Chegámos ao número 50 do Jornal MAPA!
O policiamento de bairros guetizados é destaque, resultante de oito anos de investigação do Fumaça e da Divergente, demonstrando esse guião da polícia em “agredir, bater e acusar de resistência”, e desde as prisões publicamos outros relatos da violência arbitrária. Visitamos Coimbra e nas suas Repúblicas testemunhamos uma vivência comunitária e de apoio mútuo. Em conversa com Nik Völker, da MiningWatch Portugal, reiteramos o apoio às lutas anti mineração do Barroso. O papel de informação crítica é evocado nesta edição e a luta inédita das e dos jornalistas da revista Visão é contada na primeira pessoa. Uma entrevista a Mira do Solidarity Collectives leva-nos aos anarquistas e antiautoritários ucranianos na resistência perante a invasão russa. E a história do desertor Dominik Richert recorda a resistência ao militarismo na Primeira Guerra Mundial. Com Aurélien Berlan, falamos sobre Autonomia e Subsistência, que intitula o livro lançado em 2024. E na recensão do livro As FP-25 e o Pós-Revolução (Francisco B. Ruivo, 2026) é sublinhada a memória desses tempos por M. Ricardo de Sousa. Nota ainda para as rusgas a casas de ativistas da causa palestiniana em Portugal, num escalar internacional contra os movimentos de resistência ecologista, de esquerda e anarquistas. Podes ainda descobrir neste novo MAPA outras notas de leituras, noticias e crónicas.
Por fim, as nossas desculpas pelo atraso na saída desta edição, imposta por motivos imponderáveis e que nos foram alheios.
Mantemos o apelo para nos apoiares com a tua assinatura.
E marca na tua agenda: temos Festa dos 50 Mapas no dia 24 de Outubro no espaço da ADAO no Barreiro!

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