do ISIS que assassinaram brutalmente milhares de pessoas LGBTI+ na Síria e em Orlando [EUA], tirem e partilhem uma foto destas. Mas estamos a falar de uma visão que critica os camaradas que tiraram esta fotografia em vez de criticar a exibição de uma atitude LGBTI+fóbica, escondendo-se atrás de desculpas como as tribos, a religião e a estrutura patriarcal». A fotografia teve um efeito em Z. – «tenho de fazer parte desta revolução apesar de tudo, tenho de desistir desta vida que consiste apenas em mim próprio».<strong>Um passo atrás, um salto em frente?</strong></p>
<ol>
<li>passa assim à condição de militante curde em Rojava. «Foi uma decisão difícil, vir para Rojava. Sabia que estava a deixar tudo para trás, a minha família, os meus amigos, os amantes que tive ao longo dos anos… Mas também sabia que tinha de participar neste processo revolucionário. Não se tratava apenas de Rojava. Não poderia construir a liberdade sozinhe. Ou estava dentro do círculo, ou fora. Quanto tempo poderia me manter no meio? Seria moldade de acordo com as políticas do nosso partido ou preferiria o meu conforto e bem-estar pessoal? O bem-estar pessoal é possível? Porque é que eu deveria ter ficado no sistema enquanto pessoas LGBTI+ morriam em Rojava, enquanto dezenas de pessoas LGBTI+ de Rojava tentavam migrar de barco todos os dias e, ainda por cima, enquanto o TIKKO [o braço armado do TKP-ML] lutava aqui? Vim sabendo das dificuldades. Tive dificuldades, continuo a ter dificuldades. Mas o meu entusiasmo em 2011 deu lugar a uma consciência revolucionária. Talvez não conseguisse fazê-lo só com entusiasmo, mas com a consciência que recebi da União das Mulheres Comunistas e do TKP-ML, esse entusiasmo transformou-se em vontade. Talvez seja esta a resposta para o facto de eu ter aderido muito mais tarde e não em 2011: uma consciência organizada também me permitiu ultrapassar os meus medos e ansiedades».</li>
<li>é acolhido na União de Mulheres Comunistas, «uma organização de mulheres de todas as orientações sexuais e identidades de género e pessoas queer, organizada sob a direção do TKP-ML e com autonomia organizativa. Embora o nosso partido tenha lutado durante mais de 50 anos, foi só muito mais tarde que as mulheres e as pessoas queer conseguiram chegar a ter uma organização tão autónoma. Isto baseia-se certamente no facto de a luta contra o patriarcado e o heterossexismo não ser apenas externa, mas também interna». Z. observa que no partido «permanecem diferentes posições e uma delas é o entendimento que, de uma forma rudimentar, reconhece as pessoas LGBTI+ como identidades doentes ou degeneradas. Hoje estamos a lutar para mandar esta forma de pensar para o caixote do lixo da História». Defendendo «uma posição que vê a luta contra o heterossexismo como parte da luta de classes», refere que o TKP-ML «não nega a luta por reformas, que luta pela ampliação dos direitos democráticos, mas subordina a luta por direitos à luta pelo poder». E reafirmando a subordinação ao poder do «caminho iluminado da ciência do MLM [“maoísmo leninismo marxismo”]» que caracteriza a proposta política desse partido, um das partes da galáxia do Movimento de Libertação do Curdistão.«Após a minha participação direta na revolução, também experimentei mudanças intelectuais. Fiz uma transformação, construí-me a mim próprie, mas tive de renunciar a muitas coisas no meu caminho até aqui. O meu cabelo, a minha roupa, a minha maquilhagem, as pessoas que amo muito, o meu estilo de vida… Senti o peso disso por muito tempo, mas a certa altura percebi que ser queer não é apenas uma performance física. Quando aprendi a interpretar o queer de uma perspetiva MLM [“maoísta leninista marxista”], percebi que não me devia limitar fisicamente. Não podemos mudar este sistema apenas construindo os nossos próprios corpos, as nossas próprias vidas, numa performance queer. Podemos aumentar a consciencialização. Mas não se pode mudar um sistema que tem as suas origens nas relações de produção através da consciencialização. Neste sentido, penso que algumas mudanças que fisicamente parecem um passo atrás são, na verdade, um passo atrás para dar um salto maior. Porque graças à determinação da minha organização sobre esta questão, tive a oportunidade de discutir as questões LGBTI+ e o heterossexismo com outras organizações revolucionárias e militantes locais aqui. Estas discussões também contribuem para mudanças a longo prazo. É claro que as nossas discussões nem sempre encontram respostas progressistas. Mas continuamos a colocar na ordem do dia uma questão não falada, apesar de todos os riscos. Porque conhecemos as raízes de classe do heterossexismo e do patriarcado, e levamos a cabo a nossa luta com esta consciência».
<p>Sobre a sua própria sexualidade, Z. afirma-a «condicionada pelo funcionamento organizacional». «Tendo em conta que somos discriminades, criminalizades e sujeites a violência quando representamos a nossa sexualidade, penso que esta questão não é uma questão trivial. Fala-se da felicidade dos “indivíduos” que vivem a sua sexualidade de uma forma saudável e não violenta. No entanto, a sexualidade nunca é encarada a nível social. O sistema reduz a sexualidade ao indivíduo, como faz com tudo o resto. De facto, é impossível falar de uma sexualidade saudável em geral, quando apenas uma pequena parte da sociedade está suficientemente sensibilizada para esta questão. A luta em que estou envolvide, em que participo, é de facto a luta pela construção de uma sociedade que seja mais saudável, que pense nos seus parceiros, que não aja apenas em função das suas próprias necessidades e que possa ter uma sexualidade saudável. Dentro da guerra revolucionária, é claro que há discussões com avanços e recuos sobre essa questão. No entanto, organizar a sexualidade através de intervenções externas ou de cima para baixo terá consequências pouco saudáveis. Por esta razão, só através de discussões organizadas e de baixo para cima é que lutamos contra os danos do patriarcado e do heterossexismo, incluindo na sexualidade.» Z. fala-nos de «debates especiais entre as pessoas queer locais sobre o conhecimento de si próprias e dos seus direitos, e sobre o aprofundamento da luta. No entanto, estes debates são muito limitados e tentamos organizá-los de forma semi-clandestina.»</p>
<p>Em suma, «esta é uma questão complicada que levará tempo. Especialmente se tivermos em conta a forma como a sexualidade é tratada no Médio Oriente. No âmbito desta luta, a minha sexualidade pessoal é condicionada pelo funcionamento organizacional. Isto é difícil de compreender para aqueles que dão prioridade ao indivíduo em detrimento da sociedade. Mas se ser militante revolucionárie nesta vida significa sacrificar muitas coisas, também significa sacrificar a vida sexual quando necessário. Então é uma questão de prioridades: as minhas necessidades individuais ou as exigências da luta?»</p>
<p><strong>Que futuro (queer)? </strong></p>
<p>Sobre a vida das pessoas queer nas zonas do Curdistão, para lá das militâncias, «sabemos que as pessoas queer criam espaços clandestinos onde podem respirar e isto acontece em todos os períodos da história e em todas as geografias». Porém, diz-nos Z., «na nossa posição e no quadro das leis e práticas actuais, é quase impossível comunicar com esse público».</p>
<p>Vive-se no segredo e no risco. «Existem condições diferentes nas quatro partes do Curdistão. É claro que estas condições não são independentes das políticas de anexação e ocupação. O Curdistão turco, em especial, é muito diferente devido à influência tanto do capitalismo de consumo, como do movimento LGBTI+. No Curdistão iraniano, as práticas são diferentes para as pessoas trans que querem fazer a transição e para quem não quer fazer a transição, a quem  são aplicados diferentes níveis de tortura. Há apenas um ou dois anos, ativistas LGBTI+ foram detidos e torturados no Curdistão iraquiano e as filmagens foram publicadas».</p>
<p>«Em Rojava, a constituição provisional não inclui qualquer menção à orientação sexual e à identidade de género. Por vezes, são tomadas decisões mais moderadas, de acordo com a iniciativa do juiz. O fator de haver um inimigo tem de estar sempre na nossa agenda. Mas, como sabemos muito bem, na experiência palestiniana, o fator “inimigo” é frequentemente utilizado como uma máscara para a LGBTI+fobia. Além disso, o poder contra o qual estamos a lutar não é um poder como o Estado de Israel, onde a democracia burguesa se desenvolveu ao ponto de poder implementar políticas de Pinkwashing. O Daesh, outros grupos filiados ao Exército Sírio Livre, o Hashd al-Shaabi [o Hezbollah na Síria] ou o Estado Turco e o regime Sírio pensam mais ou menos a mesma coisa em relação às pessoas LGBTI+. Apenas as práticas são ligeiramente diferentes».</p>
<p>Para Z., ainda que recorde as pessoas LGBTI+ que saíram à rua na Síria durante a primavera árabe, «não é possível falar de um ambiente de liberdade para as pessoas LGBTI+ antes e depois da revolução. Mas os ganhos da Revolução de Rojava para as mulheres existem. Em certa medida, a libertação das mulheres e a mudança revolucionária tiveram um impacto nas vidas de, pelo menos, mulheres não heterossexuais».</p>
<p>«Se esta revolução não sobreviver, se houver um grande retrocesso, os direitos que foram conquistados até agora desaparecerão. Isto significa que o processo de desenvolvimento será interrompido. Para isso, temos de fazer todo o tipo de sacrifícios que construam a revolução». Por outro lado, «para preparar o caminho para o progresso na vida das pessoas queer que vivem aqui, é importante organizar as pessoas queer de Rojava que vivem no estrangeiro. Elas conhecem melhor a região e as suas condições do que alguém que não é de Rojava. Apoiar esta luta significa produzir políticas LGBTI+ mais corajosas e destemidas nas nossas áreas. Por isso, é necessário desenvolver um estilo que intervenha no problema de forma clara e revolucionária, em vez de um estilo pouco transparente, que serpenteia por caminhos sinuosos e que gira em torno do problema. Ao mesmo tempo, não devemos cair numa intervenção de exterior, de cima, sem compreender e conhecer as condições da região. Desde que consigamos fazer estas duas coisas em conjunto, asseguraremos também que as massas LGBTI+ de Rojava se juntem. Não sacrificaremos a revolução de Rojava ao inimigo».</p>
<p><strong>Texto: </strong>PLATAFORMA DE SOLIDARIEDADE COM OS POVOS DO CURDISTÃO/ TKP-ML KKB</p>
<p>@plataformasoli_curdistão</p>
<p><strong>Imagens:</strong> PLATAFORMA DE SOLIDARIEDADE COM OS POVOS DO CURDISTÃO/ TKP-ML KKB</p>
<hr />
<p><em><strong>Artigo publicado no JornalMapa, edição #40, Janeiro|Março 2024.</strong></em></p>
<p><strong>APOIA O JORNAL MAPA:</strong> https://www.jornalmapa.pt/assinatura-do-jornal/</li>
<li><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-218034" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/02/ivanahoffmann-1270x847-4987269..jpg" alt="ivanahoffmann-1270x847-4987269." /><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-218035" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2024/02/FWR4MFbWAAIS4Hf-7141896..jpg" alt="FWR4MFbWAAIS4Hf-7141896." /></li>
</ol>
</li>
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		<title>Carta aberta de apelo à criminalização da esterilização forçada em Portugal e na proposta de diretiva da UE relativa ao combate à violência contra as mulheres e à violência doméstica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jan 2024 14:54:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Indymedia]]></category>
		<category><![CDATA[Queer Feminismo]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal, Janeiro 2024 Carta aberta de apelo à criminalização da esterilização forçada em Portugal e na proposta de diretiva da UE relativa ao combate à violência contra as mulheres e à violência doméstica Exmos/as. Srs./as, Em nome das associações assinantes, contactamo-lo sobre um elemento-chave da proposta de Diretiva relativa ao combate à violência contra as [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Portugal, Janeiro 2024</p>



<p><a href="https://vozdoautista.pt/wp-content/uploads/2024/01/Carta-aberta-para-a-criminalizacao-da-esterilizacao-forcada-de-pessoas-com-deficiencia.pdf">Carta aberta</a> de apelo à criminalização da esterilização forçada em Portugal e na proposta de diretiva da UE relativa ao combate à violência contra as mulheres e à violência doméstica</p>



<p>Exmos/as. Srs./as,</p>



<p>Em nome das associações assinantes, contactamo-lo sobre um elemento-chave da <a href="https://eur-lex.europa.eu/legal-content/EN/TXT/?uri=CELEX%3A52022PC0105" data-type="link" data-id="https://eur-lex.europa.eu/legal-content/EN/TXT/?uri=CELEX%3A52022PC0105">proposta de Diretiva relativa ao combate à violência contra as mulheres e à violência doméstica</a>: a necessidade de criminalizar a esterilização forçada e garantir que a violação é uma ofensa perante a lei portuguesa e europeia. A diretiva está atualmente a ser negociada entre a Comissão Europeia, o Parlamento Europeu e o Conselho da União Europeia.</p>



<p>Em toda a União Europeia, as mulheres e meninas com deficiência continuam a correr um risco muito maior de violência baseada no género e enfrentam discriminação e barreiras adicionais para denunciar os crimes e aceder à justiça. A esterilização forçada é uma das formas de violência de que as mulheres com deficiência são mais afetadas. A esterilização forçada continua a afetar mulheres e raparigas na UE e <a href="https://www.edf-feph.org/end-forced-sterilisation-in-the-eu/">ainda é autorizada em pelo menos 13 Estados-Membros da UE</a> para pessoas privadas de capacidade jurídica. A <a href="https://vozdoautista.pt/esterilizacao-forcada">esterilização forçada de pessoas com deficiência é legal em Portugal</a>, sendo um dos três países da União Europeia que o autoriza em menores. Por isso, apoiamos firmemente a proposta do Parlamento Europeu de criminalizar a esterilização forçada na Diretiva, na sua <a href="https://www.edf-feph.org/the-european-parliament-ready-to-negotiate-on-draft-eu-directive-addressing-violence-against-women/">posição adotada em julho</a>.</p>



<p>Apelamos para que apoie a criminalização da esterilização forçada em Portugal e apoie as alterações do Parlamento Europeu que criminalizam a esterilização forçada na diretiva e a violação como ofensa perante a lei europeia. Isto está em conformidade com a Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, ratificada pela UE e por todos os seus Estados-Membros, e em conformidade com a Convenção de Istambul e a Convenção das Nações Unidas sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres.</p>



<p>A nível nacional, apelamos a:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Criminalização da esterilização forçada e o apoio às vítimas: Portugal é um dos três países europeus onde continua a ser legal esterilizar pessoas com deficiência sem o seu consentimento, inclusive em caso de menores com deficiência. Constitui uma forma de exploração dos direitos sexuais e reprodutivos das mulheres e pode levar a uma maior exploração sexual, especialmente de mulheres que vivem em instituições. Apelamos ao compromisso dos partidos políticos portugueses da inclusão da criminalização desta prática eugénica nos seus manifestos eleitorais a nível nacional, para as eleições legislativas 2024, e a nível europeu, para as eleições europeias 2024.<br></li>



<li>Recolha de dados e investigação: A esterilização forçada continua a ser um tabu e ocorre frequentemente à porta fechada e em pessoas institucionalizadas. Os dados relativos à esterilização forçada são inexistentes, desatualizados ou não estão desagregados. São necessários dados e investigação para avaliar o número de pessoas que foram submetidas a esterilização forçada em Portugal, e o contexto onde esta prática acontece. Apelamos à execução do estudo nacional sobre violência contra raparigas e mulheres com deficiência, que inclui o estudo sobre as práticas de esterilização forçada, aprovado no <a href="https://app.parlamento.pt/webutils/docs/doc.pdf?Path=6148523063484d364c793942556b356c6443397a6158526c63793959566b784652793950525338794d44497a4d6a41794d6a45774d54417655454576597a646b4e4445795a4451745a444a6a4f4330304d574d794c5468694d6a59744d446b7a5a6a59345a444d784e7a6b344c6e426b5a673d3d&amp;Fich=c7d412d4-d2c8-41c2-8b26-093f68d31798.pdf&amp;Inline=true">Orçamento de Estado 2023 em Parlamento.</a><br></li>



<li>Estabelecer mecanismos especiais de indemnização e reparação: Em muitos dos Estados-Membros da UE, existe uma lacuna no acesso à justiça e à reparação para as pessoas com deficiência, especialmente mulheres e raparigas com deficiência, que foram sujeitas a esterilização forçada. Algumas das pessoas submetidas a esta prática não têm conhecimento que o foi feito. Devem ser criados e implementados mecanismos para processar os pedidos de indemnização, informação e apoio.</li>
</ol>



<p>Pode encontrar o <a href="https://www.edf-feph.org/content/uploads/2022/09/EDF_FS_0909-accessible.pdf">relatório do Fórum Europeu da Deficiência sobre a esterilização forçada</a> de pessoas com deficiência na União Europeia, publicado em setembro de 2022, e toda a informação sobre a <a href="https://vozdoautista.pt/esterilizacao-forcada/">situação em Portugal pela Associação Portuguesa Voz do Autista</a>. A nossa organização mantém-se à vossa disposição para um debate mais aprofundado sobre as propostas e quaisquer questões relacionadas com a deficiência.</p>



<p>Assinaturas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Associação Portuguesa Voz do Autista (APVA)</li>



<li>Associação CVI &#8211; Centro de Vida Independente</li>



<li>Federação Nacional de Cooperativas de Solidariedade Social (FENACERCI)</li>



<li>Associação de Paralisia Cerebral de Viseu</li>



<li>Associação Spina Bífida e Hidrocefalia de Portugal (ASBIHP)</li>



<li>Federação das Associações Portuguesas de Paralisia Cerebral</li>



<li>Associação De Surdos Do Porto</li>



<li>Associação do Porto de Paralisia Cerebral</li>



<li>Coletivo Feminista As DEsaFiantes</li>



<li>Panteras Rosa Núcleo Feminista da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa</li>



<li>Feministas em Movimento</li>



<li>Movimento SOS Racismo</li>



<li>Associação ILGA Portugal</li>



<li>Mithós Histórias Exemplares</li>



<li>Associação Grupo Partilha de Vivências</li>



<li>A Coletiva Feminista Associação Portuguesa pelos Direitos da Mulher na Gravidez e Parto (APDMGP)</li>



<li>Associação Clube Safo</li>



<li>Greta Livraria</li>
</ul>



<p><a href="https://vozdoautista.pt/wp-content/uploads/2024/01/Carta-aberta-para-a-criminalizacao-da-esterilizacao-forcada-de-pessoas-com-deficiencia.pdf">https://vozdoautista.pt/wp-content/uploads/2024/01/Carta-aberta-para-a-criminalizacao-da-esterilizacao-forcada-de-pessoas-com-deficiencia.pdf</a></p>
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		<title>Novidade: Angela Davis &#8211; uma autobiografia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jan 2024 12:36:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura e Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Discriminação]]></category>
		<category><![CDATA[Indymedia]]></category>
		<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Poder e Autodeterminação]]></category>
		<category><![CDATA[Queer Feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Repressão]]></category>
		<category><![CDATA[Angela Davis]]></category>
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					<description><![CDATA[As forças que fizeram da minha vida o que ela é são exactamente as mesmas que formaram e deformaram a vida de milhões de pessoas do meu povo. Desafiada a escrever este livro aos 28 anos por Toni Morrison — que viria a editá-lo em 1974 —, Angela Davis, avessa ao individualismo do género autobiográfico, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>As forças que fizeram da minha vida o que ela é são exactamente as mesmas que formaram e deformaram a vida de milhões de pessoas do meu povo.</p></blockquote>
<p>Desafiada a escrever este livro aos 28 anos por Toni Morrison — que viria a editá-lo em 1974 —, <strong>Angela Davis</strong>, avessa ao individualismo do género autobiográfico, traça uma biografia política centrada na génese do seu activismo e no despertar de uma consciência social.</p>
<p>Da infância no Alabama, onde sente os primeiros choques do racismo, à clandestinidade, em fuga da polícia, passando por Cuba, Paris e Frankfurt, assistimos a uma vida regida por convicções fortes: o poder da mobilização de massas, a força colectiva dos milhares que se opunham ao racismo e à repressão, e a certeza de que «nenhuma história se desenrola sozinha».</p>
<p><strong>Uma Autobiografia</strong> transporta-nos para as lutas sociais dos anos 60 e 70 nos EUA pelo olhar de uma das principais activistas do nosso tempo. Inclui um novo prefácio da autora à edição norte-americana mais recente, publicada em 2022.</p>
<ul>
<li><strong>TÍTULO ORIGINAL</strong><em> An Autobiography</em></li>
<li><strong>TRADUÇÃO </strong>Heci Regina Candiani</li>
<li><strong>ADAPTAÇÃO PARA PORTUGUÊS EUROPEU </strong>Conceição Candeias</li>
<li><strong>CONCEPÇÃO GRÁFICA</strong> Rui Silva</li>
<li><strong>ILUSTRAÇÃO DA CAPA</strong> Luís Henriques</li>
<li><strong>1.ª EDIÇÃO</strong> Novembro 2023</li>
<li><strong>PÁGINAS </strong>480</li>
<li><strong>FORMATO</strong> 13,5 x 21 cm</li>
<li><strong>ISBN</strong> 978-972-608-429-7</li>
</ul>
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		<title>[PORTO] JULIETA PRESENTE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jan 2024 11:49:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Indymedia]]></category>
		<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Queer Feminismo]]></category>
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					<description><![CDATA[Bicicletada por Jujuba]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Amigos, palhaças,</em></p>
<p><em>No Brasil, uma amiga, palhaça, cicloviajante foi brutalmente assassinada quando estava na sua viagem de regresso a Venezuela.  Temos estado a acompanhar e é um horror. A Julieta, palhaça Miss Jujuba, teve uma vida leve, levando alegria a muitos cantos inóspitos do Brasil na sua bicicleta. </em></p>
<p><em>O que lhe aconteceu foi uma tragédia e lembra-nos, mais uma vez, que nascer mulher é já em si um risco.   </em></p>
<p><em>No dia 12 de janeiro, grupos de palhaços e ciclistas de todo o Brasil e alguns países da Europa vão fazer uma homenagem à Julieta andando de bicicleta pelas suas cidades.  </em></p>
<p><em>No Porto, o Paulo Federal, está a organizar uma *Bicicletada por Jujuba* se puderem juntem-se e divulguem.  </em></p>
<p><em>*JULIETA PRESENTE*</em></p>
<p><a href="https://pluriverso.online/revista/julieta-hernandez/">Carta da irmã de Julieta</a></p>
]]></content:encoded>
					
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