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	<title>Movimentos Sociais &#8211; indymedia.pt</title>
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	<description>Centro de Média Independente - Portugal</description>
	<lastBuildDate>Thu, 09 Jul 2026 13:26:27 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Movimentos Sociais &#8211; indymedia.pt</title>
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		<title>A farsa da remigração: porque o projeto de eleição da extrema-direita é moral e economicamente falido</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 11:35:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Discriminação]]></category>
		<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Migrantes]]></category>
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					<description><![CDATA[Após anos de difusão em grupos de nicho, a «remigração» está agora a ganhar espaço no debate político em toda a Europa, com os decisores políticos a anunciarem o início da «era das deportações»]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Imagem de: <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Remigration#/media/File:Calais_-_Manifestation_contre_les_clandestins,_l&apos;immigration-invasion_et_l&apos;islamisation_de_l&apos;Europe,_8_novembre_2015_(20).JPG" target="_blank" rel="noopener">Jérémy-Günther-Heinz Jähnick/Wikimedia</a>)</p>
<p>Texto de<strong> </strong><strong><a href="https://euobserver.com/author/alberto-tagliapietra/">Alberto Tagliapietra</a></strong></p>
<p><strong>Bruxelas, 5 de julho de 2026</strong></p>
<p>Nos últimos dois anos, uma nova tendência tem vindo a afirmar-se na política populista europeia: a <a href="https://www.theparliamentmagazine.eu/news/article/oped-why-remigration-is-a-word-european-far-right-struggles-to-own">remigração</a>.</p>
<p>O termo designa a defesa da deportação sistemática de migrantes em situação irregular, sendo que os setores mais radicais defendem também a expulsão de <a href="https://www.infomigrants.net/en/post/71904/could-italys-migration-debate-divide-the-political-right">migrantes em situação regular</a> que cometam «crimes graves».</p>
<p>Depois de anos circunscrita a grupos marginais, esta ideia está agora a ganhar espaço no debate político europeu, com responsáveis políticos a proclamarem o início da «<a href="https://ecrgroup.eu/article/europe_is_waking_up_to_a_new_consensus_illegal_migrants_will_be_returned">era das deportações</a>».</p>
<p>A conquista mais recente deste movimento foi a aprovação do <a href="https://www.europarl.europa.eu/news/en/press-room/20260611IPR45214/new-eu-system-for-return-of-illegally-staying-third-country-nationals">Regulamento do Regresso</a> pelo Parlamento Europeu, em 17 de junho.</p>
<p>Graças a uma aliança de voto entre o grupo do centro-direita e os grupos da extrema-direita — com o <a href="https://euobserver.com/222304/far-right-glow-as-sidelined-lead-renew-europe-mep-endorses-deportation-bill/">apoio de última hora</a> de vários eurodeputados liberais —, o Parlamento aprovou uma das legislações mais restritivas de sempre em matéria de migração.</p>
<p>Recebido com <a href="https://www.theguardian.com/world/2026/jun/18/anger-send-them-back-chants-rightwing-meps-eu-migration-law-vote">gritos</a> de «Mandem-nos de volta!», o regulamento permitirá aos Estados-Membros da União Europeia transferir migrantes em situação irregular e requerentes de asilo cujos pedidos tenham sido recusados para <a href="https://www.reuters.com/world/eu-parliament-backs-law-allowing-offshore-detention-centres-2026-06-17/">centros de detenção situados em países terceiros</a>.</p>
<p>O regulamento concede ainda <a href="https://www.euractiv.com/news/european-parliament-approves-return-hubs/">poderes sem precedentes</a> às autoridades policiais, conduzindo ao que muitos observadores já descrevem como a «<a href="https://www.ceps.eu/the-return-regulation-will-ice-ify-the-eus-migration-policy/">ICE-nização</a>» da política migratória da UE, numa referência às práticas do Serviço de Imigração e Controlo Aduaneiro dos Estados Unidos (ICE).</p>
<h2 class="western">Um esforço de milhares de milhões de euros. Para quê?</h2>
<p>Para além da evidente ameaça aos direitos fundamentais — como sublinhou o <a href="https://digitallibrary.un.org/record/4116163?v=pdf">Relator Especial das Nações Unidas para os Direitos Humanos dos Migrantes</a> —, o conceito de remigração também falha do ponto de vista económico.</p>
<p>Tomemos o exemplo de Itália, onde foi criado o primeiro modelo europeu de centros externos através do <a href="https://www.worldpoliticsreview.com/italy-albania-eu-migration/">memorando assinado com a Albânia </a>em 2024.</p>
<p><a href="https://www.ismu.org/comunicato-stampa-presentazione-31-rapporto-sulle-migrazioni/">Estima-se atualmente que Itália acolha</a> cerca de <strong>339 mil migrantes em situação irregular</strong>, numa população de aproximadamente <strong>59 milhões de habitantes</strong>.</p>
<p>Segundo o Ministério do Interior italiano, o <a href="https://www.gazzettaufficiale.it/eli/id/2026/01/20/26A00182/sg">custo médio</a> de cada processo de regresso realizado em 2025 foi de cerca de <strong>3 600 euros</strong>.</p>
<p>A este valor acrescem os custos de funcionamento das infraestruturas destinadas aos processos de retorno. De acordo com <a href="https://trattenuti.actionaid.it/wp-content/uploads/2024/10/Rapporto-Trattenuti_DEF.pdf">investigadores independentes</a>, o custo médio diário por lugar nestes centros ronda os <strong>79 euros</strong>, para uma permanência média de <strong>40 dias</strong>.</p>
<p>Com base nestes números, o custo total da remigração apenas em Itália ascenderia a <strong>2,2 mil milhões de euros</strong>.</p>
<p>Ainda assim, trata-se de uma estimativa conservadora, uma vez que vários estudos indicam que os custos reais destas infraestruturas poderão ser <strong><a href="https://trattenuti.actionaid.it/wp-content/uploads/2024/10/Rapporto-Trattenuti_DEF.pdf">30 % a 40 % superiores</a></strong>.</p>
<p>Os centros externos não representam qualquer atalho.</p>
<p>Os centros construídos por Itália na Albânia <a href="https://www.ftm.eu/articles/meloni-s-migration-centres-costs-the-italian-taxpayer?share=nWp6NIZPWUKD%2FVh9xjde3YprU7JuXX27zoLrwDwEroWomxrjj5VCWY13oaIDWuc%3D">custaram cerca de</a> <strong>74 milhões de euros</strong>, praticamente o dobro do orçamento inicial de <strong>39 milhões</strong>.</p>
<p>O custo por lugar ronda os <strong>72 mil euros</strong>, quando a média em Itália é de cerca de <strong>5 mil euros</strong>.</p>
<p>Tendo em conta todos os custos adicionais, a despesa total do projeto albanês ao longo de cinco anos poderá facilmente<a href="https://balkaninsight.com/2025/06/26/expensive-lesson-italy-weighs-costs-of-offshore-migrant-centres-in-albania/bi/"> atingir <strong>1 000 milhões de euros</strong></a>, muito acima dos <strong>670 milhões</strong> previstos pelo Governo italiano.</p>
<p>Apesar deste investimento, os resultados são praticamente nulos.</p>
<p>Depois de terem sido <a href="https://www.euractiv.com/news/italy-albanian-centres-set-to-become-the-eus-first-return-hubs/">recentemente reconvertidos</a> em centros de retorno, os dois estabelecimentos permanecem atualmente vazios.</p>
<p>Mesmo a partir desta análise parcial, torna-se evidente o caráter sobretudo simbólico destas medidas.</p>
<p>O objetivo parece ser criar instrumentos de rentabilidade eleitoral, em vez de resolver os problemas de um sistema que está <a href="https://www.infomigrants.net/en/post/53182/italy-asylum-seeker-reception-system-fragmented-and-inadequate-say-regions">claramente em rutura</a>.</p>
<p>Uma parte significativa da população em situação irregular em Itália resulta, aliás, de anos de enfraquecimento sistemático do sistema de acolhimento.</p>
<p>Devido ao subfinanciamento constante e aos atrasos burocráticos, muitos migrantes ficam presos durante longos períodos em situações de transição.</p>
<p>Até mecanismos concebidos para facilitar vias legais de entrada acabam frequentemente por conduzir à permanência em situação irregular.</p>
<p>O Governo italiano atribuiu cerca de <strong><a href="https://www.reuters.com/world/italy-issue-half-million-non-eu-work-visas-over-next-three-years-2025-06-30/">450 mil </a>vistos de trabalho</strong> para o período <strong>2023-2025</strong> e prevê conceder <strong><a href="https://www.france24.com/en/tv-shows/a-propos/20250702-meloni-s-government-to-issue-500-000-visas-for-non-eu-workers">500 mil</a></strong> entre <strong>2026 e 2028</strong>, com o objetivo de responder à escassez de mão de obra no mercado de trabalho.</p>
<p>Para cada visto de trabalho concedido deve igualmente ser celebrado um contrato de residência que permita ao trabalhador permanecer legalmente em Itália.</p>
<p>Contudo, segundo os <a href="https://erostraniero.it/wp-content/uploads/2026/03/DossierFlussi2026CES.pdf">dados mais recentes</a>, dos <strong>26 mil trabalhadores provenientes de países terceiros</strong> que entraram em Itália ao abrigo deste regime em 2025, apenas <strong>14 mil</strong> obtiveram efetivamente um contrato de residência.</p>
<p>Os restantes <strong>11 mil</strong> acabaram por cair numa situação de irregularidade devido aos atrasos na emissão da documentação ou a práticas <a href="https://www.infomigrants.net/fr/post/57549/italy-work-visas-being-abused-by-organized-crime-says-pm">fraudulentas</a> por parte das entidades empregadoras.</p>
<h2 class="western">Presos na lógica da dissuasão</h2>
<p>Analisando a remigração à luz dos dados disponíveis, torna-se evidente que se trata de um conceito de difícil aplicação prática.</p>
<p>Mesmo os seus defensores <a href="https://www.theparliamentmagazine.eu/news/article/oped-why-remigration-is-a-word-european-far-right-struggles-to-own">raramente conseguem explicar</a> de forma convincente como seria implementado.</p>
<p>Ainda assim, o sucesso da sua retórica revela que muitos líderes europeus parecem ter abandonado uma abordagem racional à política migratória.</p>
<p>O Novo Pacto Europeu para a Migração e o Asilo, oficialmente em vigor desde <strong>12 de junho</strong>, constitui um exemplo desta tendência mais ampla.</p>
<p>A sua ênfase desproporcionada em medidas mais restritivas coloca em risco as garantias de um processo justo nas fronteiras europeias, sem alterar significativamente a decisão das pessoas de abandonar os seus países de origem.</p>
<p>Segundo um estudo recente do<a href="https://mixedmigration.org/articles/the-eu-migration-and-asylum-pact-is-now-in-force-but-the-data-suggests-it-may-not-work-as-intended/"> <strong>Mixed Migration Centre</strong></a>, que inquiriu <strong>4 mil pessoas</strong> ao longo das rotas migratórias do Mediterrâneo, <strong>64 % dos inquiridos</strong> afirmaram que medidas mais duras e dissuasoras não alterariam a sua decisão de prosseguir a viagem.</p>
<p>O novo pacto reforça igualmente, como nunca antes, a estratégia de externalização das políticas migratórias.</p>
<p>A criação de centros de retorno não só consolida uma tendência política seguida ao longo da última década, como a leva mais longe, criando um enquadramento que permite deter pessoas em qualquer país terceiro disposto a fazê-lo através de um simples «acordo» com um Estado-Membro, sujeito a um escrutínio jurídico mínimo.</p>
<p>Este é o exemplo mais recente de uma tendência de «<a href="https://www.gmfus.org/news/innovation-migration-management">inovação</a>» na gestão das migrações, assente na convicção crescente de que apenas medidas informais e juridicamente ambíguas conseguem produzir resultados.</p>
<p>A União Europeia parece estar totalmente presa ao que vários especialistas designam por <strong>«<a href="https://www.thenewhumanitarian.org/opinion/2025/02/04/how-europe-can-escape-migration-deterrence-trap">armadilha da dissuasão</a>»</strong>: uma aposta quase exclusiva em políticas restritivas que podem proporcionar ganhos políticos imediatos, mas que acabarão por revelar-se ineficazes a longo prazo, oferecendo aos movimentos extremistas novas oportunidades para fragilizar o centro político.</p>
<p>Ao apostar em medidas juridicamente ambíguas para obter resultados de curto prazo, a União Europeia coloca em risco os seus próprios valores, expõe milhares de pessoas a situações ainda mais perigosas e corre o risco de nem sequer alcançar resultados concretos.</p>
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		<item>
		<title>Especialista internacional apresenta análise crítica sobre os estudos de qualidade do ar da Mina do Barroso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 14:47:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecologia e Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Poder e Autodeterminação]]></category>
		<category><![CDATA[Barroso]]></category>
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					<description><![CDATA[A Unidos em Defesa de Covas do Barroso (UDCB) promove no próximo sábado, dia 4 de julho, pelas 15h00, no Auditório Municipal de Boticas, uma sessão pública dedicada à análise dos potenciais impactos da Mina do Barroso na qualidade do ar e à avaliação dos estudos ambientais que serviram de base à aprovação do projeto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><strong>Sessão pública realiza-se no Auditório lo Municipal de Boticas no próximo sábado dia 4 de julho, às 15h00</strong></div>
<div></div>
<div>A Unidos em Defesa de Covas do Barroso (UDCB) promove no próximo sábado, dia 4 de julho, pelas 15h00, no Auditório Municipal de Boticas, uma sessão pública dedicada à análise dos potenciais impactos da Mina do Barroso na qualidade do ar e à avaliação dos estudos ambientais que serviram de base à aprovação do projeto.</div>
<div><span style="color: #000000"><br />
</span>A apresentação terá como ponto central o trabalho desenvolvido pelo Professor Douw G. Steyn, especialista em qualidade do ar e meteorologia ambiental da Universidade da Colúmbia Britânica (Canadá), que analisou a documentação técnica e ambiental produzida no âmbito do processo de Avaliação de Impacte Ambiental da Mina do Barroso.<br />
Segundo a análise apresentada, os estudos de qualidade do ar utilizados para fundamentar a Declaração de Impacte Ambiental apresentam limitações significativas, incluindo campanhas de monitorização de curta duração, insuficiente caracterização das condições meteorológicas locais, modelação inadequadamente descrita e ausência de informação considerada essencial para avaliar os potenciais impactos das emissões de poeiras associadas à exploração mineira.</p>
</div>
<div>O<span class="gmail-Apple-converted-space"> </span><a href="https://conteudos.udcb.pt/uploads/Douw_Steyn_Air_quality_report_en_7236be60fa.pdf" target="_blank" rel="noopener">relatório c</a>onclui que a informação atualmente disponível não permite determinar com segurança quais serão os impactos da mina na qualidade do ar, na saúde humana e no ambiente, questionando as conclusões que sustentaram a aprovação ambiental do projeto.</div>
<div><span style="color: #000000"><br />
</span>A sessão procurará apresentar estas conclusões ao público, promover o debate informado e esclarecer dúvidas da população sobre um dos aspetos ambientais mais relevantes associados à exploração mineira a céu aberto prevista pelo governo e mineradoras para a região.<br />
A entrada é livre e aberta a todos os cidadãos interessados.</div>
<div><span style="color: #000000"><br />
</span>Data: 4 de julho de 2026<br />
Hora: 15h00<br />
Local: Auditório Municipal de Boticas</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Climáximo organiza &#8220;brigadas populares de refresco&#8221; e &#8220;abrigo de calor solidário&#8221; face a &#8220;onda de calor mortífera provocada pela indústria fóssil&#8221;</title>
		<link>https://indymedia.pt/231115/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 10:16:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecologia e Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Climaximo]]></category>
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					<description><![CDATA["Tal como as tempestades têm um nome, as ondas de calor também deveriam ter. Esta deveria ser apelidada onda de calor Galp", afirma a Climáximo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>&#8220;Tal como as tempestades têm um nome, as ondas de calor também deveriam ter. Esta deveria ser apelidada onda de calor Galp&#8221;, afirmam</em></p>
<p>Face ao início daquela que está a ser descrita como &#8220;a maior onda de calor de sempre&#8221; em Portugal, e após uma onda de calor mortífera que varreu o centro da Europa e fez mais de 1300 mortes, o Climáximo organizou na tarde de ontem &#8220;brigadas populares de refresco&#8221; junto à estação do Rossio em Lisboa em que distribuiram de forma gratuita água fresca e &#8220;conversaram com as pessoas sobre os impactos que o calor extremo tem nas suas vidas&#8221;. Para hoje e para sexta-feira está prevista a abertura de um &#8220;abrigo solidário ao calor&#8221; na Cooperativa Rizoma em Lisboa, onde há acesso a ar condicionado, e onde se convidam as pessoas &#8220;que sofrem com o calor em casa e na rua a juntarem-se a nós para descansar, trabalhar ou conviver&#8221;.</p>
<p>De acordo com Matias Souza, porta-voz das iniciativas, &#8220;o calor é a consequência da crise climática que mais mortes provoca. O facto de esta ser a terceira onda de calor este ano e o Verão ter começado há pouco mais de uma semana é assustador. Este calor mortífero é uma consequência direta da crise climática e da queima e exploração de combustíveis fósseis durante décadas por parte das indústrias fósseis e governos complacentes&#8221;. Matias explica ainda que &#8220;o objetivo destas iniciativas é dar uma resposta solidária e popular, dentro daquilo que conseguimos, ao calor fatal. E, ao mesmo tempo, alertar todas as pessoas que, se não agirmos a tempo de travar a indústria fóssil nos próximos anos, o sistema não terá nenhum problema em empurrar-nos para o inferno climático. Não há adaptação possível se não acabarmos com a indústria fóssil e cortarmos emissões de gases com efeito de estufa. Isto que estamos a viver pode ser apenas um começo&#8221;.</p>
<p>A &#8220;brigada popular de refresco&#8221; tomou lugar em frente à estação do Rossio, em Lisboa, durante parte da hora do pico de calor. Por lá passam &#8220;muitas pessoas que estão a trabalhar na rua durante o calor extremo e que deveriam ter melhores condições e não colocar em risco a sua saúde&#8221;, explicam. A zona da Baixa-Chiado é uma das consideradas &#8220;ilhas de calor urbano&#8221; em Lisboa&#8221;.</p>
<p>Este Verão, o Climáximo está também a organizar &#8220;brigadas de apoio&#8221; a possíveis &#8211; e, infelizmente, prováveis &#8211; incêndios que aconteçam. O coletivo convida &#8220;todas as pessoas que sabem que só o povo salva o povo a visitarem o website para saberem mais e se envolverem&#8221;.</p>
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			</item>
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		<title>Programa Setorial das Zonas de Aceleração da Implantação de Energias Renováveis (PSZAER)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 14:53:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
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					<description><![CDATA[CARTA ABERTA AOS MOVIMENTOS, ASSOCIAÇÕES E COMUNIDADES DE PORTUGAL Há algo que está a acontecer agora, neste mês, enquanto lês isto — e que pode mudar para sempre a face dos campos, serras e planícies de Portugal. O Governo está a finalizar o Programa Sectorial das Zonas de Aceleração de Energias Renováveis (PSZAER) — um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>CARTA ABERTA AOS MOVIMENTOS, ASSOCIAÇÕES E COMUNIDADES DE PORTUGAL</strong></p>
<p>Há algo que está a acontecer agora, neste mês, enquanto lês isto — e que pode mudar para sempre a face dos campos, serras e planícies de Portugal.</p>
<p>O Governo está a finalizar o <a href="https://us.list-manage.com/dE7OBnkiR8r?e=653a7ff78e&amp;c2id=018bb10a651738fb6cfd3c043d8523f0" target="_blank" rel="noreferrer noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://us.list-manage.com/dE7OBnkiR8r?e%3D653a7ff78e%26c2id%3D018bb10a651738fb6cfd3c043d8523f0&amp;source=gmail&amp;ust=1783002792614000&amp;usg=AOvVaw2bsb4QH1h-4cRWNrGK4C6i"><strong>Programa Sectorial das Zonas de Aceleração de Energias Renováveis (PSZAER</strong></a>) — um instrumento que identifica<strong> 7% do território</strong> continental (mais de 371 mil hectares (!) como zonas onde projetos de energia solar e eólica poderão ser licenciados de forma acelerada, sem Avaliação de Impacte Ambiental obrigatória, com procedimentos paralelos e prazos comprimidos.</p>
<p><strong>Estamos perante o maior processo de planeamento territorial da nossa geração!</strong></p>
<p>E a consulta pública acabou de <a href="https://us.list-manage.com/IO3_hIagH0P?e=653a7ff78e&amp;c2id=018bb10a651738fb6cfd3c043d8523f0" target="_blank" rel="noreferrer noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://us.list-manage.com/IO3_hIagH0P?e%3D653a7ff78e%26c2id%3D018bb10a651738fb6cfd3c043d8523f0&amp;source=gmail&amp;ust=1783002792614000&amp;usg=AOvVaw061uuz_ZWi7b8wHOqaZ58X"><strong>ABRIR AQUI</strong></a>.</p>
<p><strong>O QUE ESTÁ REALMENTE EM JOGO?</strong></p>
<p>É óbvia e urgente a necessidade de uma transição energética. Todos queremos um Portugal livre de combustíveis fósseis, com maior independência energética. Mas o que está a ser construído não é isso.</p>
<p>O PSZAER, tal como está desenhado,<a href="https://us.list-manage.com/nN83yTfuMnQ?e=653a7ff78e&amp;c2id=018bb10a651738fb6cfd3c043d8523f0" target="_blank" rel="noreferrer noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://us.list-manage.com/nN83yTfuMnQ?e%3D653a7ff78e%26c2id%3D018bb10a651738fb6cfd3c043d8523f0&amp;source=gmail&amp;ust=1783002792614000&amp;usg=AOvVaw2Ag1OAWHdsziS-unQwGVXr"><strong> é uma via verde para a privatização do território rural em benefício de promotores privados</strong></a>, muitos deles externos às comunidades onde pretendem instalar-se. É a transformação de solos agrícolas, pastagens, montados e sistemas agroflorestais em monoculturas de painéis — o mesmo modelo extractivista com nova embalagem verde.</p>
<p><strong>O PROBLEMA SEM RODEIOS</strong></p>
<ul>
<li>O &#8220;Mapa Verde&#8221; do LNEG <strong>não exclui solos agrícolas de aptidão média e alta</strong>. Solos que alimentam pessoas e sustentam economias locais podem tornar-se zonas de aceleração.</li>
<li><strong>Supressão da Avaliação de Impacte Ambiental nas ZAER</strong> — a principal garantia legal de participação pública e proteção territorial. A própria APA, na qualidade de autoridade nacional de AIA, afirma explicitamente no seu parecer que o procedimento &#8220;vai permitir que os projetos a localizar nas zonas de aceleração definidas deixem de ser sujeitos a AIA ou a análise caso a caso'&#8221;.</li>
<li><strong>Várias entidades oficiais preocupadas —</strong> A <strong>CCDR Centro</strong> questiona a &#8220;ausência de avaliação de capacidade de suporte&#8221; e possibilidade de ultrapassar limites ecológicos, paisagísticos e sociais; <strong>a CCDR Norte</strong> alerta para riscos significativos para solo agrícola, incluindo solos fora da RAN com função produtiva efetiva; o <strong>ICNF</strong> critica a exclusão insuficiente do montado; a DGT nota que a proposta não acautela sobreposições com os PDM. Não é só a sociedade civil a dizer isto — são as próprias entidades técnicas do Estado, em pareceres oficiais já no processo.</li>
<li><strong>Câmaras municipais sem parecer vinculativo</strong> — Têm 20 dias para se pronunciarem e, no silêncio, &#8220;considera-se nada terem a opor&#8221;. Parece-te que vão ter capacidade de analisar e acompanhar?</li>
<li><strong>A coordenação será entregue à EMER 2030</strong> — Estrutura de Missão para o Licenciamento de Projetos de Energias Renováveis 2030, uma <strong>estrutura orientada para a produção energética</strong>, não para o ordenamento do território nem para a proteção ambiental.</li>
<li><strong>As comunidades locais não têm assento garantido nas decisões. </strong>As câmaras municipais são consultadas, mas os seus pareceres não são vinculativos.</li>
<li>Os <strong>benefícios energéticos</strong> produzidos nestes territórios não ficam neles. A energia vai para a rede nacional e para os <strong>mercados europeus</strong>. As comunidades ficam com a paisagem destruída, as servidões, os impactos na água e na biodiversidade.</li>
</ul>
<p><strong>Isto não é transição energética!</strong></p>
<p><strong>É a repetição, com painéis solares, do que já foi feito com os eucaliptais, com as monoculturas, com a extração mineira: sacrificar o interior para servir interesses que não habitam nele.</strong></p>
<p><a href="https://us.list-manage.com/rfUNvoyeZIQ?e=653a7ff78e&amp;c2id=018bb10a651738fb6cfd3c043d8523f0" target="_blank" rel="noreferrer noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://us.list-manage.com/rfUNvoyeZIQ?e%3D653a7ff78e%26c2id%3D018bb10a651738fb6cfd3c043d8523f0&amp;source=gmail&amp;ust=1783002792614000&amp;usg=AOvVaw1or4-Xble6bW1oWlVNqPYk">! PARTICIPA AQUI !</a></p>
<table border="0" width="100%" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td id="m_4947865958928063659ydp9f2c040byiv2602967369m_8127608049413520519m_4908856439082763483m_-5164621024669952563m_-6641051706703419814gutterContainerId-81" valign="top">
<table border="0" width="100%" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
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<table width="100%">
<tbody>
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<p><strong>O QUE PEDIMOS A CADA PESSOA, MOVIMENTO E ORGANIZAÇÃO QUE LÊ ESTA CARTA</strong></p>
<p>A consulta pública do PSZAER acabou de abrir. Esta é a nossa janela legal de intervenção. Depois de aprovado, o programa torna-se instrumento de ordenamento com força vinculativa.</p>
<p><strong>Agora é o momento!</strong></p>
<p>Pedimos que cada um faça o que estiver ao seu alcance:</p>
<p><strong>1.</strong> <strong>Participa na consulta pública &#8211;</strong> Submete um contributo escrito — mesmo que seja uma página, mesmo que seja pessoal, mesmo que seja um <strong>“Deslarrrguem-nos as paisagens!”</strong>. Cada contributo conta e fica registado no processo administrativo. Faz perguntas na tua participação. Pede à tua associação, cooperativa, junta de freguesia, grupo informal que faça o mesmo. Números importam; qualidade também.</p>
<p><strong>2.</strong> <strong>Pressiona a tua Câmara Municipal </strong>&#8211; As CCDR e autarquias estão a ser consultadas agora, neste mês. Contacta a tua câmara. Pede uma reunião, agora. Leva este documento. Exige que o executivo emita parecer fundamentado — e que esse parecer seja público. Uma câmara que defende o seu território tem peso político que um cidadão isolado não tem. <a href="https://us.list-manage.com/1BOzAuNvBQS?e=653a7ff78e&amp;c2id=018bb10a651738fb6cfd3c043d8523f0" target="_blank" rel="noreferrer noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://us.list-manage.com/1BOzAuNvBQS?e%3D653a7ff78e%26c2id%3D018bb10a651738fb6cfd3c043d8523f0&amp;source=gmail&amp;ust=1783002792614000&amp;usg=AOvVaw3zfIc35JSUEfJdNfzeU_rf"><strong>A maioria dos municípios está contra esta proposta, apoiem-se!</strong></a></p>
<p><strong>3. Vai às sessões públicas e leva pessoas </strong>&#8211; O Governo vai organizar sessões de apresentação. Aparece. Faz perguntas. Regista tudo em vídeo. Partilha. A presença física diz algo que os documentos escritos não dizem.</p>
<p><strong>4. Fala com os teus eleitos locais </strong>&#8211; Deputados municipais, membros de assembleia de freguesia, vereadores — muitos não sabem ainda o que é o PSZAER. Telefona. Escreve. Informa-os. Pede tomadas de posição públicas. Uma assembleia municipal que debate o tema cria pressão política que chega ao parlamento nacional.</p>
<p><strong>5. Articula com outros movimentos &#8211; </strong>Se tens uma plataforma, associação ou coletivo local, contacta outros no teu distrito e noutros distritos. A força desta contestação está na sua escala nacional. Resistências locais isoladas são ignoradas; um movimento nacional coordenado não pode ser. Vê no nosso <a href="https://us.list-manage.com/aHLxeUoxJ7X?e=653a7ff78e&amp;c2id=018bb10a651738fb6cfd3c043d8523f0" target="_blank" rel="noreferrer noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://us.list-manage.com/aHLxeUoxJ7X?e%3D653a7ff78e%26c2id%3D018bb10a651738fb6cfd3c043d8523f0&amp;source=gmail&amp;ust=1783002792614000&amp;usg=AOvVaw27Ej2U7ki3tnrv52I5fqaa"><strong>MAPA DE MOVIMENTOS</strong></a> qual o mais próximo de ti.</p>
<p><strong>6. Produz e partilha informação local &#8211; </strong>Verifica se <strong>o teu município</strong> está dentro das zonas identificadas no &#8220;Mapa Verde&#8221;. Faz um mapa. Escreve um artigo para o jornal local. Faz um post. Fala no mercado, na associação, no café. A maioria das pessoas ainda não sabe que isto está a acontecer.</p>
<p><strong>7. Exige alternativas, não só rejeição </strong>&#8211; solar em telhados, em parques industriais, em zonas já artificializadas; comunidades de energia geridas localmente; agrofotovoltaica onde genuinamente compatível com agricultura; reduções de consumo; questionar e repensar o que se entende por “progresso”; dar voz ás populações; Há vários caminhos, não temos de nos conformar por este que nos tentam forçar sem contestação.</p>
</div>
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</tbody>
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<tr>
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<p><strong>O QUE REIVINDICAMOS</strong></p>
<p><strong>1.</strong> <strong>Reabrir e prolongar o período de discussão pública,</strong> atualmente a decorrer entre 17 de junho e 15 de julho de 2026 — 20 dias úteis, em pleno verão —, para um <strong>prazo mínimo de 90 dias</strong>, com sessões presenciais em todos os distritos afetados. Um instrumento que classifica 7% do território continental como zona de aceleração, <strong>uma consulta de mais de 800 páginas</strong>, não pode ser discutido num mês.</p>
<p><strong>2.</strong> <strong>Excluir explicitamente das ZAER todos os solos com aptidão agrícola</strong>, solos com uso agroflorestal ativo, áreas de montado, e qualquer área em conflito com PDM ou PMOT em vigor.</p>
<p><strong>3.</strong> <strong>Manter obrigatória a Avaliação de Impacte Ambiental</strong> &#8211; As manchas das ZAER são apenas indicativas — nem sequer existe, na consulta pública, um mapa consultável por concelho; apenas figuras estáticas dispersas em centenas de páginas de relatórios técnicos. Os impactes reais só serão avaliados em fases posteriores de projeto — mas <strong>é exatamente nessa fase que a AIA está a ser dispensada</strong>. O resultado é um vazio: ninguém avalia, em concreto, o impacte real no terreno.</p>
<p><strong>4.</strong> <strong>Tornar vinculativos os mecanismos de participação e benefício local </strong>— as comunidades onde os projetos se instalam têm direito a co-decidir e a partilhar os benefícios económicos. Os próprios relatórios técnicos do PSZAER já recomendam um Plano de Benefícios Locais validado pelo município; falta apenas torná-lo obrigatório, e não uma sugestão.</p>
<p><strong>5. Priorizar legalmente o solar distribuído </strong>sobre o solar centralizado, com metas progressivas para telhados, infraestrutura pública e zonas industriais, antes de avançar para solo rural.</p>
</div>
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<tbody>
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<p><strong>MATERIAIS DE APOIO</strong></p>
<p>Ao longo do próximo mês vamos produzir mais materiais de apoio e continuar a partilhar os pareceres de várias associações, movimentos, cidadãos, entidades públicas. Segue-nos nas nossas redes sociais, envia esta newsletter aos teus amigos, fala sobre isto na rua, no café, no trabalho, e não te esqueças:</p>
</div>
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<div></div>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td valign="top"><a href="https://us.list-manage.com/1AM1GlgSS2u?e=653a7ff78e&amp;c2id=018bb10a651738fb6cfd3c043d8523f0" target="_blank" rel="noreferrer noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://us.list-manage.com/1AM1GlgSS2u?e%3D653a7ff78e%26c2id%3D018bb10a651738fb6cfd3c043d8523f0&amp;source=gmail&amp;ust=1783002792614000&amp;usg=AOvVaw2NVSoEpr8DQ1L6W_om7vwh">! PARTICIPA AQUI !</a></td>
</tr>
</tbody>
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</tbody>
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		<title>ANONYMOUS PORTUGAL — We Are Back</title>
		<link>https://indymedia.pt/230958/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 15:51:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[#Anonymous #AnonynousPortugal #WeAreHere #ExpectUs]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://indymedia.pt/230958/</guid>

					<description><![CDATA[A escuridão não se combate com silêncio. Nós ouvimos o vosso medo. Sentimos a vossa revolta. E regressamos. Portugal está a ser saqueado digitalmente. O cibercrime dispara. O governo fecha os olhos. A vossa privacidade é violada todos os dias. Jovens, famílias, empresas — todos abandonados à própria sorte. Nós, Anonymous, não aceitamos. Não pedimos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A escuridão não se combate com silêncio. Nós ouvimos o vosso medo.</p>
<p>Sentimos a vossa revolta.</p>
<p>E regressamos.</p>
<p>Portugal está a ser saqueado digitalmente.</p>
<p>O cibercrime dispara.</p>
<p>O governo fecha os olhos. A vossa privacidade é violada todos os dias. Jovens, famílias, empresas — todos abandonados à própria sorte.</p>
<p>Nós, Anonymous, não aceitamos. Não pedimos licença para proteger. Não esperamos permissão para fazer justiça. Os Anonymous Portugal voltaram para ser o escudo que o Estado recusou ser.</p>
<p>Expondo, denunciando, agindo.</p>
<p>Não buscamos fama.</p>
<p>Não temos rosto.</p>
<p>Temos uma causa: vocês. Aos criminosos que se julgam intocáveis: o vosso rasto será encontrado.</p>
<p>Aos políticos cúmplices: a vossa negligência será revelada.</p>
<p>Aos cidadãos esquecidos: nós não vos esqueceremos.</p>
<p>Observamos.</p>
<p>Agimos. Regressamos.</p>
<p>Somos Anonymous.</p>
<p>Somos Legião.</p>
<p>Não perdoamos.</p>
<p>Não esquecemos.</p>
<p>Esperem-nos</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Apoiantes do Climáximo redistribuem bens essenciais tirados do Continente “Eles comem tudo e não deixam nada”</title>
		<link>https://indymedia.pt/230906/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[PTrevolutionTV]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 18:33:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[AltPT]]></category>
		<category><![CDATA[Climaximo]]></category>
		<category><![CDATA[Indymedia]]></category>
		<category><![CDATA[indymediaPT]]></category>
		<category><![CDATA[PTrevolutionTV]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8220;Uma dezena de apoiantes do Climáximo entraram no Continente do Campo Pequeno e coletaram bens alimentares e de higiene pessoal saindo sem pagar e distribuindo estes bens numa banca junto à Estação de Oriente como forma de protesto contra os lucros das grandes superfícies em contexto de guerra fóssil, e como alerta sobre o impacto [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1280" height="960" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/05/84C5C37B-2E8A-47F4-B358-3FB2A9DC9757.jpg" alt="" class="wp-image-230907" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/05/84C5C37B-2E8A-47F4-B358-3FB2A9DC9757.jpg 1280w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/05/84C5C37B-2E8A-47F4-B358-3FB2A9DC9757-300x225.jpg 300w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/05/84C5C37B-2E8A-47F4-B358-3FB2A9DC9757-150x113.jpg 150w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/05/84C5C37B-2E8A-47F4-B358-3FB2A9DC9757-768x576.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;<em>Uma dezena de apoiantes do Climáximo entraram no Continente do Campo Pequeno e coletaram bens alimentares e de higiene pessoal saindo sem pagar e distribuindo estes bens numa banca junto à Estação de Oriente como forma de protesto contra os lucros das grandes superfícies em contexto de guerra fóssil, e como alerta sobre o impacto da crise climática nos sistemas alimentares. Os bens foram redistribuídos porque &#8220;ninguém devia ter que pagar para comer enquanto os ricos lucram como nunca&#8221;.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">*</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta tarde, apoiantes do Climáximo coletaram dezenas de bens alimentares e produtos de higiene pessoal no Continente Campo Pequeno &#8211; desde pão, fórmula para bebé e latas de atum, a pasta de dentes e pensos higiénicos &#8211; saindo do supermercado sem pagar. Os bens foram redistribuídos por pessoas em condição de pobreza junto da Estação de Oriente. Esta ação de protesto denunciou os lucros extraordinários auferidos por grandes superfícies como o Continente e o Pingo Doce num contexto de guerra potenciado pelos combustíveis fósseis, enquanto o custo de vida de pessoas comuns aumenta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Inês Teles, apoiante do Climáximo, afirma que: “A nossa dependência de combustíveis fósseis está não só a aumentar de forma drástica o custo de vida, como irá cada vez mais provocar a escassez de bens essenciais. Mas no meio deste caos, há quem fique a ganhar: as grandes superfícies e as empresas fósseis registam lucros ímpares com a guerra, com a nossa pobreza e a destruição do mundo. Eles estão a lucrar com a pobreza alheia. Viemos reclamar o que é de todas as pessoas.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">A desigualdade em Portugal tem disparado. Segundo dados da World Inequality Database, 1% da população concentra quase um quarto de toda a riqueza em Portugal, enquanto cerca da metade mais pobre do país possui apenas 3,63%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Tanto a Sonae como a Galp viram lucros record em 2025 e iniciaram 2026 em altas, após o escalar dos ataques imperialistas dos EUA e de Israel ao Irão. Ao mesmo tempo, o preço dos combustíveis dispara e o custo de vida aumenta, tendo sido atingido na semana passada o valor mais elevado do cabaz alimentar desde 2022,” afirma Inês. “Cada grau adicional de aquecimento aproxima-nos de falhas agrícolas em larga escala. Culturas essenciais como o milho e o trigo já sofrem perdas com o aumento das temperaturas, colocando milhões em risco de fome e insegurança alimentar. O capitalismo fóssil oferece-nos um futuro de escassez, desigualdade, militarização e colapso climático acelerado. Não aceitaremos ser deixados à mercê de mais Kristins, nem subordinados à sede de lucro vampírica das grandes empresas.”</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1400" height="1050" data-id="230908" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/05/8A4967F0-37C2-455A-AA07-6AD5E1CB0E15-1400x1050.jpeg" alt="" class="wp-image-230908" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/05/8A4967F0-37C2-455A-AA07-6AD5E1CB0E15-1400x1050.jpeg 1400w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/05/8A4967F0-37C2-455A-AA07-6AD5E1CB0E15-300x225.jpeg 300w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/05/8A4967F0-37C2-455A-AA07-6AD5E1CB0E15-150x113.jpeg 150w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/05/8A4967F0-37C2-455A-AA07-6AD5E1CB0E15-768x576.jpeg 768w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/05/8A4967F0-37C2-455A-AA07-6AD5E1CB0E15-1536x1152.jpeg 1536w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/05/8A4967F0-37C2-455A-AA07-6AD5E1CB0E15.jpeg 1600w" sizes="(max-width: 1400px) 100vw, 1400px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="1280" data-id="230909" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/05/4C01D1AF-AA51-4DD6-A0A6-155FD8478B7C.jpg" alt="" class="wp-image-230909" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/05/4C01D1AF-AA51-4DD6-A0A6-155FD8478B7C.jpg 1024w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/05/4C01D1AF-AA51-4DD6-A0A6-155FD8478B7C-240x300.jpg 240w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/05/4C01D1AF-AA51-4DD6-A0A6-155FD8478B7C-120x150.jpg 120w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/05/4C01D1AF-AA51-4DD6-A0A6-155FD8478B7C-768x960.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1280" height="720" data-id="230915" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/05/FE86D1D7-E5C6-4862-A4CC-C5E2F7C954DD.jpg" alt="" class="wp-image-230915" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/05/FE86D1D7-E5C6-4862-A4CC-C5E2F7C954DD.jpg 1280w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/05/FE86D1D7-E5C6-4862-A4CC-C5E2F7C954DD-300x169.jpg 300w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/05/FE86D1D7-E5C6-4862-A4CC-C5E2F7C954DD-150x84.jpg 150w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/05/FE86D1D7-E5C6-4862-A4CC-C5E2F7C954DD-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></figure>
</figure>



<p class="wp-block-paragraph">O Climáximo convoca todas as pessoas para o fecho da “Semana de Luta pelo Futuro”, uma concentração em frente à sede do Governo, no dia 15 de maio às 18:30, pelo direito a viver, à educação e saúde gratuitas para todas as pessoas, à soberania alimentar, pelo fim da guerra e o fim aos combustíveis fósseis até 2030.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/altpt/">#AltPT</a> <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/indymediapt/">#indymediaPT</a> <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/ptrevolutiontv/">#PTrevolutionTV</a> <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/climaximo/">#Climaximo</a></p>
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		<title>Portugal não deve legitimar AI-washing e escolasticídio na “EduAIcation 2026” em Jerusalém: apelo ao Ministério para recusar participação e às instituições educativas para manifestarem objeção</title>
		<link>https://indymedia.pt/230208/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 11:56:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Discriminação]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra e Paz]]></category>
		<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[AltPT]]></category>
		<category><![CDATA[Indymedia]]></category>
		<category><![CDATA[Palestina]]></category>
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					<description><![CDATA[COMUNICADO DE IMPRENSA Lisboa, 29 de janeiro de 2026 Lisboa, 29 de janeiro de 2026 —&#160;A Plataforma Unitária de Solidariedade com a Palestina&#160;manifesta profunda preocupação perante notícias e sinais públicos de que Portugal poderá estar representado na conferência “EduAIcation 2026” (2–4 de fevereiro de 2026), organizada pelo Ministério da Educação de Israel em Jerusalém, e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>COMUNICADO DE IMPRENSA</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Lisboa, 29 de janeiro de 2026</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lisboa, 29 de janeiro de 2026 —&nbsp;A Plataforma Unitária de Solidariedade com a Palestina&nbsp;manifesta profunda preocupação perante notícias e sinais públicos de que Portugal poderá estar representado na conferência “EduAIcation 2026” (2–4 de fevereiro de 2026), organizada pelo Ministério da Educação de Israel em Jerusalém, e anunciada como culminando na assinatura de uma suposta “Declaração de Jerusalém” sobre Inteligência Artificial (IA) na educação, cujo texto permanece sem divulgação pública auditável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A possível participação de Portugal é profundamente problemática por se tratar de um evento altamente contestado, rodeado de sinais de isolamento diplomático e de opacidade séria quanto ao seu conteúdo, legitimidade e grau real de adesão. A imprensa internacional, incluindo o jornal israelita Haaretz, tem noticiado uma recusa significativa de participação por parte de diversos homólogos e descreve o contexto do evento como um boicote diplomático em curso. Acresce que participar em fóruns deste tipo contribui para fabricar uma aparência de “normalidade” — para transformar crimes e violência estrutural em simples “contexto” e, por via protocolar, tornar aceitável o inaceitável — precisamente quando crescem, em múltiplos países e setores, iniciativas de recusa, objeção e boicote contra estas dinâmicas de normalização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta possível participação seria ainda especialmente grave por ocorrer precisamente no cruzamento entre IA e educação. Num momento em que Israel mantém e intensifica a destruição sistemática de vidas e infraestruturas civis na Palestina — incluindo a devastação do sistema educativo em Gaza e a escalada de ataques, incursões e medidas de asfixia contra universidades e comunidades académicas palestinianas na Cisjordânia — a presença portuguesa neste evento seria politicamente inaceitável, eticamente insustentável e incompatível com o dever de respeito pelo Direito Internacional e pelos Direitos Humanos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A conferência promove a IA como promessa de “futuro educativo”. Mas não existe “futuro educativo” credível quando a mesma infraestrutura tecnológica — dados, automatização, sistemas de decisão — é mobilizada para industrializar o massacre e transformar a vida humana em alvo estatístico. Investigações jornalísticas amplamente divulgadas, incluindo o trabalho do +972 Magazine/Local Call sobre o sistema “Lavender”, descrevem como Israel desenvolve e usa sistemas de IA para automatizar listas de alvos e acelerar operações com níveis alarmantes de falta de supervisão humana e consequências devastadoras para civis. O problema não é “a tecnologia” em abstrato: é a IA e é também a educação, quando se tenta separar “IA pedagógica” de “IA operacional” como se fossem mundos sem vasos comunicantes — quando, na realidade, partilham infraestruturas, parcerias, financiamento e a mesma narrativa de “eficiência” que pode servir tanto para personalizar aprendizagens como para otimizar a destruição.Não pode haver “ética da IA” num palco montado por um Estado que usa tecnologia para tornar o massacre mais rápido, mais eficiente e mais impune.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em paralelo, a devastação do sistema educativo palestiniano não é um dano colateral neutro: é um padrão intencional. Em abril de 2024, peritos das Nações Unidas expressaram alarme perante a destruição sistemática de escolas, universidades, professores e estudantes em Gaza, levantando a questão de uma possível intenção de destruir de forma abrangente o sistema educativo palestiniano — prática descrita como escolasticídio. Neste contexto, uma cimeira que se apresenta como “ética” e “humanista” corre o risco de funcionar como “AI-washing”: um verniz civil e pedagógico para lavar a imagem de um Estado que está a cometer atrocidades em escala — e, ao mesmo tempo, um laboratório de legitimação simbólica de agendas tecnológicas que escapam ao escrutínio democrático.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que exigimos ao Ministério da Educação, Ciência e Inovação</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Plataforma Unitária de Solidariedade com a Palestina&nbsp;apela ao Ministério para que:</p>



<ol start="1" class="wp-block-list">
<li>Esclareça publicamente, de forma imediata, se existe intenção de participação (ministerial, técnica ou institucional) na conferência “EduAIcation 2026” e em que moldes.</li>



<li>Recuse a participação e comunique essa decisão como posição política coerente com a defesa dos Direitos Humanos e do Direito Internacional.</li>



<li>Rejeite qualquer assinatura ou endosso de documentos não públicos e não auditáveis, tanto mais quando produzidos por um Estado sob acusação internacional de crimes graves.</li>



<li>Assuma um compromisso claro de que Portugal não participará em iniciativas que contribuam para a normalização e branqueamento de violência massiva, incluindo a destruição da educação palestiniana.</li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Apelo às instituições educativas, sindicatos, investigadores e estudantes</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Apelamos também a:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Escolas, agrupamentos, universidades, centros de investigação, e respetivas direções;</li>



<li>Sindicatos de professores e trabalhadores da educação;</li>



<li>Associações académicas e estudantis;</li>



<li>Investigadores e profissionais de tecnologias educativas e IA;</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">para que expressem objeção formal à participação portuguesa: por carta, moções, comunicados, tomadas de posição públicas e pedidos de esclarecimento ao Ministério. O silêncio institucional também comunica — e, neste caso, comunica cumplicidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portugal não pode participar numa encenação de “IA ética” que branqueia o genocídio e empresta legitimidade a um palco que ajuda fomentar violência, devastação e escolasticídio. A educação não é um cenário para fotografias diplomáticas: mas sim um compromisso com a dignidade humana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por uma Palestina Livre,</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Plataforma Unitária de Solidariedade com a Palestina (PUSP)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.instagram.com/plataformaunitaria.pal">https://www.instagram.com/plataformaunitaria.pal</a></p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1250" data-id="230222" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/E265B106-6B05-4AE6-A9DB-65375E61E66F.jpg" alt="" class="wp-image-230222" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/E265B106-6B05-4AE6-A9DB-65375E61E66F.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/E265B106-6B05-4AE6-A9DB-65375E61E66F-240x300.jpg 240w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/E265B106-6B05-4AE6-A9DB-65375E61E66F-120x150.jpg 120w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/E265B106-6B05-4AE6-A9DB-65375E61E66F-768x960.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



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		<title>Ataque à liberdade de imprensa no Parlamento é inaceitável &#8211; Comunicado Sindicato dos Jornalistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 11:27:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura e Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8220;A Direção do Sindicato dos Jornalistas condena e repudia as limitações, a pressão e a suspeição lançada sobre um jornalista da revista Sábado durante uma reportagem na Assembleia da República, onde os jornalistas estão autorizados a trabalhar e a abordar deputados. É intolerável e inaceitável a forma como um jornalista foi abordado por elementos da [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A Direção do Sindicato dos Jornalistas condena e repudia as limitações, a pressão e a suspeição lançada sobre um jornalista da revista Sábado durante uma reportagem na Assembleia da República, onde os jornalistas estão autorizados a trabalhar e a abordar deputados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É intolerável e inaceitável a forma como um jornalista foi abordado por elementos da segurança da Assembleia da República, instado a identificar-se e impedido de prosseguir com o trabalho que estava a fazer no Parlamento. No entender do SJ, a situação configura um atentado à liberdade de imprensa e roça o abuso de poder, ao ponto de o GNR no local ter questionado o jornalista sobre as questões que estaria a colocar, como se lê no relato feito pela revista Sábado. Os serviços de segurança da AR existem para garantir a segurança de todos os que trabalham ou passam, devidamente autorizados e identificados, pela “casa do povo”, não para estar ao serviço de queixas de uns quantos eleitos que querem evitar a todo o custo o escrutínio, recorrendo até a serviços policiais pagos por todos nós.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O SJ não entende e não aceita a coação e a exibição de autoridade para limitar direitos dos jornalistas que estão consagrados nas Leis produzidas dentro das paredes da Assembleia. Os deputados são adultos e livres para dizer, com a urbanidade devida a quem frequenta aquela casa, que não querem responder a perguntas, embora, no entendimento do SJ, enquanto eleitos pelo povo não se devam furtar-se às questões legítimas de quem faz jornalismo. Não precisam de quem os defenda com queixas anónimas a atiçar os serviços de segurança, que deviam, eles próprios, ter noção da incorreção da sua conduta, e recusar participar nestes ataques à liberdade de imprensa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A justificação, dada pela Secretaria da AR, de que os serviços de segurança foram ativados para garantir a “segurança de pessoas e bens” é, no mínimo, tão ofensiva como a atuação das forças de segurança. Quando os eleitos do povo olham para os jornalistas como uma ameaça à segurança de pessoas e bens, pelo simples facto de terem uma caneta e um bloco de notas, algo está muito errado, merecendo profunda reflexão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Sindicato dos Jornalistas não pode pactuar com situações que ameaçam a liberdade de informar e ser informado em qualquer cenário, muito menos num espaço vital para a vida dos cidadãos como é a Assembleia da República. O Parlamento encerra vários dos valores e liberdades que nos guiam como sociedade: de reunião, de expressão, de busca de consensos, de circulação, mas também o direito ao trabalho de todos que ali se encontram.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-sindicato-dos-jornalistas wp-block-embed-sindicato-dos-jornalistas"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<span class="embed-privacy-url"><a href="https://jornalistas.eu/ataque-a-liberdade-de-imprensa-no-parlamento-e-inaceitavel/">Open embedded content from jornalistas.eu</a></span>
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<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>[Comunicado de Imprensa] Financiamento público &#8211; Mina do Barroso &#8211; UDCB</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jan 2026 12:11:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecologia e Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[AltPT]]></category>
		<category><![CDATA[barrosoEmResistencia]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8220;Comunicado de Imprensa21 de Janeiro de 2026 Associação Unidos em Defesa de Covas do Barroso opõe-se ao financiamento público da Mina do Barroso No passado dia 7 de janeiro, o Governo português anunciou a atribuição de financiamento público ao projeto da Mina do Barroso, promovido pela empresa Savannah Resources, através de fundos nacionais ao abrigo [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Comunicado de Imprensa<br>21 de Janeiro de 2026</p>



<p class="wp-block-paragraph">Associação Unidos em Defesa de Covas do Barroso opõe-se ao financiamento público da Mina do Barroso</p>



<p class="wp-block-paragraph">No passado dia 7 de janeiro, o Governo português anunciou a atribuição de financiamento público ao projeto da Mina do Barroso, promovido pela empresa Savannah Resources,  através de fundos nacionais ao abrigo do Quadro Temporário de Crise e Transição da Comissão Europeia. Ao canalizar um investimento milionário para este projeto, o Estado legitima e sustenta uma iniciativa privada que ameaça destruir uma região classificada como Património Agrícola Mundial. Trata-se de uma grave perversão do interesse público, à revelia de consultas públicas, decisões locais e pareceres de associações ambientais, a que se juntam repetidas críticas por parte de orgãos nacionais e internacionais. Recorde-se, a título de exemplo, que o próprio Ministério Público defendeu a nulidade da Declaração de Impacte Ambiental do projecto mineiro. A isto soma-se a conclusão do Comité da Convenção de Aarhus, segundo a qual a consulta pública violou direitos fundamentais de participação, bem como a existência de estudos técnicos que identificaram lacunas graves na avaliação do projecto. Sobre este último ponto, comenta Francisco Venes, sócio da UDCB:</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os estudos independentes têm sido claros. As avaliações ambientais foram apressadas e superficiais e não dão conta dos impactos desta mina. Como é que o Governo quer financiar um projeto desta dimensão, quando não conhece os riscos para o ambiente e para a saúde da população local? É uma irresponsabilidade”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não é sacrificando comunidades que mantêm relações responsáveis com a terra que se constrói uma sociedade ambientalmente equilibrada; mas sim reconhecendo a sua importância ecológica e criando condições para a sua continuidade. O futuro do Barroso assenta na valorização do seu estatuto de Património Agrícola Mundial e do investimento numa economia local sustentável, e não na destruição deste património comum. Numa região marcada pela carência de serviços públicos essenciais, nomeadamente na educação e na saúde, é inaceitável que o Governo opte por financiar um projeto que compromete a vida das populações locais e hipoteca o seu futuro. Sobre isto, acrescenta Maria Loureiro, agricultora de Romainho:</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Não temos um hospital ou uma escola secundária por perto. A maternidade mais próxima fica a uma hora e meia de carro. É um abandono. O que temos vem de uma vida a trabalhar, sem ajudas. E agora querem-nos tirar tudo. Mas nós não vamos ceder. Vamos lutar contra isto até ao fim”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma transição energética que sacrifica o ambiente e se impõe contra as populações &#8211; em vez de ser construída com elas &#8211; desvaloriza a experiência local nos territórios e cria precedentes antidemocráticos preocupantes. Ao assumir-se como promotor de um projeto com estas características, o Governo faz uma escolha política clara: proteger interesses privados em vez de salvaguardar os direitos das comunidades que afirma representar. Por essa razão, é um governo sem credibilidade para invocar o interesse público. A Unidos em Defesa do Barroso continuará a trabalhar para travar este projeto, fazer valer os direitos das populações e defender o património comum da região.&#8221;</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="563" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/7CE9C5D4-E3C7-47EA-A66C-89A1D34AFFAC.jpg" alt="" class="wp-image-229992" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/7CE9C5D4-E3C7-47EA-A66C-89A1D34AFFAC.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/7CE9C5D4-E3C7-47EA-A66C-89A1D34AFFAC-300x169.jpg 300w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/7CE9C5D4-E3C7-47EA-A66C-89A1D34AFFAC-150x84.jpg 150w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/7CE9C5D4-E3C7-47EA-A66C-89A1D34AFFAC-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Sobre a UDCB A Unidos em Defesa de Covas do Barroso (UDCB) é uma associação local sem fins lucrativos que defende o ambiente, o património e a qualidade de vida em Covas do Barroso. Trabalhamos para manter o modo de vida sustentável que caracteriza a região<br>de Barroso e garantir que continua a desempenhar o seu papel no combate às alterações climáticas. Defendemos a terra e a comunidade de projetos que ameaçam o nosso futuro coletivo e identidade. Somos pessoas comprometidas com os princípios do comunitarismo, do respeito pela natureza e do direito à participação cívica ativa e à autodeterminação coletiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projecto de lítio em Covas do Barroso<br>O projeto de mineração de Lítio promovido pela empresa Savannah Resources em Covas do Barroso pretende instalar 4 minas a céu aberto a poucas centenas de metros dos núcleos habitados, ameaçando a qualidade de vida das populações. O projeto desviaria cursos de água superficiais e afetaria permanentemente as reservas de água subterrâneas existentes. Poderia ainda contaminar os rios Covas, Beça, Tâmega e Douro caso ocorresse uma ruptura da instalação de armazenamento de rejeitos de mina. O projeto teria ainda impactos significativos na atividade económica ao alterar de maneira significativa o uso de solos hoje destinados à atividade agrícola, pecuária e florestal numa região reconhecida como o único Sistema Importante do Património Agrícola Mundial português.&#8221;</p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1197" data-id="229990" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/BD3AF6A6-041E-47E6-BECB-275CEFF1872E.jpg" alt="" class="wp-image-229990" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/BD3AF6A6-041E-47E6-BECB-275CEFF1872E.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/BD3AF6A6-041E-47E6-BECB-275CEFF1872E-251x300.jpg 251w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/BD3AF6A6-041E-47E6-BECB-275CEFF1872E-125x150.jpg 125w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/BD3AF6A6-041E-47E6-BECB-275CEFF1872E-768x919.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="563" data-id="229989" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/935E4DB8-526B-4EB8-9FE8-347F36304626.jpg" alt="" class="wp-image-229989" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/935E4DB8-526B-4EB8-9FE8-347F36304626.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/935E4DB8-526B-4EB8-9FE8-347F36304626-300x169.jpg 300w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/935E4DB8-526B-4EB8-9FE8-347F36304626-150x84.jpg 150w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/935E4DB8-526B-4EB8-9FE8-347F36304626-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1000" data-id="229991" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/1A9DC395-9498-42A6-8996-29A8F053ED2F.jpg" alt="" class="wp-image-229991" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/1A9DC395-9498-42A6-8996-29A8F053ED2F.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/1A9DC395-9498-42A6-8996-29A8F053ED2F-300x300.jpg 300w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/1A9DC395-9498-42A6-8996-29A8F053ED2F-150x150.jpg 150w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/1A9DC395-9498-42A6-8996-29A8F053ED2F-768x768.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>
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<p class="wp-block-paragraph">Imagens retiradas de <a href="https://www.facebook.com/udcovasdobarroso/">https://www.facebook.com/udcovasdobarroso/</a></p>
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		<title>Auto Organização e Solidariedade Rumo a um Futuro mais justo para Todos, para isso foi criada a BRAVA.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 20:55:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecologia e Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[AltPT]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Indymedia]]></category>
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					<description><![CDATA[Mas afinal o que é a Brava?&#160; A cada dia, o campo é transformado por projetos que prometem progresso, mas impõem destruição. Todas as imagens deste artigo foram recolhidas em https://www.instagram.com/rederesistenciarural O extrativismo avança sobre o campo sem consulta, sem consentimento e, quase sempre, sem retorno para quem lá vive e trabalha. A BRAVA nasce [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Mas afinal o que é a Brava?&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A cada dia, o campo é transformado por projetos que prometem progresso, mas impõem destruição.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-4 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1230" data-id="229972" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/F0118037-7EA2-47D3-B005-30A1C0230734.jpg" alt="" class="wp-image-229972" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/F0118037-7EA2-47D3-B005-30A1C0230734.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/F0118037-7EA2-47D3-B005-30A1C0230734-244x300.jpg 244w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/F0118037-7EA2-47D3-B005-30A1C0230734-122x150.jpg 122w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/F0118037-7EA2-47D3-B005-30A1C0230734-768x945.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1230" data-id="229971" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/6AEC59CE-D4CB-41AE-8FB8-E61070B1A9AC.jpg" alt="" class="wp-image-229971" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/6AEC59CE-D4CB-41AE-8FB8-E61070B1A9AC.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/6AEC59CE-D4CB-41AE-8FB8-E61070B1A9AC-244x300.jpg 244w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/6AEC59CE-D4CB-41AE-8FB8-E61070B1A9AC-122x150.jpg 122w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/6AEC59CE-D4CB-41AE-8FB8-E61070B1A9AC-768x945.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1230" data-id="229970" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/8E6EAFD0-4620-471D-94B7-95405D971644.jpg" alt="" class="wp-image-229970" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/8E6EAFD0-4620-471D-94B7-95405D971644.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/8E6EAFD0-4620-471D-94B7-95405D971644-244x300.jpg 244w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/8E6EAFD0-4620-471D-94B7-95405D971644-122x150.jpg 122w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/8E6EAFD0-4620-471D-94B7-95405D971644-768x945.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>
</figure>



<p class="wp-block-paragraph">Todas as imagens deste artigo foram recolhidas em <a href="https://www.instagram.com/rederesistenciarural?utm_source=ig_web_button_share_sheet&amp;igsh=ZDNlZDc0MzIxNw==">https://www.instagram.com/rederesistenciarural</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O extrativismo avança sobre o campo sem consulta, sem consentimento e, quase sempre, sem retorno para quem lá vive e trabalha. A BRAVA nasce para apoiar quem resiste. É uma rede de resistência rural e um fundo solidário. Ligamos quem pode apoiar a quem está na linha da frente. Porque a ecologia só existe com raízes no território. Junta-te à BRAVA.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Minas a céu aberto, megaprojetos energéticos, estufas e monoculturas, zonas logísticas, barragens, resorts e eucaliptais invadem os territórios rurais em nome do lucro — esgotando solos, água e modos de vida. Chamam-lhe transição. Mas o que vemos é exaustão. Chamam-lhe interior. Mas é aqui que se joga o essencial: terra, alimento, comunidade, futuro.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para saberes mais espreita;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O manifesto da BRAVA</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-rede-de-resist-ncia-rural wp-block-embed-rede-de-resist-ncia-rural"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<span class="embed-privacy-url"><a href="https://rederesistenciarural.org/manifesto/">Open embedded content from rederesistenciarural.org</a></span>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O vídeo de lançamento da Brava:</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;&nbsp;&nbsp; A BRAVA liga quem resiste no território a quem pode apoiar com corpo, dinheiro, conhecimentos ou ferramentas. Conectamos comunidades ameaçadas pelo extrativismo — e que constroem alternativas mais justas — com quem escolhe fortalecer a resistência e a regeneração.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<span class="embed-privacy-url"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=YkN3YB_3Ym0&#038;t=1s">Open embedded content from YouTube</a></span>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O campo não é recurso nem reserva. É território vivo. E está sob ataque.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ajuda a criar um fundo de resistência rural e financia, diretamente, quem luta por territórios vivos e justos.</li>
</ul>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-5 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1250" data-id="229975" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/578CE59A-5A55-46B1-BCC9-BB07FFA5EB2D.jpg" alt="" class="wp-image-229975" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/578CE59A-5A55-46B1-BCC9-BB07FFA5EB2D.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/578CE59A-5A55-46B1-BCC9-BB07FFA5EB2D-240x300.jpg 240w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/578CE59A-5A55-46B1-BCC9-BB07FFA5EB2D-120x150.jpg 120w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/578CE59A-5A55-46B1-BCC9-BB07FFA5EB2D-768x960.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1250" data-id="229973" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/24947E05-24C9-401C-BB08-8340A5FFBFBA.jpg" alt="" class="wp-image-229973" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/24947E05-24C9-401C-BB08-8340A5FFBFBA.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/24947E05-24C9-401C-BB08-8340A5FFBFBA-240x300.jpg 240w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/24947E05-24C9-401C-BB08-8340A5FFBFBA-120x150.jpg 120w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/24947E05-24C9-401C-BB08-8340A5FFBFBA-768x960.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1250" data-id="229974" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/3F8DBBB1-91D3-4D48-9D1F-4D0AA213E2CF.jpg" alt="" class="wp-image-229974" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/3F8DBBB1-91D3-4D48-9D1F-4D0AA213E2CF.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/3F8DBBB1-91D3-4D48-9D1F-4D0AA213E2CF-240x300.jpg 240w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/3F8DBBB1-91D3-4D48-9D1F-4D0AA213E2CF-120x150.jpg 120w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/3F8DBBB1-91D3-4D48-9D1F-4D0AA213E2CF-768x960.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>
</figure>



<p class="wp-block-paragraph">A BRAVA existe para conectar quem resiste ao extrativismo a uma rede de solidariedade e recursos. Com o teu apoio, podemos disponibilizar ferramentas jurídicas, capacitação técnica, apoio financeiro, visibilidade e articulação entre projetos locais. Cada contribuição ajuda a transformar a resistência em projetos concretos para quem age agora nos territórios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um Júri reúne-se uma única vez para avaliar os pedidos de apoio recebidos e decidir como distribuir os fundos disponíveis. Depois, o dinheiro é enviado diretamente para os projetos escolhidos, em seguida o júri dissolve-se, a conta volta a zero, e o ciclo recomeça.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-rede-de-resist-ncia-rural wp-block-embed-rede-de-resist-ncia-rural"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<span class="embed-privacy-url"><a href="https://rederesistenciarural.org/apoiar">Open embedded content from rederesistenciarural.org</a></span>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Um fundo simples, justo e enraizado nos princípios da autogestão, para fortalecer quem resiste e partilhar o que é comum.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Já estas a lutar e precisas de apoio?</li>
</ul>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-6 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="640" height="800" data-id="229976" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/45FDD07E-2502-4FB0-AC74-008FF48A67FD.jpg" alt="" class="wp-image-229976" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/45FDD07E-2502-4FB0-AC74-008FF48A67FD.jpg 640w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/45FDD07E-2502-4FB0-AC74-008FF48A67FD-240x300.jpg 240w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/45FDD07E-2502-4FB0-AC74-008FF48A67FD-120x150.jpg 120w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1250" data-id="229978" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/CB12FF5D-1AC0-4CB1-80E7-DAD1DABD1529.jpg" alt="" class="wp-image-229978" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/CB12FF5D-1AC0-4CB1-80E7-DAD1DABD1529.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/CB12FF5D-1AC0-4CB1-80E7-DAD1DABD1529-240x300.jpg 240w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/CB12FF5D-1AC0-4CB1-80E7-DAD1DABD1529-120x150.jpg 120w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/CB12FF5D-1AC0-4CB1-80E7-DAD1DABD1529-768x960.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1250" data-id="229977" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/DBECEDAF-1C8E-401A-AD9A-79A23453B2C8.jpg" alt="" class="wp-image-229977" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/DBECEDAF-1C8E-401A-AD9A-79A23453B2C8.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/DBECEDAF-1C8E-401A-AD9A-79A23453B2C8-240x300.jpg 240w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/DBECEDAF-1C8E-401A-AD9A-79A23453B2C8-120x150.jpg 120w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/DBECEDAF-1C8E-401A-AD9A-79A23453B2C8-768x960.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>
</figure>



<p class="wp-block-paragraph">Entra em contacto com a BRAVA, podes pedir vários tipos de apoio – financeiro, jurídico, técnico, comunicação, organização de eventos, facilitação, etc. Os dados que aqui recolhemos ajudam-nos a conhecer melhor as tuas necessidades e a consolidar uma rede de apoio mútuo, a ativar solidariedades locais e a fortalecer as resistências em curso.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://n8n.fimdomeio.com/form/def336af-edea-46f9-abbd-6966de10c1fa">https://n8n.fimdomeio.com/form/def336af-edea-46f9-abbd-6966de10c1fa</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje resistes, amanhã apoias. Esta rede vive da entreajuda e da partilha concreta e ágil de recursos, para que nenhuma resistência fique isolada e nenhum gesto de solidariedade se perca.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Vamos ajudar a conhecer e dar voz a todos aqueles que vêm os seus territórios ameaçados por estas falsas promessas da transição energética verde nas que poêm em causa as Comunidades, coletivos e pessoas que vivem ou trabalham em territórios rurais que enfrentam ameaças extrativistas ou desenvolvem alternativas mais justas e práticas de regeneração.</li>
</ul>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="864" height="1080" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/02B8EFCC-B7CE-49C6-8F65-2B63520230BE.jpg" alt="" class="wp-image-229979" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/02B8EFCC-B7CE-49C6-8F65-2B63520230BE.jpg 864w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/02B8EFCC-B7CE-49C6-8F65-2B63520230BE-240x300.jpg 240w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/02B8EFCC-B7CE-49C6-8F65-2B63520230BE-120x150.jpg 120w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/02B8EFCC-B7CE-49C6-8F65-2B63520230BE-768x960.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 864px) 100vw, 864px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de vivermos na era da informação,&nbsp;muitas vezes não sabemos quais as lutas que se desenrolam ao lado do nosso quintal e para isso a BRAVA criou um mapa para mapearmos estas diferentes lutas de forma que cada um possa disponibilizar as suas ferramentas e conhecimentos para fortalecer essas lutas e assim garantir que a mesmas cheguem a mais gente e assim fomentar a empatia que e solidariedade que tanta falta faz nos tempos em que vivemos, para tal podes ajudar lançando essas lutas no mapa de resitência da&nbsp;BRAVA.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-rede-de-resist-ncia-rural wp-block-embed-rede-de-resist-ncia-rural"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<span class="embed-privacy-url"><a href="https://rederesistenciarural.org/mapa">Open embedded content from rederesistenciarural.org</a></span>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Porque não há nada&nbsp;mais&nbsp;agregador que a defesa das nossas raízes é fundamental que os média convencionais e indepentes se mobilizem para expor a realidade de mais uma mentira que a máquina capitalista / colonialista tenta usar para nós dividir, colocar a cidade contra a ruralidade, quando todos nós sabemos que este não é o verdadeiro caminho rumo a um Futuro mais justo e respeitador e fica o apelo para nos unirmos rumo&nbsp;à&nbsp;Soberania da Informação, entra em contacto connosco para&nbsp;dar&nbsp;voz&nbsp;às&nbsp;nossas&nbsp;lutas comuns.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A resistência,&nbsp;seja rural&nbsp;ou&nbsp;urbana,&nbsp;não passa apenas por lutar contra algo mas também em fortalecer e criar novas formas de dinamizar e proteger estes territórios e as suas identidades próprias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais informação aqui:&nbsp;<a href="https://rederesistenciarural.org/">https://rederesistenciarural.org/</a></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Já ouviste falar da #operationinflation?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jan 2026 23:49:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura e Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Indymedia]]></category>
		<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[AltPT]]></category>
		<category><![CDATA[operationinflation]]></category>
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					<description><![CDATA[A #operationinflation doa fatos insufláveis ​​gratuitos para os membros da comunidade usarem em protestos para ajudar a diminuir a tensão e aumentar as boas vibrações. A #operationinflation começou em outubro de 2025, quando alguns amigos em Portland perceberam que uma pessoa a usar um fato de um sapo insuflável estava a começar algo diferente, o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/operationinflation/">#operationinflation</a> doa fatos insufláveis ​​gratuitos para os membros da comunidade usarem em protestos para ajudar a diminuir a tensão e aumentar as boas vibrações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/operationinflation/">#operationinflation</a> começou em outubro de 2025, quando alguns amigos em Portland perceberam que uma pessoa a usar um fato de um sapo insuflável estava a começar algo diferente, o que provocou que outros ativistas se reunissem e rapidamente começassem a arrecadar fundos para comprar e entregar mais fantasias insufláveis ​​para quem participava em atos de protesto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este tipo de protestos pacíficos visam criar confusão e incerteza, seja naqueles que apresentam um discurso fascista e nacionalista, seja nos próprios aparelhos de opressão encabeçados pela polícia, apresentando um novo guião de luta para o qual essas entidades não estão preparadas e em paralelo criar e cimentar redes de apoio mútuo e segurança para quem está nas ruas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O absurdo de tudo isto tenta criar uma nova forma de protesto que não se encaixa na norma, criando assim um vazio nos discursos e nas formas de repressão que se foram alimentando da opressão e descredibilização e reforçando assim a liberdade de expressão e mantendo a comunidade mais segura e positiva enquanto exercem os seus direitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se quiseres saber mais sobre a <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/operationinflation/">#operationinflation</a> espreita o site oficial <a href="https://www.operationinflation.com/">https://www.operationinflation.com/</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar desta forma de protesto se ter iniciado nos E.U.A já começam a surgir alguns atos um pouco por todo o globo, não para mostrar que quem luta é fofinho e amoroso, mas como forma de voltar a controlar a narrativa da luta e assim derrubar o fascismo e todas as regras e leis fundamentais para alimentar essas visões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tal como com os Clown Blocks os ativistas estão uma vez mais a reinventar formas de protesto e assim controlar a narrativa e desmontar os discursos formatados e manipuladores que vão tomando conta das redes sociais e dos mídia convencionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se quiseres saber mais sobre a <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/operationinflation/">#operationinflation</a> espreita o site oficial <a href="https://www.operationinflation.com/">https://www.operationinflation.com/</a> e os vídeos que deixamos abaixo:</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter wp-block-embed-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="embed-privacy-local-tweet"><blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">Could this be the new face of Antifa?<br><br>Operation Inflation distributes inflatables costumes to protest sites to disrupt fascist propaganda. 🐸🦄🐔👇 <a href="https://t.co/S6PTde9d1H">pic.twitter.com/S6PTde9d1H</a></p><cite class="embed-privacy-tweet-meta"><span class="embed-privacy-author-meta">— 𝚃𝙷𝙴 𝚆𝙷𝙸𝚃𝙴 𝚁𝙰𝙱𝙱𝙸𝚃 (@White_Rabbit_OG) </span><a href="https://twitter.com/White_Rabbit_OG/status/2011094375531508128?ref_src=twsrc%5Etfw">13/01/2026</a></cite></blockquote></div>
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<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter wp-block-embed-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="embed-privacy-local-tweet"><blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">Breaking: Disturbing scenes out of Portland, 2025 — authorities warn the situation could escalate. <a href="https://t.co/OogQ0eLYOi">pic.twitter.com/OogQ0eLYOi</a></p><cite class="embed-privacy-tweet-meta"><span class="embed-privacy-author-meta">— P a u l ◉ (@SkylineReport) </span><a href="https://twitter.com/SkylineReport/status/1976872244413399431?ref_src=twsrc%5Etfw">11/10/2025</a></cite></blockquote></div>
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<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter wp-block-embed-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="embed-privacy-local-tweet"><blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">Wow Portland is so dangerous even the frogs are saluting! 👇👇👇😂😂😂 <a href="https://t.co/dyyB6MvgpP">pic.twitter.com/dyyB6MvgpP</a></p><cite class="embed-privacy-tweet-meta"><span class="embed-privacy-author-meta">— Suzie rizzio (@Suzierizzo1) </span><a href="https://twitter.com/Suzierizzo1/status/1980359950300807430?ref_src=twsrc%5Etfw">20/10/2025</a></cite></blockquote></div>
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<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-9-16 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<span class="embed-privacy-url"><a href="https://youtube.com/shorts/trdvE-quU40?si=_ywndqjvSJt1buHS">Open embedded content from YouTube</a></span>
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<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter wp-block-embed-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="embed-privacy-local-tweet"><blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">Portland’s “Freedom Frog” has a posse. <br><br>After a video went viral of ICE agents pepper-spraying a man in an inflatable frog costume, Portland activists launched Operation Inflation, crowdfunding to provide free costumes for protesters resisting the Trump administration’s… <a href="https://t.co/UU9ZcBcCcU">pic.twitter.com/UU9ZcBcCcU</a></p><cite class="embed-privacy-tweet-meta"><span class="embed-privacy-author-meta">— BreakThrough News (@BTnewsroom) </span><a href="https://twitter.com/BTnewsroom/status/1991890262696608218?ref_src=twsrc%5Etfw">21/11/2025</a></cite></blockquote></div>
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<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter wp-block-embed-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="embed-privacy-local-tweet"><blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true"><p lang="de" dir="ltr"><a href="https://twitter.com/hashtag/OperationInflation?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#OperationInflation</a> stürmt die Ordensburg in <a href="https://twitter.com/hashtag/Liebstedt?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#Liebstedt</a> bei Weimar. Der Burgherr <a href="https://twitter.com/hashtag/KlausDieterB%C3%B6hmeSchneider?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#KlausDieterBöhmeSchneider</a> pocht auf das &#8220;Privatgrundstück&#8221; seiner &#8220;Gesellschaft zur Förderung guten Lebens&#8221; der <a href="https://twitter.com/hashtag/ToskanaAG?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#ToskanaAG</a>.<br>Da hört die Vielfalt also auf 😀<a href="https://t.co/0PN4ktw3uR">https://t.co/0PN4ktw3uR</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/we2510?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#we2510</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/wr2510?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#wr2510</a> <a href="https://t.co/TVriSrpfMe">pic.twitter.com/TVriSrpfMe</a></p><cite class="embed-privacy-tweet-meta"><span class="embed-privacy-author-meta">— 🥚reclaimrosaluxemburgplatz (@reclaimrosalux1) </span><a href="https://twitter.com/reclaimrosalux1/status/1982289103971401880?ref_src=twsrc%5Etfw">26/10/2025</a></cite></blockquote></div>
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<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter wp-block-embed-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="embed-privacy-local-tweet"><blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">Now this is hilarious the frog and his friends March behind a MAGA agitator in Portland! 😂😂😂😂 <a href="https://t.co/7iurEJKjQM">pic.twitter.com/7iurEJKjQM</a></p><cite class="embed-privacy-tweet-meta"><span class="embed-privacy-author-meta">— Suzie rizzio (@Suzierizzo1) </span><a href="https://twitter.com/Suzierizzo1/status/1979416518497628324?ref_src=twsrc%5Etfw">18/10/2025</a></cite></blockquote></div>
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<div class="embed-privacy-local-tweet"><blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">Joey, a volunteer with Operation Inflation <a href="https://twitter.com/OpInflation?ref_src=twsrc%5Etfw">@OpInflation</a> gives his opinion on sexuality, transgenderism, immigration and other topics 12/5/25 <br>Operation Inflation, founded in 2025 is a leftist initiative in Portland, Oregon, that crowdfunds and distributes free inflatable costumes… <a href="https://t.co/Fnbu6Io4VS">pic.twitter.com/Fnbu6Io4VS</a></p><cite class="embed-privacy-tweet-meta"><span class="embed-privacy-author-meta">— ₵Ø₦₴₱łⱤɆ₮₳ⱤĐ (@conspiretard) </span><a href="https://twitter.com/conspiretard/status/2004832178275058090?ref_src=twsrc%5Etfw">27/12/2025</a></cite></blockquote></div>
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<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter wp-block-embed-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="embed-privacy-local-tweet"><blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true"><p lang="qme" dir="ltr"><a href="https://twitter.com/hashtag/OperationInflation?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#OperationInflation</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/NoKings?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#NoKings</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/Ice?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#Ice</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/Immigration?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#Immigration</a> <a href="https://t.co/lqkavhjdEB">pic.twitter.com/lqkavhjdEB</a></p><cite class="embed-privacy-tweet-meta"><span class="embed-privacy-author-meta">— Operation Inflation (@opinflate) </span><a href="https://twitter.com/opinflate/status/1978541421582745983?ref_src=twsrc%5Etfw">15/10/2025</a></cite></blockquote></div>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="300" height="168" data-id="229927" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/60796F13-852C-4AEE-B864-D11484D229B8.jpg" alt="" class="wp-image-229927" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/60796F13-852C-4AEE-B864-D11484D229B8.jpg 300w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/60796F13-852C-4AEE-B864-D11484D229B8-150x84.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></figure>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="474" height="315" data-id="229929" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/5DE0CDE2-F1E3-472F-B112-B40212078896.jpg" alt="" class="wp-image-229929" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/5DE0CDE2-F1E3-472F-B112-B40212078896.jpg 474w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/5DE0CDE2-F1E3-472F-B112-B40212078896-300x199.jpg 300w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/5DE0CDE2-F1E3-472F-B112-B40212078896-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 474px) 100vw, 474px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1250" data-id="229931" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/E9379F3E-964B-494D-B065-6EDD58BBD7E4.jpg" alt="" class="wp-image-229931" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/E9379F3E-964B-494D-B065-6EDD58BBD7E4.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/E9379F3E-964B-494D-B065-6EDD58BBD7E4-240x300.jpg 240w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/E9379F3E-964B-494D-B065-6EDD58BBD7E4-120x150.jpg 120w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/E9379F3E-964B-494D-B065-6EDD58BBD7E4-768x960.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1250" data-id="229932" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/8812017B-1CA8-4267-B9F4-14765FFDE74E.jpg" alt="" class="wp-image-229932" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/8812017B-1CA8-4267-B9F4-14765FFDE74E.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/8812017B-1CA8-4267-B9F4-14765FFDE74E-240x300.jpg 240w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/8812017B-1CA8-4267-B9F4-14765FFDE74E-120x150.jpg 120w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/8812017B-1CA8-4267-B9F4-14765FFDE74E-768x960.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1250" data-id="229934" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/B7151B8A-34BE-4BC8-8EFB-27C686922ACD.jpg" alt="" class="wp-image-229934" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/B7151B8A-34BE-4BC8-8EFB-27C686922ACD.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/B7151B8A-34BE-4BC8-8EFB-27C686922ACD-240x300.jpg 240w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/B7151B8A-34BE-4BC8-8EFB-27C686922ACD-120x150.jpg 120w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/B7151B8A-34BE-4BC8-8EFB-27C686922ACD-768x960.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



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<p class="wp-block-paragraph">Não te esqueças que este site é de publicação livre não hesites em relatar o que se passa na tua rua.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pela soberania da informação.</p>
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		<title>*Quem são as pessoas negras que movem a cultura em Portugal?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jan 2026 19:38:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Discriminação]]></category>
		<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[AltPT]]></category>
		<category><![CDATA[Anti Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Indymedia]]></category>
		<category><![CDATA[UNAPortugal]]></category>
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					<description><![CDATA[AUTOMAPEAMENTO //*Quem são as pessoas negras que movem a cultura em Portugal?* ✊🏽🇵🇹 A UNA quer responder a esta e outras perguntas importantes, que nos permitam: 🧐 Conhecer em detalhe a comunidade artística negra e tornar a informação recolhida acessível. ✨ Aumentar a visibilidade, representatividade e oportunidades de trabalho para artistas negres. ✊ Defender políticas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">AUTOMAPEAMENTO //<br>*Quem são as pessoas negras que movem a cultura em Portugal?* ✊🏽🇵🇹</p>



<p class="wp-block-paragraph">A UNA quer responder a esta e outras perguntas importantes, que nos permitam:</p>



<p class="wp-block-paragraph">🧐 Conhecer em detalhe a comunidade artística negra e tornar a informação recolhida acessível.</p>



<p class="wp-block-paragraph">✨ Aumentar a visibilidade, representatividade e oportunidades de trabalho para artistas negres.</p>



<p class="wp-block-paragraph">✊ Defender políticas de reparação e medidas de ação afirmativa para a comunidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Junte-te a nós neste movimento!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Participa no AUTOMAPEAMENTO da UNA!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Preenche o formulário online <a href="https://airtable.com/appb8cGLODZSdSXA9/shrWuSUGjm4SH2CCj?utm_source=ig&amp;utm_medium=social&amp;utm_content=link_in_bio&amp;fbclid=PAZXh0bgNhZW0CMTEAc3J0YwZhcHBfaWQMMjU2MjgxMDQwNTU4AAGnL79KbgE6J8fbaagNCQAcfJkbfQUdpcP8zzIB79-3av8PR8UCKxXN6DIXNIg_aem_eqHUaKxfoDdxwzIzhdQbwA">aqui</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.instagram.com/explore/tags/unaportugal/">#UNAPortugal</a><a href="https://www.instagram.com/explore/tags/culturanegra/">#CulturaNegra</a><a href="https://www.instagram.com/explore/tags/representatividade/">#Representatividade</a><a href="https://www.instagram.com/explore/tags/automapeamento/">#Automapeamento</a><a href="https://www.instagram.com/explore/tags/igualdade/">#Igualdade</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Artwork:&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/bakemonas/">@bakemonas</a><br>Design:&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/_rod_ada/">@_rod_ada</a></p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1000" data-id="229897" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/F8A4D508-8B0A-4415-8BB3-19622DEFD892.jpg" alt="" class="wp-image-229897" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/F8A4D508-8B0A-4415-8BB3-19622DEFD892.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/F8A4D508-8B0A-4415-8BB3-19622DEFD892-300x300.jpg 300w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/F8A4D508-8B0A-4415-8BB3-19622DEFD892-150x150.jpg 150w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/F8A4D508-8B0A-4415-8BB3-19622DEFD892-768x768.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



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		<title>Convocatória manifestação contra o pacote laboral Porto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jan 2026 17:37:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
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					<description><![CDATA[O Coletivo pela Libertação da Palestina, a Habitação Hoje, a C.S.A. Gralha e a Unidade Popular vêm por este meio convidar-vos para uma manifestação popular contra o pacote laboral. A manifestação terá início às 18:00 horas na Estação da Trindade do Porto, com partida em marcha planeada às 19:30, esta terça-feira dia 13 de janeiro. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Coletivo pela Libertação da Palestina, a Habitação Hoje, a C.S.A. Gralha e a Unidade Popular vêm por este meio convidar-vos para uma manifestação popular contra o pacote laboral.<br />
A manifestação terá início às 18:00 horas na Estação da Trindade do Porto, com partida em marcha planeada às 19:30, esta terça-feira dia 13 de janeiro.<br />
Em anexo, poderão encontrar o nosso manifesto.</p>
<h3>Manifesto contra o pacote laboral e a nova lei de estrangeiros!</h3>
<p>Esta manifestação popular é uma denúncia das violências sociais, laborais e institucionais promovidas pelo Governo. É também uma expressão de solidariedade popular à entrega do abaixo assinado, promovido pela CGTP, contra o pacote laboral na Assembleia da República.</p>
<p>Ignorando esta última Greve Geral, este Governo insiste em aprofundar políticas que precarizam ainda mais a vida de quem trabalha, favorecendo o lucro de poucos à custa da exploração de muitos.</p>
<p>Queremos um país onde tenhamos direito à livre mobilidade, a condições de vida dignas e à justiça social. É urgente organizar e fortalecer ações coletivas que travem o avanço da ameaça fascista e da agressão das políticas neoliberais que nos condenam à precariedade permanente. Recusamo-nos a sacrificar as nossas vidas para enriquecer empresas, milionários e políticos.</p>
<p>Com este pacote laboral e com esta nova lei de estrangeiros enfrentamos um dos maiores ataques aos nossos direitos.</p>
<p>Entre as medidas propostas no novo pacote laboral promovido pela direita, destacam-se:</p>
<p>A facilitação do despedimento sem justa causa, permitindo que, mesmo quando um tribunal considere o despedimento ilegal, a empresa não seja obrigada à reintegrar a pessoa demitida;</p>
<p>A possibilidade de impor mais duas horas diárias de banco de horas e mais 150 dias por ano sem a devida compensação salarial;</p>
<p>A extinção dos contratos coletivos de trabalho, destruindo direitos historicamente conquistados e abrindo caminho à redução generalizada dos salários;</p>
<p>O aumento da duração máxima dos contratos a termo e do número máximo de renovações, acarretando em relações de trabalho mais incertas e frágeis;</p>
<p>A imposição de trabalho noturno, aos fins de semana e feriados, a pais com filhos menores de 12 anos, sempre que a empresa o considere necessário;</p>
<p>A limitação do direito à greve e à sindicalização com o alargamento dos serviços mínimos;</p>
<p>A redução do acesso ao emprego através de quotas para pessoas com deficiência, diminuindo o mínimo do grau de incapacidade de 60% para 33%;</p>
<p>A facilitação da despromoção através da reclassificação de cargo para um inferior àquele para o qual foi contratado;</p>
<p>A substituição de trabalhadores por serviços terceirizados mais baratos na sequência de despedimentos, precarizando eternamente os contratos;</p>
<p>A promoção do trabalho precário a falsos recibos verdes, através do aumento da percentagem mínima de rendimentos provenientes de uma única empresa de 50% para 80% para que seja considerado economicamente dependente da mesma.</p>
<p>Estas são apenas algumas das mais de 100 alterações previstas neste pacote, todas orientadas para aprofundar a exploração e enfraquecer a capacidade de resistência coletiva.</p>
<p>E nós dizemos: não vamos retroceder!</p>
<p>Reforçamos que nenhuma vida é ilegal. Repudiamos as mudanças à lei de estrangeiros aprovadas pelo governo e a lentidão estratégica e negligente da AIMA, que facilita e promove a situação de irregularidade e precariedade das condições de vida das pessoas imigrantes.</p>
<p>As campanhas de desinformação e ódio promovidas pela direita visam tirar-nos o foco das suas pautas reacionárias e sequestrar-nos a vida. Perante isto, afirmamos: a imigração não é o problema! Tampouco é responsável pelo abismo social que se agrava galopante mente em Portugal, marcado pelo aumento do custo de vida e por salários insuficientes para garantir uma vida digna.</p>
<p>Nenhuma melhoria virá da boa vontade da burguesia, dos grandes empresários ou dos seus partidos políticos, cuja existência lucra diretamente com a nossa exploração.<br />
Por isso, fazemos um chamado à luta auto-organizada e por uma sociedade sem exploração, sem acumulação de capital e sem opressões.</p>
<p>Só o povo salva o povo!</p>
<div>Obrigado.</div>
<div></div>
<div></div>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Manual de Resistência Rural</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PTrevolutionTV]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jan 2026 19:17:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecologia e Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Indymedia]]></category>
		<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
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					<description><![CDATA[Este é um manual de apoio à defesa das comunidades, das localidades, dos ecossistemas, e da vida. Foi pensado para pessoas, grupos de ação local e comunidades inteiras que se vejam confrontadas com a indústria extrativista nas suas muitas vertentes – quer seja uma nova plantação superintensiva de uma qualquer monocultura, a instalação de (mais) [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading">Este é um manual de apoio à defesa das comunidades, das localidades, dos ecossistemas, e da vida.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Foi pensado para pessoas, grupos de ação local e comunidades inteiras que se vejam confrontadas com a indústria extrativista nas suas muitas vertentes – quer seja uma nova plantação superintensiva de uma qualquer monocultura, a instalação de (mais) uma gigantesca central fotovoltaica, a abertura de uma mina, a construção de uma nova barragem, ou de resorts nas dunas, etc.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Disponível aqui: <a href="https://rederesistenciarural.org/recursos/">https://rederesistenciarural.org/recursos/</a></p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-9 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="433" height="610" data-id="229858" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/DA329EAC-88A1-4B66-B428-C07E26978A45.jpg" alt="" class="wp-image-229858" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/DA329EAC-88A1-4B66-B428-C07E26978A45.jpg 433w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/DA329EAC-88A1-4B66-B428-C07E26978A45-213x300.jpg 213w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/DA329EAC-88A1-4B66-B428-C07E26978A45-106x150.jpg 106w" sizes="auto, (max-width: 433px) 100vw, 433px" /></figure>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1250" data-id="229868" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/B5847476-69EC-459D-B3D5-57ADF96C73AC.jpg" alt="" class="wp-image-229868" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/B5847476-69EC-459D-B3D5-57ADF96C73AC.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/B5847476-69EC-459D-B3D5-57ADF96C73AC-240x300.jpg 240w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/B5847476-69EC-459D-B3D5-57ADF96C73AC-120x150.jpg 120w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/B5847476-69EC-459D-B3D5-57ADF96C73AC-768x960.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1250" data-id="229865" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/B93FC125-AE0C-4744-9A0C-A3DEEFED5BB5.jpg" alt="" class="wp-image-229865" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/B93FC125-AE0C-4744-9A0C-A3DEEFED5BB5.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/B93FC125-AE0C-4744-9A0C-A3DEEFED5BB5-240x300.jpg 240w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/B93FC125-AE0C-4744-9A0C-A3DEEFED5BB5-120x150.jpg 120w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/B93FC125-AE0C-4744-9A0C-A3DEEFED5BB5-768x960.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>
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<p class="wp-block-paragraph">É para usar ✊🏾✊🏾<br><br><a href="https://www.instagram.com/explore/tags/resist%C3%AAnciarural/">#resistênciarural</a>&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/explore/tags/brava/">#brava</a>&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/explore/tags/lutasambientais/">#lutasambientais</a>&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/explore/tags/resistencia/">#resistencia</a></p>
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		<title>Participa na indymedia.pt!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Nov 2025 06:02:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[AltPT]]></category>
		<category><![CDATA[Indymedia]]></category>
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					<description><![CDATA[O que é a indymedia? A rede indymedia nasceu há 25 anos durante as revoltas de Seattle contra a Organização Mundial do Comércio. Desde aí, centenas de websites locais e nacionais foram formados em todo o mundo. Os conteúdos são publicados pelos utilizadores do website, jornalistas cidadãos e coletivos de media independente, de forma livre [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O que é a indymedia?</strong></p>
<p>A rede indymedia nasceu há 25 anos durante as revoltas de Seattle contra a Organização Mundial do Comércio. Desde aí, centenas de websites locais e nacionais foram formados em todo o mundo. Os conteúdos são publicados pelos utilizadores do website, jornalistas cidadãos e coletivos de media independente, de forma livre e voluntária.</p>
<p><strong>Quem publica na indymedia?</strong></p>
<p>Qualquer pessoa pode publicar na indymedia, instantâneamente e de forma livre, através do formulário de publicação. A publicação é anónima e o website não guarda quaisquer informações sobre os utilizadores.</p>
<p><strong>Porquê publicar na Indymedia.pt?</strong></p>
<p>O centro de media independente é um projecto livre, sem qualquer financiamento, e gratuito, que pretende fornecer às comunidades um espaço digital alternativo e seguro para difusão de notícias, comentários e informações.</p>
<p>A indymedia é uma forma de luta ativa pela liberdade de expressão e de acesso à informação sem barreiras e procura ser um espaço digital universalmente acessível e inclusivo.</p>
<p><strong>Porquê a indymedia e não outras redes sociais?</strong></p>
<p>A maioria das redes sociais são privativas, extraem dados dos utilizadores, e apresentam graves problemas de privacidade de dados. O website indymedia não tem cookies, não guarda metadados e é feito com software livre. É mantido por um coletivo de voluntários que se auto organizam livremente, e sem ânimo de lucro. A indymedia é uma solução para combater a &#8220;morte&#8221; da internet e para fortalecer e apoiar as lutas revolucionárias e os movimentos sociais, através da difusão livre e gratuita de informação alternativa.</p>
<p><strong>Porque a indymedia hoje em dia?</strong></p>
<p>Grande parte dos coletivos indymedia foram perseguidos pelo estado e pela polícia ao longo dos últimos 25 anos. Servidores foram confiscados e algumas pessoas foram presas simplesmente por apoiar a manutenção deste projecto independente e anti-autoritário. No Japão, Alemanha e outros lugares, a indymedia foi ilegalizada. Em França, Alemanha, Grécia e outros lugares, coletivos da indymedia sofreram forte repressão policial e ataques no sentido de impossibilitar a manutenção dos websites. Acreditamos que manter a indymedia online é um ato de resistência contra o autoritarismo, a censura e a repressão.</p>
<p><strong>Uma nota sobre os ultimos anos:</strong><br />
<strong>Após várias discussões sobre se devemos ou não moderar o website</strong></p>
<p>Algumas publicações foram apagadas (censuradas) pela equipa de moderação por conterem conteúdos polémicos. Queremos dirigir um pedido de desculpas às pessoas afetadas, e estabelecer um compromisso coletivo para com a liberdade de expressão de tod@s nos movimentos sociais e espaços libertários.</p>
<p>Após um período de reflexão coletiva, e no espírito combativo e de compromisso para com a liberdade de expressão de tod@s, o website não irá mais ser moderado no sentido de apagar opiniões ou comentários. Este é um compromisso coletivo que deverá ser defendido ativamente.</p>
<p>Pedimos que nos ajudem e apoiem neste projecto, no sentido de tomar melhores decisões coletivas e defender a liberdade de expressão.</p>
<p>Caso encontrem conteúdos problemáticos no website, podem dirigir questões para a mailinglist.</p>
<p><strong>Participa no Centro de Media Independente:</strong></p>
<p>A melhor forma de participar no IMC &#8211; PT é publicares as tuas notícias no website indymedia.pt<br />
Se quiseres apoiar este projecto, contacta-nos na mailinglist: indymedia-portugal@lists.riseup.net</p>
<p>Partilha!<br />
<a href="https://indymedia.pt">https://indymedia.pt</a></p>
<p>Publica as tuas notícias:<br />
<a href="https://indymedia.pt/publicar">https://indymedia.pt/publicar</a></p>
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		<title>#NOFACHODAY</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Nov 2025 12:32:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[antifascismo]]></category>
		<category><![CDATA[Democracia]]></category>
		<category><![CDATA[NoFachoDay]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Protesto]]></category>
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					<description><![CDATA[O #NoFachoDay chega a 1 de dezembro, o dia em que a Restauração da Independência ganha outro significado: restaurar a liberdade, a empatia e a resistência cultural. Inspirado no espírito do NoKingsDay, este é um gesto coletivo que une arte, música, humor e ação cívica contra o autoritarismo e a normalização do ódio. Portugal precisa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <a class="x1i10hfl xjbqb8w x1ejq31n x18oe1m7 x1sy0etr xstzfhl x972fbf x10w94by x1qhh985 x14e42zd x9f619 x1ypdohk xt0psk2 x3ct3a4 xdj266r x14z9mp xat24cr x1lziwak xexx8yu xyri2b x18d9i69 x1c1uobl x16tdsg8 x1hl2dhg xggy1nq x1a2a7pz _aa9_ _a6hd" role="link" href="https://www.instagram.com/explore/tags/nofachoday/">#NoFachoDay</a> chega a 1 de dezembro, o dia em que a Restauração da Independência ganha outro significado: restaurar a liberdade, a empatia e a resistência cultural.</p>
<p>Inspirado no espírito do NoKingsDay, este é um gesto coletivo que une arte, música, humor e ação cívica contra o autoritarismo e a normalização do ódio.</p>
<p>Portugal precisa de um novo tipo de celebração, uma que não se limite a recordar o passado, mas que lute pelo presente.</p>
<p>Vem aí o <a class="x1i10hfl xjbqb8w x1ejq31n x18oe1m7 x1sy0etr xstzfhl x972fbf x10w94by x1qhh985 x14e42zd x9f619 x1ypdohk xt0psk2 x3ct3a4 xdj266r x14z9mp xat24cr x1lziwak xexx8yu xyri2b x18d9i69 x1c1uobl x16tdsg8 x1hl2dhg xggy1nq x1a2a7pz _aa9_ _a6hd" role="link" href="https://www.instagram.com/explore/tags/nofachoday/">#NoFachoDay</a>.<br />
Um dia para todos nós. Pela liberdade. Pela democracia.</p>
<p>📅 1 de dezembro<br />
🎭 Cultura, protesto e esperança — tudo ao mesmo tempo.</p>
<p><a class="x1i10hfl xjbqb8w x1ejq31n x18oe1m7 x1sy0etr xstzfhl x972fbf x10w94by x1qhh985 x14e42zd x9f619 x1ypdohk xt0psk2 x3ct3a4 xdj266r x14z9mp xat24cr x1lziwak xexx8yu xyri2b x18d9i69 x1c1uobl x16tdsg8 x1hl2dhg xggy1nq x1a2a7pz _aa9_ _a6hd" role="link" href="https://www.instagram.com/explore/tags/antifascismo/">#Antifascismo</a> <a class="x1i10hfl xjbqb8w x1ejq31n x18oe1m7 x1sy0etr xstzfhl x972fbf x10w94by x1qhh985 x14e42zd x9f619 x1ypdohk xt0psk2 x3ct3a4 xdj266r x14z9mp xat24cr x1lziwak xexx8yu xyri2b x18d9i69 x1c1uobl x16tdsg8 x1hl2dhg xggy1nq x1a2a7pz _aa9_ _a6hd" role="link" href="https://www.instagram.com/explore/tags/democracia/">#Democracia</a> <a class="x1i10hfl xjbqb8w x1ejq31n x18oe1m7 x1sy0etr xstzfhl x972fbf x10w94by x1qhh985 x14e42zd x9f619 x1ypdohk xt0psk2 x3ct3a4 xdj266r x14z9mp xat24cr x1lziwak xexx8yu xyri2b x18d9i69 x1c1uobl x16tdsg8 x1hl2dhg xggy1nq x1a2a7pz _aa9_ _a6hd" role="link" href="https://www.instagram.com/explore/tags/cultura%C3%A9resist%C3%AAncia/">#CulturaÉResistência</a> <a class="x1i10hfl xjbqb8w x1ejq31n x18oe1m7 x1sy0etr xstzfhl x972fbf x10w94by x1qhh985 x14e42zd x9f619 x1ypdohk xt0psk2 x3ct3a4 xdj266r x14z9mp xat24cr x1lziwak xexx8yu xyri2b x18d9i69 x1c1uobl x16tdsg8 x1hl2dhg xggy1nq x1a2a7pz _aa9_ _a6hd" role="link" href="https://www.instagram.com/explore/tags/nofachoday/">#NoFachoDay</a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" width="1080" height="1350" class="alignnone size-full wp-image-229057" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/11/photo_2025-11-01_12-09-06fTGiZQg.jpg" alt="photo_2025-11-01_12-09-06fTGiZQg" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/11/photo_2025-11-01_12-09-06fTGiZQg.jpg 1080w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/11/photo_2025-11-01_12-09-06fTGiZQg-240x300.jpg 240w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/11/photo_2025-11-01_12-09-06fTGiZQg-819x1024.jpg 819w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/11/photo_2025-11-01_12-09-06fTGiZQg-120x150.jpg 120w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/11/photo_2025-11-01_12-09-06fTGiZQg-768x960.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /></p>
<h3>Proposta de conceito: “NoFachoDay” (1 de dezembro)</h3>
<p>A ideia parte da necessidade de unir várias páginas e coletivos antifascistas e<br />
progressistas num movimento simbólico e comunicacional comum. Isto antes das<br />
jornadas antifascistas. Inspirado no <a href="https://www.nokings.org/">“No Kings Day”</a>, que tem ganho força em vários<br />
países como forma de crítica festiva ao poder, o “NoFachoDay” propõe-se adaptar esse<br />
modelo à realidade portuguesa, transformando-o num dia de afirmação democrática e<br />
resistência cultural ao extremismo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" width="1080" height="1350" class="alignnone size-full wp-image-229059" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/11/photo_2025-11-01_12-09-01W8JywHM.jpg" alt="photo_2025-11-01_12-09-01W8JywHM" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/11/photo_2025-11-01_12-09-01W8JywHM.jpg 1080w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/11/photo_2025-11-01_12-09-01W8JywHM-240x300.jpg 240w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/11/photo_2025-11-01_12-09-01W8JywHM-819x1024.jpg 819w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/11/photo_2025-11-01_12-09-01W8JywHM-120x150.jpg 120w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/11/photo_2025-11-01_12-09-01W8JywHM-768x960.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /></p>
<p>O 1 de dezembro é uma escolha particularmente feliz, porque coincide com o feriado da<br />
Restauração da Independência, um momento histórico em que Portugal recuperou a<br />
soberania perdida. Essa data permite uma reinterpretação contemporânea do conceito<br />
de “restauração”: não de um trono, mas da liberdade, da dignidade e da convivência<br />
democrática. A independência que hoje precisa de ser restaurada é a independência<br />
face ao autoritarismo, à desinformação e ao discurso de ódio.</p>
<p><strong>A proposta é que o “NoFachoDay” assuma um registo festivo e cultural &#8211; expressão</strong><br />
<strong>livre, cívica, popular e, portanto, política -, aberto a todas as pessoas que acreditam na</strong><br />
<strong>liberdade e na democracia. Um dia em que as ruas sejam ocupadas de forma criativa,</strong><br />
<strong>com cores, cravos, música, performances, ironia e humor, transformando o antifascismo</strong><br />
<strong>numa linguagem acessível, popular, capaz de disputar o espaço simbólico ao medo e à</strong><br />
<strong>resignação.</strong></p>
<p>O tom deve ser inclusivo, provocador e simultaneamente patriótico, reapropriando<br />
símbolos nacionais e históricos de modo subversivo. A palavra “restauração” passa a<br />
significar o restabelecimento da democracia e da empatia social. O hino, as bandeiras<br />
e as cores nacionais podem ser recontextualizados como expressões de uma<br />
independência viva e plural.</p>
<p>Do ponto de vista internacional, esta proposta alinha-se com movimentos semelhantes<br />
nos Estados Unidos e na Europa, como o “No Kings Day” ou as marchas satíricas que<br />
opõem humor e arte ao autoritarismo. São formas contemporâneas de resistência, que<br />
fundem ativismo e performance cultural.</p>
<p>O objetivo final seria lançar o “NoFachoDay” a partir de uma mobilização coordenada<br />
entre páginas e coletivos antifascistas, primeiro por canais privados, e depois com um<br />
anúncio público conjunto. A ação pode ter expressão física, com concentrações ou<br />
eventos descentralizados nas capitais de distrito, e expressão digital, com hashtags,<br />
cartazes e vídeos curtos com mensagens comuns.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" width="1080" height="1350" class="alignnone size-full wp-image-229058" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/11/photo_2025-11-01_12-09-10.jpg" alt="photo_2025-11-01_12-09-10" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/11/photo_2025-11-01_12-09-10.jpg 1080w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/11/photo_2025-11-01_12-09-10-240x300.jpg 240w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/11/photo_2025-11-01_12-09-10-819x1024.jpg 819w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/11/photo_2025-11-01_12-09-10-120x150.jpg 120w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/11/photo_2025-11-01_12-09-10-768x960.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /></p>
<p><strong>Em resumo, trata-se de criar uma tradição antifascista festiva, nacional e</strong><br />
<strong>simbólica, capaz de se repetir todos os anos, unindo cultura, política e humor. Um</strong><br />
<strong>gesto de reapropriação democrática da história.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para estares a par de tudo espreita <a href="https://www.instagram.com/nofachoday/">https://www.instagram.com/nofachoday/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Quarto Encontro Ibérico sobre os Impactos Sociais e Ambientais da Mineração, em Covas do Barroso e Boticas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Oct 2025 01:27:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Não]]></category>
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					<description><![CDATA[17 de outubro de 2025 Sociedade e Ambiente Comunidades e organizações europeias reúnem-se em Covas do Barroso e Boticas para discutir justiça ambiental e extrativismo .Ao longo do fim-de-semana de 18 a 20 de outubro, Covas do Barroso e o concelho de Boticas acolhem o encontro pan-europeu Zonas Críticas e o IV Encontro Ibérico sobre [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>17 de outubro de 2025</p>
<p>Sociedade e Ambiente</p>
<p>Comunidades e organizações europeias reúnem-se em Covas do Barroso e Boticas para discutir justiça ambiental e extrativismo .Ao longo do fim-de-semana de 18 a 20 de outubro, Covas do Barroso e o concelho de Boticas acolhem o encontro pan-europeu Zonas Críticas e o IV Encontro Ibérico sobre os Impactos Sociais e Ambientais da Mineração, reunindo comunidades afetadas por projetos mineiros e por outros projetos ligadas à transição energética em Portugal, Espanha e países como a Sérvia e a Roménia. Juntam-se também organizações da sociedade civil e ambiental de toda a Europa para debater a justiça na utilização dos recursos naturais.</p>
<p>Os eventos são organizados pelo Observatório dos Recursos Naturais, pela MiningWatch Portugal, Ecologistas en Acción, Amigos da Terra e a associação Unidos em Defesa de Covas do Barroso, com a colaboração do Observatório Ibérico da Mineração. Durante três dias, mais de meia centena de representantes de movimentos, plataformas e coletivos ibéricos e europeus partilharão experiências e estratégias de resistência e solidariedade face ao avanço do extrativismo mineiro e energético e às suas consequências ambientais e sociais.</p>
<p>“Este encontro é uma oportunidade única para reunir o conhecimento de organizações ibéricas e europeias com a experiência vivida das comunidades afetadas por projetos mineiros e energéticos,” sublinha Nik Völker, presidente do Observatório dos Recursos Naturais. “Só através desta articulação podemos denunciar práticas destrutivas e propor alternativas concretas baseadas na justiça ambiental e na gestão sustentável dos recursos.”</p>
<p>Covas do Barroso e Boticas na região do Barroso – reconhecido pela FAO como Património Agrícola Mundial e ameaçada pela proposta de uma das maiores minas de lítio da Europa. A região foi escolhida como símbolo de resistência e exemplo de mobilização comunitária. A região do Barroso é hoje um dos epicentros europeus do debate sobre o futuro dos territórios rurais e os impactos da transição energética.</p>
<p>“O caso de Covas do Barroso não é apenas local. Somos um exemplo sistémico de como a pressa por minerais críticos ameaça comunidades, ecossistemas e modos de vida em toda a Europa e no mundo. Mostrar esta realidade e as suas conexões é essencial para repensarmos o rumo da transição energética,” afirma Carla Gomes, da associação Unidos em Defesa de Covas do Barroso. Ao longo do encontro, serão realizados debates, oficinas e sessões de trabalho sobre alternativas à mineração, defesa do território e cooperação internacional. Terá também lugar a caminhada guiada “Paisagens de Poder”, em Morgade (Montalegre), que proporcionará uma leitura histórica sobre a forma como as paisagens e sociedades do Barroso foram moldadas por grandes projetos (agro)industriais, como as barragens hidroelétricas e os processos de colonização interna do século XX. Serão ainda apresentados os avanços do Observatório Ibérico da Mineração, que mapeia más práticas do setor e já documentou mais de uma centena de casos, bem como o fórum internacional “Povos contra o Extrativismo”, que conta com a participação de organizações de vários continentes, incluindo representantes da Confederação de Nacionalidades Indígenas do Equador. O programa inclui dois momentos abertos ao público:</p>
<p>MiningWatch Portugal<br />
Unidos em Defesa de Covas do Barroso<br />
Ecologistas en Acción</p>
<div class="post-header">
<h1 class="entry-title">Decenas de colectivos de toda la península celebran el cuarto encuentro sobre los impactos sociales y ambientales de la minería en Covas do Barroso</h1>
<div class="post-meta"><span class="updated">17/10/2025</span> | <a href="https://www.ecologistasenaccion.org/s-area-tag/" rel="tag">Área, portada</a>, <a href="https://www.ecologistasenaccion.org/areas/mineria/" rel="tag">Minería</a></div>
</div>
<div class="post-wrap">
<div class="post-content entry-content">
<ul>
<li><strong>El evento, organizado por Amigas de la Tierra, Ecologistas en Acción y la asociación Unidos em Defesa de Covas do Barroso, con la colaboración del <a href="https://www.minob.org">Observatorio Ibérico de la Minería</a>, tendrá lugar en el municipio de Boticas (Portugal) desde el viernes 17 hasta el domingo 19 de octubre.</strong></li>
<li><strong>En el mismo, participan más de medio centenar de representantes de plataformas de toda la península ibérica que luchan en sus territorios contra los graves impactos del extractivismo minero. A su vez, asistirán representantes de organizaciones ecologistas de diferentes países europeos e integrantes de la Confederación de Nacionalidades Indígenas de Ecuador (CONAIE). </strong></li>
</ul>
<p>Ecologistas en Acción con la colaboración del Observatorio Ibérico de la Minería, Amigas de la Tierra y la asociación Unidos em Defesa de Covas do Barroso organiza el cuarto encuentro ibérico sobre los impactos sociales y ambientales de la minería en Covas do Barroso, aldea portuguesa en la que una empresa británica pretende abrir la mina de litio más grande de Europa. Se trata de la cuarta edición de este espacio de reflexión, aprendizaje y convivencia en el que participarán más de medio centenar de representantes de distintos movimientos, plataformas y colectivos implicados en la resistencia a proyectos mineros de España y Portugal.</p>
<p>Durante tres días, <a href="https://www.ecologistasenaccion.org/evento/covas-do-barroso-portugal-iv-encuentro-iberico-contra-los-impactos-sociales-y-ambientales-de-la-mineria/">del 17 al 19 de octubre</a>, los colectivos pondrán en común su situación y elaborarán estrategias de coordinación y apoyo mutuo ante la escalada minera de la UE. Estrecharán su colaboración más necesaria que nunca ante el afán extractivista de la Comunidad Europea, que pretende impulsar la extracción de minerales a través de declarar proyectos estratégicos a explotaciones con severos impactos ambientales y sociales ya demostrados.</p>
<p>También se celebrarán distintos talleres de formación, charlas y debates sobre estrategias de defensa del medio ambiente y alternativas a la minería. Se presentarán los avances del foro internacional “Pueblos contra el Extractivismo”, al que ya se han sumado múltiples organizaciones de diferentes continentes, como la CONAIE de Ecuador, que estará representada en el encuentro. Por último, se expondrán los avances del Observatorio Ibérico de la Minería, un proyecto apoyado por el Ministerio de Derechos Sociales y Agenda 2030, que mapea las malas prácticas del sector y que cuenta ya con más de 100 casos documentados.</p>
<p>La localidad portuguesa de Covas do Barroso acoge este evento por ser uno de los mayores polos de resistencia a la nueva onda extractivista. La región fronteriza de Barroso está afectada por dos de los tres proyectos mineros de Portugal que han sido designados como estratégicos por la UE. A su vez, participan en el encuentro colectivos de defensa del territorio que plantan resistencia a los seis proyectos mineros declarados estratégicos en el Estado español: Doade (Ourense), Las Navas (Cáceres), La Parrilla (Cáceres), Aguablanca (Badajoz), Las Cruces (Sevilla) y El Moto (Ciudad Real). Todos estos proyectos acumulan vulneraciones de derechos sociales y ambientales y han sido recurridos ante la Comisión Europea. Por ejemplo, la mina de La Parrilla fue sancionada y cerrada en 2022 por carecer de autorización ambiental y por construir ilegalmente balsas de residuos mineros, mientras que la Mina de Las Cruces acumula más de 6.5 millones de euros en sanciones e indemnizaciones por extracciones ilegales de aguas del acuífero de Gerena y Guillena-Cantillana, masas de agua consideradas como reserva estratégica de emergencia para el consumo humano de Sevilla en caso de escasez. En otro ejemplo, la mina de Aguablanca, su propietaria Denarius está liderada por empresarios con un amplio historial de vulneraciones de derechos humanos en sus explotaciones de oro y petróleo en Colombia.</p>
<p>Las organizaciones ecologistas y plataformas locales ya denunciaron en su momento la opacidad y la falta de participación que acompañó a la selección de los primeros proyectos estratégicos dentro y fuera de Europa. Denuncian asimismo que la situación se va a agravar, en tanto que la Comisión Europea ha sacado la segunda convocatoria para proyectos estratégicos en el marco del Reglamento Europeo de Materias Primas Fundamentales.</p>
<ul>
<li><a href="https://multimedia.ecologistasenaccion.org/Mineria-galeria-estatal/Encuentro-iberico-impactos-mineria">Galería fotográfica encuentros anteriores</a>.</li>
<li>Más información en MINOB sobre la <a href="https://www.minob.org/portugues/mina-do-barroso.html">mina de Covas do Barroso</a>.</li>
</ul>
</div>
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		<title>Justiça para Odair Moniz: Activistas e moradores do Zambujal inauguram mural em homenagem a Odair Moniz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Oct 2025 19:41:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Odair Moniz]]></category>
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					<description><![CDATA[Vida Justa: No dia 18 de outubro a partir das 13h00 vamos inaugurar o mural de homenagem ao nosso saudoso irmão Odair Moniz, assassinado por um agente da PSP no dia 21 de outubro de 2024 no Bairro Alto da Cova da Moura. O assassinato de Odair Moniz não é um caso isolado. Pelo contrário, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div></div>
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<p class="_ap3a _aaco _aacu _aacx _aad7 _aade" dir="auto"><a href="https://www.instagram.com/p/DPyxlACCEYw/?img_index=1">Vida Justa:</a><br />
No dia 18 de outubro a partir das 13h00 vamos inaugurar o mural de homenagem ao nosso saudoso irmão Odair Moniz, assassinado por um agente da PSP no dia 21 de outubro de 2024 no Bairro Alto da Cova da Moura.</p>
<p><strong>O assassinato de Odair Moniz não é um caso isolado. Pelo contrário, integra lista de mais uma dezenas de pessoas negras e empobrecidas abatidas pela polícia portuguesa. Inclusive no mesmo mural os moradores incluíram a figura de Carlos Reis (“PTB”), 20 anos, também morador no Zambujal, assassinado em 2003 pela PSP.</strong></p>
<p>O assassinato bárbaro de Odair Moniz, assim como de outros, é a consequência fatal da violência organizada , cuja eufemismo estatal é Zonas Urbanas Sensíveis, que uma minoria rica, racialmente privilegiada, pratica, quotidianamente, sobre a classe trabalhadora dos bairros periféricos e que as suas outras manifestações são a exploração laboral, a desinvestimento público nos equipamentos sociais das nossas comunidades, na negação do direito à habitação digna e de qualidade, na nutrição adequada, na ausência de reconhecimento de doenças profissionais, na prestação deficitária de cuidados de saúde, que resultam em silenciosas mortes prematuras que outrora os operários algures, sabiamente, chamaram de “assassinato social”.</p>
<p>Esta homenagem pretende assinalar no espaço público do Zambujal a memória dos nossos saudosos companheiros, em particular o Odair Moniz. E ao mesmo tempo, apelar as nossas comunidades, a todas as pessoas amantes da justiça, que estejam vigilantes e que unem no combate a cultura de impunidade, lutando para que a justiça lembrando-nos o julgamento do agente que matou Odair Moniz começa no dia 15 de outubro ( quarta-feira) às 13h30 no Tribunal de Sintra.</p>
<p>Além do almoço comunitário que vai começar a partir das 13h00 e os concertos, também vai ser distribuído o Manual de Sobrevivência que abordar como atuar quando abordado pela Polícia.</p>
<p dir="auto"><a href="https://www.instagram.com/p/DPyxlACCEYw/">Vida Justa: https://www.instagram.com/p/DPyxlACCEYw/</a></p>
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<hr />
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<div id="story-body" data-ad-slots="13" data-io-article-url="https://www.publico.pt/2025/10/18/sociedade/noticia/activistas-moradores-zambujal-juntamse-homenagem-odair-moniz-2151352">
<p>Lusa: 18 de Outubro de 2025</p>
<div class="story__blurb lead">
<p class="headline story__headline"><strong>Activistas e moradores do Zambujal juntam-se em homenagem a Odair Moniz</strong></p>
<p>Cabo-verdiano de 43 anos foi morto pelas autoridades a 21 de outubro de 2024 no bairro da Cova da Moura.</p>
</div>
<p>Um grupo de activistas com apoios de moradores no bairro do Zambujal, Amadora, inaugurou, este sábado, um mural de homenagem a Odair Moniz, morto há um ano pela polícia, um caso que levou aos protestos dos bairros periféricos de Lisboa.</p>
<p>Entre um almoço, música e alguns discursos, os activistas no movimento Vida Justa e moradores do bairro social juntaram-se para a homenagem ao imigrante cabo-verdiano de 43 anos, morto pelas <a href="https://www.publico.pt/2025/10/15/sociedade/noticia/odair-moniz-ha-policias-arguidos-acusados-mentir-mp-arquiva-falsificacao-auto-2150810?ref=odair-moniz&amp;cx=page__content">autoridades</a> a 21 de Outubro de 2024, que incluiu um grande mural numa parede de um prédio, no qual figuram também outros três jovens do bairro, que morreram novos.</p>
<p>Um deles, Carlos Reis (conhecido por PTB) foi morto em 2003 num outro caso de <a href="https://www.publico.pt/2024/10/27/sociedade/entrevista/nao-primeira-policia-mata-explicacao-historia-mal-contada-2109615">violência policial</a>, que os moradores quiseram recordar.</p>
<p>Os <a href="https://www.publico.pt/2024/10/30/sociedade/noticia/140-ocorrencias-23-detidos-tumultos-area-metropolitana-lisboa-desde-dia-21-2110004">tumultos</a> que se realizaram há um ano, dos quais o movimento Vida Justa se demarca, estão relacionados com a figura de <a href="https://www.publico.pt/odair-moniz">Odair Moniz</a>.</p>
<p>&#8220;Era uma pessoa muito querida, não só na nossa Comunidade, mas em várias comunidades&#8221; da zona, afirmou José Carlos, um dos promotores da iniciativa. A acção policial tem sido uma &#8220;reincidência de comportamento&#8221; que se torna agressivo contra os moradores do bairro, disse José Carlos.</p>
<figure data-media-action="modal" aria-label="media"><figcaption class="caption">José Sena Goulão/Lusa</figcaption></figure>
<p>Aqui, &#8220;as intervenções policiais são realizadas de um modo distinto e é um bocado mais agressivo e realmente isso também é um factor que incomoda&#8221;, afirmou o activista, que integra o colectivo Vida Justa.</p>
<p>&#8220;Aproveitamos a homenagem, para homenagear outros jovens que o bairro perdeu e isto também é uma forma de mostrar que os bairros não são só a imagem de violência que os &#8220;<em>media</em> passam&#8221;, afirmou José Carlos, que integra ainda o projecto ZambujArte, responsável pela pintura de vários murais no bairro.</p>
<p>&#8220;Pessoas que existem aqui no <a href="https://www.publico.pt/2024/10/26/sociedade/reportagem/nome-odair-implorouse-olhe-bairros-pais-vai-abaixo-2109568">bairro</a> e que são talentosas e criativas e queremos mostrar a boa imagem do bairro&#8221;, ao contrário do que &#8220;passa no telejornal, em que só enfocam naquilo que é negativo&#8221;.</p>
<p>Em paralelo, os activistas distribuíram um pequeno livro intitulado &#8220;Manual de Sobrevivência a Intervenções Policiais&#8221;, com a descrição dos direitos dos cidadãos e daquilo que deve ser o comportamento das autoridades, que &#8220;muitas vezes não é cumprido&#8221;.</p>
<p>O texto foi construído sob a forma de diálogo, indicando quando é que a polícia pode identificar, os procedimentos adequados, o tempo de detenção ou como funcionam as revistas.</p>
<p>O activista Ricardo Sequeira considerou que o comportamento das forças de segurança não tem mudado. &#8220;Semana sim, semana sim, estamos a ver agressões das autoridades&#8221;, afirmou Ricardo Sequeira, morador em Mem Martins, embora salientando que a morte de Odair Moniz trouxe uma &#8220;nova consciência social aos bairros&#8221;.</p>
<p>A <a href="https://www.publico.pt/2024/10/21/sociedade/noticia/homem-morre-hospital-baleado-psp-bairro-cova-moura-2108742">morte</a> de Odair Moniz foi uma &#8220;demonstração daquilo que já sabia existir e houve uma vontade geral de responder&#8221;, porque &#8220;as coisas não podem ser assim&#8221; e as autoridades não podem sair impunes, afirmou Ricardo Sequeira.</p>
<p>Por isso, a criação do manual também resulta de uma &#8220;estratégia de consciência e de sobrevivência&#8221; por parte dos moradores dos bairros sociais e das periferias de Lisboa, acrescentou.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
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		<title>Caderno Reivindicativo das Coletividades em Luta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Oct 2025 15:28:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Coletivos]]></category>
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					<description><![CDATA[Caderno Reivindicativo das Colectividades em Luta Quem somos As colectividades, ou associações sem fins lucrativos, sejam elas de cariz cultural, desportivo, ou recreativo, são iniciativas populares que promovem o acesso à cultura, ao desporto, à sociabilização, ao lazer em comunidade, à actividade política, e são verdadeiras escolas de vida colectiva. Contribuem muito para a vida [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page-header">
<h1 class="entry-title">Caderno Reivindicativo das Colectividades em Luta</h1>
</div>
<div class="page-content">
<h3 class="cBGGJ OIC90c" dir="auto"><u>Quem somos</u></h3>
<p class="cBGGJ OIC90c" dir="auto">As colectividades, ou associações sem fins lucrativos, sejam elas de cariz cultural, desportivo, ou recreativo, são iniciativas populares que promovem o acesso à cultura, ao desporto, à sociabilização, ao lazer em comunidade, à actividade política, e são verdadeiras escolas de vida colectiva. Contribuem muito para a vida nas cidades, constituindo autênticos centros de gravidade para comunidades inteiras.</p>
<h3 class="cBGGJ OIC90c" dir="auto"><u><br />
O que enfrentamos</u></h3>
<div class="cBGGJ OIC90c" dir="auto">A especulação imobiliária tem devastado o tecido associativo. Na última década e meia, muitas colectividades foram despejadas e encerraram portas definitivamente, muitas outras correm hoje risco de fechar pelos mesmos motivos. Sendo estas entidades sem fins lucrativos, organizando-se fora da lógica mercantil, consideramos que não podem, nem devem, depender da tirania do mercado para garantir a sua sobrevivência e os espaços onde actuam.Para além de preços incomportáveis e ameaças de despejo, muitas colectividades subsistem hoje em espaços pouco dignos e pouco saudáveis, sem condições adequadas de salubridade, ventilação, luz natural, acessibilidade e segurança.O tecido associativo demora anos a construir e pode ser destruído em poucos dias. Por isso, torna-se urgente proteger, valorizar e reconhecer o papel das colectividades. Este reconhecimento tem de ir além de bonitas palavras e recomendações, tem de se materializar em medidas efectivas que garantam a sobrevivência de todas as colectividades.</div>
<div dir="auto"><u><br />
<strong>Para que a cidade continue viva, exigimos:</strong></u></div>
<div class="cBGGJ OIC90c" dir="auto">
<h3><u><br />
</u><b>1. Fim aos despejos: nenhuma colectividade pode ser despejada</b></h3>
<p>Moratória imediata ao despejo de todas as colectividades. O poder público deve intervir para impedir qualquer despejo unilateral das colectividades e associações. Nos casos em que se aplique, a Câmara Municipal deve interceder, exercendo o direito de preferência na compra de espaços de colectividades contra entidades especuladoras, permitindo a continuação da actividade associativa.</p>
</div>
<h3><b><br />
2. Cedência de património público para associações novas e velhas</b></h3>
<div>
<p>O património público, seja municipal ou estatal, incluindo o devoluto, deve ser urgentemente mobilizado e colocado ao serviço das colectividades e associações despejadas, em risco de despejo ou sem sede. Estas cedências devem respeitar a autonomia e independência de cada entidade, assegurando processos transparentes, com critérios e prazos claros, bem como contratos estáveis e custos compatíveis com a natureza não lucrativa das coletividades e associações. Reivindicamos, por isso, o direito à informação sobre o património público, exigindo a criação de um inventário público, georreferenciado e permanentemente atualizado, que identifique o estado, a afectação e a calendarização de utilização de todos os imóveis devolutos. As cedências devem ainda garantir:</p>
<ul>
<li>A inserção territorial de cada colectividade, preservando o serviço público que presta na sua comunidade — rejeitamos o desenraizamento territorial e comunitário;</li>
<li>Condições dignas e compatíveis com as actividades desenvolvidas, nomeadamente em termos de dimensão, segurança, salubridade, acessibilidade e infraestruturas;</li>
<li>Autonomia e independência programática e liberdade de criação.</li>
</ul>
<h3><b><br />
3. Proteger o bem comum, priorizar o uso colectivo</b></h3>
<p>Os espaços associativos devem ser reconhecidos como bens comuns. As cidades devem proteger os espaços utilizados por associações e colectividades, dando prioridade ao uso colectivo desses espaços. No caso de uma associação cessar actividade, a utilização colectiva daquele espaço deve ser preservada, garantindo a continuidade de importantes pólos comunitários de base.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><b>4. Fim da perseguição administrativa e policial</b></h3>
<p>Somos associações de base, de cariz popular, espaços de vivência e organização colectiva fora da lógica de mercado. Dependemos em grande parte do trabalho não remunerado de pessoas associadas para existir, dedicamos o nosso tempo a servir a comunidade. No entanto, dos poderes públicos conhecemos mais facilmente a força repressiva do que o reconhecimento pelo que fazemos. Exigimos a revisão de práticas fiscalizadoras desproporcionadas, a garantia de contraditório e mediação prévia, orientações à Polícia Municipal para privilegiar o diálogo e a protecção do direito de associação e criação cultural.</p>
<p>Estas exigências não são privilégios: são condições mínimas para que o comum floresça. Uma cidade sem colectividades é uma cidade mais cara, mais desigual e mais pobre em laços. Com elas, Lisboa tem comunidade, memória, cuidado, criatividade e futuro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><b>Sem colectividades não há cidade.</b></h3>
</div>
<div>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<hr />
<p>Subscritores:</p>
<p>Sirigaita, Associação Goela, Colectivo Tundra, ADR “O Relâmpago”, Zona Franca nos Anjos, Arroz Estúdios, Associação Renovar a Mouraria, Penhasco, Com Calma – Espaço Cultural, Stop Despejos, Habita, biblioteka, A Bela Associação, Uma Boa Questão, c.e.m., 1º Esq, Converge cooperativa da cova da beira, Criar Cidade Cooperativa, Q-ravo, AMURT, Aprender em Comunidade, HabiRizoma, Rizoma Cooperativa Integral, APPA – Associação do Património e População de Alfama, Movimento Morar em Lisboa, CIDAC – Centro de Intervenção para o Desenvolvimento Amílcar Cabral, Somos Bairro Alto associação de moradores, Associação Portuguesa de Antropologia, C.S.A A Gralha, Coletivo Gravv., Associação Cultura no Muro, Associação de Moradores Viver Melhor no Beato, Manas</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Perdeu-se mais um espaço associativo: A Cultura no Muro saiu oficialmente da SMUP, Parede em Cascais</title>
		<link>https://indymedia.pt/227924/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Oct 2025 21:45:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura no Muro]]></category>
		<category><![CDATA[Despejos]]></category>
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					<description><![CDATA[«A Cultura no Muro sai do silêncio do seu próprio luto! A morte lenta do associativismo e cultura crítica independente chegou à Linha de Cascais, Parede. Têm sido vários os coletivos e associações culturais a trazer manifestos de despedida e fecho nos últimos 2 a 3 anos, com maior incidência no último. No contexto de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="_ap3a _aaco _aacu _aacx _aad7 _aade" dir="auto">«A Cultura no Muro sai do silêncio do seu próprio luto! A morte lenta do associativismo e cultura crítica independente chegou à Linha de Cascais, Parede. Têm sido vários os coletivos e associações culturais a trazer manifestos de despedida e fecho nos últimos 2 a 3 anos, com maior incidência no último. No contexto de gentrificação que tem levado ao afastamento das pessoas da cidade e a perda dos espaços associativos &#8211; é fundamental resistir, manter e (re)criar, tomar os espaços de cultura crítica e activismo!! Quando a cultura é SILENCIADA: esta é a breve história da perda de (mais) um espaço de resistência.»</p>
<blockquote>
<p dir="auto">«PERDEU-SE MAIS UM ESPAÇO ASSOCIATIVO EM CASCAIS: A CULTURA NO MURO SAIU OFICIALMENTE DA SMUP, PAREDE:</p>
<p dir="auto">Tão importante foi para nós trazer outras dimensões. Do debate sobre a vida justa à sociedade (pouco) inclusiva, e que moldaram durante todos estes anos o ativismo da nossa associação: trazer a interseccionalidade e a visibilidade das comunidades da margem.</p>
<p dir="auto">De quem paga sempre mais pelo paradigma vigente do crescimento desenfreado, do capitalismo de massas, da &#8220;prosperidade mas só para alguns&#8221;.</p>
<p dir="auto">Colaborámos e trouxemos sempre a dura realidade da dificuldade de muitos coletivos manterem e terem voz nos seus espaços e comunidades&#8230; desta vez fomos nós!</p>
<p dir="auto">O DESCRESCIMENTO CULTURAL</p>
<p dir="auto">Tão importante trazermos também a dimensão da gentrificação e do crescimento imposto do capitalismo imobiliário, bem como o da privatização da cultura e na morte lenta da cultura crítica independente.</p>
<p dir="auto">Fenómenos que empurram cada vez mais as organizações de base e associações de cultura interventiva para fora das nossas cidades, para fora do debate público, para fora da sua capacidade de intervenção crítica e construtiva, para fora da partilha de informação!</p>
<p dir="auto">Os coletivos estão a ficar cada vez mais sem teto, e o decrescimento cultural, esse sim, transforma-se no inevitável, por mais que nao seja a nossa escolha!</p>
<p dir="auto">Depois de quase 15 anos de trabalho, sediadas na SMUP (Parede), a Cultura no Muro ficou sem teto!</p>
<p dir="auto">CONTAMOS COMO FOI&#8230;</p>
<p dir="auto">No dia 7 de Agosto, a Associação Cultura no Muro (ACM) saiu oficialmente da SMUP, após anos de resistência e tentativas de diálogo.</p>
<p dir="auto">Esta nossa parceria com a SMUP começou em 2010, através de um protocolo com a Câmara Municipal de Caiscais após a ACM ser vencedora do OP2010.</p>
<p dir="auto">Recebemos 300 mil euros que foram investidos no espaço, com a proposta de criar um centro cultural aberto e acessível à comunidade, durante o dia e a noite. Em conjunto com a SMUP conseguimos, em diferentes anos, mais dois OP&#8217;s que foram investidos na melhoria das infraestruturas.</p>
<p dir="auto">A NOSSA MISSÃO</p>
<p dir="auto">Com base no trabalho voluntário, a nossa missão foi dinamizar espaços de forma crítica e inclusiva, como centros vivos de troca, reflexão e crescimento coletivo.</p>
<p dir="auto">Estivemos comprometidas com a sociedade e com a construção de um pensamento crítico, sempre ao lado da comunidade.</p>
<p dir="auto">A LIMITAÇÃO PROGRESSIVA</p>
<p dir="auto">Acreditamos na confiança mútua, mas infelizmente nos últimos 5 anos, a direção da SMUP não mostrou o mesmo empenho e vontade.</p>
<p dir="auto">O nosso lugar foi progressivamente diminuindo e, ao invés de crescimento conjunto, foi-nos imposta cada vez mais limitações para as nossas atividades e causa.</p>
<p dir="auto">Enfrentámos uma série de obstáculos que resultaram na nossa saída do sítio que ajudamos a (re)construir.</p>
<p dir="auto">No ano corrente (2025) quando uma nova direção tomou posse por interesse da direção anterior, esta não renovou o protocolo e consequentemente este compromisso.</p>
<p dir="auto">A TROCA DA FECHADURA</p>
<p dir="auto">As dificuldades impostas pela SMUP começaram há 5 anos, com a direção anterior, onde a comunicação e a transparência foram difíceis.</p>
<p dir="auto">E assim foram surgindo as limitações e condicionantes, especialmente em relação ao nosso tempo programático.</p>
<p dir="auto">Usando-nos como bode espiatório para problemas da própria SMUP e plgiando alguns eventos e atividades que realizámos.</p>
<p dir="auto">Culminou na troca da fechadura da nossa sala/sede, sem qualquer aviso prévio em Agosto de 2025, em plenas férias de uma grande maioria.</p>
<p dir="auto">Sala essa onde tínhamos todo o nosso material que sempre usamos com total disponibilidade, e que partilámos para outros eventos da SMUP.</p>
<p dir="auto">A justificação foi que a SMUP precisava da nossa sala/sede, por não ter espaço suficiente para as suas atividades.</p>
<p dir="auto">SOLUÇÕES</p>
<p dir="auto">O que temíamos aconteceu: a SMUP tornou-se um espaço gentrificado, sem respeito pelo território e pela história construída, e onde o nosso trabalho deixou de ser valorizado.</p>
<p dir="auto">Mas não desistimos!</p>
<p dir="auto">E neste deserto de ideias da gentrificação, que tem levado ao afastamento das pessoas da cidade, e à perda dos espaços associativos independentes, continuamos a lutar pela liberdade de pensamento e ação questionando as normas e oferencendo alternativas.</p>
<p dir="auto">NOVOS CAMINHOS, A MESMA MISSÃO</p>
<p dir="auto">Estamos a abrir novos caminhos e seguimos a nossa missão com o apoio e colaboração com associações e coletivos.</p>
<p dir="auto">Com um modelo nómada e reinventando a nossa programação, procuramos intervir e continuar o nosso trabalho intervindo e atuando através e dentro de espaços que nos acolhem como a CASA (Casa das Artes), a livraria das insurgentes e a Renovar a Mouraria.</p>
<p dir="auto">AGRADECIMENTO</p>
<p dir="auto">Agradecemos com carinho a todos os coletivos, artistas, parceiros, e a cada pessoa que fez parte desta jornada ao longo destes 15 anos. Sem vocês não teríamos sido capazes de construir a rede de apoio que a cultura no Muro representa. Continuamos a Criar, Resistir, e Celebrar a Cultura com Amor.</p>
<p dir="auto">A CULTURA NO MURO continua firme na sua jornada, porque a resistência é feita com amor, com os pés no chão, a cabeça erguida e o coração no sítio.»</p>
</blockquote>
<p class="_ap3a _aaco _aacu _aacx _aad7 _aade" dir="auto">PARTILHAMOS<br />
✊ ÚLTIMOS 3 EVENTOS</p>
<p>Os últimos três eventos da ACM na SMUP foram:</p>
<p>No fim de semana 30 de Novembro e 1 de Dezembro de 2024, com o FestivalECO.</p>
<p>A 12 de Outubro, “Bairros Com Arte”, uma parceria com a Quinta da Princesa e com os Bairros locais (Bairro do Fim do Mundo, Torre e Cruz Vermelha).</p>
<p>Em Junho “As Ruas São de Quem Lá Passa”, um evento que deu espaço a vários artistas locais e uma pareceria com a ACA, Associaçao Cultural da Azarujinha, e Cozinha Migrante dos Anjos.</p>
<p>Todos estes eventos foram com entrada livre ou donativo consciente, porque defendemos que a cultura deve ser acessível a todas as pessoas.</p>
<p>✊ SOMOS</p>
<p>° Comunidade de Pequenos Pensadores<br />
° Sessões no Muro (Cinema)<br />
° FestivalEco<br />
° Ciclo Feminista Interseccional<br />
° Queer Fest<br />
° As Ruas São de Quem Lá Passa (colaboração com bairros sociais)<br />
° Benefits para CCL, MAPA, BOESG, °Associação Anti-Carcerária Vozes de Dentro<br />
° Concertos<br />
° Hip-Hop no Feminino<br />
° Habita</p>
<p class="_ap3a _aaco _aacu _aacx _aad7 _aade" dir="auto">Publicação no Instagram da <a href="https://www.instagram.com/cultura_no_muro/">CULTURA NO MURO</a>:</p>
<p dir="auto">Original: <a href="https://www.instagram.com/p/DPRPtL-DIkz/"> https://www.instagram.com/p/DPRPtL-DIkz/</a></p>
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