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	<title>Palestina &#8211; indymedia.pt</title>
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	<description>Centro de Média Independente - Portugal</description>
	<lastBuildDate>Mon, 23 Feb 2026 22:01:00 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Palestina &#8211; indymedia.pt</title>
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		<title>&#8220;Voltamos do Inferno&#8221; &#8211; Jornalistas Palestinianos denunciam tortura em Prisões Israelitas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Feb 2026 23:24:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Repressão]]></category>
		<category><![CDATA[Palestina]]></category>
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					<description><![CDATA[Aviso sobre o conteúdo: este artigo contém descrições gráficas de violência física, psicológica e sexual. O jornalista palestino Ahmed Abdel Aal lembra-se do momento em que a música ensurdecedora começou. Durante cinco dias, disse ele, foi mantido com os olhos vendados numa sala num centro de detenção israelita, despido e espancado, enquanto músicas em hebraico [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Aviso sobre o conteúdo: este artigo contém descrições gráficas de violência física, psicológica e sexual.</p>
<p>O jornalista palestino Ahmed Abdel Aal lembra-se do momento em que a música ensurdecedora começou. Durante cinco dias, disse ele, foi mantido com os olhos vendados numa sala num centro de detenção israelita, despido e espancado, enquanto músicas em hebraico e inglês tocavam em volume incessante. Sempre que perdia a consciência, um choque elétrico ou um golpe o acordava.</p>
<p>[&#8230;]</p>
<p>Os seus relatos estão entre os 59 testemunhos detalhados recolhidos pelo Comité para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) junto de jornalistas palestinianos libertados da custódia israelita desde 7 de outubro de 2023. Estas entrevistas revelaram que 58 — todos menos um dos libertados — relataram ter sido sujeitos ao que descreveram como tortura, abuso ou outras formas de violência desde o início do que os grupos de direitos humanos concordam ser um genocídio.</p>
<p>O CPJ documentou a detenção de pelo menos 94 jornalistas palestinianos e um trabalhador da mídia nesse período — 32 jornalistas e um trabalhador da mídia de Gaza, 60 da Cisjordânia e dois em Israel. Trinta permanecem sob custódia, desde 19 de fevereiro de 2026. O Censo Prisional de 2025 do CPJ descobriu que Israel está listado como um dos principais encarceradores de jornalistas desde 2023.</p>
<p>A organização tentou contactar todos os 65 jornalistas libertados da custódia israelita desde 7 de outubro de 2023. Um deles, Ismail al-Ghoul, foi morto num ataque aéreo israelita, e os outros cinco recusaram-se a falar.</p>
<p>O CPJ não pôde verificar de forma independente cada alegação, mas os relatos estão de acordo com as conclusões de organizações de direitos humanos que documentam tratamento semelhante de palestinianos em detenções israelitas, que a organização israelita de direitos humanos B&#8217;Tselem descreveu como uma «rede de campos de tortura».</p>
<p>Embora as condições variassem em diferentes instalações, os métodos relatados pelos entrevistados — agressões físicas, posições forçadas, privação sensorial, violência sexual e negligência médica — eram surpreendentemente consistentes. Dez jornalistas solicitaram anonimato, alegando ameaças explícitas de nova prisão ou morte por parte de interrogadores israelenses e funcionários do serviço prisional se falassem publicamente. Essas ameaças aparecem em 31 dos depoimentos individuais e afastaram muitos jornalistas do seu trabalho.</p>
<p>«Estes não são incidentes isolados. Em dezenas de casos, o CPJ documentou um conjunto recorrente de abusos — desde espancamentos a privação de alimentos, violência sexual e negligência médica — dirigidos a jornalistas devido ao seu trabalho. Eles expõem uma estratégia deliberada para intimidar e silenciar jornalistas e destruir a sua capacidade de testemunhar. O silêncio contínuo da comunidade internacional apenas permite que isso aconteça.»<br />
— Sara Qudah, diretora regional do CPJ</p>
<p>A grande maioria — 48 dos jornalistas — nunca foi acusada de qualquer crime e foi detida sob o sistema de detenção administrativa de Israel, que permite que um indivíduo seja detido sem acusação, normalmente por seis meses, que podem ser renovados indefinidamente, com o objetivo de impedir que cometa um crime no futuro. Os 10 restantes foram acusados de incitamento, atividade antinacional ou promoção do terrorismo.</p>
<p>A Convenção das Nações Unidas contra a Tortura, da qual Israel é signatário ratificado, define tortura como a imposição intencional de dor ou sofrimento físico ou mental grave, com o objetivo de obter informações ou uma confissão, punição, intimidação, coerção ou discriminação, quando realizada por, por instigação de, ou com o consentimento ou aquiescência de um funcionário público ou pessoa agindo em capacidade oficial.</p>
<p>Em novembro de 2025, Peter Vedel Kessing, especialista do Comité das Nações Unidas contra a Tortura e Relator Nacional, afirmou que «o facto de Israel ter ratificado a Convenção contra a Tortura demonstrava a vontade do Estado de erradicar e prevenir a tortura e os tratamentos desumanos. No entanto, o Comité ficou profundamente chocado com o grande número de relatórios alternativos recebidos de várias fontes sobre o que parecia ser tortura e tratamento desumano sistemáticos e generalizados de palestinianos, incluindo crianças e outros grupos vulneráveis».</p>
<p>Os relatos dos jornalistas descrevem um sistema criado para silenciá-los e garantir que as histórias de Gaza e da Cisjordânia nunca cheguem ao público. [&#8230;]</p>
<p>Relatório Completo aqui:</p>
<p><a href="https://cpj.org/special-reports/we-returned-from-hell-palestinian-journalists-recount-torture-in-israeli-prisons/">https://cpj.org/special-reports/we-returned-from-hell-palestinian-journalists-recount-torture-in-israeli-prisons/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>«Nem Washington nem Ayatollahs»: resposta à esquerda e aos anarquistas que papagueiam a narrativa do Império sobre o Irão</title>
		<link>https://indymedia.pt/230349/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Feb 2026 18:20:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guerra e Paz]]></category>
		<category><![CDATA[Palestina]]></category>
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					<description><![CDATA[Excerto de um artigo que recentemente publicámos sobre os protestos no Irão, que innclui uma extensa cronologia e análise dos eventos dessas duas fatídicas semanas. Depois de duas décadas de tentativas de “revolução colorida”, só continua a ser parvo quem quer...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No final do mês passado, publicámos um extenso artigo que disseca os recentes protestos no Irão. Ao contrário de muitos comunicados – que, desligados da realidade nas ruas do Irão, repetem os chavões da propaganda ocidental – este artigo apresenta cronologicamente os eventos desde o final de Dezembro, desde as razões que despoletaram os protestos dos comerciantes, o ambiente desses primeiros protestos e a forma como estes se foram desenrolando. Todos os eventos que incluímos na cronologia são eventos dos quais conseguimos confirmação visual, e incluímos links para as mesmas, para que cada pessoa possa tirar as suas conclusões.</p>
<p>O que se segue é a terceira parte do artigo, que pode ser lido na íntegra no nosso site. No início do artigo podem encontrar um índice interactivo que permite saltar directamente para as partes que mais vos interessarem.</p>
<p><strong>Índice</strong></p>
<p><strong>1. Cronologia das duas semanas de protestos </strong><br />
1.1 Inteligência artificial e manipulação mediática<br />
1.2 O assassinato de Qassem Soleimani<br />
1.3 Violência extrema e o pico dos protestos<br />
1.4 12 de Janeiro: Milhões nas ruas em apoio à República Islâmica<br />
1.5 Manipulação mediática no Ocidente: dois exemplos<br />
<strong>2. Interpretação dos acontecimentos</strong><br />
2.1 «Não se apropriem da nossa voz»: a greve de 9 de Dezembro<br />
2.2 O envolvimento da Mossad é propaganda iraniana?<br />
2.3 Bloqueio da internet<br />
2.4 Números de mortos<br />
2.5 As razões e os verdadeiros objectivos do Império no Irão<br />
<strong>3. «Nem Washington nem Ayatollahs»: resposta à esquerda e aos anarquistas que papagueiam a narrativa do Império</strong><br />
3.1 “Se são pró-Irão, são insensíveis ao sofrimento dos iranianos”<br />
3.2 “Então e as mulheres e a comunidade LGBT?”<br />
4. Conclusão</p>
<p><strong>3. «Nem Washington nem Ayatollahs»: resposta à esquerda e aos anarquistas que papagueiam a narrativa do Império</strong></p>
<p>As posições que classificam o Irão como uma “ditadura” – tomadas recentemente por várias vozes do activismo dos direitos humanos, do jornalismo independente, do anarquismo e do movimento LGBT – têm implícita uma falsa dicotomia entre aquilo que supostamente são regimes ditatoriais e o que quer que as pessoas considerem hoje como “democracia” e “liberdade”.</p>
<p>Esta dicotomia é falsa porque fundamentalmente ignora o carácter cada vez mais autoritário e repressivo das “democracias” ocidentais que, além de serem parte integrante do Império que está a perpetrar o genocídio na Faixa de Gaza, reprimem nas metrópoles as vozes anti-imperialistas e defensoras da resistência armada ao colonialismo – jornalistas são interrogados e presos de forma arbitrária; cirurgiões são impedidos de entrar no Espaço Schengen; posições políticas, como a defesa de uma Palestina livre do rio ao mar ou da globalização da intifada, são criminalizadas por regimes ditos de centro ou centro-esquerda, como na Alemanha, em França e no Reino Unido; congressos são reprimidos; e as poucas pessoas que corajosamente passam das palavras aos actos contra a máquina de guerra ocidental são aprisionadas mesmo antes de serem condenadas, como está a acontecer no Reino Unido, perante a indiferença da generalidade das sociedades ocidentais.</p>
<p>A outra falsa premissa que esta posição deixa implícita é que, de alguma maneira, o povo iraniano seria mais livre, e a sua sociedade mais democrática, caso o sistema da República Islâmica fosse desmantelado e substituído por um sistema mais do agrado das elites e das massas liberais ocidentais.</p>
<p>&#8220;<em>Se quiserem ter uma visão política séria, é necessário terem uma compreensão mais multifacetada do mundo do que simplesmente «tirania é má», porque, como ocidentais, nós próprios somos governados pela estrutura de poder mais tirânica do planeta.</em>&#8221;<br />
Caitlin Johnstone em On “Leftists” And “Anarchists” Who Cheer For Regime Change In Iran</p>
<p>Contudo, o principal problema de todos estes posicionamentos de “solidariedade com o povo iraniano” que se viram nas últimas semanas é o de estarem completamente desligados da realidade no terreno. Enquanto aceitam e propagam a narrativa de uma revolta generalizada (quando, magicamente, não há imagens dessas marés humanas intermináveis) que romantiza os “manifestantes pela liberdade”, ignoram a dimensão e extensão da violência e destruição perpetradas por esses mesmos manifestantes, amplamente documentada em vídeo. Enquanto proclamam “solidariedade com o povo iraniano”, descartam sem rodeios os milhões de iranianos e iranianas que saíram à rua no dia 12 de Janeiro para condenar os motins, afirmando que “ou foram obrigados, ou estão manipulados” – o que só é possível quando se olha a realidade através de uma lente colonial e orientalista. Não há nada de esquerda ou anti-imperialista em desprezar sujeitos do Sul Global só porque estes não se alinham com as narrativas ocidentais.</p>
<p>Se a malta seguisse fontes que não estão alinhadas com os interesses do Império, teria visto, como já mencionámos, dezenas de vídeos de carros destruídos ou incendiados por esses “manifestantes”, assim como de camiões dos bombeiros, supermercados, autocarros, lojas, clínicas, mesquitas, livrarias e até casas residenciais, além de espancamentos selvagens de polícias e civis. Se as imagens de mesquitas a arder poderão dar alguma satisfação a muita gente na esquerda e no anarquismo ocidental, é difícil dar sentido à destruição de carros das classes populares, de lojas de pequenos comerciantes, ou de camiões dos bombeiros. O que é certo é que esta não é, de todo, uma boa forma de conseguir apoio popular para um movimento dito “revolucionário” contra um “regime opressor”.</p>
<p>Será assim tão descabido que milhões de iranianos não queiram ver o seu país mergulhado numa instabilidade que seria aproveitada pelo Império para o desmantelar? O mesmo Império ocidental (&#8220;democrático&#8221; e &#8220;livre&#8221;) que mantém o mundo todo a ferro e fogo, que passou os últimos dois anos a perpetrar e normalizar o genocídio em Gaza, e que aprisiona quem faz frente à máquina de guerra?</p>
<p>Face a esta realidade, os exercícios teóricos abstraccionistas que proclamam “Nem Washington nem Ayatollahs” desmancham-se sozinhos. A realidade material e concreta mostra-nos que não existe uma terceira opção. </p>
<p>Como afirma a jornalista e escritora Caitlyn Johnstone, este tipo de posições só é possível se fingirmos «viver numa terra imaginária onde o governo iraniano podia ser derrubado sem beneficiar o império norte-americano».</p>
<p>&#8220;<em>Isso é uma fantasia. Não vivemos nesse tipo de mundo. Vivemos no mundo que realmente existe. (&#8230;)</p>
<p>Os ocidentais que torcem por uma mudança de regime no Irão estão a torcer pelo avanço da estrutura de poder sob a qual vivem, que por acaso é também o império mais poderoso que já existiu, que por acaso é também a estrutura de poder mais assassina e destrutiva da Terra.</em>&#8221;<br />
Caitlyn Johnstone, 11 de Janeiro de 2026</p>
<p>Este tipo de posições é útil para quem quer proclamar a sua pureza ideológica, mas o único impacto real que tem é contribuir para o coro ensurdecedor sobre o quão malvado é o Inimigo Número Um do Império a cada momento. Por muito que afirmem ser contra uma eventual intervenção militar norte-americana, contribuem para a demonização da vítima – o factor mais determinante para fabricar consentimento no seio do público ocidental para essa mesma intervenção “libertadora”.</p>
<p>Muitos dos que, durante a última década, se juntaram de viva voz ao coro sobre o “malvado do Assad” passaram o último ano em silêncio sobre os massacres numa Síria tomada por hordas de takfiris armadas pelo Império para libertar o povo sírio da sua “opressiva ditadura”. Num país onde outrora havia um estado laico e igualdade de género perante a lei, proliferam agora as burqas e a escravatura sexual, e a convivência pacífica entre diferentes etnias e religiões foi substituída por violência sectária e limpezas étnicas. Muitos dos arautos da “libertação” da Síria, que passaram anos a chamar “assadistas” a quem alertou para os perigos destas aventuras imperialistas, guardam um silêncio desinteressado agora que esses perigos se materializaram – enquanto atacam o próximo inimigo do Império.</p>
<p>É triste ver tanta gente que se diz de esquerda, anarquista, anti-imperialista e pró-Palestina a alinhar, mais uma vez, com as mesmas narrativas que se ouvem nas bocas de diásporas reaccionárias, de Lisboa a Montreal, de sionistas e de neoconservadores norte-americanos – por muito que, depois de papaguear a sua propaganda, lhes declarem publicamente oposição.</p>
<p>E isto é especialmente trágico nos meios pró-Palestina, que proclamam solidariedade para com as vítimas do genocídio, enquanto invisibilizam sistematicamente (quando não condenam) a resistência que as defende – e que agora se juntam ao coro contra o malvado Irão, o maior aliado da causa palestiniana. Nas palavras de Nizar Banat, uma importante figura da resistência na Cisjordânia, assassinado pela Autoridade Palestiniana em 2021:</p>
<p>&#8220;<em>Para aqueles (palestinianos) que desaprovam o Irão: quem vos deu os vossos rockets? Não aplaudem os rockets e torcem por eles em apoio à resistência? (&#8230;) Deviam ter vergonha!</p>
<p>Dizem que o Irão «explora a causa palestiniana para espalhar o xiismo». Se assim é, por que se sujeitaria a 42 anos de sanções? Várias centenas de milhões dos seus dólares foram confiscados e, mesmo assim, continua a tirar da comida do seu povo para apoiar e sustentar a resistência palestiniana. Não têm de o fazer. O Irão é o único país do mundo que tem uma cláusula permanente no seu orçamento, o orçamento do pão do povo iraniano, que se compromete a apoiar a revolução palestiniana, independentemente da sua orientação; seja a Fatah, a FPLP, os comunistas, qualquer um! (&#8230;)</p>
<p>O Irão é uma nação com dignidade e honra, e sabe claramente que a presença americana é o problema, que a presença israelita é o problema.</em>&#8221;</p>
<p>Mais uma vez, para quem ainda não percebeu: este apoio à resistência palestiniana e a outras forças na região é a principal razão para o Irão sofrer sanções, ameaças militares e tentativas de revolução coloridas aplaudidas pelos liberais e “progressistas” no Ocidente. Reparem que a República Islâmica do Irão (xiita) não é sectária: apoiam não só forças palestinianas islâmicas (como o Hamas e a Jihad Islâmica, sunitas) como também forças laicas e de esquerda (como a FPLP e a Fatah), tal como apoiaram a resistência sul-africana ao regime de apartheid e outras lutas anticoloniais. Mas o sectarismo começa a ferver nas veias dos activistas e militantes no Ocidente assim que vêem “islâmico” no nome de alguma coisa.</p>
<p>Na verdade, é pior que sectarismo. Nas palavras da Dra. Rahmeh Aladwan, que já foi detida 4 vezes pelo regime britânico por delito de opinião:</p>
<p>&#8220;<em>Fundamentalmente, não é da conta de ninguém como as nações árabes ou muçulmanas se governam. Opor-se à autonomia muçulmana nos seus próprios países é a antítese dos valores «democráticos» e «anti-imperialistas» que a esquerda ocidental afirma defender.</p>
<p>O liberalismo está a ser exposto pelo que realmente é: anti-religioso e autoritário, mas de uma forma dissimulada, cínica e ardilosa. A secularização do Ocidente não torna o seu modelo um mandato global.</em>&#8221;<br />
Dra. Rahmeh Aladwan</p>
<p>Afinal, porque é que não se vêem todos esses colectivos, jornais e influencers publicar textos inflamados contra o &#8220;regime&#8221; do Burkina Faso, outro país do Sul Global que resiste ao imperialismo ocidental e que facilmente encaixaria nesses rótulos de &#8220;ditadura autoritária&#8221; – e que, segundo essas lógicas, poderia colocar-se na categoria de sociedades onde &#8220;não há liberdade&#8221;? Será porque Ibrahim Traoré, apesar de ser um general que chegou ao poder através de um golpe de estado, não lidera um &#8220;regime&#8221; islâmico? Que ninguém lhes conte que Traoré é muçulmano!</p>
<p>Esta anti-religiosidade torna-se um tanto mais perversa após mais de dois anos do Holocausto dos nossos tempos, durante os quais as únicas forças que prestaram apoio real ao povo palestiniano foram, todas elas, islâmicas. Enquanto nós, deste lado, andámos a escrever artigos e comunicados, enviar postais, assinar petições e organizar manifestações e vigílias – ou, na melhor das hipóteses, a organizar Flotilhas em que os seus tripulantes estavam protegidos pelo estatuto de celebridade –, as forças do Eixo da Resistência pagaram a sua solidariedade com milhares de mártires dos quais nunca ninguém quis saber o nome, e cujo sofrimento nunca ninguém santificou.</p>
<p>Por cá, ninguém está disposto a correr os mesmos riscos que eles para materializar a solidariedade, mas há sempre uma horda de comentadores e activistas dos direitos humanos pronta para chamar “tiranos”, “fascistas” ou “terroristas” a quem enfrenta com os seus corpos, e não com meras palavras, os nazis dos nossos tempos.</p>
<p>É por estas e por outras que a esquerda e o anarquismo ocidental são olhados como são pelo Sul Global.</p>
<p>Após dois anos de barbárie completa e descontrolada – imposta não só sobre Gaza, mas sobre toda a Palestina, o Líbano, o Iémen e a Síria –, durante os quais o Império expôs a sua verdadeira natureza aos olhos do mundo inteiro, basta de andar aqui com paninhos quentes.</p>
<p>O genocídio em Gaza, e todas as suas ramificações, avançam livremente com a total cumplicidade das elites políticas, económicas e mediáticas ocidentais. Ao longo dos últimos dois anos, as massas ocidentais falharam em impor às suas elites quaisquer custos económicos significativos (através de greves ou outras formas de resistência material) ou eleitorais – tornando-nos a todos e todas cúmplices de toda esta barbárie que, se não é fascismo, não sabemos o que será.</p>
<p>Artigo completo: https://guilhotina.info/2026/01/27/liberdade-imperio-protestos-irao/</p>
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		<title>Portugal não deve legitimar AI-washing e escolasticídio na “EduAIcation 2026” em Jerusalém: apelo ao Ministério para recusar participação e às instituições educativas para manifestarem objeção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 11:56:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Discriminação]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra e Paz]]></category>
		<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[AltPT]]></category>
		<category><![CDATA[Indymedia]]></category>
		<category><![CDATA[Palestina]]></category>
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					<description><![CDATA[COMUNICADO DE IMPRENSA Lisboa, 29 de janeiro de 2026 Lisboa, 29 de janeiro de 2026 —&#160;A Plataforma Unitária de Solidariedade com a Palestina&#160;manifesta profunda preocupação perante notícias e sinais públicos de que Portugal poderá estar representado na conferência “EduAIcation 2026” (2–4 de fevereiro de 2026), organizada pelo Ministério da Educação de Israel em Jerusalém, e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>COMUNICADO DE IMPRENSA</strong></p>



<p>Lisboa, 29 de janeiro de 2026</p>



<p>Lisboa, 29 de janeiro de 2026 —&nbsp;A Plataforma Unitária de Solidariedade com a Palestina&nbsp;manifesta profunda preocupação perante notícias e sinais públicos de que Portugal poderá estar representado na conferência “EduAIcation 2026” (2–4 de fevereiro de 2026), organizada pelo Ministério da Educação de Israel em Jerusalém, e anunciada como culminando na assinatura de uma suposta “Declaração de Jerusalém” sobre Inteligência Artificial (IA) na educação, cujo texto permanece sem divulgação pública auditável.</p>



<p>A possível participação de Portugal é profundamente problemática por se tratar de um evento altamente contestado, rodeado de sinais de isolamento diplomático e de opacidade séria quanto ao seu conteúdo, legitimidade e grau real de adesão. A imprensa internacional, incluindo o jornal israelita Haaretz, tem noticiado uma recusa significativa de participação por parte de diversos homólogos e descreve o contexto do evento como um boicote diplomático em curso. Acresce que participar em fóruns deste tipo contribui para fabricar uma aparência de “normalidade” — para transformar crimes e violência estrutural em simples “contexto” e, por via protocolar, tornar aceitável o inaceitável — precisamente quando crescem, em múltiplos países e setores, iniciativas de recusa, objeção e boicote contra estas dinâmicas de normalização.</p>



<p>Esta possível participação seria ainda especialmente grave por ocorrer precisamente no cruzamento entre IA e educação. Num momento em que Israel mantém e intensifica a destruição sistemática de vidas e infraestruturas civis na Palestina — incluindo a devastação do sistema educativo em Gaza e a escalada de ataques, incursões e medidas de asfixia contra universidades e comunidades académicas palestinianas na Cisjordânia — a presença portuguesa neste evento seria politicamente inaceitável, eticamente insustentável e incompatível com o dever de respeito pelo Direito Internacional e pelos Direitos Humanos.&nbsp;</p>



<p>A conferência promove a IA como promessa de “futuro educativo”. Mas não existe “futuro educativo” credível quando a mesma infraestrutura tecnológica — dados, automatização, sistemas de decisão — é mobilizada para industrializar o massacre e transformar a vida humana em alvo estatístico. Investigações jornalísticas amplamente divulgadas, incluindo o trabalho do +972 Magazine/Local Call sobre o sistema “Lavender”, descrevem como Israel desenvolve e usa sistemas de IA para automatizar listas de alvos e acelerar operações com níveis alarmantes de falta de supervisão humana e consequências devastadoras para civis. O problema não é “a tecnologia” em abstrato: é a IA e é também a educação, quando se tenta separar “IA pedagógica” de “IA operacional” como se fossem mundos sem vasos comunicantes — quando, na realidade, partilham infraestruturas, parcerias, financiamento e a mesma narrativa de “eficiência” que pode servir tanto para personalizar aprendizagens como para otimizar a destruição.Não pode haver “ética da IA” num palco montado por um Estado que usa tecnologia para tornar o massacre mais rápido, mais eficiente e mais impune.</p>



<p>Em paralelo, a devastação do sistema educativo palestiniano não é um dano colateral neutro: é um padrão intencional. Em abril de 2024, peritos das Nações Unidas expressaram alarme perante a destruição sistemática de escolas, universidades, professores e estudantes em Gaza, levantando a questão de uma possível intenção de destruir de forma abrangente o sistema educativo palestiniano — prática descrita como escolasticídio. Neste contexto, uma cimeira que se apresenta como “ética” e “humanista” corre o risco de funcionar como “AI-washing”: um verniz civil e pedagógico para lavar a imagem de um Estado que está a cometer atrocidades em escala — e, ao mesmo tempo, um laboratório de legitimação simbólica de agendas tecnológicas que escapam ao escrutínio democrático.</p>



<p><strong>O que exigimos ao Ministério da Educação, Ciência e Inovação</strong></p>



<p>A Plataforma Unitária de Solidariedade com a Palestina&nbsp;apela ao Ministério para que:</p>



<ol start="1" class="wp-block-list">
<li>Esclareça publicamente, de forma imediata, se existe intenção de participação (ministerial, técnica ou institucional) na conferência “EduAIcation 2026” e em que moldes.</li>



<li>Recuse a participação e comunique essa decisão como posição política coerente com a defesa dos Direitos Humanos e do Direito Internacional.</li>



<li>Rejeite qualquer assinatura ou endosso de documentos não públicos e não auditáveis, tanto mais quando produzidos por um Estado sob acusação internacional de crimes graves.</li>



<li>Assuma um compromisso claro de que Portugal não participará em iniciativas que contribuam para a normalização e branqueamento de violência massiva, incluindo a destruição da educação palestiniana.</li>
</ol>



<p><strong>Apelo às instituições educativas, sindicatos, investigadores e estudantes</strong></p>



<p>Apelamos também a:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Escolas, agrupamentos, universidades, centros de investigação, e respetivas direções;</li>



<li>Sindicatos de professores e trabalhadores da educação;</li>



<li>Associações académicas e estudantis;</li>



<li>Investigadores e profissionais de tecnologias educativas e IA;</li>
</ul>



<p>para que expressem objeção formal à participação portuguesa: por carta, moções, comunicados, tomadas de posição públicas e pedidos de esclarecimento ao Ministério. O silêncio institucional também comunica — e, neste caso, comunica cumplicidade.</p>



<p>Portugal não pode participar numa encenação de “IA ética” que branqueia o genocídio e empresta legitimidade a um palco que ajuda fomentar violência, devastação e escolasticídio. A educação não é um cenário para fotografias diplomáticas: mas sim um compromisso com a dignidade humana.</p>



<p>Por uma Palestina Livre,</p>



<p>A Plataforma Unitária de Solidariedade com a Palestina (PUSP)</p>



<p><a href="https://www.instagram.com/plataformaunitaria.pal">https://www.instagram.com/plataformaunitaria.pal</a></p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
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		<title>Navio com pavilhão português suspeito de transportar material militar para Israel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Nov 2025 22:41:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guerra e Paz]]></category>
		<category><![CDATA[BDS]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Palestina]]></category>
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					<description><![CDATA[O MPPM tomou conhecimento de que o navio Holger G., com pavilhão português, estará a transportar material militar com destino a Israel. O Holger G. transportará 440 toneladas de material militar, incluindo 175 toneladas de projécteis de 155 mm, com destino às empresas israelitas Elbit Systems e IMI – Israel Military Industries. O navio Holger [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="clearfix text-formatted field field--name-body field--type-text-with-summary field--label-hidden field__item">
<p>O MPPM tomou conhecimento de que o navio Holger G., com pavilhão português, estará a transportar material militar com destino a Israel. O Holger G. transportará 440 toneladas de material militar, incluindo 175 toneladas de projécteis de 155 mm, com destino às empresas israelitas Elbit Systems e IMI – Israel Military Industries.</p>
<p>O navio Holger G. é propriedade da empresa alemã Reederei Gerdes, está registado no MAR &#8211; Registo Internacional de Navios da Madeira e tem o IMO 9995894. Partiu de Chennai, na Índia, e tem como próximo destino Port Said, no Egipto, onde deve chegar em 22 de Dezembro. Tem como destino final Haifa, Israel, com chegada prevista para 31 de Dezembro.</p>
<p>Jurisprudência internacional aceite diz que os Estados de bandeira devem exercer jurisdição e controlo sobre os seus navios, incluindo garantir o cumprimento das normas internacionais de direitos humanos e outras regras do direito internacional vinculativas para o Estado de bandeira.</p>
<p>Os Estados de bandeira são obrigados a impedir que os seus navios se envolvam em transferências de armas que possam contribuir para genocídio, crimes contra a humanidade ou outros crimes internacionais, de acordo com o UN Arms Trade Treaty (Tratado da ONU sobre Comércio de Armas).</p>
<p>As obrigações de diligência devida estendem-se às Convenções sobre Genocídio e Apartheid, obrigando os Estados de bandeira a impedir que os seus navios participem em crimes como genocídio ou apartheid.</p>
<p>Se um Estado de bandeira não responder a violações, especialmente quando tem conhecimento delas, pode ser considerado internacionalmente responsável por violar as suas obrigações de devida diligência ao abrigo da UNCLOS (Convenção das Nações Unidas sobre o Direito Marítimo) e do direito internacional em matéria de direitos humanos.</p>
<p>O MPPM reclama do governo português que, no cumprimento das suas obrigações, averigúe a carga transportada pelo navio Holger G. e proceda à imediata retirada da bandeira se se confirmar que a carga viola o direito internacional. Não é mais aceitável uma situação como a que envolveu o MV Kathrin, em Outubro de 2024, em que o governo português levou quase dois meses a agir depois de ter sido denunciado que o navio, com bandeira portuguesa, transportava material militar para Israel.</p>
<p>Também está na memória a forma irresponsável como o governo lidou com o trânsito, pela base das Lajes, dos aviões F-35 para Israel.</p>
<p>Cabe ainda recordar que o governo português reconheceu, recentemente, o Estado da Palestina. Em coerência, isso acarreta o compromisso de não pactuar com actividades que sustentem a agressão genocida de Israel contra os Palestinos.</p>
</div>
<div class="field field--name-dynamic-copy-fieldnode-data-de-entrada field--type-ds field--label-hidden field__item">Segunda, 10 de Novembro de 2025</div>
<div></div>
<div><a href="https://mppm-palestina.org/content/navio-com-pavilhao-portugues-suspeito-de-transportar-material-militar-para-israel">https://mppm-palestina.org/content/navio-com-pavilhao-portugues-suspeito-de-transportar-material-militar-para-israel</a></div>
<div></div>
<div></div>
<div>Tracker do Navio:</div>
<div><a href="https://www.vesselfinder.com/vessels/details/9995894">https://www.vesselfinder.com/vessels/details/9995894</a></div>
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		<title>Forças de Ocupação prenderam ativistas e agricultores Palestinos durante as colheitas de Azeitona</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Oct 2025 00:04:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Repressão]]></category>
		<category><![CDATA[endtheoccupation]]></category>
		<category><![CDATA[falastin]]></category>
		<category><![CDATA[MasaferYatta]]></category>
		<category><![CDATA[olive]]></category>
		<category><![CDATA[Olive 2025]]></category>
		<category><![CDATA[oliveharvest]]></category>
		<category><![CDATA[Palestina]]></category>
		<category><![CDATA[Palestine]]></category>
		<category><![CDATA[savemasaferyatta]]></category>
		<category><![CDATA[tulkarm]]></category>
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					<description><![CDATA[Forças de ocupação israelenses prendem 32 ativistas internacionais durante a campanha “Olive 2025” Hoje, forças de ocupação de israel prenderam 32 ativistas internacionais e locais enquanto ajudavam agricultores palestinos nas áreas de Huwara e Burin, ao sul de Nablus. As detenções vieram depois que as forças declararam as áreas uma “zona militar fechada”, e os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="message">
<p><strong>Forças de ocupação israelenses prendem 32 ativistas internacionais durante a campanha “Olive 2025”</strong></p>
<p>Hoje, forças de ocupação de israel prenderam 32 ativistas internacionais e locais enquanto ajudavam agricultores palestinos nas áreas de Huwara e Burin, ao sul de Nablus.</p>
<p>As detenções vieram depois que as forças declararam as áreas uma “zona militar fechada”, e os detidos foram levados para a delegacia de Ariel, localizada no assentamento Ariel construído em terras palestinas.</p>
<p><a href="https://www.instagram.com/p/DP3mlh9jgNx/">https://www.instagram.com/p/DP3mlh9jgNx/</a></p>
</div>
<p>Exército de ocupação israelita impediu os camponeses e ativistas solidários de acessar as terras agrícolas atirando latas de gás lacrimogêneo diretamente contra eles. Enquanto os palestinos e seus apoiadores estavam recuando, 15 colonos mascarados os atacaram.</p>
<p>Dois homens sofreram ferimentos leves, um na cabeça, e uma mulher sufocou devido a gás lacrimogêneo. Um autocarro foi danificado durante o ataque.</p>
<p>Além disso, 32 ativistas internacionais e locais foram presos durante a colheita em Burin.</p>
<p><a href="https://www.instagram.com/p/DP4uQyuEiHt/">https://www.instagram.com/p/DP4uQyuEiHt/</a></p>
<p>Ataque do Exército Zionista em Tuwani, <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/masaferyatta/">#MasaferYatta</a>, hoje, 16 de Outubro</p>
<p>Um homem acaba de ser raptado (detido) da casa onde acolheu ativistas.</p>
<p>Right now Israeli occupation forces are raiding my village of Tuwani in Masafer Yatta , they broke into my family house terrorized my family they kidnapped my father, we do not know anything about him , Israeli occupation soldiers still breaking into homes in my village. <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/savemasaferyatta/">#savemasaferyatta</a></p>
<p>Estórias da Palestina<br />
<a href="https://www.instagram.com/estoriasdapalestina/">https://www.instagram.com/estoriasdapalestina/</a></p>
<div class="message">
<article> </article>
</div>
<p><div style="width: 100px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-228221-1" width="100" height="500" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/AQOIylKOf32cusoGig2YigMqXE5Y1B1BTJCU5ziZaml0jLPHW-j1aMF1SzImARYvIGFnCz1x0tRufp9PeGfEoW7xiptaZ65wqMPABJQ.mp4?_=1" /><a href="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/AQOIylKOf32cusoGig2YigMqXE5Y1B1BTJCU5ziZaml0jLPHW-j1aMF1SzImARYvIGFnCz1x0tRufp9PeGfEoW7xiptaZ65wqMPABJQ.mp4">https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/AQOIylKOf32cusoGig2YigMqXE5Y1B1BTJCU5ziZaml0jLPHW-j1aMF1SzImARYvIGFnCz1x0tRufp9PeGfEoW7xiptaZ65wqMPABJQ.mp4</a></video></div></p>
<p class="_ap3a _aaco _aacu _aacx _aad7 _aade" dir="auto"><strong>Em Kufr Raee, perto de Jenin, soldados dispararam gás lacrimogéneo e colonos lançaram pedras a quem estava a tentar apanhar azeitonas. Vários feridos, zero azeitonas apanhadas.</strong></p>
<p><strong>As comunidades agrícolas palestinianas dependem da apanha para a sua subsistência e a ocupação torna a apanha num momento de violência extrema.</strong></p>
<p><strong>A apanha vai continuar!</strong></p>
<p><strong>Palestina livre!</strong><br />
<strong>✌️🫒🇵🇸</strong></p>
<p dir="auto"><a href="https://www.instagram.com/p/DP3mJ87EYbF/">https://www.instagram.com/p/DP3mJ87EYbF/</a></p>
<p class="_ap3a _aaco _aacu _aacx _aad7 _aade" dir="auto"><strong>Wednesday 15 October, Nazla al-Sharqiya, <a class="x1i10hfl xjbqb8w x1ejq31n x18oe1m7 x1sy0etr xstzfhl x972fbf x10w94by x1qhh985 x14e42zd x9f619 x1ypdohk xt0psk2 x3ct3a4 xdj266r x14z9mp xat24cr x1lziwak xexx8yu xyri2b x18d9i69 x1c1uobl x16tdsg8 x1hl2dhg xggy1nq x1a2a7pz  _aa9_ _a6hd" role="link" href="https://www.instagram.com/explore/tags/tulkarm/">#tulkarm</a> — at around 10.15am a large convoy of Palestinian men and women from across the West Bank, together with international activists gathered at a Palestinian olive grove to support the Zaytoun 2025 olive harvest campaign. </strong></p>
<p class="_ap3a _aaco _aacu _aacx _aad7 _aade" dir="auto">The grove has an illegal Israeli outpost, set up during the escalation of the Gaza genocide in 2023, right beside it. Israeli soldiers have been there everyday to prevent Palestinian farmers from harvesting their olives.</p>
<p>Before they could begin harvesting the Border Police fired multiple tear gas canisters from the top of the hill. Activists attempted to continue with the harvest, but the Israeli army callously fired tear gas into the grove and fly their drones overhead.</p>
<p>Two women were injured by the tear gas and had to be taken away by ambulances and hospitalised and multiple people had to be helped by members of the Palestinian Red Crescent.</p>
<p>The Israeli army remained on the hill above the olive grove, aggressively shouting and denying people their right to work their land.</p>
<p>Despite seeing that the tear gas was causing fires in the fields, the army continued to rain down tear gas on activists who were trying to put them out.</p>
<p>One Palestinian activist stated that the activists for Zaytoun 2025 are &#8220;like our flotilla&#8221; to break the occupation&#8217;s control over Palestine&#8217;s olives.</p>
<p><a class="x1i10hfl xjbqb8w x1ejq31n x18oe1m7 x1sy0etr xstzfhl x972fbf x10w94by x1qhh985 x14e42zd x9f619 x1ypdohk xt0psk2 x3ct3a4 xdj266r x14z9mp xat24cr x1lziwak xexx8yu xyri2b x18d9i69 x1c1uobl x16tdsg8 x1hl2dhg xggy1nq x1a2a7pz  _aa9_ _a6hd" role="link" href="https://www.instagram.com/explore/tags/palestine/">#palestine</a> <a class="x1i10hfl xjbqb8w x1ejq31n x18oe1m7 x1sy0etr xstzfhl x972fbf x10w94by x1qhh985 x14e42zd x9f619 x1ypdohk xt0psk2 x3ct3a4 xdj266r x14z9mp xat24cr x1lziwak xexx8yu xyri2b x18d9i69 x1c1uobl x16tdsg8 x1hl2dhg xggy1nq x1a2a7pz  _aa9_ _a6hd" role="link" href="https://www.instagram.com/explore/tags/falastin/">#falastin</a> <a class="x1i10hfl xjbqb8w x1ejq31n x18oe1m7 x1sy0etr xstzfhl x972fbf x10w94by x1qhh985 x14e42zd x9f619 x1ypdohk xt0psk2 x3ct3a4 xdj266r x14z9mp xat24cr x1lziwak xexx8yu xyri2b x18d9i69 x1c1uobl x16tdsg8 x1hl2dhg xggy1nq x1a2a7pz  _aa9_ _a6hd" role="link" href="https://www.instagram.com/explore/tags/olive/">#olive</a> <a class="x1i10hfl xjbqb8w x1ejq31n x18oe1m7 x1sy0etr xstzfhl x972fbf x10w94by x1qhh985 x14e42zd x9f619 x1ypdohk xt0psk2 x3ct3a4 xdj266r x14z9mp xat24cr x1lziwak xexx8yu xyri2b x18d9i69 x1c1uobl x16tdsg8 x1hl2dhg xggy1nq x1a2a7pz  _aa9_ _a6hd" role="link" href="https://www.instagram.com/explore/tags/oliveharvest/">#oliveharvest</a> <a class="x1i10hfl xjbqb8w x1ejq31n x18oe1m7 x1sy0etr xstzfhl x972fbf x10w94by x1qhh985 x14e42zd x9f619 x1ypdohk xt0psk2 x3ct3a4 xdj266r x14z9mp xat24cr x1lziwak xexx8yu xyri2b x18d9i69 x1c1uobl x16tdsg8 x1hl2dhg xggy1nq x1a2a7pz  _aa9_ _a6hd" role="link" href="https://www.instagram.com/explore/tags/endtheoccupation/">#endtheoccupation</a></p>
<p><a href="https://www.instagram.com/p/DP1eR0oiOTa/">https://www.instagram.com/p/DP1eR0oiOTa/</a></p>
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		<title>Petição pelo fim do trânsito de armas para Israel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Oct 2025 15:20:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guerra e Paz]]></category>
		<category><![CDATA[Palestina]]></category>
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					<description><![CDATA[Entrega de petição pelo fim do trânsito de armas para Israel No dia 7 de outubro, que coincidiu com 24 meses de destruição e massacres ininterruptos em Gaza, o Comité de Solidariedade com a Palestina entregou na Assembleia da República uma petição assinada por 3.207 pessoas exigindo que &#8220;Portugal deve impedir o trânsito de material [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="default-style">
<div><span data-darkreader-inline-color="" data-darkreader-inline-bgcolor="">Entrega de petição pelo fim do trânsito de armas para Israel</span></div>
<div></div>
<p><span data-darkreader-inline-color="" data-darkreader-inline-bgcolor="">No dia 7 de outubro, que coincidiu com 24 meses de destruição e massacres ininterruptos em Gaza, o Comité de Solidariedade com a Palestina entregou na Assembleia da República uma petição assinada por 3.207 pessoas exigindo que &#8220;</span><span data-darkreader-inline-color="" data-darkreader-inline-bgcolor="">Portugal deve impedir o trânsito de material militar para Israel</span><span data-darkreader-inline-color="" data-darkreader-inline-bgcolor="">&#8220;. Esta iniciativa partiu de uma campanha europeia para travar o trânsito de armas e material de uso militar para Israel no contexto do genocídio em curso na faixa de Gaza e do aceleramento da limpeza étnica na Cisjordânia ocupada. A petição poderá agora ser debatida em comissão parlamentar.</span></div>
<div class="default-style">
<span data-darkreader-inline-color="" data-darkreader-inline-bgcolor="">A Convenção Internacional para a Prevenção e Punição do Crime de Genocídio, o Tratado sobre o Comércio de Armas e a Posição Comum do Conselho Europeu, acordos de que Portugal é signatário, </span><a href="https://www.somo.nl/wp-content/uploads/2024/06/Obligations-of-Third-States-and-Corporations-to-Prevent-and-Punish-Genocide-in-Gaza-3.pdf" target="_blank" rel="noopener"><span data-darkreader-inline-color="" data-darkreader-inline-bgcolor="">proíbem</span></a><span data-darkreader-inline-color="" data-darkreader-inline-bgcolor=""> a entrega de armas a Israel. Para além disso, o </span><a href="https://news.un.org/en/story/2024/04/1148261" target="_blank" rel="noopener"><span data-darkreader-inline-color="" data-darkreader-inline-bgcolor="">Conselho dos Direitos Humanos</span></a><span data-darkreader-inline-color="" data-darkreader-inline-bgcolor=""> das Nações Unidas apelou a um embargo militar a Israel em abril de 2024 e, pouco depois, a Assembleia Geral da ONU aprovou uma resolução que apelava, entre outras sanções, ao fim das transferências militares para Israel.</span></div>
<div class="default-style"></div>
<div class="default-style"><span data-darkreader-inline-color="" data-darkreader-inline-bgcolor="">Apesar de o governo português ter declarado por várias vezes que estava a cumprir estas decisões internacionais, veio a saber-se, muito recentemente, que três caças militares F35 provenientes dos Estados Unidos e com destino a Israel foram autorizados a fazer escala na Base das Lajes em abril deste ano. Já antes, em outubro de 2024, o governo tinha sido obrigado, pela pressão do movimento de solidariedade com a Palestina, a retirar o pavilhão português ao </span><a href="https://www.amnistia.pt/impedir-o-navio-mv-kathrin-de-entregar-explosivos-a-israel/" target="_blank" rel="noopener"><span data-darkreader-inline-color="" data-darkreader-inline-bgcolor="">navio Kathrin</span></a><span data-darkreader-inline-color="" data-darkreader-inline-bgcolor=""> que transportava material explosivo para a máquina de guerra israelita. Não obstante, os mesmos governantes permitiram que o </span><a href="https://www.amnistia.pt/navios-envolvidos-na-transferencia-de-armas-para-israel-ai-pede-esclarecimentos/" target="_blank" rel="noopener"><span data-darkreader-inline-color="" data-darkreader-inline-bgcolor="">navio da companhia Maersk</span></a><span data-darkreader-inline-color="" data-darkreader-inline-bgcolor=""> atracasse no porto de Lisboa depois de ter sido recusado nos portos espanhóis por suspeita de estar envolvido no transporte de armas para Israel.</span></div>
<div class="default-style"></div>
<div class="default-style"><span data-darkreader-inline-color="" data-darkreader-inline-bgcolor="">Portugal deve, de uma vez por todas, cumprir com as suas obrigações legais e acabar com a cumplicidade no genocídio israelita. O embargo militar é para cumprir em todas as suas formas, incluindo a do trânsito pelo território português de qualquer material para uso militar.</span></p>
<div></div>
</div>
<div class="default-style"></div>
<div class="default-style">
<div><a href="https://bdsportugal.org/comunicado-a-imprensa/" target="_blank" rel="noopener">https://bdsportugal.org/comunicado-a-imprensa/</a></div>
<div>
Mais informação sobre o embargo militar a Israel: <a href="https://bdsportugal.org/portugal-compra-armento-israelita/" target="_blank" rel="noopener">https://bdsportugal.org/portugal-compra-armento-israelita/</a></div>
<div></div>
</div>
<div>Comité de Solidariedade com a Palestina &#8211; BDS-Portugal:</div>
<div>
https://bdsportugal.org/<br />
palestinavence.blogs.sapo.pt</div>
<div></div>
<div>PT: Os caças F-35 são essenciais para que o Israel do apartheid possa levar a cabo o seu genocídio contra os 2,3 milhões de palestinianos em Gaza. O BNC apela aos movimentos de base e às pessoas de consciência em todo o mundo para intensificarem a pressão — incluindo ações não violentas de perturbação — contra os Estados, empresas e instituições cúmplices no programa F-35, aderindo à Semana de Ação contra os F-35, de 13 a 18 de outubro.</p>
<p>EN: F-35 fighter jets are crucial for apartheid Israel to carry out its genocide against the 2.3 million Palestinians in Gaza. The BNC calls on grassroots movements and people of conscience across the globe to escalate pressure, including nonviolent disruptive actions, against states, companies, and institutions complicit in the F-35 program by joining the Week of Action against F-35 from 13-18 October.</p>
<p>via @bds.movement<br />
<a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/disruptcomplicity/">#DisruptComplicity</a></div>
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		<title>Relatos da Apanha da Azeitona na Palestina Ocupada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Oct 2025 11:56:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Repressão]]></category>
		<category><![CDATA[Azeitona]]></category>
		<category><![CDATA[Palestina]]></category>
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					<description><![CDATA[Um grupo de Jornalistas portgueses tem estado nos últimos dias a apoiar a apanha da azeitona nos territórios Palestinos ocupados da cisjordânia, juntamente com cerca de 25 ativistas internacionais. A página com os relatos diários da Cisjordânia Ocupada pode ser seguida no instagram na página &#8220;Estórias da Palestina&#8221;: @estoriasdapalestina Aqui ficam os relatos dos últimos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Um grupo de Jornalistas portgueses tem estado nos últimos dias a apoiar a apanha da azeitona nos territórios Palestinos ocupados da cisjordânia, juntamente com cerca de 25 ativistas internacionais. A página com os relatos diários da Cisjordânia Ocupada pode ser seguida no instagram na página &#8220;Estórias da Palestina&#8221;: <a href="https://www.instagram.com/estoriasdapalestina/">@estoriasdapalestina</a></p>



<p>Aqui ficam os relatos dos últimos três dias, sendo que haverá mais atualizações diárias na página <a href="https://www.instagram.com/estoriasdapalestina/">@estoriasdapalestina</a></p>



<p><strong>3° dia da apanha da azeitona, em Idna. (12/10)</strong></p>



<p>Os colonos e o exército assediaram e agrediram pessoas, mas não houve feridos. Infelizmente, não conseguimos apanhar quase azeitonas nenhumas. Um ótimo exemplo das ações dos &#8220;civis israelitas&#8221;. Amanhã voltamos à apanha! Palestina livre ✌️🫒🇵🇸</p>



<p>«Mais um ataque hoje, agora na apanha da azeitona de Idna. Cerca de uma dúzia de soldados e colonos (alguns usando roupas militares) assediaram pessoas palestinianas, militantes do movimento de solidariedade internacional e jornalistas no início apanha da azeitona. Quando um grupo de cerca de 200 pessoas chegou ao olival, já os esperavam, prontos para os mandar em embora. Ninguém precisou de assistente médica, mas a apanha foi interrompida.»</p>



<p>via: <a href="https://www.instagram.com/p/DPuU7hlADQ7/">https://www.instagram.com/p/DPuU7hlADQ7/</a></p>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="1066" height="711" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/561923538_18310929460219715_1628229144962238563_n.jpg" alt="561923538_18310929460219715_1628229144962238563_n" class="wp-image-228024" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/561923538_18310929460219715_1628229144962238563_n.jpg 1066w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/561923538_18310929460219715_1628229144962238563_n-300x200.jpg 300w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/561923538_18310929460219715_1628229144962238563_n-1024x683.jpg 1024w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/561923538_18310929460219715_1628229144962238563_n-150x100.jpg 150w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/561923538_18310929460219715_1628229144962238563_n-768x512.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1066px) 100vw, 1066px" /></figure>



<p></p>



<div class="desc">Imagem: «Soldiers and settlers (some of them armed and wearing military clothes) harass the olive harvest in Idna, Palestine.»<br>via: <a href="https://instagram.com/p/DPuHqMdDG5e/">https://instagram.com/p/DPuHqMdDG5e/</a></div>



<p><strong>2º dia da apanha da azeitona em Beita, Cisjordânia. (11/10)</strong></p>



<p>Hoje houve menos incidentes, mas ainda assim houve dois feridos por gás lacrimogéneo (já recuperados). Apesar disso, muita alegria, risos, cantigas e trabalho. Mais de 400kg de azeitonas apanhadas (só no grupo em que estava). Amanhã há mais, a apanha continua! Palestina livre ✌️🇵🇸🫒</p>



<p><a href="https://www.instagram.com/p/DPrp7xrgAIv">https://www.instagram.com/p/DPrp7xrgAIv</a></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="423" height="523" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/Screenshot-2025-10-13-at-13-06-13-1-Instagram.png" alt="" class="wp-image-228030" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/Screenshot-2025-10-13-at-13-06-13-1-Instagram.png 423w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/Screenshot-2025-10-13-at-13-06-13-1-Instagram-243x300.png 243w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/Screenshot-2025-10-13-at-13-06-13-1-Instagram-121x150.png 121w" sizes="auto, (max-width: 423px) 100vw, 423px" /></figure>



<p>Imagem: soldados atiram gás lacrimogénio contra o grupo que está a apanhar azeitonas</p>



<p><strong>1º dia da apanha da azeitona (10/10)</strong></p>



<p>Hoje foi o primeiro dia da apanha da azeitona. Cerca de 25 ativistas internacionais/judeus antissionistas e dezenas de palestinianos juntaram-se para apanhar azeitonas perto da vila de Beita.</p>



<p>A violência dos colonos na Cisjordânia está a escalar muito, por isso não foi surpresa quando começou. Primeiro, cerca de 10 colonos adolescentes chegaram para assediar os palestinianos &#8211; o exército sionista protegeu-os. Quando os palestinianos tentaram continuar a apanha, os soldados dispararam gás lacrimogéneo, ferindo várias pessoas &#8211; incluindo um jornalista, atingido à queima roupa por uma cápsula de gás. Enquanto carregava o jornalista para a ambulância, os soldados disparam gás na direção da ambulância.</p>



<p>Depois disso, descemos para outra zona e continuámos a apanha. O clima parecia mais calmo, as pessoas distribuíam café e comida e conversavam enquanto o trabalho seguia. Infelizmente, durou pouco.</p>



<p>Os soldados voltaram para dizer que n podíamos estar ali. Aceitámos a decisão, resignadamente, e começámos a descer para um campo onde supostamente poderíamos estar e continuar a apanha.</p>



<p>Nesse momento, alguns palestinianos soaram o alarme &#8211; um grupo de colonos de cara tapada estava a atacar palestinianos na colina ao lado. À medida q corremos nessa direção para ajudar, os colonos incendeiam um jeep. Tentamos apagar, mas o exército dispara gás lacrimogéneo e balas. Os palestinianos resistem, como podem, mas mais e mais pessoas vão ficando feridas. Os colonos continuam a atear fogos pela montanha. Sem hipótese contra um inimigo muito mais armado, abandonamos os campos, com uma parte das azeitonas q conseguimos colher. Uma ativista fica para trás e acaba por ser agredida pelos colonos (já está em segurança).</p>



<p>Apesar da enorme violência e do trauma a que os palestinianos estão sujeitos, não baixam os braços. A apanha da azeitona vai continuar já amanhã, porque quem vive sob ocupação não tem o privilégio de esperar que a violência acalme &#8211; porque ela não acalma.</p>



<p>A apanha ainda vai no início e a presença de internacionais nunca foi tão importante. Deixo nas stories um contacto para quem se quiser juntar em solidariedade.</p>



<p>Palestina Livre ✌️ 🇵🇸</p>



<p>via:&nbsp; <a href="https://www.instagram.com/p/DPoaOr8DJTL/">https://www.instagram.com/p/DPoaOr8DJTL/</a></p>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="965" height="1280" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/photo_2025-10-13_12-49-29.jpg" alt="photo_2025-10-13_12-49-29" class="wp-image-228025" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/photo_2025-10-13_12-49-29.jpg 965w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/photo_2025-10-13_12-49-29-226x300.jpg 226w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/photo_2025-10-13_12-49-29-772x1024.jpg 772w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/photo_2025-10-13_12-49-29-113x150.jpg 113w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/photo_2025-10-13_12-49-29-768x1019.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 965px) 100vw, 965px" /></figure>



<p></p>



<p>Imagem: «Hoje, colonos e soldados atacaram pessoas palestinianas e militantes de solidariedade internacional que estavam a apanhar azeitona em Beita, Palestina. Pelo menos seis pessoas precisaram de assistência médica por terem sido atacadas por soldados e colonos, e carros foram incendiados.»</p>



<p>via: <a href="https://www.instagram.com/p/DPoX16NjOhS/">https://www.instagram.com/p/DPoX16NjOhS/</a></p>



<p>***</p>



<p>Acompanha tudo em <a href="https://www.instagram.com/estoriasdapalestina/">https://www.instagram.com/estoriasdapalestina/</a></p>



<p>&nbsp;</p>
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		<title>Libertação imediata do camarada preso na manifestação pela Palestina! Lutar não é um crime!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Oct 2025 21:57:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Repressão]]></category>
		<category><![CDATA[Palestina]]></category>
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					<description><![CDATA[Libertação imediata do camarada preso! Lutar não é um crime ! A PSP realizou a detenção de um ativista na manifestação em solidariedade com o povo palestiniano, pelo fim do Genocídio cometido por Israel, em São Sebastião neste final de tarde. A polícia agiu violentamente, agredindo manifestantes, enquanto procedia à detenção, mostrando que mais uma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Libertação imediata do camarada preso! Lutar não é um crime !</p>
<p>A PSP realizou a detenção de um ativista na manifestação em solidariedade com o povo palestiniano, pelo fim do Genocídio cometido por Israel, em São Sebastião neste final de tarde.</p>
<p>A polícia agiu violentamente, agredindo manifestantes, enquanto procedia à detenção, mostrando que mais uma vez o estado português prefere estar do lado do genocídio atacando quem defende o direito do povo palestiniano à existência.</p>
<p>Lutar contra o genocídio não é um crime mas sim uma obrigação!</p>
<p>Exigimos a libertação imediata do companheiro detido!</p>
<p>Palestina Livre!</p>
<p>@occupyforgaza_pt<br />
@litqi.oficial<br />
@lit.ci</p>
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		<item>
		<title>PPS: a prisão israelita de Negev é um campo de tortura contra prisioneiros palestinos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Oct 2025 01:33:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Repressão]]></category>
		<category><![CDATA[Palestina]]></category>
		<category><![CDATA[Prisão]]></category>
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					<description><![CDATA[GAZA, (PIC) A Palestinian Prisioner Society (PPS) disse que a prisão de Negev de Israel, onde as forças de ocupação israelenses (IOF) estão segurando ativistas da “Global Sumud Flotilla”, tornou-se um local notório de tortura sistemática e abuso contra os detidos palestinos. A Sociedade explicou que a prisão de Negev detém milhares de prisioneiros palestinos, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>GAZA, (PIC)</p>
<p>A Palestinian Prisioner Society (PPS) disse que a prisão de Negev de Israel, onde as forças de ocupação israelenses (IOF) estão segurando ativistas da “Global Sumud Flotilla”, tornou-se um local notório de tortura sistemática e abuso contra os detidos palestinos.</p>
<p>A Sociedade explicou que a prisão de Negev detém milhares de prisioneiros palestinos, incluindo os detidos de Gaza. Vários prisioneiros foram martirizados lá desde o início do genocídio em curso de Israel, entre eles Thaer Abu Asab, que foi espancado até a morte por unidades de supressão do IOF.</p>
<p>GAZA, (PIC) &#8211; 4 de Outubro<br />
De acordo com o PPS, os últimos vídeos lançados pelo ministro de segurança nacional de Israel, Itamar Ben-Gvir, não foram os primeiros de sua espécie. Em gravações anteriores, Ben-Gvir foi visto agredindo verbalmente prisioneiros palestinos, chamando-os de “animais”, ameaçando matá-los, e se gabando de políticas de humilhação e abuso. O mau tratamento dos ativistas de flotilha, disse a Sociedade, é uma continuação desta mesma política de desumanização e violência.</p>
<p>A PPS condenou o ataque de Israel aos participantes da “Filtilha de Sumud Global” e sua detenção contínua em uma das prisões mais duras de Israel. Também denuncia o discurso de ódio lançado por Ben-Gvir, que rotulou os ativistas internacionais “terroristas”.</p>
<p>O grupo de direitos enfatizou que o sistema prisional de Israel há muito tempo violou todos os direitos humanos internacionais e padrões legais, transformando prisões e campos de detenção em espaços de genocídio de lenta emoção através de tortura sistemática, fome e negligência ao longo dos últimos dois anos.</p>
<p>Conhecida historicamente como “Ansar 3”, a prisão de Negev foi estabelecida pelas autoridades de ocupação israelenses em 1988 após o surto da Primeira Intifada. Milhares de palestinos foram detidos lá desde então, e muitos morreram como resultado de tortura e negligência médica.</p>
<p>O PPS elogiou os ativistas da “Global Sumud Flotilla” por levar uma mensagem humanitária ao mundo em um momento em que a comunidade internacional permanece cúmplice e silenciosa diante do genocídio contínuo de Israel contra o povo palestino.</p>


<p><a href="https://english.palinfo.com/news/2025/10/04/349087">https://english.palinfo.com/news/2025/10/04/349087</a></p>
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		<title>Colonos sionistas lançam ataques generalizados em toda a Cisjordânia Ocupada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Oct 2025 01:29:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Repressão]]></category>
		<category><![CDATA[Colonização]]></category>
		<category><![CDATA[Palestina]]></category>
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					<description><![CDATA[WEST BANK, (PIC) &#8211; 5/10/2025 Os colonos judeus realizaram extensos assaltos aos cidadãos palestinos, suas terras e propriedades em várias áreas da Cisjordânia, sob a proteção das forças de ocupação israelenses no domingo. Em Ramallah, um grupo de colonos cortou árvores em terras de propriedade palestina na área de Marj Si entre as aldeias de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>WEST BANK, (PIC) &#8211; 5/10/2025<br />
Os colonos judeus realizaram extensos assaltos aos cidadãos palestinos, suas terras e propriedades em várias áreas da Cisjordânia, sob a proteção das forças de ocupação israelenses no domingo.</p>
<p>Em Ramallah, um grupo de colonos cortou árvores em terras de propriedade palestina na área de Marj Si entre as aldeias de Abu Falah e Turmus Ayya, nordeste da cidade.</p>
<p>A organização Al-Baydar informou que o ataque visava áreas agrícolas detidas por moradores de ambas as aldeias como parte da escalada em curso, visando pressionar os moradores e impor novas realidades no chão.</p>
<p>Os colonos, acompanhados por soldados israelenses, também bloquearam agricultores e proprietários de terras da colheita de azeitonas na aldeia de Rantis, a oeste de Ramallah, negando-lhes o acesso à área de Al-Teen Al-Shami sem licenças especiais de entrada.</p>
<p>Um colonizador residente em um posto ilegal entre Rantis e Deir Ballut cortou oliveiras pertencentes ao cidadão Rami Mohammed Khalaf e demolido uma estrutura de sombra de propriedade de Anas Abed de Rantis.</p>
<p>Em Um Safa, ao norte de Ramallah, os colonos destruíram tanques de água e roubaram pertences de uma quinta de propriedade do cidadão Basheer Abu Mohammed.</p>
<p>Em Jenin, as forças israelenses e colonos expulsaram moradores de Khirbet Masoud de sua terra a oeste da cidade, alegando que estava muito perto de uma estrada de colonização e impor uma zona de exclusão de 100 metros.</p>
<p>Outro grupo de colonos levou as suas ovelhas através de áreas residenciais na comunidade al-Auja cachoeira perto de Jericho.</p>
<p>Em Qalqilya, os colonos destruíram 50 oliveiras na parte norte de Kafr Qaddum.</p>
<p>Em Nablus, colonos armados invadiram terras nas cidades de Deir Sharaf e Al-Naqoura, a oeste da cidade.</p>
<p>Os colonos também roubaram colheitas de oliveiras de terras em Wadi Al-Rababa em Silwan, em Jerusalém ocupada. Enquanto isso, as forças israelenses impediram os proprietários de terras de entrar na área e as agrediram.</p>
<p>Violações e crimes de colonos judeus contra palestinos na Cisjordânia aumentaram exponenciamente desde 7 de outubro de 2023, e continuaram ao longo de 2024 e em 2025. A ONU e as organizações de direitos humanos, como B’Tselem, relatam que esses ataques levaram a baixas, deslocamentos em massa e danos materiais.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" width="560" height="400" class="alignnone size-full wp-image-227907" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/692079496.jpg" alt="692079496" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/692079496.jpg 560w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/692079496-300x214.jpg 300w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/692079496-150x107.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 560px) 100vw, 560px" /></p>
<p><a href="https://english.palinfo.com/news/2025/10/05/349164/">https://english.palinfo.com/news/2025/10/05/349164/</a></p>
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		<title>Estação do Rossio em Lisboa ocupada em Protesto pela Palestina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Oct 2025 07:12:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Palestina]]></category>
		<category><![CDATA[Rossio]]></category>
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					<description><![CDATA[A estação de comboios do Rossio em Lisboa foi ocupada durante o protesto de ontem, 4 de Outubro, por centenas de pessoas, no seguimento de uma marcha no centro da cidade, com mais de três mil pessoas. &#8220;A concentração realizou-se na Praça Martim Moniz, em Lisboa, para desfilarem na manifestação pela libertação dos quatro cidadãos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A estação de comboios do Rossio em Lisboa foi ocupada durante o protesto de ontem, 4 de Outubro, por centenas de pessoas, no seguimento de uma marcha no centro da cidade, com mais de três mil pessoas.</p>



<p>&#8220;A concentração realizou-se na Praça Martim Moniz, em Lisboa, para desfilarem na manifestação pela libertação dos <a href="https://www.publico.pt/2025/10/04/mundo/noticia/flotilha-activistas-italianos-turcos-regressam-paises-origem-2149607">quatro cidadãos portugueses</a> que participaram na flotilha humanitária <a href="https://globalsumudflotilla.org/" target="_blank" rel="noopener">Global Sumud</a>.&#8221;</p>



<p>&#8220;Por volta das 18h20, os manifestantes começaram a dirigir-se para a estação apesar de já não terem, neste local, autorização para a realizar e sentaram-se no chão.&#8221;</p>



<p>Os manifestantes ocuparam a estação de comboios do rossio durante a tarde, tendo sido depois cercados e desmobilizados por um forte dispositivo policial.</p>



<p>Um manifestante foi atirado ao chão por um agente da PSP, para evitar que forçasse a entrada nos terminais de comboio.</p>



<p>A polícia mobilizou Equipas de Intervenção Rápida (Polícia de choque) e o Corpo de Intervenção na Unidade Especial de Polícia, com mais de seis carrinhas e elementos fortemente armados.</p>



<p>«❤️‍🔥 Depois de milhares marcharem pela baixa e discursarem no Rossio, centenas de pessoas começaram a cantar “Ocupa, Bloqueia, pela Palestina” e marcharam até à estação de comboios do Rossio, ocupando e bloqueando-a durante 1 hora. 🗣️ Fim ao genocídio, fim a todos os ataques contra a vida, fim ao fóssil.&nbsp;&nbsp;🫂Um dos manifestantes magoou-se, teve o cuidado e apoio das pessoas presentes. ✊Não há justiça climática sem palestina livre, nenhum povo estará livre sem justiça climática.» &#8211;&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/p/DPZofsHjmcc/">https://www.instagram.com/p/DPZofsHjmcc/</a></p>



<p>Videos &#8211;&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/p/DPZjCzFjK4L/">@lefthandrotation.colectivo no Instagram:</a></p>



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<p># Grupo de manifestantes pró-Palestina bloqueia comboios na estação do Rossio<br>«Porém o grupo acabaria, provavelmente atendendo à barragem policial nos Restauradores, por seguir pela Rua 1º de Dezembro e depois para o Rossio. A brigada de intervenção da Polícia de Segurança Pública (PSP) esteve na estação, mas os ativistas abandonaram o local logo após o ferido ter sido retirado pelos socorristas. A manifestação propriamente dita, que saiu do Martim Moniz depois das três horas e percorreu a Baixa na direção do Rossio, juntando milhares de pessoas, foi completamente pacífica e já tinha desmobilizado quando pouco antes das seis ocorreu a tentativa de bloqueio da estação do Rossio.»<br><a href="https://www.dn.pt/sociedade/grupo-de-manifestantes-pr-palestina-bloqueia-comboios-na-estao-do-rossio">https://www.dn.pt/sociedade/grupo-de-manifestantes-pr-palestina-bloqueia-comboios-na-estao-do-rossio</a></p>



<p>Video: @<a href="https://instagram.com/p/DPZ-zSsCMZP/">palestinaemportugues</a> via <a href="https://instagram.com/middleeasteye/">@middleeasteye</a></p>



<p>EN: Thousands of protesters filled the streets of Lisbon this weekend in a large-scale demonstration of solidarity with the Freedom Flotilla, which had set sail in an attempt to break the blockade of Gaza but was intercepted by Israel. Marchers carried Palestinian flags, banners, and placards calling for an immediate end to the genocide and the decades-long occupation. Organisers said the action in Lisbon was part of a wave of international protests demanding stronger global pressure to stop the violence, lift the siege, and allow humanitarian aid to reach civilians in Gaza.</p>



<p class="title"># Manifestantes barricados em comboios na estação do Rossio: polícia de choque e ambulância no local<br><a href="https://expresso.pt/sociedade/2025-10-04-manifestantes-barricados-em-comboios-na-estacao-do-rossio-policia-de-choque-e-ambulancia-no-local-7a63a554">https://expresso.pt/sociedade/2025-10-04-manifestantes-barricados-em-comboios-na-estacao-do-rossio-policia-de-choque-e-ambulancia-no-local-7a63a554</a></p>



<p># Manifestação pró-palestina continuou após invasão de estação do Rossio. Há um ferido grave<br><a href="https://www.publico.pt/2025/10/04/sociedade/noticia/centenas-reclamam-lisboa-libertacao-portugueses-flotilha-2149638">https://www.publico.pt/2025/10/04/sociedade/noticia/centenas-reclamam-lisboa-libertacao-portugueses-flotilha-2149638</a></p>



<p class="title"># Polícia de choque desmobiliza manifestantes por Gaza na estação do Rossio em Lisboa. Ambiente foi de tensão na principal estação de comboios da capital portuguesa. Dezenas de manifestantes de apoio a Gaza tomaram a estação.<br><a href="https://sicnoticias.pt/pais/2025-10-04-video-policia-de-choque-desmobiliza-manifestantes-por-gaza-na-estacao-do-rossio-em-lisboa-3c034d62">https://sicnoticias.pt/pais/2025-10-04-video-policia-de-choque-desmobiliza-manifestantes-por-gaza-na-estacao-do-rossio-em-lisboa-3c034d62</a></p>



<p># Manifestantes por Gaza tomam estação do Rossio, polícia de choque no local<br>«&#8221;Israel é um estado assassino, viva a luta do povo palestiniano&#8221;, ouve-se em uníssono na Estação do Rossio, juntamente com palmas e assobios ao som de tambores, assim como a palavra de ordem &#8220;o povo unido jamais será vencido&#8221;. Em resultado da manifestação, a SIC verificou alguns danos materiais no local, como vidros partidos na zona onde os manifestantes forçaram entrada e uma parede pichada com a palavras &#8220;Free Palestine&#8221;.</p>



<p>Sobre a manifestação na estação, a PSP indica que &#8220;através de Equipas de Intervenção Rápida do Comando Metropolitano de Lisboa e do Corpo de Intervenção na Unidade Especial de Polícia acompanhou e monitorizou a ação de contestação social desde o início e interveio no interior da Estação do Rossio para retirar os manifestantes que entraram naquela zona, impedindo o a circulação ferroviária, tendo resolvido esse incidente&#8221;.»<br><a href="https://sapo.pt/artigo/policia-de-choque-na-estacao-do-rossio-manifestantes-barricados-em-comboios-68e159b59120ad574cd2ed0e">https://sapo.pt/artigo/policia-de-choque-na-estacao-do-rossio-manifestantes-barricados-em-comboios-68e159b59120ad574cd2ed0e</a></p>
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		<title>O Porto também se juntou à mobilização internacional em defesa da Palestina e da flotilha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Oct 2025 10:38:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[activism]]></category>
		<category><![CDATA[colonialism]]></category>
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					<description><![CDATA[@ativismoemfoco no Instagram: «O Porto também se juntou à mobilização internacional em defesa da Palestina e da flotilha e seus membros sequestrados pelo Estado terrorista e genocida de Israel. Perante a cumplicidade do governo português com Israel e mais um dos seus múltiplos crimes, mhares de pessoas se manifestaram e praticaram desobediência civil, bloqueando várias [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>@<a href="https://www.instagram.com/ativismo.em.foco/">ativismoemfoco</a> no Instagram:</p>



<p>«O Porto também se juntou à mobilização internacional em defesa da Palestina e da flotilha e seus membros sequestrados pelo Estado terrorista e genocida de Israel.</p>



<p>Perante a cumplicidade do governo português com Israel e mais um dos seus múltiplos crimes, mhares de pessoas se manifestaram e praticaram desobediência civil, bloqueando várias ruas durante horas e também a linha amarela do metro. Seguranças do Metro do Porto e agentes policiais agrediram diversas pessoas. Eu fui ameaçado duas vezes por um segurança por fotografar.»<br><a href="https://www.instagram.com/ativismo.em.foco/">https://www.instagram.com/ativismo.em.foco/</a></p>



<p>&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="720" height="720" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/558103347_18525104692054431_8468759603753216147_n.jpeg" alt="558103347_18525104692054431_8468759603753216147_n" class="wp-image-227815" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/558103347_18525104692054431_8468759603753216147_n.jpeg 720w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/558103347_18525104692054431_8468759603753216147_n-300x300.jpeg 300w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/558103347_18525104692054431_8468759603753216147_n-150x150.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /></figure>



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<p></p>



<p>&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="720" height="720" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/560501325_18525108844054431_3804234894921066695_n.jpeg" alt="560501325_18525108844054431_3804234894921066695_n" class="wp-image-227824" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/560501325_18525108844054431_3804234894921066695_n.jpeg 720w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/560501325_18525108844054431_3804234894921066695_n-300x300.jpeg 300w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/560501325_18525108844054431_3804234894921066695_n-150x150.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /></figure>



<p></p>



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<p></p>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="720" height="720" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/558481983_18525108820054431_4782145352457560171_n.jpeg" alt="558481983_18525108820054431_4782145352457560171_n" class="wp-image-227822" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/558481983_18525108820054431_4782145352457560171_n.jpeg 720w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/558481983_18525108820054431_4782145352457560171_n-300x300.jpeg 300w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/10/558481983_18525108820054431_4782145352457560171_n-150x150.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /></figure>



<p></p>



<p>&nbsp;</p>



<p><a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/palestina/">#palestina</a> <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/palestinalivre/">#palestinalivre</a> <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/palestinewillbefree/">#palestinewillbefree</a><br><a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/freepalestine/">#freepalestine</a> <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/israelterroriststate/">#israelterroriststate</a> <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/genocide/">#genocide</a> <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/genocideingaza/">#genocideingaza</a> <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/flotilla/">#flotilla</a> <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/portugal/">#portugal</a> <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/porto/">#porto</a> <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/fromtherivertothesea/">#fromtherivertothesea</a> <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/palestine/">#palestine</a> <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/photojournalism/">#photojournalism</a> <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/thephotosociety/">#thephotosociety</a> <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/photoactivism/">#photoactivism</a> <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/activism/">#activism</a> <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/photoreportage/">#photoreportage</a> <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/fotojornalismo/">#fotojornalismo</a> <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/fotografiaderua/">#fotografiaderua</a> <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/socialactivism/">#socialactivism</a> <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/freegaza/">#freegaza</a> <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/gaza/">#gaza</a> <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/colonialism/">#colonialism</a> <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/imperialism/">#imperialism</a> <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/crimesagainsthumanity/">#crimesagainsthumanity</a> <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/ethniccleansing/">#ethniccleansing</a></p>
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		<title>‘No choices’: Gaza City residents at a loss as Israel expands invasion, closing in on crowded western areas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Sep 2025 19:52:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Repressão]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Palestina]]></category>
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					<description><![CDATA[‘No choices’: Gaza City residents at a loss as Israel expands invasion, closing in on crowded western areas “Last night was the hardest of all nights,” Alaa al-Gaabary, a resident of western Gaza City’s Shati refugee camp, told Mada Masr on Tuesday morning. The Israeli military announced that it had struck over 800 Hamas targets [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="article_photo_caption"><strong> ‘No choices’: Gaza City residents at a loss as Israel expands invasion, closing in on crowded western areas</strong></div>
<div>
<div class="article_date"><br class="article_date" />“Last night was the hardest of all nights,” Alaa al-Gaabary, a resident of western Gaza City’s Shati refugee camp, told Mada Masr on Tuesday morning.</div>
</div>
<div>
<p>The Israeli military <a href="https://x.com/idfonline/status/1967876720528105725" target="_blank" rel="noopener">announced</a> that it had struck over 800 Hamas targets and hundreds of people across Gaza City on Monday night, as officials in Tel Aviv declared a new operational level of Gideon’s Chariots II — the plan in which they aim to seize control of the strip’s most populous metropole.</p>
<p>They are also seeking to displace a majority of the 1 million people living in the city.</p>
<p>Yet with only around 150,000 displacement movements <a href="https://www.cccmcluster.org/sites/default/files/2025-09/Population%20Movement%20Monitoring%20-%20Flash%20Update%2026%20-%2007%20-10%20%20Sep%202.pdf" target="_blank" rel="noopener">recorded</a> by monitoring agencies since mid-August, the invading military has staged gradual increases in its attack over recent days: first declaring the city’s entirety a <a href="https://www.madamasr.com/en/2025/08/29/news/u/as-it-advances-on-3-fronts-israel-designates-gaza-city-a-dangerous-combat-zone/" target="_blank" rel="noopener">military zone</a>, and later ordering the whole population to <a href="https://www.madamasr.com/en/2025/09/09/news/u/israel-orders-full-evacuation-of-gaza-city-after-threat-of-hurricane-assault/" target="_blank" rel="noopener">evacuate</a> before <a href="https://www.madamasr.com/en/2025/09/07/feature/politics/israel-targets-multi-storey-residential-towers-in-escalation-of-gaza-city-operation/" target="_blank" rel="noopener">targeting</a> high rise tower blocks.</p>
<p>Reacting to the steady progress of Israel’s oncoming violence toward crowded central and western areas of the coastal city, many of the residents Mada Masr spoke to on Tuesday expressed confusion and despair, as they contemplated the expense and pain of another relocation journey toward an uncertain future in the crowded areas of southern Gaza that are not equipped to host so many.</p>
<p>Mada Masr &#8211; September 16, 2025</p>
<p><a href="https://www.madamasr.com/en/2025/09/16/news/u/no-choices-gaza-city-residents-at-a-loss-as-israel-expands-invasion-closing-in-on-crowded-western-areas/">https://www.madamasr.com/en/2025/09/16/news/u/no-choices-gaza-city-residents-at-a-loss-as-israel-expands-invasion-closing-in-on-crowded-western-areas/</a></p>
<div class="row article_heading">
<div class="span12"><strong>Families isolated in coastal neighborhoods with ‘no means to endure’ as Israel advances into central Gaza City</strong></div>
<div>
<div class="article_date">Mada Masr &#8211; September 25, 2025<br />
<a href="https://www.madamasr.com/en/2025/09/25/news/u/families-isolated-in-coastal-neighborhoods-with-no-means-to-endure-as-israel-advances-into-central-gaza-city/">https://www.madamasr.com/en/2025/09/25/news/u/families-isolated-in-coastal-neighborhoods-with-no-means-to-endure-as-israel-advances-into-central-gaza-city/</a></p>
<p>Hundreds of thousands of people living in central Gaza City are being forced to flee as advancing Israeli forces push with the operation to capture the entire metropolis.</p></div>
<p>People who fled attacks over recent days in the city’s central neighborhoods of Tal al-Hawa and Daraj described to Mada Masr the progress in Israel’s operation to occupy the city, while those unable to escape crowded western neighborhoods voiced rising panic as the remainder of the city becomes increasingly uninhabitable.</p>
<p><b>Ground forces advance into central neighborhoods of Tal al-Hawa, Nasr, Daraj<br />
</b></p>
<p>Israeli tanks reached the neighborhood of Tal al-Hawa on Monday, eyewitness Mohannad al-Sindawy who lived in the area told Mada Masr.</p>
<p>The advance came under the cover of aerial bombardment that struck homes, leaving massacres in its wake and hundreds <a href="https://t.me/MOHMediaGaza/6986" target="_blank" rel="noopener">recorded</a> <a href="https://t.me/MOHMediaGaza/6989" target="_blank" rel="noopener">injured</a> <a href="https://t.me/MOHMediaGaza/6994" target="_blank" rel="noopener">each</a> day by the Gaza Health Ministry.</p>
<p>The vehicles pushed past the Palestinian Red Crescent’s Quds Hospital in the south-central neighborhood and, Sindawy anticipated, may by now have reached the universities’ area. Al-Araby TV correspondent Islam Badr said that tanks also pushed into western Gaza City’s Nasr neighborhood, coming close to the Shifa hospital before withdrawing.</p>
<p>Various accounts shared online show that Israel has now reached the Industrial Zone and <a href="https://maps.app.goo.gl/F8PEqXUBR55svhus7" target="_blank" rel="noopener">Universities Junction</a> in Tal al-Hawa, bringing its forces to the southern perimeter of the Rimal neighborhood: once the heart of the city.<img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-227574 alignleft" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/09/552849031_31417941391154198_7223670401804008189_n-768x1024.jpg" alt="552849031_31417941391154198_7223670401804008189_n-768x1024" width="231" height="308" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/09/552849031_31417941391154198_7223670401804008189_n-768x1024.jpg 768w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/09/552849031_31417941391154198_7223670401804008189_n-768x1024-225x300.jpg 225w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/09/552849031_31417941391154198_7223670401804008189_n-768x1024-113x150.jpg 113w" sizes="auto, (max-width: 231px) 100vw, 231px" /></p>
<p><b><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-382823 alignleft" src="https://www.madamasr.com/wp-content/uploads/2025/09/Artboard-1-copy-10-240x300.png" alt="" width="237" height="296" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-382821 aligncenter" src="https://www.madamasr.com/wp-content/uploads/2025/09/550693094_806225158587574_7417018706875841643_n-240x300.jpg" alt="" width="326" height="407" /></b></p>
</div>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div class="row article_heading">
<div class="span12"><strong><strong>Israel surrounds last remaining Gaza City neighborhood, empties Shati camp<br />
Mada Masr &#8211; </strong></strong>September 30, 2025<br />
<a href="https://www.madamasr.com/en/2025/09/30/news/u/israel-surrounds-last-remaining-gaza-city-neighborhood-empties-shati-camp/">https://www.madamasr.com/en/2025/09/30/news/u/israel-surrounds-last-remaining-gaza-city-neighborhood-empties-shati-camp/</a><br />
Despite the grand announcement of a prospective end to the war on Monday in Washington DC, the Israeli assault on Gaza City continues to push toward the western neighborhoods of the strip’s largest metropolitan area, residents told Mada Masr.</p>
<p>In the last 24 hours, Israeli forces have pummeled the western areas of Rimal neighborhood and Shati Refugee Camp.</p>
<p>Tanks have fired into the heart of Rimal’s Saraya area, and quadcopters have opened fire on people moving in houses, dropping tear gas in both areas and near Shifa hospital to force families to leave and flee toward the southern part of the strip, residents told Mada Masr.</p>
<p>While there remain families in the Shati camp, which was besieged late last week, many have already fled, according to a resident in the south of the camp. Now, the Occupation is directing its firepower on Rimal as it prepares to advance into the administrative and economic hub of Gaza City.</p>
<p>Between September 23 and 27, monitoring <a href="https://www.cccmcluster.org/sites/default/files/2025-09/Population%20Movement%20Monitoring%20-%20Flash%20Update%2031%20-%2023%20-27%20%20Sep.pdf" target="_blank" rel="noopener">conducted</a> by the Global Camp Coordination and Camp Management Cluster (CCCM) noted around 10,300 displacement movements from the area around Rimal and Shati Camp, and specified that most observed movements originated from the western areas of Shati camp Rimal and Nasr, in addition to the southern neighborhood of Tal al-Hawa. Israel had encircled the camp at the close of last week, with the stated intent of emptying Shati and leveling the residential buildings.</p>
<p>Israel encircled the camp late last week and then began to carry out a heavy assault over the weekend.</p>
<p>Artillery fire began to intensify on Shati on Saturday, causing extensive damage to several homes in the camp’s northern parts. An eyewitness still in the area told Mada Masr that they could clearly hear tanks moving in the northern areas of the camp.</p>
<p>Conditions for those inside the camp were extremely dangerous.</p>
<p>The camp’s central market was repeatedly struck by air raids on Saturday night.</p>
<p>The same eyewitness said that quadcopters were hovering “very low” over the camp during the night, firing at homes and then withdrawing.</p>
<p>Later the same night, an airstrike hit the market followed by another an hour later. The eyewitness described the impact of the blows as “extremely powerful,” inflicting extensive damage on the surroundings and those nearby. Most of the central market is empty, they said, yet several people were present in the area and were struck by shrapnel.</p>
<p>“The situation in Shati is terrifying,” they added. While most residents are now crowded in the camp’s southern blocks, they are under constant threat as airstrikes reach all parts of Shati.</p>
<p>After this intense bombing, Israeli forces moved into Shati in recent days, and it is now mostly empty, the resident of the camp told Mada Masr.</p>
<p><a href="https://www.ynet.co.il/news/article/b11ct3i3lg" target="_blank" rel="noopener">According</a> to Israeli media, “the southern part of Shati was intentionally left unencircled, to allow the few thousand remaining residents to leave the neighborhood.” Now the military plans to raze the camp as it has done in Zeitoun, Sabra and Jablia.</p>
<p>Having pushed through Shati, Israeli tanks are escalating their attack on Rimal, virtually the only neighborhood in the city not fully controlled by the Israeli military. An eyewitness in the area told Mada Masr that tanks can be seen surrounding the outskirts of Rimal.</p>
<p>Nader al-Salhy, who is in Gaza City, told Mada Masr that Occupation tanks have not stopped shelling Shati refugee camp and the western areas of the city in general, adding that quadcopters had reached their home and opened fire upon detecting movement inside.</p>
<p>“We remained lying on the ground for more than three hours until the quadcopters left the area,” he said. “We are living in real terror and do not know what we will do. We have no place to go, not even a tent to live in, and that is why we had decided not to flee the city. “</p>
<p>Rimal, considered the main economic nerve center of the Gaza Strip, houses many of Gaza’s ministries and government institutions, as well as the Legislative Council building</p>
<p>Now, along with the many who are seeking shelter from Israel’s assault, it is in danger of being razed to the ground.</p>
<p>For another resident of Rimal, the threat is clear: “The Occupation has resolved to completely destroy the city, as happened in the northern Gaza Strip and in the city of Rafah in the southern Gaza Strip.”</p>
<p>With the invading military now controlling around 80 percent of Gaza City, only one passage is left open: the coastal road leading toward the southern Gaza Strip, where rent is high, space is limited and services are sparse.<br />
&#8211;</p>
<p>Cover Image:</p>
<div class="article_photo_caption">Palestinians move toward central Gaza through Al-Rashid Street using vehicles, horse carts, and traveling on foot with their limited belongings, as intensified Israeli attacks on northern Gaza force them to flee, in the Gaza Strip on September 15, 2025. Reuters</p>
</div>
</div>
</div>
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		<title>Cabo Verde recusa porto a navio genocida que transporta munições para o apartheid na Palestina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Sep 2025 11:37:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BDS]]></category>
		<category><![CDATA[Cabo verde]]></category>
		<category><![CDATA[Palestina]]></category>
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					<description><![CDATA[Cabo Verde recusa porto a navio genocida que transporta munições para o apartheid Israelita na Palestina «O Navio Marianne Danica, com a Bandeira da Dinamarca e operado por uma empresa Holandesa, está a carregar 18 contentores de projéteis de 155mm para a maior empresa militar israelita, a Elbit Systems. Está em rota para Israel, onde [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Cabo Verde recusa porto a navio genocida que transporta munições para o apartheid Israelita na Palestina</p>
<p>«O Navio Marianne Danica, com a Bandeira da Dinamarca e operado por uma empresa Holandesa, está a carregar 18 contentores de projéteis de 155mm para a maior empresa militar israelita, a Elbit Systems. Está em rota para Israel, onde esta carga mortífera irá alimentar o genocídio em curso contra a população Palestina. Este barco era suposto parar em Cabo Verde, mas depois de indignação pública, cabo verde juntou-se a uma lista cada vez maior de países que recusam que os seus portos sejam parte da cadeia de cumplicidade nos crimez atrozes que Israel comete contra os nossos povos.»</p>
<p>BDS chama a:<br />
&#8211; Cabo Verde adoptar um sistema de controlo que garanta que os seus portos serão fechados aos navios que transportem material militar e de dupla utilização para o apartheid Israel.</p>
<p>&#8211; Pessoas através da rota da Marianne Danica através do Mediterrâneo para garantir que o navio será interrompido antes que a sua carga genocida chegue aos campos de morte israelitas em Gaza.</p>
<p>&#8211; As pessoas na Dinamarca a pressionar o seu governo e corporações a deixarem de gerir a cadeia de abastecimento para o genocídio de Israel e a parar qualquer cumplicidade com os crimes de atrocidade de Israel.</p>
<p>A informação foi descoberta pelo The Ditch<br />
https://www.ontheditch.com/<a href="https://imginn.com/p/DPG_c8kkutx/"><br />
</a><br />
Boycott, Divestment and Sanctions (BDS) Movement<br />
<a href="https://imginn.com/p/DPG_c8kkutx/">https://imginn.com/p/DPG_c8kkutx/</a></p>
<p>PETIÇÃO:<br />
https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT127345</p>
<p>CABO VERDE CONTRA O GENOCÍDIO &#8211; NÃO À ESCALA DO NAVIO MARIANNE DANICA EM CABO VERDE<br />
Para: Governo de Cabo Verde / ENAPOR &#8211; Portos de Cabo Verde<br />
Nós, grupo de cidadãs e cidadãos cabo-verdianos e residentes em Cabo Verde, manifestamos a nossa profunda preocupação e rejeição quanto à escala prevista do navio Marianne Dannica no Porto Grande do Mindelo, no dia 28 de Setembro de 2025, às 06h00 da manhã.</p>
<p>Este navio transporta toneladas de munições destinadas a Israel, que alimentam a continuação de um genocídio em Gaza, onde mais de 65 000 de civis &#8211; dos quais cerca de 20 000 são crianças – já perderam a vida.</p>
<p>Considerando que:</p>
<p>Cabo Verde é signatário de convenções internacionais que defendem os direitos humanos e a paz.</p>
<p>A Constituição da República de Cabo Verde consagra o direito à vida, à paz e à solidariedade internacional.</p>
<p>Permitir a passagem de armas pelo nosso território é tornar Cabo Verde cúmplice de crimes contra a humanidade.</p>
<p>O Porto Grande de Mindelo deve ser símbolo de comércio, desenvolvimento e cooperação, e não instrumento de guerra.</p>
<p>Exigimos:</p>
<p>Que o Governo de Cabo Verde impeça a escala do navio Marianne Dannica em águas nacionais.</p>
<p>Que as autoridades competentes garantam transparência e informação pública sobre cargas militares em trânsito pelo nosso país.</p>
<p>Que Cabo Verde reforce a sua posição internacional como país de paz, justiça e defesa dos direitos humanos.</p>
<p>Apelamos:</p>
<p>A todos os cabo-verdianos e residentes, em Cabo Verde e na diáspora, que se juntem a esta causa, defendendo que Cabo Verde não pode ser cúmplice da guerra, nem do genocídio.</p>
<p>Actualização #2 Encerramento<br />
Criado em 26 de setembro de 2025</p>
<p>Parte do comunicado da ENAPOR &#8211; Portos de Cabo Verde: Após receção do manifesto de carga do navio “MARIANNE DANICA”, por razões de segurança, a Autoridade Portuária deliberou pela não autorização da sua entrada na zona de jurisdição portuária.</p>
<p>Actualização #1 ATUALIZAÇÃO ENAPOR &#8211; Portos de Cabo Verde<br />
Criado em 26 de setembro de 2025</p>
<p>Na sequência de informações veiculadas na Comunicação Social, sobre a escala do navio “MARIANNE DANICA”, a Administração da ENAPOR– Portos de Cabo Verde vem, na qualidade de autoridade gestora dos portos nacionais, esclarecer o seguinte: 1. O Navio M/V “MARIANNE DANICA”, com bandeira Dinamarquesa (Estado-membro da União Europeia), tinha escala prevista no Porto Grande, no dia 28 de setembro, com chegada às 07h00 e saída às 12h00, exclusivamente para abastecimento de combustível. 2. No Aviso de Chegada, remetido à ENAPOR pelo Agente de Navegação, foi declarado que o navio não transportava carga perigosa que justificasse, de imediato, a recusa da escala para a prestação do serviço de abastecimento. 3. No entanto, após receção do manifesto de carga do navio “MARIANNE DANICA”, por razões de segurança, a Autoridade Portuária deliberou pela não autorização da sua entrada na zona de jurisdição portuária. Mindelo, 26 de setembro de 2025 O Conselho da Administração da ENAPOR – Portos de Cabo Verde</p>
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		<title>Chamada Palestina para ativistas e observadores internacionais para se juntar às colheitas em Outubro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Sep 2025 05:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Palestina]]></category>
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					<description><![CDATA[Os agricultores palestinos pedem apoio internacional esta colheita de oliva]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Apoiar os palestinianos nas colheitas de azeitona e na resistência à Limpeza Étnica!</strong></p>
<p>Sob a sombra do crescente genocídio israelense em Gaza, a limpeza étnica na Cisjordânia não é um futuro promissor, mas a realidade do nosso tempo. Mas a Palestina resiste! A colheita de azeitona deste ano será um momento do-ou-die da resiliência e desafio palestinos indígenas contra a agressão colonial israelense organizada. Este outubro, vem com agricultores e ativistas palestinos. Junte-se à luta pela terra, liberdade e retorno na Palestina!</p>
<p>A campanha de Zaytoun2025 é uma iniciativa palestina por uma coalizão de organizações, grupos e ativistas palestinos, organizando bases o apoio palestino a comunidades ameaçadas e agricultores durante a colheita, misturando a construção de movimentos com ajuda mútua para defender nossas comunidades e desafiar os esforços implacáveis de Israel para nos expulsar de nossas terras e nos confinar em guetos cada vez mais intensos. Convidamos ativistas e observadores internacionais a unirem-se aos ativistas palestinos em esforços não violentos para apoiar e proteger a colheita e fortalecer a organização e a mobilização palestinas.</p>
<p>A colheita de azeitona é uma pedra angular da cultura, economia, agricultura e de se manter na terra contra o roubo colono-colonial. É o alvo da repressão israelense e da violência estatal, através de suas milícias colonizadoras militares e fascistas. Ano após ano, os agricultores são assediados e violentamente atacados, impedidos de acessar seus bosques e impedidos de sua subsistência. Ano após ano, eles persistem, indeterminados.</p>
<p>Desde o início do genocídio de Gaza de Israel em outubro de 2023, a agressão colonial israelense na Cisjordânia, incluindo Jerusalém, aumentou drasticamente, tornando quase impossível a colheita de azeitona. Os últimos meses foram alguns dos mais violentos contra os palestinos na Cisjordânia ocupada. Como o apartheid Israel continua a intensificar as estratégias coloniais de limpeza étnica que tem empregado durante e desde o Nakba – que levou à expulsão em massa de uma maioria dos palestinos indígenas em 1948 – resistimos a linchamentos, execuções sumárias e assaltos armados contra o nosso povo. A nossa terra, mas a solidariedade e a protecção internacional são mais cruciais do que nunca.</p>
<p>O prazo para a Assembleia Geral da ONU ter dado a Israel para acabar com sua ocupação ilegal expira em 18 de setembro de 2025. Para Israel, isso servirá como outra razão para intensificar seu ataque durante a colheita de oliveiras deste ano. Mas para nós, será um momento para intensificar os esforços para destruir a impunidade de Israel e quebrar os laços globais de cumplicidade.</p>
<p>Ao juntar-se à colheita de oliveira, você colocará seu corpo onde sua boca está, de pé ombro a ombro com os palestinos que enfrentam nossos opressores e apoiando nossa resiliência-sumud. Ao organizar missões de observação e estudo, você pode ajudar a aumentar a conscientização sobre a urgência da necessidade de obrigar estados, corporações e instituições em todo o mundo a acabar com toda a cumplicidade em crimes israelenses.</p>
<p>Venha ficar lado a lado com os palestinos para nos ajudar a resistir ao apartheid colonial israelense, ocupação ilegal e genocídio!</p>
<p>Para mais detalhes e entrar em contato com a campanha: Zaytoun2025@proton.me.</p>
<p>Os comitês populares, a Comissão de Colonização e Resistência à Muralha, o Comitê Nacional do BDS Palestino (BNC), a Campanha Anti-Apartheid Wall, o Comitê de Coordenação de Luta Popular (PSCC)</p>
<p><a href="https://palsolidarity.org/2025/08/support-palestinians-in-their-olive-harvest-and-in-resisting-israels-ethnic-cleansing/">https://palsolidarity.org/2025/08/support-palestinians-in-their-olive-harvest-and-in-resisting-israels-ethnic-cleansing/</a></p>
<h3><strong>Os agricultores palestinos pedem apoio internacional esta colheita de oliva</strong></h3>
<p>por Diana Khwaelid</p>
<p>Riziq Hamid, 65 anos, não é o único agricultor palestino cuja terra foi confiscada por Israel. Há cerca de duas semanas, os bulldozers israelenses intimidaram e vandalizaram dezenas de dunas agrícolas na área de planície de Shuwaika em Tulkarm, na Cisjordânia.</p>
<p>Basim disse que Alyan é um fazendeiro da aldeia de Deir al-ghusun, uma das aldeias em Tulkarm; ele faz fazendas na planície shuwaika e possui dez dunums na área perto da área de parede perto do Muro do apartheid. Ele disse: “Os bulldozers israelenses têm desrtruído a nossa terra agrícola, e esta é a terceira vez que eles têm destruído terra e culturas desde os anos noventa, mas eles parecem ter retornado e retornou fortemente. ”</p>
<p>Os colonizadores destruíram  seis dunums de sua terra, que ele compartilha com seus irmãos, e eles também destruíram culturas como tomates e pepinos. Ele mencionou que tudo o que restava era de 60 dunums, e ele disse que “as forças israelenses dispararam diretamente em nós cada vez que nos aproximamos da terra. ”</p>
<p>Quando lhe perguntei quais são as suas exigências como agricultor, ele disse que Deus é aquele que traz a subsistência. Ainda assim, ele apelou às instituições de direitos humanos para examinar as práticas da ocupação israelense contra os agricultores palestinos na Palestina, especialmente a Cisjordânia.</p>
<p>Enquanto isso, Agrícola A crença em Tulkarem está anunciando uma campanha nacional popular e intensificando seus esforços como uma instituição agrícola oficial para ajudar os agricultores palestinos na Cisjordânia, Jerusalém e até mesmo em Gaza.</p>
<p>O diretor da Agropecuária, Dr. Ahed al-Zanabit, disse: “a fundação de ajuda agrícola tem um programa em implementação para ajudar e apoiar os agricultores palestinos cujas terras estão ameaçadas de confisco ou cujas terras estão localizadas perto da parede, implementando uma campanha popular para ajudá-los para que possam colher a estação de colheita de azeitona este ano. ”</p>
<p>O ISM insta os internacionais a responderem ao chamado da Sociedade Civil Palestina a se juntarem à colheita de oliva.</p>
<p><a href="https://palsolidarity.org/join-ism/">https://palsolidarity.org/join-ism/</a></p>
<p><a href="https://palsolidarity.org/2025/09/palestinian-farmers-call-for-international-support-this-olive-harvest/">https://palsolidarity.org/2025/09/palestinian-farmers-call-for-international-support-this-olive-harvest/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>20 hospitais fora de serviço, sistema de saúde colapsa em Gaza. OMS e MSF alertam sobre a catástrofe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Sep 2025 14:09:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guerra e Paz]]></category>
		<category><![CDATA[Palestina]]></category>
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					<description><![CDATA[GAZA, (PIC) &#8211; Sábado 27-Setembro-2025 A Organização Mundial da Saúde (OMS) e os Médicos Sem Fronteiras (MSF) emitiram avisos graves na sexta-feira sobre o colapso total do setor de saúde de Gaza, sendo que o genocídio contínuo de Israel continua a devastar o território sitiado. Os dados publicados pelo Ministério da Saúde palestino mostraram que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>GAZA, (PIC) &#8211; Sábado 27-Setembro-2025</p>
<p><strong>A Organização Mundial da Saúde (OMS) e os Médicos Sem Fronteiras (MSF) emitiram avisos graves na sexta-feira sobre o colapso total do setor de saúde de Gaza, sendo que o genocídio contínuo de Israel continua a devastar o território sitiado.</strong></p>
<p><strong>Os dados publicados pelo Ministério da Saúde palestino mostraram que 20 hospitais em Gaza e no norte de Gaza foram forçosamente eliminados devido à guerra israelense, enquanto 8 hospitais permanecem parcialmente operacionais sob ameaça grave.</strong></p>
<p>O porta-voz da OMS, Tarik Jasarevic, disse que mais de 15.000 palestinos feridos, incluindo muitas crianças, estão em necessidade urgente de intervenção médica, mas não podem acessar os cuidados devido ao assalto e bloqueio israelenses implacáveis. “A agressão contínua está bloqueando a ajuda humanitária e prolongando o pesadelo para a população de Gaza. Reitemos o nosso apelo para um cessar-fogo imediato”, disse Jasarevic.</p>
<p>Ele observou que quatro hospitais fecharam nos últimos dez dias, deixando apenas 14 parcialmente funcionando na cidade de Gaza. Mais da metade de todas as instalações de saúde estão fora de serviço, incluindo o hospital especializado de reabilitação de Hamad.</p>
<p>“Muitas pessoas feridas não podem receber cuidados, enquanto os moradores não podem deixar Gaza para procurar tratamento em outros lugares”, advertiu, acrescentando que a OMS não pode entregar carregamentos médicos de emergência devido à intensidade de bombardeios israelenses.</p>
<p>A OMS também relatou um aumento acentuado de mortes relacionadas à desnutrição entre janeiro e setembro, com 502 crianças admitidas em centros de tratamento.</p>
<p>“Esta crise não se limitará à fome, também levará a mortes evitáveis por feridas, doenças e ao colapso do sistema de saúde”, disse Jasarevic, ressaltando que o acesso à comida e à medicina depende inteiramente de um cessar-fogo.</p>
<p><strong>Ecoando este aviso, os Médicos Sem Fronteiras anunciaram a suspensão de suas operações em Gaza após as forças de ocupação israelenses (IOF) cercaram suas últimas clínicas.</strong></p>
<p>Coordenador de emergência Jacob Grange, de Genebra, disse: “Não tivemos escolha senão suspender nosso trabalho depois que as tropas do IOF cercaram nossas instalações. Esta foi a última coisa que queríamos, dada as necessidades esmagadoras em Gaza, recém-nascidos, pacientes gravemente feridos, e aqueles com condições de risco de vida são deixados sem cuidados. ”</p>
<p>“Os quartos hospitalares que devem ser preenchidos com gritos recém-nascidos e pacientes que encontram alívio em meio a um genocídio agora ficam vazios porque fomos forçados a evacuar”, disse o MSF em uma declaração.</p>
<p>O grupo acrescentou que milhares permanecem presos na cidade de Gaza sem qualquer apoio médico como tanques e ataques aéreos avançançam dentro de um quilômetro das instalações médicas da MSF.</p>
<p>Desde 7 de outubro de 2023, Israel, apoiado pelos Estados Unidos e países europeus, realizou um genocídio em Gaza, matando e ferindo 233.000 palestinos através de bombardeios, fome e deslocamento. A maioria das vítimas são mulheres e crianças. Mais de 11 mil pessoas permanecem desaparecidas, enquanto centenas de milhares foram forçadas a sair de suas casas. Bairros inteiros foram apagados do mapa.</p>
<p><a href="https://english.palinfo.com/news/2025/09/27/348622/">https://english.palinfo.com/news/2025/09/27/348622/</a></p>
<p>GAZA, (PIC)</p>
<p>O ministério da saúde, através de seu canal Telegram, listou os hospitais que foram forçados a sair do serviço:<br />
Hospital Al-Rantisi<br />
Hospital do olho<br />
Hospital Kamal Adwan<br />
Hospital indonésio<br />
Hospital Beit Hanoun<br />
Hospital Al-Durra<br />
Hospital de Haifa<br />
Hospital Al-Yemen Al-Saeed<br />
Hospital de Amizade Turco<br />
Hospital Psiquiátrico<br />
Hospital Al-Awda – Jabalia<br />
Reabilitação do Hamad Hospital<br />
Hospital Al-Karama<br />
Hospital St. John<br />
Hospital de Especialistas Muçulmanos<br />
Hospital Especial de Olhos<br />
Hospital Maternidade Mahdi<br />
Hospital Al-Hayat<br />
Hospital Jordaniano de Campo – Gaza<br />
Hospital Al-Quds – Gaza</p>
<p>Os hospitais que ainda operam sob ameaça em Gaza e no norte de Gaza são:<br />
Complexo Médico Al-Shifa<br />
Amigos do Hospital do Paciente<br />
Serviço geral Hospital<br />
Complexo Médico de Al-Sahaba<br />
Hospital árabe Al-Ahli<br />
Hospital de Reabilitação Al-Wafa<br />
Hospital Al-Helou<br />
Hospital de Campo Crescente Vermelho – Al-Saraya</p>
<p>Mais cedo, o Centro Palestiniano para os Direitos Humanos (PCHR) de Gaza expressou profunda preocupação sobre a escalada sistemática dos ataques israelenses contra hospitais e instalações de saúde na cidade de Gaza, observando que isso se tornou um padrão consistente que visa desmantelar todo o sistema de saúde e eliminar qualquer capacidade para salvar vidas, especialmente em meio à intensa guerra militar israelense que busca deslocar violentamente os moradores da cidade como parte da maior política de limpezas étnicas em curso dentro das operações civis.</p>
<p>O centro enfatizou em sua declaração que a maioria dos hospitais que operam na cidade de Gaza foram forçados completamente ou parcialmente fora de serviço devido à intensificação de ataques israelenses. Ele apontou que o Hospital Al-Quds, afiliado à Sociedade do Crescente Vermelho Palestino e localizado no bairro de Tel al-Hawa, no sul da cidade de Gaza, está sob estrito cerco devido à implantação de forças de ocupação ao seu redor, impedindo a entrada ou saída de pacientes e funcionários médicos, ameaçando ainda mais suas vidas.</p>
<p>O grupo de direitos afirmou que Israel deliberadamente derruba instalações de saúde através de bombardeamento direto, cerco e negação de acesso seguro. Isso deixou milhares de pacientes e os feridos incapazes de chegar a hospitais ainda funcionando em parte, como o Complexo Médico Al-Shifa e o Hospital Batista Al-Ahli.</p>
<p>Também observou que a escassez severa de unidades de sangue e derivados, juntamente com o esgotamento de combustível, representam crises adicionais que ameaçam desligar departamentos vitais dentro de dias, sinalizando uma iminente catástrofe humanitária.</p>
<p>A PCHR, baseada em Gaza, alertou que a continuação deste padrão israelense visa destruir o sistema de saúde como ferramenta de genocídio, impondo condições inviáveis, ao lado de forçar centenas de milhares de moradores a deixar a cidade de Gaza, privando-os do último refúgio representado pelos hospitais.</p>
<p>O centro destacou que o direito humanitário internacional obriga a proteção especial para instalações médicas e funcionários, e qualquer alvo deliberado constitui um crime de guerra de pleno direito.</p>
<p>Chamou a comunidade internacional a intervir de imediato e eficazmente para impedir os ataques às instalações de saúde de Gaza, garantir o acesso seguro aos pacientes e aos feridos, e responsabilizar Israel por seus crimes contra o sistema de saúde e a população civil.</p>
<p><a href="https://english.palinfo.com/news/2025/09/27/348633/">https://english.palinfo.com/news/2025/09/27/348633/</a></p>
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		<title>Altifalantes para transmitir os discursos de Netanyahu, Israel repete ferramentas nazistas em Gaza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Sep 2025 05:15:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Repressão]]></category>
		<category><![CDATA[Palestina]]></category>
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					<description><![CDATA[GAZA, (PIC) &#8211; 26/09/2025 (tradução automática) Em uma cena que epitomiza a guerra de propaganda que acompanha o genocídio, o exército de ocupação israelense implantou recentemente caminhões equipados com alto-falantes para transmitir o discurso do criminoso de guerra procurado pelo Tribunal Penal Internacional, Benjamin Netanyahu, na cidade de Gaza. A cena foi chocante para as [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>GAZA, (PIC) &#8211; 26/09/2025 (<a href="https://translate.disroot.org">tradução automática</a>)</p>
<p>Em uma cena que epitomiza a guerra de propaganda que acompanha o genocídio, o exército de ocupação israelense implantou recentemente caminhões equipados com alto-falantes para transmitir o discurso do criminoso de guerra procurado pelo Tribunal Penal Internacional, Benjamin Netanyahu, na cidade de Gaza.</p>
<p>A cena foi chocante para as pessoas esfomeadas e deslocadas vivendo sob bombardeio, fome e cerco, que foram forçadas a ouvir a voz do homem responsável por seu extermínio, supervisionando a destruição de sua cidade, enchendo o espaço confinado em que estavam presos.</p>
<p>Esta tática não é nova na história. A Alemanha nazista usou alto-falantes para transmitir discursos de Hitler dentro de campos de concentração, cimentando um reinado de medo e transformando a propaganda política em uma arma psicológica contra as vítimas.</p>
<p><strong>Ferramentas de propaganda coercitivas</strong></p>
<p>Hoje, Israel está literalmente imitando esse modelo, empregando propaganda coerciva dentro de um contexto sangrento destinado a quebrar o espírito do sitiado.</p>
<p>Ramzy Abdu, chefe do Euro-Med Human Rights Monitor, observou que o exército israelense está ecoando a prática do exército nazista de espalhar a propaganda de Hitler em campos de concentração.</p>
<p>Ele argumentou que a visão de caminhões militares israelenses equipados com alto-falantes que transmitem o discurso de Netanyahu para o povo deslocado de Gaza em tendas revela um governo e exército imersos no sadismo e sobrecarregado por profundos distúrbios psicológicos.</p>
<p>O exército israelense não só bombardeou, esfomeou e privou civis de água e medicina, mas adicionou mais uma camada de opressão: controle sobre o espaço auditivo e visual de civis.</p>
<p><strong>Ecoando o nazismo</strong></p>
<p>Esta prática carrega uma mensagem dupla: por um lado, o líder militar impõe sua presença à força na vida diária das pessoas; por outro, lembra-lhes que eles são monitorados e cercados, mesmo no ato de ouvir.</p>
<p>Especialistas em psicologia da guerra afirmam que usar propaganda auditiva em locais de deslocamento ou cativeiro visa aprofundar o colapso psicológico e empurrar as vítimas para o desespero, assim como os nazistas fizeram na Europa. Israel segue a mesma linha: despojando as pessoas da capacidade de ignorar o ocupante mesmo em seus momentos mais fracos.</p>
<p><strong>Loucura e um sinal de derrota moral</strong></p>
<p>O ativista jordaniano Omar Al-Nithami descreveu isso como uma mistura de loucura e derrota moral; um vencedor não precisa de explorar alto-falantes nos campos daqueles cujas casas ele destruiu, ele impõe realidade com realizações, não ruído.</p>
<p>Ele explicou que o objetivo é a guerra psicológica, apontando que Israel há muito tempo usou ferramentas de mídia e propaganda para exercer pressão psicológica sobre os palestinos, como se dissesse: “Nós controlamos até suas vozes e o que você ouve. ”</p>
<p>Ele acrescentou que isso reflete a fraqueza política e militar, observando que quando um líder do estado recorre a forçar seu discurso sobre civis sitiados e torturados pela guerra, revela sua incapacidade de convencer o mundo, e em vez disso ele compensa com um desempenho coercivo diante das próprias vítimas.</p>
<p>Transmitir um discurso cheio de incitação ou justificação para a agressão nos ouvidos das pessoas sob bombardeio e destruição só pode ser uma provocação deliberada para inflamar a raiva e possivelmente empurrar as pessoas para reações que vão de encontro aos desejos da ocupação.</p>
<p>Ele argumentou ainda que isso indica uma crise interna, explicando que às vezes tais ações são usadas para encobrir o fracasso político ou militar, divertindo a atenção para um “espectáculo” que engana o público doméstico a acreditar que o líder é forte e no controle.</p>
<p><strong>Alucinação da megalomania</strong></p>
<p>Analista político Mustafa Ibrahim salientou que esta não é a propaganda tradicional da guerra, mas a alucinação nascida da megalomania pura.</p>
<p>Os próprios oficiais do exército descreveram o plano como “uma ideia louca” e criticaram sua falta de qualquer valor militar. É como se Netanyahu quisesse que Gaza ouvisse seu eco mais do que se importasse com o resultado da guerra.</p>
<p>Ele explicou que, tanto na forma como na substância, a cena se assemelha a algo de um manual totalitário: o líder faz um discurso, transmitido a massas sitiadas através de alto-falantes gigantes. A versão moderna dos discursos de Hitler e Mussolini, exceto sem as multidões, apenas sobre as ruínas das casas.</p>
<p>Famílias de soldados e prisioneiros condenaram a decisão, chamando a transmissão “tortura psicológica” para seus filhos, se ouviram por trás das grades. Uma mãe disse: “A menos que você anuncie que você veio assinar um acordo para trazê-los de volta, cada frase será outro pesadelo. ”</p>
<p><strong>Práticas nazistas com mãos israelenses</strong></p>
<p>Esta abordagem complementa outras práticas de estilo nazista documentadas na guerra do genocídio em curso:<br />
&#8211; Largada de folhetos-aviso do ar para forçar o deslocamento em massa.<br />
&#8211; Enviar mensagens de texto ameaçadoras para os telefones de civis.<br />
&#8211; Usar drones para transmitir músicas ou mensagens psicológicas.</p>
<p>Todas essas táticas de guerra psicológica ecoam uma vez aplicadas por regimes totalitários, mais proeminentemente os nazistas.</p>
<p>A pergunta surge: por que Israel recorre a tais práticas? De acordo com especialistas, a resposta está na compreensão da estrutura de propaganda do projeto colonial. A propaganda aqui não é complementar, mas parte da estratégia militar.</p>
<p>Quando os civis são forçados a ouvir o discurso do líder que bombardeia suas casas, a mensagem se torna mais dura do que o próprio bombardeio: não há fuga do meu poder; até a sua consciência está ocupada.</p>
<p>Comparar Israel ao nazismo já não é uma metáfora retórica. A semelhança é evidente em ferramentas e resultados: bombardeamento sistemático, deslocamento forçado, destruição de sistemas de saúde e educação, fome e uso de propaganda como arma de guerra.</p>
<p>É por isso que dois estudiosos israelenses Professor Daniel Blatman e Professor Amos Goldberg concluíram que o genocídio de Israel em Gaza vem diretamente da escola nazista.</p>
<p>A diferença é que esses crimes são cometidos hoje na era do direito internacional, diante dos olhos de um mundo que observa em silêncio vergindo sobre a cumplicidade, apesar da indignação dos povos.</p>
<p>Transmitir discursos de Netanyahu através de alto-falantes em Gaza não é um detalhe menor é um sinal de que Israel está mergulhando mais profundamente em sua conduta destrutiva, bárbara, usando propaganda sem vergonha para impor domínio.</p>
<p>É ainda mais prova de que o que está se desenrolando em Gaza não é apenas uma guerra militar, mas um genocídio abrangente superando, em sua estrutura e manifestações, as atrocidades do nazismo.</p>
<p><a href="https://english.palinfo.com/Zionist-Terrorism/2025/09/26/348581/">https://english.palinfo.com/Zionist-Terrorism/2025/09/26/348581/</a></p>
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		<title>Todos os olhos no Hospital al-Shifa: último hopital funcional em Gaza parcialmente evacuado e em ruínas; Sumud Flotilla atacada por drones</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2025 03:00:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guerra e Paz]]></category>
		<category><![CDATA[breakthesiege]]></category>
		<category><![CDATA[FreePalestine]]></category>
		<category><![CDATA[GlobalMovementToGaza]]></category>
		<category><![CDATA[GlobalSumudFlotilla]]></category>
		<category><![CDATA[Palestina]]></category>
		<category><![CDATA[SailToGaza]]></category>
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					<description><![CDATA[No medicine, no beds, no food or water: inside Gaza City’s main hospital As the Israeli invasion of Gaza City advances, al-Shifa Hospital is facing severe shortages of essential medical supplies, leaving patients untreated and vulnerable. Staff and patients fear an imminent Israeli attack. https://mondoweiss.net/2025/09/no-medicine-no-beds-no-food-or-water-inside-gaza-citys-main-hospital/ A view of al-Shifa Hospital, left empty after medical staff [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h1 class="wp-block-heading">No medicine, no beds, no food or water: inside Gaza City’s main hospital</h1>



<p>As the Israeli invasion of Gaza City advances, al-Shifa Hospital is facing severe shortages of essential medical supplies, leaving patients untreated and vulnerable. Staff and patients fear an imminent Israeli attack.</p>



<p><a href="https://mondoweiss.net/2025/09/no-medicine-no-beds-no-food-or-water-inside-gaza-citys-main-hospital/">https://mondoweiss.net/2025/09/no-medicine-no-beds-no-food-or-water-inside-gaza-citys-main-hospital/</a></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/09/image-1024x683.png" alt="" class="wp-image-226588" srcset="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/09/image-1024x683.png 1024w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/09/image-300x200.png 300w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/09/image-768x512.png 768w, https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/09/image.png 1200w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>A view of al-Shifa Hospital, left empty after medical staff and patients were forced to evacuate due to intensified Israeli attacks in Gaza City, Gaza, on September 25, 2025. (Photo: Omar Ashtawy/APA Images)</p>


<p>Doctor Nagham Abu Hamila (@pal.humanity), reporting for the Global Sumud Flotilla from Gaza City.</p>
<div style="width: 40px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-226565-2" width="40" height="400" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/09/IMG_4956.MP4?_=2" /><a href="https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/09/IMG_4956.MP4">https://indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/09/IMG_4956.MP4</a></video></div>
<p><strong>“All eyes must be on Al-Shifa hospital. This is the only functioning governmental hospital left in Gaza City. Most organizations and medical crews have already left, and now there are only around fifteen doctors covering all departments. Every patient from Gaza city is being sent there for treatment. Drones are shooting, and tanks are just five hundred meters away. Families whom are displaced go there , they have no food, no water, and the situation is absolutely critical. Yet there is almost no press coverage. Please, we must speak up, we must share this—because right now, all eyes must be on Al-Shifa hospital.”</strong></p>
<p>Please share this message widely.</p>
<p><a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/globalsumudflotilla/">#GlobalSumudFlotilla</a> <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/breakthesiege/">#BreakTheSiege</a> <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/freepalestine/">#FreePalestine</a> <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/sailtogaza/">#SailToGaza</a> <a rel="tag" class="hashtag u-tag u-category" href="https://indymedia.pt/tag/globalmovementtogaza/">#GlobalMovementToGaza</a></p>
<hr />
<h1>‘It is a bloodbath’: Australian medic describes situation at Gaza hospital</h1>
<p class="article__subhead"><em>Dr Saya Aziz, working at al-Shifa Hospital, says she has lost count of the number of amputations she has had to perform.<br /></em></p>
<p>An Australian medic working at Gaza City’s al-Shifa Hospital says she has lost count of the number of amputations she has had to perform, as two more hospitals were shut down amid Israel’s relentless <a href="https://www.aljazeera.com/news/liveblog/2025/9/22/live-israel-keeps-pummeling-gaza-as-support-grows-for-palestinian-state">bombardment</a> of the enclave.</p>
<p>“On the first day, I started off thinking I’ve never seen anything like this, and then in the following days I’ve seen … more. I’ve lost count of the number of amputations I’ve done,” Dr Saya Aziz, an anaesthesiologist, told Al Jazeera.</p>
<p>“The worst thing is these patients are alive … when we take them into the [operation] theatre they’re alive, they’re bleeding to death,” she said, adding how in the recess area of the hospital, dangling bits of toes and flesh and people with missing limbs have become a common sight.</p>
<section class="more-on">Al-Shifa Hospital was once the largest medical complex in the Gaza Strip, but most of it now lies in ruins after several rounds of intense Israeli ground and air sieges since the start of the war in October 2023.Gaza’s healthcare facilities have been repeatedly <a href="https://www.aljazeera.com/news/2025/8/27/hamas-challenges-israeli-account-of-gaza-hospital-attack-that-killed-21">targeted</a> by Israel, including with 2,000-pound bombs supplied by the United States, Israel’s closest ally.Hundreds of medics have been killed in the 23 months of brutal war that has been dubbed a genocide by numerous rights organisations, including the United Nations.<a href="https://www.aljazeera.com/news/2024/11/24/dying-in-hell-palestinian-medics-jailed-by-israel">Dr Adnan Al-Bursh</a>, the head of orthopaedics at al-Shifa Hospital, was tortured to death in an Israeli prison months after he was arrested in December 2023. <a href="https://www.aljazeera.com/news/2024/12/29/calls-for-the-release-of-gaza-hospital-director-detained-by-israel">Dr Hussam Abu Safia</a>, the director of Kamal Adwan Hospital, was arrested last November. He still languishes in an Israeli jail.
<p>Targeting of health facilities, medical personnel and patients is considered a war crime under the 1949 Geneva Convention.</p>
</section>
<p>https://www.aljazeera.com/amp/news/2025/9/22/it-is-a-bloodbath-australian-medic-describes-situation-at-gaza-hospital</p>
<hr />
<hgroup>
<h3>Médicos afirmam que não vão sair do hospital al-Shifa, em Gaza</h3>
</hgroup>
<div class="visually-hidden" data-link-name="byline" data-component="meta-byline">
<p class="nome">[AbrilAbril] &#8211; <span class="submitted">22 de Setembro de 2025 </span></p>
</div>
<div class="header-text">
<div class="resumo">
<p>No meio da escalada israelita, Muhammad Abu Salmiya, director hospitalar cujos familiares foram assassinados pela ocupação, reafirmou que as equipas médicas vão continuar a trabalhar na Cidade de Gaza.</p>
</div>
</div>
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<div class="image"><img loading="lazy" decoding="async" class="media-viewer-candidate lazyloaded" src="https://www.abrilabril.pt/sites/default/files/styles/node_aberto_vp768/public/assets/img/28998.jpg?itok=fMOfnCU3" alt="" width="705" height="470" data-mediaviewer-src="https://www.abrilabril.pt/sites/default/files/styles/media_viewer_aberto/public/assets/img/28998.jpg?itok=qzy-jMDn" data-srcset="https://www.abrilabril.pt/sites/default/files/styles/node_aberto_vp300/public/assets/img/28998.jpg?itok=CfoEKUfk 360w, https://www.abrilabril.pt/sites/default/files/styles/node_aberto_vp600/public/assets/img/28998.jpg?itok=zfA38rml 630w, https://www.abrilabril.pt/sites/default/files/styles/node_aberto_vp768/public/assets/img/28998.jpg?itok=fMOfnCU3 705w " data-src="https://www.abrilabril.pt/sites/default/files/styles/node_aberto_vp768/public/assets/img/28998.jpg?itok=fMOfnCU3" />
<div class="media-action-overlay"><span class="caption-text">Muhammad Abu Salmiya fala à Al Jazeera no hospital al-Shifa, bastante destruído pela ocupação, na Cidade de Gaza <span class="credit"><span class="visually-hidden">Créditos</span> / Al Jazeera</span></span></div>
</div>
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<div class="conteudo">
<div class="corpo_texto">
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<div class="field-items">
<div class="field-item even">
<p>Em declarações à imprensa na manhã de domingo, Muhammad Abu Salmiya, director do complexo hospitalar al-Shifa, disse que as equipas médicas não vão abandonar os pacientes, no meio da ofensiva terrestre israelita em grande escala contra a Cidade de Gaza.</p>
<p>Vamos continuar o nosso trabalho, apesar da destruição, da falta de medicamentos e dos ataques às nossas casas e famílias, afirmou, acrescentando que os profissionais da saúde se mantêm firmes no compromisso de salvar vidas e cuidar dos feridos, mesmo nas condições mais «insuportáveis».</p>
<p>O al-Shifa já foi o maior complexo hospitalar na Faixa de Gaza, mas hoje está praticamente em ruínas, depois de ter sido alvo de intensos bombardeamentos aéreos e de artilharia por parte das forças de ocupação, em diversas ocasiões.</p>
<p>O actual director passou mais de sete meses nas cadeias israelitas, com a ocupação a alegar que a resistência palestiniana usava o hospital como base para o «terrorismo», refere a <em>Al Jazeera</em>.</p>
<p>Acabou por sair sem «acusações» mas depois de ter sido submetido a sessões de tortura e de humilhação. No sábado, um ataque israelita contra a sua casa de família, no campo de refugiados de al-Shati, matou pelo menos cinco pessoas, incluindo o seu irmão, cunhada e filhos.</p>
<p>Neste sentido, a fonte destaca que Abu Salmiya está a tentar dar o exemplo, no meio de «condições horrendas».</p>
<p>«As nossas equipas médicas continuam a realizar a sua missão humanitária neste complexo hospitalar sob forte pressão», disse o director, na Cidade de Gaza.</p>
<p>«A sua mensagem continua: servimos os doentes e os feridos o melhor que podemos», frisou, alertando para a política de limpeza étnica levada a cabo por Israel e condenando os ataques directos a unidades hospitalares e pessoal médico.</p>
<p>Uma médica australiana a trabalhar como voluntária no hospital destacou as condições «horríveis» em que o pessoal médico trabalha.</p>
<p>«Pude constatar a capacidade de resistência destes médicos&#8230; são literalmente heróis», disse a médica australiana à <em>Al Jazeera</em>, explicando que médicos, enfermeiros e estudantes de medicina estão a viver e a trabalhar no hospital.</p>
<p>«Estamos aqui há apenas duas semanas e simplesmente não conseguimos abranger a dimensão do trauma e do trabalho duro. Não creio que um ser humano possa sobreviver e aguentar aquilo por que estamos a passar», disse.</p>
<p>O hospital a-Shifa é uma de muitas infra-estruturas da saúde que foram quase inteiramente destruídas pelas forças de ocupação no enclave.</p>
<p>Ahmed al-Farra, director de pediatria do Hospital Nasser, em Khan Yunis, no Sul de Gaza, sabe bem as condições terríveis que as equipas médicas sofrem em todo o território e destacou o facto de, desde o início da agressão, Israel ter estado a atacar o pessoal médico, «metendo-o na cadeia ou matando as suas famílias».</p>
<p>De acordo com as autoridades na Faixa de Gaza, a ocupação matou pelo menos 1670 trabalhadores do sector nos últimos dois anos.</p>
<p>As mesmas fontes, a que a <em>Wafa</em> se refere, indicam que, desde Outubro de 2023 até ontem, os ataques israelitas provocaram pelo menos 65 283 mortos e 166 575 feridos entre os palestinianos, na sua maioria mulheres e crianças.</p>
</div>
<section class="more-on">
<h1 class="single_title">Al-Shifa Director: Gaza’s health system collapsing, only ending genocide can help</h1>
<p class="single_date">Wednesday 3-September-2025</p>
<div class="featured_image"><img decoding="async" class="attachment-name_thumbnail size-name_thumbnail wp-post-image" title="Al-Shifa Director: Gaza’s health system collapsing, only ending genocide can help" src="https://english.palinfo.com/wp-content/uploads/Models/Media/Images/2023/11/23/297125818.jpg" alt="" data-pagespeed-url-hash="2676706301" /></div>
<div class="post_content">
<p>GAZA, (PIC)</p>
<p>Dr. Mohammed Abu Salmiya, Director of Al-Shifa Medical Complex, said that the health and humanitarian situation in the Gaza Strip has reached its worst stage since the beginning of the Israeli aggression, warning of a complete collapse of the health system.</p>
<p>In a statement on his Facebook page on Tuesday, Abu Salmiya explained that hospitals are filled to capacity, with bed occupancy rates reaching between 250% and 300%, while medical departments are witnessing a sharp increase in wound infections.</p>
<p>He added that last August recorded the highest number of famine-related deaths since the start of the aggression, with expectations of a further rise in deaths in the coming period due to the continued lack of food.</p>
<p>He stressed that medicines and medical supplies have reached a critical stage, with shortages exceeding 60%. Stocks of anesthetics, platinum, plaster, emergency and surgical drugs, antibiotics, as well as cancer and chronic disease medications have completely run out.</p>
<p>He pointed out that these medicines are unavailable even in health centers, international organizations, or private pharmacies.</p>
<p>Abu Salmiya explained that displacement camps are witnessing a wide spread of respiratory and skin diseases, along with an increase in cases of Guillain-Barré syndrome, worsening the health crisis for Palestinians.</p>
<p>On the humanitarian level, he said that residents are enduring repeated displacement under harsh conditions, without enough food or safe drinking water, as daily-use water is mixing with sewage.</p>
<p>Abu Salmiya concluded by stressing that “only stopping the genocide can resolve these crises and their consequences,” calling on the international community to intervene immediately to stop the war.</p>
</div>
<p>https://english.palinfo.com/news/2025/09/03/346984/</p>
<p>&#8212;</p>
<p>&#8212;&#8211;</p>
<header class="article-header">
<h1>Doctors won’t abandon patients at al-Shifa as Israel destroys Gaza City</h1>
<p class="article__subhead"><em>The hospital director, arrested and tortured by Israel, has just seen his brother and other family members killed.</em></p>
</header>
<div class="video-shadow">
<div class="pre_video-wrapper">
<div class="responsive-image"><img decoding="async" src="https://www.aljazeera.com/wp-content/uploads/2025/09/Screenshot-2025-09-21-at-10.32.18-AM-1758439980.png?resize=730%2C410&amp;quality=80" alt="One of the few buildings of al-Shifa Hospital that is still standing after most of it was destroyed" /></div>
</div>
</div>
<div class="featured-media__image-wrap">
<div class="video-caption">
<p>Gaza doctors refuse to leave patients despite intensifying Israeli ground assault</p>
</div>
</div>
<div class="article-info m--t-20 m--desktop-b-30 m--b-mobile-20">
<div class="article-dates">Israeli tanks continue to advance amid a systematic destruction of Gaza City from land, air and sea, but for doctors at the major urban centre’s</div>
</div>
<div class="wysiwyg wysiwyg--all-content" aria-live="polite">
<p>The hospital was once the largest medical complex in the Gaza Strip, but most of it now lies in ruins after several rounds of intense Israeli ground and air sieges since the start of the war in October 2023. Palestinians still view it as a <a href="https://www.aljazeera.com/opinions/2024/5/15/gaza-lost-much-more-than-a-hospital-when-it-lost-al-shifa">symbol of strength and resilience</a>.</p>
</div>
<p>&#8212;</p>
<div class="main_content">
<div class="archive-name"> </div>
<h1 class="single_title">Hamas: Israeli drone attacks on Sumud Flotilla “acts of terrorism”</h1>
<p class="single_date">Wednesday 24-September-2025</p>
<div class="featured_image"> </div>
<div class="post_content">
<p>GAZA, (PIC)</p>
<p>The Hamas Movement has condemned Israeli drone attacks on several Gaza-bound ships from the Global Sumud Flotilla in international waters, calling them “acts of terrorism” and a “dangerous behavior paving the way for more severe assaults on the flotilla and its participating activists.”</p>
<p>In a statement on Wednesday, Hamas accused the Israeli occupation of attempting to dissuade the participants in the flotilla from finishing their humanitarian mission and delivering aid to the embattled people of Gaza, “who are facing systematic campaigns of genocide and starvation.”</p>
<p>The Movement urged the international community, the UN and their human rights organizations to take immediate and effective measures to protect the flotilla and its crews and ensure the delivery of aid to the civilians under siege in Gaza.</p>
<p>Organizers of the Gaza-bound aid flotilla reported Israeli attacks on their boats at dawn Wednesday and seeing multiple drones around the fleet, which is made up of more than 500 people, including prominent environmental activist Greta Thunberg.</p>
<p>The Global Sumud Flotilla which was sailing near Greece as of early Wednesday also saw its communications “jammed,” its organizers said in a statement.</p>
<p>“We are witnessing these psychological operations first-hand, right now, but we will not be intimidated,” they added.</p>
<p>In an online video shared by the flotilla organizers overnight, a bright light can be seen piercing the darkness, before a loud blast rings out. They said that the video was filmed from one of its boats, “Specter,” and that it captured one of the explosions heard by crew members.</p>
<p>Meanwhile, Italian defense minister Guido Crosetto condemned on Wednesday the Israeli drone attacks on the Global Sumud Flotilla as it left Greece en route towards Gaza.</p>
<p>He added that Italy was sending a naval ship to be nearby if the flotilla required assistance. “The vessel is already en route to the area for possible rescue operations,” Crosetto wrote on X.</p>
<p>“In a democracy, demonstrations and forms of protest must also be protected when they are carried out in accordance with international law and without resorting to violence,” Crosetto said.<br />https://english.palinfo.com/news/2025/09/24/348428/</p>
<p><strong>ISRAEL ESCALATES DANGEROUS ATTACKS AGAINST GLOBAL SUMUD FLOTILLA DAYS BEFORE GAZA ARRIVAL</strong><br /><strong>September 23, 2025</strong><br />&#8212;</p>
<div class="px-3 py-3 grid lg:block grid-cols-3 gap-2">
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<div class="text-[0.75rem] lg:text-base 2xl:text-base lg:mb-2 lg:mt-1 vfont-550 leading-4 lg:leading-5 text-neutral-900">Attack on Flotilla</div>
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<div class="text-neutral-900 col-span-2 font-mono text-[0.75rem] 2xl:text-sm vfont-450">23 Sep 2025 22:43 UTC</div>
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<div class="text-xs">
<div class="border-b mb-2 pb-2 border-b-gray-200 last:border-0 last:pb-0 last:mb-0">Ohwayla was hit by a small flashbang with no injuries. Assessing damage to the boat.</div>
<div class="border-b mb-2 pb-2 border-b-gray-200 last:border-0 last:pb-0 last:mb-0">Yulara was poured with unidentified chemical device but the capsule that was releasing the chemicals bounced and fell on the water. No injuries. Assessing damage to the boat.</div>
<div class="border-b mb-2 pb-2 border-b-gray-200 last:border-0 last:pb-0 last:mb-0">Otaria was hit by a flashbang at midmast with no injuries. Assessing damage to the boat.</div>
<div class="border-b mb-2 pb-2 border-b-gray-200 last:border-0 last:pb-0 last:mb-0">Maria Cristina was targeted twice by a flashbang above the deck with no injuries. Assessing damage to the boat.</div>
<div class="border-b mb-2 pb-2 border-b-gray-200 last:border-0 last:pb-0 last:mb-0">Selvaggia was hit by a flashbang with no injuries. Assessing damage to theboat.</div>
<div class="border-b mb-2 pb-2 border-b-gray-200 last:border-0 last:pb-0 last:mb-0">Morgana was hit by a flashbang with no injuries. Assessing damage to the boat.</div>
<div class="border-b mb-2 pb-2 border-b-gray-200 last:border-0 last:pb-0 last:mb-0">Zefiro was hit by a flashbang with no injuries. Assessing damage to the boat, but confirmed damage to the rigging.</div>
<div class="border-b mb-2 pb-2 border-b-gray-200 last:border-0 last:pb-0 last:mb-0">Hio was hit 3 times by flashbangs with no injuries. Assessing damage to the boat.</div>
<div class="border-b mb-2 pb-2 border-b-gray-200 last:border-0 last:pb-0 last:mb-0">Taigete was hit by a flashbang with no injuries. Assessing damage to the boat.</div>
<div class="border-b mb-2 pb-2 border-b-gray-200 last:border-0 last:pb-0 last:mb-0">Luna Bark was hit by a flashbang. Assessing damage to crew and the boat.</div>
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<div class="text-[0.75rem] lg:text-base 2xl:text-base lg:mb-2 lg:mt-1 vfont-550 leading-4 lg:leading-5 text-neutral-900">Attack on Alma</div>
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<div class="text-neutral-900 col-span-2 font-mono text-[0.75rem] 2xl:text-sm vfont-450">9 Sep 2025 23:18 UTC</div>
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<div class="text-neutral-900 col-span-2 font-mono text-[0.75rem] 2xl:text-sm vfont-450">36.8605, 10.3532</div>
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<div class="text-[0.65rem] 2xl:text-[0.75rem] uppercase tracking-wider text-gray-500 vfont-500">Source</div>
<p><a class="block text-neutral-900 col-span-2 cursor-pointer underline decoration-1 underline-offset-2 text-[0.75rem] 2xl:text-sm vfont-450" href="https://www.instagram.com/p/DOZqrkLCnSl/" target="_blank" rel="noopener">instagram.com</a></p>
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<div class="w-full group relative bg-neutral-800 overflow-hidden h-full  "><img decoding="async" class="w-full h-full object-contain" src="https://flotilla-orpin.vercel.app/images/gsf-alma-attack.jpg" alt="Credit: Instagram/Global Sumud Flotilla" /></div>
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<div class="text-[0.75rem] lg:text-sm 2xl:text-base lg:mb-2 lg:mt-1 vfont-420 leading-4 lg:leading-5 text-neutral-900 "> </div>
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<div>
<div class="text-[0.75rem] lg:text-base 2xl:text-base lg:mb-2 lg:mt-1 vfont-550 leading-4 lg:leading-5 text-neutral-900">Attack on Familia Madeira</div>
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<div class="text-[0.65rem] 2xl:text-[0.75rem] uppercase tracking-wider text-gray-500 vfont-500">Time</div>
<div class="text-neutral-900 col-span-2 font-mono text-[0.75rem] 2xl:text-sm vfont-450">8 Sep 2025 23:29 UTC</div>
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<div class="lg:mb-1 lg:mb-0.5 lg:grid grid-cols-3 items-baseline">
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<div class="text-neutral-900 col-span-2 font-mono text-[0.75rem] 2xl:text-sm vfont-450">36.8608, 10.3516</div>
</div>
<div class="lg:mb-0 lg:grid grid-cols-3 items-baseline">
<div class="text-[0.65rem] 2xl:text-[0.75rem] uppercase tracking-wider text-gray-500 vfont-500">Source</div>
<p><a class="block text-neutral-900 col-span-2 cursor-pointer underline decoration-1 underline-offset-2 text-[0.75rem] 2xl:text-sm vfont-450" href="https://www.instagram.com/reel/DOXaR_MiOZ_/?igsh=YjdnaTEybGNocW94" target="_blank" rel="noopener">instagram.com</a></p>
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<p>Explosions, Heavy Drone Swarms, and Communications Jamming Signals Pretext for Possible Israeli Attack on 500+ Civilian  volunteers Global – In the final days before reaching Gaza, the Global Sumud Flotilla (GSF) is experiencing an alarmingly dangerous escalation, with multiple boats reporting targeted explosions and unidentified objects being dropped on and near the boats, causing significant damage and widespread obstruction in communications.</p>
<p>This comes on top of a sustained campaign of intimidation and disinformation by Israel, aimed at discrediting and endangering the 500+ unarmed civilians aboard the flotilla who are attempting to deliver food and medical supplies to Gaza to help end Israel’s illegal blockade.</p>
<p>Explosions and Jamming: Tonight, at least 13 explosions were heard on and around several  flotilla boats, with widespread disruption in communications, raising urgent concerns for the safety of participants.</p>
<p>Drones Overhead: In the past 24 hours, more than 15 low-altitude drones have hovered above the Alma boat, appearing roughly every 10 minutes.</p>
<p>Unidentified Objects Dropped: Flotilla participants reported objects being dropped on at least 10 boats from drones or aircrafts, causing damage. No fatalities have been reported. The extent of the damage will be fully assessed in daylight.</p>
<p>Coordinated Smear Campaign: Israel continues to falsely label the GSF the “Hamas flotilla,” asserting that it plans to engage in violent action. This disinformation campaign is an attempt to pre-emptively justify military action against a civilian-led, nonviolent, humanitarian mission.</p>
<p>/// Hundreds of elected representatives from across the EU demand immediate protection for the Global Sumud Flotilla after last night’s attacks in European waters. The letter comes as Italian MPs force their Government to deploy a naval vessel to safeguard their nationals at sea. Together with parliamentarians across the continent, we now call on other states to follow with protective presence to ensure the safe passage of the fleet as it establishes a humanitarian corridor to Gaza.</p>
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		<title>Comunicado &#124; 15 ações contra escritórios da Allianz em toda a Europa subscritas pelo Coletivo pela Libertação da Palestina e a Palestine Action</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PTrevolutionTV]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jan 2025 11:49:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guerra e Paz]]></category>
		<category><![CDATA[Indymedia]]></category>
		<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[AltPT]]></category>
		<category><![CDATA[Palestina]]></category>
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					<description><![CDATA[Num movimento coordenado de ações em toda a Europa, militantes antissionistas em solidariedade com a Palestine Action e o Coletivo pela Libertação da Palestina danificaram 15 instalações da empresa &#8216;Allianz&#8217;, investidora e seguradora da Elbit Systems, a maior empresa de armamento sionista [1]. A prestação de seguros de responsabilidade pela Allianz à Elbit Systems no [&#8230;]]]></description>
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<p>Num movimento coordenado de ações em toda a Europa, militantes antissionistas em solidariedade com a Palestine Action e o Coletivo pela Libertação da Palestina danificaram 15 instalações da empresa &#8216;Allianz&#8217;, investidora e seguradora da Elbit Systems, a maior empresa de armamento sionista [1]. A prestação de seguros de responsabilidade pela Allianz à Elbit Systems no Reino Unido torna esta empresa profundamente cúmplice no genocídio em Gaza, pois, sem seguros, a Elbit não poderia operar.</p>



<p>A empresa alemã Allianz, que também é uma das principais investidoras institucionais da Elbit, teve 15 das suas instalações atacadas durante as últimas duas noites, com tinta vermelha e vidros partidos em toda a Inglaterra, Escócia, País de Gales, Alemanha, Países Baixos e Portugal.</p>



<p>As ações contra a Allianz iniciaram-se no passado outubro [2], quando a Palestine Action danificou dez filiais da Allianz numa noite, cobrindo-as com grafitis e tinta simbólica de cor vermelha, além de ocupar os seus escritórios em Guildford, na Inglaterra.</p>



<p>Desde então, o regime sionista continuou a matar pessoas palestinianas, utilizando armas desenvolvidas e produzidas pela &#8216;Elbit Systems UK&#8217; [3], apesar dos cessar-fogos. Enquanto as armas da Elbit continuam a matar pessoas palestinianoas, a campanha continuará contra estas empresas, incluindo a Allianz, que facilitam a produção de armas da Elbit. Os serviços de seguros prestados à Elbit são cruciais para a manutenção das suas operações, enquanto a Allianz tem sido descrita como uma das &#8220;principais acionistas institucionais&#8221; da Elbit, tendo, em determinado momento, possuído mais de 2% da empresa [4], e até hoje continua a deter milhares de ações da Elbit Systems Ltd [5].</p>



<p>É preciso escalar a resistência. A luta por uma Palestina livre é também uma luta contra as instiuições que lucram com a máquina de guerra capitalista. Enquanto a Allianz não desinvestir de empresas de armamento, a resistência não parará.</p>



<p>Fim à cumplicidade, fim ao capitalismo genocida, por uma Palestina livre.</p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img data-id="225053" alt='allianz2-1795229-768x1024-1577293-4410586-4969869-7052097' alt='allianz2-1795229-768x1024-1577293-4410586-4969869' alt='allianz2-1795229-768x1024-1577293-4410586' alt='allianz2-1795229-768x1024-1577293' src='https://cmi.indymedia.pt/wp-content/uploads/2025/01/allianz2-1795229-768x1024-1577293-4410586-4969869-7052097.jpeg' alt="allianz2" class="wp-image-225053"/></figure>



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		<title>Violência no Porto contra ativistas solidárias com o povo Palestiniano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Publicação Comunitária]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Nov 2024 17:22:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guerra e Paz]]></category>
		<category><![CDATA[Indymedia]]></category>
		<category><![CDATA[Palestina]]></category>
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<p>Desde outubro de 2023, mês em que começou a ter lugar a vigília diária em solidariedade com o povo palestiniano em frente ao edifício da Câmara Municipal do Porto, com o objetivo de exigir o fim do genocídio perpetrado por Israel contra o povo palestiniano, que as pessoas presentes têm sido alvo de atos de violência física e verbal. Desde então, temos sentido na pele a total impunidade com que operam grupos organizados que tentam aterrorizar e negar os direitos constitucionais de reunião e expressão.<br><br>Dia 14 de novembro, mais uma vez, um grupo de quatro homens que se apresentaram como israelitas, de forma completamente descontrolada, exaltada e agressiva, ofenderam e proferiram ameaças de agressão e morte contra as pessoas que participavam pacificamente na vigília, para além de terem orgulhosamente incentivado ao genocídio e à violência contra o povo palestiniano, em mais um crime de ódio racista que, pela sua repetição cada vez mais frequente e pela inércia das autoridades legais, está a tornar-se normalizado e banalizado no espaço público da cidade do Porto.<br><br>Estes atos de violência têm-se intensificado, com espaços de tempo cada vez menores entre eles, e no mesmo dia 14 de novembro de 2024 pessoas que portavam símbolos palestinianos (lenços e bandeiras) foram, durante a tarde, atacadas física e verbalmente numa via pública do Porto, tendo uma delas de ser tratada no hospital por lesões oculares resultantes do uso de gás pimenta por parte dos agressores.</p>



<p>@<a href="https://www.instagram.com/emdefesadapalestina.up/">emdefesadapalestina.up</a> </p>
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