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	<title>Movimentos Sociais &#8211; indymedia.pt</title>
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	<description>Centro de Média Independente - Portugal</description>
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	<title>Movimentos Sociais &#8211; indymedia.pt</title>
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		<title>Portugal não deve legitimar AI-washing e escolasticídio na “EduAIcation 2026” em Jerusalém: apelo ao Ministério para recusar participação e às instituições educativas para manifestarem objeção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 11:56:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Discriminação]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra e Paz]]></category>
		<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[AltPT]]></category>
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					<description><![CDATA[COMUNICADO DE IMPRENSA Lisboa, 29 de janeiro de 2026 Lisboa, 29 de janeiro de 2026 —&#160;A Plataforma Unitária de Solidariedade com a Palestina&#160;manifesta profunda preocupação perante notícias e sinais públicos de que Portugal poderá estar representado na conferência “EduAIcation 2026” (2–4 de fevereiro de 2026), organizada pelo Ministério da Educação de Israel em Jerusalém, e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>COMUNICADO DE IMPRENSA</strong></p>



<p>Lisboa, 29 de janeiro de 2026</p>



<p>Lisboa, 29 de janeiro de 2026 —&nbsp;A Plataforma Unitária de Solidariedade com a Palestina&nbsp;manifesta profunda preocupação perante notícias e sinais públicos de que Portugal poderá estar representado na conferência “EduAIcation 2026” (2–4 de fevereiro de 2026), organizada pelo Ministério da Educação de Israel em Jerusalém, e anunciada como culminando na assinatura de uma suposta “Declaração de Jerusalém” sobre Inteligência Artificial (IA) na educação, cujo texto permanece sem divulgação pública auditável.</p>



<p>A possível participação de Portugal é profundamente problemática por se tratar de um evento altamente contestado, rodeado de sinais de isolamento diplomático e de opacidade séria quanto ao seu conteúdo, legitimidade e grau real de adesão. A imprensa internacional, incluindo o jornal israelita Haaretz, tem noticiado uma recusa significativa de participação por parte de diversos homólogos e descreve o contexto do evento como um boicote diplomático em curso. Acresce que participar em fóruns deste tipo contribui para fabricar uma aparência de “normalidade” — para transformar crimes e violência estrutural em simples “contexto” e, por via protocolar, tornar aceitável o inaceitável — precisamente quando crescem, em múltiplos países e setores, iniciativas de recusa, objeção e boicote contra estas dinâmicas de normalização.</p>



<p>Esta possível participação seria ainda especialmente grave por ocorrer precisamente no cruzamento entre IA e educação. Num momento em que Israel mantém e intensifica a destruição sistemática de vidas e infraestruturas civis na Palestina — incluindo a devastação do sistema educativo em Gaza e a escalada de ataques, incursões e medidas de asfixia contra universidades e comunidades académicas palestinianas na Cisjordânia — a presença portuguesa neste evento seria politicamente inaceitável, eticamente insustentável e incompatível com o dever de respeito pelo Direito Internacional e pelos Direitos Humanos.&nbsp;</p>



<p>A conferência promove a IA como promessa de “futuro educativo”. Mas não existe “futuro educativo” credível quando a mesma infraestrutura tecnológica — dados, automatização, sistemas de decisão — é mobilizada para industrializar o massacre e transformar a vida humana em alvo estatístico. Investigações jornalísticas amplamente divulgadas, incluindo o trabalho do +972 Magazine/Local Call sobre o sistema “Lavender”, descrevem como Israel desenvolve e usa sistemas de IA para automatizar listas de alvos e acelerar operações com níveis alarmantes de falta de supervisão humana e consequências devastadoras para civis. O problema não é “a tecnologia” em abstrato: é a IA e é também a educação, quando se tenta separar “IA pedagógica” de “IA operacional” como se fossem mundos sem vasos comunicantes — quando, na realidade, partilham infraestruturas, parcerias, financiamento e a mesma narrativa de “eficiência” que pode servir tanto para personalizar aprendizagens como para otimizar a destruição.Não pode haver “ética da IA” num palco montado por um Estado que usa tecnologia para tornar o massacre mais rápido, mais eficiente e mais impune.</p>



<p>Em paralelo, a devastação do sistema educativo palestiniano não é um dano colateral neutro: é um padrão intencional. Em abril de 2024, peritos das Nações Unidas expressaram alarme perante a destruição sistemática de escolas, universidades, professores e estudantes em Gaza, levantando a questão de uma possível intenção de destruir de forma abrangente o sistema educativo palestiniano — prática descrita como escolasticídio. Neste contexto, uma cimeira que se apresenta como “ética” e “humanista” corre o risco de funcionar como “AI-washing”: um verniz civil e pedagógico para lavar a imagem de um Estado que está a cometer atrocidades em escala — e, ao mesmo tempo, um laboratório de legitimação simbólica de agendas tecnológicas que escapam ao escrutínio democrático.</p>



<p><strong>O que exigimos ao Ministério da Educação, Ciência e Inovação</strong></p>



<p>A Plataforma Unitária de Solidariedade com a Palestina&nbsp;apela ao Ministério para que:</p>



<ol start="1" class="wp-block-list">
<li>Esclareça publicamente, de forma imediata, se existe intenção de participação (ministerial, técnica ou institucional) na conferência “EduAIcation 2026” e em que moldes.</li>



<li>Recuse a participação e comunique essa decisão como posição política coerente com a defesa dos Direitos Humanos e do Direito Internacional.</li>



<li>Rejeite qualquer assinatura ou endosso de documentos não públicos e não auditáveis, tanto mais quando produzidos por um Estado sob acusação internacional de crimes graves.</li>



<li>Assuma um compromisso claro de que Portugal não participará em iniciativas que contribuam para a normalização e branqueamento de violência massiva, incluindo a destruição da educação palestiniana.</li>
</ol>



<p><strong>Apelo às instituições educativas, sindicatos, investigadores e estudantes</strong></p>



<p>Apelamos também a:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Escolas, agrupamentos, universidades, centros de investigação, e respetivas direções;</li>



<li>Sindicatos de professores e trabalhadores da educação;</li>



<li>Associações académicas e estudantis;</li>



<li>Investigadores e profissionais de tecnologias educativas e IA;</li>
</ul>



<p>para que expressem objeção formal à participação portuguesa: por carta, moções, comunicados, tomadas de posição públicas e pedidos de esclarecimento ao Ministério. O silêncio institucional também comunica — e, neste caso, comunica cumplicidade.</p>



<p>Portugal não pode participar numa encenação de “IA ética” que branqueia o genocídio e empresta legitimidade a um palco que ajuda fomentar violência, devastação e escolasticídio. A educação não é um cenário para fotografias diplomáticas: mas sim um compromisso com a dignidade humana.</p>



<p>Por uma Palestina Livre,</p>



<p>A Plataforma Unitária de Solidariedade com a Palestina (PUSP)</p>



<p><a href="https://www.instagram.com/plataformaunitaria.pal">https://www.instagram.com/plataformaunitaria.pal</a></p>



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		<title>Ataque à liberdade de imprensa no Parlamento é inaceitável &#8211; Comunicado Sindicato dos Jornalistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 11:27:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura e Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[AltPT]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8220;A Direção do Sindicato dos Jornalistas condena e repudia as limitações, a pressão e a suspeição lançada sobre um jornalista da revista Sábado durante uma reportagem na Assembleia da República, onde os jornalistas estão autorizados a trabalhar e a abordar deputados. É intolerável e inaceitável a forma como um jornalista foi abordado por elementos da [&#8230;]]]></description>
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<p>&#8220;A Direção do Sindicato dos Jornalistas condena e repudia as limitações, a pressão e a suspeição lançada sobre um jornalista da revista Sábado durante uma reportagem na Assembleia da República, onde os jornalistas estão autorizados a trabalhar e a abordar deputados.</p>



<p>É intolerável e inaceitável a forma como um jornalista foi abordado por elementos da segurança da Assembleia da República, instado a identificar-se e impedido de prosseguir com o trabalho que estava a fazer no Parlamento. No entender do SJ, a situação configura um atentado à liberdade de imprensa e roça o abuso de poder, ao ponto de o GNR no local ter questionado o jornalista sobre as questões que estaria a colocar, como se lê no relato feito pela revista Sábado. Os serviços de segurança da AR existem para garantir a segurança de todos os que trabalham ou passam, devidamente autorizados e identificados, pela “casa do povo”, não para estar ao serviço de queixas de uns quantos eleitos que querem evitar a todo o custo o escrutínio, recorrendo até a serviços policiais pagos por todos nós.</p>



<p>O SJ não entende e não aceita a coação e a exibição de autoridade para limitar direitos dos jornalistas que estão consagrados nas Leis produzidas dentro das paredes da Assembleia. Os deputados são adultos e livres para dizer, com a urbanidade devida a quem frequenta aquela casa, que não querem responder a perguntas, embora, no entendimento do SJ, enquanto eleitos pelo povo não se devam furtar-se às questões legítimas de quem faz jornalismo. Não precisam de quem os defenda com queixas anónimas a atiçar os serviços de segurança, que deviam, eles próprios, ter noção da incorreção da sua conduta, e recusar participar nestes ataques à liberdade de imprensa.</p>



<p>A justificação, dada pela Secretaria da AR, de que os serviços de segurança foram ativados para garantir a “segurança de pessoas e bens” é, no mínimo, tão ofensiva como a atuação das forças de segurança. Quando os eleitos do povo olham para os jornalistas como uma ameaça à segurança de pessoas e bens, pelo simples facto de terem uma caneta e um bloco de notas, algo está muito errado, merecendo profunda reflexão.</p>



<p>O Sindicato dos Jornalistas não pode pactuar com situações que ameaçam a liberdade de informar e ser informado em qualquer cenário, muito menos num espaço vital para a vida dos cidadãos como é a Assembleia da República. O Parlamento encerra vários dos valores e liberdades que nos guiam como sociedade: de reunião, de expressão, de busca de consensos, de circulação, mas também o direito ao trabalho de todos que ali se encontram.&#8221;</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-sindicato-dos-jornalistas wp-block-embed-sindicato-dos-jornalistas"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<span class="embed-privacy-url"><a href="https://jornalistas.eu/ataque-a-liberdade-de-imprensa-no-parlamento-e-inaceitavel/">Open embedded content from jornalistas.eu</a></span>
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<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="255" height="138" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/1CA79361-3717-4FE2-A73C-1DD85B3C6092.jpg" alt="" class="wp-image-230204" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/1CA79361-3717-4FE2-A73C-1DD85B3C6092.jpg 255w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/1CA79361-3717-4FE2-A73C-1DD85B3C6092-150x81.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 255px) 100vw, 255px" /></figure>
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		<title>[Comunicado de Imprensa] Financiamento público &#8211; Mina do Barroso &#8211; UDCB</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jan 2026 12:11:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecologia e Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[AltPT]]></category>
		<category><![CDATA[barrosoEmResistencia]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8220;Comunicado de Imprensa21 de Janeiro de 2026 Associação Unidos em Defesa de Covas do Barroso opõe-se ao financiamento público da Mina do Barroso No passado dia 7 de janeiro, o Governo português anunciou a atribuição de financiamento público ao projeto da Mina do Barroso, promovido pela empresa Savannah Resources, através de fundos nacionais ao abrigo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>&#8220;Comunicado de Imprensa<br>21 de Janeiro de 2026</p>



<p>Associação Unidos em Defesa de Covas do Barroso opõe-se ao financiamento público da Mina do Barroso</p>



<p>No passado dia 7 de janeiro, o Governo português anunciou a atribuição de financiamento público ao projeto da Mina do Barroso, promovido pela empresa Savannah Resources,  através de fundos nacionais ao abrigo do Quadro Temporário de Crise e Transição da Comissão Europeia. Ao canalizar um investimento milionário para este projeto, o Estado legitima e sustenta uma iniciativa privada que ameaça destruir uma região classificada como Património Agrícola Mundial. Trata-se de uma grave perversão do interesse público, à revelia de consultas públicas, decisões locais e pareceres de associações ambientais, a que se juntam repetidas críticas por parte de orgãos nacionais e internacionais. Recorde-se, a título de exemplo, que o próprio Ministério Público defendeu a nulidade da Declaração de Impacte Ambiental do projecto mineiro. A isto soma-se a conclusão do Comité da Convenção de Aarhus, segundo a qual a consulta pública violou direitos fundamentais de participação, bem como a existência de estudos técnicos que identificaram lacunas graves na avaliação do projecto. Sobre este último ponto, comenta Francisco Venes, sócio da UDCB:</p>



<p>“Os estudos independentes têm sido claros. As avaliações ambientais foram apressadas e superficiais e não dão conta dos impactos desta mina. Como é que o Governo quer financiar um projeto desta dimensão, quando não conhece os riscos para o ambiente e para a saúde da população local? É uma irresponsabilidade”.</p>



<p>Não é sacrificando comunidades que mantêm relações responsáveis com a terra que se constrói uma sociedade ambientalmente equilibrada; mas sim reconhecendo a sua importância ecológica e criando condições para a sua continuidade. O futuro do Barroso assenta na valorização do seu estatuto de Património Agrícola Mundial e do investimento numa economia local sustentável, e não na destruição deste património comum. Numa região marcada pela carência de serviços públicos essenciais, nomeadamente na educação e na saúde, é inaceitável que o Governo opte por financiar um projeto que compromete a vida das populações locais e hipoteca o seu futuro. Sobre isto, acrescenta Maria Loureiro, agricultora de Romainho:</p>



<p>“Não temos um hospital ou uma escola secundária por perto. A maternidade mais próxima fica a uma hora e meia de carro. É um abandono. O que temos vem de uma vida a trabalhar, sem ajudas. E agora querem-nos tirar tudo. Mas nós não vamos ceder. Vamos lutar contra isto até ao fim”.</p>



<p>Uma transição energética que sacrifica o ambiente e se impõe contra as populações &#8211; em vez de ser construída com elas &#8211; desvaloriza a experiência local nos territórios e cria precedentes antidemocráticos preocupantes. Ao assumir-se como promotor de um projeto com estas características, o Governo faz uma escolha política clara: proteger interesses privados em vez de salvaguardar os direitos das comunidades que afirma representar. Por essa razão, é um governo sem credibilidade para invocar o interesse público. A Unidos em Defesa do Barroso continuará a trabalhar para travar este projeto, fazer valer os direitos das populações e defender o património comum da região.&#8221;</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="563" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/7CE9C5D4-E3C7-47EA-A66C-89A1D34AFFAC.jpg" alt="" class="wp-image-229992" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/7CE9C5D4-E3C7-47EA-A66C-89A1D34AFFAC.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/7CE9C5D4-E3C7-47EA-A66C-89A1D34AFFAC-300x169.jpg 300w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/7CE9C5D4-E3C7-47EA-A66C-89A1D34AFFAC-150x84.jpg 150w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/7CE9C5D4-E3C7-47EA-A66C-89A1D34AFFAC-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<p></p>



<p>&#8220;Sobre a UDCB A Unidos em Defesa de Covas do Barroso (UDCB) é uma associação local sem fins lucrativos que defende o ambiente, o património e a qualidade de vida em Covas do Barroso. Trabalhamos para manter o modo de vida sustentável que caracteriza a região<br>de Barroso e garantir que continua a desempenhar o seu papel no combate às alterações climáticas. Defendemos a terra e a comunidade de projetos que ameaçam o nosso futuro coletivo e identidade. Somos pessoas comprometidas com os princípios do comunitarismo, do respeito pela natureza e do direito à participação cívica ativa e à autodeterminação coletiva.</p>



<p>O projecto de lítio em Covas do Barroso<br>O projeto de mineração de Lítio promovido pela empresa Savannah Resources em Covas do Barroso pretende instalar 4 minas a céu aberto a poucas centenas de metros dos núcleos habitados, ameaçando a qualidade de vida das populações. O projeto desviaria cursos de água superficiais e afetaria permanentemente as reservas de água subterrâneas existentes. Poderia ainda contaminar os rios Covas, Beça, Tâmega e Douro caso ocorresse uma ruptura da instalação de armazenamento de rejeitos de mina. O projeto teria ainda impactos significativos na atividade económica ao alterar de maneira significativa o uso de solos hoje destinados à atividade agrícola, pecuária e florestal numa região reconhecida como o único Sistema Importante do Património Agrícola Mundial português.&#8221;</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1197" data-id="229990" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/BD3AF6A6-041E-47E6-BECB-275CEFF1872E.jpg" alt="" class="wp-image-229990" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/BD3AF6A6-041E-47E6-BECB-275CEFF1872E.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/BD3AF6A6-041E-47E6-BECB-275CEFF1872E-251x300.jpg 251w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/BD3AF6A6-041E-47E6-BECB-275CEFF1872E-125x150.jpg 125w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/BD3AF6A6-041E-47E6-BECB-275CEFF1872E-768x919.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="563" data-id="229989" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/935E4DB8-526B-4EB8-9FE8-347F36304626.jpg" alt="" class="wp-image-229989" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/935E4DB8-526B-4EB8-9FE8-347F36304626.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/935E4DB8-526B-4EB8-9FE8-347F36304626-300x169.jpg 300w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/935E4DB8-526B-4EB8-9FE8-347F36304626-150x84.jpg 150w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/935E4DB8-526B-4EB8-9FE8-347F36304626-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1000" data-id="229991" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/1A9DC395-9498-42A6-8996-29A8F053ED2F.jpg" alt="" class="wp-image-229991" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/1A9DC395-9498-42A6-8996-29A8F053ED2F.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/1A9DC395-9498-42A6-8996-29A8F053ED2F-300x300.jpg 300w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/1A9DC395-9498-42A6-8996-29A8F053ED2F-150x150.jpg 150w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/1A9DC395-9498-42A6-8996-29A8F053ED2F-768x768.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>
</figure>



<p>Imagens retiradas de <a href="https://www.facebook.com/udcovasdobarroso/">https://www.facebook.com/udcovasdobarroso/</a></p>
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		<title>Auto Organização e Solidariedade Rumo a um Futuro mais justo para Todos, para isso foi criada a BRAVA.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 20:55:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecologia e Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
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		<category><![CDATA[Indymedia]]></category>
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					<description><![CDATA[Mas afinal o que é a Brava?&#160; A cada dia, o campo é transformado por projetos que prometem progresso, mas impõem destruição. Todas as imagens deste artigo foram recolhidas em https://www.instagram.com/rederesistenciarural O extrativismo avança sobre o campo sem consulta, sem consentimento e, quase sempre, sem retorno para quem lá vive e trabalha. A BRAVA nasce [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Mas afinal o que é a Brava?&nbsp;</p>



<p>A cada dia, o campo é transformado por projetos que prometem progresso, mas impõem destruição.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-3 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1230" data-id="229972" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/F0118037-7EA2-47D3-B005-30A1C0230734.jpg" alt="" class="wp-image-229972" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/F0118037-7EA2-47D3-B005-30A1C0230734.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/F0118037-7EA2-47D3-B005-30A1C0230734-244x300.jpg 244w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/F0118037-7EA2-47D3-B005-30A1C0230734-122x150.jpg 122w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/F0118037-7EA2-47D3-B005-30A1C0230734-768x945.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1230" data-id="229971" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/6AEC59CE-D4CB-41AE-8FB8-E61070B1A9AC.jpg" alt="" class="wp-image-229971" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/6AEC59CE-D4CB-41AE-8FB8-E61070B1A9AC.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/6AEC59CE-D4CB-41AE-8FB8-E61070B1A9AC-244x300.jpg 244w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/6AEC59CE-D4CB-41AE-8FB8-E61070B1A9AC-122x150.jpg 122w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/6AEC59CE-D4CB-41AE-8FB8-E61070B1A9AC-768x945.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1230" data-id="229970" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/8E6EAFD0-4620-471D-94B7-95405D971644.jpg" alt="" class="wp-image-229970" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/8E6EAFD0-4620-471D-94B7-95405D971644.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/8E6EAFD0-4620-471D-94B7-95405D971644-244x300.jpg 244w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/8E6EAFD0-4620-471D-94B7-95405D971644-122x150.jpg 122w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/8E6EAFD0-4620-471D-94B7-95405D971644-768x945.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>
</figure>



<p>Todas as imagens deste artigo foram recolhidas em <a href="https://www.instagram.com/rederesistenciarural?utm_source=ig_web_button_share_sheet&amp;igsh=ZDNlZDc0MzIxNw==">https://www.instagram.com/rederesistenciarural</a></p>



<p></p>



<p>O extrativismo avança sobre o campo sem consulta, sem consentimento e, quase sempre, sem retorno para quem lá vive e trabalha. A BRAVA nasce para apoiar quem resiste. É uma rede de resistência rural e um fundo solidário. Ligamos quem pode apoiar a quem está na linha da frente. Porque a ecologia só existe com raízes no território. Junta-te à BRAVA.</p>



<p>Minas a céu aberto, megaprojetos energéticos, estufas e monoculturas, zonas logísticas, barragens, resorts e eucaliptais invadem os territórios rurais em nome do lucro — esgotando solos, água e modos de vida. Chamam-lhe transição. Mas o que vemos é exaustão. Chamam-lhe interior. Mas é aqui que se joga o essencial: terra, alimento, comunidade, futuro.&nbsp;</p>



<p>Para saberes mais espreita;</p>



<p>O manifesto da BRAVA</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-rede-de-resist-ncia-rural wp-block-embed-rede-de-resist-ncia-rural"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<span class="embed-privacy-url"><a href="https://rederesistenciarural.org/manifesto/">Open embedded content from rederesistenciarural.org</a></span>
</div></figure>



<p>O vídeo de lançamento da Brava:</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; A BRAVA liga quem resiste no território a quem pode apoiar com corpo, dinheiro, conhecimentos ou ferramentas. Conectamos comunidades ameaçadas pelo extrativismo — e que constroem alternativas mais justas — com quem escolhe fortalecer a resistência e a regeneração.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<span class="embed-privacy-url"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=YkN3YB_3Ym0&#038;t=1s">Open embedded content from YouTube</a></span>
</div></figure>



<p>O campo não é recurso nem reserva. É território vivo. E está sob ataque.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ajuda a criar um fundo de resistência rural e financia, diretamente, quem luta por territórios vivos e justos.</li>
</ul>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-4 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1250" data-id="229975" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/578CE59A-5A55-46B1-BCC9-BB07FFA5EB2D.jpg" alt="" class="wp-image-229975" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/578CE59A-5A55-46B1-BCC9-BB07FFA5EB2D.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/578CE59A-5A55-46B1-BCC9-BB07FFA5EB2D-240x300.jpg 240w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/578CE59A-5A55-46B1-BCC9-BB07FFA5EB2D-120x150.jpg 120w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/578CE59A-5A55-46B1-BCC9-BB07FFA5EB2D-768x960.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1250" data-id="229973" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/24947E05-24C9-401C-BB08-8340A5FFBFBA.jpg" alt="" class="wp-image-229973" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/24947E05-24C9-401C-BB08-8340A5FFBFBA.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/24947E05-24C9-401C-BB08-8340A5FFBFBA-240x300.jpg 240w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/24947E05-24C9-401C-BB08-8340A5FFBFBA-120x150.jpg 120w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/24947E05-24C9-401C-BB08-8340A5FFBFBA-768x960.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1250" data-id="229974" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/3F8DBBB1-91D3-4D48-9D1F-4D0AA213E2CF.jpg" alt="" class="wp-image-229974" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/3F8DBBB1-91D3-4D48-9D1F-4D0AA213E2CF.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/3F8DBBB1-91D3-4D48-9D1F-4D0AA213E2CF-240x300.jpg 240w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/3F8DBBB1-91D3-4D48-9D1F-4D0AA213E2CF-120x150.jpg 120w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/3F8DBBB1-91D3-4D48-9D1F-4D0AA213E2CF-768x960.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>
</figure>



<p>A BRAVA existe para conectar quem resiste ao extrativismo a uma rede de solidariedade e recursos. Com o teu apoio, podemos disponibilizar ferramentas jurídicas, capacitação técnica, apoio financeiro, visibilidade e articulação entre projetos locais. Cada contribuição ajuda a transformar a resistência em projetos concretos para quem age agora nos territórios.</p>



<p>Um Júri reúne-se uma única vez para avaliar os pedidos de apoio recebidos e decidir como distribuir os fundos disponíveis. Depois, o dinheiro é enviado diretamente para os projetos escolhidos, em seguida o júri dissolve-se, a conta volta a zero, e o ciclo recomeça.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-rede-de-resist-ncia-rural wp-block-embed-rede-de-resist-ncia-rural"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<span class="embed-privacy-url"><a href="https://rederesistenciarural.org/apoiar">Open embedded content from rederesistenciarural.org</a></span>
</div></figure>



<p>Um fundo simples, justo e enraizado nos princípios da autogestão, para fortalecer quem resiste e partilhar o que é comum.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Já estas a lutar e precisas de apoio?</li>
</ul>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-5 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="640" height="800" data-id="229976" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/45FDD07E-2502-4FB0-AC74-008FF48A67FD.jpg" alt="" class="wp-image-229976" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/45FDD07E-2502-4FB0-AC74-008FF48A67FD.jpg 640w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/45FDD07E-2502-4FB0-AC74-008FF48A67FD-240x300.jpg 240w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/45FDD07E-2502-4FB0-AC74-008FF48A67FD-120x150.jpg 120w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1250" data-id="229978" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/CB12FF5D-1AC0-4CB1-80E7-DAD1DABD1529.jpg" alt="" class="wp-image-229978" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/CB12FF5D-1AC0-4CB1-80E7-DAD1DABD1529.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/CB12FF5D-1AC0-4CB1-80E7-DAD1DABD1529-240x300.jpg 240w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/CB12FF5D-1AC0-4CB1-80E7-DAD1DABD1529-120x150.jpg 120w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/CB12FF5D-1AC0-4CB1-80E7-DAD1DABD1529-768x960.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1250" data-id="229977" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/DBECEDAF-1C8E-401A-AD9A-79A23453B2C8.jpg" alt="" class="wp-image-229977" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/DBECEDAF-1C8E-401A-AD9A-79A23453B2C8.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/DBECEDAF-1C8E-401A-AD9A-79A23453B2C8-240x300.jpg 240w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/DBECEDAF-1C8E-401A-AD9A-79A23453B2C8-120x150.jpg 120w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/DBECEDAF-1C8E-401A-AD9A-79A23453B2C8-768x960.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>
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<p>Entra em contacto com a BRAVA, podes pedir vários tipos de apoio – financeiro, jurídico, técnico, comunicação, organização de eventos, facilitação, etc. Os dados que aqui recolhemos ajudam-nos a conhecer melhor as tuas necessidades e a consolidar uma rede de apoio mútuo, a ativar solidariedades locais e a fortalecer as resistências em curso.</p>



<p><a href="https://n8n.fimdomeio.com/form/def336af-edea-46f9-abbd-6966de10c1fa">https://n8n.fimdomeio.com/form/def336af-edea-46f9-abbd-6966de10c1fa</a></p>



<p>Hoje resistes, amanhã apoias. Esta rede vive da entreajuda e da partilha concreta e ágil de recursos, para que nenhuma resistência fique isolada e nenhum gesto de solidariedade se perca.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Vamos ajudar a conhecer e dar voz a todos aqueles que vêm os seus territórios ameaçados por estas falsas promessas da transição energética verde nas que poêm em causa as Comunidades, coletivos e pessoas que vivem ou trabalham em territórios rurais que enfrentam ameaças extrativistas ou desenvolvem alternativas mais justas e práticas de regeneração.</li>
</ul>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="864" height="1080" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/02B8EFCC-B7CE-49C6-8F65-2B63520230BE.jpg" alt="" class="wp-image-229979" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/02B8EFCC-B7CE-49C6-8F65-2B63520230BE.jpg 864w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/02B8EFCC-B7CE-49C6-8F65-2B63520230BE-240x300.jpg 240w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/02B8EFCC-B7CE-49C6-8F65-2B63520230BE-120x150.jpg 120w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/02B8EFCC-B7CE-49C6-8F65-2B63520230BE-768x960.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 864px) 100vw, 864px" /></figure>



<p>Apesar de vivermos na era da informação,&nbsp;muitas vezes não sabemos quais as lutas que se desenrolam ao lado do nosso quintal e para isso a BRAVA criou um mapa para mapearmos estas diferentes lutas de forma que cada um possa disponibilizar as suas ferramentas e conhecimentos para fortalecer essas lutas e assim garantir que a mesmas cheguem a mais gente e assim fomentar a empatia que e solidariedade que tanta falta faz nos tempos em que vivemos, para tal podes ajudar lançando essas lutas no mapa de resitência da&nbsp;BRAVA.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-rede-de-resist-ncia-rural wp-block-embed-rede-de-resist-ncia-rural"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<span class="embed-privacy-url"><a href="https://rederesistenciarural.org/mapa">Open embedded content from rederesistenciarural.org</a></span>
</div></figure>



<p>Porque não há nada&nbsp;mais&nbsp;agregador que a defesa das nossas raízes é fundamental que os média convencionais e indepentes se mobilizem para expor a realidade de mais uma mentira que a máquina capitalista / colonialista tenta usar para nós dividir, colocar a cidade contra a ruralidade, quando todos nós sabemos que este não é o verdadeiro caminho rumo a um Futuro mais justo e respeitador e fica o apelo para nos unirmos rumo&nbsp;à&nbsp;Soberania da Informação, entra em contacto connosco para&nbsp;dar&nbsp;voz&nbsp;às&nbsp;nossas&nbsp;lutas comuns.</p>



<p>A resistência,&nbsp;seja rural&nbsp;ou&nbsp;urbana,&nbsp;não passa apenas por lutar contra algo mas também em fortalecer e criar novas formas de dinamizar e proteger estes territórios e as suas identidades próprias.</p>



<p>Mais informação aqui:&nbsp;<a href="https://rederesistenciarural.org/">https://rederesistenciarural.org/</a></p>
]]></content:encoded>
					
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			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
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		<item>
		<title>Já ouviste falar da #operationinflation?</title>
		<link>https://indymedia.pt/229925/</link>
					<comments>https://indymedia.pt/229925/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jan 2026 23:49:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura e Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Indymedia]]></category>
		<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[AltPT]]></category>
		<category><![CDATA[operationinflation]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://indymedia.pt/?p=229925</guid>

					<description><![CDATA[A #operationinflation doa fatos insufláveis ​​gratuitos para os membros da comunidade usarem em protestos para ajudar a diminuir a tensão e aumentar as boas vibrações. A #operationinflation começou em outubro de 2025, quando alguns amigos em Portland perceberam que uma pessoa a usar um fato de um sapo insuflável estava a começar algo diferente, o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/operationinflation/">#operationinflation</a> doa fatos insufláveis ​​gratuitos para os membros da comunidade usarem em protestos para ajudar a diminuir a tensão e aumentar as boas vibrações.</p>



<p>A <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/operationinflation/">#operationinflation</a> começou em outubro de 2025, quando alguns amigos em Portland perceberam que uma pessoa a usar um fato de um sapo insuflável estava a começar algo diferente, o que provocou que outros ativistas se reunissem e rapidamente começassem a arrecadar fundos para comprar e entregar mais fantasias insufláveis ​​para quem participava em atos de protesto.</p>



<p>Este tipo de protestos pacíficos visam criar confusão e incerteza, seja naqueles que apresentam um discurso fascista e nacionalista, seja nos próprios aparelhos de opressão encabeçados pela polícia, apresentando um novo guião de luta para o qual essas entidades não estão preparadas e em paralelo criar e cimentar redes de apoio mútuo e segurança para quem está nas ruas.</p>



<p>O absurdo de tudo isto tenta criar uma nova forma de protesto que não se encaixa na norma, criando assim um vazio nos discursos e nas formas de repressão que se foram alimentando da opressão e descredibilização e reforçando assim a liberdade de expressão e mantendo a comunidade mais segura e positiva enquanto exercem os seus direitos.</p>



<p>Se quiseres saber mais sobre a <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/operationinflation/">#operationinflation</a> espreita o site oficial <a href="https://www.operationinflation.com/">https://www.operationinflation.com/</a></p>



<p>Apesar desta forma de protesto se ter iniciado nos E.U.A já começam a surgir alguns atos um pouco por todo o globo, não para mostrar que quem luta é fofinho e amoroso, mas como forma de voltar a controlar a narrativa da luta e assim derrubar o fascismo e todas as regras e leis fundamentais para alimentar essas visões.</p>



<p>Tal como com os Clown Blocks os ativistas estão uma vez mais a reinventar formas de protesto e assim controlar a narrativa e desmontar os discursos formatados e manipuladores que vão tomando conta das redes sociais e dos mídia convencionais.</p>



<p>Se quiseres saber mais sobre a <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/operationinflation/">#operationinflation</a> espreita o site oficial <a href="https://www.operationinflation.com/">https://www.operationinflation.com/</a> e os vídeos que deixamos abaixo:</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter wp-block-embed-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="embed-privacy-local-tweet"><blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">Could this be the new face of Antifa?<br><br>Operation Inflation distributes inflatables costumes to protest sites to disrupt fascist propaganda. 🐸🦄🐔👇 <a href="https://t.co/S6PTde9d1H">pic.twitter.com/S6PTde9d1H</a></p><cite class="embed-privacy-tweet-meta"><span class="embed-privacy-author-meta">— 𝚃𝙷𝙴 𝚆𝙷𝙸𝚃𝙴 𝚁𝙰𝙱𝙱𝙸𝚃 (@White_Rabbit_OG) </span><a href="https://twitter.com/White_Rabbit_OG/status/2011094375531508128?ref_src=twsrc%5Etfw">13/01/2026</a></cite></blockquote></div>
</div></figure>



<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter wp-block-embed-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="embed-privacy-local-tweet"><blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">Breaking: Disturbing scenes out of Portland, 2025 — authorities warn the situation could escalate. <a href="https://t.co/OogQ0eLYOi">pic.twitter.com/OogQ0eLYOi</a></p><cite class="embed-privacy-tweet-meta"><span class="embed-privacy-author-meta">— P a u l ◉ (@SkylineReport) </span><a href="https://twitter.com/SkylineReport/status/1976872244413399431?ref_src=twsrc%5Etfw">11/10/2025</a></cite></blockquote></div>
</div></figure>



<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter wp-block-embed-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="embed-privacy-local-tweet"><blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">Wow Portland is so dangerous even the frogs are saluting! 👇👇👇😂😂😂 <a href="https://t.co/dyyB6MvgpP">pic.twitter.com/dyyB6MvgpP</a></p><cite class="embed-privacy-tweet-meta"><span class="embed-privacy-author-meta">— Suzie rizzio (@Suzierizzo1) </span><a href="https://twitter.com/Suzierizzo1/status/1980359950300807430?ref_src=twsrc%5Etfw">20/10/2025</a></cite></blockquote></div>
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<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-9-16 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<span class="embed-privacy-url"><a href="https://youtube.com/shorts/trdvE-quU40?si=_ywndqjvSJt1buHS">Open embedded content from YouTube</a></span>
</div></figure>



<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter wp-block-embed-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="embed-privacy-local-tweet"><blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">Portland’s “Freedom Frog” has a posse. <br><br>After a video went viral of ICE agents pepper-spraying a man in an inflatable frog costume, Portland activists launched Operation Inflation, crowdfunding to provide free costumes for protesters resisting the Trump administration’s… <a href="https://t.co/UU9ZcBcCcU">pic.twitter.com/UU9ZcBcCcU</a></p><cite class="embed-privacy-tweet-meta"><span class="embed-privacy-author-meta">— BreakThrough News (@BTnewsroom) </span><a href="https://twitter.com/BTnewsroom/status/1991890262696608218?ref_src=twsrc%5Etfw">21/11/2025</a></cite></blockquote></div>
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<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter wp-block-embed-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="embed-privacy-local-tweet"><blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true"><p lang="de" dir="ltr"><a href="https://twitter.com/hashtag/OperationInflation?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#OperationInflation</a> stürmt die Ordensburg in <a href="https://twitter.com/hashtag/Liebstedt?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#Liebstedt</a> bei Weimar. Der Burgherr <a href="https://twitter.com/hashtag/KlausDieterB%C3%B6hmeSchneider?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#KlausDieterBöhmeSchneider</a> pocht auf das &#8220;Privatgrundstück&#8221; seiner &#8220;Gesellschaft zur Förderung guten Lebens&#8221; der <a href="https://twitter.com/hashtag/ToskanaAG?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#ToskanaAG</a>.<br>Da hört die Vielfalt also auf 😀<a href="https://t.co/0PN4ktw3uR">https://t.co/0PN4ktw3uR</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/we2510?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#we2510</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/wr2510?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#wr2510</a> <a href="https://t.co/TVriSrpfMe">pic.twitter.com/TVriSrpfMe</a></p><cite class="embed-privacy-tweet-meta"><span class="embed-privacy-author-meta">— 🥚reclaimrosaluxemburgplatz (@reclaimrosalux1) </span><a href="https://twitter.com/reclaimrosalux1/status/1982289103971401880?ref_src=twsrc%5Etfw">26/10/2025</a></cite></blockquote></div>
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<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter wp-block-embed-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="embed-privacy-local-tweet"><blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">Now this is hilarious the frog and his friends March behind a MAGA agitator in Portland! 😂😂😂😂 <a href="https://t.co/7iurEJKjQM">pic.twitter.com/7iurEJKjQM</a></p><cite class="embed-privacy-tweet-meta"><span class="embed-privacy-author-meta">— Suzie rizzio (@Suzierizzo1) </span><a href="https://twitter.com/Suzierizzo1/status/1979416518497628324?ref_src=twsrc%5Etfw">18/10/2025</a></cite></blockquote></div>
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<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter wp-block-embed-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="embed-privacy-local-tweet"><blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">Joey, a volunteer with Operation Inflation <a href="https://twitter.com/OpInflation?ref_src=twsrc%5Etfw">@OpInflation</a> gives his opinion on sexuality, transgenderism, immigration and other topics 12/5/25 <br>Operation Inflation, founded in 2025 is a leftist initiative in Portland, Oregon, that crowdfunds and distributes free inflatable costumes… <a href="https://t.co/Fnbu6Io4VS">pic.twitter.com/Fnbu6Io4VS</a></p><cite class="embed-privacy-tweet-meta"><span class="embed-privacy-author-meta">— ₵Ø₦₴₱łⱤɆ₮₳ⱤĐ (@conspiretard) </span><a href="https://twitter.com/conspiretard/status/2004832178275058090?ref_src=twsrc%5Etfw">27/12/2025</a></cite></blockquote></div>
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<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter wp-block-embed-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="embed-privacy-local-tweet"><blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true"><p lang="qme" dir="ltr"><a href="https://twitter.com/hashtag/OperationInflation?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#OperationInflation</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/NoKings?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#NoKings</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/Ice?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#Ice</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/Immigration?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#Immigration</a> <a href="https://t.co/lqkavhjdEB">pic.twitter.com/lqkavhjdEB</a></p><cite class="embed-privacy-tweet-meta"><span class="embed-privacy-author-meta">— Operation Inflation (@opinflate) </span><a href="https://twitter.com/opinflate/status/1978541421582745983?ref_src=twsrc%5Etfw">15/10/2025</a></cite></blockquote></div>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="563" data-id="229928" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/E09A23C6-CDAF-47FF-938D-452959501A3C.jpg" alt="" class="wp-image-229928" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/E09A23C6-CDAF-47FF-938D-452959501A3C.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/E09A23C6-CDAF-47FF-938D-452959501A3C-300x169.jpg 300w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/E09A23C6-CDAF-47FF-938D-452959501A3C-150x84.jpg 150w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/E09A23C6-CDAF-47FF-938D-452959501A3C-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="300" height="168" data-id="229927" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/60796F13-852C-4AEE-B864-D11484D229B8.jpg" alt="" class="wp-image-229927" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/60796F13-852C-4AEE-B864-D11484D229B8.jpg 300w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/60796F13-852C-4AEE-B864-D11484D229B8-150x84.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></figure>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1250" data-id="229931" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/E9379F3E-964B-494D-B065-6EDD58BBD7E4.jpg" alt="" class="wp-image-229931" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/E9379F3E-964B-494D-B065-6EDD58BBD7E4.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/E9379F3E-964B-494D-B065-6EDD58BBD7E4-240x300.jpg 240w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/E9379F3E-964B-494D-B065-6EDD58BBD7E4-120x150.jpg 120w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/E9379F3E-964B-494D-B065-6EDD58BBD7E4-768x960.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1250" data-id="229932" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/8812017B-1CA8-4267-B9F4-14765FFDE74E.jpg" alt="" class="wp-image-229932" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/8812017B-1CA8-4267-B9F4-14765FFDE74E.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/8812017B-1CA8-4267-B9F4-14765FFDE74E-240x300.jpg 240w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/8812017B-1CA8-4267-B9F4-14765FFDE74E-120x150.jpg 120w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/8812017B-1CA8-4267-B9F4-14765FFDE74E-768x960.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1250" data-id="229933" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/C69AEF43-B3A3-433A-8FDD-01946EB25C3E.jpg" alt="" class="wp-image-229933" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/C69AEF43-B3A3-433A-8FDD-01946EB25C3E.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/C69AEF43-B3A3-433A-8FDD-01946EB25C3E-240x300.jpg 240w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/C69AEF43-B3A3-433A-8FDD-01946EB25C3E-120x150.jpg 120w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/C69AEF43-B3A3-433A-8FDD-01946EB25C3E-768x960.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1250" data-id="229936" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/88C77AE6-67B5-44F2-9C89-3B95D1C8C9EF.jpg" alt="" class="wp-image-229936" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/88C77AE6-67B5-44F2-9C89-3B95D1C8C9EF.jpg 1000w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/88C77AE6-67B5-44F2-9C89-3B95D1C8C9EF-240x300.jpg 240w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/88C77AE6-67B5-44F2-9C89-3B95D1C8C9EF-120x150.jpg 120w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2026/01/88C77AE6-67B5-44F2-9C89-3B95D1C8C9EF-768x960.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



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<p>Não te esqueças que este site é de publicação livre não hesites em relatar o que se passa na tua rua.</p>



<p>Pela soberania da informação.</p>
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		<title>*Quem são as pessoas negras que movem a cultura em Portugal?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jan 2026 19:38:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Discriminação]]></category>
		<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
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		<category><![CDATA[Anti Racismo]]></category>
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					<description><![CDATA[AUTOMAPEAMENTO //*Quem são as pessoas negras que movem a cultura em Portugal?* ✊🏽🇵🇹 A UNA quer responder a esta e outras perguntas importantes, que nos permitam: 🧐 Conhecer em detalhe a comunidade artística negra e tornar a informação recolhida acessível. ✨ Aumentar a visibilidade, representatividade e oportunidades de trabalho para artistas negres. ✊ Defender políticas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>AUTOMAPEAMENTO //<br>*Quem são as pessoas negras que movem a cultura em Portugal?* ✊🏽🇵🇹</p>



<p>A UNA quer responder a esta e outras perguntas importantes, que nos permitam:</p>



<p>🧐 Conhecer em detalhe a comunidade artística negra e tornar a informação recolhida acessível.</p>



<p>✨ Aumentar a visibilidade, representatividade e oportunidades de trabalho para artistas negres.</p>



<p>✊ Defender políticas de reparação e medidas de ação afirmativa para a comunidade.</p>



<p>Junte-te a nós neste movimento!</p>



<p>Participa no AUTOMAPEAMENTO da UNA!</p>



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<p>Artwork:&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/bakemonas/">@bakemonas</a><br>Design:&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/_rod_ada/">@_rod_ada</a></p>



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		<title>Convocatória manifestação contra o pacote laboral Porto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jan 2026 17:37:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
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					<description><![CDATA[O Coletivo pela Libertação da Palestina, a Habitação Hoje, a C.S.A. Gralha e a Unidade Popular vêm por este meio convidar-vos para uma manifestação popular contra o pacote laboral. A manifestação terá início às 18:00 horas na Estação da Trindade do Porto, com partida em marcha planeada às 19:30, esta terça-feira dia 13 de janeiro. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Coletivo pela Libertação da Palestina, a Habitação Hoje, a C.S.A. Gralha e a Unidade Popular vêm por este meio convidar-vos para uma manifestação popular contra o pacote laboral.<br />
A manifestação terá início às 18:00 horas na Estação da Trindade do Porto, com partida em marcha planeada às 19:30, esta terça-feira dia 13 de janeiro.<br />
Em anexo, poderão encontrar o nosso manifesto.</p>
<h3>Manifesto contra o pacote laboral e a nova lei de estrangeiros!</h3>
<p>Esta manifestação popular é uma denúncia das violências sociais, laborais e institucionais promovidas pelo Governo. É também uma expressão de solidariedade popular à entrega do abaixo assinado, promovido pela CGTP, contra o pacote laboral na Assembleia da República.</p>
<p>Ignorando esta última Greve Geral, este Governo insiste em aprofundar políticas que precarizam ainda mais a vida de quem trabalha, favorecendo o lucro de poucos à custa da exploração de muitos.</p>
<p>Queremos um país onde tenhamos direito à livre mobilidade, a condições de vida dignas e à justiça social. É urgente organizar e fortalecer ações coletivas que travem o avanço da ameaça fascista e da agressão das políticas neoliberais que nos condenam à precariedade permanente. Recusamo-nos a sacrificar as nossas vidas para enriquecer empresas, milionários e políticos.</p>
<p>Com este pacote laboral e com esta nova lei de estrangeiros enfrentamos um dos maiores ataques aos nossos direitos.</p>
<p>Entre as medidas propostas no novo pacote laboral promovido pela direita, destacam-se:</p>
<p>A facilitação do despedimento sem justa causa, permitindo que, mesmo quando um tribunal considere o despedimento ilegal, a empresa não seja obrigada à reintegrar a pessoa demitida;</p>
<p>A possibilidade de impor mais duas horas diárias de banco de horas e mais 150 dias por ano sem a devida compensação salarial;</p>
<p>A extinção dos contratos coletivos de trabalho, destruindo direitos historicamente conquistados e abrindo caminho à redução generalizada dos salários;</p>
<p>O aumento da duração máxima dos contratos a termo e do número máximo de renovações, acarretando em relações de trabalho mais incertas e frágeis;</p>
<p>A imposição de trabalho noturno, aos fins de semana e feriados, a pais com filhos menores de 12 anos, sempre que a empresa o considere necessário;</p>
<p>A limitação do direito à greve e à sindicalização com o alargamento dos serviços mínimos;</p>
<p>A redução do acesso ao emprego através de quotas para pessoas com deficiência, diminuindo o mínimo do grau de incapacidade de 60% para 33%;</p>
<p>A facilitação da despromoção através da reclassificação de cargo para um inferior àquele para o qual foi contratado;</p>
<p>A substituição de trabalhadores por serviços terceirizados mais baratos na sequência de despedimentos, precarizando eternamente os contratos;</p>
<p>A promoção do trabalho precário a falsos recibos verdes, através do aumento da percentagem mínima de rendimentos provenientes de uma única empresa de 50% para 80% para que seja considerado economicamente dependente da mesma.</p>
<p>Estas são apenas algumas das mais de 100 alterações previstas neste pacote, todas orientadas para aprofundar a exploração e enfraquecer a capacidade de resistência coletiva.</p>
<p>E nós dizemos: não vamos retroceder!</p>
<p>Reforçamos que nenhuma vida é ilegal. Repudiamos as mudanças à lei de estrangeiros aprovadas pelo governo e a lentidão estratégica e negligente da AIMA, que facilita e promove a situação de irregularidade e precariedade das condições de vida das pessoas imigrantes.</p>
<p>As campanhas de desinformação e ódio promovidas pela direita visam tirar-nos o foco das suas pautas reacionárias e sequestrar-nos a vida. Perante isto, afirmamos: a imigração não é o problema! Tampouco é responsável pelo abismo social que se agrava galopante mente em Portugal, marcado pelo aumento do custo de vida e por salários insuficientes para garantir uma vida digna.</p>
<p>Nenhuma melhoria virá da boa vontade da burguesia, dos grandes empresários ou dos seus partidos políticos, cuja existência lucra diretamente com a nossa exploração.<br />
Por isso, fazemos um chamado à luta auto-organizada e por uma sociedade sem exploração, sem acumulação de capital e sem opressões.</p>
<p>Só o povo salva o povo!</p>
<div>Obrigado.</div>
<div></div>
<div></div>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Manual de Resistência Rural</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PTrevolutionTV]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jan 2026 19:17:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecologia e Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Indymedia]]></category>
		<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
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					<description><![CDATA[Este é um manual de apoio à defesa das comunidades, das localidades, dos ecossistemas, e da vida. Foi pensado para pessoas, grupos de ação local e comunidades inteiras que se vejam confrontadas com a indústria extrativista nas suas muitas vertentes – quer seja uma nova plantação superintensiva de uma qualquer monocultura, a instalação de (mais) [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading">Este é um manual de apoio à defesa das comunidades, das localidades, dos ecossistemas, e da vida.</h4>



<p>Foi pensado para pessoas, grupos de ação local e comunidades inteiras que se vejam confrontadas com a indústria extrativista nas suas muitas vertentes – quer seja uma nova plantação superintensiva de uma qualquer monocultura, a instalação de (mais) uma gigantesca central fotovoltaica, a abertura de uma mina, a construção de uma nova barragem, ou de resorts nas dunas, etc.</p>



<p>Disponível aqui: <a href="https://rederesistenciarural.org/recursos/">https://rederesistenciarural.org/recursos/</a></p>



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<p>É para usar ✊🏾✊🏾<br><br><a href="https://www.instagram.com/explore/tags/resist%C3%AAnciarural/">#resistênciarural</a>&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/explore/tags/brava/">#brava</a>&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/explore/tags/lutasambientais/">#lutasambientais</a>&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/explore/tags/resistencia/">#resistencia</a></p>
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		<title>Participa na indymedia.pt!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Nov 2025 06:02:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[AltPT]]></category>
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					<description><![CDATA[O que é a indymedia? A rede indymedia nasceu há 25 anos durante as revoltas de Seattle contra a Organização Mundial do Comércio. Desde aí, centenas de websites locais e nacionais foram formados em todo o mundo. Os conteúdos são publicados pelos utilizadores do website, jornalistas cidadãos e coletivos de media independente, de forma livre [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O que é a indymedia?</strong></p>
<p>A rede indymedia nasceu há 25 anos durante as revoltas de Seattle contra a Organização Mundial do Comércio. Desde aí, centenas de websites locais e nacionais foram formados em todo o mundo. Os conteúdos são publicados pelos utilizadores do website, jornalistas cidadãos e coletivos de media independente, de forma livre e voluntária.</p>
<p><strong>Quem publica na indymedia?</strong></p>
<p>Qualquer pessoa pode publicar na indymedia, instantâneamente e de forma livre, através do formulário de publicação. A publicação é anónima e o website não guarda quaisquer informações sobre os utilizadores.</p>
<p><strong>Porquê publicar na Indymedia.pt?</strong></p>
<p>O centro de media independente é um projecto livre, sem qualquer financiamento, e gratuito, que pretende fornecer às comunidades um espaço digital alternativo e seguro para difusão de notícias, comentários e informações.</p>
<p>A indymedia é uma forma de luta ativa pela liberdade de expressão e de acesso à informação sem barreiras e procura ser um espaço digital universalmente acessível e inclusivo.</p>
<p><strong>Porquê a indymedia e não outras redes sociais?</strong></p>
<p>A maioria das redes sociais são privativas, extraem dados dos utilizadores, e apresentam graves problemas de privacidade de dados. O website indymedia não tem cookies, não guarda metadados e é feito com software livre. É mantido por um coletivo de voluntários que se auto organizam livremente, e sem ânimo de lucro. A indymedia é uma solução para combater a &#8220;morte&#8221; da internet e para fortalecer e apoiar as lutas revolucionárias e os movimentos sociais, através da difusão livre e gratuita de informação alternativa.</p>
<p><strong>Porque a indymedia hoje em dia?</strong></p>
<p>Grande parte dos coletivos indymedia foram perseguidos pelo estado e pela polícia ao longo dos últimos 25 anos. Servidores foram confiscados e algumas pessoas foram presas simplesmente por apoiar a manutenção deste projecto independente e anti-autoritário. No Japão, Alemanha e outros lugares, a indymedia foi ilegalizada. Em França, Alemanha, Grécia e outros lugares, coletivos da indymedia sofreram forte repressão policial e ataques no sentido de impossibilitar a manutenção dos websites. Acreditamos que manter a indymedia online é um ato de resistência contra o autoritarismo, a censura e a repressão.</p>
<p><strong>Uma nota sobre os ultimos anos:</strong><br />
<strong>Após várias discussões sobre se devemos ou não moderar o website</strong></p>
<p>Algumas publicações foram apagadas (censuradas) pela equipa de moderação por conterem conteúdos polémicos. Queremos dirigir um pedido de desculpas às pessoas afetadas, e estabelecer um compromisso coletivo para com a liberdade de expressão de tod@s nos movimentos sociais e espaços libertários.</p>
<p>Após um período de reflexão coletiva, e no espírito combativo e de compromisso para com a liberdade de expressão de tod@s, o website não irá mais ser moderado no sentido de apagar opiniões ou comentários. Este é um compromisso coletivo que deverá ser defendido ativamente.</p>
<p>Pedimos que nos ajudem e apoiem neste projecto, no sentido de tomar melhores decisões coletivas e defender a liberdade de expressão.</p>
<p>Caso encontrem conteúdos problemáticos no website, podem dirigir questões para a mailinglist.</p>
<p><strong>Participa no Centro de Media Independente:</strong></p>
<p>A melhor forma de participar no IMC &#8211; PT é publicares as tuas notícias no website indymedia.pt<br />
Se quiseres apoiar este projecto, contacta-nos na mailinglist: indymedia-portugal@lists.riseup.net</p>
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<p>Publica as tuas notícias:<br />
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		<title>#NOFACHODAY</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Nov 2025 12:32:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[antifascismo]]></category>
		<category><![CDATA[Democracia]]></category>
		<category><![CDATA[NoFachoDay]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Protesto]]></category>
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					<description><![CDATA[O #NoFachoDay chega a 1 de dezembro, o dia em que a Restauração da Independência ganha outro significado: restaurar a liberdade, a empatia e a resistência cultural. Inspirado no espírito do NoKingsDay, este é um gesto coletivo que une arte, música, humor e ação cívica contra o autoritarismo e a normalização do ódio. Portugal precisa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <a class="x1i10hfl xjbqb8w x1ejq31n x18oe1m7 x1sy0etr xstzfhl x972fbf x10w94by x1qhh985 x14e42zd x9f619 x1ypdohk xt0psk2 x3ct3a4 xdj266r x14z9mp xat24cr x1lziwak xexx8yu xyri2b x18d9i69 x1c1uobl x16tdsg8 x1hl2dhg xggy1nq x1a2a7pz _aa9_ _a6hd" role="link" href="https://www.instagram.com/explore/tags/nofachoday/">#NoFachoDay</a> chega a 1 de dezembro, o dia em que a Restauração da Independência ganha outro significado: restaurar a liberdade, a empatia e a resistência cultural.</p>
<p>Inspirado no espírito do NoKingsDay, este é um gesto coletivo que une arte, música, humor e ação cívica contra o autoritarismo e a normalização do ódio.</p>
<p>Portugal precisa de um novo tipo de celebração, uma que não se limite a recordar o passado, mas que lute pelo presente.</p>
<p>Vem aí o <a class="x1i10hfl xjbqb8w x1ejq31n x18oe1m7 x1sy0etr xstzfhl x972fbf x10w94by x1qhh985 x14e42zd x9f619 x1ypdohk xt0psk2 x3ct3a4 xdj266r x14z9mp xat24cr x1lziwak xexx8yu xyri2b x18d9i69 x1c1uobl x16tdsg8 x1hl2dhg xggy1nq x1a2a7pz _aa9_ _a6hd" role="link" href="https://www.instagram.com/explore/tags/nofachoday/">#NoFachoDay</a>.<br />
Um dia para todos nós. Pela liberdade. Pela democracia.</p>
<p>📅 1 de dezembro<br />
🎭 Cultura, protesto e esperança — tudo ao mesmo tempo.</p>
<p><a class="x1i10hfl xjbqb8w x1ejq31n x18oe1m7 x1sy0etr xstzfhl x972fbf x10w94by x1qhh985 x14e42zd x9f619 x1ypdohk xt0psk2 x3ct3a4 xdj266r x14z9mp xat24cr x1lziwak xexx8yu xyri2b x18d9i69 x1c1uobl x16tdsg8 x1hl2dhg xggy1nq x1a2a7pz _aa9_ _a6hd" role="link" href="https://www.instagram.com/explore/tags/antifascismo/">#Antifascismo</a> <a class="x1i10hfl xjbqb8w x1ejq31n x18oe1m7 x1sy0etr xstzfhl x972fbf x10w94by x1qhh985 x14e42zd x9f619 x1ypdohk xt0psk2 x3ct3a4 xdj266r x14z9mp xat24cr x1lziwak xexx8yu xyri2b x18d9i69 x1c1uobl x16tdsg8 x1hl2dhg xggy1nq x1a2a7pz _aa9_ _a6hd" role="link" href="https://www.instagram.com/explore/tags/democracia/">#Democracia</a> <a class="x1i10hfl xjbqb8w x1ejq31n x18oe1m7 x1sy0etr xstzfhl x972fbf x10w94by x1qhh985 x14e42zd x9f619 x1ypdohk xt0psk2 x3ct3a4 xdj266r x14z9mp xat24cr x1lziwak xexx8yu xyri2b x18d9i69 x1c1uobl x16tdsg8 x1hl2dhg xggy1nq x1a2a7pz _aa9_ _a6hd" role="link" href="https://www.instagram.com/explore/tags/cultura%C3%A9resist%C3%AAncia/">#CulturaÉResistência</a> <a class="x1i10hfl xjbqb8w x1ejq31n x18oe1m7 x1sy0etr xstzfhl x972fbf x10w94by x1qhh985 x14e42zd x9f619 x1ypdohk xt0psk2 x3ct3a4 xdj266r x14z9mp xat24cr x1lziwak xexx8yu xyri2b x18d9i69 x1c1uobl x16tdsg8 x1hl2dhg xggy1nq x1a2a7pz _aa9_ _a6hd" role="link" href="https://www.instagram.com/explore/tags/nofachoday/">#NoFachoDay</a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" width="1080" height="1350" class="alignnone size-full wp-image-229057" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/11/photo_2025-11-01_12-09-06fTGiZQg.jpg" alt="photo_2025-11-01_12-09-06fTGiZQg" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/11/photo_2025-11-01_12-09-06fTGiZQg.jpg 1080w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/11/photo_2025-11-01_12-09-06fTGiZQg-240x300.jpg 240w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/11/photo_2025-11-01_12-09-06fTGiZQg-819x1024.jpg 819w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/11/photo_2025-11-01_12-09-06fTGiZQg-120x150.jpg 120w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/11/photo_2025-11-01_12-09-06fTGiZQg-768x960.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /></p>
<h3>Proposta de conceito: “NoFachoDay” (1 de dezembro)</h3>
<p>A ideia parte da necessidade de unir várias páginas e coletivos antifascistas e<br />
progressistas num movimento simbólico e comunicacional comum. Isto antes das<br />
jornadas antifascistas. Inspirado no <a href="https://www.nokings.org/">“No Kings Day”</a>, que tem ganho força em vários<br />
países como forma de crítica festiva ao poder, o “NoFachoDay” propõe-se adaptar esse<br />
modelo à realidade portuguesa, transformando-o num dia de afirmação democrática e<br />
resistência cultural ao extremismo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" width="1080" height="1350" class="alignnone size-full wp-image-229059" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/11/photo_2025-11-01_12-09-01W8JywHM.jpg" alt="photo_2025-11-01_12-09-01W8JywHM" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/11/photo_2025-11-01_12-09-01W8JywHM.jpg 1080w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/11/photo_2025-11-01_12-09-01W8JywHM-240x300.jpg 240w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/11/photo_2025-11-01_12-09-01W8JywHM-819x1024.jpg 819w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/11/photo_2025-11-01_12-09-01W8JywHM-120x150.jpg 120w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/11/photo_2025-11-01_12-09-01W8JywHM-768x960.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /></p>
<p>O 1 de dezembro é uma escolha particularmente feliz, porque coincide com o feriado da<br />
Restauração da Independência, um momento histórico em que Portugal recuperou a<br />
soberania perdida. Essa data permite uma reinterpretação contemporânea do conceito<br />
de “restauração”: não de um trono, mas da liberdade, da dignidade e da convivência<br />
democrática. A independência que hoje precisa de ser restaurada é a independência<br />
face ao autoritarismo, à desinformação e ao discurso de ódio.</p>
<p><strong>A proposta é que o “NoFachoDay” assuma um registo festivo e cultural &#8211; expressão</strong><br />
<strong>livre, cívica, popular e, portanto, política -, aberto a todas as pessoas que acreditam na</strong><br />
<strong>liberdade e na democracia. Um dia em que as ruas sejam ocupadas de forma criativa,</strong><br />
<strong>com cores, cravos, música, performances, ironia e humor, transformando o antifascismo</strong><br />
<strong>numa linguagem acessível, popular, capaz de disputar o espaço simbólico ao medo e à</strong><br />
<strong>resignação.</strong></p>
<p>O tom deve ser inclusivo, provocador e simultaneamente patriótico, reapropriando<br />
símbolos nacionais e históricos de modo subversivo. A palavra “restauração” passa a<br />
significar o restabelecimento da democracia e da empatia social. O hino, as bandeiras<br />
e as cores nacionais podem ser recontextualizados como expressões de uma<br />
independência viva e plural.</p>
<p>Do ponto de vista internacional, esta proposta alinha-se com movimentos semelhantes<br />
nos Estados Unidos e na Europa, como o “No Kings Day” ou as marchas satíricas que<br />
opõem humor e arte ao autoritarismo. São formas contemporâneas de resistência, que<br />
fundem ativismo e performance cultural.</p>
<p>O objetivo final seria lançar o “NoFachoDay” a partir de uma mobilização coordenada<br />
entre páginas e coletivos antifascistas, primeiro por canais privados, e depois com um<br />
anúncio público conjunto. A ação pode ter expressão física, com concentrações ou<br />
eventos descentralizados nas capitais de distrito, e expressão digital, com hashtags,<br />
cartazes e vídeos curtos com mensagens comuns.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" width="1080" height="1350" class="alignnone size-full wp-image-229058" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/11/photo_2025-11-01_12-09-10.jpg" alt="photo_2025-11-01_12-09-10" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/11/photo_2025-11-01_12-09-10.jpg 1080w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/11/photo_2025-11-01_12-09-10-240x300.jpg 240w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/11/photo_2025-11-01_12-09-10-819x1024.jpg 819w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/11/photo_2025-11-01_12-09-10-120x150.jpg 120w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/11/photo_2025-11-01_12-09-10-768x960.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /></p>
<p><strong>Em resumo, trata-se de criar uma tradição antifascista festiva, nacional e</strong><br />
<strong>simbólica, capaz de se repetir todos os anos, unindo cultura, política e humor. Um</strong><br />
<strong>gesto de reapropriação democrática da história.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para estares a par de tudo espreita <a href="https://www.instagram.com/nofachoday/">https://www.instagram.com/nofachoday/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Quarto Encontro Ibérico sobre os Impactos Sociais e Ambientais da Mineração, em Covas do Barroso e Boticas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Oct 2025 01:27:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Não]]></category>
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					<description><![CDATA[17 de outubro de 2025 Sociedade e Ambiente Comunidades e organizações europeias reúnem-se em Covas do Barroso e Boticas para discutir justiça ambiental e extrativismo .Ao longo do fim-de-semana de 18 a 20 de outubro, Covas do Barroso e o concelho de Boticas acolhem o encontro pan-europeu Zonas Críticas e o IV Encontro Ibérico sobre [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>17 de outubro de 2025</p>
<p>Sociedade e Ambiente</p>
<p>Comunidades e organizações europeias reúnem-se em Covas do Barroso e Boticas para discutir justiça ambiental e extrativismo .Ao longo do fim-de-semana de 18 a 20 de outubro, Covas do Barroso e o concelho de Boticas acolhem o encontro pan-europeu Zonas Críticas e o IV Encontro Ibérico sobre os Impactos Sociais e Ambientais da Mineração, reunindo comunidades afetadas por projetos mineiros e por outros projetos ligadas à transição energética em Portugal, Espanha e países como a Sérvia e a Roménia. Juntam-se também organizações da sociedade civil e ambiental de toda a Europa para debater a justiça na utilização dos recursos naturais.</p>
<p>Os eventos são organizados pelo Observatório dos Recursos Naturais, pela MiningWatch Portugal, Ecologistas en Acción, Amigos da Terra e a associação Unidos em Defesa de Covas do Barroso, com a colaboração do Observatório Ibérico da Mineração. Durante três dias, mais de meia centena de representantes de movimentos, plataformas e coletivos ibéricos e europeus partilharão experiências e estratégias de resistência e solidariedade face ao avanço do extrativismo mineiro e energético e às suas consequências ambientais e sociais.</p>
<p>“Este encontro é uma oportunidade única para reunir o conhecimento de organizações ibéricas e europeias com a experiência vivida das comunidades afetadas por projetos mineiros e energéticos,” sublinha Nik Völker, presidente do Observatório dos Recursos Naturais. “Só através desta articulação podemos denunciar práticas destrutivas e propor alternativas concretas baseadas na justiça ambiental e na gestão sustentável dos recursos.”</p>
<p>Covas do Barroso e Boticas na região do Barroso – reconhecido pela FAO como Património Agrícola Mundial e ameaçada pela proposta de uma das maiores minas de lítio da Europa. A região foi escolhida como símbolo de resistência e exemplo de mobilização comunitária. A região do Barroso é hoje um dos epicentros europeus do debate sobre o futuro dos territórios rurais e os impactos da transição energética.</p>
<p>“O caso de Covas do Barroso não é apenas local. Somos um exemplo sistémico de como a pressa por minerais críticos ameaça comunidades, ecossistemas e modos de vida em toda a Europa e no mundo. Mostrar esta realidade e as suas conexões é essencial para repensarmos o rumo da transição energética,” afirma Carla Gomes, da associação Unidos em Defesa de Covas do Barroso. Ao longo do encontro, serão realizados debates, oficinas e sessões de trabalho sobre alternativas à mineração, defesa do território e cooperação internacional. Terá também lugar a caminhada guiada “Paisagens de Poder”, em Morgade (Montalegre), que proporcionará uma leitura histórica sobre a forma como as paisagens e sociedades do Barroso foram moldadas por grandes projetos (agro)industriais, como as barragens hidroelétricas e os processos de colonização interna do século XX. Serão ainda apresentados os avanços do Observatório Ibérico da Mineração, que mapeia más práticas do setor e já documentou mais de uma centena de casos, bem como o fórum internacional “Povos contra o Extrativismo”, que conta com a participação de organizações de vários continentes, incluindo representantes da Confederação de Nacionalidades Indígenas do Equador. O programa inclui dois momentos abertos ao público:</p>
<p>MiningWatch Portugal<br />
Unidos em Defesa de Covas do Barroso<br />
Ecologistas en Acción</p>
<div class="post-header">
<h1 class="entry-title">Decenas de colectivos de toda la península celebran el cuarto encuentro sobre los impactos sociales y ambientales de la minería en Covas do Barroso</h1>
<div class="post-meta"><span class="updated">17/10/2025</span> | <a href="https://www.ecologistasenaccion.org/s-area-tag/" rel="tag">Área, portada</a>, <a href="https://www.ecologistasenaccion.org/areas/mineria/" rel="tag">Minería</a></div>
</div>
<div class="post-wrap">
<div class="post-content entry-content">
<ul>
<li><strong>El evento, organizado por Amigas de la Tierra, Ecologistas en Acción y la asociación Unidos em Defesa de Covas do Barroso, con la colaboración del <a href="https://www.minob.org">Observatorio Ibérico de la Minería</a>, tendrá lugar en el municipio de Boticas (Portugal) desde el viernes 17 hasta el domingo 19 de octubre.</strong></li>
<li><strong>En el mismo, participan más de medio centenar de representantes de plataformas de toda la península ibérica que luchan en sus territorios contra los graves impactos del extractivismo minero. A su vez, asistirán representantes de organizaciones ecologistas de diferentes países europeos e integrantes de la Confederación de Nacionalidades Indígenas de Ecuador (CONAIE). </strong></li>
</ul>
<p>Ecologistas en Acción con la colaboración del Observatorio Ibérico de la Minería, Amigas de la Tierra y la asociación Unidos em Defesa de Covas do Barroso organiza el cuarto encuentro ibérico sobre los impactos sociales y ambientales de la minería en Covas do Barroso, aldea portuguesa en la que una empresa británica pretende abrir la mina de litio más grande de Europa. Se trata de la cuarta edición de este espacio de reflexión, aprendizaje y convivencia en el que participarán más de medio centenar de representantes de distintos movimientos, plataformas y colectivos implicados en la resistencia a proyectos mineros de España y Portugal.</p>
<p>Durante tres días, <a href="https://www.ecologistasenaccion.org/evento/covas-do-barroso-portugal-iv-encuentro-iberico-contra-los-impactos-sociales-y-ambientales-de-la-mineria/">del 17 al 19 de octubre</a>, los colectivos pondrán en común su situación y elaborarán estrategias de coordinación y apoyo mutuo ante la escalada minera de la UE. Estrecharán su colaboración más necesaria que nunca ante el afán extractivista de la Comunidad Europea, que pretende impulsar la extracción de minerales a través de declarar proyectos estratégicos a explotaciones con severos impactos ambientales y sociales ya demostrados.</p>
<p>También se celebrarán distintos talleres de formación, charlas y debates sobre estrategias de defensa del medio ambiente y alternativas a la minería. Se presentarán los avances del foro internacional “Pueblos contra el Extractivismo”, al que ya se han sumado múltiples organizaciones de diferentes continentes, como la CONAIE de Ecuador, que estará representada en el encuentro. Por último, se expondrán los avances del Observatorio Ibérico de la Minería, un proyecto apoyado por el Ministerio de Derechos Sociales y Agenda 2030, que mapea las malas prácticas del sector y que cuenta ya con más de 100 casos documentados.</p>
<p>La localidad portuguesa de Covas do Barroso acoge este evento por ser uno de los mayores polos de resistencia a la nueva onda extractivista. La región fronteriza de Barroso está afectada por dos de los tres proyectos mineros de Portugal que han sido designados como estratégicos por la UE. A su vez, participan en el encuentro colectivos de defensa del territorio que plantan resistencia a los seis proyectos mineros declarados estratégicos en el Estado español: Doade (Ourense), Las Navas (Cáceres), La Parrilla (Cáceres), Aguablanca (Badajoz), Las Cruces (Sevilla) y El Moto (Ciudad Real). Todos estos proyectos acumulan vulneraciones de derechos sociales y ambientales y han sido recurridos ante la Comisión Europea. Por ejemplo, la mina de La Parrilla fue sancionada y cerrada en 2022 por carecer de autorización ambiental y por construir ilegalmente balsas de residuos mineros, mientras que la Mina de Las Cruces acumula más de 6.5 millones de euros en sanciones e indemnizaciones por extracciones ilegales de aguas del acuífero de Gerena y Guillena-Cantillana, masas de agua consideradas como reserva estratégica de emergencia para el consumo humano de Sevilla en caso de escasez. En otro ejemplo, la mina de Aguablanca, su propietaria Denarius está liderada por empresarios con un amplio historial de vulneraciones de derechos humanos en sus explotaciones de oro y petróleo en Colombia.</p>
<p>Las organizaciones ecologistas y plataformas locales ya denunciaron en su momento la opacidad y la falta de participación que acompañó a la selección de los primeros proyectos estratégicos dentro y fuera de Europa. Denuncian asimismo que la situación se va a agravar, en tanto que la Comisión Europea ha sacado la segunda convocatoria para proyectos estratégicos en el marco del Reglamento Europeo de Materias Primas Fundamentales.</p>
<ul>
<li><a href="https://multimedia.ecologistasenaccion.org/Mineria-galeria-estatal/Encuentro-iberico-impactos-mineria">Galería fotográfica encuentros anteriores</a>.</li>
<li>Más información en MINOB sobre la <a href="https://www.minob.org/portugues/mina-do-barroso.html">mina de Covas do Barroso</a>.</li>
</ul>
</div>
</div>
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		<title>Justiça para Odair Moniz: Activistas e moradores do Zambujal inauguram mural em homenagem a Odair Moniz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Oct 2025 19:41:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Odair Moniz]]></category>
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					<description><![CDATA[Vida Justa: No dia 18 de outubro a partir das 13h00 vamos inaugurar o mural de homenagem ao nosso saudoso irmão Odair Moniz, assassinado por um agente da PSP no dia 21 de outubro de 2024 no Bairro Alto da Cova da Moura. O assassinato de Odair Moniz não é um caso isolado. Pelo contrário, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div></div>
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<p class="_ap3a _aaco _aacu _aacx _aad7 _aade" dir="auto"><a href="https://www.instagram.com/p/DPyxlACCEYw/?img_index=1">Vida Justa:</a><br />
No dia 18 de outubro a partir das 13h00 vamos inaugurar o mural de homenagem ao nosso saudoso irmão Odair Moniz, assassinado por um agente da PSP no dia 21 de outubro de 2024 no Bairro Alto da Cova da Moura.</p>
<p><strong>O assassinato de Odair Moniz não é um caso isolado. Pelo contrário, integra lista de mais uma dezenas de pessoas negras e empobrecidas abatidas pela polícia portuguesa. Inclusive no mesmo mural os moradores incluíram a figura de Carlos Reis (“PTB”), 20 anos, também morador no Zambujal, assassinado em 2003 pela PSP.</strong></p>
<p>O assassinato bárbaro de Odair Moniz, assim como de outros, é a consequência fatal da violência organizada , cuja eufemismo estatal é Zonas Urbanas Sensíveis, que uma minoria rica, racialmente privilegiada, pratica, quotidianamente, sobre a classe trabalhadora dos bairros periféricos e que as suas outras manifestações são a exploração laboral, a desinvestimento público nos equipamentos sociais das nossas comunidades, na negação do direito à habitação digna e de qualidade, na nutrição adequada, na ausência de reconhecimento de doenças profissionais, na prestação deficitária de cuidados de saúde, que resultam em silenciosas mortes prematuras que outrora os operários algures, sabiamente, chamaram de “assassinato social”.</p>
<p>Esta homenagem pretende assinalar no espaço público do Zambujal a memória dos nossos saudosos companheiros, em particular o Odair Moniz. E ao mesmo tempo, apelar as nossas comunidades, a todas as pessoas amantes da justiça, que estejam vigilantes e que unem no combate a cultura de impunidade, lutando para que a justiça lembrando-nos o julgamento do agente que matou Odair Moniz começa no dia 15 de outubro ( quarta-feira) às 13h30 no Tribunal de Sintra.</p>
<p>Além do almoço comunitário que vai começar a partir das 13h00 e os concertos, também vai ser distribuído o Manual de Sobrevivência que abordar como atuar quando abordado pela Polícia.</p>
<p dir="auto"><a href="https://www.instagram.com/p/DPyxlACCEYw/">Vida Justa: https://www.instagram.com/p/DPyxlACCEYw/</a></p>
</div>
</div>
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<div class="reader-estimated-time" dir="ltr" data-l10n-args="{&quot;range&quot;:&quot;3–5&quot;,&quot;rangePlural&quot;:&quot;other&quot;}" data-l10n-id="about-reader-estimated-read-time"></div>
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</div>
<hr />
<div class="content">
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<div id="readability-page-1" class="page">
<div id="story-body" data-ad-slots="13" data-io-article-url="https://www.publico.pt/2025/10/18/sociedade/noticia/activistas-moradores-zambujal-juntamse-homenagem-odair-moniz-2151352">
<p>Lusa: 18 de Outubro de 2025</p>
<div class="story__blurb lead">
<p class="headline story__headline"><strong>Activistas e moradores do Zambujal juntam-se em homenagem a Odair Moniz</strong></p>
<p>Cabo-verdiano de 43 anos foi morto pelas autoridades a 21 de outubro de 2024 no bairro da Cova da Moura.</p>
</div>
<p>Um grupo de activistas com apoios de moradores no bairro do Zambujal, Amadora, inaugurou, este sábado, um mural de homenagem a Odair Moniz, morto há um ano pela polícia, um caso que levou aos protestos dos bairros periféricos de Lisboa.</p>
<p>Entre um almoço, música e alguns discursos, os activistas no movimento Vida Justa e moradores do bairro social juntaram-se para a homenagem ao imigrante cabo-verdiano de 43 anos, morto pelas <a href="https://www.publico.pt/2025/10/15/sociedade/noticia/odair-moniz-ha-policias-arguidos-acusados-mentir-mp-arquiva-falsificacao-auto-2150810?ref=odair-moniz&amp;cx=page__content">autoridades</a> a 21 de Outubro de 2024, que incluiu um grande mural numa parede de um prédio, no qual figuram também outros três jovens do bairro, que morreram novos.</p>
<p>Um deles, Carlos Reis (conhecido por PTB) foi morto em 2003 num outro caso de <a href="https://www.publico.pt/2024/10/27/sociedade/entrevista/nao-primeira-policia-mata-explicacao-historia-mal-contada-2109615">violência policial</a>, que os moradores quiseram recordar.</p>
<p>Os <a href="https://www.publico.pt/2024/10/30/sociedade/noticia/140-ocorrencias-23-detidos-tumultos-area-metropolitana-lisboa-desde-dia-21-2110004">tumultos</a> que se realizaram há um ano, dos quais o movimento Vida Justa se demarca, estão relacionados com a figura de <a href="https://www.publico.pt/odair-moniz">Odair Moniz</a>.</p>
<p>&#8220;Era uma pessoa muito querida, não só na nossa Comunidade, mas em várias comunidades&#8221; da zona, afirmou José Carlos, um dos promotores da iniciativa. A acção policial tem sido uma &#8220;reincidência de comportamento&#8221; que se torna agressivo contra os moradores do bairro, disse José Carlos.</p>
<figure data-media-action="modal" aria-label="media"><figcaption class="caption">José Sena Goulão/Lusa</figcaption></figure>
<p>Aqui, &#8220;as intervenções policiais são realizadas de um modo distinto e é um bocado mais agressivo e realmente isso também é um factor que incomoda&#8221;, afirmou o activista, que integra o colectivo Vida Justa.</p>
<p>&#8220;Aproveitamos a homenagem, para homenagear outros jovens que o bairro perdeu e isto também é uma forma de mostrar que os bairros não são só a imagem de violência que os &#8220;<em>media</em> passam&#8221;, afirmou José Carlos, que integra ainda o projecto ZambujArte, responsável pela pintura de vários murais no bairro.</p>
<p>&#8220;Pessoas que existem aqui no <a href="https://www.publico.pt/2024/10/26/sociedade/reportagem/nome-odair-implorouse-olhe-bairros-pais-vai-abaixo-2109568">bairro</a> e que são talentosas e criativas e queremos mostrar a boa imagem do bairro&#8221;, ao contrário do que &#8220;passa no telejornal, em que só enfocam naquilo que é negativo&#8221;.</p>
<p>Em paralelo, os activistas distribuíram um pequeno livro intitulado &#8220;Manual de Sobrevivência a Intervenções Policiais&#8221;, com a descrição dos direitos dos cidadãos e daquilo que deve ser o comportamento das autoridades, que &#8220;muitas vezes não é cumprido&#8221;.</p>
<p>O texto foi construído sob a forma de diálogo, indicando quando é que a polícia pode identificar, os procedimentos adequados, o tempo de detenção ou como funcionam as revistas.</p>
<p>O activista Ricardo Sequeira considerou que o comportamento das forças de segurança não tem mudado. &#8220;Semana sim, semana sim, estamos a ver agressões das autoridades&#8221;, afirmou Ricardo Sequeira, morador em Mem Martins, embora salientando que a morte de Odair Moniz trouxe uma &#8220;nova consciência social aos bairros&#8221;.</p>
<p>A <a href="https://www.publico.pt/2024/10/21/sociedade/noticia/homem-morre-hospital-baleado-psp-bairro-cova-moura-2108742">morte</a> de Odair Moniz foi uma &#8220;demonstração daquilo que já sabia existir e houve uma vontade geral de responder&#8221;, porque &#8220;as coisas não podem ser assim&#8221; e as autoridades não podem sair impunes, afirmou Ricardo Sequeira.</p>
<p>Por isso, a criação do manual também resulta de uma &#8220;estratégia de consciência e de sobrevivência&#8221; por parte dos moradores dos bairros sociais e das periferias de Lisboa, acrescentou.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
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		<title>Caderno Reivindicativo das Coletividades em Luta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Oct 2025 15:28:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Coletivos]]></category>
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					<description><![CDATA[Caderno Reivindicativo das Colectividades em Luta Quem somos As colectividades, ou associações sem fins lucrativos, sejam elas de cariz cultural, desportivo, ou recreativo, são iniciativas populares que promovem o acesso à cultura, ao desporto, à sociabilização, ao lazer em comunidade, à actividade política, e são verdadeiras escolas de vida colectiva. Contribuem muito para a vida [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page-header">
<h1 class="entry-title">Caderno Reivindicativo das Colectividades em Luta</h1>
</div>
<div class="page-content">
<h3 class="cBGGJ OIC90c" dir="auto"><u>Quem somos</u></h3>
<p class="cBGGJ OIC90c" dir="auto">As colectividades, ou associações sem fins lucrativos, sejam elas de cariz cultural, desportivo, ou recreativo, são iniciativas populares que promovem o acesso à cultura, ao desporto, à sociabilização, ao lazer em comunidade, à actividade política, e são verdadeiras escolas de vida colectiva. Contribuem muito para a vida nas cidades, constituindo autênticos centros de gravidade para comunidades inteiras.</p>
<h3 class="cBGGJ OIC90c" dir="auto"><u><br />
O que enfrentamos</u></h3>
<div class="cBGGJ OIC90c" dir="auto">A especulação imobiliária tem devastado o tecido associativo. Na última década e meia, muitas colectividades foram despejadas e encerraram portas definitivamente, muitas outras correm hoje risco de fechar pelos mesmos motivos. Sendo estas entidades sem fins lucrativos, organizando-se fora da lógica mercantil, consideramos que não podem, nem devem, depender da tirania do mercado para garantir a sua sobrevivência e os espaços onde actuam.Para além de preços incomportáveis e ameaças de despejo, muitas colectividades subsistem hoje em espaços pouco dignos e pouco saudáveis, sem condições adequadas de salubridade, ventilação, luz natural, acessibilidade e segurança.O tecido associativo demora anos a construir e pode ser destruído em poucos dias. Por isso, torna-se urgente proteger, valorizar e reconhecer o papel das colectividades. Este reconhecimento tem de ir além de bonitas palavras e recomendações, tem de se materializar em medidas efectivas que garantam a sobrevivência de todas as colectividades.</div>
<div dir="auto"><u><br />
<strong>Para que a cidade continue viva, exigimos:</strong></u></div>
<div class="cBGGJ OIC90c" dir="auto">
<h3><u><br />
</u><b>1. Fim aos despejos: nenhuma colectividade pode ser despejada</b></h3>
<p>Moratória imediata ao despejo de todas as colectividades. O poder público deve intervir para impedir qualquer despejo unilateral das colectividades e associações. Nos casos em que se aplique, a Câmara Municipal deve interceder, exercendo o direito de preferência na compra de espaços de colectividades contra entidades especuladoras, permitindo a continuação da actividade associativa.</p>
</div>
<h3><b><br />
2. Cedência de património público para associações novas e velhas</b></h3>
<div>
<p>O património público, seja municipal ou estatal, incluindo o devoluto, deve ser urgentemente mobilizado e colocado ao serviço das colectividades e associações despejadas, em risco de despejo ou sem sede. Estas cedências devem respeitar a autonomia e independência de cada entidade, assegurando processos transparentes, com critérios e prazos claros, bem como contratos estáveis e custos compatíveis com a natureza não lucrativa das coletividades e associações. Reivindicamos, por isso, o direito à informação sobre o património público, exigindo a criação de um inventário público, georreferenciado e permanentemente atualizado, que identifique o estado, a afectação e a calendarização de utilização de todos os imóveis devolutos. As cedências devem ainda garantir:</p>
<ul>
<li>A inserção territorial de cada colectividade, preservando o serviço público que presta na sua comunidade — rejeitamos o desenraizamento territorial e comunitário;</li>
<li>Condições dignas e compatíveis com as actividades desenvolvidas, nomeadamente em termos de dimensão, segurança, salubridade, acessibilidade e infraestruturas;</li>
<li>Autonomia e independência programática e liberdade de criação.</li>
</ul>
<h3><b><br />
3. Proteger o bem comum, priorizar o uso colectivo</b></h3>
<p>Os espaços associativos devem ser reconhecidos como bens comuns. As cidades devem proteger os espaços utilizados por associações e colectividades, dando prioridade ao uso colectivo desses espaços. No caso de uma associação cessar actividade, a utilização colectiva daquele espaço deve ser preservada, garantindo a continuidade de importantes pólos comunitários de base.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><b>4. Fim da perseguição administrativa e policial</b></h3>
<p>Somos associações de base, de cariz popular, espaços de vivência e organização colectiva fora da lógica de mercado. Dependemos em grande parte do trabalho não remunerado de pessoas associadas para existir, dedicamos o nosso tempo a servir a comunidade. No entanto, dos poderes públicos conhecemos mais facilmente a força repressiva do que o reconhecimento pelo que fazemos. Exigimos a revisão de práticas fiscalizadoras desproporcionadas, a garantia de contraditório e mediação prévia, orientações à Polícia Municipal para privilegiar o diálogo e a protecção do direito de associação e criação cultural.</p>
<p>Estas exigências não são privilégios: são condições mínimas para que o comum floresça. Uma cidade sem colectividades é uma cidade mais cara, mais desigual e mais pobre em laços. Com elas, Lisboa tem comunidade, memória, cuidado, criatividade e futuro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><b>Sem colectividades não há cidade.</b></h3>
</div>
<div>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<hr />
<p>Subscritores:</p>
<p>Sirigaita, Associação Goela, Colectivo Tundra, ADR “O Relâmpago”, Zona Franca nos Anjos, Arroz Estúdios, Associação Renovar a Mouraria, Penhasco, Com Calma – Espaço Cultural, Stop Despejos, Habita, biblioteka, A Bela Associação, Uma Boa Questão, c.e.m., 1º Esq, Converge cooperativa da cova da beira, Criar Cidade Cooperativa, Q-ravo, AMURT, Aprender em Comunidade, HabiRizoma, Rizoma Cooperativa Integral, APPA – Associação do Património e População de Alfama, Movimento Morar em Lisboa, CIDAC – Centro de Intervenção para o Desenvolvimento Amílcar Cabral, Somos Bairro Alto associação de moradores, Associação Portuguesa de Antropologia, C.S.A A Gralha, Coletivo Gravv., Associação Cultura no Muro, Associação de Moradores Viver Melhor no Beato, Manas</p>
</div>
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		<title>Perdeu-se mais um espaço associativo: A Cultura no Muro saiu oficialmente da SMUP, Parede em Cascais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Oct 2025 21:45:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura no Muro]]></category>
		<category><![CDATA[Despejos]]></category>
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					<description><![CDATA[«A Cultura no Muro sai do silêncio do seu próprio luto! A morte lenta do associativismo e cultura crítica independente chegou à Linha de Cascais, Parede. Têm sido vários os coletivos e associações culturais a trazer manifestos de despedida e fecho nos últimos 2 a 3 anos, com maior incidência no último. No contexto de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="_ap3a _aaco _aacu _aacx _aad7 _aade" dir="auto">«A Cultura no Muro sai do silêncio do seu próprio luto! A morte lenta do associativismo e cultura crítica independente chegou à Linha de Cascais, Parede. Têm sido vários os coletivos e associações culturais a trazer manifestos de despedida e fecho nos últimos 2 a 3 anos, com maior incidência no último. No contexto de gentrificação que tem levado ao afastamento das pessoas da cidade e a perda dos espaços associativos &#8211; é fundamental resistir, manter e (re)criar, tomar os espaços de cultura crítica e activismo!! Quando a cultura é SILENCIADA: esta é a breve história da perda de (mais) um espaço de resistência.»</p>
<blockquote>
<p dir="auto">«PERDEU-SE MAIS UM ESPAÇO ASSOCIATIVO EM CASCAIS: A CULTURA NO MURO SAIU OFICIALMENTE DA SMUP, PAREDE:</p>
<p dir="auto">Tão importante foi para nós trazer outras dimensões. Do debate sobre a vida justa à sociedade (pouco) inclusiva, e que moldaram durante todos estes anos o ativismo da nossa associação: trazer a interseccionalidade e a visibilidade das comunidades da margem.</p>
<p dir="auto">De quem paga sempre mais pelo paradigma vigente do crescimento desenfreado, do capitalismo de massas, da &#8220;prosperidade mas só para alguns&#8221;.</p>
<p dir="auto">Colaborámos e trouxemos sempre a dura realidade da dificuldade de muitos coletivos manterem e terem voz nos seus espaços e comunidades&#8230; desta vez fomos nós!</p>
<p dir="auto">O DESCRESCIMENTO CULTURAL</p>
<p dir="auto">Tão importante trazermos também a dimensão da gentrificação e do crescimento imposto do capitalismo imobiliário, bem como o da privatização da cultura e na morte lenta da cultura crítica independente.</p>
<p dir="auto">Fenómenos que empurram cada vez mais as organizações de base e associações de cultura interventiva para fora das nossas cidades, para fora do debate público, para fora da sua capacidade de intervenção crítica e construtiva, para fora da partilha de informação!</p>
<p dir="auto">Os coletivos estão a ficar cada vez mais sem teto, e o decrescimento cultural, esse sim, transforma-se no inevitável, por mais que nao seja a nossa escolha!</p>
<p dir="auto">Depois de quase 15 anos de trabalho, sediadas na SMUP (Parede), a Cultura no Muro ficou sem teto!</p>
<p dir="auto">CONTAMOS COMO FOI&#8230;</p>
<p dir="auto">No dia 7 de Agosto, a Associação Cultura no Muro (ACM) saiu oficialmente da SMUP, após anos de resistência e tentativas de diálogo.</p>
<p dir="auto">Esta nossa parceria com a SMUP começou em 2010, através de um protocolo com a Câmara Municipal de Caiscais após a ACM ser vencedora do OP2010.</p>
<p dir="auto">Recebemos 300 mil euros que foram investidos no espaço, com a proposta de criar um centro cultural aberto e acessível à comunidade, durante o dia e a noite. Em conjunto com a SMUP conseguimos, em diferentes anos, mais dois OP&#8217;s que foram investidos na melhoria das infraestruturas.</p>
<p dir="auto">A NOSSA MISSÃO</p>
<p dir="auto">Com base no trabalho voluntário, a nossa missão foi dinamizar espaços de forma crítica e inclusiva, como centros vivos de troca, reflexão e crescimento coletivo.</p>
<p dir="auto">Estivemos comprometidas com a sociedade e com a construção de um pensamento crítico, sempre ao lado da comunidade.</p>
<p dir="auto">A LIMITAÇÃO PROGRESSIVA</p>
<p dir="auto">Acreditamos na confiança mútua, mas infelizmente nos últimos 5 anos, a direção da SMUP não mostrou o mesmo empenho e vontade.</p>
<p dir="auto">O nosso lugar foi progressivamente diminuindo e, ao invés de crescimento conjunto, foi-nos imposta cada vez mais limitações para as nossas atividades e causa.</p>
<p dir="auto">Enfrentámos uma série de obstáculos que resultaram na nossa saída do sítio que ajudamos a (re)construir.</p>
<p dir="auto">No ano corrente (2025) quando uma nova direção tomou posse por interesse da direção anterior, esta não renovou o protocolo e consequentemente este compromisso.</p>
<p dir="auto">A TROCA DA FECHADURA</p>
<p dir="auto">As dificuldades impostas pela SMUP começaram há 5 anos, com a direção anterior, onde a comunicação e a transparência foram difíceis.</p>
<p dir="auto">E assim foram surgindo as limitações e condicionantes, especialmente em relação ao nosso tempo programático.</p>
<p dir="auto">Usando-nos como bode espiatório para problemas da própria SMUP e plgiando alguns eventos e atividades que realizámos.</p>
<p dir="auto">Culminou na troca da fechadura da nossa sala/sede, sem qualquer aviso prévio em Agosto de 2025, em plenas férias de uma grande maioria.</p>
<p dir="auto">Sala essa onde tínhamos todo o nosso material que sempre usamos com total disponibilidade, e que partilámos para outros eventos da SMUP.</p>
<p dir="auto">A justificação foi que a SMUP precisava da nossa sala/sede, por não ter espaço suficiente para as suas atividades.</p>
<p dir="auto">SOLUÇÕES</p>
<p dir="auto">O que temíamos aconteceu: a SMUP tornou-se um espaço gentrificado, sem respeito pelo território e pela história construída, e onde o nosso trabalho deixou de ser valorizado.</p>
<p dir="auto">Mas não desistimos!</p>
<p dir="auto">E neste deserto de ideias da gentrificação, que tem levado ao afastamento das pessoas da cidade, e à perda dos espaços associativos independentes, continuamos a lutar pela liberdade de pensamento e ação questionando as normas e oferencendo alternativas.</p>
<p dir="auto">NOVOS CAMINHOS, A MESMA MISSÃO</p>
<p dir="auto">Estamos a abrir novos caminhos e seguimos a nossa missão com o apoio e colaboração com associações e coletivos.</p>
<p dir="auto">Com um modelo nómada e reinventando a nossa programação, procuramos intervir e continuar o nosso trabalho intervindo e atuando através e dentro de espaços que nos acolhem como a CASA (Casa das Artes), a livraria das insurgentes e a Renovar a Mouraria.</p>
<p dir="auto">AGRADECIMENTO</p>
<p dir="auto">Agradecemos com carinho a todos os coletivos, artistas, parceiros, e a cada pessoa que fez parte desta jornada ao longo destes 15 anos. Sem vocês não teríamos sido capazes de construir a rede de apoio que a cultura no Muro representa. Continuamos a Criar, Resistir, e Celebrar a Cultura com Amor.</p>
<p dir="auto">A CULTURA NO MURO continua firme na sua jornada, porque a resistência é feita com amor, com os pés no chão, a cabeça erguida e o coração no sítio.»</p>
</blockquote>
<p class="_ap3a _aaco _aacu _aacx _aad7 _aade" dir="auto">PARTILHAMOS<br />
✊ ÚLTIMOS 3 EVENTOS</p>
<p>Os últimos três eventos da ACM na SMUP foram:</p>
<p>No fim de semana 30 de Novembro e 1 de Dezembro de 2024, com o FestivalECO.</p>
<p>A 12 de Outubro, “Bairros Com Arte”, uma parceria com a Quinta da Princesa e com os Bairros locais (Bairro do Fim do Mundo, Torre e Cruz Vermelha).</p>
<p>Em Junho “As Ruas São de Quem Lá Passa”, um evento que deu espaço a vários artistas locais e uma pareceria com a ACA, Associaçao Cultural da Azarujinha, e Cozinha Migrante dos Anjos.</p>
<p>Todos estes eventos foram com entrada livre ou donativo consciente, porque defendemos que a cultura deve ser acessível a todas as pessoas.</p>
<p>✊ SOMOS</p>
<p>° Comunidade de Pequenos Pensadores<br />
° Sessões no Muro (Cinema)<br />
° FestivalEco<br />
° Ciclo Feminista Interseccional<br />
° Queer Fest<br />
° As Ruas São de Quem Lá Passa (colaboração com bairros sociais)<br />
° Benefits para CCL, MAPA, BOESG, °Associação Anti-Carcerária Vozes de Dentro<br />
° Concertos<br />
° Hip-Hop no Feminino<br />
° Habita</p>
<p class="_ap3a _aaco _aacu _aacx _aad7 _aade" dir="auto">Publicação no Instagram da <a href="https://www.instagram.com/cultura_no_muro/">CULTURA NO MURO</a>:</p>
<p dir="auto">Original: <a href="https://www.instagram.com/p/DPRPtL-DIkz/"> https://www.instagram.com/p/DPRPtL-DIkz/</a></p>
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			</item>
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		<title>Gendarmaria de Mohamed VI mata três jovens durante uma onda de protestos em Marrocos</title>
		<link>https://indymedia.pt/227901/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Oct 2025 00:56:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Marrocos]]></category>
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					<description><![CDATA[ECSAHARAWI &#8211; 2 outubro 2025 A juventude marroquina, Geração Z, continua a levantar a voz nas ruas de Marrocos no seu sexto dia consecutivo de protestos, que já ceifaram a vida de três pessoas no sul do país mortas pela gendarmaria real. As mortes ocorreram na madrugada desta quarta-feira durante o suposto assalto a um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div data-td-block-uid="tdi_86">
<p>ECSAHARAWI &#8211; 2 outubro 2025<br />
A juventude marroquina, Geração Z, continua a levantar a voz nas ruas de Marrocos no seu sexto dia consecutivo de protestos, que já ceifaram a vida de três pessoas no sul do país mortas pela gendarmaria real.</p>
<p>As mortes ocorreram na madrugada desta quarta-feira durante o suposto assalto a um posto da Gendarmaria na cidade de Laqliaa, quando um grupo de manifestantes incendiou a sede do Ministério da Justiça. Segundo as autoridades locais, os agressores tentaram apreender munições, equipamentos e armas de serviço do pessoal da Gendarmería, pelo que os agentes, sem aviso prévio, teriam aberto fogo contra a multidão. Enquanto isso, o coletivo anônimo chamado ‘GENZ212’, um dos grupos organizadores das manifestações, lança um novo apelo por protestos pacíficos <em>“rejeitando qualquer forma de violência” para quinta-feira.</em></p>
<p>Mais de 400 pessoas foram presas e cerca de 300 ficaram feridas nos confrontos, onde uma série de manifestações exige maior justiça social.</p>
<p>Os confrontos se seguiram a cinco dias de protestos não autorizados convocados pelo grupo GenZ 212. O movimento nasceu na plataforma Discord e se descreve como um <em>“espaço para debate” sobre “questões que afetam todos</em> os</p>
<p>As manifestações levaram a confrontos com as forças de segurança em cidades como Oujda, no leste, e Inzegane, nos arredores de Agadir, uma cidade no sul do país.</p>
<p>Aziz Ajanuch, primeiro-ministro marroquino, disse nesta quinta-feira que a disposição de seu governo de responder às demandas expressas pelos jovens durante os protestos e lamentou <em>a “escalada da violência”.</em>“O governo anuncia sua disposição de responder às demandas da sociedade e também ao diálogo e debate”, disse Ajanuch em um comunicado lido durante a reunião semanal do Conselho do BCE. Além disso, o presidente de Marrocos insistiu em seu apelo ao diálogo como <em>“a única maneira</em> de os problemas que o país enfrenta.</p>
<p><a href="https://ecsaharaui.com/10/2025/la-gendarmeria-de-mohamed-vi-mata-a-tres-jovenes-durante-una-ola-de-protestas-en-marruecos/">https://ecsaharaui.com/10/2025/la-gendarmeria-de-mohamed-vi-mata-a-tres-jovenes-durante-una-ola-de-protestas-en-marruecos/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<h1 class="tdb-title-text">Crise em Marrocos 2025: Protestos, repressão e o grito do Genz212 por reformas estruturais</h1>
<p>ECSAHARAWI &#8211; 2 outubro 2025</p>
<p><strong>Marrocos está passando por uma crise económica e social. Jovens do movimento Genz212 lideram protestos em massa em Rabat, Casablanca e Tânger exigindo saúde, educação, emprego e fim da corrupção; repressão policial e fraqueza do Estado aguçam a tensão.</strong></p>
<p><strong>Por Koldo Salazar</strong></p>
<p><span class="dropcap dropcap3">Ma</span>rrocos está passando por uma escalada de tensão social e política em 2025. Protestos lotados em cidades como Rabat, Casablanca e Tânger, liderados pelo movimento juvenil Genz212, pedem soluções urgentes para uma crise econômica, desemprego juvenil perto de 47% e serviços públicos deteriorados. A resposta do Estado tem sido dura: incursões, prisões e alegações de abuso por parte das forças de segurança que alimentam a indignação popular.</p>
<p>Já na repressão do Rif em 2017 houve casos de abusos policiais em Alhucemas e outras regiões com prisões arbitrárias e tortura, como acontece com Nasser Zefzafi. Há alguns dias, ativistas saharauis também desapareceram sem deixar vestígios depois de criticarem o regime de Mohamed VI.</p>
<p><strong>Contexto: crise econômica e social</strong></p>
<p>A economia marroquina e o tecido social mostram sinais de profundo estresse. As elevadas taxas de desemprego juvenil, a redução das oportunidades de emprego e a deterioração dos serviços básicos — saúde e educação — geraram frustração entre as novas gerações. A migração em massa de áreas empobrecidas, especialmente no Rif, evidencia a falta de alternativas internas em um país do que grandes projetos faraônicos de Tânger – Med, West – Med, redes de estádios para a Copa do Mundo 2030 ou a rede de hotéis nas costas do Sahara Ocidental ocupado sem uma base social e industrial de trabalhadores capazes, forças produtivas ou capitalistas.</p>
<p>O movimento Genz212 surgiu como o principal catalisador para as mobilizações. Suas demandas são claras e estruturadas: melhorias no sistema de saúde, reformas profundas do sistema educacional, políticas anticorrupção eficazes e medidas concretas para reduzir o desemprego juvenil por meio da criação de emprego e promoção do empreendedorismo.</p>
<p class="wp-block-heading"><strong>Fraqueza do Estado e crise interna da monarquia</strong></p>
<p>A monarquia, liderada pelo rei Mohammed VI, enfrenta desafios que corroem sua autoridade. A ausência temporária do monarca e os problemas de saúde intensificaram as lutas internas de poder. Ao mesmo tempo, o Majzen – a rede de poder e corrupção em torno da coroa – continua apontado pela cidadania como um fator central de opacidade e privilégio, ampliando a lacuna entre governantes e governantes.</p>
<p>Sahara Ocidental e custo diplomático<br />
A política externa marroquina também enfrenta contratempos. A tentativa de que a Frente POLISARIO fosse classificada como um grupo terrorista não prosperou nos Estados Unidos, bem como o reconhecimento do domínio marroquino sobre o Sahara Ocidental ocupado também fracassou na ONU e em Portugal, enfraquecendo a posição diplomática do reino e contribuindo para a percepção de isolamento político e de tremendos gastos económicos em ações de lobby.</p>
<p class="wp-block-heading"><strong>O Rif Está A Despertar</strong></p>
<p>A região de Rif, historicamente marginalizada desde a incorporação ilegal ao Estado marroquino em 1956, estabeleceu-se como o epicentro do protesto e a reivindicação de autodeterminação. A combinação de pobreza, abandono estatal e corrupção acendeu um movimento regional que pede reconhecimento e justiça social e para continuar com o legado livre e independente dos antigos kingboards Rifan e da República do Rif, derrotado, integrado no protetorado espanhol e entregue ilegalmente a Marrocos.</p>
<p>As décadas de assassinatos e dominação militar durante a resistência do Rif (1956-58), os anos de chumbo e a repressão do Hirak.</p>
<p class="wp-block-heading">Repressão, direitos humanos e resposta internacional</p>
<p>Os protestos foram confrontados com medidas repressivas: prisões em massa, detenções prolongadas e relatos de violência policial. Órgãos de direitos humanos e observadores internacionais expressaram preocupação com a escalada e pediram investigações independentes e respeito às liberdades civis.</p>
<p>Principais demandas e propostas de solução<br />
As exigências do movimento e de grande parte da sociedade marroquina podem ser agrupadas em quatro prioridades:</p>
<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Reforma e financiamento do sistema de saúde: modernização dos hospitais, acesso universal e aumento do orçamento da saúde.</strong></li>
<li><strong>Transformar a educação: investimento em qualidade, acesso equitativo e formação técnica orientada para o mercado de trabalho.</strong></li>
<li><strong>Combater a corrupção: transparência fiscal, responsabilização e reforma das estruturas de Majzen.</strong></li>
<li><strong>Reduzir o desemprego juvenil: programas públicos de emprego, incentivos ao empreendedorismo, formação técnica e parcerias com o setor privado.</strong></li>
</ul>
<p class="wp-block-heading"><strong>Conclusão</strong></p>
<p>Marrocos atravessa uma encruzilhada: a persistência da crise económica e das exigências sociais, aliada à repressão e à percepção da fraqueza institucional, forçam uma reconfiguração política e social. A monarquia e o governo enfrentam a obrigação de ouvir o Genz212 e o resto da sociedade para implementar reformas estruturais, para deixar as regiões ocupadas da República Árabe Árabe Democrática, a República do Rif e, depois disso, para se tornar um estado normal e natural que busca gerar relações de boa vizinhança e não, como vem fazendo até agora, relações baseadas em chantagem, mentira, engano, ameaças e uso de seres humanos</p>
<h4>Fonte: <span data-darkreader-inline-color=""><a href="https://otralectura.com/2025/09/29/crisis-en-marruecos-2025-protestas-represion-y-el-grito-del-genz212-por-reformas-estructurales/" data-darkreader-inline-color="">Outra Leitura</a></span></h4>
<p><a href="https://ecsaharaui.com/10/2025/situacion-en-marruecos-represion-brutal-de-los-manifestantes-pacificos-es-la-expresion-visible-de-un-sistema-politico-fundado-en-la-violencia/">https://ecsaharaui.com/10/2025/situacion-en-marruecos-represion-brutal-de-los-manifestantes-pacificos-es-la-expresion-visible-de-un-sistema-politico-fundado-en-la-violencia/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Estação do Rossio em Lisboa ocupada em Protesto pela Palestina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Oct 2025 07:12:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Palestina]]></category>
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					<description><![CDATA[A estação de comboios do Rossio em Lisboa foi ocupada durante o protesto de ontem, 4 de Outubro, por centenas de pessoas, no seguimento de uma marcha no centro da cidade, com mais de três mil pessoas. &#8220;A concentração realizou-se na Praça Martim Moniz, em Lisboa, para desfilarem na manifestação pela libertação dos quatro cidadãos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A estação de comboios do Rossio em Lisboa foi ocupada durante o protesto de ontem, 4 de Outubro, por centenas de pessoas, no seguimento de uma marcha no centro da cidade, com mais de três mil pessoas.</p>



<p>&#8220;A concentração realizou-se na Praça Martim Moniz, em Lisboa, para desfilarem na manifestação pela libertação dos <a href="https://www.publico.pt/2025/10/04/mundo/noticia/flotilha-activistas-italianos-turcos-regressam-paises-origem-2149607">quatro cidadãos portugueses</a> que participaram na flotilha humanitária <a href="https://globalsumudflotilla.org/" target="_blank" rel="noopener">Global Sumud</a>.&#8221;</p>



<p>&#8220;Por volta das 18h20, os manifestantes começaram a dirigir-se para a estação apesar de já não terem, neste local, autorização para a realizar e sentaram-se no chão.&#8221;</p>



<p>Os manifestantes ocuparam a estação de comboios do rossio durante a tarde, tendo sido depois cercados e desmobilizados por um forte dispositivo policial.</p>



<p>Um manifestante foi atirado ao chão por um agente da PSP, para evitar que forçasse a entrada nos terminais de comboio.</p>



<p>A polícia mobilizou Equipas de Intervenção Rápida (Polícia de choque) e o Corpo de Intervenção na Unidade Especial de Polícia, com mais de seis carrinhas e elementos fortemente armados.</p>



<p>«❤️‍🔥 Depois de milhares marcharem pela baixa e discursarem no Rossio, centenas de pessoas começaram a cantar “Ocupa, Bloqueia, pela Palestina” e marcharam até à estação de comboios do Rossio, ocupando e bloqueando-a durante 1 hora. 🗣️ Fim ao genocídio, fim a todos os ataques contra a vida, fim ao fóssil.&nbsp;&nbsp;🫂Um dos manifestantes magoou-se, teve o cuidado e apoio das pessoas presentes. ✊Não há justiça climática sem palestina livre, nenhum povo estará livre sem justiça climática.» &#8211;&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/p/DPZofsHjmcc/">https://www.instagram.com/p/DPZofsHjmcc/</a></p>



<p>Videos &#8211;&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/p/DPZjCzFjK4L/">@lefthandrotation.colectivo no Instagram:</a></p>



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<p># Grupo de manifestantes pró-Palestina bloqueia comboios na estação do Rossio<br>«Porém o grupo acabaria, provavelmente atendendo à barragem policial nos Restauradores, por seguir pela Rua 1º de Dezembro e depois para o Rossio. A brigada de intervenção da Polícia de Segurança Pública (PSP) esteve na estação, mas os ativistas abandonaram o local logo após o ferido ter sido retirado pelos socorristas. A manifestação propriamente dita, que saiu do Martim Moniz depois das três horas e percorreu a Baixa na direção do Rossio, juntando milhares de pessoas, foi completamente pacífica e já tinha desmobilizado quando pouco antes das seis ocorreu a tentativa de bloqueio da estação do Rossio.»<br><a href="https://www.dn.pt/sociedade/grupo-de-manifestantes-pr-palestina-bloqueia-comboios-na-estao-do-rossio">https://www.dn.pt/sociedade/grupo-de-manifestantes-pr-palestina-bloqueia-comboios-na-estao-do-rossio</a></p>



<p>Video: @<a href="https://instagram.com/p/DPZ-zSsCMZP/">palestinaemportugues</a> via <a href="https://instagram.com/middleeasteye/">@middleeasteye</a></p>



<p>EN: Thousands of protesters filled the streets of Lisbon this weekend in a large-scale demonstration of solidarity with the Freedom Flotilla, which had set sail in an attempt to break the blockade of Gaza but was intercepted by Israel. Marchers carried Palestinian flags, banners, and placards calling for an immediate end to the genocide and the decades-long occupation. Organisers said the action in Lisbon was part of a wave of international protests demanding stronger global pressure to stop the violence, lift the siege, and allow humanitarian aid to reach civilians in Gaza.</p>



<p class="title"># Manifestantes barricados em comboios na estação do Rossio: polícia de choque e ambulância no local<br><a href="https://expresso.pt/sociedade/2025-10-04-manifestantes-barricados-em-comboios-na-estacao-do-rossio-policia-de-choque-e-ambulancia-no-local-7a63a554">https://expresso.pt/sociedade/2025-10-04-manifestantes-barricados-em-comboios-na-estacao-do-rossio-policia-de-choque-e-ambulancia-no-local-7a63a554</a></p>



<p># Manifestação pró-palestina continuou após invasão de estação do Rossio. Há um ferido grave<br><a href="https://www.publico.pt/2025/10/04/sociedade/noticia/centenas-reclamam-lisboa-libertacao-portugueses-flotilha-2149638">https://www.publico.pt/2025/10/04/sociedade/noticia/centenas-reclamam-lisboa-libertacao-portugueses-flotilha-2149638</a></p>



<p class="title"># Polícia de choque desmobiliza manifestantes por Gaza na estação do Rossio em Lisboa. Ambiente foi de tensão na principal estação de comboios da capital portuguesa. Dezenas de manifestantes de apoio a Gaza tomaram a estação.<br><a href="https://sicnoticias.pt/pais/2025-10-04-video-policia-de-choque-desmobiliza-manifestantes-por-gaza-na-estacao-do-rossio-em-lisboa-3c034d62">https://sicnoticias.pt/pais/2025-10-04-video-policia-de-choque-desmobiliza-manifestantes-por-gaza-na-estacao-do-rossio-em-lisboa-3c034d62</a></p>



<p># Manifestantes por Gaza tomam estação do Rossio, polícia de choque no local<br>«&#8221;Israel é um estado assassino, viva a luta do povo palestiniano&#8221;, ouve-se em uníssono na Estação do Rossio, juntamente com palmas e assobios ao som de tambores, assim como a palavra de ordem &#8220;o povo unido jamais será vencido&#8221;. Em resultado da manifestação, a SIC verificou alguns danos materiais no local, como vidros partidos na zona onde os manifestantes forçaram entrada e uma parede pichada com a palavras &#8220;Free Palestine&#8221;.</p>



<p>Sobre a manifestação na estação, a PSP indica que &#8220;através de Equipas de Intervenção Rápida do Comando Metropolitano de Lisboa e do Corpo de Intervenção na Unidade Especial de Polícia acompanhou e monitorizou a ação de contestação social desde o início e interveio no interior da Estação do Rossio para retirar os manifestantes que entraram naquela zona, impedindo o a circulação ferroviária, tendo resolvido esse incidente&#8221;.»<br><a href="https://sapo.pt/artigo/policia-de-choque-na-estacao-do-rossio-manifestantes-barricados-em-comboios-68e159b59120ad574cd2ed0e">https://sapo.pt/artigo/policia-de-choque-na-estacao-do-rossio-manifestantes-barricados-em-comboios-68e159b59120ad574cd2ed0e</a></p>
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		<title>O Porto também se juntou à mobilização internacional em defesa da Palestina e da flotilha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Oct 2025 10:38:37 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[activism]]></category>
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					<description><![CDATA[@ativismoemfoco no Instagram: «O Porto também se juntou à mobilização internacional em defesa da Palestina e da flotilha e seus membros sequestrados pelo Estado terrorista e genocida de Israel. Perante a cumplicidade do governo português com Israel e mais um dos seus múltiplos crimes, mhares de pessoas se manifestaram e praticaram desobediência civil, bloqueando várias [&#8230;]]]></description>
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<p>@<a href="https://www.instagram.com/ativismo.em.foco/">ativismoemfoco</a> no Instagram:</p>



<p>«O Porto também se juntou à mobilização internacional em defesa da Palestina e da flotilha e seus membros sequestrados pelo Estado terrorista e genocida de Israel.</p>



<p>Perante a cumplicidade do governo português com Israel e mais um dos seus múltiplos crimes, mhares de pessoas se manifestaram e praticaram desobediência civil, bloqueando várias ruas durante horas e também a linha amarela do metro. Seguranças do Metro do Porto e agentes policiais agrediram diversas pessoas. Eu fui ameaçado duas vezes por um segurança por fotografar.»<br><a href="https://www.instagram.com/ativismo.em.foco/">https://www.instagram.com/ativismo.em.foco/</a></p>



<p>&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="720" height="720" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/558103347_18525104692054431_8468759603753216147_n.jpeg" alt="558103347_18525104692054431_8468759603753216147_n" class="wp-image-227815" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/558103347_18525104692054431_8468759603753216147_n.jpeg 720w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/558103347_18525104692054431_8468759603753216147_n-300x300.jpeg 300w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/558103347_18525104692054431_8468759603753216147_n-150x150.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="720" height="720" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/558820111_18525110257054431_617948673845896866_n.jpeg" alt="" class="wp-image-227849" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/558820111_18525110257054431_617948673845896866_n.jpeg 720w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/558820111_18525110257054431_617948673845896866_n-300x300.jpeg 300w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/558820111_18525110257054431_617948673845896866_n-150x150.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /></figure>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="720" height="720" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/558289057_18525104797054431_4361912756143071103_n.jpeg" alt="558289057_18525104797054431_4361912756143071103_n" class="wp-image-227816" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/558289057_18525104797054431_4361912756143071103_n.jpeg 720w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/558289057_18525104797054431_4361912756143071103_n-300x300.jpeg 300w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/558289057_18525104797054431_4361912756143071103_n-150x150.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /></figure>



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<p></p>



<p>&nbsp;</p>



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		<title>Greve Geral na Itália em solidariedade com Gaza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Oct 2025 12:31:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Itália]]></category>
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					<description><![CDATA[Informações de rádios livres italianas para acompanhar a greve geral na Itália: 3 outubro Aggiornamenti dalle mobilitazioni del 3 ottobre https://radioblackout.org/2025/10/aggiornamenti-dalle-mobilitazioni-del-3-ottobre/ SCIOPERO GENERALE: ITALIA IN PIAZZA PER LA PALESTINA. A BRESCIA DECINE E DECINE DI MIGLIAIA BLOCCANO LA TANGENZIALE https://www.radiondadurto.org/2025/10/03/sciopero-generale-milioni-nelle-strade-ditalia-per-la-palestina-a-brescia-un-corteo-impressionante-con-decine-e-decine-di-migliaia-di-persone/ 2 outubro “BLOCCHIAMO TUTTO”: CORTEI E BLOCCHI DOPO L’ASSALTO ISRAELIANO ALLA GLOBAL SUMUD FLOTILLA. MOBILITAZIONE [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Informações de rádios livres italianas para acompanhar a greve geral na Itália:</p>
<p class="mb-0 text-2xl font-serif md:text-4xl font-semibold md:font-bold"><strong>3 outubro</p>
<p>Aggiornamenti dalle mobilitazioni del 3 ottobre</strong><br />
<a href="https://radioblackout.org/2025/10/aggiornamenti-dalle-mobilitazioni-del-3-ottobre/">https://radioblackout.org/2025/10/aggiornamenti-dalle-mobilitazioni-del-3-ottobre/</a></p>
<header class="page-header"><strong>SCIOPERO GENERALE: ITALIA IN PIAZZA PER LA PALESTINA. A BRESCIA DECINE E DECINE DI MIGLIAIA BLOCCANO LA TANGENZIALE</strong><br />
<a href="https://www.radiondadurto.org/2025/10/03/sciopero-generale-milioni-nelle-strade-ditalia-per-la-palestina-a-brescia-un-corteo-impressionante-con-decine-e-decine-di-migliaia-di-persone/">https://www.radiondadurto.org/2025/10/03/sciopero-generale-milioni-nelle-strade-ditalia-per-la-palestina-a-brescia-un-corteo-impressionante-con-decine-e-decine-di-migliaia-di-persone/</a></p>
<p><strong>2 outubro</strong></p>
<p><strong>“BLOCCHIAMO TUTTO”: CORTEI E BLOCCHI DOPO L’ASSALTO ISRAELIANO ALLA GLOBAL SUMUD FLOTILLA. MOBILITAZIONE PERMANENTE IN TUTTA ITALIA</strong></header>
<header class="page-header"><a href="https://www.radiondadurto.org/2025/10/02/blocchiamo-tutto-cortei-e-blocchi-dopo-lassalto-israeliano-alla-global-sumud-flotilla-mobilitazione-permanente-in-tutta-italia/">https://www.radiondadurto.org/2025/10/02/blocchiamo-tutto-cortei-e-blocchi-dopo-lassalto-israeliano-alla-global-sumud-flotilla-mobilitazione-permanente-in-tutta-italia/</a></header>
<header class="page-header">
<p class="mb-0 text-2xl font-serif md:text-4xl font-semibold md:font-bold"><strong>Bloccata la Global Sumud Flottila: aggiornamenti dalle piazze di tutta Italia</strong><br />
<a href="https://radioblackout.org/2025/10/bloccata-la-global-sumud-flottila-aggiornamenti-dalle-piazze-di-tutta-italia/">https://radioblackout.org/2025/10/bloccata-la-global-sumud-flottila-aggiornamenti-dalle-piazze-di-tutta-italia/</a></p>
<p>Com diretos e noticias ao longo do dia:</p>
<p class="mb-0 text-2xl font-serif md:text-4xl font-semibold md:font-bold">Radio Blackout<br />
<a href="https://radioblackout.org/">https://radioblackout.org/</a><br />
Radio Onda d&#8217;Urto<br />
<a href="https://www.radiondadurto.org/">https://www.radiondadurto.org/</a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" width="1600" height="800" class="alignnone size-full wp-image-227781" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/signal-2025-10-01-234217.webp" alt="signal-2025-10-01-234217" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/signal-2025-10-01-234217.webp 1600w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/signal-2025-10-01-234217-300x150.webp 300w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/signal-2025-10-01-234217-1024x512.webp 1024w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/signal-2025-10-01-234217-150x75.webp 150w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/signal-2025-10-01-234217-768x384.webp 768w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/signal-2025-10-01-234217-1536x768.webp 1536w" sizes="auto, (max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /></p>
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		<title>Segunda Declaração Panafricanista de Lisboa &#8211; Cabral Sempre!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Sep 2025 11:43:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Panafricanismo]]></category>
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					<description><![CDATA[DI POVU PA POVU: LIBERTAÇÃO, DIGNIDADE, SOBERANIA POPULAR! As lutas pela libertação fizeram parte de uma revolução panafricana que derrotou o colonialismo português, contribuiu para o derrube do fascismo, colocando África no centro de um processo histórico-político de reconstrução e re-humanização das relações no mundo. CONVOCADA pelos povos da Guiné-Bissau, Cabo Verde, Angola, Moçambique e São Tomé [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1"><em>DI POVU PA POVU: LIBERTAÇÃO, DIGNIDADE, SOBERANIA POPULAR!</p>
<p></em>As lutas pela libertação fizeram parte de uma revolução panafricana que derrotou o colonialismo português, contribuiu para o derrube do fascismo, colocando África no centro de um processo histórico-político de reconstrução e re-humanização das relações no mundo.</p>
<p class="p3">CONVOCADA pelos povos da Guiné-Bissau, Cabo Verde, Angola, Moçambique e São Tomé e Príncipe, mobilizada e organizada pelos movimentos de libertação sob a liderança de figuras como Amílcar Cabral, Samora Machel, Eduardo Mondlane, Mário Pinto de Andrade, Agostinho Neto, entre tantos outros que, em diferentes frentes e latitudes, se levantaram contra o colonialismo, esta luta forjada na unidade, foi a expressão concreta da vontade e das aspiração mais profunda destes povos.</p>
<p class="p3">CONVICTA de que, para existir plenamente, um povo deve assumir inteiramente a autoridade sobre a sua própria vida, esta luta foi uma ação firme de recuperação do nosso destino e da nossa história.</p>
<p class="p5">COMPROMETIDA com os princípios de progresso, soberania e solidariedade combativa internacionalista entre todas as comunidades humanas, foi uma LUTA DO POVO, PELO POVO, PARA FAZER POVO.</p>
<p class="p5">Neste “setembro vitorioso”, em que celebramos o nascimento de Amílcar Cabral, pensador e combatente inconfundível da longa tradição radical panafricana, relembramos os sentidos, a potência e a atualidade do mote: “A luta continua”. Um lema que nos lembra da importância de não reivindicarmos “vitórias fáceis” e de não abandonarmos o sonho e o projeto africano de soberania popular.</p>
<p class="p3">A segunda Marxa Cabral em Portugal celebra o cinquentenário das independências de Guiné-Bissau, Cabo Verde, Angola, Moçambique e São Tomé e Príncipe, países cujos povos decidiram pegar nas armas como instrumento político contra um sistema colonial e assumir dignamente o seu destino africano: livre e soberano. Proclamada unilateralmente pela Guiné-Bissau, em 1973, essas independências fizeram parte de uma vaga mais ampla de libertação panafricana, articulada numa solidariedade tricontinental – África, Ásia, América. A conjugação deste poderoso fenómeno de contágio culminou no desmoronamento dos impérios coloniais e abriu caminho para a afirmação coletiva destas nações africanas .</p>
<p class="p3">Esta celebração, que acontece no contexto do centenário dos nascimentos de Frantz Fanon, Patrice Lumumba e Malcolm X, lembra-nos a riqueza das ideias de libertação e desafia-nos a fazer um movimento Sankofa para recuperar o que foi amputado e relembrar o que foi esquecido.</p>
<p class="p3">Neste sentido, esta Marxa é, fundamentalmente, uma marxa de afirmação do compromisso da nossa geração com o legado de Amílcar Cabral : preservar a independência dos nossos países e lutar pela soberania plena dos nossos povos. Este compromisso de ação, aqui em Portugal, território onde Cabral e a sua geração, bem antes de iniciarem a luta pela libertação em África, começaram a lutar ao lado do povo português, particularmente no Alentejo, ensinando, ouvindo e partilhando o seu conhecimento com os jornaleiros agrícolas, é também um desafio à consciência do povo português para assumir a sua responsabilidade histórica: destruir todas as formas de opressão e exploração e combater qualquer ameaça de ressurgimento do odioso fascismo.</p>
<p class="p3">Nesta Marxa, sob o mote “<em>Di povu pa povu:</em> Libertação, Dignidade e Soberania popular”, reconhecendo a importância indiscutível das lutas pela independência, olhamos criticamente para o percurso feito até agora e afirmamos o nosso compromisso com a luta pela soberania popular e panafricana ainda por construir.</p>
<p class="p3">Saudamos os povos irmãos da Aliança do Sahel: Burkina Faso, Mali e Níger, cuja coragem em defender a sua dignidade e soberania diante da política imperialista da França é, para nós, fonte de inspiração e aprendizagem.</p>
<p class="p3">Afirmamos a nossa solidariedade total, combativa e ativa com todos os povos resistentes do mundo, nomeadamente os povos do Congo, Sudão, Saara Ocidental e Palestina, que apoiamos incondicionalmente, os povos irmãos da Guiné-Bissau e Angola, que resistem contra o brutalismo de Estado, e não nos esquecemos da Líbia, destruída pela aliança imperialista e os seus cúmplices. A nossa dignidade está em risco nesses territórios onde o colonialismo e a ferocidade imperialista atuam com total impunidade.</p>
<p class="p3">Denunciamos o genocídio contra o povo palestiniano, praticado pelo Estado colonialista e sionista de Israel, com o apoio da União Europeia, os Estados Unidos e o silêncio traidor de grande parte dos governos dos chamados “países árabes” e dos Estados africanos. Aos nossos países que mantêm relações políticas, económicas ou militares com este regime, dizemos com firmeza:</p>
<p class="p3">NÃO EM NOSSO NOME!</p>
<p class="p5">Rejeitamos o servilismo de líderes africanos e das elites económicas comprometidas com os projetos imperialistas e neocoloniais. Condenamos a sua subserviência às grandes corporações capitalistas que continuam a saquear o continente africano e a sacrificar a vida e a soberania dos povos.</p>
<p class="p5">Saudamos todas as comunidades migrantes em Portugal, particularmente os nossos irmãos e irmãs de outras partes do Sul Global, e toda a comunidade cigana cuja presença, viva e resistente é, por si só, um contributo fundamental para o avanço deste país. A nossa luta diária, dignidade e trabalho, são sementes de transformação deste sistema decadente. Juntos, somos uma força imbatível contra o que está por vir. Somos sujeitos essenciais na construção de uma outra sociedade.</p>
<p class="p3">Assumimos o nosso papel dentro da diáspora enquanto uma frente panafricana, para travar o avanço do imperialismo e desconectar as linhas imperiais.</p>
<p class="p3">Afirmamos, uma vez mais, que: “o 25 de Abril nasceu em África”. Assim, lembramos que o contributo internacionalista de Amílcar Cabral e dos seus camaradas foi crucial para que as portas da revolução se abrissem. Foi a longa e dura luta dos povos africanos, mormente aquela liderada por Amílcar Cabral em Cabo Verde e na Guiné-Bissau, que contribuiu para a derrota do fascismo. Esta resistência unificada foi uma força fundamental e determinante.</p>
<p class="p3">Por isso, declaramos que: O reconhecimento e a inscrição concreta da figura de Amílcar Cabral e dos movimentos africanos de libertação na memória e na história da democratização de Portugal, nos manuais escolares, nas datas comemorativas, em monumentos, nos discursos políticos, etc, são formas de reparar a própria história do país e honrar a memória e o trabalho por ele desenvolvido em Portugal.</p>
<p class="p3">Para construir um futuro coletivo, precisamos de voltar atrás e encontrar momentos de convergência, processos que conectaram pessoas na construção de pontes rumo a um futuro comum. Esta engenharia de construção, obra do povo africano, mobilizado por Amílcar Cabral, permitiu abrir a larga estrada da esperança. Cabral é o nosso ancestral comum!</p>
<p class="p3">Porque “é ainda fecundo o ventre que gerou a besta imunda” do fascismo, da xenofobia, do racismo e do colonialismo, numa União Europeia de Estados cada vez mais neoliberais, securitários, racistas, xenófobos, declaramos que é urgente voltarmos a fazer povo.</p>
<p class="p3">A nossa luta, contra o imperialismo e todas as formas de opressão, não obstante a nossa diversidade, é uma só.</p>
<p class="p3">Face a esta luta, cada vez mais violenta, é urgente que todas as forças vivas, anticoloniais e anticapitalistas, e antipatriarcais, construam uma unidade antifascista comprometida com as causas justas. <em>DJUNTU,</em> devemos construir territórios de encontro, de ideias e práticas vivificantes que promovam o progresso, a hospitalidade e a dignidade humana.</p>
<p class="p3">Renovando os compromissos de setembro de 2024, hoje, e em cada Setembro, com Cabral e todos os cabralistas, marchemos sempre, e juntos:</p>
<ul class="ul1">
<li class="li3">Contra as guerras, a brutalidade policial, a miséria, a injustiça e as fomes.</li>
<li class="li3">Contra o extrativismo e a exploração que empobrecem e matam os povos do Sul Global e todas as formas de vida, particularmente em África.</li>
<li class="li3">Por todas as vidas perdidas nos desastres climáticos que assolam o planeta. Manifestamos profunda solidariedade às vítimas das chuvas torrenciais que devastaram a ilha de São Vicente, em Cabo Verde. Exigimos justiça climática e apoio urgente às comunidades afetadas, lembrando que a crise ambiental é também uma questão de soberania e dignidade popular.</li>
<li class="li3">Contra todos os acordos comerciais, sobretudo os de pesca, que destroem e pilham ecossistemas e economias africanas.</li>
</ul>
<ul class="ul1">
<li class="li3">Contra o patriarcado e todas as formas de fobia que matam pessoas LGBTQIA+, nomeadamente pessoas cuir negras, historicamente violentadas e invisibilizadas. Rejeitamos toda ingerência imperialista em políticas e direitos sexuais e de gênero em África e exigimos respeito à autonomia das suas comunidades, à sua dignidade e direito de existir, garantindo espaços seguros e proteção para todas as identidades e corpos. Voltar às fontes implica resgatar todos os princípios africanos de humanidade. Lembramos particularmente a histórica declaração de Mande:</li>
</ul>
<p class="p9">“Toda vida é uma vida; nenhuma vida é superior a outra vida”.</p>
<ul class="ul1">
<li class="li3">Contra o racismo religioso, sobretudo a islamofobia e a perseguição às espiritualidades africanas.</li>
<li class="li3">Contra o esquecimento, o apagamento e o silenciamento.</li>
<li class="li3">Contra a precariedade, por uma vida justa!</li>
<li class="li3">Por todas as pessoas migrantes que cruzam o Mediterrâneo e outras rotas enfrentando a morte prematura e os muros do mundo.</li>
<li class="li3">Por Cláudia Simões, Bruno Candé, Daniel Rodrigues, Danijoy Pontes, Giovani Rodrigues, Mumia Abu Jamal, Maria Luemba, Ana Sílvia Mubiala, Gabriel Pereira Sousa, Youri Rafael, e todas as pessoas que ainda hoje enfrentam a brutalidade dos poderes capitalistas, fascistas, xenófobos, patriarcais, racistas, afrofóbicos e neocoloniais.</li>
<li class="li3">Pelo direito de existir, resistir, circular e habitar. Que cessem os despejos forçados e a destruição de bairros como o Talude onde famílias inteiras foram expulsas e deixadas ao relento, sem teto. Para estas pessoas exigimos habitação digna.</li>
<li class="li3">Pelo direito ao lugar para a Cova da Moura, a ficar onde está localizada com investimento público para a qualificação e regularização do seu terreno.</li>
<li class="li3">Pelo trabalho digno, sobretudo das mulheres que trabalham no sector das limpezas.</li>
<li class="li3">Em solidariedade combativa com todos os povos resistentes do mundo, nomeadamente  da Palestina,  bem como do Congo, Sudão, Saara Ocidental, Guiné-Bissau, Angola e Moçambique, que enfrentam poderes traidores dos princípios da liberdade e de soberania popular, fundadores das lutas de libertação africana.</li>
<li class="li3">Pela luta mobilizada pelos movimentos anti-franco CFA e pelo fim das bases militares estrangeiras em todo o continente africano.</li>
<li class="li3">Pela nossa história, memória e pelo direito à esperança, porque os povos também precisam de existir no imaginário.</li>
<li class="li3">Pelas nossas crianças, “as flores da revolução”. Protegê-las de todo o tipo de ataques, principalmente dos fascistas, é um dever de todos nós. Reafirmamos o compromisso de construir um mundo onde possam viver a sua infância de forma plena, segura, “<em>bunita</em>” e digna.</li>
<li class="li3">Pela soberania popular e panafricana.</li>
<li class="li3">Pela panafricanização dos atos e dos espíritos.</li>
<li class="li3">Pelo planeta, a nossa casa comum, por todas as resistências da Terra.</li>
</ul>
<p class="p3">Que Cabral seja sempre nosso, do mundo em luta contra a opressão e a exploração, porque ele encarna todas as nossas revoluções: anticapitalista, antifascista, anticolonial, antipatriarcal, revolucionário, panafricanista.</p>
<p class="p3">Estas são as características que definem as nossas Marxas Cabral: uma Marxa independente, constituída por pessoas deste amplo e diverso movimento negro e panafricanista, que Marxa, age e pensa pela sua própria cabeça.</p>
<p class="p3">Unificador das lutas, Cabral sempre!</p>
<p class="p3">Esta é a nossa declaração, de nós, os resistentes da Terra, unidos para formar povo. Um povo livre, unido na sua diversidade, fraterno, soberano: comunicamo-la a todos os povos em luta. Dirigimo-la a todas as forças opressoras de todo o mundo!</p>
<p class="p10"><em>Luta ka kaba! Nu sta djuntu, nu sta fórti!</em></p>
<p class="p10"><em>Konferénsia panafrikanu di Lisboa</p>
<p>Original:<a href="https://www.buala.org/pt/a-ler/segunda-grande-marxa-cabral-em-portugal"> https://www.buala.org/pt/a-ler/segunda-grande-marxa-cabral-em-portugal</a></em></p>
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		<title>Após a Revolução, um Novo Nepal Emerge</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Sep 2025 07:20:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Nepal]]></category>
		<category><![CDATA[Nepobaby]]></category>
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					<description><![CDATA[Lutando contra a corrupção, a “Gen Z” Desenvolve Consciência Política 2025-09-29 Escalado pela violência policial, um movimento de protesto no Nepal tornou-se numa insurreição espontânea, culminando a 9 de setembro de 2025 com a derrubada do governo. Para acompanhar a entrevista com Black Book Distro em Kathmandu, buscamos mais contexto para as condições que produziram [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Lutando contra a corrupção, a “Gen Z” Desenvolve Consciência Política</strong></p>



<p>2025-09-29</p>



<p>Escalado pela violência policial, um movimento de protesto no Nepal tornou-se numa insurreição espontânea, culminando a 9 de setembro de 2025 com a derrubada do governo. Para acompanhar a <a href="https://crimethinc.com/2025/09/22/nepali-anarchists-on-the-toppling-of-the-government-an-interview-with-black-book-distro">entrevista</a> com Black Book Distro em Kathmandu, buscamos mais contexto para as condições que produziram a revolução e as formas que assumiu de umx jornalista nepalêse atualmente localizadx em Portugal, <a href="https://iraregmicom.wordpress.com/">Ira Regmi.</a></p>



<p>Em 8 de setembro de 2025, o Nepal testemunhou uma revolução enquanto milhares de jovens predominantemente gen Z saíram às ruas em protesto. Esta ação coletiva foi recebida com <a href="https://kalamweekly.substack.com/p/the-kp-oli-government-has-murdered">repressão estatal brutal</a>, resultando em um massacre em massa de manifestantes e estudantes de classe trabalhadora em uniformes escolares. A <a href="https://english.onlinekhabar.com/charred-body-found-at-koteshwor-bhatbhateni-gen-z-protest-death-toll-rises-to-74.html">contagem de mortes</a> atual é de <a href="https://www.instagram.com/p/DOsYOYNDE8w/">74</a>, incluindo três policias e aproximadamente <a href="https://english.onlinekhabar.com/death-toll-in-gen-z-movement-rises-to-72.html">10 indivíduos encarcerados</a>.</p>



<p>A causa mais ampla do movimento foi enraizada em oposição à corrupção; pode ser entendida como o culminar dos movimentos “Enough is Enough” liderados pelos jovens de 2019. O catalisador imediato para esta ação surgiu quando ativistas do Gen Z iniciaram <a href="https://www.himalmag.com/reportage/nepal-genz-protests-timeline-discord-social-media">uma campanha de redes sociais</a> expondo o luxo em que viviam os jovens da elite política, argumentando que tais estilos de vida foram subsidiados através de fundos públicos. A hashtag <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/nepobaby/">#Nepobaby</a> rapidamente ganhou tração em plataformas digitais e a subsequente censura do governo, que bloqueou 26 plataformas de mídia social, catalisou protestos generalizados. Apenas cinco plataformas registadas permaneceram acessíveis: Viber, TikTok, Nimbuzz, WeTalk e Popo Live. Os criadores de conteúdo relataram que TikTok e outras plataformas estavam ativamente suprimindo críticas anti-governamentais. Esta repressão intensificou a consciência, impulsionando os organizadores para alavancar canais de comunicação alternativos e para contornar a censura do estado usando VPNs, acelerando a mobilização além da capacidade do regime para suprimi-lo.</p>



<p>Em um ato solene que marcou o início da justiça revolucionária, o governo interino recém-formado liderado pelo primeiro-ministro Sushila Karki declarou oficialmente os manifestantes caídos para ser <a href="https://en.setopati.com/political/165262">mártires</a> desta luta. O estado honrou o falecido com uma digna cerimónia de cremação nacional e proclamou 17 de setembro um dia oficial de luto nacional. Seu sangue sancionou o nascimento de um novo Nepal, e sua memória deve inspirar para sempre transformações revolucionárias em todo o mundo. No entanto, o público deixou claro que apenas as comemorações são insuficientes e a responsabilidade adicional pela violência do Estado permanece não negociável.</p>



<p>O movimento Gen Z no Nepal representa uma saída fundamental do acordo político pós-2006 que governou o país desde a abolição formal da monarquia e evoluiu para um desafio significativo para os fundamentos estruturais da corrupção institucionalizada do Nepal.</p>



<p>Este artigo examina as condições materiais por trás desta mobilização em massa e interroga as questões constitucionais, políticas e sociais que trouxe à superfície. Explicações detalhadas do curso exato de eventos também podem ser encontradas nas <a href="https://kalamweekly.substack.com/p/a-primer-for-what-is-happening-in">contas de jornalistas independentes</a> e <a href="https://youtu.be/F0iCUV9ySDE?si=D7ydR0drzCELI0yt">criadores de conteúdo</a> de mídia social.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/09/image-4-1024x682.png" alt="" class="wp-image-227405" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/09/image-4-1024x682.png 1024w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/09/image-4-300x200.png 300w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/09/image-4-150x100.png 150w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/09/image-4-768x512.png 768w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/09/image-4.png 1400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Foto de Sulav Shrestha.</p>



<p><strong>Violência do Estado, Resposta Revolucionária e Capital como alvo</strong></p>



<p>A violência começou, como sempre, com o estado. O governo escalou protestos pacíficos através da repressão brutal, disparando indiscriminadamente em multidões, disparando balas letais diretamente nas cabeças e peitos de jovens em uniformes escolares. Esta brutalidade, que causou o maior número de mortos em um dia para protestos no Nepal, não foi isolada. Representava a violência sistemática através da qual o Estado nepalês tem mantido o poder nos últimos anos,<a href="https://kathmandupost.com/national/2023/12/30/two-korea-job-hopefuls-barred-from-exam-killed-during-protest"> suprimindo regularmente a dissidência</a> através da força letal.</p>



<p>No dia seguinte, a raiva acumulada das pessoas se manifestou como ação direta contra os símbolos e infra-estrutura de poder e capital. Os manifestantes <a href="https://kathmandupost.com/money/2025/09/14/billions-lost-thousands-jobless-as-nepal-counts-cost-of-gen-z-uprising">sabotaram</a> instituições públicas, incluindo o parlamento, edifícios de administração do governo, o banco de reserva e o tribunal supremo. As casas e as empresas de elites políticas e de negócios também foram atacadas. O vale de Katmandu tornou-se preto com fumaça enquanto os manifestantes desencadearam a manifestação material da raiva revolucionária – uma incorporação de “queimar tudo” que transformou o horizonte da capital em uma tela de desafio.</p>



<p>Entre as empresas visadas, a cadeia de supermercados Choudhary Group, <a href="https://kathmandupost.com/national/2019/01/16/how-businessmen-used-ncell-to-launder-black-money-to-nepal">NCELL</a> e <a href="https://www.fiscalnepal.com/2025/09/10/22144/12-bhatbhateni-stores-destroyed-9-looted-in-gen-z-unrest/">Bhatbhateni</a> sofreu danos significativos, com 12 dos 24 pontos de Bhatbhateni destruídos. Os ticóons de negócios rapidamente emitiu declarações enfatizando sua <a href="https://themorningtelegraph.com/32903/">resiliência</a>, mas notavelmente ausente foi qualquer introspeção significativa sobre por que estes especificamente se tornaram alvos de raiva pública.</p>



<p>A crítica generalizada da classe milionária do Nepal, aliada a objeções liberais à destruição da propriedade, mostra a importância da análise anticapitalista radical dentro desta revolta histórica. Os industriais visados pelas massas estão completamente expostos como inimigos de classe da juventude revolucionária, como sua riqueza foi construída sobre um fundamento de exploração e corrupção. A dinastia Choudhary enfrenta <a href="https://nepalitimes.com/here-now/nepals-only-growth-industry-private-sector-corruption">alegações</a> de ocultar ativos nos paraísos fiscais do Panamá, orquestrar esquemas de fraude de seguros e confiscar ilegalmente fábricas estatais. Da mesma forma, Min Bahadur Gurung, o proprietário do império Bhatbhateni, participou do <a href="https://kathmandupost.com/national/2024/02/15/special-court-acquits-former-ministers-as-it-convicts-civil-servants-on-lalita-niwas-land-scam">roubo de terras públicas</a> e cometeu e<a href="https://myrepublica.nagariknetwork.com/news/sc-rules-bhatbhateni-guilty-of-vat-evasion-orders-it-to-pay-rs-1-6-billion-to-govt/">vasão de IVA</a> totalizando aproximadamente 1 bilhão de Rupias nepalesas. NCELL esteve envolvido no <a href="https://kathmandupost.com/national/2019/01/16/how-businessmen-used-ncell-to-launder-black-money-to-nepal">maior escândalo de evasão fiscal </a>e lavagem de dinheiro no país. O <a href="https://nepalitimes.com/news/the-business-of-politics-in-nepal">emaranhamento entre o capital privado e o aparato político corrupto</a> do Nepal – onde a riqueza compra políticas e proteção – exige um exame crítico implacável, assim como a imoralidade fundamental de tal acumulação de riqueza obscena.</p>



<p>Enquanto provocadores contra-revolucionários, sem dúvida, participaram desses eventos e garantem uma análise e investigação rigorosas, grande parte da destruição de propriedade pública e privada originou-se de uma verdadeira indignação pública. Exigências urgentes para a de-escalação após a renúncia do primeiro-ministro foram críticas, especialmente como provas conclusivas agora confirmam que violentas facções partidárias pró-monarquistas e partidárias deliberadamente instigaram a maioria do caos durante a última metade de 9 de setembro.</p>



<p>No entanto, também presenciamos inconfundivelmente burgueses lutando mão sobre <a href="https://kathmandupost.com/money/2025/09/18/police-flooded-with-evidence-as-looting-details-emerge-after-gen-z-protests">danos de propriedade </a>que é indicativo do caráter de classe de tais críticas. O impulso liberal para equilibrar a destruição da propriedade capitalista com violência contra as pessoas constitui uma profunda descaracterização da praxis revolucionária e mascara a verdadeira natureza da violência cometida contra o povo nepalês.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/09/image-11-1024x682.png" alt="" class="wp-image-227412" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/09/image-11-1024x682.png 1024w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/09/image-11-300x200.png 300w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/09/image-11-150x100.png 150w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/09/image-11-768x512.png 768w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/09/image-11.png 1400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Foto de Sulav Shrestha.</p>



<p><strong>O Espectro da Corrupção</strong></p>



<p>Como o jornalista independente Pranay Rana <a href="https://kalamweekly.substack.com/p/a-primer-for-what-is-happening-in">escreve</a> em seu boletim Kalam Weekly, “A campanha refletiu uma frustração mais ampla com o status quo” e surgiu da natureza sistêmica da corrupção pública no Nepal. Alguns dos principais exemplos de escândalos de corrupção incluíram o registro fraudulento dos cidadãos nepaleses como <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Bhutanese_refugees_scam">refugiados butaneses para reassentamento </a>em países terceiros; irregularidades na atribuição de contratantes para a construção do <a href="https://en.nepalkhabar.com/news/detail/13617/">Aeroporto Internacional de Pokhara</a>; <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Lalita_Niwas_land_grab_scam">transferência sistemática de terras públicas</a> para entidades privadas; e o escândalo de <a href="https://youtu.be/-7etygjngfc?si=zdwURKuz2W69tr_p">distribuição de eletricidade </a>onde as autoridades forneceram poder ininterrupto para interesses comerciais, submetendo a população geral a até 18 horas de surtos de energia diária.</p>



<p>Mas a questão da corrupção foi sempre mais do que apenas grandes escândalos envolvendo elites políticas de alto perfil. A corrupção <a href="https://nepalitimes.com/here-now/nepals-only-growth-industry-private-sector-corruption">permeia a sociedade civil</a> através de suborno normalizado em ambientes profissionais e através da distribuição sistemática de nomeações institucionais de cargos ministeriais a chancelarias universitárias baseadas em redes de patrocínio em vez de mérito. Essas condições resultaram em profunda alienação entre as massas. Ao longo das esferas profissionais, industriais e burocráticas do Nepal, a corrupção visivelmente corrói a sociedade como a ferrugem comendo através do metal.</p>



<p>A antiga administração sob KP Oli acelerou ainda mais esta alienação, exibindo <a href="https://www.recordnepal.com/oli-sacrifices-the-constitution-to-save-his-skin">tendências cada vez mais autoritárias</a> mascaradas pela retórica hipernacionalista. Enquanto isso, os chamados partidos de oposição colidiram com os partidos no poder para estabelecer um sistema de governo giratório &#8211; um arranjo cínico onde eles concordaram em girar a liderança executiva entre si, basicamente esvaziando qualquer pretensão de democracia.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/09/image-10-1024x682.png" alt="" class="wp-image-227411" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/09/image-10-1024x682.png 1024w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/09/image-10-300x200.png 300w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/09/image-10-150x100.png 150w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/09/image-10-768x512.png 768w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/09/image-10.png 1400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Foto de <a href="https://www.instagram.com/sulav.photo/">Sulav Shrestha</a>.</p>



<p><strong>Praxis revolucionário encontra Crise Constitucional</strong></p>



<p>A tensão entre o constitucionalismo burguês e a necessidade revolucionária surgiu como a contradição central nesta luta. Uma geração de ativistas predominantemente adolescentes e vinte e poucos confrontou questões constitucionais profundas dentro de meros dias, enquanto os académicos legais estabelecidos rejeitaram em grande parte os imperativos revolucionários como fundamentalmente inconstitucionais.</p>



<p>A constituição do Nepal – produto de um movimento de massas, embora um liderado por partidos políticos – representa uma cristalização do compromisso político que estabeleceu uma ordem democrática formal. No entanto, este quadro constitucional trai a imaginação limitada de seus arquitetos, que eram em grande parte membros de partidos políticos legados, bem como uma elite intelectual que talvez nunca imaginou (ou imaginou e queria evitar) um cenário em que a legitimidade popular poderia se afastar de seu governo. Consequentemente, o documento carece de modalidades para estabelecer governos interinos quando as condições políticas exigem. Esta ausência estrutural revela que a principal função da constituição era regular a competição de elite em vez de facilitar a soberania popular autêntica.</p>



<p>Um impulso fundamental por trás desta revolução foi a erosão total da confiança nos ramos executivo e legislativo do governo. No entanto, qualquer caminho estritamente constitucional, tal como definido pelas elites legais, implicaria necessariamente a legislatura – a própria instituição cuja dissolução surgiu como uma demanda revolucionária central. Como escrito, a constituição prioriza tentativas de formar um governo de dentro do parlamento existente através de alguma combinação dos seguintes passos: 1) Mais de 50% dos parlamentares apoiam a dissolução, 2) Ou uma sessão parlamentar formal ou o executivo recomenda a dissolução ao presidente. A realidade empírica, no entanto, tornou estes caminhos impossível. O Poder Executivo e a maioria dos 275 membros do Parlamento ficaram implicados na exploração sistemática e na corrupção, vinculados pela lealdade de classe ao estabelecimento político parasitário que o povo derrubou com justiça.</p>



<p>Consequentemente, o movimento avançou uma interpretação da legitimidade constitucional que desafiou o monopólio da classe dominante em seu significado, capacitando o povo a estabelecer um governo cuidador enquanto dissolve o parlamento. Jovens estudiosos legais identificaram corretamente várias vias interpretativas através das quais um governo de cuidador poderia ser estabelecido sem abandono constitucional completo. Eles lembraram as pessoas e os defensores séniores que a constituição existe para servir as pessoas, para não prendê-las em um sistema corrupto.</p>



<p>O trabalho oportuno da <a href="https://youtu.be/fnN-5mBc-9Q?si=fxK-3G89F1JzGxp3">educação pública e da advocacia</a> pelo advogado Ojjaswi Bhattarai, juntamente com um grupo de outros jovens estudiosos e influenciadores da internet, permitiu que o movimento mantivesse a continuidade constitucional. Eles defendiam por essas interpretações invocando uma doutrina que permite que partes específicas de uma constituição sejam temporariamente inoperante (ou “elipsado”) quando circunstâncias extraordinárias tornam sua aplicação normal impossível. Eles também argumentaram que, uma vez que a revolução canalizou inequivocamente a vontade coletiva do povo, isso poderia substituir outros imperativos legais formais. Não havia dúvida de que o movimento claramente demonstrou um mandato popular tanto para formar um governo de cuidador quanto para dissolver o parlamento, fundamentando sua reinterpretação constitucional em legítima legitimidade democrática.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="753" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/09/image-9-1024x753.png" alt="" class="wp-image-227410" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/09/image-9-1024x753.png 1024w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/09/image-9-300x221.png 300w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/09/image-9-150x110.png 150w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/09/image-9-768x564.png 768w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/09/image-9.png 1400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Alunos passam perto do restos de um autocarro público em Kathmandu a 15 de setembro de 2025, o dia em que as escolas reabriram. Fotografia de <a href="https://www.instagram.com/narenphoto/">Narendra Shrestha</a>.</p>



<p><strong>Experimentos Democratas e a Batalha pelo Controle Narrativo</strong></p>



<p>Estas discussões legais e estratégicas se desenrolaram principalmente em espaços digitais, produzindo formas sem precedentes de praxis democráticos. Mais de 120.000 jovens nepaleses mobilizados através de Discord para determinar coletivamente o candidato do primeiro-ministro interino &#8211; uma experiência radical na democracia direta com as massas criando novas formas organizacionais além das restrições das estruturas políticas burguesas. Após a nomeação de Sushila Karki, os coletivos de jovens iniciaram salas de cidades digitais e em pessoa para traçar o caminho para a frente.</p>



<p>Atualmente, vários grupos estão se esforçando para articular <a href="https://speakupnepal.org/post/bQnDecwGGJcMdKCU">um mandato revolucionário</a> formal com demandas concretas e os meios para estabelecer novas instituições de responsabilidade que sirvam autenticamente os interesses das pessoas. Há também <a href="https://crimethinc.com/2025/09/22/nepali-anarchists-on-the-toppling-of-the-government-an-interview-with-black-book-distro">grupos anarquistas trabalhando duro</a> para construir a solidariedade em toda a esquerda nepalesa e estão comprometidos em se organizar fora das normas tradicionais da hierarquia.</p>



<p>Esta experimentação democrática através de plataformas digitais apresentou desafios mesmo para os revolucionários &#8211; incluindo a vigilância do estado, a repressão digital, a infiltração, e a tendência para essas plataformas se tornarem máquinas de propaganda que descarrilam a vontade expressa do povo. Este exercício constituiu uma ruptura tão fundamental com normas democráticas liberais que os participantes naturalmente experimentaram alguma desorientação inicial.</p>



<p>Além disso, como <a href="https://bojubajai.substack.com/p/take-71-is-this-the-end-of-access">apontam</a> os escritores do Cold Takes da Boju Bajai, o atual aparelho de mídia corporativa lutou profundamente para interpretar esses desenvolvimentos, já que muitos jornalistas seniores não tinham familiaridade básica com plataformas como Discord. Como a Kantipur TV continuou a transmitir contra o pano de fundo de sua <a href="https://organiser.org/2025/09/09/314998/world/nepal-burns-gen-z-protesters-set-kantipur-tv-headquarters-presidents-office-parliament-building-on-fire/">sede corporativa incinerada</a>, os conglomerados de mídia também revelaram seu caráter de classe através de sua cobertura persistente de formações políticas obsoletas, não entendendo que as condições materiais para o discurso tinham se transformado fundamentalmente durante a noite.</p>



<p>Um contraste surgiu entre a consciência revolucionária desenvolvendo-se entre os jovens em Discord e Instagram contra as tendências reformistas prevalentes em plataformas como Facebook e Twitter. A burguesia e as gerações mais velhas, que monopolizaram o discurso político por décadas, experimentaram confusão dessa transformação, incapazes de compreender que sua hegemonia sobre a expressão política havia sido decisivamente quebrada.</p>



<p>Ao mesmo tempo, enquanto esta revolução digital amplificava vozes de juventude anteriormente marginalizadas, também era exclusiva, deixando para trás as gerações mais velhas e aquelas que não tinham acesso tecnológico.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/09/image-8-1024x682.png" alt="" class="wp-image-227409" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/09/image-8-1024x682.png 1024w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/09/image-8-300x200.png 300w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/09/image-8-150x100.png 150w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/09/image-8-768x511.png 768w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/09/image-8.png 1400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Um menino olha para um mural feito por artistas Riddhi Sagar e Somic Shrestha, retratando o sapato branco de 28 anos Prakash Bohara, que foi baleado durante os protestos no Nepal. Fotografia por Skanda Gautam e Sahana Vajracharya.</p>



<p><strong>Inclusão radical significa classe, casta, género</strong></p>



<p>Enquanto este movimento revolucionário representava uma ruptura significativa na ordem política, educadores e ativistas como Ujjwala Maharjan, Anjali Shah e Tasha Lhozam <a href="https://youtu.be/dhuC7zQRNvc">apontaram</a> que permanece incompleta sem abordar as contradições fundamentais da casta, classe e gênero que estruturam a sociedade nepalesa.</p>



<p>Criticar a corrupção sem interrogar a imoralidade inerente da acumulação de capital é confundir os sintomas com a doença. A classe política agora sob ataque por nepotismo e corrupção inevitavelmente tentara lavar sua riqueza obscena como legitimamente merecida com a ajuda da economia ortodoxa burguesa. Esta manobra contra-revolucionária só pode ter sucesso se o movimento revolucionário não confrontar a verdade desconfortável que muitas aspirações dentro de suas próprias fileiras permanecem contaminadas por fantasias capitalistas de avanço individual dentro das estruturas existentes. Sem uma crítica ao próprio capitalismo, este momento revolucionário corre o risco de cair no mero reformismo.</p>



<p>Uma consciência verdadeiramente revolucionária deve sintetizar o anticapitalismo com a oposição militante às hierarquias de castas e subjugação patriarcal, mantendo uma perspectiva abolicionista. Nunca devemos esquecer que entre os falecidos estavam jovens encarcerados cujas mortes nas mãos das forças do Estado, <a href="https://myrepublica.nagariknetwork.com/news/human-rights-committee-directs-govt-to-implement-suggestions-given-by-sub-committee/">ao tentar escapar de condições brutais de confinamento</a>, constituem assassinato de classe. O próprio conceito de centros de detenção juvenil representa a individualização de problemas sociais. O próprio crime deve ser entendido não como falhas morais individuais, mas como o resultado previsível das condições materiais criadas pelas relações sociais. O impulso para reabilitar as instituições de violência do Estado -exemplificado por aqueles que se apressaram para restaurar a infraestrutura policial &#8211; revela a contaminação ideológica da política de respeitabilidade. O humanismo revolucionário exige a abolição, não a reforma, dessas instituições carcerárias.</p>



<p>Finalmente, a proliferação espontânea de bandeiras trans e queer através do servidor Discord revelou o caráter progressivo latente do movimento. Este movimento, embora apresentando uma frente unificada, contém dentro dele diversas experiências materiais— Povos indígenas, comunidades oprimidas por castas e minorias sexuais cujas formas específicas de exploração devem ser articuladas dentro de um programa revolucionário coerente. Os elementos historicamente privilegiados do movimento—cis, heterossexuais, masculinos, jovens de alto escalão—devem envolver-se numa autocrítica implacável em relação ao seu privilégio acumulado. Somente através deste processo pode surgir uma vanguarda interseccional anticapitalista deste momento histórico de radicalização em massa.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="854" height="480" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/09/image-12.png" alt="" class="wp-image-227420" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/09/image-12.png 854w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/09/image-12-300x169.png 300w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/09/image-12-150x84.png 150w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/09/image-12-768x432.png 768w" sizes="auto, (max-width: 854px) 100vw, 854px" /></figure>



<p><a href="https://crimethinc.com/2025/09/22/nepali-anarchists-on-the-toppling-of-the-government-an-interview-with-black-book-distro">https://crimethinc.com/2025/09/22/nepali-anarchists-on-the-toppling-of-the-government-an-interview-with-black-book-distro</a></p>
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